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Jihadista declara que está no Canadá para matar Asia Bibi e “enviá-la para o inferno”

Um jihadista “filmou uma mensagem que está circulando na Internet nesta semana dizendo estar no Canadá para matar a paquistanesa cristã Asia Bibi, que foi recentemente libertada da prisão no Paquistão depois de passar quase uma década no corredor da morte por causa de falsas alegações de blasfêmia”. O homem declarou: ” Esta mensagem é para todos os inimigos do Islã e para o governo judeu que a ajudou a sair do Paquistão “.

Muitos ocidentais continuam a negar a jihad global, sua natureza expansionista e a supremacia que a sustenta. Para os supremacistas islâmicos, é uma afronta ao seu deus e um insulto profundo para eles pessoalmente que Asia Bibi ainda esteja viva. O jihadista declara no vídeo “ diz ao blasfemo que a honra dos muçulmanos ainda está viva”. 

Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica (BPCA), que defendeu a libertação de Bibi, destacou o perigo da jihad e da doutrina global…

O Paquistão tem estado relativamente silencioso desde a libertação de Asia Bibi, mas as agências internacionais de segurança não devem ficar complacentes. Sua libertação é um verdadeiro ponto de discórdia com os milhões de muçulmanos radicalizados em todo o mundo que estão esperando por uma oportunidade para assassinar Asia Bibi, ou um ataque terrorista em massa em vingança pelo que eles vêem como uma blasfêmia percebida.

Já era ruim o suficiente que Bibi enfrentasse ameaças de morte no Paquistão. É inconcebível que ela ainda enfrenta ameaças no Canadá, um país que não reconheceu a ameaça da jihad sob o governo de Justin Trudeau e atribui à imigração de porta aberta.

“Vídeo: Intenção islamista em matar a Asia Bibi afirma que jihadista está no Canadá para ‘mandá-la para o inferno'”, por Edwin MoraBreitbart , 14 de maio de 2019:

Um islamita filmou uma mensagem na semana passada dizendo que está no Canadá para matar o paquistanês Christian Asia Bibi, que foi libertado da prisão no Paquistão depois de passar quase uma década no corredor da morte por causa de falsas alegações de blasfêmia.

“Esta mensagem é para todos os inimigos do Islã e para o governo judeu que a ajudou a sair do Paquistão”, declarou o homem não identificado, de acordo com uma tradução fornecida pela Associação Cristã Paquistanesa Britânica (BPCA).

“Para dar uma morte terrível a Asia Bibi e mandá-la para o inferno, também cheguei ao Canadá ontem à noite”, disse ele, acrescentando: “Estou pronto para morrer pelo respeito do profeta Maomé e vou mostrar isso”.

O homem também canta um canto islâmico honrando Maomé e prometendo matar Bibi.

Ele canta: “O entusiasmo de morrer pelo profeta Maomé permanecerá vivo para sempre”.

O Paquistão manteve Bibi por meses depois que a mais alta corte do país a liberou no final de outubro de 2018. As autoridades a mantiveram em um local secreto até a semana passada, quando ela foi autorizada a deixar o Paquistão e se reunir com sua família no Canadá.

Irritada com sua absolvição, membros do partido político anti-blasfêmia Tehreek-e-Labbaik Pakistan (TLP) e outros islamistas ameaçaram matar Bibi, sua família e os juízes e advogados que a ajudaram.

Citando o vídeo na terça-feira, Wilson Chowdhry, o presidente da BPCA que defendeu a libertação de Bibi, disse que sua organização compartilhou suas preocupações sobre a segurança da mãe cristã com as autoridades americanas, britânicas, canadenses e paquistanesas.

Chowdhry declarou:

O Paquistão tem estado relativamente silencioso desde a libertação de Asia Bibi, mas as agências internacionais de segurança não devem ficar complacentes. Sua libertação é um verdadeiro pomo de discórdia com os milhões de muçulmanos radicalizados em todo o mundo que estão esperando por uma oportunidade para assassinar Asia Bibi, ou um ataque terrorista em massa em vingança pelo que eles vêem como uma blasfêmia percebida …

Imagem WTX News e informações Jihad Watch

Páscoa sangrenta no Sri Lanka: a jihad global avança

Por Andréa Fernandes

Mais um banho de sangue promovido pela jihad global impacta a minoria religiosa mais perseguida do mundo. Dessa vez, o massacre de cristãos se deu no Sri Lanka, uma ilha localizada ao sul da Índia, lar territorial de diversas  línguas e culturas.

