O Imã Enaltecido pela Igreja da Suécia: “Os Judeus estão por Trás do Estado Islâmico!”

Parte III da Série: A Islamização da Suécia

por Ingrid Carlqvist

  • Os sacerdotes têm medo de falar sobre Jesus durante a missa. — Eva Hamberg, episcopisa e professora, renunciou ao sacerdócio em sinal de protesto e deixou a Igreja.

  • A Igreja da Suécia pode estar caminhando para o “Crislão” — uma mistura do cristianismo com o Islã. Os sacerdotes suecos ao observarem o fervor religioso dos muçulmanos que vivem na Suécia e que agora tomam parte, entusiasmados, de diversos programas de confraternização entre as religiões.
  • “Há fontes confiáveis do Egito que mostram que a família real saudita é, na realidade, uma família judia que veio do Iraque à Península Arábica ao redor dos anos 1700. Eles montaram um exército com a ajuda de oficiais britânicos que lutavam contra o sultanato otomano.” — Imã Awad Olwan com quem o sacerdote Henrik Larsson está trabalhando em um programa de cooperação entre religiões.
  • “O envolvimento que a Igreja da Suécia demonstrou em relação à vulnerabilidade dos cristãos palestinos, foi substituído pela indiferença para com a limpeza étnica dos cristãos da Síria e do Iraque. Naqueles países, as atrocidades são cometidas na maioria das vezes pelos muçulmanos, sendo evidentemente o bastante para que a Igreja da Suécia se debruce sobre questões ambientais e climáticas.” — Eli Göndör, estudioso da religião.

A Igreja da Suécia deixou de ser a forte e austera igreja oficial. No passado, os suecos nasceram nela e até 1951 ninguém tinha autorização de deixá-la. Hoje em dia, no entanto, é uma instituição que tem muito pouco a ver com o cristianismo ou com Jesus. A Suécia, de acordo com o >World Values Survey, é um dos países mais seculares do mundo; anualmente um contingente considerável de suecos abandona a igreja.

Normalmente somente os ateus deixavam a Igreja; agora são os cristãos devotos que a deixam — em sinal de protesto contra a relação, cada vez mais questionável, da igreja em relação a fé cristã.

Quando, por exemplo, a atual Arquiepiscopisa Antje Jackelén, pouco antes da nomeação ao arcebispado, participou de um programa de perguntas e respostas no outono de 2013, uma das perguntas foi a seguinte: “Jesus transmite uma imagem mais verdadeira de Deus do que Maomé?”, surpreendentemente, a futura arquiepiscopisa não disse imediatamente que sim, mas envolveu-se em um longo monólogo sobre as muitas maneiras de se chegar a Deus. Evidentemente isso aborreceu muitos paroquianos A renomada sacerdotisa e professora Eva Hamberg, renunciou ao sacerdócio em sinal de protesto e deixou a Igreja da Suécia.

“Isso fez com que eu saísse mais depressa”, disse ela ao jornal cristão Dagen. “Se a futura arquiepiscopisa não consegue defender a Fé dos Apóstolos e ainda fica racionalizando, então é porque a secularização já foi longe demais.”

Hamberg, que conduziu a pesquisa sobre o processo de secularização, salientou que na Suécia a secularização passa por uma celeridade — mesmo dentro da Igreja da Suécia. Como exemplo, Hamberg disse que Antje Jackelén não acredita na Imaculada Conceição e diz ser uma metáfora. Hamberg também salientou que há falta de reverência diante do Deus Trino e que os sacerdotes têm medo de falar sobre Jesus durante a missa.

“Há também uma clara falta de tolerância dentro da Igreja da Suécia. Todos os candidatos (ao cargo de arcebispo) estavam ávidos a falar sobre diálogo e isso, ao que tudo indica, é excelente, mas não passa de frases vazias. Na realidade os líderes da igreja perseguem os dissidentes. Se você não concordar com a ordenação de mulheres, você não será ordenado. A margem de manobra é incrivelmente pequena.”

Quando Antje Jackelén venceu a eleição e se tornou a primeira arquiepiscopisa da Suécia, estava na hora do próximo impacto. Como lema, ela escolheu “Deus é Grande”, “Allahu Akbar” em árabe. Jackelén referia-se a 1 João 03:19-21, que diz :

“E nisto conhecemos que somos da verdade, e diante dele asseguraremos nossos corações; sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que os nossos corações, e conhece todas as coisas.”

No entanto, poucos acreditam que a escolha do lema não seja o velho e conhecido flerte, sem rodeios, com os muçulmanos da Suécia. No Islã, “Allahu Akbar” são as primeiras palavras que se ouve quando de cada chamada para a oração, oriunda de cada minarete ao redor do mundo e é o grito que ouvimos recorrentemente associado aos atentados suicidas islâmicos, decapitações de não muçulmanos e ataques terroristas.

