Cristãos sofrem hostilidade incentivada por motivação religiosa em centros de refugiados na Alemanha

*Texto traduzido

A pesquisa revela que a maioria diz ter sido insultada, assaltada, agredida ou ameaçada de morte

Refugiados cristãos na Alemanha estão enfrentando abuso de motivação religiosa e ataques violentos de refugiados muçulmanos e funcionários de segurança, de acordo com o relatório do Open Doors.

Dos 231 refugiados que o Open Doors entrevistou entre os meses de fevereiro e abril, 204 disseram que passaram por “perseguição por motivos religiosos,” – seja por meio de insultos verbais, agressão sexual ou física, ou ameaças de morte.

<> on January 8, 2015 in Bautzen, Germany.
Mahan, 2, um refugiado cristão iraniano que, juntamente com os seus pais está em busca de asilo na Alemanha, espreito atrás de uma divisória de vidro na sala  de jantar, no centro de refugiados de Spreehotel, em janeiro de 2015, em Bautzen, Alemanha. Cerca de 200 refugiados, muitos da Síria e da Tunísia e também da Chechénia, Balcãs, Irã, Rússia e de outros lugares, vivem no centro de refugiado.

 

Desses entrevistados, 69% eram iranianos, enquanto 13% vieram do Afeganistão e 5% por cento da Síria. 86% eram ex-muçulmanos que se converteram ao cristianismo, a maioria deles em seu país de origem.

As entrevistas foram conduzidas pela equipe do Open Doors, na Alemanha, que também emitiu pesquisas escritas no idioma nativo deles. A organização disse que os relatos de assédio provocado pelas pesquisas representam “apenas a ponta do iceberg”.

“O que é alarmante é o fato de que os refugiados cristãos e outras minorias religiosas estão enfrentando cada vez mais o mesmo tipo de perseguição e discriminação como em seus países de origem e não estão recebendo a proteção adequada na Alemanha”, disse a organização.

Outros grupos, tais como a Konrad Adenauer Foundation com sede em Berlin, também documentaram ocorrências anti-cristãs  em  centros de refugiados alemães. Um relatório de março pela fundação observou um aumento nas hostilidades para com os cristãos.

 O Open Doors, no entanto, disse que o relatório da fundação é excessivamente desconsiderado porque concluiu que os dados concretos sobre a hostilidade orientada pela a religião é difícil de obter, e que grande parte do atrito “mais provável” é um produto  sobrecarregado, multicultural,  vida angustiante nos centros de refugiados.

 “Tais teorias somente serevem para banalizar e suprimir a verdeira razão por trás dos ataques , assim como os resultados do estudo do Open Doors indicam claramente”, informou o relatório do Open Doors. “Isso mostra que os incidendentes documentados são  ataques religioamente motivados por natureza e que eles estão acontecendo com frequência e não apenas ocasionamente.”

8% dos refugiados entrevitdos pelo Open Doors disseram que refugiados  cristãos e muçulmanos deveriam estar em centros diferentes.

“Não deve haver mais “experiência de integração” em detriment dos refugiados cristãos”, disse o relatório. “Eles veem eles mesmos como um pequena minotira dentro de uma maioria de muçulmanos e rapidamente tomam conhecimento que a maioria das autoriades dos alojamentos não apenas falham para providenciar qualquer ajuda a eles, pelo contrário, mostra-e um complete abandon de um completo abandon ao entendimento da situação”.

Open Doors acrescenta que há outros países europeus “onde sinais alarmantes estão começando a chegar a publico, incluindo, Suécia, onde , Segundo o relatório, “o diretor do conselho de migração tem conhecimento dos problemas nessa área.

O problemas também foram reportados em um campo de refugiados no nordeste da France, onde no ultimo ano um iraniano convertido ao cristianismo foi assassinado.

Open Doors disse que há uma “necessidade crucial para a proteção de convertidos e do direito de ser capaz de escolher livremente a própria fé (incluindo mudá-lo). Isso ocorre especialmente quando minorias religiosas buscam por ajuda e proteção em um país como a Alemanha, onde os direitos para praticar livremente  a própria fé são garantidos constitucionalmente.

“A forma radical do Islam, enquanto praticada nos países de origem dos perpetradores,  deve ser impedida de destruir o direito à liberdade religiosa na Alemanha”, acrescentou.

*Fonte: World Watch Monitor

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