No país asiático os cristãos representam 7,6% da população de maioria budista (74%), além de 12,6 % de hinduístas e  9,7% de muçulmanos, segundo o censo de 2012.

Oito ataques terroristas em igrejas e hotéis atingiram centenas de fiéis católicos e pelo menos 35 turistas em todo país durantes as celebrações de Páscoa naquele que já é considerado o pior ato de violência desde o fim da brutal guerra civil entre 1983 e 2009, quando o governo declarou a derrota do grupo separatista Tigres da Libertação do Tamil Eelam, conhecido como Tigres Tamis. Até o momento são 215 mortos[1] e acredita-se que o número deve aumentar em virtude da gravidade dos ferimentos ocasionados em muitas das vítimas, estimadas entre 450 e 600.

O morticínio iniciou na manhã deste domingo em 3 igrejas, 4 hotéis e um condomínio. Os templos religiosos atingidos foram o Santuário de Santo Antônio, na capital Colombo, Igreja de São Sebastião em Negombo; e a Igreja de Sião, em Batticaloa. Três hotéis atacados eram de luxo: o Shangri-La, o Cinnamon Grand e o Kingsbury, todos em Colombo.

Inicialmente, não houve reivindicação acerca da responsabilidade pelos atos terroristas, mas o ministro da defesa culpou “extremistas religiosos” pelo que nominou “infeliz incidente terrorista”, muito embora não tratar-se a barbárie de um simples “circunstância acidental” como aduz a referida autoridade, já que em 2018, segundo a Aliança Evangélica Cristã Nacional do Sri Lanka ( NCEASL ) – que representa mais de 200 igrejas e outras organizações cristãs –  foram registrados pelo menos 86 ações violentas, atos de discriminação e ameaças contra os cristãos[2]. O ministro também não especificou a “identidade religiosa” dos “extremistas”. Nominar os “assassinos-jihadistas de cristãos” protegidos por países muçulmanos que integram o Conselho de Direitos Humanos da ONU, além de “islamofóbico” é “perigoso” para a manutenção da paz em qualquer país civilizado.

Seguindo a tradicional ação de “jihad programada” contra “cristãos infiéis”, dez dias antes dos atentados terroristas o chefe de polícia do Sri Lanka emitiu um alerta nacional comunicando que homens-bomba da facção muçulmana National Thowheet Jama’ath ( NTJ ) planejavam promover ataques suicidas contra “igrejas proeminentes” e o Alto Comissariado indiano em Colombo[3]. Certamente, a segurança do Alto Comissariado foi reforçada e a minoria cristã foi desprezada pelas autoridades de segurança.

A propósito, quando próximo à Semana Santa, foi divulgado pelo escritor Raymond Ibrahim que na “França macroniana” são atacadas duas igrejas por dia[4], vale esclarecer que o grupo muçulmano NTJ – cujas lideranças faziam os mesmos discursos dos muçulmanos da França, acusando o governo do Sri Lanka de “racismo” – também tem a “prática” de vandalizar estátuas budistas. Aliás, os massacres sistemáticos contra cristãos sempre são precedidos por “genocídio cultural” destruindo-se ícones da fé cristã. De maneira geral, após os ataques físicos contra igrejas, os cristãos são perseguidos e mortos sem que as atrocidades resultem numa condenação global citando o termo politicamente incorreto “cristofobia”.

Os atentados no Sri Lanka geraram toda espécie abjeta de “falsa comoção”: a primeira-ministra britânica Theresa May fez questão de não identificar as vítimas por evidente pavor de “ofender” os muçulmanos do Reino Unido que têm peso eleitoral expressivo para a politicalha progressista. May não conseguiu reconhecer nem mesmo que tratava-se de “terrorismo”, usando a colocação evasiva “atos de violência contra igrejas e hotéis no Sri Lanka[5], já que é sabedora que os adeptos do Islã estão envolvidos na maioria esmagadora dos atentados terroristas pelo mundo, além do comércio bilionário na área armamentista com o mundo muçulmano.

Bharein, Qatar e os Emirados árabes Unidos embarcaram na taqiyya[6] para fingir condenação contra os ataques terroristas através de comunicados oriundos dos respectivos Ministérios de Relações Exteriores. O apoio desses países do Golfo ao chamado “fundamentalismo islâmico” que estriba ações violentas contra minorias diversas não será “comentado” pelos badalados analistas internacionais da mídia convencional, que preferem deixar de lado o apoio explícito do Qatar a perigosos grupos terroristas[7] que promovem a jihad livremente. Por sinal, o Qatar é considerado o “pior Estado da região” no rastreamento de financiamento do terrorismo, de acordo com documentos diplomáticos dos Estados Unidos publicados pelo WikiLeaks[8]. Porém, alguém vê alguma importante liderança cristã denunciando tal “hipocrisia islâmica”?