O rei, a rainha e a princesa herdeira da Suécia estavam presentes na ordenação arquiepiscopal da Episcopisa Antje Jackelén na Catedral de Uppsala em 15 de junho de 2014. (Imagem: Igreja da Suécia)

A escolha do lema da Arquiepiscopisa Jackelén não é um caso isolado; apenas o mais evidente sinal de que a Igreja da Suécia pode estar caminhando para o “Crislão” — uma mistura do cristianismo com o Islã. Os sacerdotes suecos ao observarem o fervor religioso dos muçulmanos que vivem na Suécia e que agora tomam parte, entusiasmados, de diversos programas de confraternização entre as religiões. No ano passado, a Episcopisa de Estocolmo Eva Brunne, sugeriu retirar a cruz da Igreja dos Pescadores para que os muçulmanos pudessem lá rezar.

O Gatestone Institute entrou em contato com seu colaborador mais próximo, o Sacerdote Diocesano Bo Larsson, para saber mais detalhes sobre a proposta.

Gatestone: os cristãos nos países muçulmanos podem esperar o mesmo nas mesquitas?

Bo Larsson: “não, acredito que não. Para os muçulmanos as construções têm uma dignidade especialmente sagrada.”

Gatestone: mas não é assim para os suecos?

Bo Larsson: “parece que não. Mas já há muitas mesquitas na Suécia.”

Gatestone: Então, por que a necessidade de rezar na Igreja dos Pescadores?

Bo Larsson: “sabe, foi apenas uma sugestão. Muitas pessoas nas redes sociais colocaram na cabeça que isso quer dizer que a Brunne não é mais cristã, mas isto, obviamente, não é verdade.”

Gatestone: de modo que nós cristãos devemos respeitar os muçulmanos, ainda que eles não nos respeitem?

Bo Larsson: “acredito que sim. É a minha opinião. Sou padre há 40 anos. Ainda somos a maior igreja da Suécia, de modo que devemos dar oportunidades aos muçulmanos e judeus.”

Gatestone: “o senhor está dizendose você não pode vencê-los, junte-se a eles?'”

Bo Larsson: “é uma maneira de ver as coisas.”

Gatestone: a Igreja da Suécia é conhecida por sua atitude positiva em relação aos homossexuais. Sua própria episcopisa Eva Brunne, é abertamente gay. Mesmo assim o senhor apoia o Islã que persegue os homossexuais?

Bo Larsson: “é uma pergunta difícil de responder. Mas claro, é terrível que os gays não têm quaisquer direitos nos países muçulmanos e não podem viver abertamente. Terrível.”

Gatestone: e mesmo assim você quer apoiar essa religião?

Bo Larsson: “você sabe, também há cristãos que são contra a homossexualidade.”

Gatestone: que querem enforcar os gays?

Bo Larsson: “parece que não. Acho que o senhor está simplificando demais. O que nós queremos na Suécia é ter diálogo com os muçulmanos.”

Gatestone: você já conversou sobre homossexualidade com os muçulmanos?

Bo Larsson: “não.”

Gatestone: o senhor se considera capaz de transformar o Islã da Suécia em uma religião tolerante, de mente aberta?

Bo Larsson: “há cristãos fundamentalistas nos Estados Unidos que não aceitam os homossexuais.”

Gatestone: mas você acredita que há uma diferença entre não aceitar e querer matar?

Bo Larsson: “eu nunca ouvi um muçulmano dizer que ele quer matar homossexuais.”

O “Crislão” foi ao extremo no subúrbio de Fisksätra em Estocolmo, onde predominam os imigrantes; são 8.000 pessoas, falando 100 idiomas diferentes. Naquele subúrbio a Igreja da Suécia começou a arrecadar fundos com o objetivo de construir uma mesquita — um programa intitulado “Casa de Deus” — adjacente a uma igreja. O programa é descrito em seu Websiteoficial da seguinte maneira:

“A Casa de Deus representa o desejo de paz e trabalho duro no espírito da paz. Estamos construindo uma mesquita ao lado da igreja em Fisksätra. Entre a Igreja e a mesquita será construída uma praça interior comum com livre acesso, do tipo jardim de inverno. A Casa de Deus é singular, um exemplo da cooperação e do diálogo religioso, tão importantes nos dias de hoje. Junte-se a nós!”

O Gatestone entrou em contato com Henrik Larsson, padre e um dos fundadores do programa Casa de Deus. Ele nos assegurou que o Islã é pacífico e democrático, mas as suas respostas seguintes indicaram que ele pode não estar tão maravilhado por esta religião, apesar de tudo.

