Lei de Migração, Mercosul e a Histeria dos Recém-Acordados

Por Amir Kater

   O Mercado Comum do Sul (Mercosul), acaba ajudando toda a sorte de migrantes, nesse caso islâmico, de uma série de países não só dos países do Mercosul. Temos claro, por notícias jornalísticas durante anos que nos países da América Latina como um todo, existem muitas forma de falsificações de documentos e outros tipos de crime que facilitariam a entrada de “jihadistas” no campo dos países participantes ou vizinhos a estes. E independentemente do Mercosul já há entrada de imigrantes  de diversas formas como abordarei adiante.

            Em artigo esclarecendo o posicionamento do Mercosul e matéria de migrações, a internacionalista Camila Baraldi afirma:

            “No Mercosul, à proposta do Brasil de uma espécie de anistia migratória para os nacionais do bloco por seis meses, a Argentina respondeu com uma contraproposta, de “anistia permanente” ou “canal de regularização permanente” – a qual foi finalmente aceita por Brasil, Uruguai e Paraguai, este último com certa resistência[2]. No entanto, foram necessários sete anos para que os Acordos entrassem em vigor, em respeito à regra de consenso para a tomada de decisões no bloco e à necessidade de internalização das normativas.

            Em dezembro de 2010, a Decisão 64 do Conselho do Mercado Comum (CMC) estabeleceu “um plano de ação para a conformação progressiva de um Estatuto de Cidadania do Mercosul”, que deve ser implementado até 2020. Seus objetivos gerais são: a) implementação de uma política de livre circulação de pessoas na região; b) igualdade de direitos e liberdades civis, sociais, culturais e econômicas para os nacionais dos membros do Mercosul; e c) igualdade de condições para acesso ao trabalho, saúde e educação. Para tal, o plano de ação prevê a adoção de medidas em onze eixos: i) circulação de pessoas; ii) fronteiras; iii) identificação; iv) documentação e cooperação consular; v) trabalho e emprego; vi) previdência social; vii) educação; viii) transporte; ix) comunicações; x) defesa do consumidor; e xi) direitos políticos.

            O Plano estratégico de Fronteiras, instituído pelo Decreto 7.496/2011, e a Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras trabalham com a lógica da fronteira como local privilegiado para o cometimento de crimes. Mesmo no Mercosul, onde esses temas são contemplados em diferentes grupos de trabalho, há relatos de que o Foro Especializado Migratório (FEM) foi provocado pelo Foro Especializado de Terrorismo e Controle, que pediu a incorporação de temas relativos a crimes na pauta migratória. A estratégia para o enfrentamento dos crimes passa pela ideia de conter a ameaça, apesar da imensidão das fronteiras brasileiras e da insuficiência de recursos disponíveis para tanto. Nesse âmbito, o discurso integracionista ainda é fraco e a mobilidade de pessoas é associada a todos os tipos de crimes cometidos na fronteira, não somente o tráfico de pessoas, mas de armas e drogas.

            Assim, a questão que se coloca é: de que integração estamos falando? O modelo do regionalismo aberto e a aposta no livre comércio na América do Sul já mostraram-se incapazes de atender aos objetivos de desenvolvimento buscados há décadas pela região. Por sua vez, na Europa, a política para as migrações – restritiva e seletiva – tem colocado em xeque os próprios princípios humanistas que estão na sua origem, no pós-guerra[10]. Haveria um outro modelo a ser proposto? Uma integração dos povos, promovida desde baixo? A aproximação criada entre os países e as populações sul-americanas a partir do Mercosul é algo nunca antes visto, e as trocas que surgirão a partir das migrações intrarregionais carregam um potencial riquíssimo para a região, ainda pouco considerado.” [1]

              E para maior eficiência no entendimento traçarei paralelos e matérias jornalísticas, de maneira a determinar onde e o porquê entendo que mercados como Mercosul ou Comunidade Europeia, quando alinhados em suas políticas, já de há muito, muito à esquerda, e, no Brasil com políticas obscuras e soturnas, criaram campos ainda mais complexos pela vontade de aceitar qualquer política migratória, somada à sua leniência de monitoramento prévio de segurança e a corrupção que assola desde o encerramento dos regime militar; não defendendo esse último, porém, os desmandos eram de outra ordem.