É importante frisar que o Estado Islâmico se manifestou afirmando que a “jihad terrorista” foi motivada por retaliação em virtude dos ataques contra muçulmanos e suas mesquitas[9]. Contudo, faz-se oportuno trazer à lembrança que em 2016, houve uma séria denúncia no Sri Lanka de que 32 muçulmanos da elite do país haviam se unido à facção terrorista.

Outrossim, cumpre informar que treze suspeitos foram presos e um dos jihadistas do massacre foi identificado como Zahra Hashim, famoso pregador muçulmano que ensinou: “Allah criou esta terra para os muçulmanos”[10], o que leva a “crer” que não seria “nada demais” usar a “espada do terror” para implementar a sharia (lei islâmica) à força em Dar Al-Harb (terra da guerra). No entanto, o ministro das Finanças, Mangala Samaraweera, afirmou que os ataques foram “uma  tentativa bem coordenada de criar assassinatos, desordem e anarquia”[11]. É isso mesmo! A jihad contra infiéis cristãos é retratada pelo conceito não-muçulmano  e “blasfemo” de “anarquia”, o que nos leva  a perguntar: como vencer um perigoso e astuto inimigo sem conhecer a base de sua doutrina de ódio?

O primeiro-ministro Ranil Wickremesinghe informou que a prioridade agora é prender os terroristas e solicitou para que não fosse divulgado o nome dos presos a fim de evitar “tensão entre as comunidades” e a decisão governamental de “bloqueio das redes sociais” visa impedir a propagação de “informações incorretas”, pois a “censura” é um instrumento eficiente para impedir a conscientização da opinião pública sobre a “ideologia” que tenta submeter o mundo à sharia. Resumindo: o país é “refém do terror[12].

A conspiração jihadista não teve maior dimensão catastrófica graças à identificação de um explosivo localizado nas proximidades do principal aeroporto do país. Peritos do exército detonaram  de forma controlada o artefato explosivo.

Enquanto horrorizada busco mais informações para fundamentar o artigo sub oculis, tomo conhecimento de que que um terrorista descrito pela mídia como “homem de pele escura” invadiu uma igreja em Munique (Alemanha) aos gritos de Alahu Akbar e atacou os cristãos durante o culto, causando ferimentos em pelo menos 24 pessoas[13]. A mídia ocidental não divulgou a ação jihadista porque seria configuração de “racismo”.

Após ouvir enojada o comentário de repórter da GloboNews em cobertura lacônica e medíocre afirmando que não se sabe a “motivação” dos ataques terroristas no Sri Lanka, lembrei do depoimento de uma testemunha que assistiu a carnificina jihadista. Disse o comerciante que trabalhava próximo ao Santuário de Santo Antônio e que ajudou a socorrer as vítimas: “Era um rio de sangue”! Essa é exatamente a descrição que alguns historiadores fazem da invasão muçulmana que resultou em dominação de Constantinopla no ano de 1453.

A base cultural do império bizantino era greco-romana e o Cristianismo era a religião oficial antes da jihad cumprir o seu “papel de excelência” no momento em que tribos turcas das estepes da Ásia Menor tomaram a cidade de Constantinopla, e o sultão Mehmed II não escondeu o objetivo de tornar o império otomano um “califado global” tendo a outrora cidade cristã como sua “capital”. Alguma “semelhança” com  o modus agendi de certas autoridades islâmicas da atualidade?

Outro acontecimento importante ignorado pelos humanistas e intelectuais do “Ocidente infiel”: segundo o professor Peter Screiner, especialista da Universidade de Colonia, pesquisas recentes mostram que “os osmalinis eram inicialmente bastante pacíficos e não chamaram atenção dos bizantinos”, sendo até muito úteis aos bizantinos por se dedicarem à pecuária e contribuir para o abastecimento de Constantinopla[14]. Com isso, foram “tolerados” pelo “altruísmo suicida cristão”. Contudo, com o tempo, a “paz enganadora” dos “piedosos muçulmanos” se transformou em “rios de sangue”.

