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Islã: uma realidade a se conceber

Por Ulisses Araújo

Óculos são objetos interessantes:  eles aproximam, mas também podem condicionar.  Quem já experimentou usar óculos azuis enxerga não tudo azul simplesmente:  a percepção daquele que usa os óculos é resultado da interação entre o objeto que tem sobre seus olhos e as cores dos objetos contemplados.  Não cabe aqui fazer um estudo acerca dos resultados obtidos a partir da fusão de cores.  Não.  Não vamos entrar no conceito de cor a partir do efeito da luz sobre os objetos.  O assunto aqui não é Física.  Basta que fique claro que nosso referencial determina o modo como enxergamos nossa realidade, e tudo parece óbvio – e dado de uma vez por todas – a partir de nossas lentes.

Nossas  lentes ocidentais nos são óbvias:  liberdade individual de pensamento, liberdade de expressão, escolha.  Nada de coerção.  Lutamos muitíssimo para chegar aonde chegamos, e ai de quem sonhar em mudar esse status existencial.

Nossas liberdades se fundamentam em nossa História:  nossos traumas, sobretudo políticos e religiosos – não poucas vezes os dois juntos – nos ensinaram a tentar não errar mais.  Aqueles que não escrutinam o passado estão fadados  a repeti-lo.  Passamos por um Império Romano no qual religião e política foram misturados; passamos por uma Idade Média que foi um prolongamento dessa mistura.  Não.  O objetivo aqui não é demonizar os séculos entre o Império e a Modernidade.  Mas sim:  o casamento Igreja-política, uma tentativa de sobrevivência dos tempos imperiais, trouxe uma série de problemas.

Passamos por problemas:  brigas, guerras em nome da fé.  A Revolução Francesa coloca tudo em seu devido lugar:  religião é foro íntimo e não deve interferir na esfera pública; fé é coisa que se escolhe.

Com a secularização cada vez mais crescente – e bastante pronunciada sobretudo na Europa Ocidental – as liberdades de pensamento são cada vez mais evocadas.  Há quem faça, em tom de piada, porém cheio de seriedade, protestos pelo “desbatismo”:  eu não pedi para ser batizado; deem-me meu desbatismo.

A fé é atacada:  piadas são feitas; o ateísmo pulula;  muitos nem se dão o trabalho de comentar.  São indiferentes.  O assunto nem mesmo entra na zona de discussão.

Ao que parece é a ruptura total com a religião, ao menos institucional.

Nosso lugar existencial enquanto indivíduos, nossas locações socais enquanto grupo, não importa qual seja a perspectiva, são vividos dentro da liberdade de escolha.  O problema disso é que já nos compreendemos como indivíduos dentro de um status de conforto, e não fazemos ideia de que possa existir algo como cerceamento de liberdades; não temos categorias para isso.  É como o viajante que não foi avisado de que ao longo do caminho apareceriam certos tipos de animais:  ele vai lendo seu livro, ouvindo sua música traquilamente sem atentar para o que pode aparecer.  Talvez ele passe por perto de um animal que jamais viu e ache que é um cachorro ou algum outro dentro de seu campo experiencial.  Assim somos nós, sem perceber a realidade de milhões e milhões de pessoas que de tão monitoradas  – e a isso tão acostumadas – nos dão a impressão de que  vivem no uso de suas plenas liberdades.  Não sabemos o que é ter de se sujeitar, ainda na infância a um casamento forçado; não sabemos o que é ser objeto sexual e ter de continuar calada, sem qualquer suporte por parte das autoridades; não fazemos a menor ideia do que seja a obrigação de se sujeitar a um esquema de vigilância total, mesmo dentro de casa.  Não passa por nossa cabeça o que é ser obrigado a seguir um credo imposto, e ter de pedir autorização para abandoná-lo; não sonhamos que haja pessoas que precisam praticar suas crenças em segredo.  Não enxergamos um mundo em que não se possa questionar.

Confrontados com essas outras realidades, reagimos a partir de nossos referenciais:  isso não é verdade; é a cultura; trata-se de uma exceção.

Mas não.

Precisamos entender que tudo aquilo que nos é óbvio e garantido, e pelo que por vezes ainda temos de lutar – e temos garantia e suporte para isso-, não faz parte da realidade de milhões e milhões de pessoas que estão sob um sistema teopolítico que simplesmente não encontra referência dentro de nosso arco de experiências:  o Islã.

É inconcebível para nós uma religião que determine a vida de toda  uma sociedade, mas isso existe.

É inconcebível que uma menina de doze anos seja prometida em casamento.

É inconcebível que uma mulher não possa escolher que roupas usar.

É inconcebível que uma pessoa tenha de abrir um processo a fim de mudar de religão, ou simplesmente abandonar a sua.

É inconcebível que uma pessoa seja degolada por conta de sua orientação sexual.

É inconcebível que alguém não possa questionar aquilo que lhe foi passado.

É inconcebível que um professor universitário pressione seus alunos a abraçarem a religião majoritária.

É inconcebível que uma pessoa não tenha liberdade de ouvir algo diferente do que aprendeu.

É inconcebível que alguém seja forçado a sair de sua terra porque não se conforma à fé da maioria.

É inconcebível ser abandonado pela pela família e ser amaldiçoado em função de uma escolha tão pessoal.

Mas acontece, e isso é o Islã.

Fechar os olhos é mais fácil e confortável.

 

Ulisses Araújo é professor da rede pública de ensino e bacharelando de Teologia.

Imagem: https://www.martureo.com.br/respostas-cristas-ao-isla-ao-islamismo-e-ao-terrorismo-islamico/

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Os homossexuais de Alá

Por Rommel Werneck

Abandonados à própria sorte, denunciados muitas vezes por suas próprias famílias graças aos benefícios sociais e espirituais que o Islã pode oferecer aos denunciantes, atirados do alto dos prédios, duplamente perseguidos se seguirem a Cruz, vítimas do silêncio de seus irmãos no Ocidente, os homossexuais de Alá ainda são obrigados a ver a esquerda apoiar a islamização da Europa.

         Dentre os 194 membros da globalista ONU, 94 países se mostraram favoráveis ao plano de Direitos LGBT (2008), 54 países, em sua maioria islâmica, posicionaram-se contra o plano e os outros 46 membros, também em sua maioria de fé maometana, disseram não. Isso significa que, enquanto em 94 países questões extraordinárias como casamento e adoção são debatidas, no outro grupo a discussão de questões ordinárias como o sacrossanto direito de existir e de se assumir não possuem espaço. E no mundo islâmico o debate parece ser como esses indivíduos merecem morrer.

        Muitos contra-argumentarão que a sociedade cristã ocidental também perseguiu esses indivíduos. Sucede que apesar de a escravidão africana ser proibida por vários papas entre os séculos XV e XIX, malgrado Isabel de Castela e Frei Bartolomeu de Las Casas implorarem pela vida dos índios e mesmo o papa Alexandre II já em 1065 condenar as conversões forçadas, a realidade produzida pelos conquistadores luso-espanhóis foi completamente oposta. Sendo assim, adúlteras, judeus, gays e protestantes seguiam o caminho da humilhação. Portanto, é importante salientar que pelo menos as orientações originais do papa eram outras. E também convém salientar que pluralidade de ideias, liberdade religiosa e de expressão são conceitos relativamente novos, do século XVIII para cá. Não se pode olhar para o Rio de Janeiro de 1600, por exemplo, com olhares anacrônicos do século XXI.

     No entanto, escrevo sobre a perseguição aos gays no mundo islâmico porque em suas recomendações sagradas do Alcorão, em sua origem mesmo, humilhar, castigar e converter à força todo aquele que não vive segundo os preceitos da religião da paz constitui um dogma de fé. O muçulmano que não promover uma guerra santa não poderá ser categorizado neste credo, esta é a grande questão. A homossexualidade foi descriminalizada no Brasil ainda em 1830 e não estou falando aqui da perseguição islâmica no século XIX e sim no aqui e agora, na Eurábia de 2017.

     A legislação de alguns países muçulmanos não é muito clara. O Egito, por exemplo, não criminaliza a homossexualidade propriamente dita embora o ato possa ser categorizado como crime de imoralidade e prostituição. Kuwait prefere a hipocrisia tolerando os gays, mas prendendo se as relações forem descobertas. A adoção por casais homoafetivos inexiste porque a adoção é proibida para qualquer pessoa ou casal no Alcorão. No Afeganistão dá-se o nome de bacha bazi à prática de possuir meninos e usá-los como escravos sexuais. Muitos jogarão na minha cara que em Grécia e Roma a efebofilia era normal e até condenada biblicamente. Entretanto, novamente explico que é muita desonestidade intelectual comparar algo na Antiguidade com uma situação na atual década. E não me consta que os efebos dos filósofos estavam ali obrigados rezando o Alcorão já que o incontestável livro sagrado permite a escravidão de não muçulmanos. Irã obriga os homossexuais a passarem por cirurgia de troca de sexo mesmo que não intencionem isso ou não tenham problemas com sua identidade de gênero.

       Soma-se a isto a colaboração das esquerdas, globalistas e grandes covardes.  A esquerda tem defendido a cultura islâmica justificando que se trata de uma cultura local e oprimida pelos americanos imperialistas, o “filósofo” Michel Foucault apoiou a Revolução Iraniana. Muitos destes homens e mulheres se refugiam em Israel onde “cristãos, judeus e muçulmanos podem rezar sob o mesmo céu” (Brigitte Gabriel) e desfrutar dos benefícios e liberdade da sociedade moderna diferentemente da Palestina tão defendida pelos vermelhos.

        Nesta primeira semana de outubro foi noticiado que o governo egípcio pretende realizar exame anal com presos para detectar a homossexualidade. O que seria vergonhoso para cristãos, é glorioso para os islâmicos, afinal estão a serviço de Alá. Contudo não é a primeira vez que este procedimento é citado, o governo catarense já anunciou que pretende realizar estes exames com aval da FIFA por ocasião da compra da Copa de 2022.

À defesa dos homossexuais no mundo islâmico e acima de tudo, na Eurábia dá-se o nome de homonacionalismo. O primeiro-ministro gay neerlandês Pim Fortuyn não só alertava o perigo do Islã nos anos 90 como fortaleceu seu partido conservador no país tendo sido assassinado por motivações políticas. Scott Ryan Presler é um funcionário gay de 28 anos do Partido Republicano e membro do ACT (American Congress for Truth), a organização anti-islâmica americana fundada por B. Gabriel, além de ter feito a campanha de Trump no instagram. Paradas gays contra a sharia existem, todavia um evento de 2011 em Vancouver no Canadá foi impossibilitado de ser realizado em 2017. Todas as contribuições citadas neste parágrafo podem até ser vistas como islamofóbicas e preconceituosas enquanto zonas de sharia crescem na Europa perpetuando o “ódio de Orlando” por onde passam.

       O mundo islâmico é cruel para com todos os indivíduos, afinal alguns países sequer conheceram a divisão de poderes como a cultura ocidental e estão submersos ainda nas monarquias absolutas. Esses filhos de Deus precisam de orações e ajuda dos cristãos e direitistas, seus principais aliados e igualmente alvo de perseguições porque “eles [muçulmanos do mundo árabe] estão cegamente voltados a matar e destruir. E no nome de algo que eles chamam ‘Alá’, que é bem diferente do Deus que cremos porque nosso Deus é um Deus de amor.” (Brigitte Gabriel)

 

Militância LGBT, homossexuais em países muçulmanos clamam por socorro

Por Andréa Fernandes

          É estarrecedor  o silêncio da grande mídia em relação à perseguição que a comunidade LGBT vem sofrendo em países muçulmanos. Dessa forma, enquanto no Brasil as redes continuam reverberando a polêmica causada pela decisão de um juiz do Distrito Federal outorgando o direito a psicólogos de tratarem homossexuais egodistônicos que solicitem terapia, vergonhosas violações dos direitos humanos  contra  a comunidade gay em países islâmicos vem sendo ocultadas para impedir que a opinião pública global tome conhecimento do sofrimento de seres humanos discriminados e perseguidos por lutarem pelo direito à orientação sexual que lhes apraz em virtude da imposição de normas comportamentais medievais embasadas na sharia (lei islâmica).

          Logo, é difícil compreender o motivo da aguerrida militância LGBT – em sua maioria –  não denunciar estridentemente a abominável ação egípcia de prender 7 homens por portarem a bandeira do arco-íris num show da banda libanesa Mashrou’Leila[1], que tem o vocalista assumidamente homossexual. Como se não bastasse esse condenável ato, a Anistia Internacional acaba de informar que os “presos por promover desvio sexual” nas redes deverão passar por exame anal antes do julgamento. A certeza de ausência de condenação internacional é tão grande que levou a Autoridade de Medicina Forense afirmar que investigará se os presos mantiveram relações sexuais com outros homens.

