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A “inspiração palestina” para criação de um novo Estado Totalitário Islâmico

Por Andréa Fernandes

Nos últimos meses, a mídia global tem proporcionado grande visibilidade à expulsão dos rohingyas em Mianmar (Birmânia). Amparados em dados fornecidos pela ONU, ativistas de direitos humanos e jornalistas noticiam semanalmente as ações do governo rotulando-as erroneamente como “genocídio” e até mesmo o Papa foi instado a se pronunciar contra as violações cometidas única exclusivamente contra o referido grupo étnico, apesar de os cristãos estarem sofrendo terrível perseguição que não atrai a atenção da imprensa.

Venho acompanhando o desenrolar da crise e não me surpreendeu um acontecimento não anunciado no Ocidente: numa reunião com o presidente do parlamento em Bangladesh na terça-feira, uma delegação do Oriente Médio – composta por representantes de diversas entidades nas áreas humanitária e política – emitiu o comunicado de que a comunidade internacional deve agir rapidamente sobre a crise com os royingyas ou o mundo criará outra Palestina.

Ora, por que entidades islâmicas estão fazendo conexão dos rohingyas com os palestinos? Há alguma semelhança entre ambas as crises?

Por saber que o Google está contaminado com “desinformação”, penso serem necessárias algumas informações para o leitor perceber que a “crise” que tanto preocupa a ONU representa mais uma faceta do projeto de islamização de territórios não-muçulmanos.

Para tanto, vamos sanar inicialmente a primeira dúvida que aparece ao debatermos essa questão: quem são os rohingyas? A “resposta” vai depender muito da fonte a ser consultada. Se a pesquisa for efetuada num site árabe como Al Jazeera, você lerá que “são a minoria mais perseguida do mundo“, isto porque, países muçulmanos e a imprensa simplesmente ocultam a realidade de que são os cristãos a minoria mais perseguida, sendo “alvos prediletos” em países muçulmanos.

Apologistas árabes muçulmanos costumam definir os rohingyas como grupo étnico formado principalmente por muçulmanos que viveram durante séculos em meio aos budistas de Mianmar. Por outro lado, diversos estudiosos afirmam que a palavra “rohingya” não é encontrada em nenhuma fonte histórica, exceto num único texto do final do século 18. Além disso, reconhecem que o termo passou a ter popularidade entre os muçulmanos do estado de Rakhine (situado em território birmanês) nos anos 50 e 60, oportunidade em que se deu uma “rebelião mujahid” – rebelião daqueles que lutam pela jihad – contra o governo budista birmanês exigindo um Estado separado para os muçulmanos de Arakan. Segundo Jaques P. Leider, especialista em História do sudeste asiático, “até a década de 1990, ‘rohingya‘  foi utilizado na maioria dos meios de comunicação não como uma denominação étnica ou religiosa, mas como uma denominação de insurgentes que resistiram ao governo de Mianmar e tentaram criar um Estado muçulmano independente perto de Bangladesh.

Dessa maneira, já dá para ver que estamos diante de mais um “povo inventado” com o escopo de dar continuidade ao expansionismo imperialista islâmico, senão vejamos: a rede Al Jazeera reconhece “evidências” que não são divulgadas pela grande mídia e vale transcrever para breve apreciação:

Durante os mais de 100 anos de governo britânico (1824-1948), houve uma quantidade significativa de migração de trabalhadores da Índia atual e do Bangladesh para o que hoje é conhecido como Myanmar. Como os britânicos administraram Myanmar como uma província da Índia, essa migração foi considerada interna, de acordo com a Human Rights Watch (HRW). A migração de trabalhadores foi vista negativamente pela maioria da população nativa.

Ora, podemos constatar dois fatos importantes para desvendar as falácias da “propaganda muçulmana”: Al jazeera, que não aceita a decisão dos britânicos em relação a partição de território para formação do Estado de Israel e da “Palestina”, aceitou de “bom grado” como legítima a migração de muçulmanos oriundos da Índia e Bangladesh para território de maioria budista (Mianmar) promovida pelos mesmos “colonialistas britânicos”. E nesse caso, pouco importa o “parecer” de uma instituição humanitária como a HRW, que não tem autoridade alguma para definir assuntos pertinentes à soberania dos países. Outrossim, uma vez não tendo o canal árabe explicado o motivo da indignação da “população nativa” (budista), urge esclarecimentos indispensáveis.

Na verdade, o que está acontecendo em Mianmar é um conflito religioso entre muçulmanos e budistas em virtude do estabelecimento da jihad apregoada por lideranças muçulmanas para criar mais um Estado teocrático islâmico a fim de  submeter os “infiéis budistas” ao Islã.  Estudiosos atestam que ao conquistarem Arakan em incursões contra Mianmar nos idos de 1824-1826, os britânicos passaram a incentivar a imigração de indianos e bengalis muçulmanos para a região de forma que no início do século 20, a população muçulmana imigrante passou a ser O DOBRO do tamanho da população local. Com isso, a comunidade muçulmana (rohingya) passou a expandir suas redes religiosas, bem como assumir costumes diferentes dos seus vizinhos budistas os quais tiveram suas aldeias deslocadas devido crescimento da população muçulmana.

Apesar de não haver nenhuma “promessa formal”, alguns muçulmanos  acreditavam que os britânicos lhes presenteariam com um território autônomo” após a 2ª Guerra Mundial, pelo que uma parcela deles esperava a separação de Mianmar para unir o território à Índia ou Paquistão. Todavia, em 1946, líderes políticos muçulmanos divulgaram suas intenções de se apropriar do território originalmente birmanês (budista) para formar um Estado independente. Logo, após a independência birmanesa em 1948, iniciou-se uma rebelião dos muçulmanos contra o governo que culminou naquilo que inapropriadamente os ocidentais qualificam de “combates de guerrilha”, mas que na linguagem muçulmana é a jihad, a qual expulsou os budistas das aldeias de Arakan, parte do território que desejam estabelecer um Estado na base da usurpação de terras budistas sob a conivência da comunidade internacional. Sendo assim, o surgimento do nacionalismo budista se deve em grande medida à oposição em relação à imigração em massa de muçulmanos. Porém, com o golpe militar em 1962, encerrou-se a participação política formal dos muçulmanos e demais minorias no país aprofundando-se medidas restritivas contra a mesmas.

Em 1982, o governo aprovou a Lei de Cidadania da Birmânia, que concedeu cidadania a muitos grupos minoritários étnicos, mas não outorgou o mesmo direito aos rohingyas. Assim, explosões de violência vêm sendo promovidas pelos muçulmanos os quais são auxiliados por outras facções terroristas islâmicas na Indonésia e Paquistão. Cabe, ainda, enfatizar que a insurgência violenta dos rohingyias é tema de segurança nacional na Índia, conforme atestam relatórios da inteligência que mostram conexão entre grupos rohingyas e organizações jihadistas (terroristas).

Desse modo, considerando o fato de que há uma “experiência genocida” vivida pelos hindus que continuam sendo erradicados por muçulmanos do território vizinho de Bangladesh – transformado à força num sanguinário Estado totalitário islâmico – é perfeitamente compreensível a pauta budista defendendo a tese de que os rohingyas são uma “identidade religiosa inventada”, afirmando através de documentos históricos a inexistência de uma comunidade assim nominada, pois tais muçulmanos são originalmente “imigrantes” conduzidos por britânicos do moderno Estado muçulmano de Bangladesh para um Estado de maioria budista sem consulta à população local.

Se a Europa rechaça a “imigração ilegal”, deveria também considerar como “legítima” a pretensão do país de maioria budista de não reconhecer um “povo inventado” que almeja criar um Estado islâmico em usurpação à soberania de um país. Aliás, vale lembrar que o governo de Mianmar está disposto a conceder cidadania à minoria muçulmana se concordar em utilizar sua verdadeira identidade, a saber, bengali, o que vem sendo rejeitado por suas lideranças que sonham com a implantação de mais um “califado” na Ásia.

Contudo, embora eu reconheça a total ilegitimidade do pleito dos rohingyas, não posso concordar com ações violentas e ilegais do governo de Mianmar, que também são usuais contra a pacífica minoria cristã que não pleiteia autodeterminação. Matança arbitrária, estupros sistemáticos, incêndio de casas e expulsão de moradores costumam ser estratégias de lideranças muçulmanas contra minorias e não cabe a uma defensora dos direitos humanos “justificar” tais ações que atingem principalmente à população mais vulnerável como mulheres e crianças. Ações enérgicas devem ser voltadas sempre contra os jihadistas e não contra a população vulnerável.