A mesma “espada do Islã” que decapitou, estuprou, roubou, escarneceu, espoliou e dominou Constantinopla voltou a agir hoje no sul da Ásia, e fatos históricos continuarão sendo insuficientes para fazer o decadente “mundo cristão” entender que o extermínio de povos e culturas bem como apropriação de terras faz parte da “gênese islâmica”.

Constantinopla jaz no “esquecimento sepulcral” da Cristandade, mesmo tendo sido substituída por um império sanguinário que a posteriori  promoveu o genocídio de milhões de cristãos armênios[15], gregos e assírios[16], genocídio este, que lamentavelmente não é reconhecido pelo Brasil, Estados Unidos e outros países de população majoritariamente cristã. Desse modo, se a Queda de Constantinopla foi solenemente apagada da “memória cristã”, o que nos faria acreditar que haverá alguma reação séria à jihad global que almeja eliminar a fé cristã do Ocidente?

“Mar de sangue” é o futuro de uma geração que nada aprendeu com o passado!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem www.wsj.com

[1] https://economictimes.indiatimes.com/news/international/world-news/blasts-hit-two-sri-lanka-churches-during-easter-mass-80-injured/articleshow/68973838.cms

 

[2] https://www.9news.com.au/world/sri-lanka-attack-churches-and-hotels-hit-with-explosions-breaking-news/daefa145-503d-4631-b52a-04c7f254e9f9

 

[3] https://www.timesofisrael.com/7-suspects-arrested-in-sri-lanka-over-easter-sunday-bombings/

[4] https://www.gatestoneinstitute.org/14044/europe-churches-vandalized

 

[5] https://www.jihadwatch.org/2019/04/uks-may-condemns-acts-of-violence-against-churches-and-hotels-in-sri-lanka?fbclid=IwAR2–siheFJRy2JYGjPrbWJfI3FvS4um0Hsxgq_GGapukSNNK5eXhfV2dLA

 

[6] Permissão para o muçulmano mentir se essa mentira ajudar a propagação do Islã e da sharia

 

[7] https://www.bbc.com/news/world-middle-east-40246734

 

[8] https://www.gospelprime.com.br/al-jazeera-e-o-pedido-de-apoio-de-gleisi-hoffmann/

 

[9] https://www.oneindia.com/international/colombo-bombings-isis-suggests-revenge-for-strikes-on-muslims-2881238.html

 

[10] https://www.jihadwatch.org/2019/04/sri-lanka-one-jihad-mass-murderer-was-well-known-muslim-preacher-who-said-allah-created-this-land-for-muslims?fbclid=IwAR15377f649oukI1n_1qn1BxDAFbownwg1Aod0Byak3q8r-QAPCjplh1CbM

 

[11]https://www.nytimes.com/2019/04/21/world/asia/sri-lanka-explosion.html

 

[12] https://www.metropoles.com/mundo/primeiro-ministro-do-sri-lanka-diz-que-prioridade-e-deter-terroristas

 

[13] https://www.jpost.com/Breaking-News/Man-storms-German-church-injures-24-people-in-mass-panic-587504

 

[14] https://www.dw.com/pt-br/1453-constantinopla-%C3%A9-tomada-pelos-turcos/a-325020

 

[15] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2015/04/25/ha-cem-anos-15-milhao-de-cristaos-massacrados-quem-chorou-por-eles/

 

[16] https://oglobo.globo.com/mundo/o-massacre-esquecido-centenas-de-milhares-de-gregos-assirios-foram-mortos-por-otomanos-15947403

Brincando com fogo: jihadismo no Brasil

Por Gil Carlos Montarroyos[1]

O Brasil é um excelente país com todos. Diversos povos e etnias vieram para o Brasil desde o período colonial até hoje. Judeus europeus, portugueses, espanhóis, italianos, russos, ucranianos, alemães, ciganos, árabes, japoneses, chineses, coreanos, etc. Nosso povo é receptivo, alegre e via de regra, trata muito bem os imigrantes. Por muito tempo esses imigrantes eram muito bem-vindos e quase não haviam problemas com imigrantes. Todavia, esse cenário mudou drasticamente no final da década de 60, vindo a se deteriorar com maior velocidade no final dos anos 80 e início da década de 90 do século XX.

Em meados da década de 90, surgiram os primeiros relados da presença de terroristas islâmicos no sul do país, mais especificamente, na tríplice fronteira. Mas, quais foram os motivos pelos quais presenciamos o início desse fenômeno? Segundo alguns eruditos na temática, o conflito árabe-israelense.

