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Notre-Dame no limiar da “inquisição” contra os cristãos

Por Andréa Fernandes e Gil Carlos Montarroyos

Muito pouco se sabe acerca do “incidente”, o incêndio que devastou a famosa catedral de Notre-Dame. Não obstante a todo o evento per si, fica claro que as investigações precisam avançar. A figura da mais famosa catedral da França em ruinas, bem como as várias demonstrações de felicidade com o caso, por muçulmanos em todo o mundo, demonstram que há sim, a necessária e emergente preocupação com aquele que foi de longe um dos maiores símbolos da cristandade no Ocidente. A mais imponente construção gótica medieval que um dia fora o maior “bastião” da evolução e prosperidade da civilização judaico-cristã ocidental, ruiu!

Refletir sobre as ruínas de Notre-Dame deveria ser quase um “dever ontológico” para os ocidentais, muito embora o “fogo da inquisição progressista” esteja velozmente lambendo as análises sobre as possíveis causas do suposto “acidente” que resultou na destruição da catedral mais famosa do mundo construída há mais de 850 anos, considerada um dos símbolos da capital francesa desde a sua construção[1].

Conforme noticiado pela imprensa, a causa do incêndio ainda é desconhecida. Aos montes, chegam informações desencontradas[2] referente ao trágico evento, o que torna necessária uma investigação séria e profissional a fim de elucidar o caso. Contudo, imediatamente após o “incidente” o promotor Rémy Heitz já antecipou a narrativa que comandaria as “informações” da extrema-imprensa. Ou seja, o procurador de Paris se uniu à sua equipe de 50 “investigadores” e demais representantes de órgãos públicos para “sugerir” que o incêndio “está relacionado a obras de restauração que estavam em curso na catedral[3].

Nessas horas de “discursos feitos sob medida”, a lógica também é incinerada: ao mesmo tempo em que o procurador anuncia que a investigação será longa e complexa, paradoxalmente vaticina que sua equipe está priorizando a “teoria de um acidente”, pois nada aponta para um ato voluntário[4]. Como se vê, as conclusões do procurador que ensejam prioridade de sua tese diante de “investigações complexas” continuam sendo puramente de liame “ideológico”.

A catedral de Notre-Dame não mais representa a “nova diversidade” da França

Ao ver o flagelo que se tornou o “point zéro des routes de France”, o inocuamente palavroso presidente francês Emmanuel Macron, numa performance teatral, verbalizou:

A Notre-Dame de Paris é nossa história, nossa literatura. É o epicentro de nossa vida. Trata-se da catedral de todos os franceses, mesmo daqueles que nunca vieram aqui[5].

Macron teria toda razão em seu pronunciamento garboso se perfilasse o conhecimento histórico e cultural do seu país no tempo verbal apropriado. Invocar a “França pretérita” não vai funcionar para explicar o “apagão” do monumento histórico mais visitado da Europa, que recebia cerca de 14 milhões de visitantes anualmente[6]. Aliás, há que se corrigir o lapso de interpretação quanto à conduta da referida autoridade: o presidente francês não está interessado em “explicar” nada e por esse motivo reforça a tese de “acidente” antes mesmo do encerramento das investigações, que por certo, confirmarão a “versão oficial” da “tragédia” sem “culpados”.

Como bom relativista, Macron quer levar o mundo a “compreender” e, por conseguinte, “aceitar” o ocaso da civilização judaico-cristã perfeitamente representado pelo derribar a “ferro e fogo” do pináculo de Notre-Dame, que já não era há muito tempo o epicentro da vida francesa como declamado pelo presidente saudosista. O “sinal” notório das “boas intenções multiculturalistas” de Macron estava na informação do Canal “France 24” no Twitter noticiando a promessa do presidente de reconstruir uma Notre-Dame que represente a “nova diversidade” da França[7].

Aliás, as autoridades do país sabem que a “nova diversidade” francesa não tolerava as “demoníacas” gárgulas e quimeras[8] que encantavam milhões de visitantes, mas eram concebidas como pérfidos “fantasmas da cristandade infiel” que continuamente deixavam as fachadas da catedral para atormentar adeptos da “religião da paz” e seus parceiros ideológicos que defendem o Estado laico sem resquícios da única religião que é considerada “ameaça” para a humanidade, a saber, o Cristianismo.

Se observarmos a França despojados de “paixões fleumáticas”, constataremos que a catedral de Notre-Dame como símbolo do panteão cultural ocidental não mais existe. Como magistralmente salientado pelo professor da Universidade de Paris  Guy Millière no exímio artigo “O incêndio de Notre Dame e a Destruição da Europa Cristã” :

 A catedral sobreviveu à turbulência da Idade Média, o Reino do Terror da Revolução Francesa, duas guerras mundiais e a ocupação nazista de Paris. Ela não sobreviveu ao que a França está se tornando no  século” XXI”.

Assistimos o findar de um “mito” por conta dessa “nova diversidade” celebrada por franceses que abandonaram a História recepcionando a “antropologia do suicídio”.

Nesse mister, vale promover análise do eclipsar do simbologismo quase milenar da catedral antes do “incêndio misterioso”. O que teria sido mais danoso para tudo o que representava Notre-Dame, do que as sérias avarias que o edifício sofreu durante a Revolução Francesa ao ponto de ocasionar profunda reforma em meados do século XIX? Pelo visto, a única reforma que interessa aos pensadores globalistas é a devastação da civilização judaico-cristã ocidental, seus símbolos e seus avanços em mais de 2000 anos de história.

Está em marcha na “França macroniana” a erradicação de todos os estamentos que um dia nortearam a civilização ocidental, seu glamour e o conhecimento daquela que um dia esteve na vanguarda do pensamento ocidental – a França. A cidade luz capitulou ao globalismo, assim como capitulou ao nazismo e colaboracionismo de Vichy, na II Guerra Mundial. Diante dessa constatação, não é mera coincidência a relação do nazismo com o islamismo durante a última grande guerra, no seu avanço na França ocupada.

 As “chamas inflamantes” de ódio contra os cristãos estão acesas na Europa

 Hoje, o simbolismo da Catedral é outro: tornou-se o mais notável exemplo do descaso dos cristãos para com a destruição dos pilares icônicos do Cristianismo. Em todo o mundo, há centenas de relatos de ataques de toda sorte e intensidade, resultando, inclusive, em milhares de mortos. Não, não é “estória de carochinha”, é real. A civilização judaico-cristã ocidental está sob intenso e incessante ataque. E o establishment globalista faz “cara de paisagem”. É vergonhosa a leniência da ONU, do Vaticano, e do mundo cristão. Salvo algumas poucas denominações evangélicas e algumas instituições católicas, o silêncio é ensurdecedor!

A extrema-imprensa, por sua vez, “lança na fogueira da intolerância” todo aquele que se atreve a suspeitar de ação jihadista por trás de mais um evento destrutivo contra a igreja. As incontáveis manifestações de êxtase de muçulmanos nas redes comemorando efusivamente a destruição do “prédio pagão” não foram relatadas, uma vez que o “perigo” a ser evidenciado vem sempre dos supostos “discursos de ódio” da chamada” extrema-direita” ao discorrer sobre a jihad contra o “Ocidente infiel”. Ainda assim, todo o histórico de atentados terroristas islâmicos evoca essa cautela e cuidado. Não seria absurdo se o ocorrido fosse realmente um novo atentado terrorista islâmico ao solo francês. Há realmente motivo para haver essa preocupação.

Não é nenhuma novidade que há no mundo muçulmano o desejo claro e explícito na expansão do Islã no intuito de criar um Califado Global. Desde a década de 70, vemos esse projeto em andamento na França. É nojento contemplar a leniência do país, um Estado que já foi sinônimo de liberdade e intelectualidade, de civilização e glamour, sucumbe ao projeto globalista islâmico. A França está fadada à extinção. Seus símbolos, cultura, glamour – tudo está ruindo com o expansionismo avassalador do Islã na sociedade mundial e em especial na francesa. Atualmente, vemos com límpido espanto e inominável terror o fim de um período e início da barbárie – o Islã está se consolidando e muitos no Ocidente fazem de conta que é brincadeira.

O escritor Raymond Ibrahim publicou no Gatostene Institute seu artigo magistral justamente um dia antes do incêndio na catedral. Sob o título “Igrejas europeias: vandalizadas, defecadas e incendiadas todos os dias”[9], foram explicitados dados alarmantes do nível aterrador de ataques contra as igrejas, salientando o “costume” das autoridades europeias ofuscarem a “identidade dos vândalos”, para proteger sobretudo os imigrantes muçulmanos.

Afirma Raymond:

Na França, duas igrejas são profanadas todos os dias em média. Segundo o PI-News , um site de notícias alemão, 1.063 ataques a igrejas cristãs ou símbolos (crucifixos, ícones, estátuas) foram registrados na França em 2018. Isso representa um aumento de 17% em relação ao ano anterior (2017), quando 878 ataques foram registrados – o que significa que tais ataques estão indo apenas de mal a pior.

Se as suspeitas de um atentado terrorista contra Notre-Dame e tantas outras igrejas francesas são infundadas, o que dizer do seguinte relato da mídia alemã?

“Cruzes são quebradas, altares quebrados, Bíblias incendiadas, fontes batismais viradas e as portas da igreja manchadas de expressões islâmicas como ‘Allahu Akbar‘”.

Seria “islamofóbica” a suspeita de jihad contra a catedral mais famosa do mundo?

O renomado escritor Robert Spencer, especialista em Islã, autor de dezoito livros[10] – incluindo dois Bests Sellers listados pelo The New York Times ­– relata que o mosteiro de Saint Jean des Blames, em Aveyron, foi saqueado por muçulmanos, salientando que o jornal Le Figaro ao noticiar sobre alguns dos incidentes contra templos religiosos, indagou: “quem ouviu falar do saque do mosteiro de Saint Jean des Balmes, em Aveyron? Além disso, Spencer apresenta reportagens afirmando que foi criminoso o incêndio contra a igreja de St. Sulpice, em Paris – onde ocorreram cenas do filme “O Código de Da Vinci”-  e acerca da igreja de Notre-Dame des Enfants, em Nimes, saqueada e vandalizada com excrementos humanos para desenhar uma cruz na parede, esclarecendo que esses e outros tantos ataques às igrejas francesas receberam cobertura mínima da mídia, isso quando houve alguma notícia sem alarde[11].

De tantos informes advindos do especialista atacado pelo jornal Folha de São Paulo[12], dois merecem atenção especial por fundamentarem a razoabilidade de suspeitas que não devem ser descartadas nas investigações: o principal arquiteto de monumentos históricos responsável ​​pela restauração da torre de Notre-DamePhilippe Villeneuve , afirma que o trabalho de restauração ainda não havia começado, apenas os andaimes estavam sendo montados, de maneira que não haviam trabalhadores na catedral e nenhuma fonte de calor perto da estrutura de madeira. Outrossim, em setembro de 2016, foi efetivada a prisão de um muçulmano depois que seu carro foi acondicionado com explosivos do lado de fora da catedral de Notre-Dame, sendo que alguns dias depois, mais três muçulmanos foram presos em virtude da polícia descobrir um plano de explodir a catedral. Logo,torna-se óbvio que exista “interesse” de promover atentado terrorista.

No começo do mês, Robert Spencer havia denunciado a vandalização da Basílica de Saint-Denis instalada no subúrbio de Paris há mais de 800 anos. O local tem forte presença de imigrantes[13]. Porém, uma vez silenciando as ameaças diversas de muçulmanos, a imprensa impede que a opinião pública tenha noção da gravidade do problema. Saber que o vice-presidente da filial nacional da União Nacional de Estudantes de Lille tuitou em dezembro de 2017, que “todos os brancos” por serem “raça sub-humana” deveriam ser mortos, ajudaria os franceses a compreenderem a real “amplitude genocida” de sua manifestação nas redes afirmando que “não dá a mínima para Notre-Dame e para a história da França[14].

Os milhares de muçulmanos que exultaram pela ruína da catedral não foram alvos de críticas da grande mídia, que agiu como se eles não existissem. Afinal de contas, a sharia[15]  já comanda “mentes e redações”. Assim, a sede de “inquisição às avessas” contra os cristãos toma forma sem despertar reações defensivas, visto que é um “sacrilégio” cogitar uma nova “Cruzada” no momento em que milhares de cristãos são mortos todos os anos e outros milhões são submetidos forçosamente à sharia. Preocupação com as ações sanguinárias dos seguidores da pretensa “religião da paz” é coisa de “extremista”!

A fogueira da “inquisição moderna” queima templos, corpos e mentes

Em que pese a consciência cristã esteja “resistente” ao reconhecimento do conflito civilizacional proposto pela “espada de Allah” contra os infiéis cegos pelo decadente “multiculturalismo permissivo”, urge destacar: tudo que conhecemos como avanço civilizatório, está sob risco, não apenas na França, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Dinamarca, EUA, em todo o mundo! Vemos o avanço assolador de uma ideologia político-religiosa, teocrática por excelência, historicamente sanguinária, perversa em sua compleição e totalitária em tudo o que faz.

Na moderna França, o fogo consumiu parte da catedral de tantas “histórias” de um povo que já se perdeu na história obscura do expansionismo islâmico. Dessa forma, vale lembrar que na Nigéria milhares de cristãos são queimados vivos dentro de suas casas e igrejas sem alarmar a imprensa, redes e humanistas[16]. O “tribunal do santo ofício da inquisição islâmica” reina absoluto nos países muçulmanos impondo “piedosas bulas” em territórios nos quais os cristãos são minorias, tendo o “descaso midiático” como “fiel escudeiro”. Daí, percebe-se que o “silêncio” que impera no tocante ao genocídio de cristãos africanos é “irmão siamês” da “narrativa desinformativa” sobre a tragédia de Notre-Dame.