          Ademais, não faltam denúncias acerca da perseguição que vem sendo promovida por autoridades contra homossexuais  desde o dia 22 de setembro logo após o show da banda libanesa, porém, a situação se torna mais crítica em razão do fundamentalismo religioso abraçado pela população cujo país é falaciosamente chamado de “moderado” numa alusão mentirosa ao inexistente respeito aos direitos humanos. A maior prova do radicalismo generalizado presente no país é a forte pressão popular com apoio da mídia conclamando a “devida punição” dos homens que ousaram desafiar o poder da sharia erguendo uma bandeira que simboliza uma aberração para o Islã ortodoxo.

          Importante ressaltar que formalmente a homossexualidade não é considerada ilegal no Egito, porém, na década de 1990, a polícia intensificou a implementação de duas leis antigas[2]. Logo, a Lei contra a “devassidão”, publicada em 1961serviu para efetuar prisões junto à comunidade LGBT, tendo sido a motivadora para a polícia invadir uma boate no Cairo e prender 52 homens.

          Conforme acontece em outros países muçulmanos, há muita dificuldade no acesso aos dados exatos que retratam a perseguição governamental aos homossexuais, porém, segundo o jornal  New York Times, até o ano de 2016 haviam pelo menos 250 pessoas da comunidade LGBT presas, muito embora algumas instituições de direitos humanos afirmem que a estimativa de encarceramentos pode representar no mínimo o dobro do número de casos que ativistas conseguem documentar.

          Geralmente, o Egito processa homossexuais com base em acusações como “imoralidade” e “devassidão”[3] e os “crimes” podem resultar em prisões de até 8 anos.  As instituições Human Rights Watch e Anistia Internacional apresentaram pedidos de cancelamento do exame anal nos detidos suspeitos de homossexualidade alegando que a prática equivale a “tortura”, porém, o governo não atendeu ao apelo de cunho humanitário.

          Inobstante a caracterização de evidente e inaceitável violação dos direitos humanos, os detidos ilegalmente no Egito não representam o nível máximo de repressão que sofrem homossexuais no mundo muçulmano. Em países como o Irã, a prática homossexual pode resultar em pena de morte por enforcamento sendo este o “fim” de milhares de pessoas que violaram as regras advindas dos escritos sagrados islâmicos.

          Logo, há que se rever a motivação da famosa “Marcha do Orgulho LGBT”, que reuniu uma multidão em SP para defender direitos, criticar o governo Temer e reivindicar Estado laico, mas, estranhamente as críticas a governantes estrangeiros se limitaram aos presidentes dos Estados Unidos e Rússia[4], mantendo-se “silente” quanto aos abusos inomináveis cometidos por Estados totalitários islâmicos. Eleger apenas dois  presidentes para serem criticados quando a Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais afirma em relatório que a homossexualidade é crime em mais de 70 países [5]– quando não é criminalizada nos EUA – torna a ação de protesto praticamente inócua.

          Ora, uma das maiores manifestações do país não aproveitar o ensejo de visibilidade gigantesca da opinião pública para propiciar “voz ativa” contra a perseguição e violações de direitos humanos sofrida pela comunidade LGBT no mundo muçulmano beira a uma hipocrisia espantosa e egoísmo injustificável que está muito longe de representar “orgulho” para qualquer ativismo que realmente se preocupa com a dignidade da pessoa humana.

Será que o medo de enfrentar o poder das mesquitas vinculadas ao radicalismo é o motivo real para a covarde omissão no socorro às minorias de gênero em países que seguem piamente os ditames da sharia?

Andréa Fernandes, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, é bacharel em Direito, internacionalista, jornalista e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem: https://www.thoughtco.com/what-is-jihad-2004414

[1] http://igay.ig.com.br/2017-09-30/egito-exame-anal.html.amp

[2]https://www.theguardian.com/global-development-professionals-network/2017/apr/03/jailed-for-using-grindr-homosexuality-in-egypt

[3] http://www.foxnews.com/world/2017/09/30/rights-groups-urge-egypt-to-halt-crackdown-on-homosexuals.html

[4] https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/18/politica/1497791801_155683.html

5] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,ser-homossexual-e-crime-em-mais-de-70-paises-indica-relatorio,70001851321

 

A conversão do Velho, Novo e Novíssimo Mundo Ocidental para o Califado Mundial do Islã e sua Sharia

Por Amir Kater

Estou me perguntando como começar esse ‘diálogo’ que apenas por esse instante que escrevo é um monólogo. Engraçado para não dizer “trágico” como o Islã consegue deturpar algo que está enraizado na base/núcleo da nossa mais tenra sociedade, pior que ainda vivemos no nosso dia-a-dia.

Vamos fazer uma pequena analogia: a maioria dos senhores e senhoras, com certeza tomam “vinho”. “Ninguém que bebeu do vinho velho quer já do novo, porque diz: “O vinho velho é melhor”. Pois bem, o “vinho da antiga safra”(Velho Mundo) está vinagrando, o “vinho da nova safra” (Novo Mundo) não está sabendo lidar com a rápida e sorrateira política de ‘consumo’, e o “Novíssimo Mundo” está sendo vendido sem critérios para uma “teo-religião” sem nenhum refinamento de paladar.

Para a Senhora Europa “Velho Mundo” como muitos descrevem, pela teoria “eurocentrista”, era o centro do mundo que se transformou em “berço islâmico”, se tornando “Eurábia”,senão vejamos:

“Milhares de vítimas de esfaqueamento na Alemanha não noticiados pela grande mídia, e a total passividade da sociedade contra a invasão civilizacional que ameaça o fim do berço da Civilização Ocidental.”

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

Estamos voltando a época da Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental, só que em ‘escala mundial’, o muro é etéreo, é também a falta de informação ou a informação errada/deturpada em excesso principalmente na América Latina, mais especificamente Brasil.

Vale citar alguns exemplos:

“Por que a América Latina é a única região do mundo onde o islã não cresce”.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

“Número de centros islâmicos sobe 20% em 2015 em São Paulo”.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

“Cresce número de brasileiros que se convertem ao Islã”.

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

“Os caminhos do Islã no Brasil”.

“Aumento no número de mesquitas no país, de sheiks que agora falam português e de brasileiros no topo da hierarquia de centros islâmicos explica a expansão dos muçulmanos no Brasil”.

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

Estamos num estado de ebriedade quanto ao assunto “islamismo”, mas não podemos baixar nossa guarda e comprar o que esse ciclo viciante “pró-Islã” está vendendo.

“O Islã não pode ter uma presença significativa na Austrália se quisermos viver numa sociedade aberta, secular e coesa” – disse ‘ Pauline Hanson líder do partido Uma Nação’.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

Hoje, na America Latina, principalmente no Brasil, estão sendo colocados em prática os dois primeiros pilares do islamismo:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

Por onde o Islã passa não vemos TOLERÂNCIA, CARIDADE, RESPEITO, pelo menos pra quem não aceita essa CULTURA SANGUINÁRIA. Os mulçumanos tentam distorcer a sua real cultura com ajuda da “imprensa marrom” mundial que justifica as barbaridades dos islâmicos com erros cometidos por outrem como se vê na seguinte matéria:

“Houve perseguições ocasionais durante a dominação muçulmana”, diz o jornalista americano-português Richard Zimler, especialista em religiões comparadas. “Mas nada que se compare à brutalidade da Inquisição Católica”.

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

Diante de uma mídia global rendida ao terror disfarçado de “pacifismo”, o “cálice da ira” do califado islâmico está pronto para ser sorvido pelas nações.

Lembremos sempre do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Referência de imagem: http://worldwatchtoday.org/archives/2779

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

“Diminuição de migrantes entrando no Brasil”, será?

Por Amir Kater

Ouvindo notícias pelo rádio, via internet, que dão conta da percepção de diminuição recente de imigrantes no Brasil – matéria esta noticiada pelo programa “Jornal da Manhã” (Rádio Jovem Pan, em 20/06/2017) – claro que isso nos leva à algumas reflexões.

A instituição paroquial “Missão da Paz”, que atua junto aos imigrantes que chegam ao Brasil, informa que tem havido efetiva diminuição da imigração devido à situação política e econômica. Não que tenhamos achado qualquer menção dessa realidade nas páginas da instituição retromencionada. Mas, igualmente, não cremos que haja qualquer disparidade com a notícia dada pela emissora, conhecida por sua competência jornalística há anos.

Ok, até entendemos que isso tenha peso nas decisões dos que querem vir ao Brasil, mas, além disso, surgem alguns pensamentos questionadores:

Será que além dessa questão político/econômica não há medo em relação ao que está cada dia mais próximo do Brasil? Se não, por que muitos dos que natural ou obrigatoriamente  viriam ao Brasil estão procurando Chile ou Estados Unidos? (Conforme noticiado no jornal radiofônico).

O que leva a decaída de 4 mil e tantos para 1 mil e tantos no mesmo período no prazo de um ano no movimento migratório em relação ao Brasil?

Como a divulgação da implementação de leis como a ignóbil e tola Lei n° 13.260/16 (Lei Antiterrorismo) e a outra que ainda está em “vacatio”, a famigerada e inconstitucional, Lei nº 13.445/17 (Lei da migração), além, claro, das notícias recorrentes do desgoverno que tem havido ultimamente, essas informações e notícias podem, efetivamente, demover migrantes mesmo que desesperados, de vir ao país que sempre abre as portas para todas as formas de crimes, pessoas e insanidades?

Quem poderia ajudar a sanar essas dúvidas? Como saná-las? Como aferir tais informações de queda e dos motivos reais?

Se analisarmos com calma, perceberemos que isso já ocorreu em outros países. Logo após “a achegada de quem”? Alguém se atreve a tentar adivinhar ou dizer? Se acertar, ganha um brinde do “tio Amir”. Quem disse que “os que chegaram” foram os “refujihadistas” islâmicos logo após à queda de migração e movimentos migratórios pacíficos, considerados comuns e normais, acertou!

A cada dia, as políticas vêm se acirrando em prol da onda terrorista/colonizadora do sistema teo-político islâmico que assola o mundo. Curiosamente, poucos se dão conta do que era o RICS, que virou BRICS e que tudo tem a ver com essa insanidade que se assola. Mas isso é assunto para outra postagem. Mas uma coisa é certa, esse “B” que se inseriu no termo RICS, é a primeira letra de Brasil, sempre chegando atrasado, mas não com menos gana de complicar ainda mais o que já está péssimo.

Lembremos sempre do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Acordem! Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

 

Imagem: https://goo.gl/images/YwrB5W

Referências:

https://www.facebook.com/missaopazsaopaulo/

http://www.missaonspaz.org/

O Terror Disfarçado de Religião: EI clama por Ataques durante o Ramadã

por Amir Kater

No último sábado se iniciou o Ramadã, nono mês do calendário islâmico, onde “Maomé”, Mohamad, teria recebido a “iluminação” sobre os primeiros versos do “Al Kouran” e de como deveriam servir a “Allah”. Esse período é de um mês no calendário islâmico, é o mesmo mês em que o EI conclama mais ataques na Europa.

Certamente que pensando na questão de “iluminação divina” a última coisa que se deveria fazer é a conclamação de ataques pelo mundo a fora. Mas claro que o Estado Islâmico assim como outros grupos, talvez de menor expressão, não poderiam deixar de fazer o que sabem melhor; promover o terror.

O que já se mostra factível, pois se nesse período os seguidores de “Maomé” devem além do jejum integral (de comida e bebida) durante o período noturno, a ideia é de que se desprendam dos bens materiais enaltecendo as reflexões, a contrição e levando-os ao desapego material. Teria momento melhor, para estes que dão apoio, simpatizam ou participam da mentalidade do EI para morrer, mesmo que levando calmos e tranquilos, “infiéis” junto? Não, não há!

Mas há a utopia em afirmar, na Europa, que o aparato de segurança está alerta e atento; devemos nos perguntar se, o alerta, será da mesma forma que vimos quando da explosão em show há cerca de uma semana em Manchester. Afinal se a operacionalidade de triagem, inteligência e proteção dos “infiéis” for igual ao daquela noite, só podemos lastimar as consequências.

Mas voltando; dias atrás o grupo “DAESH” (Estado Islâmico) conclamou, mais uma vez,  para que seus seguidores e/ou simpatizantes, por que não, para que iniciem uma onda de ataques de “guerra total” contra os infiéis daquele continente. Mas é compreensível, por pior que pareça, que tal chamado seja feito nessa época e  possa fazer com que haja ataques em qualquer ponto do globo, onde haja seguidores ou simpatizantes desse grupo. E não só na Europa.

Por outro lado, por mais que pareça estranho Trump, que recentemente esteve em Israel e Vaticano, que tenta desde o início de mandato a proibição de entrada solo Estadunidense de pessoas oriundas de 06 (seis) países de “fé” muçulmana (Somália, Líbia, Irã, Iêmem, Sudão e Síria) acaba por expedir nota com votos de “bom ramadã”. Ao mesmo tempo em que reforça que o Ocidente não pode se dobrar ou aceitar qualquer tipo de violência, importante é que o tal presidente, Trump, invoca o sentimento, se é que há algum, islâmico do período do ramadã para frisar que não podemos nos curvar ou aceitar a violência. Mas deveria ter inserido no contexto de suas palavras que não se pode aceitar a violência, e, ainda mais, o terrorismo, em qualquer época, sendo ramadã ou não; até por que, esses que conclamam ataques sangrentos para esse período, já deixaram claro que não aceitaram ou aceitarão qualquer comemoração cristã ou de outras denominações religiosas.