Mas, o que o Brasil tem a ver com o conflito árabe-israelense? Na prática nada! Todavia, no período que antecedeu o atentado a Embaixada de Israel na Argentina 1, em 17 de março de 1992 e dois anos depois, o atentado na AMIA ( Associação Mutual Israelita Argentina), precisamente em 18 de julho 1994, houve intensa movimentação de grupos terroristas conhecidos, mais precisamente o Hizballah (Grupo terrorista libanês auto intitulado de Partido de Deus) na região da tríplice fronteira. Vale salientar que, até então nunca tínhamos casos concretos de terroristas islâmicos no Brasil.

Entretanto, no documento “Homeland Security Digital Library”, as agências de inteligência estadunidenses apontaram a presença de terroristas do Hamas, Hizballah e Al Qaida na tríplice fronteira, desde meados da década de 80, informação disponível para consulta no link: <https://www.hsdl.org/?view&did=1012>, pp. 48-50.

Há uma forte presença árabe-libanesa em todo o sul do Brasil, mais precisamente na região da tríplice fronteira. Por isso, há relatos de inteligência que afirmam a presença de terroristas islâmicos ligados ao Hizballah, Hamas e Al Qaeda nessa região. Segundo dados do GTD – Global Terrorism Database 2, o atentado da AMIA, foi planejado e executado pelo grupo terrorista libanês Hizballah.

Desde então, o aumento das atividades jihadistas apenas cresceu no Brasil, principalmente nas universidades públicas brasileiras, sempre apoiados por partidos políticos de inclinação marxista, camufladas como apoio à causa palestina. Podemos citar como exemplo fático o total apoio do Partido dos Trabalhadores (PT) com essa agenda, conferir link https://www.pt.org.br/deputados-fazem-ato-em-defesa-da-palestina/, Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), conferir link http://psol50.org.br/2018/02/06/em-nota-psol-reafirma-apoio-a-luta-do-povo-palestino/; Partido Comunista do Brasil (PC do B), conferir link https://pcdob.org.br/documentos/mocao-ao-povo-palestino/ , Partido Democrático Trabalhista (PDT), conferir link http://www.pdt.org.br/index.php/crimes-de-israel-2/, dentre outros.

O 11 de Setembro, e e Jihad na Construção do Califado Global

Em 11 de setembro de 2001, o mundo presenciou o até então maior ataque  jihadista ao Ocidente: o símbolo da força e poder estadunidense foi derrubado após uma série de ataques aos prédios do World Trade Centre e Pentágono, nos EUA. Esse evento cataclísmico, frente a maior potência militar e econômica do planeta, desencadeou uma série de ações de combate ao jihadismo em todo o planeta, certamente o Brasil não ficou de fora.

Porém, cerca de duas semanas antes dos atentados aos EUA, autoridades brasileiras foram alertadas por fontes de inteligência acerca da intensa presença jihadistas na cidade de Cascavel, no Paraná, inclusive, com informações de campo, contendo sólidas informações da presença de uma célula terrorista na cidade de Cascavel, que inclusive, os mesmos haviam adquirido passaportes brasileiros no intuito de irem para América do Norte, usando como porta de entrada, coyotes mexicanos, afim de permanecerem ilegais nos EUA, e fora dos radares da inteligência Norte Americana.

Entretanto, ao invés de as autoridades brasileiras investigarem de forma profissional as informações repassadas, as mesmas negligenciaram a informação, até quando o evento aconteceu. Somente após os eventos do 11 de setembro, o governo brasileiro passou a encarar o problema com responsabilidade, conforme o relatório do governo estadunidense “Homeland Security Digital Library”, pp. 49, disponível para consulta no link <https://www.hsdl.org/?view&did=1012>.

Todas as agências de inteligência globais afirmam categoricamente sobre forte presença de jihadistas no Brasil. Infelizmente não apenas na tríplice fronteira, pois o problema já se espalhou por todo o país.

A “Primavera Árabe”

Em 2010, o Oriente Médio e o norte da África foram sacudidos por uma série de revoltas populares que ainda trazem consequências para a região. Habitantes de países como Tunísia, Líbia, Egito e Síria foram às ruas para protestar contra governos repressivos e reivindicar melhores condições de vida. O movimento ganhou o nome de Primavera Árabe. Desde o início da denominada “Primavera Árabe”, vários regimes ditatoriais da África do Norte e Oriente Médio capitularam, gerando uma onda de revoltas e guerras civis, produzindo uma massa de refugiados sem precedentes desde a II Guerra Mundial.