              Inicio pelos países dos quais dispensamos vistos por determinado tempo, conforme tabela encontrada e com dados do Portal do Ministério das Relações Exteriores. Considerando o Mercosul, que não necessita de passaporte[2].

PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação
Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Bolívia Dispensa de visto, por até 30 dias Visto exigido Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Bósnia e Herzegovina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias O prazo total de estada não deve exceder 180 dias por ano
Chile Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Colômbia Dispensa de visto, por até 180 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Equador Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Uruguai Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Ingresso permitido com Cédula de Identidade Civil
Venezuela Dispensa de visto, por até 60 dias Visto exigido Ingresso permitido com Cédula de Identidade Civil

            Devemos considerar e atentar que segundo o último senso de 1992, o Islã é a religião que mais cresce atualmente no mundo e mais de 1/4 da população mundial é muçulmana de acordo com o último censo mundial realizado pela ONU. Há no mundo cerca de 5 bilhões, 771 milhões, 939 mil habitantes, aproximadamente, sendo que quase 1 bilhão e 500 milhões desses habitantes são muçulmanos, ou seja, 25% da população mundial é muçulmana.

              Islã é a religião que mais cresce no mundo:

Muçulmanos na Ásia (1996) 1,022,692,000 (30%)
Muçulmanos na África (1996) 426,282,000 (59%)
Número Total de Muçulmanos no Mundo (1996) 1,678,442,000
Número Total de Pessoas No Mundo (1996) 5,771,939,007
Porcentagem de Muçulmanos (1996) 25%
O Índice Anual de Crescimento do  Islam (1994-1995) O.N.U. 6.40%
O Índice de Crescimento do Cristianismo (1994-1995) O.N.U. 1.46%
Número Total de Muçulmanos no Mundo (2000) 1,902,095,000

 Nota: “De acordo com o Censo 2010 do IBGE existem 35 mil muçulmanos no país, mas algumas entidades islâmicas afirmam que são 1,5 milhão. Não se sabe ao certo, pois nos últimos anos a política externa do governo petista tem facilitado a entrada de imigrantes de modo geral, incluindo aqueles que professam a fé muçulmana. Vindos de 18 países da Ásia e da África, a maioria tem ido para cidades pequenas ou médias.” [3]

Os Países Muçulmanos

               Consideram-se países muçulmanos aqueles em que os muçulmanos representem mais de 50% da população e a maioria deles são membros da Organização do Congresso Islâmico, que foi fundada em 1969. Com sede em Jedah na Arábia Saudita, os presidentes e os reis destes países se reúnem a cada 3 anos.

              Os países muçulmanos que não são membros do Congresso Islâmico são:  Costa do Marfim, Albânia, Etiópia, República Centro Africana, Tanzânia e Togo. Além disso há dois países Africanos em que os muçulmanos representam menos de 50%, e que são membros da Organização e são eles Uganda e Gabão”, de acordo com a página http://www.islam.org.br/o_islam_hoje.htm:

Lista  do site islam.org.br Lista do Ministério das relações exteriores:
País PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação
X Albânia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Armênia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Bósnia e Herzegovina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias O prazo total de estada não deve exceder 180 dias por ano
X Emirados Árabes Unidos Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Assinado em 16/03/2017
X Malásia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Malta Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Marrocos Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Palestina (Autoridade) Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Tunísia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Turquia Dispensa de visto, por até 90 dias Visto exigido  

De 55 (cinquenta e cinco) países pela lógica do site http://www.islam.org.br, comparada à tabela do MRE, 9 (nove) países muçulmanos, nas condições descritas, não precisam de visto. Ora, convenhamos que após entrarem no Brasil, têm acesso fácil a qualquer outro país, pois sabidamente menos que o Brasil, mas mesmo assim ainda muito falhas, são todas as fronteiras dos países ligados ao Mercosul.

