743 refugiados cristãos convertidos são atacados por muçulmanos em campos de refugiados na Alemanha

Com a aproximação do inverno, as autoridades estão lutando para encontrar lugares quentes para abrigar os milhares de refugiados que fluem para a Alemanha todos os dias. Em desespero, eles se voltaram para espaços desportivos, albergues da juventude e edifícios de escritórios vazios. Mas, como estas opções estão escassas, cidades de barracas tornaram-se o plano emergencial: apesar da queda de temperatura, uma pesquisa realizada pelo jornal alemão Die Welt mostrou que pelo menos 42.000 refugiados ainda estavam vivendo em tendas.

A instituição Portas Abertas constatou que pelo menos 743 refugiados cristãos que vivem em campos de refugiados na Alemanha foram atacados por refugiados muçulmanos em 2016, apontando para as grandes falhas por parte das autoridades alemãs, quando se trata de compreender o papel da religião na vida dos refugiados .

“Os casos documentados confirmam que a situação dos refugiados cristãos em abrigos de refugiados alemães ainda é insuportável. Como uma minoria são discriminados, agredidos e recebem ameaças de morte de refugiados muçulmanos e em parte pela equipe muçulmana (intérpretes, voluntários) em razão da sua religião”, informa uma grande pesquisa publicada pela Open Doors Alemanha no início de outubro, o que representa um número de organizações, tais como  Cristãos Perseguidos e Necessitados, Associação Missão Europeia e o Conselho Central dos Cristãos Orientais, na Alemanha.

“Tomando esses novos casos em consideração agora existem 743 refugiados cristãos que relataram ataques motivados por religião. Com mais funcionários disponíveis, um número significativamente maior de casos poderiam ter sido incluídos na pesquisa”, acrescentou.

O relatório observou que com os números mais recentes de refugiados perseguidos é mais provável que os dados acima sejam apenas a “ponta do iceberg”, quando se trata de ataques motivados por religião contra cristãos e yazidis, estimando que há um elevado número de casos não registrados também.

A pesquisa ainda relatou que muitos dos refugiados escaparam de aflições terríveis na Síria e na região circunvizinha, fugindo de grupos terroristas e da guerra civil que criou uma grande crise humanitária, mas agora também estão enfrentando condições traumatizantes em campos de refugiados alemães, onde se esperava encontrar proteção e segurança, mas em vez disso encontrou-se injustiça.

“Acreditamos que a banalização, ocultação ou uso indevido dessa injustiça, seja por motivos políticos ou outros, e vai dar incentivo aos autores e aumentar o sofrimento das vítimas”, afirmou o grupo.

“Como uma instituição de caridade cristã, a Portas Abertas não é contra os muçulmanos, como CEO Markus Rode já deixou claro em uma declaração abrangente em janeiro de 2015.  É um elemento constitutivo da fé cristã que os muçulmanos são amados por Deus e devem ser atendidos com amor e compaixão “, acrescentou.

“Ao mesmo tempo que tem de ser dito que o Islã, que é a religião majoritária na maioria dos países de origem dos refugiados, é responsável pela violação maciça do direito humano à liberdade de religião. Este é por exemplo o caso quando os muçulmanos ameaçam matar convertidos ao invocar o Alcorão como base para a sua ação. “

Tem havido uma série de reportagens sobre os cristãos que enfrentam ataques de muçulmanos em campos alemães, como um caso de outubro de 2015, onde um convertido ao cristianismo teria sido espancado até ficar inconsciente com um bastão por refugiados muçulmanos em um acampamento em Hamburgo-Eidelstedt.

O Daily Express compartilhou no momento em que a vítima iraniana de 24 anos de idade não identificada foi salva por mais de uma dúzia de espectadores que afastaram o agressor.

Nas suas conclusões, as ONGs pediram o fim das “experiências de integração” em detrimento das minorias religiosas nos centros de asilo e acolhimento alemãs.

Portas Abertas pediu que as autoridades alemãs venha considerar a implementação de várias medidas diferentes destinadas a proteger as minorias religiosas, como a fusão de grupos de tal forma que a proporção de cristãos corresponda aproximadamente a dos muçulmanos nos quartos compartilhados, e aumentando a percentagem de agentes de segurança não-muçulmanos.

O relatório completo pode ser lido no site da Portas Abertas Alemanha.

http://www.christianpost.com/news/743-christian-refugees-converts-attacked-muslims-german-camps-persecution-group-report-finds-170957/

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