Para piorar, são apoiados por lideranças do sistema teo-político colonizador, que bradam aos sete ventos, que sofrem de “islamofobia” através de palavras ou atos contra suas mesquitas. Mas evidente é a manobra casada, bem engendrada para tentar sensibilizar os desavisados, se é que ainda existem estes.

Lembremos sempre desses passos para a islamização:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Acordemos! Urge a necessidade de acordarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordemos!

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Daesh: Maldade ou Fraqueza?

Por Amir Kater

-Maldade: Perversidade, malignidade, crueldade, DESUMANIDADE.

-Fraqueza:  vulnerável, algo sem vigor.

Começamos “bem” essa semana, com um ataque terrorista em Manchester, na saída de um show de uma cantora pop americana, ativista feminista e apoiadora da causa LGBT, levando a óbito 22 pessoas  e 59 feridas (até o momento). Qual motivo?

“Vingança da religião de D’us” “Aterrorizar os Politeístas”, segundo nota do Estado Islâmico.

O real motivo foi, é e sempre será o Terror pelo Terror, e um ataque frontal mesmo que com uma fina “camada de neblina” aos apoiadores e ativistas da causa Feminista e LGBT mundial, o show em questão era da Cantora Ariana Grande que está fazendo sua turnê mundial com o Título do seu singleDangerous Woman“, irônico não? Claro que não se descarta nem deixa de lado a questão de ideais radicais islâmicos com sua “mulherfobia”, “homofobia” e porque não dizer “mundo ocidental livre e organizado fobia”, não é?

Pois bem, o que é de fato o feminismo? Quem foram as principais idealizadoras? Qual era e/ou é seu principal objetivo perante a sociedade?

“Desse modo, o movimento feminista contemporâneo atua com base numa perspectiva de superação das relações conflituosas entre os gêneros masculino e feminino, recusando, portanto, o estigma ou noção de “inferioridade” (ou desigualdade).

 O Feminismo surgiu no ano de 1960, tendo como principal mola motriz a Libertação da mulher, a igualdade social, econômica e política. Suas principais idealizadoras foram:

Simone de Beauvoir – “Não se nasce mulher: torna-se”,

Betty Friedan – “Una mujer debe poder decir, y sin sentirse culpable, ¿quién soy y qué quiero de la vida?”

Kate Millett- “La revolución (feminista) ha de trascender a la reestructuración política o económica mediante una verdadera “reeducación y maduración de la personalidad”.

Sabemos que  o Alcorão vai  contra esse modo de pensar quando o Daesh praticou mais esse ataque, não poupando sequer crianças, o que já se espera deles;  não era para vingança e sim um aviso. Vejamos alguns fatos sobre a artista Ariana grande:

As pessoas que mais gosto são gays. É algo que sou muito apaixonada, porque sempre que vejo meus amigos sofrerem bullying ou meu irmão ser ferido por conta de sua sexualidade, eu me transformo numa lunática raivosa. Eu não aguento. Quando você vê alguém que você ama ser machucado, por um motivo tão superficial e idiota, tipo, quão pequena, fraca espiritualmente e idiota uma pessoa pode ser? Como você pode ser tão estúpido a ponto de julgar uma pessoa baseando-se na sexualidade dela, antes mesmo de ter uma conversa com ela?”.

Ser ‘empoderada’ não é o mesmo que ser uma ‘vadia’*. TER ALGO A DIZER não é o mesmo que TER UMA PÉSSIMA ATITUDE.

Eu tenho uma longa lista  de coisas que eu gostaria de mudar… Intolerância, Maldade, Padrões Sociais, Misoginia, Racismo, Sexismo…

Engraçado que uma semana antes do ataque ao show, uma conta no “Twitter” começou a mandar mensagens ameaçando a cantora em questão, e começou também a fazer ameaças ao grupo musical “Fifth Harmony” que apoia as causas feministas e LGBT e Camila Cabello, ex-integrante do grupo, agora em carreira solo. Ocorre que nesse mesmo grupo você tem a integrante Lauren Jauregui que se assumiu bissexual há pouco tempo e uma  das grandes ativistas desses movimentos, tendo sido indicada ao premio “British LGBT Awards”  como “Celebridade LGBT”, ganhando o prêmio dessa categoria e também concorrendo em outra categoria com o grupo.

Como é passado para o povo que vai ser Islamizado?!

O Islamismo vem colocando em prática o plano de Islamizar o mundo desde o século VI, quando ‘nasceu’. Muitos falam que sim, existe mulheres muçulmanas feministas, sim, elas são tratadas com igualdade e “blá blá blá”. Retumbante e grotesca mentira essa! Aí é que a cortina que começou a ser implantada tempos atrás, que foi exposta com a Sra. Linda Sarsour, sim, “jihadista” ligada ao grupo terrorista de Gaza, o “Hamas”, e que encabeçava a “Marcha das Mulheres”. Logo começaram a “plantar a semente” de que o movimento feminista existe na comunidade islâmica e que é respeitado; dizendo que as mulheres têm o seu espaço, direito a se expressar como bem entenderem, bem como a existência do “empoderamento feminista islâmico”.  Como se fala em inglês “bull shit” (besteira), ou no português (historia pra boi dormir). Essa semana estamos colhendo o que esse sistema porco, “jihadista Islâmico” plantou em 21/01/2017, quatro meses e um dia após a cortina de fumaça ter sido levantada. No caso em tela, pois de há muito já estamos vendo essa colheita maldita em muitos países e pontos do globo.

Já sabemos como estão usando os movimentos que mais lutam contra injustiça para continuar fazendo terror. Esclarecido esse ponto, vamos para o seguinte:

Como de fato o Islã trata as mulheres

A mulher é vista como brinquedo, como um ser inferior, deficiente em inteligência, de entendimento de religião, de gratidão e assim por diante.

Conclusão é que devemos estar sempre um passo a frente deles, e, se isso não for possível que pelo menos possamos melhorar nossa  atenção nas nuances que nos são dadas, dia após dia, ataque após ataque, leniência estatal uma após a outra,  falhas graves de inteligência e segurança. Devemos pensar aberto e de forma objetiva, pois eles têm entranhado na alma os fatores:

-Maldade

-Fraqueza

Só que conseguem usar isso a favor deles, usando a relação do espelho, estamos sofrendo o reflexo de um povo doente de alma; que usa o véu a de uma pseudoreligião. Na verdade, um sistema bem articulado de conquista e colonização pelo medo, pela força, maldade e a imposição teo-política para esconder todas as atrocidades quem vêm praticando desde o seu “nascimento” e que vêm sendo acobertadas dia-a-dia pela ONU e outros fortes interessados em outras questões. Não podemos nos deixar ser manipulados por essas mentes assassinas, fanáticas e doentes, e muito menos pela mídia.

Para melhor ilustrar o que aqui é dito em relação à mulher, que pode ser extensivo para outros polos deixo um link que me agradou como explicação e demonstração do que aqui exprimi:

http://www.exmuculmanos.com/por-que-as-feministas-nao-se-preocupam-com-as-muculmanas/

Sempre desejando à todos paz e os bons olhos para identificar o perigo eminente.

Referências:

https://twitter.com/camilahotaf/status/866878805864050688

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,integrantes-do-fifth-harmony-se-consideram-feministas,10000050472

http://laurenjaureguibrasil.com.br/lauren-e-fifth-harmony-sao-indicadas-para-no-british-lgbt-awards-saiba-como-votar/

http://febreteen.com.br/2017/05/maravilhosa-lauren-jauregui-ganha-premio-lgbt-e-agradece-com-mensagem-encorajadora/

http://islamismoestudo.blogspot.com.br/2013/08/a-mulher-muculmana-mais-um-enfoque-na.html

http://emais.estadao.com.br/blogs/leticia-sorg/uma-muculmana-na-marcha-das-mulheres/

http://amigodeisrael.blogspot.com.br/2017/01/linda-sarsour-jihadista-da-marcha-das.html

Imagem: Terror Alert.

 

Onde nasceu o processo que condenou terroristas no Brasil e a existência do “Daesh” no país

Por Amir Kater

                   Muito ouvem falar sobre diversas operações da Polícia Federal Brasileira, até pelos nomes pelos quais são batizadas, como por exemplo: Acrônimo, Zelotes, Lava Jato, Carne Fraca, Jaleco Branco, Esfinge entre muitas outras desde sua criação. Mas é evidente que uma das que foi falada, além da “Lava Jato”, foi no ano de 2016, a operação “Hastag”, por ocasião dos Jogos Olímpicos ocorridos no Rio de Janeiro.

               Pois bem, hoje falaremos um pouco dessa operação que acabou por condenar, recentemente, 08 (oito) pessoas por crime de terrorismo. O que ainda, não me convence, mas falaremos mais adiante.

                 A operação “Hashtag” teve seu início em 26 de abril de 2016, por conta de uma célula terrorista do grupo  “Daesh” (sigla em árabe para al-Daula al-Islamiya al-Iraq wa Sham (Estado Islâmico do Iraque e Sham [Levante]), aqui chamada de “Estado Islâmico” (EI). A operação em tela contou com órgão de diversos órgãos internacionais, Forças Armadas Brasileira, Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). Essa iniciativa, operação policial, foi a primeira com real foco em questões terroristas, com base na lei nº 13.260, sancionada, poucas semanas antes, em 16 de março de 2016, que tenta tipificar os crimes de terror. Sim, tenta tipificar, afinal sabemos que em seu art. 2º, §2º:

  Art. 2o  O terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

  • 2oO disposto neste artigo não se aplica à conduta individual ou coletiva de pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional, direcionados por propósitos sociais ou reivindicatórios, visando a contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender direitos, garantias e liberdades constitucionais, sem prejuízo da tipificação penal contida em lei.

                  Fica evidente que não existe uma clara tipificação de terrorismo, e, sim uma tentativa, aliás, para quem leu o artigo anterior a este intitulado:“O QUE MUDA COM A LEI DE MIGRAÇÃO, O QUE TEMOS DE LEI ANTITERROR E O QUE O PRECONCEITO INTERNO PODE GERAR E JÁ ESTÁ GERANDO AO BRASIL?” no blog “Ecoando a Voz dos Mártires”, vê que se tenta definir terrorismo desde o Decreto nº. 4269, de janeiro de 1921, e, infelizmente essa lei em nada muda essa realidade de constante tentativa. Pois bem, feitas essas considerações iniciais podemos abordar o que hoje gostaria de lhes mostrar: a existência anterior de terroristas em solo brasileiro, afinal se assim não o fosse, para que haveria sido deflagrada a operação “Hashtag”?

 “O Brasil está na rota do terrorismo não por causa de nacionalidade, etnia ou religião, mas porque vai sediar o maior evento esportivo do mundo. Só o fato de existirem pessoas falando sobre isso, é uma prova disso“. Heni Ozi Cuckier, cientista político, que atuou junto à ONU no Cons. de Segurança e professor de RI na ESPM, em entrevista à BBC Brasil que chegou a afirmar a existência de uma “ameaça real”.

              O terrorista Maxime Hauchard, do “DAESH” posta no twiter, no ano de 2015, cerca de uma ano antes do início da operação policial “hashtag” o seguinte:

Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse país de merda

                        Essa mensagem fora postada na sequência de atentado que matou cento e vinte e nove pessoas e feriu dezenas na França em 11 de novembro de 2015, mais precisamente em Paris. Tempos após a ABIN, através do seu, então, diretor Luiz Alberto Sallaberry, afirma que a mensagem acima, de Maxime, elevava o nível de alerta para terrorismo no país, e, que isso incrementava a adesão de brasileiros em relação ao “DAESH”.

                   No ano de 2016, no mês de abril, agentes do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) obtém informação de que muitos brasileiros mantinham contato com elementos ligados ao “DAESH”; o que fez com se elevasse mais uma vez o nível de alerta no Brasil. Tal informe gera maior tensão quanto aos alertas de contra-terror fazendo com que a ABIN expedisse relatório que demonstrava de maneira objetiva ameaças ao país durante os Jogos Olímpicos 2016. Concomitante os agentes solicitam à Polícia Federal alemã (BKA) informações sobre os 22 mil nomes dos integrantes do “daesh”, que lhes havia sido entregue por um informante; não encontraram brasileiros nessa lista.

       Em 29 de maio de 2016, segundo “SITE Intelligence Group”, agência de monitoramento de terrorismo, informa que integrantes do “daesh’ criam conta no aplicativo “Telegram”, com isso foi criado o primeiro grupo de aplicativos de comunicação para divulgação de terrorismo em português, voltado especificamente para o público brasileiro; visando cooptar seguidores, uma vez que já se sabia e se sabe, ainda mais hoje, o grande número de simpatizantes que há quanto aos grupos terroristas, e, não só ao “DAESH”. Basta analisar a autorização do então presidente Lula, que além de autorizar a construção de uma embaixada da Autoridade “Palestina, evidente embaixada do grupo terrorista Hamas, além dos 25 milhões que em Decreto, na canetada, o mesmo presidente doa a esse grupo terrorista, o que mais se pode pensar, não é?