Infelizmente, falta ao governo budista de Mianmar a “ética judaica” no trato para com aqueles que almejam usurpar seu território. Dessa vez, o “esforço jihadista” dos muçulmanos está sendo combatido com as “mesmas armas” pelos “discípulos de Buda” que resolveram dar uma trégua aos seus ensinamentos religiosos para seguir os “preceitos de paz” ensinados pela ortodoxia islâmica!

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem:http://www.rfa.org/english/news/myanmar/myanmar-government-orders-state-media-not-to-use-rohingya-06212016155743.html

 

 

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Amin al-Husseini, o líder palestino amigo e colaborador de Hitler

Por Andréa Fernandes

Quando assistimos horrorizados à crueldade praticada pelos terroristas do Estado Islâmico contra os cristãos, yazidis, curdos, homossexuais e outras minorias do Iraque e Síria, a primeira reação advinda é a estupefação com o nível incompreensível de brutalidade que muitos apologistas religiosos afirmam estar totalmente desvinculado do “verdadeiro islã”.

Entrementes, como não almejo alcançar o panteão obscuro dos “politicamente corretos” para agradar os seguidores da “banalização do mal”, confesso que muito embora reconheça existir uma parte da comunidade muçulmana adepta à paz – sem, no entanto, precisar estimativas como muitos fazem – acredito que a essência da religião tem grande possibilidade de conduzir o seguidor a um comportamento virulento contra os chamados “infiéis”.

A história da evolução dos povos muçulmanos está repleta de evidências que corroboram o meu entendimento, e nesse mister, importa trazer à lume um fato histórico paradigmático.

Assim que os britânicos se assenhoraram da “Palestina” após o esfacelamento do Império Otomano (1917-1918), implantaram uma política antissemita de apoio à violência árabe para impedir o cumprimento da Declaração Balfour, que previa a criação de um lar nacional judaico na região. Nesse sentido, escolheram Amin al-Husseini como líder oficial das comunidades árabes de Jerusalém, atribuindo-lhe o título de grão-mufti (chefe dos juristas que interpretavam as leis religiosas), dado o seu histórico criminoso ao liderar a revolta dos árabes contra os judeus no ano de 1920, revolta esta que resultou numa simbólica sentença condenatória a 10 anos de prisão, prontamente revogada, a fim de que Husseini desse continuidade aos seus discursos de ódio que inflamavam diversos grupos árabes para cometer atrocidades contra os judeus.

A longa carreira do religioso muçulmano palestino como grão-mufti de Jerusalém lhe proporcionou a oportunidade de apregoar incitamentos de ódio contra as comunidades judaicas. Expressões tais como, “itbah al-yahud” (matem os judeus) e “nashrab dam al-yahud” (beberemos o sangue dos judeus), fomentaram ataques árabes, aumentando a violência antijudaica que se espelhava em massacres.

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Objetivando expulsar os judeus nativos e refugiados da “Palestina” através de atos violentos contra os civis mais vulneráveis (idosos, mulheres e crianças), os discursos do futuro “conselheiro de Hitler” culminaram no Massacre de Hebrom, no ano de 1929. Árabes assassinaram covardemente estudantes de uma instituição hebraica de ensino superior e invadiram lares judaicos assassinando diversas famílias.

Com efeito, convém avocar o relato do chefe de polícia britânico de Hebrom, que sintetiza perfeitamente a política de “limpeza étnica” perpetrada pelo grão-mufti racista em face das vítimas indefesas, tais quais as vidas ceifadas pelos terroristas do Estado Islâmico:

“Ao ouvir os gritos num quarto, subi por uma espécie de passagem em um túnel e vi um árabe cortando a cabeça de uma criança com uma espada. Ele já a havia atingido e estava cortando novamente e, ao ver-me, tentou atingir-me, mas errou: estava praticamente na boca do meu rifle. Eu o atingi na virilha. Atrás dele estava uma mulher judia coberta de sangue com um homem que reconheci como um policial (árabe) chamado Issa Sheril, de Jafa… Estava de pé sobre a mulher com um punhal na mão. Ao ver-me, fugiu para um quarto vizinho e tentou trancar-me – gritando em árabe “senhor, eu sou um policial”. Eu entrei no quarto e atirei nele.”

Qualquer semelhança entre o depoimento acima e os testemunhos que lemos nos jornais acerca da barbárie executada pelo ISIS é “mera coincidência” que tem preenchido a história dos povos muçulmanos.

Como bem frisa Pamela Geller, o “Hitler muçulmano” acreditava que os nazistas cumpririam o seu desejo de eliminar os judeus de seus territórios sagrados, inclusive, Jerusalém, que sempre teve maioria judaica, cumprindo assim a “lição” que recebeu do profeta Mohammad – exemplo maior do Islã – ao matar e/ou expulsar todos os judeus de Meca e Medina. Aliás, fala-se muito por aí entre os “intelectualóides” acerca da “inspiração luterana” do ódio de Hitler contra judeus, porém, esconde-se a realidade de que os religiosos que entusiasmaram os nazistas para praticar o Holocausto não foram bem os cristãos, e sim, os muçulmanos. É bom lembrar da declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Percebe o quanto a “religião da paz” foi vista como útil aos interesses nazistas de erradicar os judeus com a “solução final”? Contudo, a relação promíscua do líder palestino genocida Al-Husseini com o nazismo é um fato que historiadores não comentam em salas de aula e já provocou prisão de um jornalista na Alemanha por ter ousado publicizar nas redes a outra face – verdadeira – do líder religioso muçulmano que sonhava com o extermínio de judeus para se apropriar de suas terras.

O “infiel” Michael Sturzenberg não entendeu que a sharia (lei islâmica) proíbe críticas ao Islã – em alguns países gera pena de morte – e também não aprendeu que “liberdade de expressão” é um “decadente” conceito ocidental que não tem mais lugar na “Eurábia”. O jornalista teve a infeliz ideia de postar um retrato no Fabeook mostrando a colaboração islâmico-nazista, fato histórico que já foi suprimido por “educadores” imbuídos no ensino das “maravilhas da cultura islâmica” e “trevas da cultura imperialista-racista ocidental”. Seis anos de prisão é a consequência por não obedecer a sharia estabelecida pelo país que obriga crianças alemãs a participarem de projetos educacionais de visita aos locais onde foram perpetrados o Holocausto, mas “desobriga” crianças muçulmanas a participarem do referido projeto educativo em respeito ao “ódio sectário” dos líderes muçulmanos mais ortodoxos.

Esse tema do “ódio genocida palestino” é tão relevante ser tratado que renderá novo artigo brevemente… Vou aproveitar enquanto não há prisões no Brasil por críticas à religião protegida pela mídia esquerdista que elegeu o Cristianismo para “crucificar”.

A penalidade mais comum que tenho recebido por denunciar as perversidades de países muçulmanos contra minorias vem sendo o “bloqueio” no Facebook, e o que escrevo hoje é justamente em “repúdio” à censura que tenta impedir o meu direito de denunciar as violações de direitos humanos de parte de um “povo  inventado” ansioso por fazer com os judeus o mesmo que fez com os cristãos de Belém, que deixaram de ser maioria de 80% naquele território importante para a fé cristã por “obra e graça” dos seguidores da “religião da paz” protegida pela “mãe das prostitutas”, ONU!

Enquanto cristãos forem perseguidos, discriminados e massacrados em países muçulmanos hei de lembrar que a inspiração de ódio “islâmico-nazista” deve ser combatida veementemente sob pena de continuarmos observando de forma omissa crimes horrendos em nome de ideologias cruéis como o Nazismo que dizimou 6 milhões de judeus e o “islamofacismo” que dizimou milhões de cristãos armênios, gregos e assírios na “Turquia genocida“.

A “informação” sem a roupagem enganosa do “politicamente correto à la sharia” ainda é o melhor instrumento de combate ao “ódio religioso” que verdadeiramente mata milhares de seres humanos todos os anos!

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos no Oriente Médio.

Fúria palestina: Trump é culpado ou inocente?

Por Andréa Fernandes

Dias após a decisão histórica de Trump em reconhecer Jerusalém como capital de Israel, as manchetes dos jornais de sábado passaram a ter como protagonista o Iraque, que declarou oficialmente o fim da luta contra o Estado Islâmico após 3 anos de conflito que ocasionou a perda de quase um terço do território iraquiano, incluindo Mosul, a segunda maior cidade do país. Apesar de celebrar a expulsão do grupo terrorista reconquistando o território perdido na “guerra religiosa”, o governo reconhece a possibilidade de jihadistas do grupo terrorista voltarem com atos de guerrilha[1].