            Independente do tema ser América do Sul e a área de “livre comércio”, vejamos outros interessante texto, do mesmo site:

“Da Indonésia ao Marrocos, há uma série de estados muçulmanos, que são membros da ONU, se na Europa existe a Albânia, dentro da extinta URSS, há várias repúblicas muçulmanas, que conseguiram a sua autonomia com a desintegração da União Soviética. A Confederação (Commonwealth), desenvolvida pelos britânicos mostrou que o convívio com uma coletividade de estados não muçulmanos não impede a verdadeira independência dos muçulmanos. Se a França, Rússia, China e Índia e outros países prepararem os seus territórios muçulmanos para a autonomia integral, a luta pela libertação, empreendida por eles, perderá a sua razão de ser, e todos serão capazes de viver e conviver em concórdia e cooperação, com o sentido de bem estar universal.”

            Mais uma vez, aqui se vê a sanha colonizadora e bruta dos “pacatos” islâmicos, porém, em eloquente antítese de texto e contexto com a realidade que hoje assola a Inglaterra, onde há embates frequentes, atentados terroristas, um prefeito islâmico que, por óbvio minimiza a agressividade inata de seus correligionários do sistema teo-político de colonização chamado Islã, bem como citam outros países que em seu texto mostram claramente o desejo de emancipar territórios que se quer existiram algum dia. Ora, alguém conhece em território muçulmano na França como se menciona sobre a extinta União soviética? Há algo mais a se perguntar quanto ao que quer dizer em contexto geral: “Índia e outros países prepararem os seus territórios muçulmanos para a autonomia integral, a luta pela libertação, empreendida por eles, perderá a sua razão de ser, e todos serão capazes de viver e conviver em concórdia e cooperação, com o sentido de bem estar universal.”; há dúvida que paire no ar?

“O Islam está representado, e de fato assim tem sido há longos séculos, no seio de todos os povos, o número exato de Muçulmanos no Mundo, dificilmente pode ser contado com precisão, pois há mortes e nascimentos, e há conversões que freqüentemente não são publicamente assumidas por razões pessoais. Mas, a partir sa informações disponíveis, não há duvída de que algo mais do um quarto da população Mundial, já se voltam diariamente em direção a Kaaba em Makkah, para proclamar, em alto e bom som , ALLAHU AKBAR, Deus é o Maior!”  (erros de grafia copiados direto do link replicado neste, sem qualquer alteração)

                 Entendamos que ao longo dos séculos existem muçulmanos, porém não tantos séculos quanto tentam fazer parecer no texto frente a outras vertentes religiosas, por óbvio. Mas o que mais chama atenção é a afirmação que atrás do “que frequentemente não são publicamente assumidas por razões pessoais” mais se assemelha a um senso comum de que não devem ser facilmente identificados; o que me remete aos cinco passos da islamização mas se mostrando mais organizada, madura e apta a aplicar o seu formato belicoso de teo-política, dissimulando de maneira quase que como um serviço de inteligência, quiçá.

              Voltemos ao Brasil e América Latina

              Brasil e Emirados Árabes Unidos (EAU) assinam acordo para isenção de visto em 16/03/2017,  garantindo a isenção de vistos de turismo, negócio e por conseguinte, aos portadores de passaportes diplomáticos e/ou especiais de ambos países[4].

              Independente do que as matérias de jornais tratem, é evidente que há grande facilidade, novamente de trânsito em território nacional e em outros países latinos por parte daqueles que se valerão dessas facilidades diplomáticas para implementar contatos com clérigos, aporte financeiro às organizações de recrutamento disfarçadas de mesquitas, entre outras questões. Basta analisarmos notícias recentes como a prisão de imigrantes árabes sírios portando passaportes falsos quando tentavam deixar o Brasil, pelo aeroporto de Salvador. A matéria de setembro de 2016 explica a saída de um deles, mas não explica como este e seus outros, hoje 05 (cinco) colegas de ”cela”, entraram no país; pior estão 03 (três) deles em liberdade provisória sem sair do país[5].