          A partir desse momento, da criação do mencionado grupo, seus seguidores brasileiros, passam a espargir propaganda, incitações terroristas pelo grupo que se intitula, autointitula, “Asnar AL-Khilafah Brasil”, algo como “Soldados do Califado Brasil” que está sediado em território brasileiro. O uso do “Telegram” foi definido como ferramenta mais adequada para disseminação de propaganda, após o fechamento de diversas de suas redes sociais; além do que o aplicativo em questão, permite que se crie canal com número ilimitado de participantes. Aliás ferramenta utilíssima para os integrantes do “DAESH”, como é de conhecimento, devido a grande repercussão, àquela época, foi postado no grupo “Asnar AL-Khilafah Brasil”, 17 maneiras de cometimento de atentados durante os Jogos Olímpicos 2016, momento em que a ABIN passa a monitorar de maneira efetiva o grupo.

                  No início do mês de junho de 2016, a PF em Santa Catarina provoca a Justiça que permitisse o monitoramento de um elemento na cidade de Chapecó, devido suspeitas de planejamento de atentados. Na sequência, em 08 de julho, do mesmo ano, o senhor Raul Jungmann, Ministro da Defesa, informava que não havia informe não se havia qualquer rastreamento de agência internacional sobre ameaça de qualquer monta  de ataque durante os Jogos de 2016. E, ato-contínuo, imprime a “ladainha” de sempre, de que o Brasil é um país pacífico, bem armado e que sabe usar o contra-ataque. Me pergunto, a França, Alemanha, Suécia, Inglaterra entre outros não são pacíficas, não sabem contra-atacar: Por isso, estão sofrendo o que assistimos, hoje com muito menos freqüência, em nossas casas quando dos telejornais?

              Os envolvidos nesse episódio se denominavam, num grupo virtual de “Defensores de Sharia”, sim, os preceitos religiosos, comportamentais, sociais, costumes e outros expressos no “Al Kouran”, que planejavam adquirir material e armamento no exterior, com a intenção de praticar atos terroristas no Brasil. As quebras de sigilo telefônico, autorizadas pela Justiça Federal, demonstraram muitos indícios de que os elementos monitorados/investigados tinham evidente sentimento e prática de intolerância racial, igualmente assim agiam quanto a gênero, religiões diversas propagando-a. Também se descobriu a utilização de táticas com armas e de técnicas de guerrilha para buscar seus insanos, objetivos. Mensagens que estavam sendo monitorados mostram a comemoração de atentado nos EUA, dias antes, numa boate LGBT em Orlando. Segundo apurado pelo jornal “O Globo” essas pessoas usavam falsos nomes árabes, alguns possuíam antecedentes criminais e a idade variava entre 20 e 40 anos.

              A tal “organização” já tinha ramificações em sete estados do Brasil, quando passou a ser monitorado, através de um informante infiltrado no grupo virtual de discussões, após a PF brasileira, receber alerta do FBI. Ora, se houve a necessidade de alerta enviado por agência estrangeira, quanto se sabe ou se monitora realmente células, grupos, organizações ou facções terroristas em solo brasileiro? O questionamento vem com base em outro artigo que publiquei, que dava conta de monitoramento, leniente, por parte da Polícia Federal por volta do anos de 2011, que acabou por se abandonado, mesmo se sabendo da ligação dos elementos monitorados com a Al Qaeda de Osama Bin Laden.

                   Ainda em 2016, se iniciam as investigações, felizmente, menos leniente e mais profissionais do que as anteriores, que por questões, creio eu, mais políticas do que qualquer outra coisa, foram sendo deixadas de lado. Tais investigações passam, também, a monitorar diálogos via “Facebook” e “Twitter”, além de outros aplicativos eletrônicos. Por ocasião do, bem elaborado, monitoramento foram detidos doze elementos suspeitos de planejamento de atentado terrorista em solo brasileiro durante os Jogos 2016. Junto com as prisões mandados de busca, 19 no total, e apreensão foram cumpridos em dez estados brasileiros; cumprimento de duas conduções coercitivas, e, a Justiça determinara a prisão temporária dos doze envolvidos, detidos àquela época.

“Durante o rastreamento, inteligências de vários países nos auxiliaram com trocas de informações.”

Alexandre de Moraes, ministro da justiça, em entrevista à imprensa

             No mês de setembro, daquele ano, houve a divulgação de que os elementos ligados ao planejamento de atentados mencionavam a possibilidade do emprego de armas químicas, para a contaminação de estação de água durante os Jogos.

                 O juiz, Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal do Paraná, responsável pelo caso, dava conta de que as prisões temporárias e todas as outras medidas teriam sido autorizadas por evidentes indícios da práticas dos crimes previstos na Lei nº 13.260/16, no seguintes tocantes:

Art. 3o  Promover, constituir, integrar ou prestar auxílio, pessoalmente ou por interposta pessoa, a organização terrorista.

 Art. 5o  Realizar atos preparatórios de terrorismo com o propósito inequívoco de consumar tal delito:

  • loIncorre nas mesmas penas o agente que, com o propósito de praticar atos de terrorismo:

I – recrutar, organizar, transportar ou municiar indivíduos que viajem para país distinto daquele de sua residência ou nacionalidade; ou

             Documentos  demonstram em suas mais de 300 páginas a intenção dos extremistas de usar as tais armas químicas durante os Jogos 2016; literalmente falavam em promessa de pogrom (limpeza étnica – termo muito ligado às perseguições dos russos contra os judeus na Russia Ksariana) contra os “kaffir”, infiéis; concomitante a isso, islâmicos xiitas e americanos tramavam planos para contaminação de água no Rio de Janeiro; comemorando e trocando fotos dos atos bárbaros cometidos pelo integrantes do “DAESH” nos diversos locais devastados pelo grupo, tais fotos mostravam assassinatos através de incinerar pessoas vivas, decapitações, crucificações, entre outras barbaridades que já não aguentamos mais ver, jurando que o mesmo seria feito em terras brasileiras. Houve, ainda troca de instruções para construção de artefatos explosivos, além de pregarem guerra civil, e as mesmas práticas que mencionamos acima como prática da imposição de “sharia”. Houve, em setembro de 2016, a admissão por parte de Fernando Pinheiro Cabral, também conhecido como Ahmed Faaiz, em seu depoimento à PF, a elaboração de plano para atentado no estado de São Paulo, com grande probabilidade de alvo a parada gay daquela cidade. A ideia era perpetrar o ataque próximo da época dos Jogos 2016, dizendo:

 “em razão da proximidade das Olimpíadas, a fim de aproveitar a mídia em torno desse evento e do Brasil para difusão mundial do ato terrorista”.

                   Em 04 de maio de 2017, a Justiça brasileira condenou oito réus. Foram, estes, condenados com base na lei antiterrorismo, Lei nº 13.260/16, que fala em “promover, constituir, integrar ou prestar auxílio, pessoalmente ou por interposta pessoa, a organização terrorista”.

Foram as condenações:

Leonid El Kadre de Melo – 15 anos de reclusão, sendo 13 anos em regime inicial fechado;

Alisson Luan De Oliveira – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Levi Ribeiro Fernandes De Jesus – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado

Israel Pedra Mesquita – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Hortencio Yoshitake – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Luis Gustavo de Oliveira – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Fernando Pinheiro Cabral – 5 anos de reclusão em regime inicial fechado.

              Nos chamou atenção o que o  advogado criminalista Euro Maciel Filho destacou ao falar que os detidos foram tratados como amadores, mas é necessário ter atenção nas investigações e tirar dúvidas sobre o envolvimento dos detidos.

“Então é uma situação complicada porque estamos lidando com pessoas que são claramente amadoras. Mas o mesmo amador que pode dirigir um caminhão ensandecido em Nice, pode cometer algo aqui no Rio de Janeiro, nas Olimpíadas”, declarou.

                  Já se sabe de há muito, que há integrantes de grupos terroristas, conforme venho escrevendo, a mídia informando e inúmeros relatórios policiais e de inteligência, que aos poucos ou nunca são divulgados; em minha opinião colocando a população em mais ignorância e por óbvio, tornando-a menos atenta aos fatos que a cerca, como estamos vendo em relação ao Projeto de Lei de Migração, que é no mínimo um descalabro jurídico. Mas isso é tema para outras oportunidades.

           A sociedade tem que as manter atenta, diligente e pronta para entender a existência, efetiva e real de terroristas já operando em solo brasileiro, conforme inúmeras matérias jornalísticas; e, infelizmente, caso nada se faça com relação a entrada forçosa dos migrantes “da religião da paz PELA ESPADA” o Brasil, sofrerá, tanto ou mais do que os países europeus.

Referências:

 «PF prende suspeito de ligação com terrorismo em operação no RS»G1. Globo. 21 de julho de 2016. Consultado em 21 de julho de 2016

 «Prisões foram decididas após início de atos preparatórios de ataques, diz Moraes». IstoÉ. 21 de julho de 2016. Consultado em 26 de julho de 2016

 «Prisão de brasileiros é a primeira após aprovação de nova lei antiterror no Brasil». Folha de S.Paulo. Consultado em 26 de julho de 2016

osul.com.br/ Preso na Operação Hashtag volta a ser detido após esfaquear vizinho

 esportes.terra.com.br/ Qual é o risco de ataque terrorista nos Jogos Rio 2016?

«Não vou mais ao Rio”: Como medo de ataques fez alguns brasileiros desistirem de torcer na Olimpíada». BBC

esporteinterativo.com.br/ Preocupação com ataque terrorista aumenta durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/franca-identifica-117-dos-129-mortos-nos-atentados-de-paris.html

 noticias.uol.com.br/ Abin confirma ameaça terrorista contra o Brasil; “lobos solitários” preocupam

 em.com.br/ Às vésperas do Rio-2016, Inteligência detecta contatos de brasileiros com EI

 «Daesh sugere formas de terror nos Jogos Olímpicos do Rio». Estado de Minas. Consultado em 27 de julho de 2016

 tecnologia.uol.com.br/ O novo aplicativo preferido do Estado Islâmico do Iraque e do Levante

 dn.pt/ Terroristas publicam manual de instruções para atentados nos Jogos Olímpicos

 noticias.uol.com.br/ Abin monitora grupo em português criado peloEstado Islâmico do Iraque e do Levante no Telegram

 folha.uol.com.br/ Justiça monitora com tornozeleira suspeito de planejar ato terrorista

 «Ministro da Defesa reafirma que não há ameaça de terrorismo nos Jogos»G1. Globo. Consultado em 27 de julho de 2016

  oglobo.globo.com/ Professor franco-argelino da UFRJ é deportado

oglobo.globo.com/ Ministro da Justiça diz que brasileiro preso em Nova Iguaçu tinha envolvimento com grupos terroristas

 esportes.estadao.com.br/ PF diz que prisão de suspeito de terrorismo não tem relação com Operação Hashtag

 «Investigação da PF sobre terrorismo no Brasil envolve até ONG». IstoÉ. 21 de julho de 2016. Consultado em 26 de julho de 2016

«Em 8 pontos: O que já se sabe sobre os suspeitos de planejar ataques no Brasil». Terra. Consultado em 27 de julho de 2016

 jconline.ne10.uol.com.br/ Polícia Federal prende grupo que planejava ataques terroristas durante a Rio-2016

 oglobo.globo.com/ Suspeitos usavam falsos nomes árabes para se comunicar nas redes sociais

folha.uol.com.br/ Suspeito de terrorismo tem morte cerebral após ser espancado em prisão

 folha.uol.com.br/ Grupo simpatizante ao terrorismo cogitou usar arma química nos Jogos do Rio

Felipe Coutinho (21 de julho de 2016). «Polícia Federal prende célula do Estado Islâmico do Iraque e do Levante que planejava atentado na Olimpíada»Época. Globo. Consultado em 21 de julho de 2016

 «Em operação antiterror, PF prende 10 pessoas suspeitas de ligação com EI»G1. Globo. Consultado em 26 de julho de 2016

 g1.globo.com/ Fantástico mostra e-mail de brasileiro preso por ligação com terrorismo

 politica.estadao.com.br/ Ahmed Faaiz, alvo da Hashtag, confessou à PF que ia planejar atentado na Parada Gay

 veja.abril.com.br/ Juiz manda soltar três réus que planejaram atentados na Rio 2016

 epoca.globo.com/ Polícia Federal pede indiciamento de 16 pessoas na Operação Hashtag

 defesanet.com.br/ Operação Hashtag – Chance de soltura de grupo é mal recebida

Imagem: Portal do Trono.

O que muda com a Lei de Migração, o que temos de Lei Antiterror e o que o preconceito interno pode gerar e já está gerando ao Brasil?

Por Amir Kater

      Recentemente, li alguns comentários em redes sociais, onde as pessoas acusavam Rockefeller de ser um judeu fomentador de toda sorte de desmandos mundiais, inclusive da onda islâmica que assola o mundo. Na verdade, o que tenho percebido é um desconhecimento geral sobre esse assunto, pois esse pessoal não deve saber que o  primeiro salário de Rockefeller foi dado em dízimo para a igreja onde congregava, e, que mais tarde, se filiou à Convenção Batista do Norte. Assim, como podem escrever e inventar de forma leviana algo dessa natureza?