Em segundo plano ficou mais um “dia de fúria” palestina” contra Israel estimulado pelas lideranças religiosas e políticas que mantêm a velha prática de usar as populações de Gaza, Jerusalém e Cisjordânia em ações violentas a fim de promover “rios de sangue” para acusar Israel de violações dos direitos humanos ao repelir manifestações irascíveis e contra-atacar os foguetes lançados por terroristas contra a população civil israelense.

Alheia à violência praticamente diária que os palestinos costumavam promover contra israelenses antes da decisão de Trump, a grande mídia fez questão de noticiar que ataques aéreos israelenses mataram dois palestinos em Gaza e acusaram Trump pelo acontecimento[2], como se fosse do presidente estadunidense a culpa pela doutrina religiosa islâmica considerando toda terra de Israel território waqf, sendo esse um dos motivos para a “indisposição permanente” dos palestinos de levarem adiante o processo de paz com Israel. Na verdade, as Forças de Defesa de Israel (FDI) atingiram quatro alvos terroristas em resposta a mais um foguete proveniente de Gaza que atingiu a cidade de Sderot objetivando matar civis israelenses[3].

A falta de divulgação dos “meandros islâmicos” impede a opinião pública de entender alguns “detalhes” do conflito. Assim, faz-se necessário explicar para não-muçulmanos o conceito “waqf”, o qual foi muito utilizado pelo “líder nazislâmico” Amin al-Husseini, intitulado de forma indevida pelos britânicos “grande mufti de Jerusalém”. O famoso líder palestino – que desejava impetuosamente o genocídio de judeus e constava da “folha de pagamento” dos nazistas por seus horrendos serviços de apoio ao Holocausto – chamou a inexistente “Palestina” de “terra waqf.

A palavra “waqf” significa literalmente “detenção” e segundo estudiosos muçulmanos, refere-se “à detenção de uma propriedade para que seu produto ou renda possa estar sempre disponível para fins religiosos ou de caridade. Quando um waqf é criado, a propriedade é detida, ou está “amarrada” para sempre e depois torna-se intransferível”. Dentre as “consequências jurídicas” para uma propriedade waqf, convém citar a dedicação a Alá, a irrevogabilidade, a perpetuidade e a inalienabilidade[4].

Agora, creio que faz sentido explicar que o grande mufti de Jerusalém e outros líderes árabes – à exceção do rei Abdullah, da então Transjordânia (atual Jordânia) – rejeitaram o plano de partição da “Palestina” em dois Estados, um árabe e outro judeu, sugerido pela Comissão Peel em 1937. O motivo? Amin al-Husseini defendeu argumentação religiosa afirmando que a “Palestina” era “terra waqf”, o que a tornava impossível de “ser dividida”, mesmo que minoritariamente com os judeus, sendo, portanto, uma espécie de “legado muçulmano” que deveria ser preservado exclusivamente nas mãos dos árabes “submissos a Alá”. Dessa forma, o Estado judeu não deveria existir… o tempo passou, mas o argumento perpetuou…

Com o estabelecimento do Estado de Israel em 1948, a argumentação religiosa antissemita veio à lume novamente com força através da criação do grupo terrorista Hamas em 1987, que em sua Carta de constituição, no Capítulo III, tem como subtítulo “A Palestina é um waqf islâmico (propriedade concedida, doada)” e no Artigo 11, estipula:

Art. 11- O Movimento de Resistência Islâmica sustenta que a Palestina é um território de Wakf, (legado hereditário) para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Ninguém pode negligenciar essa terra, nem mesmo uma parte dela, nem abandoná-la, ou parte dela. Nenhum Estado Árabe, ou mesmo todos os Estados Árabes (juntos) têm o direito de faze-lo; nenhum Rei ou Presidente tem esse direito, nem tampouco todos os Reis ou Presidentes juntos, nenhuma organização, ou todas as organizações juntas – sejam elas palestinas ou árabes – têm o direito de faze-lo, porque a Palestina é território Wakf, dado para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição.

Esse é o status legal da terra da Palestina de acordo com a Lei Islâmica. A esse respeito, é igual a quaisquer outras terras que os muçulmanos tenham conquistado pela força, porque os muçulmanos a consagraram, à época da conquista, como legado hereditário para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Assim ocorreu quando foi completada a conquista de Al-Sha’m (8) e do Iraque, e os Comandantes dos exércitos muçulmanos enviaram mensagens ao Califa ‘Umar b. Al-Khattab, pedindo instruções a respeito das terras conquistadas – dividi-las entre as tropas ou deixa-las em mãos dos seus proprietários, ou proceder de outra forma[5].

Em parte do Artigo 13, ainda preceitua:

“Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad (guerra santa).”

Os fundamentos totalitários e terroristas com base religiosa do “documento” – que não é contestado pelos defensores da “causa palestina” – podem ser vislumbrados também no seguinte preceito:

Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele. (segundo palavras do mártir, Iman Hasan al-Banna, com a graça de Alá). 

E se alguém levantar a hipótese de que os “palestinos” não mais enxergam Israel como “território waqf”, aconselho consultar fontes dos seus movimentos espalhados pelo mundo. Num dos muitos sites tecendo distorções brutescas para validar a farsa do “direito” ao território de Israel, assim está escrito: A chamada ‘Palestina Histórica’ é todo território que engloba hoje Faixa de Gaza, Israel e Cisjordânia.[6]

Logo, uma vez que o Estatuto do Hamas corrobora o intento genocida dos seus seguidores, fato este ratificado por suas “autoridades religiosas” que em discursos inflamados nas mesquitas afirmam que “os judeus devem ser massacrados e mortos[7], torna-se debalde toda tentativa de criação de um Estado que não tenha condição mínima de proporcionar fronteiras seguras e pacíficas com Israel. A chamada Palestina é, na forma proposta por suas lideranças, um protótipo de Estado terrorista!

Portanto, culpar Trump por ações terroristas palestinas estimuladas por suas lideranças é uma verdadeira discrepância, uma vez que, conforme percebido pelo próprio presidente dos EUA – apesar das “promessas de campanha não cumpridas” dos presidentes antecessores  – não houve avanço nos processos de paz e muito menos no “acordo de reconciliação” entre as facções palestinas. A campanha de ódio palestino não precisa de “justificativa” para atacar Israel… Sem qualquer ação de Trump, desde janeiro de 2012, mais de 2.530 foguetes e morteiros foram disparados de Gaza e atingiram áreas civis israelenses[8].

O combustível para a “revolta dos palestinos” não está na decisão de um Estado soberano acerca da linha de política externa que adota, e sim, nos escritos sagrados islâmicos. Enquanto o Ocidente  não atentar para o lema do Hamas preconizado no Art. 8º do seu Estatuto, não perceberá que está apoiando a possível criação de mais um Estado totalitário islâmico tão perverso e sanguinário quanto Arábia Saudita e Irã.

O art. 8º dispõe:

Alá é a finalidade, o Profeta o modelo a ser seguido, o Alcorão a Constituição, a Jihad é o caminho e a morte por Alá é a sublime aspiração.

Cabe ao Ocidente escolher entre o “exemplo do profeta Mohammad” e as “ações de Trump, mas particularmente, eu rejeito a ideia de um povo tomar como “modelo” um “profeta”, que ao chegar em Yatrib (Medina) – com metade da população judaica – agiu de forma tão “amistosa”, que em 2 anos não havia mais judeus na referida “cidade sagrada”, os quais foram exilados, escravizados ou assassinados. Se em mais de 90 versos, o Alcorão vaticina que o profeta é o “padrão de vida perfeito” para todos os muçulmanos[9], o “desejo de matança” do Hamas e demais apoiadores realmente encontra amparo no mundo totalitário islâmico, porém seria “justo” a comunidade internacional tentar obrigar o governo israelense a apenas “observar” uma “chuva de foguetes” assassinar os seus nacionais?

