Terror na Nova Zelândia: a quebra do paradigma midiático na abordagem do terrorismo

Por Andréa Fernandes

Um homem vestido de preto entra num prédio no centro da cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, com uma câmera acoplada ao capacete para filmar o que considera ato heroico. A partir desse momento, dezenas de tiros e pessoas desesperadas saem do antro de morte e sangue sob as imagens que correram o mundo através das redes sociais, já que o “terror do seculo XXI” reclama publicidade global exigindo transmissão ao vivo. Após mais de dois minutos de carnificina, o homem – que toda imprensa descreve como “branco” – retorna para o seu carro a fim de pegar outra arma, que assim como as demais, continha inscrições com números, símbolos ou mensagens[1]. Ao reingressar no prédio volta a disparar contra vítimas indefesas à curta distância até que ouve-se o barulho das sirenes dos veículos de socorro chegando à localidade.

Ao se afastar, Brenton Tarrant, cidadão australiano de 28 anos, reclama dizendo que “não havia nem tempo para mirar, havia tantos alvos”[2]. As crianças que não foram executadas no violento ataque gritavam aterrorizadas[3].

Quando o filme com cenas reais de pavor parecia ter chegado ao fim, a gana assassina é renovada em outro prédio localizado no subúrbio de Linwwod, totalizando nas duas empreitadas terroristas 50 mortos e  48 feridos. Dentre as vítimas fatais, uma criancinha de 4 anos.

Se essas ações não estivessem estampadas como manchetes nos jornais que noticiaram os massacres em duas mesquitas, todos pensariam que os acontecimentos descritos acima se reportavam a mais um ato terrorista sob a modalidade de “jihad” contra o Ocidente, já submisso ao seu papel de capitulação frente à “guerra” que dura mais de 1.400 anos, pois como bem ensinou o prefeito muçulmano de Londres Sadiq Khan, “o terrorismo faz parte de uma grande cidade[4]. Sadiq tem razão: o terror já é “pauta constante” na agenda global e as grandes cidades não escapam de suas garras horripilantes, apesar do esforço hercúleo da imprensa para ocultar essa modalidade de crime noticiando, por exemplo, Caminhão invade feira natalina e deixa mortos e feridos na Alemanha[5], Explosão em igreja mata 19 e deixa 48 feridos nas Filipinas[6], Homem é morto a facadas na Alemanha[7],Ex-aluno invade escola municipal em Realengo e deixa mortos e feridos[8], Atropelamento na cidade alemã de Münster deixa deixa 2 mortos e 20 feridos[9] eO número de mortos no ataque do noroeste da Nigéria na semana passada dobra para 130[10]. Jornais comprometidos com a sharia não divulgam nas manchetes qualquer vocábulo que possibilite passar a ideia de “terrorismo”, termo considerado “islamofóbico” quando o terrorista é muçulmano.

O zelo com a “desinformação” é tão extremo que os jornalistas “criam” acontecimentos inexistentes como “licença midiática” para mentir, e nesse caso, o ato terrorista perpetrado pela dupla de ex-alunos da Escola Estadual Professor Raul Brasil se encaixa perfeitamente: o site de notícias “Exame” oferece a manchete : “Tiroteio em escola de Suzano: tudo o que se sabe até agora”[11]. Bom, tudo o que eu sei até agora, é que não houve “tiroteio”, e sim, covarde ataque terrorista com duas “vítimas da sociedade” atacando funcionárias e alunos da escola com tiros e machadadas. Aliás, se houvesse “tiroteio” surgiria a possibilidade de vidas serem salvas, partindo-se do pressuposto que outro “atirador tecnicamente preparado” iria defender os alvos da fúria extremista como vez e outra, vemos em Israel.

Brenton, o terrorista branco da extrema-esquerda quebrando paradigmas

Ocorre que, o atentado terrorista na Nova Zelândia veio quebrar alguns “paradigmas” da grande mídia. O primeiro: violou-se o procedimento padrão da imprensa ocidental de identificar imediatamente um criminoso em função da origem étnica. Brenton foi qualificado por todas as emissoras de TV e jornais como “branco”, antes mesmo de ser noticiado o “manifesto” reforçando o mencionado ideal de supremacia racial.