              Vem o questionamento, com as ramificações, clérigos, empresários e outros ligados, intrinsecamente a grupos radicais, para que não me apontem o dedo alegando que sou islamofóbico, ficarei nos radicais dessa vez, lembrando que ser anti-terrorista não é ser “islamofóbico”, mas sim cônscio que 99% dos atentados são impetrados por eles. Ora, com quem falam, onde vão, o que fazem? Poderiam se tornar um “asiático” tal qual o terrorista da ponte inglesa? Podem manter contato com as carradas de radicais, coligados, representantes ou mesmo com os próprios mentores de ataques terroristas dentro e fora do Brasil? Sim, porque não?

            O discurso de que a situação na Síria é muito complicada, é bonito para certos veículos midiáticos, para certos setores políticos e para os quase sempre desocupados/alienados que confundem imigrante com “refujihadista”, e que defendem os direitos humanos daqueles que não são as vítimas, mas sim, o autores dos massacres e assim por diante.

              Pouco tempo depois, em dezembro de 2015, da mesma fonte noticiosa vem o informe de fraude em certidões de nascimento, onde 72 (setenta e dois), novamente sírios foram identificados. Para complicar mais, o governo dos Estados Unidos através do seu consulado informou àquela época que 17 deles – dois dos quais eram ex-militares das forças armadas da Síria  – havia requerido visto para entrada naquele país. A matéria mostra algo importante: “Ao todo, 51 dos 72 sírios saíram de lá com o documento. Nenhum sistema conseguiu detectar a fraude e podiam votar e até ser eleitos, porque 52 deles têm o título de eleitor também.”

              Ora, o que podem ou poderiam, no melhor estilo e com base no “benefício da dúvida” ter somente um ou terem mais de um destes  51 homens com documentos brasileiros feito de contato em diversos países do Mercosul antes de terem sido pegos? Com quem estiveram? Com quem falaram? Para quem telefonaram? Quais foram e com quem foram suas trocas de e-mails durante o tempo em que “eram brasileiros”?

              Mas vem o pior! Naquela ocasião, demonstra a matéria:

O Ministério das Relações Exteriores declarou que não fala sobre questões ligadas a estrangeiros no Brasil. O Ministério da Justiça vai pedir informações a autoridades do Rio. O Detran do Rio informou que, por lei, só pode exigir certidão de nascimento ou de casamento pra emitir a carteira de identidade.

A Receita Federal declarou que está implantando um processo integrado pra evitar informações fraudulentas na inscrição do CPF.

A Corregedoria Geral da Justiça fez uma intervenção no cartório em 2010 por suspeita de irregularidades – e afirma que as fraudes são anteriores a esse período. Mas a polícia diz que foram depois. O serviço de registro de nascimentos no cartório foi extinto.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio declarou que, pra obter o título, o eleitor precisa declarar que as informações são verdadeiras, sob pena de crime eleitoral. A Polícia Federal afirmou que tem um inquérito sobre o caso, mas que não pode comentar porque está em segredo de justiça.

A assessoria de imprensa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, enviou uma nota sobre a falsificação em certidões. “A matéria veiculada hoje no Jornal Nacional, que mostra uma quadrilha no Rio de Janeiro que falsifica certidões de nascimento para tornar Sírios em brasileiros natos, demonstra aquilo que a Justiça Eleitoral tem denunciado, que o sistema de registro civil no Brasil é falho e que é necessário ser aperfeiçoado. Por isso, o TSE já encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 1775/2015 que cria o Registro Civil Nacional (RCN), baseado na identificação biométrica do cidadão pela Justiça Eleitoral para ser no futuro a base para um documento único, inequívoco, unívoco e seguro de identificação do cidadão [6].”