Se a “Constituição” do Hamas obriga parte da população a “aspirar a morte por Alá” para criar um Estado islâmico na base da “jihad”, nada impede que Israel use a milenar ética judaica para escolher salvar o seu povo que “aspira a vida”!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem:  EBC Agência Brasil

[1]https://www.theguardian.com/world/2017/dec/09/iraq-formally-declares-end-to-fight-against-islamic-state

[2] https://www.theguardian.com/world/2017/dec/09/israeli-airstrikes-kill-two-in-gaza-as-fallout-from-trump-decision-continues

[3]http://www.jpost.com/Breaking-News/IDF-hits-four-terror-targets-in-Gaza-following-a-rocket-attack-on-Sderot-517510

[4] https://www.lawctopus.com/academike/concept-waqf-muslim-law/

[5] http://www.beth-shalom.com.br/artigos/estatuto_hamas.html

[6] http://vivapalestina.com.br/a-historia-de-um-povo/

[7] https://www.youtube.com/watch?v=WmnpMXOpaM4

[8]http://www.jewishvirtuallibrary.org/palestinian-rocket-and-mortar-attacks-against-israel

[9] https://voiceofeurope.com/2017/12/why-islam-is-a-totalitarian-system-and-a-threat-for-every-non-muslim-civilisation/#.WivQedleo8Q.twitter

 

Os EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel: vem guerra por aí?

Por Andréa Fernandes

Antes de escrever sobre o evento histórico promovido pelos Estados Unidos no momento em que o presidente Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel, resolvi dar uma espiada nas “análises” da galera suprassumo em política internacional e também na mídia árabe. Afinal de contas, nenhum país se importa realmente com os palestinos sob a ótica dos “direitos humanos”, uma vez que o intuito real é deslegitimar Israel na obsoleta oposição midiática comunista ao único país que não se afundou na desordem estimulada pelo ódio religioso e sectarismo, próprios de países muçulmanos.

Tão logo Trump cumpriu com o dever consignado na lei que o Congresso americano aprovou em 1995 – que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a consequente transferência da embaixada – e que vinha sendo covardemente postergado por seus antecessores, a comunidade internacional explodiu em fúria – não tão “calorosa” quanto os jihadistas que o Ocidente recebeu – criticando a ação americana num flagrante desrespeito à soberania do país.

O vozerio foi fortalecido pela União Europeia, na pessoa da chefe de política externa, Frederica Mogherini – aquela integrante do partido comunista italiano que “tietava” o terrorista Yasser Arafat[1] – irresignada, após o ato de Trump, disse: “acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e Palestina é baseada em dois Estados e com Jerusalém como a capital de ambos”[2]. Talvez, a tese dela em ciência política intitulada “A Relação entre Religião e Política no Islã”, seja o motivo de se empenhar em defender a “jihad palestina”, já que as ações criminosas de países muçulmanos não são do seu interesse, e sempre é bom lembrar que a diplomata hipócrita não anda preocupada com a ocupação de 37% do território cipriota pela Turquia, que mantém 40 mil soldados no norte do Chipre, invadido em 1974[3]. Por acaso, Frederica se manifestou na imprensa quando o “sultão Erdogan” avisou que “a Turquia nunca sairá do Chipre[4]? As pautas comunistas sempre privilegiam os “amantes da paz islâmica obtida pela espada”.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina – considerado “moderado” pelo Ocidente – ao ser informado por Trump através de telefonema acerca da sua decisão de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém acionou seu fiéis “ativistas-terroristas”, que convidaram fotógrafos e cinegrafistas para “visitar” Belém a fim de documentar um “evento importante”, qual seja, palestinos ensandecidos queimando cartazes com imagens de Trump e a bandeira de Israel[5]. O objetivo é simples: promoção da “propaganda de ódio” para levar a opinião pública a acreditar que a política de Trump incendiará a região, o que fez o presidente da Autoridade Palestina afirmar que “os Estados Unidos perderam o papel de mediador no Oriente Médio”[6].

Hoje, Abbas em pronunciamento agressivo afirmou que a “revolta palestina” deve continuar e o líder do movimento Fatah – também considerado moderado pelo Ocidente – disse que “Trump emitiu declaração de guerra contra o povo palestino”[7]. Abbas já havia ordenado o fechamento de escolas e na usual política retaliatória contra inocentes, o prefeito de Belém (ocupada por palestinos), também determinou o desligamento de todas as luzes de natal na área onde cristãos vêm  sofrendo limpeza religiosa desde o início da ocupação palestina. E se alguém vier com a lengalenga de que “palestinos não são ocupantes”, cabe lembrar que antes da Guerra de Independência de 1948, a população original de Ramallah era 90% cristã e de Belém, 80%. Além disso, o “pacisfismo islâmico” dos invasores palestinos proporcionou a seguinte realidade: em 1967, mais da metade dos moradores de Belém eram muçulmanos e Ramallah se tornou uma grande cidade muçulmana[8].

Aliás, vale uma breve digressão: o falecido terrorista Yasser Arafat mudou a demografia de Belém semelhantemente à estratégia de países muçulmanos na atualidade, ou seja, enviando milhares de muçulmanos de campos de refugiados, e como bem salienta o jornalista Giulio Meotti, transformou a cidade – outrora majoritariamente cristã – “num refúgio seguro para terroristas suicidas”, onde cemitérios e conventos foram profanados e cristãos transformados em escudos humanos pela perversa Organização para a Libertação da Palestina (OLP). De sorte que, a OLP e outros grupos islâmicos “ofertaram” aos cristãos nativos as mesmas atrocidades que seus homólogos do Estado Islâmico: casamento forçado, conversões, espancamentos, apropriação de terras, ataques incendiários, boicote comercial, tortura, sequestro, assédio sexual, extorsão, dentre outros crimes mantidos ocultos pela mídia vendida aos interesses árabes.

Após o pronunciamento histórico de Trump, Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista Hamas, fez o que sempre foi sua especialidade: conclamar o terror contra civis inocentes, e para tanto, pediu uma nova “intifada contra o inimigo sionista[9] como condenação à decisão de Trump no melhor estilo “jihad”. Contudo, a “ansiedade sanguinária” não resistiu esperar até o dia 8, quando deveriam ser iniciados os atos de violência, e com isso, os terroristas passaram a efetivar disparos de foguetes contra o território israelense ocasionando “resposta” de Israel direcionada às estruturas militares na Faixa de Gaza[10]. Seguindo a mesma “linha assassina”, o grupo terrorista xiita Hezbollah, financiado pelo Irã, também endossou a necessidade de intifada.

Incitados por suas lideranças, cerca de 3 mil palestinos saíram às ruas em protestos violentos em 30 locais na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, onde dezenas de manifestantes se reuniram perto da fronteira com Israel e lançaram pedras contra os soldados. A violência se intensificou no embate de palestinos contras as forças israelenses e segundo a imprensa palestina, já são 200 palestinos feridos e 1 morto.

Insta esclarecer que o “tom apocalíptico” de alguns jornais descambaram em distorções de ignorância ímpar como aconteceu com ‘O Globo’, ao consignar: “Diante da reação inflamada do mundo árabe, com protestos na Faixa De Gaza e na Turquia, o Exército israelense anunciou o envio de batalhões adicionais ao território palestino da Cisjordânia[11]”. O jornalista nervoso por externar o sensacionalismo de sempre, incluiu indevidamente a Turquia na lista de territórios integrantes do “mundo árabe”. O desespero tomou conta da redação…

De qualquer maneira, o mundo muçulmano é, de certo modo,  imprevisível, e as lideranças  palestinas se esforçam para conseguir o apoio que carecem para promover “arruaça terrorista” ao ponto de desencadear uma verdadeira “guerra”, tentando invalidar o ato legítimo de Trump, porém, deverão primeiro, convencer a monarquia saudita a validar sua ações, visto que numa proposta inusitada de “acordo”, a Arábia Saudita ofereceu a cidade de Abu Dis (próxima à Jerusalém Oriental) como a futura “capital da Palestina”, em vez de Jerusalém Oriental. E se ainda assim, o caro leitor tem dúvida do “apoio” que goza a Autoridade Palestina, cabe informar que Abbas foi pressionado pelo Egito e Arábia Saudita a não processar funcionários israelenses em tribunais internacionais como havia prometido, e decidiu… obedecer a “orientação”[12].

A Organização de Cooperação Islâmica (OIC) se manifestou ontem expressando rejeição à decisão de Trump e informou que convocará uma reunião extraordinária com os representantes dos Estados-membros em Istambul nos dias 12 e 13 de dezembro para “discutir as repercussões da decisão americana e formular uma posição islâmica unificada” sobre a questão[13].