Se o terrorista fosse “muçulmano”, certamente não haveria comentário sobre o quesito importante “religião”. Sim, a crença individual vem sendo manipulada pela mídia para dois propósitos: se a fé é islâmica, cabe “proteção integral” do “Estado de direito” contra críticas por já ser “consenso”  – contrário às inequívocas evidências – de que o Islã é a “religião da paz”, apesar de todas as escolas de jurisprudência islâmica determinarem  que é parte da responsabilidade da comunidade muçulmana lutar contra os “incrédulos” visando estender a supremacia da sharia, de forma que, muitos muçulmanos se empenham na imposição dessa “submissão”, seja por meio pacífico ou violento[12]. Todavia, se o indivíduo é “cristão”, a “ordem editorial” é estereotipá-lo como “fundamentalista”, “homofóbico”, “fascista”, e seus valores, tradições e aparatos simbólicos devem ser desconstruídos da forma mais vexatória possível.

Outro ponto relevante nessa mudança dramática de narrativas da mídia e “especialistas em segurança internacional” é o silêncio generalizado sobre o estado mental de um terrorista que numa frieza assustadora fuzila dezenas de pessoas sem demonstrar nenhum arrependimento, deixando um “manifesto” onde se vê nitidamente ideias confusas. Parece que, a “loucura” – na concepção de jornalistas e demais formadores de opinião – é uma deficiência que atinge somente os “terroristas muçulmanos”.

Outrossim, de modo geral, a imprensa acreditou piamente – com algumas distorções interpretativas – no teor do “manifesto” escrito pelo terrorista, sem aventar a possibilidade de o mesmo estar mentindo para encobrir a real motivação do atentado. Isso me fez lembrar os casos de ataques terroristas em que muçulmanos assumiam ligação com o Estado Islâmico, bem como os atentados assumidos pelo grupo terrorista; em ambos contextos a imprensa duvidava acerca dos “supostos vínculos”.

Fato é que um paradigma não foi quebrado: os cristãos continuam sendo os “agentes motivadores” de toda forma de ódio concebida pela mente humana. Por isso, teve jornalista chamando Bretan de “cristão”, embora saiba que o Cristianismo é incompatível com o terrorismo. A “ética jornalística” ensina que a única religião a ser poupada de exposição quando seus fiéis praticam crime de terrorismo é o Islã.

No “mural do terror”, cadáveres de cristãos negros são invisíveis

Curioso que o rei Salman, da Arábia Saudita evocou sua indignação “esquecendo conscientemente” do histórico de financiamento do terrorismo global pela teocracia sanguinária comandada pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, acusado em novembro/2018 pela CIA[13] de assassinar o jornalista americano de origem saudita Jamal Khashoggi no interior do consulado saudita na Turquia[14]. O rei  Salman recorreu à estratégia do “engano” para pedir à comunidade internacional que combata o discurso de ódio e terrorismo[15], desde que releve, é claro, os ensinamentos desumanizando cristãos e judeus como “modelo didático islâmico salafista”, que se mantém “intocável” apesar de inúmeras denúncias de violações dos direitos humanos que jamais superarão os “rentáveis interesses compartilhados” com o “Ocidente infiel”.

O rei da teocracia famosa pela aplicação de “penas medievais” no berço do Islã aproveitou a “distração programada” da mídia ocidental e nem precisou fingir consternação por causa da notícia velada sobre o bárbaro MASSSACRE de 85 cristãos nigerianos por terroristas muçulmanos exatamente na mesma semana em que fiéis muçulmanos eram executados pelo terrorista da extrema-esquerda aliada do Islã ortodoxo. No domingo e na segunda-feira, três comunidades de cristãos na Nigéria foram atacadas a tiros e aproximadamente cem casas foram incendiadas[16].

Conforme relatado pela instituição Christian Today[17], o grupo muçulmano Pastores Fulanis se tornou mais letal que a insurgência jihadista do temido Boko Haram, e a Reuters[18] afirma que a facção tem “um plano deliberado para eliminar certas comunidades”, sendo as principais os cristãos da Nigéria, os quais vêm sofrendo ataques diversos. Na primeira semana de março, mais de 20 cristãos foram mortos a tiros e facadas, ações que se tornaram costumeiras sem constar nos noticiários internacionais.