         Onde quero chegar?

     Com tudo o que estamos vivenciando hoje em dia mais por notícias que vêm se tornando escassas nos meios de comunicação como rádio, TV ou mídias impressas, percebemos que o Brasil se alinha fortemente à agenda colonizadora islâmica orquestrada pela ONU e outros entes políticos como governos de alinhamento mais à esquerda, não obrigatoriamente de extrema esquerda. Aliás, basta que se esteja um pouco mais à esquerda, que já se pode ser enquadrado na lógica permissiva que nos impacta mundialmente, com raríssimas exceções.

     Esses tolos, pretensos, “estudiosos” do que acham ser personalidades ou pessoas importantes da comunidade judaica mundial também agem da mesma forma com quaisquer outras pessoas, como por exemplo, o próprio Temer, que já vi muitos chamando de muçulmano, ledo engano. Mesmo sabendo que os cristãos estão sendo mortos aos montes, e, não só atualmente, mas ao longo da história do mundo onde quer que houvesse dominação islâmica,  o que me chama a atenção é a busca por parte dessa comunidade – claro, pela parte menos favorecida de conhecimento – culpar alguém nominativamente como fazem usando Rockefeller, que sequer era judeu ou ente da comunidade judaica. Isso é algo que foge ao entendimento, uma vez que é outro o inimigo objetivo que decapita, estupra, explode bombas, abre fogo, esfaqueia em locais públicos, atira carros, caminhões e/ou aviões contra as pessoas, cristãs, judias ou não.  Da mesma forma que há esse tipo de discussão há, ainda, o problema de não saber o que é judaísmo e sionismo. Pasmem, para alguns o “judeu que defende ou pratica o sionismo é um falso judeu”, “um judeu que mesmo nascido de mãe judia, não guarda Torah, não é judeu”, li isso e outras bobagens em distintos, mas numerosos comentários nas redes, entre outros desmandos. O mais curioso é que algumas dessas pessoas possuem inúmeras fotos em seus murais ligadas à cultura do “Povo do Livro”.

     Ora, meus queridos leitores, se ainda não se consegue conceber coisas tão simples, como respeito – nem que seja pela ignorância de informação – por uma comunidade que em nada prejudica o país, como imaginar que seria possível a ideia de terrorismo no Brasil?

     Pois bem, esses que buscam culpados de uma culpa que não há, claramente nem imaginam, por evidente miopia cultural que o terrorismo e suas figuras adjacentes são algo já considerado, de há muito pela legislação do país. Na realidade, desde meados de 1920, com base em modelos europeus – o que mostra muito, de lá para cá, o porquê lá está havendo o que vemos e para onde, os brasileiros e latino-americanos caminham – foi adotada legislação nesse tocante. Para maior facilidade de entendimento, é bom lembrar a ocasião quando da chegada dos italianos, com a ideia de terrorismo anarquista.

     Evidente que no período do regime militar no Brasil houve toda sorte de ataques terroristas daqueles que discordavam naquele momento dos caminhos políticos do país, o que não cabe aqui a discussão de qualquer plano ou nível; tal entendimento acaba dando origem no país ao termo “terrorismo de Estado”. Tais ataques visavam uma série de entidades governamentais, autarquias como a OAB, que sofreu atentado com carta bomba e uma série de outras instituições que sofreram vários tipos de ações terroristas.

     Por ocasião das questões acima, se cria o Decreto nº. 4269, de janeiro de 1921, que não definia objetivamente o termo “terrorismo”. O Estado passou a tentar tipificar de maneira clara tal termo sem grande êxito até os dias atuais. Dessa forma, o Estado brasileiro, desde 1920, não definiu “terrorismo”, “terror”, “ataque terrorista”, “financiamento ao terror” e boa parcela de seus cidadãos, preferem discutir o que nem de longe lhes afeta, em detrimento do que se aproxima, ou seja, outras comunidades religiosas, demonstrando sem precedente a visão idiotizada do fanatismo latino, não?

            O Brasil, conforme consta do texto de sua Constituição Federal, provê artigos e incisos que versam, mesmo que paliativamente, sobre “terrorismo”; são eles, o art. 4º, VIII, 5º, XLIII, ainda há a Lei 7.170/83, art. 20, 24 entre outros. Igualmente há o art. 7º, do “Código Penal ancião”, em conjunto com a legislação aqui apontada, há mais vasto material jurídico, além do que, o Brasil é signatário de diversos documentos que vão ao combate contraterrorismo. Mesmo assim, sem ter definido isso em legislação adequada, veremos mais a frente ainda hoje; quase um século, a contar de 1920, 97 anos, não se sabe como adotar medidas eficientes para o combate do terror? Afinal, como combater o que não se tem ideia de como conceituar legalmente?

     Ademais, o Brasil não é um país associado às discussões acerca do terrorismo ou contraterrorismo com frequência. Não podemos deixar de perceber que a parca literatura que há sobre o assunto se refere, quase que exclusivamente, aos movimentos de guerrilheiros de esquerda durante as décadas de 1960 e 1970. Porém, o atual caso brasileiro  se torna de suma importância, mas sem muita atenção com jogadas de mídia num claro caso de política de desinformação, o que o torna objeto de pesquisa para os estudos de terrorismo e violência política, não? 

  “A combinação de um forte desejo de criminalizar o terrorismo combinado com a presença de ex-participantes de movimentos de esquerda que se utilizaram da violência política no governo, adicionados a uma pesada estrutura jurídica e burocrática, uma grande fragilidade institucional, além da persistência de movimentos sociais e sérias questões ligadas ao crime organizado – para não mencionar sua posição como acolhedor de grandes eventos como as Olimpíadas – justificam o caso de uma investigação mais detalhada sobre o terrorismo e contraterrorismo no Brasil.”

         Mas aí vem a pergunta que não quer calar: O Brasil é ameaçado objetivamente por algum grupo terrorista ou similar? A resposta mais lógica seria: NÃO! Sabemos da conduta pacífica em todos os aspecto de políticas internacionais que o país tem, inclusive, gerando assim, problemas profundos com facções criminosas, mas ainda não foi palco de nenhuma ação terrorista como as que vemos, hoje, na Europa, e que se viu na Argentina (AMIA), conforme mencionado em artigo que escrevi anteriormente.

             “De fato, até 2011, o Brasil se encontrava no nível mais baixo do Índice Global de Terrorismo (IEP 2012, p. 5) e, apesar de o índice de 2014 registrar alguns casos, o Brasil ainda se situa no nível mais baixo de impacto do terrorismo (IEP 2014).”

     Mesmo assim, nada é tão simples. O fato é que o Brasil, até hoje acredita ser pretensamente, livre de grupos terroristas, mas a leniência da política de Segurança Nacional é gritante; logo, o que se lê no artigo de título: “RISCOS NO BRASIL E AMÉRICA LATINA QUANTO AO TERRORISMO ISLÂMICO, SUAS RAMIFICAÇÕES E IMPOSIÇÃO DE CULTURA[1]“, se mostra mais do que gritante. Mas nem por isso estamos livres de estarmos convivendo com pessoas ligadas ao terror internacional, isso já desde muito tempo. Aliás, como sempre escrevo, devemos entender que o terrorismo e a atividade terrorista não se limitam somente a atentados, pois a atividade de terror, tem muitas outras nuances, muito mais sutis que explosões ou ações de impacto imediato. Há toda uma gama de situações implicadas antes dum ataque propriamente dito e todas estas situações já são atos terroristas.

            Vejamos, o discurso de radicalização que há hoje nas mesquitas, o recrutar de jovens nas periferias, o recrutar fiéis cristãos – por mais que ainda haja os que não creiam na prática, negando a lógica da prática comum ao sistema teo-político islâmico – a difusão de suas ideias e propósitos de radicalização, o treinamento como nos campos já existentes em países vizinhos ao Brasil, financiamento, sistema logístico, planejamento, coleta de informações entre outras atividades; bem como após todos os elementos apontados acima, a ocorrência dum ataque, a fuga, supressão ou apoio de elementos do grupo que estejam feridos e a exploração política ou ideológica dos atentados, tudo isso permeia o terrorismo.  Logo, o atentado é apenas a parte mais agressiva do mesmo e muitas das etapas aqui mencionadas já ocorrem no país.

            Para entender toda a questão, é necessário se reconhecer a utopia de que em nunca havendo ocorrido atentados, a probabilidade de havê-los é inexistente, fortalecendo a “teoria do negacionismo” implementada e perpetrada por muitos elementos interessados, por exemplo, no que a lei de migração beneficia seus anseios. E por não haver a tipificação objetiva de terrorismo, tal regime ilegal, acaba por ser tratado sob a ótica de interpretação de outras modalidades criminosas. Exemplo claro: o sujeito que com um “colete bomba” falso, na varanda de um prédio gritava que só se entregaria após falar com presidente do país. Evidente crime de terror, mas foi tratado como crime de ameaça e outras figuras penais, mostrando evidente entendimento pífio do ato pelo governo e seus órgãos de segurança que não detém “espertise” nessa área, e o legislador, pelo visto, ainda menos.

            A falta de conhecimento claro de terror e a pouca atenção que a mídia emprega, salvo quando há um ataque de fato, gera muitos dos problemas de entendimento e conhecimento das questões ligadas aos que em breve estarão chegando e sendo apoiados pelos que já estão, como foi na Europa. Há, claro, grupos que desde 1980, ano que friso muito em meus comentários e artigos, passam a preocupar a Polícia Federal Brasileira após atentados contra embaixadas e quartéis em Beirute, no ano de 1983; o governo e a Polícia Federal passam a se preocupar com sequestro de aeronaves e atentados a bomba que pudessem ocorrer em seu território. Aliás, bem atrasado em face ao resto do mundo. Tal preocupação leva a recomendação ao Ministério da Justiça para a criação de grupo especializado em contraterror. Aí se cria o Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal, que opera até hoje para respostas de pronto emprego a um ataque terrorista.

     “De maneira mais concreta, podemos (re)traçar a passagens pelo Brasil de indivíduos iranianos ligados à exportação de ideologia radical durante as décadas de 1980 e 1990. Sabe-se hoje, por exemplo, que em maio de 1984, Moshen Rabbani (frequentemente considerado como o mentor de vários ataques terroristas) enviou ao Brasil o mullah iraniano Mohammad Tabataei Einaki. Segundo algumas fontes, o envio de Einaki foi uma consequência direta de um seminário ocorrido na República Islâmica do Irã em 1982 atendido por 380 religiosos de 70 países. Esse seminário foi considerado por alguns como um marco na mudança do método de expansão da Revolução Iraniana que se voltaria para um processo mais ativo de infiltração de uma visão mais radical e violenta do Islã fora do Irã (Nisman & Burgos 2013b, p. 3). Sabe-se, com certeza, que Einaki entrou no Brasil inicialmente com um visto de 30 dias, que foi posteriormente estendido por mais 12 meses. Seu ingresso no Brasil se deu enquanto representante do governo iraniano encarregado de certificar que o frango exportado pelo Brasil para o Irã era de fato halal4. Contudo, durante sua estada no Brasil, os embaixadores do Iraque e Arábia Saudita apresentaram acusações de que Einaki teria se engajado em atividades de radicalização e recrutamento para causas ligadas ao terrorismo iraniano em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba (Nisman & Burgos 2013a, p. 409). Diante das acusações, Einaki foi investigado pela Polícia Federal e acabou sendo expulso do Brasil pela suspeita de seu envolvimento com o grupo xiita libanês Hezbollah (Nisman & Burgos 2013a, p. 409) mas sob a acusação formal de engajamento em atividades políticas diferentes das declaradas para sua entrada no país (Nisman & Burgos 2013b, p. 9).[2]

            Pensando em todo contexto acima, partamos para o que muda em nossas vidas, com a questão da migração, com relação à legislação que pretende vigorar, em breve, no país. Pois bem, é evidente que o texto da lei que trata da migração que revoga o “Estatuto do Estrangeiro” que é considerado documento de discriminação, segue para a sanção do Presidente Michel Temer.

            O texto legal, dizem – eu discordo – que impulsiona o Brasil à vanguarda, em detrimento de outros mais sábios países e governos, por garantir a igualdade de direitos aos migrantes que em seu território chegam. No mínimo assustadora tal visão, quando tratamos dos “calmos e afáveis” “refujihasdistas”; sim, aqueles islâmicos que chegam aos montes, em idade militar, sem mulheres ou crianças para “agregar cultura” ao país, invadido a ser colonizado.

            O nome dado ao enriquecimento cultural é imposição da “sharia” simples assim; penso que a essa altura, já não cabe mais explicar o que é e para que o se presta a “sharia”, certo? Sim.

            Em matéria da revista Carta Capital, extraída da “Deuteche Welle” (Onda Alemã) intitulada: O que muda com a nova lei de migração[3] podemos perceber evidente parcialidade para o que não se deveria. O link está disponível para que se possa ler a matéria. Aqui colocarei as questões por eles trazidas e o que nós consideramos o adequado para os tópicos da revista.