O principal representante da “Palestina’ no Reino Unido, Manuel Hassassian, disse que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos Estados Unidos equivale a uma “declaração de guerra contra os muçulmanos[14]. Já o Papa Francisco e a ONU apelam para um “diálogo” sobre o status da cidade, mesmo sabendo que não está nos planos dos palestinos essa possibilidade. O Papa ressaltou que se “respeite” o status atual da cidade, pouco se importando que esse pedido absurdo, é, na realidade, um desrepeito ao direito milenar dos judeus à Jerusalém como sua capital indivisível.

Até o momento, as “ameaças explícitas” evidenciadas contra os Estados Unidos advêm do Estado Islâmico e al-Qaeda – grupos islâmicos que vivem em função de ameaças aos “infiéis ocidentais” de modo que não surpreende ninguém a revolta das lideranças dessas facções além do “irmão siamês” Hamas, que objetiva começar nova intifada.

Logo, aguardemos novos “sinais de fumaça islâmica” para sabermos até aonde vai a proclamação de jihad contra Israel e Estados Unidos, já reconhecendo que nessa sexta-feira a promessa de novos protestos se cumpriu em países como Malásia, Indonésia, Iêmen, Turquia, Jordânia, Egito e outros Estados africanos.

Nada mais “inspirador” para um candidato a “Estado terrorista”, que o pedido de suas lideranças exigindo o chamado “Dia de fúria” justamente após as “orações” no dia que é considerado “sagrado” para os seguidores da “religião da paz”.

Publicado originalmente em 08.12.2017, no Portal Gospel Prime

Imagem: g1.globo.com

[1] http://israelstreet.org/2014/11/08/communist-and-islamophile-federica-mogherini-returns-to-ramallah-and-gaza/

[2] https://www.jihadwatch.org/2017/12/eu-vows-push-to-make-jerusalem-capital-for-palestinians-too

[3] http://cyprus-mail.com/2017/07/20/cyprus-marks-43-years-since-turkish-invasion/

[4] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/01/13/erdogan-diz-que-turquia-nunca-saira-do-chipre.htm

[5] https://www.gatestoneinstitute.org/11508/trump-jerusalem-speech-palestinians

[6] http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/mundo-islamico-protesta-apos-trump-reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel/6342958/

[7] https://www.timesofisrael.com/abbas-vows-palestinian-rage-will-continue-well-never-back-down/

[8] https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4221651,00.html

[9] https://www.middleeastmonitor.com/20171207-hamas-leader-calls-for-new-intifada-over-trump-decision/

[10] https://www.dn.pt/mundo/interior/jerusaem-israel-ataca-postos-militares-na-faixa-da-gaza-em-resposta-a-projeteis-8971462.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

[11] https://oglobo.globo.com/mundo/confrontos-entre-soldados-israelenses-palestinos-deixam-ao-menos-104-feridos-22160770

[12] https://www.middleeastmonitor.com/20171123-under-saudi-egypt-pressure-abbas-retreat-from-prosecuting-israel/#at_pco=smlwn-1.0&at_si=5a29c8f6b0615634&at_ab=per-2&at_pos=0&at_tot=1

[13] http://www.arabnews.com/node/1205411/saudi-arabia

[14] https://g1.globo.com/mundo/noticia/reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel-e-declarar-guerra-diz-enviado-palestino-no-reino-unido.ghtml

 

A solução de Dois Estados

Por Sergio Bichuchs Sinenberg

Como sou partidário da “solução de Dois Estados”, quero propor à Angela Merkel que Berlin seja dividida novamente e que cada metade da cidade seja a capital de Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental, respectivamente. Temos certeza que os berlinenses não farão objeções à divisão da cidade, para que a mesma seja a capital de dois Estados.

Quanto ao Brasil, quero sugerir que seja respeitado o Tratado de Tordesilhas, devolvendo à Espanha toda a Amazônia.

Inglaterra deverá ceder a metade das Ilhas Malvinas à Argentina, criando dois Estados: a República das Focas Portenhas e a Irlanda do Atlântico Sul.

Não vamos esquecer de propor ao effendi Erdogan, sultão do novo Império Turco, que deverá abrir mão de Istambul, para respeitar a origem cristã desta famosa cidade, que já foi chamada Bizâncio e depois Constantinopla, quando era a capital do cristão Império Romano Oriental.

O mesmo Erdogan concordará –não temos dúvidas – com a divisão da Turquia em dois Estados, um turco e outro curdo, seguindo o bom exemplo da República Islâmica do Irã, que fará o mesmo ato de justiça internacional e respeito à autodeterminação dos povos.

Assim sendo, estes democráticos e humanitários países propiciarão a criação do Estado Curdo, o Curdistão.

Por seu lado, a China já avisou que devolverá o Tibete ao seu povo, para inspirar a solução de dois Estados a outros países.

Aproveitando o generoso espírito natalino, até Vladimir Putin, o “Czar de Todas as Rússias”, quer colaborar, reintegrando a Crimeia à Ucrânia.

Pura generosidade!

Imagem: http://www.dw.com/en/merkels-delicate-mission-to-turkey/a-37367606

 

Trump e a Calúnia Bestial Midiática

Por Andréa Fernandes

Hoje, eu estava decidida a passar o dia apenas pesquisando e lendo artigos e matérias interessantes, pois só estava aguardando um amigo fazer a revisão do artigo que escrevi ontem referente ao pseudo-acordo de reconciliação dos “palestinos”. De sorte que, não estava nos meus planos escrever nem mesmo uma simples matéria. Queria me esbaldar na leitura!

Considero o ato de escrever uma “inquietação”, e ao mesmo tempo, um “ajuste mental” para externar os “desajustes globais” justificados por uma agenda de direitos humanos “à la Sharia”. Sempre gostei de enfrentar o “paradoxo”. Sem esse “estímulo intelectual” a atividade de descrever fatos analisando-os de forma crítica, não teria o sabor da “efervescência das ideias”.

No mundo imaginário que a esquerda institucionalizou em praticamente todas as áreas de conhecimento, o “diálogo civilizado” foi substituído por “monólogos ditatoriais das minorias”. Nem mesmo nas universidades, onde os debates deveriam ser estimulados, o pluralismo subsiste. Daí, assistirmos na mídia não-convencional hordas de jovens enraivecidos impedindo eventos universitários, sufocando a saudável confrontação de ideias que poderia ser estabelecida.

Mas, deixando essas divagações de lado, vamos ao que interessa: decidi nessa tarde suspender temporariamente o prazeroso “ato de ler” pelo inquietante “ato de escrever” após a leitura de duas notícias. A primeira foi divulgada no mundo inteiro e vem gerando “análises” de pessoas que nada sabem sobre a crise global de imigração; e a segunda notícia foi acessada porque tenho a “mania” de ler jornais árabes e israelenses, caso contrário, iria acreditar nas mentiras plantadas pela imprensa.

Jornais ocidentais vomitaram novas acusações infames contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por retweetar 3 vídeos com imagens de violência provocadas por alguns muçulmanos. A rede CNN estampou como manchete: “Trump retweeta vídeos anti-muçulmanos[1]. E o jornal ‘O Globo’ frisa: “Trump compartilha vídeos violentos das extrema-direita sobre muçulmanos”, ressaltando, ainda, “presidente americano foi criticado por incitar intolerância religiosa e estigmatização[2].

Os vídeos que causaram tanta ira da esquerda global foram compartilhados originalmente por Jayda Fransen, vice-líder da organização Britain First, grupo político que defende a preservação das tradições étnicas e culturais da Grã-Bretanha, enaltecendo seus costumes e valores, de modo a se opor  à “colonização” de sua pátria através da imigração em massa orquestrada pela ONU. O grupo defende, ainda, a soberania nacional, a independência e liberdade britânica, sem a interferência de organizações estrangeiras como a União Europeia, acusada de ameaçar a integridade das instituições políticas da Grã-Bretanha[3].

De fato, o maior “crime” do grupo, segundo a concepção pernóstica da esquerda, é defender “valores cristãos” e não aceitar a islamização da Grã-Bretanha. Logo, Britain First  deve ser chamado de “extrema-direita”,“ultra-nacionalista”, além de “islamofóbico”.

As reações contra Trump vieram em cadeia, valendo destacar a irritação da primeira-ministra britânica Theresa May, alegando que o presidente dos Estados Unidos estaria “abraçando o Britain First, um partido de extrema-direita”, e ainda acusou o grupo de “dividir as comunidades pelo uso das narrativas odiosas que vendem mentiras e provocam tensões”[4]. O compromisso de May com a “verdade” é tão “louvável”, mas não a impediu de ser duramente criticada por proibir a publicação de um extenso relatório acerca do financiamento estrangeiro de grupos terroristas muçulmanos, pois seria “desagradável” expor as teocracias sanguinárias islâmicas que patrocinam o terror contra os “infiéis” no Reino Unido[5]. Dá para ter credibilidade a manifestação de uma “traidora da pátria”, que impede a publicação de um relatório sobre terrorismo visando “proteger” a Arábia Saudita?