Se os escandalosos movimentos negros ocidentais e grande parte das lideranças cristãs não se importam com seus irmãos africanos decapitados, queimados vivos e fuzilados por muçulmanos, por que o rei Salman e demais autoridades islâmicas deveriam recorrer à taqiyya[19] para dissimular solidariedade que não existe para com as vítimas do expansionismo islâmico preconizado pelo profeta Maomé, ao qual Allah fez “vitorioso” através do terror, segundo a tradição muçulmana?

“Defunto invisível” não gera estardalhaço… e nesse aspecto de “invisibilidade” dos massacres de negros na Nigéria e em outros países africanos, os movimentos negros em geral têm se destacado na covarde prática do descaso. Sabem suas lideranças que “sangue cristão” não gera lucros e nem comoção nas mídias sociais!

Pode a China comunista ser modelo de país para um suposto “terrorista radical cristão”?

Nas muitas leituras que fiz sobre o ataque terrorista, uma delas me chamou a atenção. Trata-se da Revista Sociedade Militar, que arroga expor artigos de militares e especialistas ligados à segurança pública, defesa e geopolítica. Ao apresentar o manifesto do terrorista consta a seguinte “informação”:

“O manifesto abaixo foi publicado pelo homem suspeito de assassinar dezenas de pessoas – Brenton Tarrant. Aparentemente é um radical cristão e supremacista branco que fala em povo eleito, se confessa xenófobo e racista.  Recebido em inglês pela Revista Sociedade Militar. Ao contrário de outras mídias que preferem não divulgar esse material acreditamos que o esclarecimento e verdade acerca do ocorrido, bem como a discussão franca e bem fundamentada são os melhores caminhos para evitar esse tipo de coisa no futuro”[20]

Desconfio que tenha sido um “estagiário” que formulou a “informação” com erro crasso de interpretação textual. Por mais que o terrorista seja contraditório em suas colocações,  em dado momento faz a pergunta Você é um cristão”? Tendo como resposta: Isso é complicado. Quando eu souber, vou te contar.

Ora, ao contrário dos terroristas muçulmanos que matam em nome de Allah e usam a doutrina islâmica embasando seu ódio, Brenton não fundamenta suas ações na doutrina cristã e, a princípio, tem “dúvida” sobre a sua crença. Dessa forma, por que uma revista militar, que deveria ser isenta, faz coro com a “mídia cristofóbica” enfiando o Cristianismo numa ação terrorista, mesmo sabendo que o criminoso se confessa um eco-fascista por natureza , além de anti-conservador que tem a República Popular da China como nação com os valores políticos e sociais mais próximos” da sua ideologia? Será que falta conhecimento elementar sobre a China, de modo que militares não saibam o nível elevado de perseguição aos cristãos naquele país comunista? Brenton seria o primeiro “cristão radical” que aprova tortura e toda sorte de violações de direitos humanos que seus supostos irmãos passam na China.

Simpatia pelos modelos de “socialismo light” da China e Coreia do Norte

Brenton enaltece Oswald Mosley, fundador da União Britânica dos Fascistas, conhecido admirador de Mussolini e amigo pessoal de Hitler[21]. Em outubro de 1927, Mosley foi eleito para o Comitê Executivo Nacional do Partido Trabalhista britânico e ao se tornar um dos principais defensores do socialismo foi descrito em 1926, por John Wheatley como uma das figuras mais brilhantes e esperançosas lançadas pelo Movimento Socialista durante os últimos 30 anos[22]. Logo, resta alguma dúvida de que o terrorista tem “os dois pés” no socialismo?