O que muda? (tópico da revista)

        Dar condição de igualdade à pessoas que chegam aos países, que vão colonizar, é algo no mínimo absurdo. Pois bem, há regiões de países europeus que vivem sob a égide da “sharia”, onde mulheres já não podem andar descobertas, como andam nos dias atuais as mulheres no Brasil, por exemplo.

      Poderá haver condenação judicial por um cidadão (nato) passear com seu cão próximo aos islâmicos em “seu novo país” – novo para o nativo, que respondeu a processo e foi preso por fazer algo rotineiro, passear com seu cão -; ora está escrito, em qualquer lei canadense que o cidadão não poderia estar em determinado local com o seu animal? Em nenhum lugar!!! Evidente enfraquecimento do Estado frente a imposição da lei religiosa islâmica. E acabei explicando, “sharia”. Aliás isso já permeia o judiciário brasileiro sob o manto da condenação à xenofobia, pasmem os senhores.

 Vistos humanitários (tópico da revista)

      Para melhor entendimento desse tópico, seria interessante ler o meu artigo anterior onde se demonstra tabela dos países que já não precisam de visto ou o tem facilitado para ingresso no Brasil[4]. Sigamos, lembrando que quanto aos vistos humanitários, é importante se destacar a definição do texto abaixo:

      Estabelece a citada lei, em seu artigo 1º, que “será reconhecido como refugiado todo indivíduo que: I – devido a fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas encontre-se fora de seu país de nacionalidade e não possa ou não queira acolher-se à proteção de tal país; II – não tendo nacionalidade e estando fora do país onde antes teve sua residência habitual, não possa ou não queira regressar a ele, em função das circunstâncias descritas no inciso anterior; III – devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outro país.” (Luiz Flávio Filizzola D’Urso – Advogado Criminalista, Conselheiro Estadual da OAB/SP, Pós-Graduado em Direito Penal Econômico e Europeu pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (Portugal), Pós-Graduado com Especialização em Garantias Constitucionais e Direitos Fundamentais no Direito Penal e Processual Penal pela Universidade de Castilla-La Mancha (Espanha), Secretário da Comissão Nacional da Jovem Advocacia do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, membro da Comunidade de Juristas de Língua Portuguesa (CJLP), membro do CJE – Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP e integra o escritório de advocacia D’Urso e Borges Advogados Associados.)[5]

            A lei que aguarda a sanção presidencial visa facilitar a expedição, concessão desse tipo de visto, o que nos parece um erro, não menosprezando a dor de muitos sírios, egípcios e de outras nacionalidades assoladas por guerras e conflitos de ordem político-religiosas, além da perseguição entre etnias e outros, que sempre cominam em assassinatos, estupros e outras atrocidades perpetrados por muçulmanos, esses da religião da paz que pretende forçar a aceitação popular por força de lei.

           O texto legal visa providenciar “ajuda” às pessoas que chegando no território brasileiro podem solicitar refúgio ou proteção humanitária internacional. EXATAMENTE, assustador e sem parâmetro, não? Quem já não viu “o bom pai de família”, pobre sofredor em fotos tempos antes segurando cabeças ou ajudando a arrancá-las dos corpos do “infiéis” cristãos? Quem não viu, basta que pesquise na internet; não tenho como prática expor certas imagens.

      Me pego pensando de maneira profunda: ora porque pessoas nessa condição, não englobam mulheres e crianças? Por que só homens em idade militar com pleno e grande vigor físico? Se “fogem” dos países, aliás, de seus países de origem, por que abandonam suas famílias, uma vez que se dirigem à pátrias que não tem ou se permitem – permitiam, aliás – certos conflitos internos? Se, estão assim, tão debilitados pela imposição da lei religiosa, por que ao chegar e começar a se estabelecer exigem que seus anfitriões passem a adotá-la?

      visto humanitário para implantação de legislação religiosa radical islâmica como estamos lendo e vendo na Europa, já de anos pra cá? É isso que visa o governo brasileiro, talvez nem imaginando o perigo; afinal, não há sequer definição clara de terrorismo e a Lei nº 13.260/16 é mais uma excrescência jurídica contra o povo brasileiro. O governo visa islamizar o país facilitando através dessa modalidade de visto a entrada de terroristas, coligados e afins ao terror, partidário das perseguições aos cristãos e judeus? Como assim, por que isso?

Combate à discriminação (tópico da revista)

“A nova lei institui o repúdio à xenofobia e ao racismo e qualquer outra forma de discriminação como princípios da política migratória do país. O texto também garante aos migrantes o direito de participar de protestos e sindicatos.”

     Aqui gostaria de pedir ajuda a quem quer que seja. Afinal isso é concebível por alguém?  O sujeito chega, usa seus caminhões, facas e carros (devem ser, todos esses objetos doutrinados por alguma força extraterrestre “asiática” como aponta a polícia inglesa após ataque na ponte), que saem atropelando e furando as pessoas, inadvertidamente, nos países onde chegam, não? Aí, o cidadão nato ou o migrante  com residência fixa ou naturalizado – aliás rigorosamente dentro da norma legal vigente -, é que pratica xenofobia ao se levantar em evidente legítima defesa para protestar ou rechaçar agressões dos objetos treinados pelos ET´s?

      Direito aos sindicatos e organizações de fundo social, leva diretamente ao art. 2º, § 2º da Lei 13.260/16, aquela que mencionei mais acima, sancionada pela então presidente Dilma Roussef, aliás uma ex-terrorista confessa e que teve sua ficha divulgada amplamente na mídia. Terão, ainda, direito de defesa em juízo contra aqueles que não aceitam os ET’s que “instruem e doutrinam” seus veículos roubados ou próprios a atropelar, furar degolar os nativos do país onde chegam?

      Como se faz a defesa do estuprador, degolador, fuzilador, esfaqueador, crucificador ou pedófilo com visto humanitário? Todas as modalidades descritas na questão anterior é decorrente dos traumas. Que traumas? De onde advém? Façam-me o favor, não?!

 Fim da criminalização da imigração (tópico da revista)

      Ora, criminalização de razão migratória? Há país que tenha recebido tantos migrantes quanto Brasil e EUA? O Brasil é basicamente composto por imigrantes. Há por óbvio, portugueses (colonizadores), japoneses, holandeses, italianos, romenos, turcos, alemães, chineses, coreanos, russos, poloneses, húngaros, egípcios, espanhóis, bolivianos, haitianos, paraguaios, argentinos, chilenos, uruguaios, peruanos, cubanos, ucranianos, venezuelanos, angolanos, sírios, libaneses (com ênfase minha aos cristãos dessa nacionalidade – estes não têm postos avançados de dominação e observação – mesquitas); nascidos nos países integrantes do Mercosul, e passam a também compor esse quadro, alguns descritos acima.

            Logo, dando visto de maneira “indiscriminada” nenhum “forasteiro” poderá se preso por irregularidade documental, instituindo o terror com documento hábil; isso sem falar na anistia para aqueles que já estão aqui há anos, sendo ajudados pelos que já estão aqui, ligados ao Hezbollah, Hamas, Al Qaeda, enfim, não?

        Claro, que não podemos esquecer da equiparação do nato, do nascido em solo brasileiro, com o “migrante” para condição de pé de igualdade[6]. Afinal se lhes dão todos os direitos constitucionais de um nascido no país. Isso implica em “direito a vida” – na França também, e o que está havendo lá? – “direito à liberdade” – Inglaterra também, e, o que está havendo naquele país? -, “direito à segurança” – Alemanha também deu, e o que está havendo com os alemães? – além do direito à constituição de sociedade privada, Pronto, se estabelece legalmente o direito do comércio de uma gama enorme; alguém percebe o risco que isso traz? Num país que não consegue regular a tríplice fronteira, por onde, desde há anos passam armas, drogas e outra infinidade de ilícitos como conseguirá algum orgão de segurança lidar com pessoas que estão mais do que “traquejadas” em trabalhar de maneira escusa. Alguém conhece um terrorista que é legalista e praticante de licitudes?

        Tenho me perguntado, dia e noite, o que ganha o brasileiro com ignóbeis propagações de informações burras como as sobre Rockefeller, que nunca foi o que dizem ser, judeu, e, mesmo sendo uma figura nefasta como Soros e tantos outros, se em realidade não atinam para uma série de outras questões, que pende sobre suas cabeças além de procurar teorias e culpados que pouco importam para o adiantado que está o processo todo.

         Preferem perder tempo se digladiando ao falar de  fulano de tal, igreja, isso ou aquilo, judeu isso ou aquilo, mas se esquecem que piratas somalis, estarão entrando no país. O Hezbollah, Hamas, al-Qaeda e outros, já estabelecidos em solo brasileiro e de outros países fronteiriços só engrossarão suas fileiras, e poderão impetrar toda sorte de perseguições e atrocidades. Já é de muito tempo sabido que células do DAESH, aqui chamado de ISIS ou EI (Estado Islâmico), foram perdidas pelos agentes da ABIN, a mesma que assumiu as possibilidades de atentados em solo brasileiro durante a Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.

            O que mais me grita aos olhos e vai contra o senso médio da lógica, é que a grande maioria, a mesma que não se preocupa com ela própria, mas quer culpar “Rockefellers judeus” não atina para as práticas de cristãos como eles, seja Lula, o que doou 25 milhões através de decreto para o Hamas, e sempre aparece falando em D´us; Dilma, a ex-terrorista, sua sucessora, idem  e/ou Temer que é católico romano. Estes ajudaram e ajudam, e hoje permitem que seus pares, cristãos, morram à míngua por suas políticas ignóbeis e através da lei de migração nas mãos dos mesmos que estão afogando a Europa em sangue.

            Nada em absoluto contra qualquer visão ou professar religioso de quem quer que seja, mas enquanto se procura, para variar o bode-expiatório  judeu, o “Shylock of Merchant of Venice” (Shylock, o Mercador de Veneza – de William Shakespeare), quem é que está complicando e pondo risco quem? Vale a denominação religiosa mais do que o caráter? Será que a humanidade e o caráter, melhor colocando, valem menos que a religião e a vida humana?

            Tantos âmbitos se debate quanto ao que vem ocorrendo, e muitos fiéis, não entro no mérito das denominações, não têm em suas lideranças, inclusive políticas, força para evitar a catástrofe eminente, mas negam sua própria lógica ao buscar, julgando, qualquer outro, ser melhores do que seus futuros vizinhos colonizadores; os islâmicos? Parece-me mais que competem equiparação; falando de maneira ampla e geral, conforme tenho visto. Não se trata de um ou de outro, mas de diversos grupos.

            Não cabe apontar agora quem é o culpado, salvo o governo eleito por aqueles que sofrerão; mas sim, cabe saber como lidar com a realidade de um país de legislação frouxa, fronteiras abertas desde sempre com corroboração do Mercosul e agora definido pela Lei de Migração, que de prática contraterrorista só tem a teoria (se é que tem), e nada de conhecimento empírico, prático, tem nesse campo que se apresenta, apoiado numa legislação onde um terrorista que seja ligado a uma ONG, programa social ou sindicato que perpetre ataque terrorista não será julgado como terrorista, pois assim a Lei anti-terror determina.

LEI Nº 13.260, DE 16 DE MARÇO DE 2016

Regulamenta o disposto no inciso XLIII do art. 5º da Constituição Federal, disciplinando o terrorismo, tratando de disposições investigatórias e processuais e reformulando o conceito de organização terrorista; e altera as Leis nºs 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e 12.850, de 2 de agosto de 2013.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1º Esta Lei regulamenta o disposto no inciso XLIII do art. 5º da Constituição Federal, disciplinando o terrorismo, tratando de disposições investigatórias e processuais e reformulando o conceito de organização terrorista.

Art. 2º O terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

§ 1º São atos de terrorismo:

I – usar ou ameaçar usar, transportar, guardar, portar ou trazer consigo explosivos, gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos, químicos, nucleares ou outros meios capazes de causar danos ou promover destruição em massa;

IV – sabotar o funcionamento ou apoderar-se, com violência, grave ameaça a pessoa ou servindo-se de mecanismos cibernéticos, do controle total ou parcial, ainda que de modo temporário, de meio de comunicação ou de transporte, de portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios esportivos, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, instalações de geração ou transmissão de energia, instalações militares, instalações de exploração, refino e processamento de petróleo e gás e instituições bancárias e sua rede de atendimento;

V – atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa:

     Pena – reclusão, de doze a trinta anos, além das sanções correspondentes à ameaça ou à violência.

     § 2º O disposto neste artigo não se aplica à conduta individual ou coletiva de pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional, direcionados por propósitos sociais ou reivindicatórios, visando a contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender direitos, garantias e liberdades constitucionais, sem prejuízo da tipificação penal contida em lei. 

            Um inimigo que já está dentro de casa; pois perde dias, horas, semanas, meses para disseminar preconceito, falácia, acusações torpes, como pode ser combativo quando se perde tempo e forças com falácias e nada em aprimoramento em campos importantes para o que está por vir?

