A HIPOCRISIA DOS BOICOTES DAS LIDERANÇAS PALESTINAS

O irmão do presidente da Autoridade Palestina está se recuperando de uma complexa cirurgia cardíaca num hospital israelense. Aliás, a procura de hospitais em Israel vem sendo uma prática reiterada dos familiares do incitador de ódio palestino, pois, a sua esposa também passou por cirurgia numa unidade hospitalar em Israel.

O líder do Hamas em Gaza, Ismayil Haniyeh, que sempre clamou pelo BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), embarcou na mesma hipocrisia de Abbas e outros líderes do Fatah enviando seus parentes, a saber, filha, irmã, neta e sogra, para receberem cuidados médicos em Israel. Aamal Haniyeh, neta de Haniyeh, com um ano de idade e “desenganada pelos médicos” em Gaza, foi transferida para o Hospital Infantil Schneider, em Israel, onde pelo menos 200 crianças palestinas são atendidas anualmente.

Convém destacar que os cuidados médicos de Israel direcionados a palestinos é comum. Somente no hospital Ichilov, mais de 1.000 palestinos oriundos de Gaza e Cisjordânia recebem tratamento todos os anos.

A imprensa israelense afirma que são permitidos os atendimentos médicos por “razões humanitárias”. Mas nunca é bom esquecer que as lideranças palestinas NÃO permitiam que os feridos palestinos se dirigissem ao hospital de campanha montado por Israel na fronteira com Gaza no último conflito para tratar das vítimas palestinas. Tal ação visava exclusivamente aumentar o número de mortos para servir de combustível na fogueira da propaganda global de ódio contra Israel. Na visão da pérfida liderança palestina, quanto mais sangue, melhor!

Dessa forma, é mais do que perceptível a ideia de que, para os líderes palestinos, só merecem “socorro” por razões humanitárias a alta cúpula da liderança de suas facções terroristas e seus parentes… Já o povo palestino “merece” apenas verter seu sangue matando judeus como mártires de al-Aqsa!

Entretanto, o mesmo sentimento humanitário que move Israel a atender os familiares das lideranças palestinas que defendem o assassinato covarde de judeus, faz com que os terroristas palestinos POBRES sejam atendidos nos mesmos hospitais, pois, o princípio judaico de preservação da vida está acima do desejo de vingança dos algozes palestinos. Por isso, o jovem terrorista que esfaqueou dois judeus, sendo um deles adolescente, recebeu primoroso atendimento médico em Israel. Contudo, ao invés de agradecer a piedosa ação dos judeus, a “resposta” do líder Abbas seguiu o infame ódio sectário fundamentalista promovendo a mentira de que o terrorista teria sido assassinado pela polícia israelense.

Na verdade, Israel com todo seu avanço tecnológico só não tem cura para uma “doença” presente em parte significativa do povo palestino… o ódio!

Por Andréa Fernandes

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