Decerto, o terrorista da extrema-esquerda conhece bem “os valores” cultuados pelo regime comunista da China, ao contrário dos parlamentares brasileiros do PSL e DEM que andaram “flertando” com o Partido Comunista Chinês[23]. A propaganda comunista incutiu na mente dos nossos parlamentares que a  terra do genocida Mao Tsé-Tung é a versão moderna do “socialismo light[24]. Diga-se de passagem, no Brasil, os “especialistas” e muitos “conservadores” não enxergam as violações de direitos humanos e perseguição religiosa contra cristãos na China.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL/SP) “corrigiu” minha manifestação no Instagram denunciando a violência contra cristãos na China a partir de “suas percepções” auferidas numa viagem paga pelo Partido Comunista[25], que monitorou todos os seus passos “orientando” a “propaganda gratuita” de liberdade religiosa num regime de rígido controle social[26]. Como jornalista e internacionalista voltada às temáticas de direitos humanos, fiquei “emocionada” com a aula da ex-feminista que me aconselhou a “pesquisar” mais o tema. Deveras satisfeita com a reprimenda, atendi o “conselho” e já preparei o “resultado da pesquisa” para encaminhar ao gabinete da deputada. O “problema” é que não tive “ajuda pessoal” do Partido Comunista! Será que ela aceitará minha humilde contribuição na área humanitária?

Por outro lado, a Fox News divulgou os “passeios” do terrorista antes de promover o banho de sangue na Nova Zelândia: além dos países divulgados no manifesto, Brenton esteve no Paquistão e na Coreia do Norte[27]. Provavelmente, o supremacista branco de extrema-esquerda deve ter um certa afeição pelo “socialismo light” da Coreia do Norte.

De quem é a “culpa” pelo atentado na Nova Zelândia?

A “genialidade do progressismo tupiniquim” Guga Chacra, reconhecido pelo senso comum como “especialista em Oriente Médio”, traz a resposta mais aguardada pela extrema-esquerda que comemorava a vitória da agenda desarmamentista com o “êxito” do ataque terrorista promovido pelo “companheiro Brenton”, já que a primeira-ministra da Nova Zelândia anunciou mudanças na lei que dispões sobre armas no país[28].

Guga expõe em seu artigo no “O Globo” que “o terrorismo supremacista branco tem crescido ao longo dos últimos anos e já é considerado mais perigoso do que o jihadista em algumas nações”[29]. Porém, o jornalista não apresentou a “fonte” dessa preciosa informação e nem citou um país ameaçado pelos supremacistas brancos. Em pesquisa rápida, também não consegui verificar a exatidão da denúncia de Guga, muito embora não paire nenhuma dúvida que há movimento violento de ódio racial de alguns “grupos brancos”, como aliás, reconheceu o presidente Trump. Os discursos de ódio desses grupos supremacistas brancos são mais divulgados e combatidos pela mídia, o que infelizmente, não acontece em relação aos discursos e ações de ódio dos negros perseguindo e assassinando fazendeiros brancos na África do Sul[30].

A análise rasa do jornalista reforça discursos demonizando toda crítica fundada contra a “ideologia supremacista islâmica” que vem causando terror em todo Ocidente, já que o simpático colunista supervaloriza a ameaça do “terrorismo com uma ideologia de suposta superioridade do branco ocidental e um sentimento islamofóbico e anti-imigrante”. Na realidade, o atentado sanguinário na Nova Zelândia foi uma ação pontual de um extremista de esquerda que merece aprofundamento sob outras perspectivas analíticas.

Seria esse ataque terrorista mais um caso de false flag? Essa possibilidade será analisada num próximo artigo. Impor uma narrativa como “verdadeira” sem permitir o despertar do “contraditório” é ato assaz prejudicial à qualidade da informação.

David Fallis, editor do jornal “Washington Post” afirmou em entrevista que “o público procura por jornalismo investigativo”. Seguirei os conselhos do multiculturalista Fallis: prometo ser “extremamente curiosa, muito cética e altamente criativa” e ainda contarei com o auxílio de especialistas na abordagem não convencional da ação terrorista que “deu um up” na agenda progressista.

 Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM).