“Nós cristãos também fizemos coisas horríveis ao longo dos séculos,” salientou ele. “Queimamos bruxas, colonizamos outros países e nos aliamos a vários exércitos ao longo da nossa história. Penso que todas as religiões podem ser usadas da mesma maneira.”

Gatestone: o senhor está dizendo que nós estamos em 2016 e eles ainda estão travados em 1400?

H. Larsson: “se é que é 1400. Eles estão se esforçando em criar uma sociedade como a que existia logo após a morte do Profeta Maomé, isso significa que estamos falando dos anos 600, 700 e 800 a.C. Esse é o ideal deles. Mas também há um Islã a procura de novos caminhos, um Islã Europeu, aqueles que querem ser muçulmanos dentro de uma sociedade democrática e secular.”

Gatestone: ao que tudo indica, muitos muçulmanos na Suécia não querem se adaptar à cultura sueca. Basta olhar para todos os estupros e agressões sexuais em piscinas públicas.

H. Larsson: “sim, não é nada fácil para jovens afegãos que foram criados em uma sociedade onde as mulheres têm que se cobrir com um lençol antes de sair de casa; é claro que eles foram condicionados a terem uma atitude para com as mulheres que está a quilômetros de distância da nossa. É óbvio que não se deve permitir que eles ajam dessa maneira, não é de se admirar que haja conflitos. Mas eles precisam aprender a maneira como nós vemos os homens e as mulheres na Suécia.”

Henrik Larsson elogia o imã com quem trabalha na “Casa de Deus.” Seu nome é Awad Olwan, um palestino que veio para a Suécia nos anos 1960. De acordo com Henrik Larsson, Olwan é o muçulmano moderno, que se tornou imã com a idade mais avançada e aprecia a democracia.

Entretanto, quando o Gatestone entrou em contato com Olwan, para perguntar porque ele apoiava a Frente Popular para a libertação da Palestina (FPLP) nos anos 1970 e porque ele se recusava a condenar o massacre de Munique nos Jogos Olímpicos de 1972, ele primeiramente fez de conta que não sabia o que era a FPLP. A BBC a descreveu como a “junção do nacionalismo árabe com a ideologia marxista-leninista, a FPLP considerava a destruição de Israel como parte integrante da sua luta para acabar com o capitalismo ocidental do Oriente Médio.”

Olwan: “ah, bem, sim, naquela época havia um monte de organizações distintas, mas esqueça isso — isso agora faz parte da história. Significava Libertação da Palestina e mais alguma coisa. Para ser sincero, eu realmente não me lembro.”

Gatestone: o senhor se recusou a condenar o ataque contra os atletas judeus na Olimpíada de Munique?

Olwan: “sim, é verdade, mas isso foi nos anos 70! Não me lembro o que eu disse naquela época.”

Gatestone: agora a sua postura é outra?

Olwan: “é claro que é. Não foi nada além de assassinato.”

Na nossa primeira conversa, Awad Olwan disse ser muito positivo em relação aos judeus. Ele disse que o fato de não haver nenhum judeu na Casa de Deus é porque não há nenhuma congregação judaica em Fisksätra, mas que os organizadores convidaram um coro judaico e estão se dando bem e trabalhando juntos.

Entretanto, no nosso segundo encontro começaram a emergir novas ideias. Ao ser indagado sobre o Alcorão e os hádices, Olwan começou a xingar e dizer que culpa toda era daqueles f** árabes de Meca.”

Gatestone: o senhor está dizendo que o problema não é o Islã; que é a interpretação saudita do Islã que deteriora tudo?

Olwan: “exatamente! A religião deles, o (wahabbismo) foi inventado por um imperialista britânico há 200 anos. Não posso dizer mais do que isso, porque senão serei tachado de antissemita e sabe-se lá o que mais”.

Gatestone: qual é a verdade em relação aos judeus?

Olwan: “ok, há fontes confiáveis do Egito, que mostram que a família real saudita é na realidade uma família judia que veio do Iraque à Península Arábica ao redor dos anos 1700. Eles montaram um exército com a ajuda de oficiais britânicos que lutavam contra o sultanato otomano. Depois, criaram o exército jordaniano e assim por diante.”

Gatestone: o senhor está dizendo que é por isso que os judeus estão tão quietos?

Olwan: “isso mesmo. Eu expus em meu livro que a meta do ISIS/Daesh é desviar o foco do conflito árabe-israelense para o conflito entre sunitas e xiitas — e conseguiram. Agora, irão apagar do mapa todo o Oriente Médio. Você verá! É terra católica, terra muçulmana e um monte de outras bobagens somente para justificar a existência de um estado judeu”.