Há um acontecimento que representa perfeitamente a submissão da cristandade ao terror: no Canadá, Eva Torres, ex-candidata do partido socialista Québec Solidaire atribuiu à “ira de Allah” – devido proibição da misógina burca na França – o fogo na catedral. A repercussão negativa das suas sinceras “palavras de fé” fizeram com que recorrese à velha taqiyya[17], retirando o comentário que foi justificado como uma “piada” e recorrendo de imediato à “vitimização”, propagando que estaria recebendo “discursos de ódio” e “ameaças reais”. E não é que deu certo a estratégia? A mídia apresentou o discurso de ódio baseado no livro sagrado do Islã como uma inocente “piada de mal gosto”, isto porque, no Ocidente pós-cristão a caminho da “fogueira inquisitória”, Allah sempre tem razão!

Enfim, chega de negligência com a verdade – sem rodeios, sem meias palavras e com o conhecimento cristalino de que Islã é sim um risco real a todo o modus vivendi judaico-cristão ocidental. Quer queiram ou não, esse fenômeno ideológico e político que está acontecendo às nossas vistas, sem cerimônias e sem máscara, precisa ser denunciado e combatido, como diz a premissa genuinamente cristã: “Quem pensa estar em pé, cuide para que não caia!”

Andréa Fernandes – Jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Gil Carlos Montarroyos – Internacionalista e historiador com estudos voltados ao terrorismo islâmico.

Imagem Infowars

[1] https://epoca.globo.com/a-historia-de-notre-dame-catedral-mais-famosa-do-mundo-que-arde-em-chamas-23601331

[2] https://recordtv.r7.com/jornal-da-record/videos/notre-dame-policia-de-paris-ja-sabe-o-que-pode-ter-provocado-incendio-18042019

[3] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47956930

[4] https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/04/16/bombeiros-e-especialistas-analisam-estrutura-da-catedral-de-notre-dame.ghtml

[5] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47939068

[6] https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/15/internacional/1555351385_404402.html

[7]https://www.facebook.com/LeiIslamicaEmAcao/photos/a.725748914118143/3210279622331714/?type=3&theater

[8] https://pt.aleteia.org/2017/02/12/notre-dame-de-paris-gargulas-ou-quimeras/

[9] https://www.gatestoneinstitute.org/14044/europe-churches-vandalized

[10] https://www.amazon.com/History-Jihad-Muhammad-ISIS/dp/1682616592

[11] https://www.jihadwatch.org/2019/04/hugh-fitzgerald-the-fire-at-notre-dame-and-muslim-schadenfreude-part-one?fbclid=IwAR0a3JxrQlcCrRUt45dtbM8Xmj47rfp4PDlR7pniyxNjMg-TVIHXBXanz04

[12] https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/04/como-a-extrema-direita-espalhou-mentiras-convenientes-sobre-o-incendio-de-notre-dame.shtml

[13] https://www.jihadwatch.org/2019/04/france-an-average-of-three-churches-are-attacked-every-day

[14] https://www.jihadwatch.org/2019/04/hugh-fitzgerald-the-fire-at-notre-dame-and-muslim-schadenfreude-part-two?fbclid=IwAR3rOVmsKGxmiCtSuzyY-fpkI14f17RB_xjtLR3IYATo2xrr3u6ngBj95Ng

[15] Lei islâmica

[16] https://www.gatestoneinstitute.org/12645/christians-genocide-nigeria

[17] Permissão para o muçulmano mentir se essa mentira ajudar a propagação do Islã e da sharia (lei islâmica)http://infielatento.blogspot.com/2014/11/taquia-taqiyya-no-alcorao-e-Sharia.html

Páscoa sangrenta no Sri Lanka: a jihad global avança

Por Andréa Fernandes

Mais um banho de sangue promovido pela jihad global impacta a minoria religiosa mais perseguida do mundo. Dessa vez, o massacre de cristãos se deu no Sri Lanka, uma ilha localizada ao sul da Índia, lar territorial de diversas  línguas e culturas.

No país asiático os cristãos representam 7,6% da população de maioria budista (74%), além de 12,6 % de hinduístas e  9,7% de muçulmanos, segundo o censo de 2012.

Oito ataques terroristas em igrejas e hotéis atingiram centenas de fiéis católicos e pelo menos 35 turistas em todo país durantes as celebrações de Páscoa naquele que já é considerado o pior ato de violência desde o fim da brutal guerra civil entre 1983 e 2009, quando o governo declarou a derrota do grupo separatista Tigres da Libertação do Tamil Eelam, conhecido como Tigres Tamis. Até o momento são 215 mortos[1] e acredita-se que o número deve aumentar em virtude da gravidade dos ferimentos ocasionados em muitas das vítimas, estimadas entre 450 e 600.

O morticínio iniciou na manhã deste domingo em 3 igrejas, 4 hotéis e um condomínio. Os templos religiosos atingidos foram o Santuário de Santo Antônio, na capital Colombo, Igreja de São Sebastião em Negombo; e a Igreja de Sião, em Batticaloa. Três hotéis atacados eram de luxo: o Shangri-La, o Cinnamon Grand e o Kingsbury, todos em Colombo.

Inicialmente, não houve reivindicação acerca da responsabilidade pelos atos terroristas, mas o ministro da defesa culpou “extremistas religiosos” pelo que nominou “infeliz incidente terrorista”, muito embora não tratar-se a barbárie de um simples “circunstância acidental” como aduz a referida autoridade, já que em 2018, segundo a Aliança Evangélica Cristã Nacional do Sri Lanka ( NCEASL ) – que representa mais de 200 igrejas e outras organizações cristãs –  foram registrados pelo menos 86 ações violentas, atos de discriminação e ameaças contra os cristãos[2]. O ministro também não especificou a “identidade religiosa” dos “extremistas”. Nominar os “assassinos-jihadistas de cristãos” protegidos por países muçulmanos que integram o Conselho de Direitos Humanos da ONU, além de “islamofóbico” é “perigoso” para a manutenção da paz em qualquer país civilizado.

Seguindo a tradicional ação de “jihad programada” contra “cristãos infiéis”, dez dias antes dos atentados terroristas o chefe de polícia do Sri Lanka emitiu um alerta nacional comunicando que homens-bomba da facção muçulmana National Thowheet Jama’ath ( NTJ ) planejavam promover ataques suicidas contra “igrejas proeminentes” e o Alto Comissariado indiano em Colombo[3]. Certamente, a segurança do Alto Comissariado foi reforçada e a minoria cristã foi desprezada pelas autoridades de segurança.

A propósito, quando próximo à Semana Santa, foi divulgado pelo escritor Raymond Ibrahim que na “França macroniana” são atacadas duas igrejas por dia[4], vale esclarecer que o grupo muçulmano NTJ – cujas lideranças faziam os mesmos discursos dos muçulmanos da França, acusando o governo do Sri Lanka de “racismo” – também tem a “prática” de vandalizar estátuas budistas. Aliás, os massacres sistemáticos contra cristãos sempre são precedidos por “genocídio cultural” destruindo-se ícones da fé cristã. De maneira geral, após os ataques físicos contra igrejas, os cristãos são perseguidos e mortos sem que as atrocidades resultem numa condenação global citando o termo politicamente incorreto “cristofobia”.

Os atentados no Sri Lanka geraram toda espécie abjeta de “falsa comoção”: a primeira-ministra britânica Theresa May fez questão de não identificar as vítimas por evidente pavor de “ofender” os muçulmanos do Reino Unido que têm peso eleitoral expressivo para a politicalha progressista. May não conseguiu reconhecer nem mesmo que tratava-se de “terrorismo”, usando a colocação evasiva “atos de violência contra igrejas e hotéis no Sri Lanka[5], já que é sabedora que os adeptos do Islã estão envolvidos na maioria esmagadora dos atentados terroristas pelo mundo, além do comércio bilionário na área armamentista com o mundo muçulmano.

Bharein, Qatar e os Emirados árabes Unidos embarcaram na taqiyya[6] para fingir condenação contra os ataques terroristas através de comunicados oriundos dos respectivos Ministérios de Relações Exteriores. O apoio desses países do Golfo ao chamado “fundamentalismo islâmico” que estriba ações violentas contra minorias diversas não será “comentado” pelos badalados analistas internacionais da mídia convencional, que preferem deixar de lado o apoio explícito do Qatar a perigosos grupos terroristas[7] que promovem a jihad livremente. Por sinal, o Qatar é considerado o “pior Estado da região” no rastreamento de financiamento do terrorismo, de acordo com documentos diplomáticos dos Estados Unidos publicados pelo WikiLeaks[8]. Porém, alguém vê alguma importante liderança cristã denunciando tal “hipocrisia islâmica”?

É importante frisar que o Estado Islâmico se manifestou afirmando que a “jihad terrorista” foi motivada por retaliação em virtude dos ataques contra muçulmanos e suas mesquitas[9]. Contudo, faz-se oportuno trazer à lembrança que em 2016, houve uma séria denúncia no Sri Lanka de que 32 muçulmanos da elite do país haviam se unido à facção terrorista.

Outrossim, cumpre informar que treze suspeitos foram presos e um dos jihadistas do massacre foi identificado como Zahra Hashim, famoso pregador muçulmano que ensinou: “Allah criou esta terra para os muçulmanos”[10], o que leva a “crer” que não seria “nada demais” usar a “espada do terror” para implementar a sharia (lei islâmica) à força em Dar Al-Harb (terra da guerra). No entanto, o ministro das Finanças, Mangala Samaraweera, afirmou que os ataques foram “uma  tentativa bem coordenada de criar assassinatos, desordem e anarquia”[11]. É isso mesmo! A jihad contra infiéis cristãos é retratada pelo conceito não-muçulmano  e “blasfemo” de “anarquia”, o que nos leva  a perguntar: como vencer um perigoso e astuto inimigo sem conhecer a base de sua doutrina de ódio?

O primeiro-ministro Ranil Wickremesinghe informou que a prioridade agora é prender os terroristas e solicitou para que não fosse divulgado o nome dos presos a fim de evitar “tensão entre as comunidades” e a decisão governamental de “bloqueio das redes sociais” visa impedir a propagação de “informações incorretas”, pois a “censura” é um instrumento eficiente para impedir a conscientização da opinião pública sobre a “ideologia” que tenta submeter o mundo à sharia. Resumindo: o país é “refém do terror[12].

A conspiração jihadista não teve maior dimensão catastrófica graças à identificação de um explosivo localizado nas proximidades do principal aeroporto do país. Peritos do exército detonaram  de forma controlada o artefato explosivo.

Enquanto horrorizada busco mais informações para fundamentar o artigo sub oculis, tomo conhecimento de que que um terrorista descrito pela mídia como “homem de pele escura” invadiu uma igreja em Munique (Alemanha) aos gritos de Alahu Akbar e atacou os cristãos durante o culto, causando ferimentos em pelo menos 24 pessoas[13]. A mídia ocidental não divulgou a ação jihadista porque seria configuração de “racismo”.

Após ouvir enojada o comentário de repórter da GloboNews em cobertura lacônica e medíocre afirmando que não se sabe a “motivação” dos ataques terroristas no Sri Lanka, lembrei do depoimento de uma testemunha que assistiu a carnificina jihadista. Disse o comerciante que trabalhava próximo ao Santuário de Santo Antônio e que ajudou a socorrer as vítimas: “Era um rio de sangue”! Essa é exatamente a descrição que alguns historiadores fazem da invasão muçulmana que resultou em dominação de Constantinopla no ano de 1453.

A base cultural do império bizantino era greco-romana e o Cristianismo era a religião oficial antes da jihad cumprir o seu “papel de excelência” no momento em que tribos turcas das estepes da Ásia Menor tomaram a cidade de Constantinopla, e o sultão Mehmed II não escondeu o objetivo de tornar o império otomano um “califado global” tendo a outrora cidade cristã como sua “capital”. Alguma “semelhança” com  o modus agendi de certas autoridades islâmicas da atualidade?

Outro acontecimento importante ignorado pelos humanistas e intelectuais do “Ocidente infiel”: segundo o professor Peter Screiner, especialista da Universidade de Colonia, pesquisas recentes mostram que “os osmalinis eram inicialmente bastante pacíficos e não chamaram atenção dos bizantinos”, sendo até muito úteis aos bizantinos por se dedicarem à pecuária e contribuir para o abastecimento de Constantinopla[14]. Com isso, foram “tolerados” pelo “altruísmo suicida cristão”. Contudo, com o tempo, a “paz enganadora” dos “piedosos muçulmanos” se transformou em “rios de sangue”.

A mesma “espada do Islã” que decapitou, estuprou, roubou, escarneceu, espoliou e dominou Constantinopla voltou a agir hoje no sul da Ásia, e fatos históricos continuarão sendo insuficientes para fazer o decadente “mundo cristão” entender que o extermínio de povos e culturas bem como apropriação de terras faz parte da “gênese islâmica”.

Constantinopla jaz no “esquecimento sepulcral” da Cristandade, mesmo tendo sido substituída por um império sanguinário que a posteriori  promoveu o genocídio de milhões de cristãos armênios[15], gregos e assírios[16], genocídio este, que lamentavelmente não é reconhecido pelo Brasil, Estados Unidos e outros países de população majoritariamente cristã. Desse modo, se a Queda de Constantinopla foi solenemente apagada da “memória cristã”, o que nos faria acreditar que haverá alguma reação séria à jihad global que almeja eliminar a fé cristã do Ocidente?