Imagem Unilad

[1] https://www.nytimes.com/2019/03/15/world/asia/new-zealand-shooting.html

[2] https://www.foxnews.com/world/multiple-fatalities-at-new-zealand-mosque-shooting-police

[3] https://www.theguardian.com/world/2019/mar/15/new-zealand-shooting-what-we-know-so-far

[4] https://extra.globo.com/noticias/mundo/trump-jr-rebate-fala-do-prefeito-de-londres-sobre-terrorismo-fazer-parte-das-cidades-21099073.html

[5] http://g1.globo.com/hora1/noticia/2016/12/caminhao-invade-feira-natalina-e-deixa-mortos-e-feridos-na-alemanha.html

[6] https://noticias.r7.com/internacional/explosao-em-igreja-mata-19-e-deixa-48-feridos-nas-filipinas-27012019

[7] https://istoe.com.br/homem-e-morto-a-facadas-na-alemanha/

[8] https://oglobo.globo.com/rio/ex-aluno-armado-invade-escola-municipal-em-realengo-deixa-mortos-feridos-2799486

[9] https://g1.globo.com/mundo/noticia/atropelamento-na-cidade-alema-de-munster-deixa-mortos-e-feridos.ghtml

[10] https://af.reuters.com/article/topNews/idAFKCN1Q81X2-OZATP

[11] https://exame.abril.com.br/brasil/tiroteio-em-escola-em-suzano-tudo-o-que-se-sabe-ate-agora/

[12] https://atlassociety.org/commentary/commentary-blog/4490-tnis-interview-with-jihad-watcher-robert-spencer

[13] https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/11/16/cia-conclui-que-principe-herdeiro-saudita-mandou-matar-jornalista-diz-jornal.ghtml

[14] https://www.bbc.com/news/world-europe-45812399

[15] https://english.alarabiya.net/en/News/gulf/2019/03/15/Saudi-King-Crown-Prince-offer-condolences-to-New-Zealand-Governor-General.html

[16] https://www.thisdaylive.com/index.php/2019/03/13/herdsmen-kill-85-people-in-kaduna-communities/

[17] https://www.christianitytoday.com/news/2018/april/nigeria-fulani-attack-catholic-church-benue-boko-haram.html

[18] https://af.reuters.com/article/topNews/idAFKCN1Q81X2-OZATP

[19] Mentira sagrada – http://infielatento.blogspot.com/2014/11/taquia-taqiyya-no-alcorao-e-Sharia.html

[20] https://www.sociedademilitar.com.br/wp/2019/03/manifesto-do-atirador-da-nova-zelandia.html

[21] https://www.dn.pt/arquivo/2008/interior/o-britanico-que-admirava-mussolini-e-o-amigo-hitler-997281.html

[22] https://spartacus-educational.com/U3Ahistory44.htm

[23] https://congressoemfoco.uol.com.br/mundo-cat/viagem-de-parlamentares-eleitos-pelo-psl-a-china-provoca-conflito-entre-bolsonaristas/

[24] https://www.youtube.com/watch?v=e-qhAoFQMBQ]

[25] https://www.oantagonista.com/brasil/deputado-psl-diz-que-buscaria-melhorias-para-o-brasil-ate-na-coreia-norte/

[26] https://link.springer.com/article/10.1057%2Fpalgrave.cpcs.8140083

[27] https://www.foxnews.com/world/christchurch-shooter-traveled-the-world-including-trip-to-north-korea-and-pakistan?fbclid=IwAR3DAoWr3mq0l5JMKaRt0S5r8YDBHrvuBSe_ku8lnmxbTfDjX5iMkWfvY1o

[28] http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2019-03/apos-massacre-premie-da-nova-zelandia-promete-mudar-leis-de-armas

[29] https://blogs.oglobo.globo.com/guga-chacra/post/quem-dissemina-ideologia-terrorista-supremacista-branca.html

[30] https://www.abc.net.au/news/2019-03-17/trump-wants-pompeo-to-study-killing-of-farmers/10158114

2 comentários em “Terror na Nova Zelândia: a quebra do paradigma midiático na abordagem do terrorismo”

  1. Texto muito interessante. Ao poucos a população (uma minoria, é claro) tem acordado para o que tem acontecido nas últimas décadas. Sabemos como isso irá terminar, cada vez mais cristãos serão perseguidos e mortos, como bandidos, foras da lei, inimigos de deus (que na verdade é Satanás/Allah), inimigos da paz e do estado, retrógrados e etc.. Seremos marginalizados, cuspidos e ridicularizados, pois nenhum servo é maior que o seu Senhor. No final, Ele voltará, e todo olho o verá, e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor, e todas as nações se lamentarão por causa dEle. Para os que creram, não haverá mais lágrimas ou morte, reinaremos com Ele para todo o sempre. Vem, Senhor Jesus!

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