Brasil, um país com um governo ainda ligado ao terror

Por Amir Kater

            É sabido que muitos brasileiros, considerados subversivos, o que não caberia a discussão neste, se envolveram com uma série de questões de luta armada, que sim, igualmente, pode ser chamada de terrorismo, não “religioso” como temos atualmente em vários grupos em muitos países ou através de simpatizantes, células adormecidas, comumente chamadas à ação em determinado momento ou simplesmente os “lobos solitários”.

            O que deve ser percebido é o alinhamento, sempre profundo, das esquerdas mundiais com o terror, considerando que o terror ou terrorismo, não obrigatoriamente esteja ligado a ataques com bombas, carros-bomba, homens ou mulheres-bomba e assim por diante. Mas, basicamente com um sistema de terror social, para que se alcance um determinado objetivo.

            Pois bem, então seguimos essa linha, voltando a atenção novamente para o Brasil, um país que começa a receber a comunidade árabe no final do século XIX, com uma considerável maioria libanesa e de sírios já com um aumento importante e gritante aos olhos no início do século XX, tendo dentre essas nacionalidades, vertentes religiosas, tais como: cristãs, muçulmanos, maronitas, drusos, ortodoxos cristãos etc. Há também relativo número de palestinos em solo brasileiro. Estes, todos, se estabeleceram de maneira pacata, ordeira, atuando ― quase sempre ― no comércio nas mais variadas praças e nichos. Com o tempo, seus filhos e netos foram se formando, ficando mais inseridos em nossa sociedade e gozando de muito respeito em uma gama enorme de setores desta.

            Evidente que nada é feito só de rosas e alegrias. Como os ordeiros, com o passar do tempo começaram a migrar outros e mais outros, já não tão bem intencionados, mas que viam no Brasil um ponto para ficarem “quietos”, para saírem, do plano mundial ou, quiçá, somente do Oriente Médio, em relação a atividades terroristas ― um “porto seguro”. Sim, muitos ligados, participantes, partidários, apoiadores e “soldados” do terror, aportaram em nossas terras e foram, igualmente, à parcela anterior, honesta e ordeira ― aos olhos comuns e menos atentos ― criando uma verdadeira rede.

            Tal rede implica em movimentações financeiras, lavagem de dinheiro, através de transferências ilegais, “cabos” de dinheiro, venda de contrabando em muitas galerias, venda de drogas e armas em alguns países fronteiriços ao Brasil e a instalação com “ocupação territorial” através de suas mesquitas, centros de juventude islâmica e assim por diante.

            No momento em que se passa a ter essa “ocupação”, mencionada no parágrafo anterior, com a organização de setores que enviam dinheiro para grupos como Hamas, Hezbollah, dentre outros, o Brasil passa a ser rota internacional de dinheiro que fomenta o terrorismo internacional, isso já publicado em algumas matérias de diversos veículos de jornalismo. Com isso, passamos a ter aproximação maior com o terror, mesmo que só como via de passagem de dinheiro e outros elementos.

            Com isso, surgiram pessoas, que podem não ser terroristas, mas simpatizantes da causa deles, em setores públicos governamentais, tais quais o senhor Luiz Inácio Lula da Silva e respectivos auxiliares. Dessa forma, a sociedade islâmica radical, que no Brasil age de maneira sutil, passa quase desapercebida, e mesmo com os relatos recentes de clérigos e grupos que defendem Direitos Humanos, de cristãos e outras vertentes religiosas, a questão vem sendo trazida à luz da realidade. A maior prova que podemos ter do apoio irrestrito de governos de esquerda face ao terrorismo, é o Brasil, por seu tamanho, por problemas político-sociais pelos quais passa, ou melhor, que são impostos à sociedade pelos seus líderes, pois poderia, o país, estar em situação muito mais confortável nos campos interno e externo. Podemos perceber isso claramente, quando em 2010, ainda durante o governo do mesmo senhor Luiz Inácio “Lula” da Silva é decretada a transferência, a título de “doação”, conforme texto do próprio decreto, de nada mais, nada menos, que “vinte e cinco milhões de reais”[1]. Logo, numa “canetada”, dinheiro que poderia ser utilizado em outras áreas do país, é enviado para um grupo terrorista, que passa a ter, no Ocidente maior visibilidade a partir de 1990, ainda na Jordânia, depois migrando e dominando a Faixa de Gaza (Israel), onde se encontra até o momento.