   Então, percebemos que o Ministério das Relações Exteriores não tem nada de transparente  há muito tempo. Imaginemos agora sob a batuta do apoiador irrestrito do Islã, senhor Aloysio Nunes Ferreira, que vê em terroristas meros oprimidos refugiados, negando a lógica mundial noticiada todos os dias. E de outro lado, o Detran se exime de culpa com base numa legislação pífia; a Receita Federal, estava à época implantando sistema de informações fraudulentas na inscrição do CPF; isso nos parece dúbio, informações fraudulentas, vindas de maus funcionários do órgão ou informações sobre fraudes ocorridas no CPF? O TRE, presidido à época pelo senhor Dias Toffoli, nomeado pelo doador de 25 milhões de reais ao grupo terrorista “Hamas” em 2010, no mínimo, igualmente, curioso.

              Aí, podemos seguir entendendo o motivo do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP), propor o Projeto de Lei nº 2516/15, que tem como explicação da ementa a alteração do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940. Passa a ter maiores chances com o governo, até porque, além do PL, ainda poderia usar o argumento de que a “ONU destaca a ‘obrigação’ de receber refugiados[7]” – matéria do G1 de 14/09/2015, cerca de um mês após o recebimento do PL na Câmara. A afirmação quanto a “obrigação de receber refugiados” vem do jordaniano Zeid Ra’ad Al Hussein. Me questiono o que, por exemplo o senhor  Hussein, sabe sobre a política interna dos países que ladeiam o Brasil, como se dão seus governos; e, pior, desde a subida dos governantes do Partido dos Trabalhadores, só se alinharam à esquerda radicalizando a população em geral, aparelhando o Estado em todos os níveis, politizando as entidades estudantis em todos os níveis e áreas, mentindo e dissimulando como seus predecessores e amigos latinos, Fidel, Chaves, Morales (aliás este uma aberração), e outros, como Maduro, que além de tudo tem seu vice  Tareck El Aissami, um co-ligado do “Heezbollah”; quais sejam todos “ótimas pessoas”, não abrandando os governos anteriores ao dos “petistas”. Até poderíamos considerar a necessidade dos refugiados, sim, mas dos “refugishadistas”, evidente que nunca, ainda mais quando estes já se encontram espalhados e aguardando o próximo passo em face ao Brasil.

              Em julho de 2016, outro caso correlato de falsificação como o do RJ, agora em Campo Grande:

“Conforme informações do delegado regional de combate ao crime organizado, Cléo Mazzotti, e do delegado que responde pela unidade da PF e Ponta Porã, Glauber Fonseca de Carvalho Araújo, o esquema passou a ser investigado depois que um estrangeiro tentou tirar passaporte em Ponta Porã, em 2014 e acabou preso.

Ele estava com documentos “teoricamente” verdadeiros, mas na conferência de suas digitais, foi identificado que o homem era na verdade de nacionalidade Palestina.Segundo a polícia, a fraude era feita num cartório de Areado, em São Gabriel do Oeste, onde eram confeccionadas certidões brasileiras verdadeiras para estrangeiros[8].”.

              Ora, como se dá essa entrada no Brasil? Como chegam tão rápido e conseguem documentos, se não através de outros países latinos? Não que o Brasil não tenha deficiências efetivas, grandes e objetivas em suas fronteiras, além de estar alinhado com Irã e “Palestina”  -Autoridade Palestina, vez que o país não existe –  o que poderia facilitar a entrada de elementos nocivos em nosso território, mas devemos considerar, ainda mais a Argentina, principalmente no período “Kirshnerista” defendendo a tal ponto o Irã, que suprimiu, na figura de sua presidente o assassinato de Alberto Nisma, Procurador Federal daquele país, que estava a “milímetros” da autoria do atentado terrorista islâmico à entidade judaica Amia, em Buenos Aires.

              O que fica evidente é que no Paraguai há costumeira entrada e saída de islâmicos irregulares, assim como na Argentina, Venezuela e Cuba, os quais juntamente com o Brasil se alinham declaradamente com país fomentador do terrorismo internacional, o Irã. O Brasil além das estreitas relações com o Irã ainda doa dinheiro para o “Hamas” através de Decreto Presidencial.

