A invasão islâmica devidamente ocultada

Por Andréa Fernandes 

Inicialmente, devo relembrar informações preliminares sem as quais o leitor não perceberá o contexto em que se concretiza o insano objetivo de islamizar o país, senão, vejamos: em fevereiro, foi publicizado na mídia que Londres iria fornecer recursos para enviar refugiados para América Latina, inclusive, BRASIL.

Além disso, cumpre lembrar às “mentes esquecidas” a notícia veiculada no Estadão de que o Brasil se ofereceu para acolher refugiados sírios:

“O governo brasileiro negocia um acordo com a Alemanha para receber parte dos refugiados sírios que estão no Brasil ou pretendam viajar para lá – e já abriu um processo para avaliar com a União Europeia um diálogo para colaborar na questão dos tratados que auxiliam os requerentes de asilo. Em troca o governo brasileiro pede aos governos da Europa que arquem com os custos dos estrangeiros e sua integração”.

Ora, alguém da mídia teve acesso a essas tratativas que o governo vem articulando com países europeus? Aliás, está havendo algum interesse em tornar pública essas informações acerca das deliberações da diplomacia brasileira sobre questões pertinentes aos refugiados? Pois é, mas os incautos poderiam pensar que o Brasil não seria capaz de fazer “acordos secretos” para ajudar a Europa resolver seu grave problema com “refugiados.  Será?

Vale trazer à lembrança o seguinte fato: o Brasil tem a “mania feia” de celebrar “acordo secreto” quando o interessado é país muçulmano, o que aconteceu quando o presidente Lula resolveu oferecer uma “ajuda” ao Irã para burlar as sanções impostas pelos Estados Unidos e pelo Conselho de Segurança da ONU ao sanguinário regime teocrático islâmico. E o caso do acordo secreto em que o Brasil se submeteu a inspeções de segurança aérea para receber certificação e uma assinatura presidencial dos Estados Unidos (chamada de PD) aprovando sua chamada “Lei do Abate”, a política de derrubada de aviões suspeitos de narcotráfico no espaço aéreo brasileiro? Ações perpetradas com os Estados Unidos a partir de 2004 só foram vazadas em 2010.

Uma vez comprovada a articulação do Brasil com a Europa objetivando acolher “refugiados”, articulação esta que não vem sendo divulgada, vale a seguinte reflexão: como o Brasil conseguiria trazer “refugiados” muçulmanos advindos de toda Europa sem provocar reação inibitória para impedir ingresso em massa desses muçulmanos?

Assim, ao contrário da “dita direita” que em parte é dividida e busca “holofote”, a esquerda se organizou muito bem e conseguiu viabilizar a bomba chamada “Lei de Migração”, que possibilitará o cumprimento dos acordos brasileiros para desafogar a Europa absorvendo quantidade gigantesca dos chamados “refugiados”. Mas surgiu um problema: está havendo reação em diversas partes no Brasil para tentar impedir que a nova Lei de Migração entre em vigor. A esquerda sabe disso e resolve agir… Por que não trazer o mais rápido possível os refugiados antes da lei ser discutida no Judiciário após o exame de enxurrada de ações?

Dessa forma, surge o plano de agilizar o ingresso desses muçulmanos no Brasil. Nesse sentido, devo esclarecer que em meus posts no Facebook, eu confirmei a vinda de muçulmanos sem mencionar a forma de transporte, e num deles, ainda asseverei que pouco importava a maneira que eles ingressariam, pois a informação que recebi é que chegariam… Não mencionei local ou qualquer dado adicional e ao ser questionada por alguns seguidores, informei que não poderia divulgar a fonte e que confiava na mesma.

O fato de não informar a fonte gerou algumas reações compreensíveis e outras irascíveis, pois, tive a infelicidade de ser afrontada na minha TL com acusação de estar veiculando “desinformação” de maneira consciente e ainda fui acusada de estar atuando de forma “exclusivista”.

Pois bem, sei que alguns não estão acostumados com certas práticas na área de Relações Internacionais, principalmente, na seara de segurança internacional, e por isso, defendem a ideia de que toda fonte de informação sobre questões de segurança deve ser publicizada. Dessa forma, cumpre trazer à baila acontecimento análogo apresentado por think tanks (instituições que trabalham com conhecimento em assuntos estratégicos), onde o jornal Die Welt afirmou ter entrevistado um funcionário do alto escalão de segurança da Alemanha, QUE NÃO QUIS SE IDENTIFICAR, e que pronunciou as seguintes palavras:

“A entrada em massa de pessoas dos mais diferentes cantos do planeta levará nosso país à instabilidade. Ao permitir esta migração em massa estamos gerando extremistas. A sociedade inserida no contexto da maioria da população está se radicalizando pelo fato do grosso da nação não querer a migração, que está sendo imposta pelas elites políticas. No futuro muitos alemães irão se afastar do estado de direito”.

Daí, cumpre indagar: porventura, a população alemã se desesperou por causa da informação? É provavel que o jornal tenha sofrido pressão para identificar a fonte e pode ter recebido críticas diversas… faz parte do “jogo”…. Estou utilizando esse de muitos outros exemplos que poderia citar para mostrar que há sim, uma praxe nessa área de conhecimento de não identificar determinadas fontes e isso não significa que o intento é disseminar “desinformação”, o que está mais do que comprovado na Alemanha, pois as palavras da “fonte não-identificada” estão literalmente se cumprindo “ipisis literis”.

Logo, acusar uma ativista de disseminar deliberadamente “desinformação” sem saber os meandros com que se estabeleceu a informação, é no mínimo, temerário. Se eu anunciar a fonte perco acesso a outras informações que são úteis ao meu trabalho, de sorte que, resta-me enfrentar com serenidade a ira daqueles poucos que não compreendem o funcionamento desse tenebroso “mundo da informação” na área de segurança internacional.

Agora, sugiro mais uma reflexão ao nobre leitor: se você fosse presidente num momento de crise institucional e percebesse que seu “acordo” vazou e que a opinião pública está em rebuliço, o que você faria? Traria os muçulmanos assim mesmo ou mudaria a estratégia para trazê-los em “doses homeopáticas” a fim de que não seja percebido pela população, já que a mídia jamais vai divulgar?

E o governo ainda vai contar com a ajuda de alguns que vociferam que trata-se de “desinformação” e agirá livremente autorizando o ingresso de muçulmanos em massa porque qualquer notícia posterior – principalmente advinda da mesma fonte – vai ser desacreditada!

É mais “fácil” disseminar que por não ingressar os imigrantes no mês de julho tratou-se de “desinformação” do que perceber que essa iniciativa só vai fortalecer o objetivo do governo de cumprir suas abjetas tratativas.

No mais, considero que foi ótimo eu não ter divulgado outras informações sobre a entrada absurda de imigrantes ilegais que está acontecendo em território nacional utilizando-se meios nada convencionais e que não vem sendo percebida pelos “caçadores de desinformação” que aguardam o mês de julho para “cantar vitória” e mal sabem que em muito pouco tempo a população perceberá que sofreu “invasão devidamente ocultada” pelos interessados na perpetração do caos em nosso país devidamente “auxiliados” por histéricos que só acreditam em informações confirmadas por “fontes oficiais dignas de toda credibilidade”, tais como Governo,  jornais de grande circulação e ONU. Dessa maneira, essas fontes já se pronunciaram e todos podem ficar “tranquilos” até a cimitarra começar a agir…

É a “espada” que vai mostrar com quem estava a verdade e não os “navios de ilusão” dos caçadores de desinformação.

 

imagem: Itamaraty

 

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