Como os discursos da esquerda são todos uma prova inequívoca de “distorção da realidade”, vejamos se realmente o Britain First está mentindo ao denunciar a violência de muçulmanos contra nativos britânicos: Que tal começarmos com um dado importante para sabermos se há “motivo” para o Britain First se preocupar com a “segurança nacional” em virtude da imigração em massa? Segundo relatório de Henry Jackson Society, um think tank de política externa estabelecido em Londres, “o terrorismo local inspirado pelo Estado Islâmico representa ameaça dominante para a segurança nacional do Reino Unido”[6].

Ademais, se a “ameaça de violência muçulmana” é apenas “paranoia islamofóbica” de um grupo de “extrema-direita”, como explicar a existência de 23 mil jihadistas-terroristas no Reino Unido, identificados por funcionários da inteligência britânica? Segundo o The Times, todos os referidos muçulmanos são considerados “potenciais agressores terroristas”[7]. E o mais preocupante, é que os serviços de segurança não dispõem de recursos suficientes para investigar mais de 3 mil “suspeitos”, deixando “livres e felizes” os outros 20 mil terroristas. É lógico que o número de 23 mil jihadistas se refere àqueles que foram identificados “oficialmente”.

E se a experiência com a imigração em massa fosse tão boa, pesquisa recente do Instituto Nezopont não demonstraria que a maioria dos europeus da Europa Central se opõem à política migratória da União Europeia. Onze países foram relacionados na pesquisa, e se identificou que 74% dos entrevistados em países como Áustria, Bulgária, Alemanha, Hungria e Romênia, reprovam essa política multiculturalista imposta pela União Europeia[8], que não respeita os valores culturais de cada país.

A imprensa ignora sistematicamente a rejeição que países europeus estão expressando quanto à política de “fronteiras abertas” adotada pela direção da União Europeia e, simultaneamente, “demoniza” o presidente Trump por expor a realidade de violência que se vê em diversas regiões que receberam imigrantes em massa. Porém, o “verdadeiro discurso de ódio” e “ações de violência” estão sendo acalentados por milhares de lideranças muçulmanas em diversas mesquitas pelo mundo.

Uma imprensa ocupada em esconder ações violentas de muçulmanos contra ocidentais, não tem “pauta” para informar à opinião pública que o “pacifismo muçulmano” está obrigando judeus na cidade alemã de Bochum a não mais usarem Kipá  pelo simples fato de não serem identificados como “infiéis”, e assim, atacados por muçulmanos[9]. Essa é a segunda notícia que, por óbvio, não causou impacto nas redes, uma vez que, o “antissemitismo” que persegue e mata judeus em nome de ideologias espúrias não é considerado “intolerância” digna de ser denunciada e condenada!

A mídia corrompida finge acreditar que os quase 44 milhões de seguidores de Trump no Twitter promoverão violência contra muçulmanos, quando a verdadeira “violência endêmica” vem sendo estimulada por importantes autoridades islâmicas no mundo muçulmano e Ocidente. No mais, o dia em que os principais líderes muçulmanos passarem a condenar publicamente as ações extremistas de muitos fiéis e defenderem a “reforma da religião” abolindo preceitos que induzem à violência, certamente Trump não mais precisará “tweetar “para tentar defender a segurança do seu país e do próprio Ocidente.

 A real “intolerância religiosa” é silenciada diante de milhões de cadáveres produzidos pela imposição expansionista da sharia (lei islâmica) ao longo dos séculos.

 

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem: https://wccftech.com/employee-deletes-trump-twitter/

[1] http://edition.cnn.com/2017/11/29/politics/donald-trump-retweet-jayda-fransen/index.html

[2] https://oglobo.globo.com/mundo/trump-compartilha-videos-violentos-da-extrema-direita-sobre-muculmanos-22127356

[3] https://www.facebook.com/pg/OfficialBritainFirst/about/?ref=page_internal

[4] https://www.nytimes.com/2017/11/29/us/politics/trump-anti-muslim-videos-jayda-fransen.html

[5] https://g1.globo.com/mundo/noticia/relatorio-acusa-a-arabia-saudita-de-financiar-extremistas-islamicos-no-reino-unido.ghtml

[6] https://www.gatestoneinstitute.org/10016/britain-terrorism

[7] https://www.gatestoneinstitute.org/10723/uk-terrorists

[8] http://nezopontintezet.hu/analysis/brusszel-bevandorlasi-politikajat-ellenzik-magyar-kormanyet-tamogatjak-kozep-europaiak/

(9] http://www.jpost.com/Diaspora/German-Jews-stop-wearing-Kippot-amid-Muslim-attacks-515457

 

Islã: uma realidade a se conceber

Por Ulisses Araújo

Óculos são objetos interessantes:  eles aproximam, mas também podem condicionar.  Quem já experimentou usar óculos azuis enxerga não tudo azul simplesmente:  a percepção daquele que usa os óculos é resultado da interação entre o objeto que tem sobre seus olhos e as cores dos objetos contemplados.  Não cabe aqui fazer um estudo acerca dos resultados obtidos a partir da fusão de cores.  Não.  Não vamos entrar no conceito de cor a partir do efeito da luz sobre os objetos.  O assunto aqui não é Física.  Basta que fique claro que nosso referencial determina o modo como enxergamos nossa realidade, e tudo parece óbvio – e dado de uma vez por todas – a partir de nossas lentes.

Nossas  lentes ocidentais nos são óbvias:  liberdade individual de pensamento, liberdade de expressão, escolha.  Nada de coerção.  Lutamos muitíssimo para chegar aonde chegamos, e ai de quem sonhar em mudar esse status existencial.

Nossas liberdades se fundamentam em nossa História:  nossos traumas, sobretudo políticos e religiosos – não poucas vezes os dois juntos – nos ensinaram a tentar não errar mais.  Aqueles que não escrutinam o passado estão fadados  a repeti-lo.  Passamos por um Império Romano no qual religião e política foram misturados; passamos por uma Idade Média que foi um prolongamento dessa mistura.  Não.  O objetivo aqui não é demonizar os séculos entre o Império e a Modernidade.  Mas sim:  o casamento Igreja-política, uma tentativa de sobrevivência dos tempos imperiais, trouxe uma série de problemas.

Passamos por problemas:  brigas, guerras em nome da fé.  A Revolução Francesa coloca tudo em seu devido lugar:  religião é foro íntimo e não deve interferir na esfera pública; fé é coisa que se escolhe.

Com a secularização cada vez mais crescente – e bastante pronunciada sobretudo na Europa Ocidental – as liberdades de pensamento são cada vez mais evocadas.  Há quem faça, em tom de piada, porém cheio de seriedade, protestos pelo “desbatismo”:  eu não pedi para ser batizado; deem-me meu desbatismo.

A fé é atacada:  piadas são feitas; o ateísmo pulula;  muitos nem se dão o trabalho de comentar.  São indiferentes.  O assunto nem mesmo entra na zona de discussão.

Ao que parece é a ruptura total com a religião, ao menos institucional.

Nosso lugar existencial enquanto indivíduos, nossas locações socais enquanto grupo, não importa qual seja a perspectiva, são vividos dentro da liberdade de escolha.  O problema disso é que já nos compreendemos como indivíduos dentro de um status de conforto, e não fazemos ideia de que possa existir algo como cerceamento de liberdades; não temos categorias para isso.  É como o viajante que não foi avisado de que ao longo do caminho apareceriam certos tipos de animais:  ele vai lendo seu livro, ouvindo sua música traquilamente sem atentar para o que pode aparecer.  Talvez ele passe por perto de um animal que jamais viu e ache que é um cachorro ou algum outro dentro de seu campo experiencial.  Assim somos nós, sem perceber a realidade de milhões e milhões de pessoas que de tão monitoradas  – e a isso tão acostumadas – nos dão a impressão de que  vivem no uso de suas plenas liberdades.  Não sabemos o que é ter de se sujeitar, ainda na infância a um casamento forçado; não sabemos o que é ser objeto sexual e ter de continuar calada, sem qualquer suporte por parte das autoridades; não fazemos a menor ideia do que seja a obrigação de se sujeitar a um esquema de vigilância total, mesmo dentro de casa.  Não passa por nossa cabeça o que é ser obrigado a seguir um credo imposto, e ter de pedir autorização para abandoná-lo; não sonhamos que haja pessoas que precisam praticar suas crenças em segredo.  Não enxergamos um mundo em que não se possa questionar.