              Enquanto muitos se dizem estarrecidos com a “nova” Lei de Migração, evidente fica a letargia e falta de leitura geral do povo, que nunca percebeu que a lei só regulamentará muito daquilo já previsto no Mercado Comum do Sul, com sua ideia antiga do Foro de São Paulo acerca da unicidade de bloco latino. Basta que se analise a paulatina convergência à esquerda, com apoio irrestrito às políticas da ONU, pelo que o Brasil pode ficar até 20 anos fora do Conselho de Segurança[9]. Essa é mais uma coincidência enorme, não? Afinal, se lá estivesse, teria que se posicionar, evidente que como quase sempre – para não dizer sempre – acompanhando outros grandes como os Estados Unidos. O que atrapalharia em muito os planos colonizadores dos investidores da indústria “Halal” entre muitos outros compromissos vermelhos?

              Leio textos de pessoas que se dizem assustadas com o governo e a “nova lei”, mas desconhecem a presença já massiva de islâmicos que só se radicalizam e recrutam candidatos a “novos conversos” às baciadas. Os “assustados” ignoram a vinda por dias de Bin Laden para reunião com outros jihadistas ligados a Al Qaeda, pessoas que já estavam aqui e já se estabeleceram como empresários. São os mesmos que não conhecem o decreto presidencial contra a família Bin Laden. Essas são as mesmas pessoas que se arvoram a falar aos gritos sobre “intervenção militar”, que julgam que essa ou aquela “pílula milagrosa” ou uma “hashtag” (#vetatemer), fosse resolver algo. Ainda mais depois do último discurso do presidente na ONU, dias atrás.

              Esses mesmos do “veta Temer” aos gritos, os da “intervenção militar”, os do “aqui esse povo do demônio não se cria”, são os mesmos que sequer – com raras exceções – leram sobre o professor Adlène Hicheur, que lecionava na UFRJ, mas que em 2003 sofrera condenação por terrorismo na França, e, que muitos acharam absurdo ter sido deportado à Argélia, seu país de origem. Evidente que na grande maioria, os alunos da universidade provavelmente fariam como as estupradas e degolados da Europa, recebendo seus futuros estupradores e assassinos com cartazes: “refugiados não são criminosos”, “Islã religião da paz, é bem-vindo” e essas coisas bem típicas de alienados sociais e mentecaptos funcionais manobrados por questões políticas, na maior parte das vezes de engodo para encobrir coisas maiores.

          Finalizo minha indignação com uma reflexão muito apropriada que li na Fan Pge de uma amiga: “Falta à América-Latina, para não fazer a piada grosseira com latrina, os brios e a cultura nacionalista da Rússia, Japão, Polônia, Israel ou Hungria, entre outros poucos. Que muito poucos falam, mas que efetivamente nunca permitem a bandalheira que se vê por aqui. Continuemos ativistas, continuemos, infelizmente a não sermos ouvidos e ainda achincalhados pelos próprios conterrâneos, que vão contra a base legal do país que proíbe desconhecimento da lei, e, que ficam chocados com a já mais que certa sanção da de migração.”

Imagem: Comexblog

Referências:

[1] http://www.ictsd.org/bridges-news/pontes/news/a-experi%C3%AAncia-do-mercosul-em-mat%C3%A9ria-de-migra%C3%A7%C3%B5es

[2] http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/tabela-de-vistos-para-cidadaos-brasileiros

[3] https://noticias.gospelprime.com.br/numero-recorde-muculmanos-brasil/

[4] http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-03/brasil-e-emirados-arabes-assinam-acordo-para-isencao-de-visto

[5] http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/09/presos-com-passaporte-falso-na-ba-sirios-sao-proibidos-de-deixar-brasil.html

[6] http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/12/policia-do-rio-prende-quadrilha-que-transformava-sirios-em-brasileiros.html

[7] http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/onu-pede-que-europa-amplie-canais-migratorios.html

8] https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/esquema-de-falsificacao-ajudava-arabes-a-se-passarem-por-brasileiros

[9] http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2017/03/brasil-abre-mao-de-integrar-o-conselho-de-seguranca-da-onu-9750537.html

 

 

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