Todo esse fluxo migratório trouxe consigo uma série de problemas em relação aos refugiados e para onde os mesmos migraram. Ondas de estupros, assassinatos de mulheres, sequestros, e pedofilia espalharam-se por esses países, tais como Alemanha, Suécia, Finlândia, Noruega, França, Grécia, Chipre, Espanha, etc. O Brasil não ficou imune a essa onda de refugiados. Muitos foram trazidos por ONGS internacionais, pelo Comitê de Refugiados da ONU e também pelo governo brasileiro, que à época era presidido pela ex-presidente Dilma Roussef 3. Praticamente todos os refugiados islâmicos foram alocados em cidades do interior brasileiro, causando em alguns casos, estranheza nos residentes locais.

Jihadismo nas Periferias do Brasil

Desde a invasão aliada ao Iraque, após o 11 de setembro, houve uma dispersão islâmica por todo o mundo, e não foi diferente para o Brasil.  Houve um boom da população islâmica no Brasil. Desde 2001, os números só aumentam. No Brasil, ainda que os muçulmanos sejam por enquanto uma minoria, são merecedores de maior atenção, pois fazem parte do grupo religioso que mais cresceu nas periferias, ou seja, em função dos fluxos migratórios, pelo maior contato com a religião através dos meios eletrônicos (mídias e Internet) e muitos casos pela conversão.

É sabido que há um processo de islamização das periferias do Brasil, e que esse “fenômeno” é percebido com atenção e preocupação pelas autoridades brasileiras. As regiões que mais vêm sentido esse aumento são as regiões Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Norte. Madrassas estão se multiplicando em ritmo acelerado nas periferias, tanto das grandes cidades, como em cidades majoritariamente cristãs no nordeste brasileiro.

Cidades sem qualquer histórico da presença de muçulmanos estão no mapa do Islã no Brasil, com Centros Islâmicos, Madrassas e em alguns lugares, até mesquitas. Para conferência, favor acessar o link: < http://arresala.org.br/institutos-islamicos#1514844286775-355d7475-fee4>.

Com o advento da Copa do Mundo do Brasil, começaram a haver casos de planejamento de atos terroristas nos estádios da Copa em todo o país. Células terroristas islâmicas ligados ao ISIS ou DAESH[2], em diversos estados do Brasil, começaram a se mobilizar para praticarem algum ato da jihad (Guerra Santa praticada contra muçulmanos apóstatas e não-muçulmanos, com o intuito de implantar o Califado Global) em solo brasileiro.

Diversas prisões foram feitas de terroristas ligados a esse grupo terrorista de orientação salafista no Brasil. Neste meio tempo, foi aprovada a lei Nº 13.260, de 16 de março de 2016, denominada de “Lei antiterrorismo” pelo legislativo brasileiro, com o intuito de criar um regimento legal para calcar as forças de seguranças brasileiras de condições jurídica a fim de coibir e reprimir casos de terrorismo no país. Foi com base nessa lei que os diversos indivíduos presos foram condenados.

Apesar do avanço com a promulgação da débil Lei Antiterror, nosso país ainda continua vulnerável a atentados terrorista, face a ineficiência das nossas forças de segurança, pouco investimento em inteligência, ingerência de ONGS internacionais nas prisões desses terroristas, bem como, o lobby islâmico contra a lei antiterror, via de regra com o apoio incondicional dos partidos de orientação marxista no país. A bem da verdade, o risco ainda é muito alto, pois, mesmo com a lei já promulgada, houveram dois grandes atentados terroristas com forte influência islâmica em ambos. O Brasil está brincando com fogo!

Imagem Irã News

[1] Internacionalista e Historiador com estudos focados em terrorismo islâmico.

[2] O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS), é uma organização jihadista islamita de orientação salafita e Uaabista que opera majoritariamente no Oriente Médio. Também é conhecido pelos acrônimos na língua inglesa ISIS ou ISIL. O nome em árabe, ad-Dawlat al-Islāmiyah fī al-ʿIrāq wa sh-Shām, leva ao acrônimo Da’ish, ou Daesh.

Violência, massacres e atentados: influência do terror islâmico?

Por Gil Carlos Montarroyos[1]

Muito temos nos perguntado se houve alguma influência do atentado na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano. O modus operandi, não deixa dúvidas – o atentado sofreu direta ou indiretamente essa influência. Segundo o Global Terrorism Database[2] já ocorreram mais de 180.000 atentados terroristas, mais de 88.000 bombardeios, 19.000 assassinatos e 11.000 sequestros desde 1970 diretamente ligados à prática do terrorismo no mundo até 2017.