            É assustador que um país, laico, pacífico, sem inimigos, que visa convivência pacífica com todos os países vizinhos e outros com quem mantém relações diplomáticas, fomente financeiramente o terror.

Enquanto em 1995 o governo do então, presidente Fernando Henrique Cardoso, bloqueava bens da família saudita Bin Laden, quinze anos após, um governo, de esquerda, sem qualquer motivo lógico toma essa atitude, que, aliás, poderia se esperar do Irã, notável fomentador e apoiador de crimes de terrorismo, que, aliás, por que não chamar de crimes contra a humanidade? Mas o Brasil, apoiando o terrorismo, é algo estarrecedor; ou não, se lermos calmamente os movimentos oriundos da Organização das Nações Unidas (ONU) que vêm desde antes de 1990, já trabalhando no sentido da expansão islâmica, sob o viés da “religião da paz”, que sabemos ser “da paz pela espada” nos mais diversos recantos do globo, uma vez que é a filosofia sistêmica teo-política que mais atrai seguidores. A ONU se apresenta com uma agenda teocrática e para compreender esta percepção basta pensar como seus signatários exigem que a “religião” que mais tem êxito em conversão pelo mundo, deve ser aceita e apoiada, sem comedir o que isso implica nas sociedades que estão sendo, literalmente, colonizadas por bárbaros medievais.

            Quais seriam os objetivos dessa teocracia islâmica que tenta se instalar, sempre à força ou com base em engodo pelo mundo aos gritos de “Allah Hu’Akbar”, mesmo em solo brasileiro? O que compeliu o governo brasileiro a dar a soma milionária constante dum decreto presidencial, para um grupo sabidamente terrorista, que cala seu povo, usa suas crianças como escudos e impetra ataques suicidas contra seus desafetos em prol de evidentes mentiras, através de sua “pallywood[2], usando uma realidade que foi criada por um certo Yasser Arafat, que nascera no Egito, vivendo a maior parte de sua vida na França, e migrando para a fictícia “Palestina”, criando outro grupo terrorista, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP)[3], aliás, líder esse que foi visitado pelo “benevolente doador do Hamas”, senhor Lula.

            Dia a dia estamos mais perto de sofrer o que vem sofrendo hoje a Europa, chamada de “Eurábia” pela escritora Bat Yeor, porém, sem estrutura social e estatal para comportar e rechaçar os males que com a onda “migratória” trarão depredações, estupros, roubos, furtos, vandalismo de cemitérios, igrejas, sinagogas, templos espíritas, budistas e de todo e qualquer tipo de fé, entre uma outra enorme natureza de crimes como assistimos nas poucas notícias que nos são trazidas, tais como: decapitações, fuzilamentos em massa, arremesso de homossexuais dos telhados de prédios, apedrejamento de mulheres em praças públicas por pretensos “crimes de honra”, enforcamentos, mercado de escravos sexuais ou não. Afinal, o povo colonizado acaba virando espólio de guerra como preconiza o “Al Couran”.

E atualmente é mais do que sabido que há um movimento claro, forte e atuante com evidente alinhamento da agenda de esquerda ligada à ONU, UNESCO e outros entes, que coíbe a divulgação do que eu chamaria de “onda terrorista mundial”. Assim, mais do que o estabelecimento da tentativa por ora de um único governo mundial, o que está se estabelecendo é uma onda de terrorismo e dominação mundial. Aqui em território brasileiro a desordem é encabeçada por grupos como o MST[4] e tem apoio de partidos como PSOL e PSTU, que conclamam seus seguidores e correligionários – ex-apoiadores do doador do Hamas – à toda sorte de desmandos legais e sociais, além de sempre se mostrarem apoiadores do terror oriundo de grupos como o recebedor da doação, Hezbollah e demais facções.

            Diante desse quadro desalentador, qual será o futuro, do Gigante Anão Político Brasil, frente ao que vem se estabelecendo no mundo e que para suas fronteiras caminha?

Fonte da Imagem: Folha Nobre

[1] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12292.htm

[2] http://amigodeisrael.blogspot.com.br/2013/05/o-que-e-pallywood.html

[3] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,corte-americana-condena-autoridade-palestina-e-olp-por-atentados-em-israel,1638389

[4] http://g1.globo.com/goias/noticia/2016/08/integrante-do-mst-esta-preso-com-base-na-lei-antiterrorismo-em-goias.html

 

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