Gatestone: eu li na Internet que muitos acreditam que o Mossad e os judeus criaram o ISIS.

Olwan: “sim, é uma teoria que tem bom trânsito no Oriente Médio, mas se for dita no Ocidente, lhe dirão que você é um conspirador maluco e que não tem provas do que está dizendo. O negócio é o seguinte: não é possível travar uma guerra contra forças poderosas sem que você receba armas diariamente, é necessário dispor de planejamento e logística. Não estamos lidando com terroristas f** que aprenderam a guerrear na Internet, são pessoas altamente treinadas, altamente qualificadas. Eu vou ter que sair.”

Gatestone: o senhor está se referindo aos judeus?

Olwan: “exatamente, exatamente.”

Olwan provavelmente é o típico exemplo de um imã que se mostra conciliador e amigável frente aos ingênuos sacerdotes suecos, mas com um pouco de estímulo admite seu ódio aos judeus. Ao que tudo indica, ele também não aprecia muito a postura benevolente da Igreja da Suécia para com os gays.

Desde que a Igreja da Suécia se tornou uma das primeiras comunhões cristãs do mundo a aprovar o casamento gay em 2005, mais e mais sacerdotes saíram do armário. Em 2009, quando Eva Brunne foi nomeada episcopisa de Estocolmo, começaram as fofocas de que a igreja estava sendo dirigida pela “Liga das lésbicas”. A Igreja da Suécia participou dos festivais do Orgulho Gay em Estocolmo em diversas ocasiões, fora isso várias igrejas receberam a certificação LGBT. O preço disso tudo é a possibilidade da igreja ser forçada a retirar certas passagens da Bíblia. Ulrika Westerlund Presidente da RFSL (Federação Sueca dos Direitos das Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Diferentes), alertou a igreja ressaltando: “há elementos nas escrituras religiosas que estão sendo usados contra as “pessoas” LGBT. Assim sendo temos que acertar se ela realmente quer a certificação, não queremos que aquelas passagens da Bíblia sejam citadas.”

O sacerdote Henrik Larsson, vê um problema com os imãs que condenam recorrentemente a homossexualidade como pecado — um princípio islâmico que provavelmente jamais poderá ser alterado porque foi dito por Alá (Alcorão, 7:80-84.IG). “Temos a esperança que eles atingirão o mesmo patamar que o nosso. Não faz tanto tempo assim que o cristianismo pregava as mesmas coisas.”

Gatestone: o senhor tem esperança e acredita que os muçulmanos possam mudar, mesmo que alguns joguem os homossexuais dos telhados, os enforquem e os chicoteiem?

H. Larsson: “tenho, é terrível. Mas acredito que as pessoas são intrinsecamente boas de coração.”

Awad Olwan não concorda com Henrik Larsson. Ele acredita que a atitude da Igreja da Suécia frente à homossexualidade é um pecado enorme:

“Eu discordo deles. A homossexualidade não é boa para a moral da sociedade e não é o que Jesus e Moisés defendiam. Seria melhor se toda essa história de homossexualidade na vida pública se tornasse um parêntese.”

Enquanto isso, como a Igreja da Suécia está ocupada, elaborando o “Crislão”, jamais reconhecerá que no Oriente Médio os cristãos estão sendo mortos e efetivamente erradicados. Em 2015, Eli Göndör, estudioso da religião, assinalou na revista Dagens Samhälle:

“O envolvimento que a Igreja da Suécia demonstrou em relação à vulnerabilidade dos cristãos palestinos, foi substituído pela indiferença para com a limpeza étnica dos cristãos da Síria e do Iraque. Naqueles países, as atrocidades são cometidas na maioria das vezes pelos muçulmanos, sendo evidentemente o bastante para que a Igreja da Suécia se debruce sobre questões ambientais e climáticas.”

Para ser justo, em fevereiro de 2016 a Igreja da Suécia fez algo em relação aos cristãos do Oriente Médio — ela incentivou congregações e indivíduos para que orassem por eles. As palavras Islã e muçulmanos não foram mencionadas no apelo.

O Gatestone entrou em contato com o serviço de informações da Igreja da Suécia para saber se as orações tinham dado algum resultado.

A voz do outro lado da linha respondeu: “não posso responder a esta pergunta”. “Você poderia me enviar um e-mail com sua pergunta para que eu peça aos meus colegas que lhe enviem uma resposta?”

Ingrid Carlqvist,é uma jornalista e autora radicada na Suécia e Ilustre Colaboradora Sênior do Gatestone Institute.

http://pt.gatestoneinstitute.org/8460/islamizacao-suecia

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