Confrontados com essas outras realidades, reagimos a partir de nossos referenciais:  isso não é verdade; é a cultura; trata-se de uma exceção.

Mas não.

Precisamos entender que tudo aquilo que nos é óbvio e garantido, e pelo que por vezes ainda temos de lutar – e temos garantia e suporte para isso-, não faz parte da realidade de milhões e milhões de pessoas que estão sob um sistema teopolítico que simplesmente não encontra referência dentro de nosso arco de experiências:  o Islã.

É inconcebível para nós uma religião que determine a vida de toda  uma sociedade, mas isso existe.

É inconcebível que uma menina de doze anos seja prometida em casamento.

É inconcebível que uma mulher não possa escolher que roupas usar.

É inconcebível que uma pessoa tenha de abrir um processo a fim de mudar de religão, ou simplesmente abandonar a sua.

É inconcebível que uma pessoa seja degolada por conta de sua orientação sexual.

É inconcebível que alguém não possa questionar aquilo que lhe foi passado.

É inconcebível que um professor universitário pressione seus alunos a abraçarem a religião majoritária.

É inconcebível que uma pessoa não tenha liberdade de ouvir algo diferente do que aprendeu.

É inconcebível que alguém seja forçado a sair de sua terra porque não se conforma à fé da maioria.

É inconcebível ser abandonado pela pela família e ser amaldiçoado em função de uma escolha tão pessoal.

Mas acontece, e isso é o Islã.

Fechar os olhos é mais fácil e confortável.

 

Ulisses Araújo é professor da rede pública de ensino e bacharelando de Teologia.

Imagem: https://www.martureo.com.br/respostas-cristas-ao-isla-ao-islamismo-e-ao-terrorismo-islamico/

Os homossexuais de Alá

Por Rommel Werneck

Abandonados à própria sorte, denunciados muitas vezes por suas próprias famílias graças aos benefícios sociais e espirituais que o Islã pode oferecer aos denunciantes, atirados do alto dos prédios, duplamente perseguidos se seguirem a Cruz, vítimas do silêncio de seus irmãos no Ocidente, os homossexuais de Alá ainda são obrigados a ver a esquerda apoiar a islamização da Europa.

         Dentre os 194 membros da globalista ONU, 94 países se mostraram favoráveis ao plano de Direitos LGBT (2008), 54 países, em sua maioria islâmica, posicionaram-se contra o plano e os outros 46 membros, também em sua maioria de fé maometana, disseram não. Isso significa que, enquanto em 94 países questões extraordinárias como casamento e adoção são debatidas, no outro grupo a discussão de questões ordinárias como o sacrossanto direito de existir e de se assumir não possuem espaço. E no mundo islâmico o debate parece ser como esses indivíduos merecem morrer.

        Muitos contra-argumentarão que a sociedade cristã ocidental também perseguiu esses indivíduos. Sucede que apesar de a escravidão africana ser proibida por vários papas entre os séculos XV e XIX, malgrado Isabel de Castela e Frei Bartolomeu de Las Casas implorarem pela vida dos índios e mesmo o papa Alexandre II já em 1065 condenar as conversões forçadas, a realidade produzida pelos conquistadores luso-espanhóis foi completamente oposta. Sendo assim, adúlteras, judeus, gays e protestantes seguiam o caminho da humilhação. Portanto, é importante salientar que pelo menos as orientações originais do papa eram outras. E também convém salientar que pluralidade de ideias, liberdade religiosa e de expressão são conceitos relativamente novos, do século XVIII para cá. Não se pode olhar para o Rio de Janeiro de 1600, por exemplo, com olhares anacrônicos do século XXI.

     No entanto, escrevo sobre a perseguição aos gays no mundo islâmico porque em suas recomendações sagradas do Alcorão, em sua origem mesmo, humilhar, castigar e converter à força todo aquele que não vive segundo os preceitos da religião da paz constitui um dogma de fé. O muçulmano que não promover uma guerra santa não poderá ser categorizado neste credo, esta é a grande questão. A homossexualidade foi descriminalizada no Brasil ainda em 1830 e não estou falando aqui da perseguição islâmica no século XIX e sim no aqui e agora, na Eurábia de 2017.

     A legislação de alguns países muçulmanos não é muito clara. O Egito, por exemplo, não criminaliza a homossexualidade propriamente dita embora o ato possa ser categorizado como crime de imoralidade e prostituição. Kuwait prefere a hipocrisia tolerando os gays, mas prendendo se as relações forem descobertas. A adoção por casais homoafetivos inexiste porque a adoção é proibida para qualquer pessoa ou casal no Alcorão. No Afeganistão dá-se o nome de bacha bazi à prática de possuir meninos e usá-los como escravos sexuais. Muitos jogarão na minha cara que em Grécia e Roma a efebofilia era normal e até condenada biblicamente. Entretanto, novamente explico que é muita desonestidade intelectual comparar algo na Antiguidade com uma situação na atual década. E não me consta que os efebos dos filósofos estavam ali obrigados rezando o Alcorão já que o incontestável livro sagrado permite a escravidão de não muçulmanos. Irã obriga os homossexuais a passarem por cirurgia de troca de sexo mesmo que não intencionem isso ou não tenham problemas com sua identidade de gênero.

       Soma-se a isto a colaboração das esquerdas, globalistas e grandes covardes.  A esquerda tem defendido a cultura islâmica justificando que se trata de uma cultura local e oprimida pelos americanos imperialistas, o “filósofo” Michel Foucault apoiou a Revolução Iraniana. Muitos destes homens e mulheres se refugiam em Israel onde “cristãos, judeus e muçulmanos podem rezar sob o mesmo céu” (Brigitte Gabriel) e desfrutar dos benefícios e liberdade da sociedade moderna diferentemente da Palestina tão defendida pelos vermelhos.

        Nesta primeira semana de outubro foi noticiado que o governo egípcio pretende realizar exame anal com presos para detectar a homossexualidade. O que seria vergonhoso para cristãos, é glorioso para os islâmicos, afinal estão a serviço de Alá. Contudo não é a primeira vez que este procedimento é citado, o governo catarense já anunciou que pretende realizar estes exames com aval da FIFA por ocasião da compra da Copa de 2022.

À defesa dos homossexuais no mundo islâmico e acima de tudo, na Eurábia dá-se o nome de homonacionalismo. O primeiro-ministro gay neerlandês Pim Fortuyn não só alertava o perigo do Islã nos anos 90 como fortaleceu seu partido conservador no país tendo sido assassinado por motivações políticas. Scott Ryan Presler é um funcionário gay de 28 anos do Partido Republicano e membro do ACT (American Congress for Truth), a organização anti-islâmica americana fundada por B. Gabriel, além de ter feito a campanha de Trump no instagram. Paradas gays contra a sharia existem, todavia um evento de 2011 em Vancouver no Canadá foi impossibilitado de ser realizado em 2017. Todas as contribuições citadas neste parágrafo podem até ser vistas como islamofóbicas e preconceituosas enquanto zonas de sharia crescem na Europa perpetuando o “ódio de Orlando” por onde passam.

       O mundo islâmico é cruel para com todos os indivíduos, afinal alguns países sequer conheceram a divisão de poderes como a cultura ocidental e estão submersos ainda nas monarquias absolutas. Esses filhos de Deus precisam de orações e ajuda dos cristãos e direitistas, seus principais aliados e igualmente alvo de perseguições porque “eles [muçulmanos do mundo árabe] estão cegamente voltados a matar e destruir. E no nome de algo que eles chamam ‘Alá’, que é bem diferente do Deus que cremos porque nosso Deus é um Deus de amor.” (Brigitte Gabriel)

 

Militância LGBT, homossexuais em países muçulmanos clamam por socorro

Por Andréa Fernandes

          É estarrecedor  o silêncio da grande mídia em relação à perseguição que a comunidade LGBT vem sofrendo em países muçulmanos. Dessa forma, enquanto no Brasil as redes continuam reverberando a polêmica causada pela decisão de um juiz do Distrito Federal outorgando o direito a psicólogos de tratarem homossexuais egodistônicos que solicitem terapia, vergonhosas violações dos direitos humanos  contra  a comunidade gay em países islâmicos vem sendo ocultadas para impedir que a opinião pública global tome conhecimento do sofrimento de seres humanos discriminados e perseguidos por lutarem pelo direito à orientação sexual que lhes apraz em virtude da imposição de normas comportamentais medievais embasadas na sharia (lei islâmica).