“Mar de sangue” é o futuro de uma geração que nada aprendeu com o passado!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem www.wsj.com

[1] https://economictimes.indiatimes.com/news/international/world-news/blasts-hit-two-sri-lanka-churches-during-easter-mass-80-injured/articleshow/68973838.cms

 

[2] https://www.9news.com.au/world/sri-lanka-attack-churches-and-hotels-hit-with-explosions-breaking-news/daefa145-503d-4631-b52a-04c7f254e9f9

 

[3] https://www.timesofisrael.com/7-suspects-arrested-in-sri-lanka-over-easter-sunday-bombings/

[4] https://www.gatestoneinstitute.org/14044/europe-churches-vandalized

 

[5] https://www.jihadwatch.org/2019/04/uks-may-condemns-acts-of-violence-against-churches-and-hotels-in-sri-lanka?fbclid=IwAR2–siheFJRy2JYGjPrbWJfI3FvS4um0Hsxgq_GGapukSNNK5eXhfV2dLA

 

[6] Permissão para o muçulmano mentir se essa mentira ajudar a propagação do Islã e da sharia

 

[7] https://www.bbc.com/news/world-middle-east-40246734

 

[8] https://www.gospelprime.com.br/al-jazeera-e-o-pedido-de-apoio-de-gleisi-hoffmann/

 

[9] https://www.oneindia.com/international/colombo-bombings-isis-suggests-revenge-for-strikes-on-muslims-2881238.html

 

[10] https://www.jihadwatch.org/2019/04/sri-lanka-one-jihad-mass-murderer-was-well-known-muslim-preacher-who-said-allah-created-this-land-for-muslims?fbclid=IwAR15377f649oukI1n_1qn1BxDAFbownwg1Aod0Byak3q8r-QAPCjplh1CbM

 

[11]https://www.nytimes.com/2019/04/21/world/asia/sri-lanka-explosion.html

 

[12] https://www.metropoles.com/mundo/primeiro-ministro-do-sri-lanka-diz-que-prioridade-e-deter-terroristas

 

[13] https://www.jpost.com/Breaking-News/Man-storms-German-church-injures-24-people-in-mass-panic-587504

 

[14] https://www.dw.com/pt-br/1453-constantinopla-%C3%A9-tomada-pelos-turcos/a-325020

 

[15] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2015/04/25/ha-cem-anos-15-milhao-de-cristaos-massacrados-quem-chorou-por-eles/

 

[16] https://oglobo.globo.com/mundo/o-massacre-esquecido-centenas-de-milhares-de-gregos-assirios-foram-mortos-por-otomanos-15947403

Brasil e Venezuela, futuro sombrio para América do Sul

Por Gil Carlos Montarroyos[1]

Não é nenhuma novidade que a situação Venezuela – Brasil vem paulatinamente se deteriorando, ao ponto de chegar a total ruptura das relações diplomáticas do Brasil com o regime socialista venezuelano.  A última eleição deixou claro que a maioria absoluta dos brasileiros não mais comunga com a agenda comuno-bolivarianista, muito embora hajam atores no cenário político brasileiro alinhados com o regime venezuelano.

Em face desse distanciamento e da percepção mais clara dos males perpetrados pelas gestões petistas, muito em relação aos abusos do Partido dos Trabalhadores com o dinheiro público e com a coisa pública brasileira, alocados criminosamente em ditaduras em toda América Latina, África e também no mundo islâmico, percebe-se nesse caso, que o alinhamento comuno-bolivarianista-islâmico não é coisa de teoria da conspiração ou retórica de campanha. Vários fatos embasam essa argumentação, inclusive, o fato do segundo na cadeia de comando do grupo terrorista libanês Hizballah, Tareck El Aissami[2] ser o vice-presidente da Venezuela.

O regime venezuelano está muitíssimo atrelado ao modelo islamo-socialista implantado por Hassan Al Banna e Sayyd Qutb desde a fundação da Irmandade Muçulmana no Egito, em 1922, evocando ideias revolucionárias claramente leninistas, para implantação da ditadura do proletariado, na visão de um pan-arabismo-salafista no mundo islâmico, com pretensões expansionistas para todo mundo no intuito da construção de uma grande Ummah (islamização total da humanidade).

Vale salientar que o envolvimento das esquerdas latino-americanas com grupos terroristas islâmicos não é um fato novo. Como já elencamos, essa relação incestuosa remonta ao período de fundação da Irmandade Muçulmana, perpassando à criação da OLP (Organização para Libertação da Palestina), atual Fatah, bem como na criação do Hizballah.

Todo o imbróglio presenciado na Venezuela não está nem perto de ser resolvido. Há fatos que corroboram a presença de atores do sistema internacional como China e Rússia, membros permanentes do CSNU (Conselho de Segurança das Nações Unidas), no problema venezuelano, servindo-lhe de anteparo político junto à ONU. Não obstante a tudo isso, fica claro, pelo menos a quem possui um pouco de conhecimento geopolítico, que a Venezuela passou a ser um ponto de pressão junto aos EUA, já que, ao que tudo indica, a desestabilização da América Latina, apesar de não ser algo novo, entrou de vez na agenda sino-russa.

É aqui que entra todo o protagonismo político brasileiro. Potência regional sine quaestione, em algum momento nós teremos que agir, e não falo apenas no contexto político, mas, principalmente militar. Há movimentos evidenciando que há um prenúncio de uma possível ação militar internacional na Venezuela, apesar das constantes negativas dos  principais atores políticos regionais. O fato é que, nossa soberania terá que ser defendida em caso de agressão venezuelana, condição essa que já entrou nos cálculos dos estrategistas militares dos EUA, Colômbia e Brasil.

Outro fator de grande preocupação é a constante presença de membros do alto escalão do grupo terrorista islâmico Hizballah na Venezuela, além do vice-presidente, segundo na hierarquia da facção terrorista, bem como alguns atores que trabalham arduamente na manutenção de Nicolás Maduro no poder, como exemplo podemos citar a Rússia e o Irã.

Segundo fontes de inteligência, ocorreram várias tentativas do governo iraniano de influenciar nas últimas eleições brasileiras, fato que veio à tona após o twiter do Especialista em Segurança Nacional e Política Externa da Fox News, mencionar uma possível interferência do regime iraniano na eleição presidencial do Brasil, conforme print abaixo.

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Vale ressaltar que todas essas informações foram veiculadas por órgãos de comunicação internacionais. Desde 1992, no mínimo, conhece-se da presença de agentes da Guarda Revolucionária Iraniana atuando na América do Sul (desde o atentado à embaixada israelense em Buenos Aires).

Não obstante a todos os fatos exaustivamente noticiados sobre a atuação do Hizballah no problema venezuelano, há também fortes evidências da atuação do referido grupo terrorista com a facção criminosa paulista PCC[3]. Entretanto, como quem manda no Hizballah é o regime iraniano, entendemos que há pelo menos mais um ator estatal agindo nas sombras na Venezuela com operações secretas, tanto para salvaguardar o regime, como para ampliar sua influência no principal ator político sul-americano – o Brasil, ajudando diretamente a maior facção criminosa do país, bem como em uma atuação direta sobre partidos de esquerda como o Partido dos Trabalhadores (PT)[4], o Partido Socialismo e Solidariedade (PSOL), o Partido Comunista do Brasil (PC do B), o Partido Democrata Trabalhista (PDT) e outros.

Nicolás Maduro e o seu animus belli

Desde o início da crise venezuelana, o ditador Nicolás Maduro vem demonstrando o interesse em iniciar um conflito militar na região. Esse animus belli venezuelano, se exacerbou e muito com o início da campanha presidencial brasileira. Quando ficou evidente as reais chances do então candidato e atual presidente do Brasil, houveram várias manifestações contra o atual presidente, Jair Bolsonaro[5] e sérias provocações ao nosso vice-presidente, Gal. Hamilton Mourão[6] durante a campanha e logo após vencido o pleito.

Todo o engajamento do povo brasileiro contra o projeto de poder idealizado pelo Partido dos Trabalhadores, demonstrou que, em caso de derrota do PT e aliados nas eleições, perder-se-ia o principal aliado do regime na América Latina, o que de fato aconteceu. Com a consolidação da vitória do atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, todos os pesadelos do regime se concretizaram. A mudança do paradigma marxista para o de viés liberal conservador, da nova direita brasileira, provocou um verdadeiro pânico no regime de Maduro – financiamento, apoio político, intercâmbio ideológico, tudo ruiu!

Com isso, as provocações do ditador venezuelano ficaram mais incisivas e constantes, principalmente após a aproximação do atual governo brasileiro aos EUA e o seu apoio irrestrito ao presidente interino venezuelano Juan Guaidó[7], causando ainda mais acirramento dos ânimos com o regime de Maduro. Vendo que estava cada vez mais isolado e sem apoio internacional, com exceção do apoio de Cuba, Rússia, China, Irã, Nicarágua, Bolívia e Coreia do Norte, Maduro acelerou o seu alinhamento com esses atores estatais do sistema internacional.

Esse estreitamento de relações com países ditatoriais ou semi-ditaduras, demonstrou que o regime fará o que for preciso para se manter no poder. Portanto, partindo dessa premissa, fica claro que é possível uma intervenção militar na Venezuela a curto prazo, mesmo muitos dizendo o contrário. Como já mencionamos acima, houveram vários episódios e intervenções tanto venezuelana, como de seus aliados para que o Partido dos Trabalhadores não perdesse a eleição.

Há casos de agressões por parte de militantes da esquerda ao eleitores de Jair Bolsonaro[8], quebra-quebra, fraudes[9] em urnas eletrônicas e a suspeita da atuação iraniana[10] em um plano de assassinato do então candidato à presidência Jair Bolsonaro, ou seja, confirmando que houve toda uma série de intervenções da esquerda com uma possível influência direta do regime venezuelano dentro do território brasileiro, a fim de impedir a eleição e a consequente perda de todo e qualquer apoio da potência regional – o Brasil. Com todas essas informações, fica claro que, mesmo que muitos tentem negar, principalmente com a chegada de tropas regulares russas[11] e chinesas[12] à Venezuela, isso sem contar com mercenários russos do Wagner Group[13], que estão atuando ativamente na Venezuela, bem como membros da inteligência cubana, norte-coreana, nicaraguense e boliviana oprimindo e perseguindo com mão-de-ferro os opositores do regime.

Diante dos fatos e de todas as evidências, além é claro de todo o reforço que nossas forças armadas vêm recebendo, fica demonstrado para a maioria dos especialistas que há sim uma preparação para uma possível intervenção militar na Venezuela, com o emprego de pelo menos três países, no intuito de erradicar o risco chamado “Maduro” e suas relações incestuosas com ditaduras, organizações terroristas e criminosas do mundo inteiro – ALEA JACTA EST – A SORTE ESTÁ LANÇADA!

[1] Internacionalista e historiador com estudos voltados ao terrorismo islâmico.

Imagem República de Curitiba

[2] Conferir sitio: <https://oglobo.globo.com/mundo/novo-vice-de-maduro-acusado-de-ligacoes-com-narcotrafico-terror-20734945>.

[3]Conferir links: <https://www.oantagonista.com/brasil/conexao-pcc-com-o-hezbollah/>, < https://istoe.com.br/o-hezbollah-pode-dominar-o-pcc/>.

[4] Conferir os links: <https://www.tercalivre.com.br/relacao-entre-pt-e-ira-e-antiga/>, <http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1388940-5601,00-AO+LADO+DE+AHMADINEJAD+LULA+DEFENDE+DIREITO+DO+IRA+A+PROGRAMA+NUCLEAR+PACIF.html>.

[5] Conferir link: <https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/12/20/venezuela-nao-vai-ter-um-bolsonaro-diz-nicolas-maduro-em-discurso.ghtml>.

[6] Conferir link: <https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2018/12/12/maduro-diz-que-brasil-quer-paz-mas-mourao-e-louco-e-ameaca-dar-licao.htm>.

[7] Conferir link: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/28/internacional/1551378266_935933.html>.

[8] Conferir link: <https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/eleicoes/2018/noticia/2018/10/28/rio-tem-relatos-de-agressoes-e-feridos-em-domingo-de-votacao.ghtml>.

[9] Conferir link: <https://folhapolitica.jusbrasil.com.br/noticias/112550662/grupo-hacker-diz-que-urnas-eletronicas-do-brasil-sao-propositalmente-falhas-e-acusa-vulnerabilidades>.

[10] Conferir link: <https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-10-20/deputado-norte-americano-eleicoes-brasil.html>.

[11] Conferir link: <https://oglobo.globo.com/mundo/avioes-militares-russos-carregando-tropas-equipamentos-chegam-venezuela-23546894

[12] Conferir link: <http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/venezuela-inicia-exercicios-com-anfibios-chineses-e-misseis-russos.html

[13] Conferir link: <http://www.defesanet.com.br/russiadocs/noticia/31891/Venezuela—Mercenarios-Russos-do-Grupo-Wagner-em-acao-no-pais/

Visita de Bolsonaro a Israel e a “recompensa do crocodilo”

Por Andréa Fernandes

Chegou ao fim na quarta-feira a visita oficial[1] do presidente Jair Bolsonaro ao Estado de Israel. A viagem despertou “paixões nunca vistas” nesse país. Todos os passos do presidente foram seguidos ao “compasso de críticas dissonantes” e suas falas checadas ao “som da velocidade da luz”.

Como já era previsível, os “coristas da imprensa” anunciaram “saldo devastador” em relação à nossa política externa e pouco ganho efetivo para o Brasil. Nem mesmo o anúncio no primeiro dia da visita acerca da abertura de um escritório comercial[2] em Jerusalém – ao invés da mudança da embaixada de Tel Aviv para a capital indivisível do Estado judeu – fez sossegar os jornalistas, já que a Autoridade Palestina, demonstrou irritação convocando para consultas[3]  seu embaixador no Brasil, Ibrahim Alzeben, o qual rotulou como “inoportuna” e desnecessária” a decisão do presidente.

