O Desafio Conservador

Por Andréa Fernandes

Na madrugada de sexta-feira, tive uma surpresa que abalou positivamente minha estrutura… Uma professora do Amazonas entrou em contato comigo solicitando autorização para inserir meus artigos no conteúdo programático dos seus alunos, afirmando que o conhecimento neles expostos poderia, em algum momento, ajudar em provas de redação do ENEM, já que temos a firme esperança do sepultamento da “ideologização” que tanto contaminou a “avaliação” do concurso.

Disse a professora que tinha por objetivo familiarizar o alunado com algumas questões que já eram abordadas em sala de aula, sendo uma delas, o crescimento do antissemitismo no mundo e também, no Brasil, quando reconheceu o destaque que venho alcançando com a disseminação de temas diversos na área dos direitos humanos publicizados nas redes e demais entes públicos e privados.

Daí, a profissional da educação afirma que “escolheu especialmente o Dia Internacional da Mulher” para inaugurar um trabalho de conscientização sobre as violações dos direitos das mulheres em países muçulmanos para que seus alunos possam ter acesso às informações não “filtradas” pela extrema-imprensa apoiadora do ideário de dominação comuno-islâmica. Desse modo, vejo o “investimento didático” nesse tema como importante iniciativa para “desaparelhar” o conceito de “direitos humanos” sequestrado por acadêmicos e movimentos que apoiam abertamente a sanguinária ditadura venezuelana e o totalitarismo islâmico.

A atitude exemplar dessa professora do norte do Brasil serve de “sinal” dos “novos tempos” que reclamam o fim do sucesso manipulador da “hegemonia acadêmica marxista”, a qual pode e deve ser confrontada de maneira racional nas redes e escolas. Desse modo, saber que venho prestando pequena contribuição nesse cenário de mudança das “narrativas” buscando desnudar a realidade ofuscada por “teorias utópicas” na área dos direitos humanos é um alento, vez que a ONG Ecoando a Voz dos Mártires[1] nasceu do propósito renegado pela esquerda global: “dar voz” às minorias desprezadas pelos intelectuais e grande mídia, sejam essas minorias integrantes de comunidades estrangeiras, nacionais ou o estado de Roraima integrante de “país continental” que abandonou sua unidade federativa pobre e arruinada pela imigração em massa de venezuelanos por simples “capricho” de sucessivos governos e descaso de vários movimentos de direita que explodem as redes com  protestos contra o ministro Sérgio Moro devido indicação indevida de uma “desarmamentista abortista” para compor suplência de órgão sem caráter deliberativo[2], mas não protestam pela decisão do governo federal de manter ingerência da ONU em território nacional autorizando a entrada de 500 imigrantes diariamente sem efetivo controle de segurança nas fronteiras, apesar de Roraima ocupar o 1º lugar no ranking de estados brasileiros com mais mortes violentas, quando poderia ser minimizado o impacto da crise humanitária venezuelana no Brasil com a instalação de CAMPOS DE REFUGIADOS no país que, por enquanto, não vivencia guerra civil.

Ativismo sério também demanda confrontar os movimentos de direita que prestam exitosos serviços à nação, mas não devem, por isso, estar imunes à crítica pertinente às suas limitações no tocante a algumas pautas, que aliás, estão inseridas no contexto da SEGURANÇA NACIONAL, ou será que ainda é de “desconhecimento geral” a atuação preocupante de terroristas do Hezbollah, agentes da inteligência cubana, narcotraficantes e outros criminosos aproveitando o “relaxamento da segurança” na fronteira venezuelana com Pacaraima por “questão humanitária”, agravada com a total liberdade para perigosos elementos estrangeiros ingressarem por outras vias não oficiais, como exaustivamente denunciado pelo ativista Nando de Abreu?

Temas como controle sanitário e controle de segurança nas fronteiras, além da adequação do “humanitarismo” aos direitos básicos das populações nativas que recebem milhares de imigrantes/refugiados, devem fazer parte das discussões no seio da sociedade, incluindo universidades e escolas.  E se os acadêmicos, youtubers, políticos, jornalistas e “humanistas” se omitem quanto a tão fundamental obrigação, cabe ao “cidadão comum” cobrar posicionamento rápido e explícito utilizando, inclusive, as mídias sociais!

Chegou o momento dos formadores de opinião e lideranças de movimentos conservadores perceberem que “empacar” exclusivamente nas velhas pautas da ideologia de gênero, aborto, liberação de drogas e desarmamento, impede a “conscientização nacional” acerca de outros graves problemas que exigem coragem e “pressão social” para a busca responsável de soluções urgentes.

A bem da verdade, em algumas situações assistimos “confrontos” em razão da “paternidade” de determinadas “pautas” que já caíram no “gosto popular” por expressar o “pensamento conservador”, ma, os “temas indigestos” TAMBÉM são necessários, ainda que muita “gente boa e famosa” não constate essa realidade. Brevemente, escreverei artigo explicativo sobre a “questão Roraima”, uma vez que, nesse assunto de relevância extrema, “o movimento conservador dorme em berço toldado”, correndo sério risco de acordar com horripilante pesadelo!

Andréa Fernandes é advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

[1] https://www.facebook.com/ecoandoavozdosmartires/?epa=SEARCH_BOX

[2] https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/03/01/sergio-moro-desconvidou-ilona-szabo-de-seu-ministerio-o-que-aconteceu.htm

 

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