          Logo, é difícil compreender o motivo da aguerrida militância LGBT – em sua maioria –  não denunciar estridentemente a abominável ação egípcia de prender 7 homens por portarem a bandeira do arco-íris num show da banda libanesa Mashrou’Leila[1], que tem o vocalista assumidamente homossexual. Como se não bastasse esse condenável ato, a Anistia Internacional acaba de informar que os “presos por promover desvio sexual” nas redes deverão passar por exame anal antes do julgamento. A certeza de ausência de condenação internacional é tão grande que levou a Autoridade de Medicina Forense afirmar que investigará se os presos mantiveram relações sexuais com outros homens.

          Ademais, não faltam denúncias acerca da perseguição que vem sendo promovida por autoridades contra homossexuais  desde o dia 22 de setembro logo após o show da banda libanesa, porém, a situação se torna mais crítica em razão do fundamentalismo religioso abraçado pela população cujo país é falaciosamente chamado de “moderado” numa alusão mentirosa ao inexistente respeito aos direitos humanos. A maior prova do radicalismo generalizado presente no país é a forte pressão popular com apoio da mídia conclamando a “devida punição” dos homens que ousaram desafiar o poder da sharia erguendo uma bandeira que simboliza uma aberração para o Islã ortodoxo.

          Importante ressaltar que formalmente a homossexualidade não é considerada ilegal no Egito, porém, na década de 1990, a polícia intensificou a implementação de duas leis antigas[2]. Logo, a Lei contra a “devassidão”, publicada em 1961serviu para efetuar prisões junto à comunidade LGBT, tendo sido a motivadora para a polícia invadir uma boate no Cairo e prender 52 homens.

          Conforme acontece em outros países muçulmanos, há muita dificuldade no acesso aos dados exatos que retratam a perseguição governamental aos homossexuais, porém, segundo o jornal  New York Times, até o ano de 2016 haviam pelo menos 250 pessoas da comunidade LGBT presas, muito embora algumas instituições de direitos humanos afirmem que a estimativa de encarceramentos pode representar no mínimo o dobro do número de casos que ativistas conseguem documentar.

          Geralmente, o Egito processa homossexuais com base em acusações como “imoralidade” e “devassidão”[3] e os “crimes” podem resultar em prisões de até 8 anos.  As instituições Human Rights Watch e Anistia Internacional apresentaram pedidos de cancelamento do exame anal nos detidos suspeitos de homossexualidade alegando que a prática equivale a “tortura”, porém, o governo não atendeu ao apelo de cunho humanitário.

          Inobstante a caracterização de evidente e inaceitável violação dos direitos humanos, os detidos ilegalmente no Egito não representam o nível máximo de repressão que sofrem homossexuais no mundo muçulmano. Em países como o Irã, a prática homossexual pode resultar em pena de morte por enforcamento sendo este o “fim” de milhares de pessoas que violaram as regras advindas dos escritos sagrados islâmicos.

          Logo, há que se rever a motivação da famosa “Marcha do Orgulho LGBT”, que reuniu uma multidão em SP para defender direitos, criticar o governo Temer e reivindicar Estado laico, mas, estranhamente as críticas a governantes estrangeiros se limitaram aos presidentes dos Estados Unidos e Rússia[4], mantendo-se “silente” quanto aos abusos inomináveis cometidos por Estados totalitários islâmicos. Eleger apenas dois  presidentes para serem criticados quando a Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais afirma em relatório que a homossexualidade é crime em mais de 70 países [5]– quando não é criminalizada nos EUA – torna a ação de protesto praticamente inócua.

          Ora, uma das maiores manifestações do país não aproveitar o ensejo de visibilidade gigantesca da opinião pública para propiciar “voz ativa” contra a perseguição e violações de direitos humanos sofrida pela comunidade LGBT no mundo muçulmano beira a uma hipocrisia espantosa e egoísmo injustificável que está muito longe de representar “orgulho” para qualquer ativismo que realmente se preocupa com a dignidade da pessoa humana.

Será que o medo de enfrentar o poder das mesquitas vinculadas ao radicalismo é o motivo real para a covarde omissão no socorro às minorias de gênero em países que seguem piamente os ditames da sharia?

Andréa Fernandes, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, é bacharel em Direito, internacionalista, jornalista e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem: https://www.thoughtco.com/what-is-jihad-2004414

[1] http://igay.ig.com.br/2017-09-30/egito-exame-anal.html.amp

[2]https://www.theguardian.com/global-development-professionals-network/2017/apr/03/jailed-for-using-grindr-homosexuality-in-egypt

[3] http://www.foxnews.com/world/2017/09/30/rights-groups-urge-egypt-to-halt-crackdown-on-homosexuals.html

[4] https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/18/politica/1497791801_155683.html

5] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,ser-homossexual-e-crime-em-mais-de-70-paises-indica-relatorio,70001851321

 

A conversão do Velho, Novo e Novíssimo Mundo Ocidental para o Califado Mundial do Islã e sua Sharia

Por Amir Kater

Estou me perguntando como começar esse ‘diálogo’ que apenas por esse instante que escrevo é um monólogo. Engraçado para não dizer “trágico” como o Islã consegue deturpar algo que está enraizado na base/núcleo da nossa mais tenra sociedade, pior que ainda vivemos no nosso dia-a-dia.

Vamos fazer uma pequena analogia: a maioria dos senhores e senhoras, com certeza tomam “vinho”. “Ninguém que bebeu do vinho velho quer já do novo, porque diz: “O vinho velho é melhor”. Pois bem, o “vinho da antiga safra”(Velho Mundo) está vinagrando, o “vinho da nova safra” (Novo Mundo) não está sabendo lidar com a rápida e sorrateira política de ‘consumo’, e o “Novíssimo Mundo” está sendo vendido sem critérios para uma “teo-religião” sem nenhum refinamento de paladar.

Para a Senhora Europa “Velho Mundo” como muitos descrevem, pela teoria “eurocentrista”, era o centro do mundo que se transformou em “berço islâmico”, se tornando “Eurábia”,senão vejamos:

“Milhares de vítimas de esfaqueamento na Alemanha não noticiados pela grande mídia, e a total passividade da sociedade contra a invasão civilizacional que ameaça o fim do berço da Civilização Ocidental.”

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

Estamos voltando a época da Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental, só que em ‘escala mundial’, o muro é etéreo, é também a falta de informação ou a informação errada/deturpada em excesso principalmente na América Latina, mais especificamente Brasil.

Vale citar alguns exemplos:

“Por que a América Latina é a única região do mundo onde o islã não cresce”.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

“Número de centros islâmicos sobe 20% em 2015 em São Paulo”.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

“Cresce número de brasileiros que se convertem ao Islã”.

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

“Os caminhos do Islã no Brasil”.

“Aumento no número de mesquitas no país, de sheiks que agora falam português e de brasileiros no topo da hierarquia de centros islâmicos explica a expansão dos muçulmanos no Brasil”.

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

Estamos num estado de ebriedade quanto ao assunto “islamismo”, mas não podemos baixar nossa guarda e comprar o que esse ciclo viciante “pró-Islã” está vendendo.

“O Islã não pode ter uma presença significativa na Austrália se quisermos viver numa sociedade aberta, secular e coesa” – disse ‘ Pauline Hanson líder do partido Uma Nação’.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

Hoje, na America Latina, principalmente no Brasil, estão sendo colocados em prática os dois primeiros pilares do islamismo:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

Por onde o Islã passa não vemos TOLERÂNCIA, CARIDADE, RESPEITO, pelo menos pra quem não aceita essa CULTURA SANGUINÁRIA. Os mulçumanos tentam distorcer a sua real cultura com ajuda da “imprensa marrom” mundial que justifica as barbaridades dos islâmicos com erros cometidos por outrem como se vê na seguinte matéria:

“Houve perseguições ocasionais durante a dominação muçulmana”, diz o jornalista americano-português Richard Zimler, especialista em religiões comparadas. “Mas nada que se compare à brutalidade da Inquisição Católica”.

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

Diante de uma mídia global rendida ao terror disfarçado de “pacifismo”, o “cálice da ira” do califado islâmico está pronto para ser sorvido pelas nações.

Lembremos sempre do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Referência de imagem: http://worldwatchtoday.org/archives/2779

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/