Contudo, segundo o jornal BBC, Bolsonaro informou que pretende até o final do seu mandato presidencial concluir a mudança da embaixada para Jerusalém[4]. Afinal de contas, não foram os palestinos que elegeram o presidente de um país de maioria cristã cansada de observar o alinhamento com ditaduras islâmicas.

O jornal ‘O Globo’ foi mais adiante no “pântano de horrores midiáticos” se socorrendo do seu saudosismo da “era Lula” pontuando que em 2010, o ex-presidente em viagem ao Oriente Médio, não apenas visitou Israel, mas também, Ramallah, Belém e Jordânia, frisando que foi articulada a participação do Brasil em uma negociação entre israelenses e palestinos para uma paz duradoura[5]. O leitor leigo nas questões políticas daquela região distante do mundo poderia até pensar nas supostas “boas intenções” e possibilidades de “êxito” do ex-presidente que hoje cumpre pena de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro[6], mas a realidade não corrobora as inferências do jornal, senão vejamos: Lula nunca teve interesse em privilegiar relações saudáveis com “países democráticos” em sua nefasta política externa e a sua proposta como “mediador” do conflito israelo-palestino foi um “fracasso retumbante”[7].

Conforme bem frisado no artigo Sete ditaduras financiadas pelo governo brasileiro nos últimos anos[8], de autoria de Felippe Hermes, a busca em ampliar o comércio com nações periféricas aproveitando-se dos seus ganhos com a alta de preços de produtos como petróleo, levou Lula a peregrinar por África e Oriente Médio como poucos presidentes do mundo, concretizando sua senda em prol do totalitarismo ao afirmar não podemos ter preconceito com países não democráticos, pronunciamento este realizado em 2009, na Cúpula das Nações Africanas. Como se vê, a relação promíscua de Lula apoiando ditaduras sanguinárias vai muito além dos contratos secretos do BNDES, que a partir de 1998 até 2014 financiou mais de 2.000 empréstimos para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior[9].

Assim, a pergunta que incomoda é a seguinte: considerando o “pragmatismo responsável” ressaltado por internacionalistas progressistas defensores da política externa adotada por Lula, quais “os ganhos” alcançados após o mesmo abraçar “ditadores carniceiros” como Muanmar Gaddafi e Bashar al-Assad em suas 5 viagens aos países muçulmanos? Se considerarmos que à época, Lula afirmava que seu objetivo era vender os produtos do Brasil para esses países totalitários islâmicos, a balança comercial desmentiu o petista, pois antes das viagens era positiva em 850% e no fim do governo o saldo diminuiu para 795%. Por outro lado, os ganhos sob as perspectivas culturais e diplomáticas dificilmente serão aferidos, uma vez que não era praxe governamental um modelo de transparência de suas ações, impedindo o acesso às informações sobre o resultado e/ou teor dos tratados firmados como no caso do suposto acordo com o Líbano no tocante ao combate ao narcotráfico[10]. Vale lembrar que o referido país abriga o grupo terrorista islâmico Hezbollah, que “coincidentemente” tem fortes vínculos com a facção criminosa PCC.

Ao contrário de Bolsonaro, Lula não recebeu críticas ferrenhas por seu alinhamento improdutivo com ditaduras árabes ovacionando déspotas de regimes condenados internacionalmente por não autorizarem eleições livres, além de promoverem repressão a minorias e violações diversas dos direitos humanos, inclusive, perseguição religiosa. De 2003 à 2011, o Brasil recebeu visitas oficiais de pelo menos 12 ditadores e alguns se reuniram com Lula no exterior, sendo certo que os protestos de ativistas de direitos humanos e da comunidade judaica não inibiram o petista ao festejar o recebimento em solo brasileiro do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, defensor da tese de negacionismo do Holocausto,  “famoso” também por suas declarações prometendo riscar Israel do mapa objetivando mais um genocídio de judeus, bem como “declamando” ódio aos homossexuais. Com isso, percebe-se que Lula era afeito às “bestas-feras”: não há dúvidas quanto a isso!

Voltando ao obscuro “entendimento acadêmico” de “pragmatismo responsável” para justificar a primazia do alinhamento com a agenda comuno-islâmica, o professor de História das Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e especialista em política externa brasileira, Williams da Silva Gonçaves, salientou que esses encontros com ditadores genocidas não seriam censuráveis porque “vêm naturalmente para um país com aspirações internacionais como o Brasil”[11], o que revela ser “natural” apoiar ações repressivas de Estados totalitários, desde que a cartilha ideológica seguida pelos mesmos seja comunista ou islâmica. “Antinatural”, na concepção dos professores-ativistas, é se alinhar ao Estado de Israel apoiando o seu direito de defender os seus nacionais em relação aos ataques terroristas de uma facção palestina que estatuiu em sua Carta constitutiva[12] o “dever” de exterminar judeus com base nos seus preceitos religiosos classificados como “pacíficos” pela grande mídia. Todavia, no meu dicionário de política externa, essa prática de ocultar atrocidades dos jihadistas tem nome: “relativismo irresponsável”!

Outro tema que incomodou a imprensa foi a manifestação do Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo confirmada por Bolsonaro de que o nazismo seria um movimento de esquerda. A ira midiática mostrou sua face totalitária contestando raivosamente a concepção do presidente, e nesse caso particular, apoiou-se no entendimento esposado pela direção progressista do Yad Vashem considerando o nazismo um regime de direita radical[13], sem aventar as muitas discussões acadêmicas que estão distantes de alcançar consenso sobre a questão. Quanto ao assunto, sugiro leitura do artigo do professor George Reisman intituladoPor que o nazismo era socialismo e por que o socialismo é totalitário, e também o texto “Afinal, os nazistas eram capitalistas, socialistas ou ‘terceira via?’” do historiador econômico Chris Calton.

Entrementes, o melhor termômetro  para medir a temperatura do relativismo midiático foi além do desprezo aos vários instrumentos bilaterais de cooperação celebrados com o Estado judeu[14] e a reunião com cerca de 200 empresários[15] o apoio tácito à manifestação do grupo terrorista Hamas que alcançou importante “status” de ator político relevante ao ponto do jornal ‘O Globo’ publicar matéria com título Hamas condena visita de Bolsonaro e diz que presidente viola leis internacionais. No bojo da notícia, o grupo islâmico, que tem consignado em seu estatuto de fundação o dever de promover genocídio contra os judeus, é definido como organização islâmica que controla a Faixa de Gaza. Os ataques contínuos de terroristas do grupo contra inocentes civis israelenses, utilizando, inclusive, crianças e mulheres como escudos humanos em violação às leis internacionais, não é considerado pelo jornal motivo para retratá-lo como “pária” indigno de emitir opinião sobre as decisões do representante de um país democrático que não é regido pela sharia (lei islâmica) condutora da jihad contra Israel.

Ao atribuir “lugar de fala” para um sanguinário grupo terrorista islâmico, a mídia consagra a proposição aventada pelo internacionalista Gil C. Montarroyos, quando afirma queas ideologias de esquerda e o Islã, são e estão correndo paralelos para a divisão do mundo, na implantação de uma nova ordem global a fim de se perpetuarem como ‘global players’ do sistema internacional[16]”. Desse modo, é plenamente “compreensível” a imprensa brasileira não festejar o acordo entre Brasil e Israel visando o combate ao crime organizado e terrorismo, pelo que, a partir de agosto, um representante da polícia israelense estará em São Paulo para supervisionar cooperação com a polícia brasileira no embate mútuo contra lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e outras modalidades de crime[17]. Por que a grande mídia se importaria em reconhecer como ponto positivo uma viagem ao exterior que trata do fortalecimento da agenda de segurança interna num país com “apenas” 51.589 mortes violentas no ano de 2018[18]? O que importa para o brasileiro não seria apenas “as arroubas” da balança comercial com os países árabes predadores?

A possibilidade da intelligentsia israelense ajudar a promover avanços no Brasil assusta por demais a mídia comprometida com as pautas terroristas do Hamas e da própria Autoridade Palestina, os quais estão centrados na “jihad” para a formação de um Estado islâmico comprometido com a destruição do Estado judeu. Na verdade, o risco maior que apavora a mídia e alguns outros “setores” da sociedade brasileira é a hipótese da opinião pública descobrir que o maior exportador mundial de proteína halal – que tanto teme sofrer boicote dos países árabes e Irã, prejudicando seu comércio potencial em um mercado de aproximadamente 1,8 bilhão de consumidores  pode despertar investigações sobre denúncias referentes ao financiamento do terrorismo, visto que os produtos halal exigem compra de certificação de alguma entidade islâmica e muitas delas são acusadas de dar apoio financeiro a atividade de jihadismo/terrorismo no Ocidente.

Em 2015, o jornal Daily Telegraph noticiou que uma das maiores entidades certificadoras, a “Halal Certification Authority”, enviava grandes quantias para a organização humanitária islâmica global “Human Appeal InternationalI”, listada pela CIA e FBI[19] como um canal para fundos terroristas  há 19 anos, que aliás, foi banida por Israel há quase 11 anos[20]. Logo, a cooperação israelense na área de segurança pode, num futuro próximo, tornar “indigesta” a narrativa carnívora” da imprensa focando a exportação de proteína halal como um “negócio bilionário das Arábias[21]” esquecendo que o brasileiro não deseja “roer o osso” do financiamento do terrorismo no contexto de ameaça global que em algum momento há de reverberar em âmbito local.

O ardil instintivo de entidades e países muçulmanos que financiam o terrorismo global é muito bem representado no provérbio árabe que diz vou recompensá-lo com a recompensa do crocodilo, o qual foi explicado pelo autor do século VIII d.C, Aljahiz, que relata:

Ouça o que conta a respeito do crocodilo: os fiapos da carne que ele come se juntam nos vãos de seus dentes, que se enchem de vermes. Como isso lhe faz mal, o crocodilo se dirige até a margem, joga o corpo para trás e abre a boca como se estivesse morto. Presumindo que ele esteja de fato morto, as aves posam em sua boca e comem os vermes. Assim que percebe que sua boca está limpa de vermes, ele a fecha e engole as aves[22].

Enquanto o presidente e seus filhos são apresentados como a “matilha pitbull” da América Latina, a “recompensa do crocodilo” aguarda as imprudentes “aves brasileiras” cujas asas são guiadas em “voos mortais” pela imprensa submetida à sharia (lei islâmica). Portanto, inobstante o custo político a ser encarado por Bolsonaro para enfrentar a “alcateia global”, a sempre necessária “cautela” aconselha: “bocarra escancarada” com supostas “facilidades lucrativas” é convite ao terror.

 

Andréa Fernandes – jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem BBC

[1] http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/t/videos/v/presidente-jair-bolsonaro-faz-viagem-a-israel/7500334/

[2] https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/04/02/unico-escritorio-comercial-do-brasil-semelhante-ao-de-jerusalem-fica-em-taiwan-diz-itamaraty.ghtml

[3] https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/03/31/palestina-condena-abertura-de-escritorio-brasileiro-em-jerusalem-e-chama-de-volta-embaixador.ghtml

[4] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47740929

[5] https://oglobo.globo.com/mundo/contra-abertura-de-escritorio-do-brasil-em-jerusalem-palestina-chama-de-volta-embaixador-23564228

[6] http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2019-02/lula-e-condenado-12-anos-de-prisao-em-processo-sobre-sitio

[7] https://www.academia.edu/3607294/Emerging_Powers_and_the_Israeli-Palestinian_Conflict_The_Case_of_Brazil_and_Venezuela

[8] https://spotniks.com/7-ditaduras-financiadas-pelo-governo-brasileiro-nos-ultimos-anos/

[9] https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1985

[10] https://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2013/11/11/lula-abracou-ditadores-mas-comercio-com-arabes-ainda-e-infimo/

[11] https://noticias.uol.com.br/politica/2009/11/24/ult5773u3040.jhtm

[12] https://www.chamada.com.br/mensagens/estatuto_hamas.html

[13] https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/02/internacional/1554216611_825972.html

[14] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47740929

[15] https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/04/02/bolsonaro-se-reune-com-empresarios-no-ultimo-dia-de-viagem-a-israel.ghtml

[16] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2019/04/01/marxismo-e-isla-de-maos-dadas-com-o-terror/

[17] https://www.jpost.com/Breaking-News/Israel-Brazil-sign-agreement-to-fight-terror-organized-crime-together-585362

[18] https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/2019/02/27/numero-de-mortes-violentas-cai-mais-de-10-no-brasil-em-2018.ghtml

[19] https://clarionproject.org/uk-taxpayers-funding-charities-linked-terrorist-groups/

[20] https://www.dailytelegraph.com.au/blogs/piers-akerman/why-halal-food-process-is-leaving-such-a-bad-taste/news-story/ba8b0de8614887f503d024dda40563ff

[21] https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2019/03/aproximacao-entre-bolsonaro-e-israel-pode-afetar-o-mercado-bilionario-de-carne-halal-no-brasil.html

[22]https://books.google.com.br/books?id=fogcCAD46hEC&pg=PT497&lpg=PT497&dq=prov%C3%A9rbio+%C3%A1rabe+%27Vou+recompens%C3%A1-lo+com+a+recompensa+do+crocodilo%27&source=bl&ots=hF-3NFB4p3&sig=ACfU3U1JyNa76qUUI4VtOKoGMvvQNvO9Yg&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwja8eqw77XhAhVSILkGHeq8ByEQ6AEwBnoECAgQAQ#v=onepage&q=prov%C3%A9rbio%20%C3%A1rabe%20’Vou%20recompens%C3%A1-lo%20com%20a%20recompensa%20do%20crocodilo’&f=false

Marxismo e Islã: de mãos dadas com o terror

Por Gil Carlos Montarroyos[1]

Desde antes de toda essa propaganda acerca do terror islâmico, “pensadores” de esquerda sempre flertaram com o terrorismo e, por conseguinte, com o terrorismo islâmico e suas pautas nefastas. É sabido por todos que a esquerda é antissemita por excelência. Todos os seus expoentes são antissemitas e pregam a destruição do Estado de Israel em detrimento aos anseios árabes-islâmicos para a terra de Israel.

