Como (não) pensam os muçulmanos

Por: Ulisses Araújo*

Já defendi aqui que o fundamento de nossa liberdade de consciência e consequente liberdade de expressão está no Cristianismo.

Pois bem. Isso entendido, passemos a um ponto bem específico: a dificuldade em haver liberdade individual no mundo muçulmano. Se meu ponto no post acima ficou claro, claro está que o fundamento de tão aclamadas liberdades está na fé em Jesus Cristo – mesmo no mundo secularizado.

Daí entende-se facilmente alguns incidentes que acontecem diuturnamente no mundo islâmico:

– religião, não se escolhe: você nasceu muçulmano e muçulmano morrerá, não importando o que você pensa! Lembre-se de que a noção de consciência individual e escolha é um legado cristão, e os muçulmanos não sabem o que é isso;

– nos países em que já existem comunidades muçulmanas com peso significativo, membros da religião têm de seguir a sharia, a qual se coloca acima das leis locais. Nos guetos vale o que diz o Corão – e isso é a regra, e não a excessão;

– nesses países as comunidades islâmicas fazem exigências a fim de que costumes culturalmente arraigados sejam desfeitos: veja-se, por exemplo, a abolição da carne de porco nos restaurantes da rede Subway na Inglaterra. Muçulmanos não podem comer esse tipo de carne. Logo, ninguém mais come. Caso contrário, os filhos de Allah se ofendem. Um aluno de uma escola suíça pintou no muro da escola a bandeira do país (Suíça!) e a direção se desesperou: a cruz na bandeira pode ofender pessoas de outros credos (leia-se muçulmanos);

– se os muçulmanos se sentirem ofendidos, eles fazem quebra-quebra nas ruas, com grandes protestos – e até bombas! Veja apenas um exemplo, em Sydney, Austrália: https://www.youtube.com/watch?time_continue=57&v=zeFe8kj70ac. Agora em uma universidade sueca: https://www.youtube.com/watch?v=g0sRmpvdIIk.

Não. Não venham me falar dos protestos da bancada evangélica contra as leis pró-LGBT!! O máximo que ocorre no Brasil é um bate-boca do tio, oooops, Pr. Silas Malafaia na televisão e um panelaço, devidamente autorizado, em Brasília. O secretário de direitos humanos do RJ acabou de ser exonerado de seu cargo por fazer declarações homofóbicas. Pronto. Tudo dentro da normalidade. Não vi evangélicos fazendo o que vimos nos vídeos acima (não preciso dizer que os doidos que invadem casas de candomblé e quebram tudo são uns doidos, não é??).

Já no caso do Islamismo, a regra é a imposição: não importa entender; não importa crer internamente. Há que se seguir a religião deles e suas leis!! E nossa dificuldade em perceber isso se deve exatamente ao fato de que temos por pressuposto óbvio e inalienável a liberdade!! Então ficamos achando que o mundo inteiro pensa como nós. Mas não. Não o mundo muçulmano.

O evento ocorrido na universidade sueca é um ótimo exemplo: “Nós pagamos impostos! Somos cidadãos! Não queremos esse filme!”. Eles acham que porque são cidadãos e pagam impostos podem exigir que seja retirado um filme que os ofende… Não sabem o que é democracia. Eles enxergam tudo pela ótica da imposição – mesmo que a imposição seja por um meio “democrático”.
Não entendem que na democracia por vezes nosso grupo sai perdendo – mesmo que paguemos impostos! E continuamos a ser cidadãos. Ser cidadão não significa que minhas vontades serão feitas a todo custo – e muito menos a democracia significa isso.

Àqueles que já estão dizendo que se trata de casos isolados, tenho duas coisas a dizer:

– leiam o post completo;

– tentem entender o que é taqiya: a lei islâmica permite a omissão de certos aspectos da religião em caso de necessidade, e até mesmo a prática de atos blasfemos em caso de perseguição ou então quando a religião está sendo expandida. Em outras palavras: um muçulmano é autorizado a mentir e assimilar a cultura local a fim de se estabelecer fora de seus domínios. Adotarão o discurso da paz e da escolha a fim de se estabelecer, de modo estratégico. Isso para nós é impensável, pois dentro da nossa lógica, isso seria “pecado”, ou ao menos antiético. Mas lembrem-se: esse modo de pensar nosso é cristão! Para os muçulmanos isso não existe: o que importa é fazer com que todos sigam suas leis – e se preciso for eles mentirão;

Quando são confrontados com as barbáries por eles cometidas, eles “jogam” o argumento da Inquisição de das Cruzadas – mas não explicam o porquê de cometerem violência em nome de Allah: morte aos infiéis! Se ainda houver dúvidas com relação a esses pontos, sugiro que leiam o post mencionado acima novamente.

Onde são maioria, se impõem pela força. Onde são minoria, taqiya, a fim de se estabelecerem. O objetivo final é a imposição, pois na visão muçulmana não importa que você vá agir contra a sua consciência e ser obrigado a seguir algo em que não crê. Isso é uma ideia cristã!! O que importa é praticar a religião de Maomé, a qual inclusive foi imposta pela espada.

Como diria um amigo meu, oremos!

Para mais informações visite o blog do autor.

*Ulisses Araújo é professor da rede pública no estado e no município do Rio de Janeiro, onde leciona Língua Inglesa e também cursa Teologia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Ministra aulas de Teologia em nível básico no Instituto Bíblico Emanuel/polo Rio de Janeiro.

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