Dentro desses dados e levando em consideração o recrudescimento do Islã radical, mais comumente denominado de jihadismo islâmico (Jihad, definição islâmica para qualquer ação violenta contra muçulmanos apóstatas e não-muçulmanos), e suas ações violentas, tanto contra outros muçulmanos, como por exemplo, atentados sunitas contra populações xiitas em diversos países (Paquistão, Iraque, Iêmen, Sudão, Omã, etc…), bem como a ocidentais, civis e militares em todo o mundo.

Não obstante a todo o caos no mundo islâmico na periferia do sistema internacional, temos visto a extrapolação de atos de terrorismo, muito deles não diretamente ligados ao terror islâmico, mas, que sofreram algum tipo de influência deste, face, a ampla divulgação na mídia internacional das diversas ações dos diversos grupos terroristas islâmicos em todo o mundo: Hamas, contra civis e militares israelenses, Hizballah, idem, Al Qaeda, contra civis e militares, tanto no Oriente Médio, como no Ocidente, ISIS ou DAESH, mais conhecido Estado Islâmico, com atos de extrema violência praticados majoritariamente contra civis, amplamente divulgados em toda mídia internacional.

Toda essa propaganda gratuita feita diuturnamente pela grande mídia, possui alguma influência no atentado à escola de Suzano? A resposta é sim. Segundo a Autora de “Mentes Depressivas – As Três Dimensões da Doença do Século” (editora Globo), a psiquiatra Ana Beatriz Silva menciona a onda de suicídios atribuída ao lançamento do livro “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra de Goethe, de 1774, em que o protagonista se mata após um amor não correspondido. Como reação, o livro foi recolhido e proibiu-se a discussão sobre o suicídio por acreditar que seria algo que incitasse a prática.

Segundo a especialista, quando há um caso noticiado, gatilhos mentais, associados a problemas emocionais e psicológicos, estimulam os potenciais suicidas a executarem o suicídio. “Uma cena de suicídio pode causar muitos impactos na vida de um jovem por meio do gatilho, especialmente quando esses jovens estão fragilizados, angustiados e perdidos nas questões cotidianas, sem apoio e orientação, desconectados com a vida“, afirma a escritora.

Essa análise também deve ser aplicada aos casos de terrorismo em geral. Em todo o mundo, o fenômeno do terrorismo é amplamente discutido, mas, as autoridades ainda não fazem ideia de como prevenir atos de terror. Nos casos de terrorismo, via de regra há uma pauta político-religiosa por trás do ato, que, usado como ferramenta de pressão política ou como prática de guerra assimétrica, trazem à baila uma pauta política e muitas vezes religiosa.

Iniciado em 1922, quando há o primeiro ato de terrorismo religioso registrado de fato, contra a comunidade judaica do então Mandato Britânico para Palestina,  após a criação da organização religiosa islâmica egípcia Irmandade Muçulmana, fundada por Sayyd Qutb e Hassan Al Banna, uma onda de religiosidade e doses cavalares de radicalismo passou a se observar no Egito e rapidamente se espalhou por toda a região, culminando com o denominado Pógrom de Jerusalém, se iniciando ali a modalidade de terror islâmico como a conhecemos nos dias atuais.

Terror em Realengo: o primeiro caso?

Em 07 de abril de 2011, no bairro de Realengo, no município do Rio de Janeiro, aconteceu o primeiro caso de terrorismo doméstico, onde aparecem indícios de radicalização islâmica no caso. O terrorista Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, que invadiu na manhã do dia 07 de abril de 2011 a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, atirando nos alunos, vindo a matar 10 meninas e 1 menino, deixando 13 estudantes feridos, foi o primeiro caso onde há fortes indícios de uma possível radicalização do assassino.

Em carta encontrada no local do atentado, o terrorista deixa claro a influência religiosa no texto (Foto abaixo). Vale ressaltar que não foi encontrado vínculos reais do terrorista com grupos radicais islâmicos, sem, contudo, inviabilizar a percepção de que houve a influência do terror islâmico no processo de autorradicalização, já que o mesmo menciona na carta trechos do hadith[3].