Para se ter uma compreensão geral, basta ver os diversos manifestos em prol da causa árabe-palestina dos partidos de esquerda brasileiros. Deputados do PT (Partido dos Trabalhadores), já fizeram até ato pró “palestina” em pleno congresso brasileiro e  em uma sessão solene do plenário da Câmara dos Deputados o Presidente do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Lutas pela Paz (Cebrapaz), defendeu abertamente a “intifada” (ações violentas) contra Israel, vociferando que teria respaldo no “Direito Internacional”, oportunidade em que o embaixador iraniano furiosamente chamou o país de “nódulo cancerígeno no Oriente Médio” e ainda acusou o Estado judeu de “tentar deformar a identidade cultural” da região.Engana-se quem pensa ser apenas uma ala radical dos partidos de esquerda com essa agenda. Todos os partidos ou organizações de esquerda aplicam esse tema às suas agendas ideológicas.

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), por diversas vezes reitera seu apoio à causa islâmica, indiferente de qual seja a temática ou ação. Não obstante a todo esse engajamento à agenda islâmica, todo o processo de aproximação dos países muçulmanos feitos durante o regime petista evoca um alinhamento não apenas conceitual a agenda islâmica.

A esquerda, com seus expoentes, pregam abertamente a destruição de Israel, bem como a expansão do Islã pelo mundo, inclusive, tentaram aprovar projetos de lei no congresso a fim de implantar o ensino islâmico como disciplina para os alunos brasileiros, projeto proposto pelo deputado Miguel Corrêa (PT-MG). É alarmante as constantes tentativas de aprovação de projetos de lei com esse viés.

O Ex-deputado Federal pelo PSOL do Rio de Janeiro Jean Willys também militou nesse sentido. Vale salientar a incoerência em relação ao apoio do ex-deputado a islamização já que o mesmo é homossexual assumido, prática combatida pelo Islã em todos os sentidos, punindo os homossexuais com a morte, demonstrando que Islã e a ideologia de esquerda andam juntos, mesmo pondo em risco a vida da população LGBT, que a esquerda diz tanto defender. Ou seja, pelo que parece, o lobby islâmico dita a regra aos “pensadores da esquerda”, doa a quem doer.

A Esquerda e Atos de Terrorismo

Desde a década de 60 do século XX, a esquerda participa ativamente de ações terroristas, principalmente contra alvos judaicos ou israelenses. Sem mais delongas, vamos aos fatos.

Em 1972, na Olimpíada de Munique, na Alemanha, o mundo presenciou uma das primeiras interações de movimentos de esquerda e o terror islâmico. Treze judeus israelenses foram brutalmente assassinados pelo grupo terrorista palestino “Setembro Negro” em plena Olimpíada de Munique.  Outra ligação entre terroristas de esquerda e terroristas islâmicos ocorreu com o sequestro do avião da Air France que fora enviado para Entebbe, em Uganda, em 1976, sempre contra alvos judaico-israelenses, demonstrando assim que tanto o pensamento da esquerda, como o Islã, ambos nutrem profundo ódio ao Ocidente e arraigado antissemitismo.

Entretanto, o que poucos ou quase ninguém fala é o envolvimento de grupos revolucionários de esquerda na preparação e na logística destes terríveis atentados, isso em se tratando apenas desses dois exemplos.

Segundo dados de inteligência disponíveis no Global Terrorism Database, existem ou existiram 2884 grupos terroristas catalogados, dos quais, sem sombra de dúvidas, 99% são de ideologia islâmico-marxista. Aliás, as ações desses grupos terroristas islâmico-marxistas são consideradas “legítimas diante da opressão imperialista” , vide como exemplo simples o link do Partido da Causa Operária (PCO) <https://www.causaoperaria.org.br/acervo/blog/2017/08/20/terrorismo-e-uma-reacao-primitiva-e-legitima-diante-da-opressao-imperialista/#.XKJIxJhKg2w>, para uma simples constatação. Ou seja, para a esquerda, os atos terroristas perpetrados como o ataque à delegação israelense na Olimpíada de Munique, ou a tentativa de promulgação de leis para islamização do Brasil, como o projeto de Lei do deputado federal do PT acima descrito, são “justos e necessários”, bem como todo qualquer outro atentado que se concretize.

Para a esquerda, qualquer ato terrorista se faz necessário para a interrupção de uma suposta opressão imperialista, seja dos EUA ou de Israel. O principal paradoxo é que, movimentos de esquerda ligados à esse pensamento fazem parte daquilo que é opróbrio no mundo islâmico e contra a sharia (movimentos feministas e LGBT, por exemplo). Na prática, é o que no decálogo de Lênin ele definiu como “idiotas úteis” e na sharia (interpretação literal da lei islâmica) é chamada de taqiyyah (a permissão islâmica para enganar o infiel para a propagação do islã como causa maior).

Em suma, há uma convergência de interesses, tanto do pensamento de esquerda como na teologia islâmica. É a convergência do caos e da barbárie para expansão de suas ideologias. Não obstante a todo esse imbróglio de conceitos, é necessário ressaltar que há evidências de que essa parceria flui desde pelo menos a II Guerra Mundial, tanto com a Alemanha de Hitler, como com União Soviética de Stalin. E essa interação rendeu muitos frutos. No caso soviético, houve a participação direta da extinta agência secreta KGB em praticamente todos os atentados islâmicos ao Ocidente desde a II Guerra Mundial, bem como a exércitos regulares, como nas guerras dos Seis Dias e Yom Kipur contra Israel, e até hoje.

No caso de Hitler, convém trazer à lembrança a “aliança  genocida” firmada com o líder palestino Haj Amin Al-Husseini e a esclarecedora declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Dentro da dialética das ideologias acima descritas, “os meios justificam os fins”, independente dos custos, sejam eles sociais, econômicos e humanos. Essas ideologias totalitárias, agem de forma a deturpar o equilíbrio democrático, já que, para ambas, os conceitos de democracia, são “obsoletos e pecaminosos”, usando-os apenas como ferramenta retórica para dissuasão das críticas de seus opositores. A bem da verdade, as ideologias de esquerda e o Islã, são e estão correndo paralelos para a divisão do mundo, na implantação de uma “nova ordem global” a fim de se perpetuarem como “global players” do sistema internacional.

Os alvos principais para alcançar êxito, é o processo de islamização por povoamento físico¹ dos países  que antes se opunham a essas ideologias, sempre trazendo à baila, as ideias marxistas de conflito social, luta de classes, e opressão imperialista do Ocidente à classe operária e ao muçulmano, tanto na periferia do sistema internacional, como nos países desenvolvidos, como vemos na Alemanha, França, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Bélgica, dentre outros.

[1] Internacionalista e historiador, com estudos voltados ao terrorismo islâmico.

Imagem Direita Política

Carta Aberta ao Sionismo Politicamente Correto

Por Andréa Fernandes
Sei que surpreenderei os leitores do Blog Ecoando a Voz dos Mártires por estarem acostumados aos meus textos longos, mas, dessa vez, utilizarei o nível máximo de precisão para relatar o que penso sobre parte do ativismo sionista aplaudido por muitos judeus e cristãos conservadores nas redes.
Como é de sabença geral, sou “sionista até o tutano” e tenho me esmerado dentro das minhas limitações para defender o Estado de Israel e o povo que tanto amo. PORÉM, confesso que não consegui ultrapassar a leitura do primeiro parágrafo de um extenso texto publicado em crítica à nova novela da Globo, tendo por título “Carta aberta a Duca Rachid, coautora da próxima novela das seis da Rede Globo, “Órfãos da Terra”.
O motivo é simples… o referido ativista escreveu; Confesso que o começo e o meio da sua entrevista, entendo profundamente as suas palavras sobre ondas migratórias e xenofobia ao redor do mundo.
Ou seja, parei de ler quando houve afirmação do autor da Carta no sentido de manifestar que compreende a questão da insatisfação da autora com a “xenofobia ao redor do mundo”, repetindo o discurso falacioso e deplorável dos progressistas que também odeiam Israel inserindo os críticos à invasão orquestrada pela ONU ao Ocidente na categoria abjeta de “xenofobia”, mostrando, aliás, o já costumeiro e repugnante viés politicamente correto! 
Penso o seguinte: a novela nojosa da Globo é tão detestável quanto a prática de rotular aqueles que discordam da imigração em massa para o Ocidente de “xenófobos”. Parte do mundo judaico ainda não “aprendeu” que adular as pautas da esquerda não ajuda em nada Israel!!!!
Hasbará eficiente não combina com apoio sutil à “injustiça difamatória” promovida pela Globo em relação àqueles que lutam dignamente pelo ideal de uma civilização ocidental livre do caos promovido pela implantação da mesma “sharia” que “legitima” o ataque da novela da aldeia global contra o Estado judeu… Se o problema é falta de conhecimento acerca dos resultados danosos da imigração em massa à Europa, vale o acompanhamento de think tanks, tais como o Gatestone, que mostram dados  ocultados pela Globo e ativistas politicamente corretos.
Creio que os equívocos de parte da comunidade judaica se justificam pelo fato de, mesmo tendo boa vontade, faltam-lhes tempo disponível para acompanhar informações sobre os tristes acontecimentos em solo europeu em virtude da subserviência irresponsável de autoridades diversas à política imigratória da ONU.
Volto a repetir: o brasileiro precisa saber se posicionar em relação às questões importantes para evitar que a esquerda continue dominando os “debates inexistentes” por falta de lideranças de direita para defender satisfatoriamente nossas pautas! Viralizar concepções globalistas é um sério problema…
Sionismo não se faz com “meias verdades”. Verdades históricas precisam ser ditas, saiam de cima do muro!
Andréa Fernandes – jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.
Imagem Globo

Violência, massacres e atentados: influência do terror islâmico?

Por Gil Carlos Montarroyos[1]

Muito temos nos perguntado se houve alguma influência do atentado na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano. O modus operandi, não deixa dúvidas – o atentado sofreu direta ou indiretamente essa influência. Segundo o Global Terrorism Database[2] já ocorreram mais de 180.000 atentados terroristas, mais de 88.000 bombardeios, 19.000 assassinatos e 11.000 sequestros desde 1970 diretamente ligados à prática do terrorismo no mundo até 2017.

Dentro desses dados e levando em consideração o recrudescimento do Islã radical, mais comumente denominado de jihadismo islâmico (Jihad, definição islâmica para qualquer ação violenta contra muçulmanos apóstatas e não-muçulmanos), e suas ações violentas, tanto contra outros muçulmanos, como por exemplo, atentados sunitas contra populações xiitas em diversos países (Paquistão, Iraque, Iêmen, Sudão, Omã, etc…), bem como a ocidentais, civis e militares em todo o mundo.

Não obstante a todo o caos no mundo islâmico na periferia do sistema internacional, temos visto a extrapolação de atos de terrorismo, muito deles não diretamente ligados ao terror islâmico, mas, que sofreram algum tipo de influência deste, face, a ampla divulgação na mídia internacional das diversas ações dos diversos grupos terroristas islâmicos em todo o mundo: Hamas, contra civis e militares israelenses, Hizballah, idem, Al Qaeda, contra civis e militares, tanto no Oriente Médio, como no Ocidente, ISIS ou DAESH, mais conhecido Estado Islâmico, com atos de extrema violência praticados majoritariamente contra civis, amplamente divulgados em toda mídia internacional.

Toda essa propaganda gratuita feita diuturnamente pela grande mídia, possui alguma influência no atentado à escola de Suzano? A resposta é sim. Segundo a Autora de “Mentes Depressivas – As Três Dimensões da Doença do Século” (editora Globo), a psiquiatra Ana Beatriz Silva menciona a onda de suicídios atribuída ao lançamento do livro “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra de Goethe, de 1774, em que o protagonista se mata após um amor não correspondido. Como reação, o livro foi recolhido e proibiu-se a discussão sobre o suicídio por acreditar que seria algo que incitasse a prática.

Segundo a especialista, quando há um caso noticiado, gatilhos mentais, associados a problemas emocionais e psicológicos, estimulam os potenciais suicidas a executarem o suicídio. “Uma cena de suicídio pode causar muitos impactos na vida de um jovem por meio do gatilho, especialmente quando esses jovens estão fragilizados, angustiados e perdidos nas questões cotidianas, sem apoio e orientação, desconectados com a vida“, afirma a escritora.

Essa análise também deve ser aplicada aos casos de terrorismo em geral. Em todo o mundo, o fenômeno do terrorismo é amplamente discutido, mas, as autoridades ainda não fazem ideia de como prevenir atos de terror. Nos casos de terrorismo, via de regra há uma pauta político-religiosa por trás do ato, que, usado como ferramenta de pressão política ou como prática de guerra assimétrica, trazem à baila uma pauta política e muitas vezes religiosa.