         Não faço aqui qualquer julgamento, mas sim, gostaria que todos, cristãos de todas as vertentes, judeus de todas as vertentes ou qualquer religioso de qualquer vertente e assim por diante, refletissem sobre os questionamentos aqui levantados.

       No que a população brasileira média, que tem em sua minoria judeus, está sendo melhor do que os muçulmanos, perseguidores dos coptas e outras vertentes cristãs ao tentar procurar o improvável inimigo, como base para parte de seu desespero?

       Não sabem esses falastrões, se a culpa é dos judeus sionistas, dos falsos judeus que são sionistas, dos judeus que não são sionistas, por isso são judeus de fato ou dos maçons, em sua grande maioria cristãos. Aliás, cabe salientar que a base da  maçonaria é a bíblia, enfim, a mesma que os cristãos usam – hoje em dia é fácil saber mais sobre o tema, desde que haja maturidade para entendimento da leitura.

      Saibam que assim como cristãos que acusam a todos sem base lógica ou estrutura de conhecimento, o discurso em muitas mesquitas é para que cace e se abata cristãos e  judeus, que sequer, estes últimos,  como espólio escravagista poderiam servir. Sabiam disso?

      Mas aí vem meu martírio de curiosidade; estes que sim, por base religiosa e familiar cristã, deveriam ser o bastião da paz, do amor fraternal, da aplicação da palavra Daquele que morreu para levar seus pecados, são estes a se equiparar – uma minoria eu quero crer – àqueles que se deve combater, no momento, no campo legal, social, político e acadêmico; mas inevitavelmente, depois no campo físico, numa eventual guerra civil, quando começarem a implantar a “sharia” e outras questões?

      Mantenhamos a visão na questão teo-política, no risco territorial, social e humano iminente. Há que se ter claro os seguintes conceitos que os muçulmanos buscam:

ESTRATÉGIAS DA IMPLANTAÇÃO DA SHARIA E CONSEQUENTE CONQUISTA (ISLAMIZAÇÃO)

“HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

     Acordemos! Urge a necessidade de acordarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Despertemos!

      Expresso votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Imagem: Visão jurídica Uol

[1]https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2017/04/04/riscos-no-brasil-e-america-latina-quanto-ao-terrorismo-islamico-suas-ramificacoes-e-imposicao-de-cultura/

[2] http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-44782015000100047

[3] https://www.cartacapital.com.br/politica/o-que-muda-com-a-nova-lei-de-migracao

[4] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2017/04/28/lei-de-migracao-mercosul-e-a-histeria-dos-recem-acordados/

[5] https://flaviodurso.jusbrasil.com.br/artigos/121521315/a-questao-dos-refugiados-e-do-visto-humanitario

[6] http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2016-12-07/imigrantes-cargos-publicos.html

 

Lei de Migração, Mercosul e a Histeria dos Recém-Acordados

Por Amir Kater

   O Mercado Comum do Sul (Mercosul), acaba ajudando toda a sorte de migrantes, nesse caso islâmico, de uma série de países não só dos países do Mercosul. Temos claro, por notícias jornalísticas durante anos que nos países da América Latina como um todo, existem muitas forma de falsificações de documentos e outros tipos de crime que facilitariam a entrada de “jihadistas” no campo dos países participantes ou vizinhos a estes. E independentemente do Mercosul já há entrada de imigrantes  de diversas formas como abordarei adiante.

            Em artigo esclarecendo o posicionamento do Mercosul e matéria de migrações, a internacionalista Camila Baraldi afirma:

            “No Mercosul, à proposta do Brasil de uma espécie de anistia migratória para os nacionais do bloco por seis meses, a Argentina respondeu com uma contraproposta, de “anistia permanente” ou “canal de regularização permanente” – a qual foi finalmente aceita por Brasil, Uruguai e Paraguai, este último com certa resistência[2]. No entanto, foram necessários sete anos para que os Acordos entrassem em vigor, em respeito à regra de consenso para a tomada de decisões no bloco e à necessidade de internalização das normativas.

            Em dezembro de 2010, a Decisão 64 do Conselho do Mercado Comum (CMC) estabeleceu “um plano de ação para a conformação progressiva de um Estatuto de Cidadania do Mercosul”, que deve ser implementado até 2020. Seus objetivos gerais são: a) implementação de uma política de livre circulação de pessoas na região; b) igualdade de direitos e liberdades civis, sociais, culturais e econômicas para os nacionais dos membros do Mercosul; e c) igualdade de condições para acesso ao trabalho, saúde e educação. Para tal, o plano de ação prevê a adoção de medidas em onze eixos: i) circulação de pessoas; ii) fronteiras; iii) identificação; iv) documentação e cooperação consular; v) trabalho e emprego; vi) previdência social; vii) educação; viii) transporte; ix) comunicações; x) defesa do consumidor; e xi) direitos políticos.

            O Plano estratégico de Fronteiras, instituído pelo Decreto 7.496/2011, e a Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras trabalham com a lógica da fronteira como local privilegiado para o cometimento de crimes. Mesmo no Mercosul, onde esses temas são contemplados em diferentes grupos de trabalho, há relatos de que o Foro Especializado Migratório (FEM) foi provocado pelo Foro Especializado de Terrorismo e Controle, que pediu a incorporação de temas relativos a crimes na pauta migratória. A estratégia para o enfrentamento dos crimes passa pela ideia de conter a ameaça, apesar da imensidão das fronteiras brasileiras e da insuficiência de recursos disponíveis para tanto. Nesse âmbito, o discurso integracionista ainda é fraco e a mobilidade de pessoas é associada a todos os tipos de crimes cometidos na fronteira, não somente o tráfico de pessoas, mas de armas e drogas.

            Assim, a questão que se coloca é: de que integração estamos falando? O modelo do regionalismo aberto e a aposta no livre comércio na América do Sul já mostraram-se incapazes de atender aos objetivos de desenvolvimento buscados há décadas pela região. Por sua vez, na Europa, a política para as migrações – restritiva e seletiva – tem colocado em xeque os próprios princípios humanistas que estão na sua origem, no pós-guerra[10]. Haveria um outro modelo a ser proposto? Uma integração dos povos, promovida desde baixo? A aproximação criada entre os países e as populações sul-americanas a partir do Mercosul é algo nunca antes visto, e as trocas que surgirão a partir das migrações intrarregionais carregam um potencial riquíssimo para a região, ainda pouco considerado.” [1]

              E para maior eficiência no entendimento traçarei paralelos e matérias jornalísticas, de maneira a determinar onde e o porquê entendo que mercados como Mercosul ou Comunidade Europeia, quando alinhados em suas políticas, já de há muito, muito à esquerda, e, no Brasil com políticas obscuras e soturnas, criaram campos ainda mais complexos pela vontade de aceitar qualquer política migratória, somada à sua leniência de monitoramento prévio de segurança e a corrupção que assola desde o encerramento dos regime militar; não defendendo esse último, porém, os desmandos eram de outra ordem.

              Inicio pelos países dos quais dispensamos vistos por determinado tempo, conforme tabela encontrada e com dados do Portal do Ministério das Relações Exteriores. Considerando o Mercosul, que não necessita de passaporte[2].

PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação
Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Bolívia Dispensa de visto, por até 30 dias Visto exigido Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Bósnia e Herzegovina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias O prazo total de estada não deve exceder 180 dias por ano
Chile Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Colômbia Dispensa de visto, por até 180 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Equador Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Uruguai Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Ingresso permitido com Cédula de Identidade Civil
Venezuela Dispensa de visto, por até 60 dias Visto exigido Ingresso permitido com Cédula de Identidade Civil

            Devemos considerar e atentar que segundo o último senso de 1992, o Islã é a religião que mais cresce atualmente no mundo e mais de 1/4 da população mundial é muçulmana de acordo com o último censo mundial realizado pela ONU. Há no mundo cerca de 5 bilhões, 771 milhões, 939 mil habitantes, aproximadamente, sendo que quase 1 bilhão e 500 milhões desses habitantes são muçulmanos, ou seja, 25% da população mundial é muçulmana.

              Islã é a religião que mais cresce no mundo:

Muçulmanos na Ásia (1996) 1,022,692,000 (30%)
Muçulmanos na África (1996) 426,282,000 (59%)
Número Total de Muçulmanos no Mundo (1996) 1,678,442,000
Número Total de Pessoas No Mundo (1996) 5,771,939,007
Porcentagem de Muçulmanos (1996) 25%
O Índice Anual de Crescimento do  Islam (1994-1995) O.N.U. 6.40%
O Índice de Crescimento do Cristianismo (1994-1995) O.N.U. 1.46%
Número Total de Muçulmanos no Mundo (2000) 1,902,095,000

 Nota: “De acordo com o Censo 2010 do IBGE existem 35 mil muçulmanos no país, mas algumas entidades islâmicas afirmam que são 1,5 milhão. Não se sabe ao certo, pois nos últimos anos a política externa do governo petista tem facilitado a entrada de imigrantes de modo geral, incluindo aqueles que professam a fé muçulmana. Vindos de 18 países da Ásia e da África, a maioria tem ido para cidades pequenas ou médias.” [3]

Os Países Muçulmanos

               Consideram-se países muçulmanos aqueles em que os muçulmanos representem mais de 50% da população e a maioria deles são membros da Organização do Congresso Islâmico, que foi fundada em 1969. Com sede em Jedah na Arábia Saudita, os presidentes e os reis destes países se reúnem a cada 3 anos.

              Os países muçulmanos que não são membros do Congresso Islâmico são:  Costa do Marfim, Albânia, Etiópia, República Centro Africana, Tanzânia e Togo. Além disso há dois países Africanos em que os muçulmanos representam menos de 50%, e que são membros da Organização e são eles Uganda e Gabão”, de acordo com a página http://www.islam.org.br/o_islam_hoje.htm:

Lista  do site islam.org.br Lista do Ministério das relações exteriores:
País PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação
X Albânia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Armênia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Bósnia e Herzegovina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias O prazo total de estada não deve exceder 180 dias por ano
X Emirados Árabes Unidos Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Assinado em 16/03/2017
X Malásia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Malta Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Marrocos Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Palestina (Autoridade) Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Tunísia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Turquia Dispensa de visto, por até 90 dias Visto exigido  

De 55 (cinquenta e cinco) países pela lógica do site http://www.islam.org.br, comparada à tabela do MRE, 9 (nove) países muçulmanos, nas condições descritas, não precisam de visto. Ora, convenhamos que após entrarem no Brasil, têm acesso fácil a qualquer outro país, pois sabidamente menos que o Brasil, mas mesmo assim ainda muito falhas, são todas as fronteiras dos países ligados ao Mercosul.

            Independente do tema ser América do Sul e a área de “livre comércio”, vejamos outros interessante texto, do mesmo site:

“Da Indonésia ao Marrocos, há uma série de estados muçulmanos, que são membros da ONU, se na Europa existe a Albânia, dentro da extinta URSS, há várias repúblicas muçulmanas, que conseguiram a sua autonomia com a desintegração da União Soviética. A Confederação (Commonwealth), desenvolvida pelos britânicos mostrou que o convívio com uma coletividade de estados não muçulmanos não impede a verdadeira independência dos muçulmanos. Se a França, Rússia, China e Índia e outros países prepararem os seus territórios muçulmanos para a autonomia integral, a luta pela libertação, empreendida por eles, perderá a sua razão de ser, e todos serão capazes de viver e conviver em concórdia e cooperação, com o sentido de bem estar universal.”

            Mais uma vez, aqui se vê a sanha colonizadora e bruta dos “pacatos” islâmicos, porém, em eloquente antítese de texto e contexto com a realidade que hoje assola a Inglaterra, onde há embates frequentes, atentados terroristas, um prefeito islâmico que, por óbvio minimiza a agressividade inata de seus correligionários do sistema teo-político de colonização chamado Islã, bem como citam outros países que em seu texto mostram claramente o desejo de emancipar territórios que se quer existiram algum dia. Ora, alguém conhece em território muçulmano na França como se menciona sobre a extinta União soviética? Há algo mais a se perguntar quanto ao que quer dizer em contexto geral: “Índia e outros países prepararem os seus territórios muçulmanos para a autonomia integral, a luta pela libertação, empreendida por eles, perderá a sua razão de ser, e todos serão capazes de viver e conviver em concórdia e cooperação, com o sentido de bem estar universal.”; há dúvida que paire no ar?

“O Islam está representado, e de fato assim tem sido há longos séculos, no seio de todos os povos, o número exato de Muçulmanos no Mundo, dificilmente pode ser contado com precisão, pois há mortes e nascimentos, e há conversões que freqüentemente não são publicamente assumidas por razões pessoais. Mas, a partir sa informações disponíveis, não há duvída de que algo mais do um quarto da população Mundial, já se voltam diariamente em direção a Kaaba em Makkah, para proclamar, em alto e bom som , ALLAHU AKBAR, Deus é o Maior!”  (erros de grafia copiados direto do link replicado neste, sem qualquer alteração)

                 Entendamos que ao longo dos séculos existem muçulmanos, porém não tantos séculos quanto tentam fazer parecer no texto frente a outras vertentes religiosas, por óbvio. Mas o que mais chama atenção é a afirmação que atrás do “que frequentemente não são publicamente assumidas por razões pessoais” mais se assemelha a um senso comum de que não devem ser facilmente identificados; o que me remete aos cinco passos da islamização mas se mostrando mais organizada, madura e apta a aplicar o seu formato belicoso de teo-política, dissimulando de maneira quase que como um serviço de inteligência, quiçá.