Iniciado em 1922, quando há o primeiro ato de terrorismo religioso registrado de fato, contra a comunidade judaica do então Mandato Britânico para Palestina,  após a criação da organização religiosa islâmica egípcia Irmandade Muçulmana, fundada por Sayyd Qutb e Hassan Al Banna, uma onda de religiosidade e doses cavalares de radicalismo passou a se observar no Egito e rapidamente se espalhou por toda a região, culminando com o denominado Pógrom de Jerusalém, se iniciando ali a modalidade de terror islâmico como a conhecemos nos dias atuais.

Terror em Realengo: o primeiro caso?

Em 07 de abril de 2011, no bairro de Realengo, no município do Rio de Janeiro, aconteceu o primeiro caso de terrorismo doméstico, onde aparecem indícios de radicalização islâmica no caso. O terrorista Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, que invadiu na manhã do dia 07 de abril de 2011 a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, atirando nos alunos, vindo a matar 10 meninas e 1 menino, deixando 13 estudantes feridos, foi o primeiro caso onde há fortes indícios de uma possível radicalização do assassino.

Em carta encontrada no local do atentado, o terrorista deixa claro a influência religiosa no texto (Foto abaixo). Vale ressaltar que não foi encontrado vínculos reais do terrorista com grupos radicais islâmicos, sem, contudo, inviabilizar a percepção de que houve a influência do terror islâmico no processo de autorradicalização, já que o mesmo menciona na carta trechos do hadith[3].

Não é incomum casos de autorradicalização. Muito pelo contrário, há evidências desse processo de identificação terrorista em todo mundo, o que fortalece a tese de que a ampla cobertura da mídia nesses casos, influenciam potenciais terroristas a se autorradicalizarem e a perpetrarem atos de terrorismo, tanto de cunho religioso, como o caso de Realengo, como nos demais casos, como o atentado de Columbine, Suzano, Nice, Madri, Paris, Londres, etc…

Toda essa exposição sobre o tema, segundo o raciocínio da Dra. Ana Beatriz Silva, autora de Mentes Depressivas, há um processo de empatia com o agressor. Vale salientar que nesses casos, o processo de empatia é lento e progressivo, e em muitas vezes, com forte presença de psicopatia preexistente nos acusados.

Política de segurança ou de saúde pública?

Com o desenrolar dos casos acima citados uma luz de alerta se acendeu no nosso país, com a prisão de diversos possíveis terroristas que já estavam em pleno processo de preparação de atentados em outros estados do Brasil. Em Pernambuco https://www.op9.com.br/pe/noticias/presos-dois-suspeitos-de-integrar-bonde-dos-terroristas-em-jaboatao/, Rio de Janeiro e Goiás, conferir o link: http://www.folhape.com.br/noticias/noticias/brasil/2019/03/19/NWS,99312,70,450,NOTICIAS,2190-POLICIA-APREENDE-DOIS-JOVENS-COM-PLANOS-PARA-ATACAR-ESCOLAS-BRASIL.aspx, em Campina Grande, na Paraíba, conferir o link: https://www.portalt5.com.br/noticias/policia/2019/3/199060-aluno-esfaqueia-colega-dentro-de-escola-em-campina-grande.

Vale salientar que apesar da lei antiterror ter sido aprovada, a mesma é incipiente e pouco clara, tanto para identificação e enquadramento legal em casos de terrorismo, bem como falha em dar um subsídio legal para as forças de segurança pautarem suas ações.

Principais vetores de propagação do terrorismo no Brasil

Não há nenhuma dúvida em relação ao principal vetor de propagação do terrorismo no mundo: o Islã radical, mais conhecido como jihadismo islâmico. Mas, para nossa preocupação, não são os únicos. Esse fenômeno, apesar de não ser recente, foi negligenciado pelas autoridades brasileiras, muitos pelo envolvimento dos antigos governos com a agenda globalista.

O avanço do Islã no Brasil, muito pela falta de uma regulação da propagação de ideologias radicais, se transforma em principal vetor de propagação de atos de terrorismo, tanto no Brasil, como no mundo.

Novas evidências surgem a todo o momento acerca da presença de células jihadistas em território brasileiro. Para isso faremos uma recapitulação de algumas notícias já veiculadas pela grande mídia nos links abaixo:

  1. https://g1.globo.com/go/goias/noticia/mpf-go-denuncia-11-brasileiros-por-promover-estado-islamico-e-tentar-recrutar-pessoas-para-atentados-terroristas.ghtml;
  2. https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/05/17/A-atua%C3%A7%C3%A3o-do-Estado-Isl%C3%A2mico-no-Brasil-segundo-estas-opera%C3%A7%C3%B5es;
  3. https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2017-10-12/estado-islamico-minas.html;
  4. https://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/estado-islamico-no-brasil/;
  5. https://super.abril.com.br/historia/explosao-islamica/;
  6. https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/05/justica-acata-denuncia-contra-9-brasileiros-por-ligacao-com-estado-islamico.shtml.

Além dessas notícias amplamente veiculadas, há a presença de grupos jihadistas em universidades brasileiras, como as presenciadas em ato pró-Irã na UFPE, https://sintrajufpe.org.br/sintrajuf/artigos/3/, em Recife, PE: https://esquerdaonline.com.br/2018/05/21/recife-tera-ato-pelo-fim-das-agressoes-sionistas-de-israel-contra-povo-palestino/; todos os atos sob o pretexto de apoio a causa palestina.

Atos pró-Palestina na Paulista, com a presença de terroristas conhecidos, também foram vistos em eventos da Paulista. Aliás, 2018 foi um ano muito problemático no que tange o tema terrorismo islâmico no Brasil.

Os fortes laços dos partidos de esquerda com grupos terroristas islâmicos como Hizballah, Fatah, Irmandade Muçulmana, dentre outros, demonstram que há uma alinhamento político-ideológico de partidos e organizações não governamentais brasileiras, bem como organizações criminosas, como por exemplo, o caso da facção criminosa paulista autodenominada Primeiro Comando da Capital – PCC, com o grupo terrorista Libanês Hizballah, para entender o problema conferir o link https://istoe.com.br/o-hezbollah-pode-dominar-o-pcc/.

Enfim, o tema ainda está longe de uma resolução pacífica. Fica clara a total inexperiência do poder público brasileiro no controle e prevenção desses atos terroristas, bem como a clara falta de vontade política de parte da classe política brasileira na resolução do problema, causando uma instabilidade jurídico-coercitiva para amparar os agentes de segurança nas ações preventivas e corretivas de potenciais ações terroristas no país.

Imagem Tribuna do Norte

[1] Internacionalista, historiador e analista internacional, com estudos focados no terrorismo islâmico.

[2] Sitio Start Institute, Maryland University: https://www.start.umd.edu/gtd/about/, acessado em 27/03/2019, 12:26.

[3] Conferir sítio: <http://islamsul.com.br/categories-1-layout/item/229-purificacao-islam>.

Sendo um homossexual sob o regime do Khmer Vermelho

Por Bopha Chheang

Original em inglês: http://archive.is/Wetny

Tradução: Febo Werneck

Homens gays no Camboja raramente tem que ser confrontados com hostilidades por parte de seus concidadãos, mas são mais frequentemente pressionados por sua própria família a cumprir com suas convenções sociais, a maior parte das vezes casando-se com uma pessoa do sexo oposto e começando uma família.

Eles frequentemente tendem a esconder a sua identidade mas simplesmente não podem reter sua feminilidade. Que tipo de vida eles teriam sob o regime do Khmer Rouge (1)? Como eles seriam tratados sob a ideologia da Kampuchea Democrática, que visava colocar todo o povo khmer em um molde, destruindo diferenças e impondo a moralidade e o estilo de vida que se assemelhava a uma vida monástica? Aqui há histórias de dois sobreviventes.

Status dos homens gays antes do Khmer Rouge

Phong Tan, um antropologista cambojano que defendeu na UNESCO um estudo intitulado  “Etnografia das relações sexuais entre homens no Camboja”, explica: “Nós realmente não podemos dizer que relações afetivas entre pessoas do mesmo sexo eram aceitas pela sociedade [antes da chegada do Khmer Rouge], mas o sexo casual entre dois homens era tolerado.”

Sou Sotheavy, que está na casa do fim dos sessenta anos, foi rejeitado por seus parentes quando estes descobriram que ele teve um relacionamento amoroso com outro rapaz. Isso foi antes dos anos 70 e ele tinha somente 14 anos. Ele acabou fazendo sexo com estrangeiros nas ruas de Phnom Penh para pagar os seus estudos. “Naquele tempo, as pessoas não aprovavam relações gays. Todavia, eu nunca estive tão exposto a discriminação e ameaças de todos os tipos como quando vivi sob o regime de Pol Pot”, lembra ele.

Forçado a se “masculinizar”

Sotheavy teve que abandonar a ideia de vestir um sarong (2) assim como ele foi forçado a adotar calças, um corte de cabelo curto e mais atitudes “viris”. Alguns de seus amigos gays, que também viviam na província Takeo, demoraram muito para se ajustar ao novo comportamento ou foram pegos em flagrante. A sentença não demorou para ser proclamada e cerca de 10 casais foram presos e eliminados.

Sotheavy, quem ainda mantém as cicatrizes do trabalho forçado nos campos com os quais ele foi compelido “apesar do frágil corpo feminino”, denuncia: “O Khmer Rouge era consciente da existência de amor entre homens, mas realmente não entendia como isso funcionava sexualmente falando [3] … No começo do regime, eles lançaram uma exterminação de homossexuais porque eles os consideravam não apenas como indivíduos inúteis, mas também como potencialmente prejudiciais à revoluçãoIsto era característico da ditadura. Assim que os “pijamas negros” nos pegaram em trejeitos ou comportando-se de modo feminino, nós éramos rotulados como inimigos da Angkar [ a suprema organização fachada dos líderes do Partido Comunista da Kampuchea] e condenados a morrer.”

Recorrendo à prostituição para obter mais arroz

Apesar do rigor do regime de Pol PotSotheavy conseguiu sustentar relações sexuais com outros homens. Ele abertamente confessa que a maioria deles, na verdade, vinha das fileiras de destaque do Khmer Rouge. Hoje, ele afirma ser incapaz de lembrar com quantos homens ele fez sexo, mas reitera que costumava ser “seletivo”. “Eu era unicamente interessado  naqueles que poderiam oferecer algumas recompensas em troca deste ‘serviço’. Eu não tinha escolha, eu tinha que providenciar comida para minha velha mãe. Durante estes tempos duros, nós tivemos que voltar a ter contato um com o outro…. Eu mostrei flexibilidade defronte o Khmer Rouge, e esta atitude valeu a pena no final. Alguns deles mostraram ternura ao me oferecer algum arroz como permuta por minha companhia.” (4)

Sou Sotheavy rapidamente terminou a ligação com os quadros do Khmer Rouge que compartilhavam o mesmo desejo sexual. Ele mesmo admitiu ter introduzido jovens soldados do Khmer Rouge às relações homossexuais. “Convencendo os que era fácil. Eles ficaram aterrorizados como os outros ao cometer um ato que a Angkar veria como ‘imoral’. Eu expliquei-lhes que aquilo seria mais fácil esconder relação com outro homem do que com uma mulher. Para abordá-los, eu iniciava conversando sobre isto e aquilo, o tempo, natureza…. E pouco a pouco, eu começava  carícias neles assim para desencadear o desejo neles”, Sotheavy explicava, completamente relaxado, e para quem os pequenos e distantes arbustos haviam se tornado ninhos de amor ao longo do tempo.

O Khmer Rouge involuntariamente encorajava a homossexualidade

Khmer Rouge apenas aceitava casamentos reconhecidos como união válida. Qualquer relação extraconjugal era proibida. Ainda, como assinalado por Phong Tan, “este regime mesmo assim criou um ambiente propício a relações homossexuais. Mulheres e homens eram separados em acampamentos distintos e eles não eram permitidos de se comunicar e nem de ver um ao outro.” Além disto, “o Khmer Rouge estava disposto a organizar toda a sociedade cambojana ao destruir o padrão de unidade familiar e separar as pessoas de acordo com o seu gênero. Esta cadeia de desenvolvimento de impulsos sexuais no meio das pessoas —- e mais particularmente  no meio de jovens soldados convocados ao front  —- que precisavam satisfazer seus impulsos e cederam à tentação da relação sexual com outros homens em seus acampamentos, sem Angkar notar tudo isto.

De um modo geral, a homossexualidade apenas envolvia soldados do Khmer Rouge e “pessoas da base”, que desfrutavam mais liberdade e eram mais respeitadas do que as “novas pessoas” (que vieram das cidades e eram consequentemente associadas com o regime antigo e considerados como inimigos do AngkarSotha, uma lésbica de Phnom Penh que agora chega a seu sexagésimo aniversário, conseguiu seduzir mulheres do Khmer Rouge.

Graças à proteção que lhe ofereceram, ela escapou da morte mais uma vez. Ela lembra que “‘as novas pessoas” viviam amedrontadas e nunca teriam ousado andar pelo Khmer Rouge, mas as ‘pessoas da base’ não só fariam isso como gostavam.”  Sotha, naquele tempo, sabia de sua atração por mulheres, mas nunca tinha ouvido sobre homossexualidade antes do Khmer Rouge.

“Uma vez”, ela lembra, “que uma mulher da vila, cujos parentes ocupavam cargos no quadro de supervisão do Khmer Rouge, apareceu e pediu-me para vir e viver com ela às escondidas. Para evitar problemas, eu aceitei seus avanços. O jovem Khmer Rougevivendo nas proximidades nunca ousou nos denunciar.”

A política de casamentos forçados

Em março de 1977, duas centenas de casais foram casados à força em Takeo. Sotheavy não conseguiu fugir da polícia e foi apresentado à sua esposa, escolhida pela angkar. Não havia como escapar da cerimônia e isso era uma questão de vida ou morte.Naquela mesma noite, ele confessou sua preferência por homens para sua esposa sem perder tempo e lhe disse que ela seria muito mais uma irmã para ele. Ela demonstrou entender a situação, mas contou-lhe que temia represálias. De fato, as milícias do Khmer Rouge tinham recebido a ordem de espionar os novos casais furtivamente debaixo da cama de suas casas de palafitas para certificar-se de que eles consumaram o casamento.

Como eu não toquei minha esposa na primeira noite, os espiões nos  denunciaram ao comandante da vila. O último avisou-me que se eu não honrasse minha esposa e procriasse com ela, eu seria reeducado, ou em outras palavras, morto. Consequentemente, eu cumpri e minha esposa engravidou. Tivemos um filho juntos”, Sotheavy contou em detalhes. Eles se divorciaram assim que o regime caiu.

Depois deste casamento, dúvidas e rumores sobre sua homossexualidade desvaneceram-se, mas Sotheavy não renunciou às suas preferências naturais. Ele continuou vendo homens tanto por prazer como por necessidade a fim de obter ações adicionais de arroz. Este jogo perigoso eventualmente o levou a ser pego. Ele foi enviado a uma prisão e bem que poderia ter passado as últimas horas de sua vida  se não fosse pelo seu gerente de prisão, chamado Som, que o tomou debaixo de sua asa. “Ele me amou passionalmente, e ajudou-me o tempo todo que eu estava detido. No fim de 1978, nós planejamos escapar e atingir o Vietnã, mas ele foi morto a caminho. Eu ainda sofro a sua morte ainda hoje”, Sotheavy disse quietamente , de repente, seus esplêndidos olhos são preenchidos por lágrimas.

Testemunhando contra o Khmer Rouge e pelos direitos homossexuais

“Eu estou disposto a testemunhar diante do tribunal (5) sobre meus sofrimentos. Eu passei pelo Khmer Rouge e por estes atos assassinos de maldade. Eu tenho boa vontade em conversar sobre meus camaradas homossexuais que morreram por causa da única razão da sua orientação sexual”, Sou Sotheavy reivindica com determinação. Ele diz que não está com medo do criticismo duro, para não dizer desprezo que pode irromper por parte de seus pares se ele testemunhar. Ele já arquivou a queixa. “Meu testemunho poderia também contribuir com a mudança de mentalidades e ajudar os cambojanos a aceitar abertamente os homens gays.” Sotheavy, que continua se prostituindo apesar de sua idade avançada, não sente vergonha ao abrir-se e conversar sobre sua diferença. Sendo reconhecido pelo que você é e quem você é representa uma luta de vida.

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  1. Regime comunista cambojano entre 1975 a 1979. Rouge = vermelho, em, francês, língua muito usada na Indochina (Vietnã, Laos, Camboja)
  1. Sou Sotheavy se considera transexual, embora às vezes seja referido como homossexual. Todavia, é conveniente salutar que em todos os regimes comunistas a indumentária local fora sacrificada em detrimento de uma ocidentalização/ modernização. Sarongs ainda são vestidas por homens no sudeste asiático.
  1. A homossexualidade era/é desconhecida em ambientes em que homens e mulheres convivem separados. Esta tem sido uma justificativa à questão LGBT na Era Vitoriana.
  1. Assim como nos outros regimes e na Venezuela atual, houve problemas alimentares; Estima-se que 35% da população tenha sido dizimada.
  1. Tribunal de Direitos Humanos iniciado em 2003 para apurar os crimes do Khmer Rouge.

Imagem Comm 211x Fall 2013

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=T4IcIA3l7aI&feature=youtu.be&fbclid=IwAR1kmXuU6_eCu5D68PbujUhfhFSSHCcxtjudzM0908L_L-dSaOOhdmEI0fQ

https://www.facebook.com/RoCKHMERLGBT2009/

Será que o “progressismo voraz” da ONU vai engolir o “Brasil conservador”?

Por Andréa Fernandes

Todo ativista é – ou deveria ser – uma incansável “máquina pensante”, pois a reflexão contínua se torna indispensável para cativar a opinião pública objetivando elevar ou mesmo manter suas pautas em discussão. O trabalho não é nada fácil num país onde o desvirtuamento do conceito de “direitos humanos” esvaziou seu grau de importância, já que na atualidade, o tema só interessa, na maioria das vezes, aos grupos militantes de esquerda que receberam vultosas quantias dos governos petistas para dar prosseguimento ao processo de “alienação cultural”, que preconiza a ideia de que no Brasil em que a violência mata mais do que guerras pelo mundo afora, apenas alguns grupos específicos devem ser “protegidos” com leis especiais endurecendo as penas.

Há um “temor velado” em relação à defesa das pautas conservadoras?

A situação se tornou tão complicada que, em certas situações, perdeu-se  o parâmetro entre os próprios conservadores do que representa um efetivo “governo conservador” ao ponto da ministra Damares Alves sucumbir diante do poder atrativo da ONU fazendo “propaganda inconsciente” da “entidade maligna” que apoia a perseguição contra cristãos e demoniza o Estado de Israel. Estranhamente, quando Damares levantou defesa da pauta LGBT em discurso na ONU e ainda se declarou “ativista dos direitos da comunidade LGBT” no Senado, movimento este que teve primazia na recepção de pautas durante o governo de transição, imaginei que os conservadores utilizariam as redes para protestos educados e respeitosos exigindo mudança de posicionamento da ministra. Entrementes, o silêncio foi quase unânime!

Apesar da impossibilidade de explicar-se racionalmente a mudança drástica de alguns posicionamentos da ministra, penso, que em parte, se dão por temor à reação hidrófoba da extrema-imprensa e partidários da esquerda que – principalmente nas primeiras semanas de governo – promoveram ataques grotescos e covardes, não respeitando nem mesmo a dor suportada heroicamente pela ministra em sua infância roubada por “monstros estupradores”. Com isso, acredito que assustada, Damares arrefeceu em seus valores… tanto é que, em entrevista à GloboNews, inacreditavelmente elogiou de forma entusiasmada uma funcionária PETISTA exonerada. Nem mesmo o presidente Bolsonaro foi tão enaltecido como a petista, que ainda terá o apoio aberto de Damares na campanha para “vereadora”. Pelo menos, tive a chance de conhecer uma “petista bolsonarista”, caso contrário não teria apoio da ministra.

Ativismo LGBTI no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos

Talvez, o ímpeto de agradar a imprensa para evitar a perseguição objetivando macular sua imagem tenha desnorteado a ministra, que recentemente em audiência pública no Senado afirmou o seguinte:

Nosso ministério está trabalhando muito na proteção dos direitos LGBTI. A  diretoria ficou intacta, inclusive quem eles indicaram. Essa ministra é uma ativista na defesa dos direitos da comunidade LGBTI[3].”

A fala da ministra suscita várias dúvidas desconcertantes: Ora, porventura os “direitos LGBTI” só seriam resguardados se a ministra mantivesse “intacta” a diretoria anterior, opositora do posicionamento do presidente Bolsonaro? Aliás, essa era a “condição” para a ministra ser “aceita” pela comunidade? Por que a ministra se posiciona frontalmente contrária à promessa de campanha do presidente de não segmentar os direitos humanos? Qual foi o “professor” que ensinou à advogada que para defender os direitos das pessoas que se enquadram no perfil LGBTI precisa necessariamente se rotular como “ativista dos direitos humanos da comunidade LGBTI”?

Outrossim, não ficou muito claro quais são as pautas LGBTI apoiadas pela ministra, uma vez que, até o momento, como bem lembrado em matéria do Gospel Prime[4], ela não se pronunciou sobre a “criminalização da homofobia” em julgamento de ação no Supremo Tribunal Federal, sendo todavia, “resguardada” pelo argumento sorrateiro de não se imiscuir em temas discutidos no Poder Judiciário, muito embora não tenha sido poupada de crítica tácita em pronunciamento do voto do ministro Celso de Mello[5] , que citou a frase da filósofa feminista francesa Simone de Beauvoir de que “ninguém nasce mulher, torna-se mulher”.

Damares não quis se pronunciar sobre a questão da “criminalização da homofobia”, quando o senador Alessandro Vieira (PPS/SE) questionou se “o projeto que criminaliza a LGBTfobia  tem apoio do seu ministério e do governo federal? A “resposta” foi ofertada pelo Secretário Nacional de Proteção Global Sérgio Queiroz, que afirmou que no entendimento do ministério, “os contornos dessa criminalização ou não devem ser decididos por esta Casa (Senado) com as suas devidas excludentes, somos terminantemente contra qualquer violência a essa população ou qualquer outra população”. OU SEJA, a fala do secretário foi dúbia e pode levar ao entendimento que uma vez “sendo contrário a qualquer violência” o ministério apoia tacitamente a criminalização da homofobia. PORÉM, em outro momento dos questionamentos no Senado, a própria Damares expôs  em forma de DENÚNCIA a sua “preocupação” em relação ao “ativismo judicial”, frisando que o tema do ABORTO é do Congresso Nacional e não do Judiciário

Será que Damares silenciou irresignação com o ativismo judicial que concebe a aberração jurídica de “racismo” para tipificar a homofobia devido RECEIO da “diretoria” que manteve no poder pronta para lhe dar “o bote”, caso não “reze” de acordo com a “cartilha” do movimento LGBTI, que é o real mentor desse pleito?

A propósito, dei uma espiada por curiosidade na página institucional do Ministério e resolvi ler o documento em forma de “ata” da 1ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD/LGBT), que tinha como “pauta” o lançamento da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, realizada em março de 2011. E sabe o que encontrei?“a leitura de nota pública de repúdio ao deputado Jair Bolsonaro pela conselheira Janaina (vice-presidente do CNCD/LGBT) sobre as ponderações racistas e homofóbicas feitas essa semana em programa de televisão[6]”.

Nada mal essa ata com acusações contra o chefe de Damares compondo o “abre alas” das diversas atas e pautas lá consignadas! Confesso que perdi a vontade de continuar a leitura já imaginando o “respeito” que essa diretoria preservada pela ministra deve ter pelo presidente. Por mais que Damares queira negar essa é a “verdadeira face” do órgão vinculado ao seu ministério: revolta contra Bolsonaro. Contudo, ela se entregou “de corpo e alma” ao ativismo extremista LGBTI e hoje, infelizmente está amordaçada. Daí, não denunciar o “ativismo judicial” na questão que seus ex-companheiros de “ativismo sem rótulos” vem reverberando quanto à Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO Nº 26).

Cabe parceria de um “país conservador” com a escarnecedora “Europa progressista” para o “enfrentamento da homofobia”?

Na realidade, a ministra se tornou “refém” da odiosa agenda multiculturalista da ONU, e a manutenção do Conselho Nacional de Combate à Discriminação é corolário da propaganda das Nações Unidas para fortalecimento da “agenda LGBTI”, E POR ISSO, CONSTA DA PÁGINA OFICIAL DO MINISTÉRIO DOS DIREITOS HUMANOS A “PARCERIA” ENTRE BRASIL E UNIÃO EUROPEIA  VISANDO TROCAR EXPERIÊNCIAS  NO ENFRENTAMENTO DA HOMOFOBIA[7]. Como a ministra não deve andar bem informada sobre as “políticas públicas” da União Europeia, ignora que o PROGRESSISMO VORAZ é a base de atuação das comunidades LGBTI. Poderia mencionar diversos exemplos da agenda minuciosamente propagada pela ONU…

A pergunta que fica: será que os conservadores não teriam “competência” para promover os “direitos humanos” da comunidade LGBT, e por isso, precisam ser “substituídos” pelo ideário totalitarista da União Europeia anti-cristã e extremistas de governos anteriores mantidos nos seus postos?

logo, só após avaliar diversas ações e omissões da ministra Damares, algumas delas não mencionadas aqui, percebo o motivo de ter se acovardado em “discurso politicamente correto” na 40ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU,  não denunciando a Cristofobia que persegue e mata milhares de cristãos anualmente em diversos países, e nesse ponto, ela não precisaria realmente se preocupar porque, de fato, esta não é considerada uma pauta tradicional de conservadores no Brasil. São pouquíssimos aqueles que acreditam no “dever moral” de um país majoritariamente cristão se posicionar nos foros internacionais denunciando a perseguição contra cristãos.

Por sinal, orgulhosamente a ministra aponta as pautas do seus discurso na página oficial do Ministério. Como boa “serviçal” dos interesses da ONU, ocultou a perseguição dos cristãos – que já é “norma da Casa” – e reverberou as pautas da instituição que finge “proteger minorias” com o cuidado redobrado de não pronunciar o termo “aborto” para não manchar sua estreia como “ministra progressista” na tribuna do órgão que se NEGOU a RECONHECER O GENOCÍDIO DE CRISTÃOS nos territórios ocupados pelo Estado Islâmico apesar de fartas provas.

A ministra “terrivelmente cristã”, ao invés de firmar protagonismo exemplar na seara internacional agindo como a “rainha Ester” – que entendeu o objetivo Divino ao ser agraciada com posto tão elevado na potência mundial da época – preferiu agir como uma ativista “LGBTQI” reafirmando na ONU “o compromisso de combater a discriminação e a violência contra a comunidade LGBTQI[8]. O único evento trágico internacional que despertou a sensibilidade denunciativa da ministra foi a turbulência na Venezuela, momento em que o discurso ganhou um “tom emotivo” para posar de “humanista”, já que o derramamento covarde e sistemático de “sangue cristão” não merece o empenho de combate da comunidade internacional. Ou seja, de nada valeu minha constante súplica à ministra quando era assessora de Magno Malta informando os horrores perpetrados contra cristãos no mundo muçulmano. Ela não conseguiu exercer “compaixão” pelos seus irmãos de fé, talvez, pelo fato do tema não render honrarias ou votos num país de maioria cristã, onde a preocupação maior de algumas autoridades é mostrar à comunidade LGBTI que está “seguindo obedientemente suas pautas”.