              Voltemos ao Brasil e América Latina

              Brasil e Emirados Árabes Unidos (EAU) assinam acordo para isenção de visto em 16/03/2017,  garantindo a isenção de vistos de turismo, negócio e por conseguinte, aos portadores de passaportes diplomáticos e/ou especiais de ambos países[4].

              Independente do que as matérias de jornais tratem, é evidente que há grande facilidade, novamente de trânsito em território nacional e em outros países latinos por parte daqueles que se valerão dessas facilidades diplomáticas para implementar contatos com clérigos, aporte financeiro às organizações de recrutamento disfarçadas de mesquitas, entre outras questões. Basta analisarmos notícias recentes como a prisão de imigrantes árabes sírios portando passaportes falsos quando tentavam deixar o Brasil, pelo aeroporto de Salvador. A matéria de setembro de 2016 explica a saída de um deles, mas não explica como este e seus outros, hoje 05 (cinco) colegas de ”cela”, entraram no país; pior estão 03 (três) deles em liberdade provisória sem sair do país[5].

              Vem o questionamento, com as ramificações, clérigos, empresários e outros ligados, intrinsecamente a grupos radicais, para que não me apontem o dedo alegando que sou islamofóbico, ficarei nos radicais dessa vez, lembrando que ser anti-terrorista não é ser “islamofóbico”, mas sim cônscio que 99% dos atentados são impetrados por eles. Ora, com quem falam, onde vão, o que fazem? Poderiam se tornar um “asiático” tal qual o terrorista da ponte inglesa? Podem manter contato com as carradas de radicais, coligados, representantes ou mesmo com os próprios mentores de ataques terroristas dentro e fora do Brasil? Sim, porque não?

            O discurso de que a situação na Síria é muito complicada, é bonito para certos veículos midiáticos, para certos setores políticos e para os quase sempre desocupados/alienados que confundem imigrante com “refujihadista”, e que defendem os direitos humanos daqueles que não são as vítimas, mas sim, o autores dos massacres e assim por diante.

              Pouco tempo depois, em dezembro de 2015, da mesma fonte noticiosa vem o informe de fraude em certidões de nascimento, onde 72 (setenta e dois), novamente sírios foram identificados. Para complicar mais, o governo dos Estados Unidos através do seu consulado informou àquela época que 17 deles – dois dos quais eram ex-militares das forças armadas da Síria  – havia requerido visto para entrada naquele país. A matéria mostra algo importante: “Ao todo, 51 dos 72 sírios saíram de lá com o documento. Nenhum sistema conseguiu detectar a fraude e podiam votar e até ser eleitos, porque 52 deles têm o título de eleitor também.”

              Ora, o que podem ou poderiam, no melhor estilo e com base no “benefício da dúvida” ter somente um ou terem mais de um destes  51 homens com documentos brasileiros feito de contato em diversos países do Mercosul antes de terem sido pegos? Com quem estiveram? Com quem falaram? Para quem telefonaram? Quais foram e com quem foram suas trocas de e-mails durante o tempo em que “eram brasileiros”?

              Mas vem o pior! Naquela ocasião, demonstra a matéria:

O Ministério das Relações Exteriores declarou que não fala sobre questões ligadas a estrangeiros no Brasil. O Ministério da Justiça vai pedir informações a autoridades do Rio. O Detran do Rio informou que, por lei, só pode exigir certidão de nascimento ou de casamento pra emitir a carteira de identidade.

A Receita Federal declarou que está implantando um processo integrado pra evitar informações fraudulentas na inscrição do CPF.

A Corregedoria Geral da Justiça fez uma intervenção no cartório em 2010 por suspeita de irregularidades – e afirma que as fraudes são anteriores a esse período. Mas a polícia diz que foram depois. O serviço de registro de nascimentos no cartório foi extinto.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio declarou que, pra obter o título, o eleitor precisa declarar que as informações são verdadeiras, sob pena de crime eleitoral. A Polícia Federal afirmou que tem um inquérito sobre o caso, mas que não pode comentar porque está em segredo de justiça.

A assessoria de imprensa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, enviou uma nota sobre a falsificação em certidões. “A matéria veiculada hoje no Jornal Nacional, que mostra uma quadrilha no Rio de Janeiro que falsifica certidões de nascimento para tornar Sírios em brasileiros natos, demonstra aquilo que a Justiça Eleitoral tem denunciado, que o sistema de registro civil no Brasil é falho e que é necessário ser aperfeiçoado. Por isso, o TSE já encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 1775/2015 que cria o Registro Civil Nacional (RCN), baseado na identificação biométrica do cidadão pela Justiça Eleitoral para ser no futuro a base para um documento único, inequívoco, unívoco e seguro de identificação do cidadão [6].”

   Então, percebemos que o Ministério das Relações Exteriores não tem nada de transparente  há muito tempo. Imaginemos agora sob a batuta do apoiador irrestrito do Islã, senhor Aloysio Nunes Ferreira, que vê em terroristas meros oprimidos refugiados, negando a lógica mundial noticiada todos os dias. E de outro lado, o Detran se exime de culpa com base numa legislação pífia; a Receita Federal, estava à época implantando sistema de informações fraudulentas na inscrição do CPF; isso nos parece dúbio, informações fraudulentas, vindas de maus funcionários do órgão ou informações sobre fraudes ocorridas no CPF? O TRE, presidido à época pelo senhor Dias Toffoli, nomeado pelo doador de 25 milhões de reais ao grupo terrorista “Hamas” em 2010, no mínimo, igualmente, curioso.

              Aí, podemos seguir entendendo o motivo do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP), propor o Projeto de Lei nº 2516/15, que tem como explicação da ementa a alteração do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940. Passa a ter maiores chances com o governo, até porque, além do PL, ainda poderia usar o argumento de que a “ONU destaca a ‘obrigação’ de receber refugiados[7]” – matéria do G1 de 14/09/2015, cerca de um mês após o recebimento do PL na Câmara. A afirmação quanto a “obrigação de receber refugiados” vem do jordaniano Zeid Ra’ad Al Hussein. Me questiono o que, por exemplo o senhor  Hussein, sabe sobre a política interna dos países que ladeiam o Brasil, como se dão seus governos; e, pior, desde a subida dos governantes do Partido dos Trabalhadores, só se alinharam à esquerda radicalizando a população em geral, aparelhando o Estado em todos os níveis, politizando as entidades estudantis em todos os níveis e áreas, mentindo e dissimulando como seus predecessores e amigos latinos, Fidel, Chaves, Morales (aliás este uma aberração), e outros, como Maduro, que além de tudo tem seu vice  Tareck El Aissami, um co-ligado do “Heezbollah”; quais sejam todos “ótimas pessoas”, não abrandando os governos anteriores ao dos “petistas”. Até poderíamos considerar a necessidade dos refugiados, sim, mas dos “refugishadistas”, evidente que nunca, ainda mais quando estes já se encontram espalhados e aguardando o próximo passo em face ao Brasil.

              Em julho de 2016, outro caso correlato de falsificação como o do RJ, agora em Campo Grande:

“Conforme informações do delegado regional de combate ao crime organizado, Cléo Mazzotti, e do delegado que responde pela unidade da PF e Ponta Porã, Glauber Fonseca de Carvalho Araújo, o esquema passou a ser investigado depois que um estrangeiro tentou tirar passaporte em Ponta Porã, em 2014 e acabou preso.

Ele estava com documentos “teoricamente” verdadeiros, mas na conferência de suas digitais, foi identificado que o homem era na verdade de nacionalidade Palestina.Segundo a polícia, a fraude era feita num cartório de Areado, em São Gabriel do Oeste, onde eram confeccionadas certidões brasileiras verdadeiras para estrangeiros[8].”.

              Ora, como se dá essa entrada no Brasil? Como chegam tão rápido e conseguem documentos, se não através de outros países latinos? Não que o Brasil não tenha deficiências efetivas, grandes e objetivas em suas fronteiras, além de estar alinhado com Irã e “Palestina”  -Autoridade Palestina, vez que o país não existe –  o que poderia facilitar a entrada de elementos nocivos em nosso território, mas devemos considerar, ainda mais a Argentina, principalmente no período “Kirshnerista” defendendo a tal ponto o Irã, que suprimiu, na figura de sua presidente o assassinato de Alberto Nisma, Procurador Federal daquele país, que estava a “milímetros” da autoria do atentado terrorista islâmico à entidade judaica Amia, em Buenos Aires.

              O que fica evidente é que no Paraguai há costumeira entrada e saída de islâmicos irregulares, assim como na Argentina, Venezuela e Cuba, os quais juntamente com o Brasil se alinham declaradamente com país fomentador do terrorismo internacional, o Irã. O Brasil além das estreitas relações com o Irã ainda doa dinheiro para o “Hamas” através de Decreto Presidencial.

              Enquanto muitos se dizem estarrecidos com a “nova” Lei de Migração, evidente fica a letargia e falta de leitura geral do povo, que nunca percebeu que a lei só regulamentará muito daquilo já previsto no Mercado Comum do Sul, com sua ideia antiga do Foro de São Paulo acerca da unicidade de bloco latino. Basta que se analise a paulatina convergência à esquerda, com apoio irrestrito às políticas da ONU, pelo que o Brasil pode ficar até 20 anos fora do Conselho de Segurança[9]. Essa é mais uma coincidência enorme, não? Afinal, se lá estivesse, teria que se posicionar, evidente que como quase sempre – para não dizer sempre – acompanhando outros grandes como os Estados Unidos. O que atrapalharia em muito os planos colonizadores dos investidores da indústria “Halal” entre muitos outros compromissos vermelhos?

              Leio textos de pessoas que se dizem assustadas com o governo e a “nova lei”, mas desconhecem a presença já massiva de islâmicos que só se radicalizam e recrutam candidatos a “novos conversos” às baciadas. Os “assustados” ignoram a vinda por dias de Bin Laden para reunião com outros jihadistas ligados a Al Qaeda, pessoas que já estavam aqui e já se estabeleceram como empresários. São os mesmos que não conhecem o decreto presidencial contra a família Bin Laden. Essas são as mesmas pessoas que se arvoram a falar aos gritos sobre “intervenção militar”, que julgam que essa ou aquela “pílula milagrosa” ou uma “hashtag” (#vetatemer), fosse resolver algo. Ainda mais depois do último discurso do presidente na ONU, dias atrás.

              Esses mesmos do “veta Temer” aos gritos, os da “intervenção militar”, os do “aqui esse povo do demônio não se cria”, são os mesmos que sequer – com raras exceções – leram sobre o professor Adlène Hicheur, que lecionava na UFRJ, mas que em 2003 sofrera condenação por terrorismo na França, e, que muitos acharam absurdo ter sido deportado à Argélia, seu país de origem. Evidente que na grande maioria, os alunos da universidade provavelmente fariam como as estupradas e degolados da Europa, recebendo seus futuros estupradores e assassinos com cartazes: “refugiados não são criminosos”, “Islã religião da paz, é bem-vindo” e essas coisas bem típicas de alienados sociais e mentecaptos funcionais manobrados por questões políticas, na maior parte das vezes de engodo para encobrir coisas maiores.

          Finalizo minha indignação com uma reflexão muito apropriada que li na Fan Pge de uma amiga: “Falta à América-Latina, para não fazer a piada grosseira com latrina, os brios e a cultura nacionalista da Rússia, Japão, Polônia, Israel ou Hungria, entre outros poucos. Que muito poucos falam, mas que efetivamente nunca permitem a bandalheira que se vê por aqui. Continuemos ativistas, continuemos, infelizmente a não sermos ouvidos e ainda achincalhados pelos próprios conterrâneos, que vão contra a base legal do país que proíbe desconhecimento da lei, e, que ficam chocados com a já mais que certa sanção da de migração.”

Imagem: Comexblog

Referências:

[1] http://www.ictsd.org/bridges-news/pontes/news/a-experi%C3%AAncia-do-mercosul-em-mat%C3%A9ria-de-migra%C3%A7%C3%B5es

[2] http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/tabela-de-vistos-para-cidadaos-brasileiros

[3] https://noticias.gospelprime.com.br/numero-recorde-muculmanos-brasil/

[4] http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-03/brasil-e-emirados-arabes-assinam-acordo-para-isencao-de-visto

[5] http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/09/presos-com-passaporte-falso-na-ba-sirios-sao-proibidos-de-deixar-brasil.html

[6] http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/12/policia-do-rio-prende-quadrilha-que-transformava-sirios-em-brasileiros.html

[7] http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/onu-pede-que-europa-amplie-canais-migratorios.html

8] https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/esquema-de-falsificacao-ajudava-arabes-a-se-passarem-por-brasileiros

[9] http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2017/03/brasil-abre-mao-de-integrar-o-conselho-de-seguranca-da-onu-9750537.html