O “alinhamento conservador” com as pautas da ONU comuno-islâmica

Mais grave foi Damares afirmar que o Brasil pretende se candidatar a vaga no Conselho de Direitos Humanos da ONU, violando incontestavelmente uma “promessa de campanha” do presidente Bolsonaro. E se algum incauto afirmar que essa pode ser uma “estratégia” para tentar mudar posicionamentos diversos da ONU atuando no referido Conselho na defesa de “pautas conservadoras”, tal argumento “cai por terra”, quando no primeiro discurso da ministra a pauta foi eminentemente ditada por “interesses” da agenda progressista. Se houve alguma dúvida sobre essa realidade, foi sanada quando a própria Damares twitou foto sorridente ao lado do Alto Comissário da ONU para Refugiados (ACNUR), Filippo Grandi, o qual reconheceu o exemplo do Brasil no acolhimento de refugiados venezuelanos.

Política imigratória da ONU arruinando Roraima é “orgulho” para a pasta de direitos humanos

Vale explicar o “significado” desse “reconhecimento da ONU, que não orgulharia brasileiro algum com conhecimento elementar de política internacional e direitos humanos: foi a ONU que “desorientou” o Brasil em relação não apenas à perigosa Lei de Migração, mas também, à nossa política migratória. A ONU é culpada por “refugiados” terem sido agraciados com o “livre arbítrio” pertinente à decisão se queriam ou não ser vacinados  ao ingressarem pela fronteira oficial em Pacaraima. Não houve controle sanitário obrigando a vacinação porque as “questões humanitárias” da ONU estão acima da nossa soberania, e por isso, imigrantes e refugiados fazem o que querem em nosso território sem preocupação de nenhuma autoridade no tocante às epidemias importadas com a imigração em massa! Contudo, a ONU que não exigia vacinação para preservar a saúde da população de Roraima agiu de forma diferente para a “interiorização” desses venezuelanos exigindo a vacinação para enviá-los aos municípios brasileiros.

Aliás, o nobre leitor sabe que o “processo de interiorização” utilizado para assentar “refugiados” venezuelanos em municípios brasileiros só ocorreu com a “autorização da ONU”?  E “as regras” impostas para a “interiorização” previam que deveriam ser enviadas “pessoas com maior escolaridade, menos doentes”. Dá para perceber a perversidade? Os doentes e incapacitados para o trabalho deveriam ficar em Roraima, estado já depauperado pela imigração em massa e sem condições de suportar tamanho fluxo em suas fronteiras (oficial e não oficiais).

O elogio do representante da ACNUR aos “direitos humanos” do Brasil é mais do que “merecido”, pois a partir do momento que o governo continua se negando exigir da ONU a instalação de campos de refugiados para acolher os refugiados sem causar impacto destrutivo no estado, privilegia a tese da imigração em massa. Dessa forma, apesar do Brasil ter se retirado do Pacto Global de Migração, causando euforia nos “desavisados”, continua seguindo a pauta de ´promover atenção e cuidados especiais para a imigração em massa comandada pela ONU abandonando a população local. Nesse sentido, foi risível ler post nas redes do deputado federal Nicoletti (PSL/RR), anunciando que a ministra Damares o recebeu em reunião, onde entregou ofício pedindo a promoção de políticas públicas efetivas voltadas para Roraima, recebendo aprovação da ministra em relação ao seu convite para conhecer as necessidades públicas naquele estado. Esquece o parlamentar, que sem controles de segurança e sanitário na fronteira – pastas que não são da alçada daquele ministério – não há resolução da situação caótica em que se encontra a sofrida população. Logo, de nada adiantará a visita de uma ministra que apoia a “política de refúgio totalitária” da ONU.

Outro motivo para a ONU “elogiar” o Brasil se dá pelo privilégio da entidade auferido em detrimento da população do estado pobre de Roraima: o Executivo Federal publicou a MP nº 860/2018 presenteando a ACNUR com doação de 15 milhões de reais, o que mostra que a “nação paga” para a ONU interferir na sua política de migração.

Enfim, assim como abordei temáticas vinculadas aos direitos humanos, poderia abordar outras pautas – de segurança pública (terrorismo), por exemplo – para mostrar que os conservadores precisam se organizar , inclusive, com aparato técnico, para trabalhar as pautas que já estão na mídia e aquelas “estrategicamente nebulosas”, caso contrário, as “contaminações progressistas” irão, aos poucos, minando o governo…

No “Brasil acima de todos”, não é apenas o ministro Sergio Moro que deve sofrer reprimendas em forma de protestos nas redes da militância conservadora, Damares e quaisquer ministros que violarem os ditames básicos que impulsionaram a vitória de Bolsonaro nas urnas, devem ser tratados de forma igualitária eivada de “rigor democrático”. A reconstrução de um país não é ofício para conservadores melindrosos!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem El Pais – El País

[1] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2017/05/10/senador-magno-malta-recebe-presidente-da-ong-evm-para-deliberar-pauta-em-defesa-dos-cristaos-perseguidos-no-mundo-muculmano/

[2] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2016/12/01/senador-magno-malta-oficiara-o-ministerio-das-relacoes-exteriores-para-responder-postulacoes-da-ong-evm/

[3] https://exame.abril.com.br/brasil/damares-diz-a-parlamentares-nao-haver-vertente-religiosa-em-suas-falas/

[4] https://noticias.gospelmais.com.br/ministra-damares-alves-ativista-direitos-lgbt-108399.html

5] https://extra.globo.com/noticias/brasil/relator-de-acao-pedindo-criminalizacao-da-homofobia-celso-de-mello-critica-ministra-damares-alves-23453076.html

[6] https://www.mdh.gov.br/informacao-ao-cidadao/participacao-social/old/cncd-lgbt/reunioes/pauta-001-ro

[7] https://www.mdh.gov.br/navegue-por-temas/lgbt

[8] https://www.mdh.gov.br/todas-as-noticias/2019/fevereiro/em-genebra-ministra-damares-alves-faz-apelo-por-atuacao-internacional-na-venezuela

 

Massacre em Suzano: a impunidade também pode gerar vítimas

Por Andréa Fernandes

O Poder Judiciário em São Paulo determinou na noite de segunda-feira(19), a internação de um adolescente de 17 anos por suspeita de participação no planejamento do denominado “massacre em Suzano”, que resultou na morte de sete alunos e duas funcionárias na Escola Estadual Raul Brasil, além do empresário Jorge Antonio de Moraes, tio de um dos assassinos, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos. Segundo a determinação judicial, a internação deve ser cumprida no prazo de 45 dias na Fundação Casa.

O suspeito foi apreendido pela polícia na manhã desta terça-feira(19), em sua residência e após ser levado ao IML de Suzano seguiu junto com a genitora para o Fórum da cidade a fim de comparecer a audiência de apresentação.

O adolescente já havia se pronunciado na sexta-feira(15), em oitiva com o Ministério Público no Fórum regional negando a participação no crime, e naquela oportunidade, o promotor Rafael Ribeiro do Val não teria encontrado indícios suficientes para provar a participação no planejamento do crime, de forma que decidiu não apresentar denúncia, deixando de  atender o pedido de internação feito pela autoridade policial, o que teve como consequência a liberação do suspeito. Ocorre que, na segunda-feira (18), novas provas coletadas foram examinadas pelo Ministério Público e polícia em reunião na qual os investigadores apresentaram depoimentos e aparelhos eletrônicos apreendidos na casa do adolescente com diálogos entre o mesmo e os outros responsáveis pelo massacre que “supostamente” teriam se matado após a efetivação da barbárie.  Com isso, a Polícia Civil  reforçou a tese de participação do suspeito na fase de preparação.

A juíza Erica Marcelina Cruz, da Vara da Infância e da Juventude, deve despachar no processo a fim de esclarecer se mantém a decisão de internar o suspeito, determinando a unidade da Fundação Casa onde deve ficar apreendido no prazo de 45 dias, ou se revoga a internação.

O suspeito apreendido é ex-aluno da escola Raul Brasil e estudou na sala de Guilherme Taucci Monteiro, apontado pela polícia como líder da ação criminosa.

Todavia, há um pormenor que a “mídia progressista” e “ativistas dos direitos dos manos” mantêm distante da opinião pública: o Artigo 108, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), prevê 45 dias como prazo máximo de uma internação provisória para um menor de 18 anos, sendo considerado constrangimento ilegal” pela jurisprudência qualquer tentativa de prorrogação. Após o referido período, não tendo a investigação findado, o suspeito de planejar o massacre deve ser solto

Assim, mais uma vez a lei mostra inequivocamente beneficiar “jovens infratores” permitindo que suspeitos de crimes odiosos e que representam alto grau de periculosidade tenham “liberdade garantida” para reinserção ao convício social, apesar dos “indícios  suficientes de autoria e materialidade”, que paradoxalmente deixam de “demonstrar a necessidade imperiosa da medida de internação” para proteger possíveis vítimas de um novo massacre.

Interessante que hoje, li em artigo da “colunista-militante” do ‘O Globo‘, Ana Maria Machado, a repetição de uma teoria de alguns antropólogos ao afirmar que, “a barbárie e selvageria crescentes da violência urbana em todas as suas formas têm traço que nos marca desde a colonização e a escravidão — o da força bruta contra o fraco e desprotegido“.

Afirma, ainda a “jornalista-militante”:

“Mesmo querendo resgatar mártires e heróis esquecidos, cumpre reconhecer que, historicamente, nossa violência não se caracterizou pela resistência inteligente e organizada, como a dos vietcongues contra os invasores. Em geral, ao dar vazão à revolta, nossa valentia prefere esperar pela vítima indefesa.”

Todavia, “dona Machado” e os demais ativistas “aplaudem” o ECA quando permite que suspeitos de crimes caliginosos tenham a possibilidade de gozar soltura, ainda que o fato represente um grave risco para a sociedade. O “desconchavo intelectual” da jornalista não possibilita que entenda que ao defender a manutenção da maioridade penal e demais “generosidades” para menores que cometem crimes bárbaros, configura-se a  pusilanimidade típica da esquerda, que autoriza esses criminosos a atacarem impunemente as “vítimas indefesas”, nesse caso, a própria sociedade desprotegida. Verdade é que “valentia desarmada” só existe na cabeça de progressista!

Essa seria a “resistência inteligente e organizada” defendida pela hipocrisia do “jornalismo ideologizado”: libertar um “menor sem nome” com indícios de participação no crime suficientes “apenas” para 45 dias de “internação” visando não promover “constrangimento ilegal” do “coitado” e aprisionar no “medo impessoal” um grande número de pessoas, que mal podem se proteger porque “indivíduos perigosos” têm o “direito” de não ser identificados pelos meio de comunicação, quando menores de 18 anos.

Em contrapartida, os “cadáveres” de todos os adolescentes e funcionárias mortos no massacre – investigado pelo MP como “eventual prática de terrorismo doméstico” – foram devidamente “identificados” e “numerados” para indicar os índices de homicídio no Brasil, cujo único “cadáver insepulto” pela mídia, ONU e “ativistas do bem” é  “Marielle Franco“.  Todas as demais vítimas fatais da violência gestada pela ausência total de segurança pública que caraterizou os governos pretéritos são apenas “números desprezíveis”, à exceção de alguns “mortos” que servem para a “agenda do progressismo seletivo”: negros da periferia, membros da comunidade LGBT e mulheres que sofrem violência doméstica. Aliás, o motorista de Marielle, Anderson Gomes, também foi desprezado pela militância cultural e midiática, não tendo uma “alegoria” sequer na “compreensível homenagem” que o “crime organizado” fez à vereadora no desfile da escola de samba Mangueira, campeã do carnaval do Rio. Estranhamente, ninguém na extrema-imprensa acusou a escola de samba de “discriminação cadavérica” por ignorar o “subalterno branco” morto na mesma ação criminosa que vitimou a “vereadora negra” do PSOL. A cor da pele realmente “fala muito alto” num “país racista”, não é verdade?

Inobstante a doutrinação do crime organizado em apreço à luta de “Marielle ausente“, aprendo na “escola da Mangueira socialista” que “resistência inteligente” é  ofender o presidente Bolsonaro com palavras de baixo calão durante a festa pela vitória na quadra um pouco sem graça pela ausência do seu presidente Francisco Manoel de Carvalho, o conhecido deputado “Chiquinho da Mangueira” (PSC/RJ), que cumpre prisão  domiciliar. Ademais, “resistência organizada” é garantir o “samba do crime” levantando o “estandarte da Marielle” na “passarela da hipocrisia”, bem como rechaçar a redução da maioridade penal a fim de garantir que a “escola dos menores abutres da fiel” continue encantando a esquerda com seu  “espetáculo mortal” no “carnaval da impunidade”. Infelizmente, nesse “quesito” do “grupo especial da contra-resistência” para salvaguardar o direito à paz social, a “escola dos conservadores indignados” está ameaçada de sofrer “rebaixamento”. Lembro, no entanto, que no temível  “enredo” da segurança pública, “todo cuidado é pouco”! 

Após terminar o artigo, descubro que a polícia afirma que o adolescente apreendido é o mentor intelectual do massacre em Suzano. O delegado se espantou com a frieza do “menor” que será “aquecido pelas asas acolhedoras” do ECA. O “perigo” continua sendo “fiel companheiro” de muitas crianças e adolescentes em São Paulo graças ao “progressismo suicida” que contamina nossas leis.

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem Metro 1