Não é incomum casos de autorradicalização. Muito pelo contrário, há evidências desse processo de identificação terrorista em todo mundo, o que fortalece a tese de que a ampla cobertura da mídia nesses casos, influenciam potenciais terroristas a se autorradicalizarem e a perpetrarem atos de terrorismo, tanto de cunho religioso, como o caso de Realengo, como nos demais casos, como o atentado de Columbine, Suzano, Nice, Madri, Paris, Londres, etc…

Toda essa exposição sobre o tema, segundo o raciocínio da Dra. Ana Beatriz Silva, autora de Mentes Depressivas, há um processo de empatia com o agressor. Vale salientar que nesses casos, o processo de empatia é lento e progressivo, e em muitas vezes, com forte presença de psicopatia preexistente nos acusados.

Política de segurança ou de saúde pública?

Com o desenrolar dos casos acima citados uma luz de alerta se acendeu no nosso país, com a prisão de diversos possíveis terroristas que já estavam em pleno processo de preparação de atentados em outros estados do Brasil. Em Pernambuco https://www.op9.com.br/pe/noticias/presos-dois-suspeitos-de-integrar-bonde-dos-terroristas-em-jaboatao/, Rio de Janeiro e Goiás, conferir o link: http://www.folhape.com.br/noticias/noticias/brasil/2019/03/19/NWS,99312,70,450,NOTICIAS,2190-POLICIA-APREENDE-DOIS-JOVENS-COM-PLANOS-PARA-ATACAR-ESCOLAS-BRASIL.aspx, em Campina Grande, na Paraíba, conferir o link: https://www.portalt5.com.br/noticias/policia/2019/3/199060-aluno-esfaqueia-colega-dentro-de-escola-em-campina-grande.

Vale salientar que apesar da lei antiterror ter sido aprovada, a mesma é incipiente e pouco clara, tanto para identificação e enquadramento legal em casos de terrorismo, bem como falha em dar um subsídio legal para as forças de segurança pautarem suas ações.

Principais vetores de propagação do terrorismo no Brasil

Não há nenhuma dúvida em relação ao principal vetor de propagação do terrorismo no mundo: o Islã radical, mais conhecido como jihadismo islâmico. Mas, para nossa preocupação, não são os únicos. Esse fenômeno, apesar de não ser recente, foi negligenciado pelas autoridades brasileiras, muitos pelo envolvimento dos antigos governos com a agenda globalista.

O avanço do Islã no Brasil, muito pela falta de uma regulação da propagação de ideologias radicais, se transforma em principal vetor de propagação de atos de terrorismo, tanto no Brasil, como no mundo.

Novas evidências surgem a todo o momento acerca da presença de células jihadistas em território brasileiro. Para isso faremos uma recapitulação de algumas notícias já veiculadas pela grande mídia nos links abaixo:

  1. https://g1.globo.com/go/goias/noticia/mpf-go-denuncia-11-brasileiros-por-promover-estado-islamico-e-tentar-recrutar-pessoas-para-atentados-terroristas.ghtml;
  2. https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/05/17/A-atua%C3%A7%C3%A3o-do-Estado-Isl%C3%A2mico-no-Brasil-segundo-estas-opera%C3%A7%C3%B5es;
  3. https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2017-10-12/estado-islamico-minas.html;
  4. https://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/estado-islamico-no-brasil/;
  5. https://super.abril.com.br/historia/explosao-islamica/;
  6. https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/05/justica-acata-denuncia-contra-9-brasileiros-por-ligacao-com-estado-islamico.shtml.

Além dessas notícias amplamente veiculadas, há a presença de grupos jihadistas em universidades brasileiras, como as presenciadas em ato pró-Irã na UFPE, https://sintrajufpe.org.br/sintrajuf/artigos/3/, em Recife, PE: https://esquerdaonline.com.br/2018/05/21/recife-tera-ato-pelo-fim-das-agressoes-sionistas-de-israel-contra-povo-palestino/; todos os atos sob o pretexto de apoio a causa palestina.

Atos pró-Palestina na Paulista, com a presença de terroristas conhecidos, também foram vistos em eventos da Paulista. Aliás, 2018 foi um ano muito problemático no que tange o tema terrorismo islâmico no Brasil.

Os fortes laços dos partidos de esquerda com grupos terroristas islâmicos como Hizballah, Fatah, Irmandade Muçulmana, dentre outros, demonstram que há uma alinhamento político-ideológico de partidos e organizações não governamentais brasileiras, bem como organizações criminosas, como por exemplo, o caso da facção criminosa paulista autodenominada Primeiro Comando da Capital – PCC, com o grupo terrorista Libanês Hizballah, para entender o problema conferir o link https://istoe.com.br/o-hezbollah-pode-dominar-o-pcc/.

Enfim, o tema ainda está longe de uma resolução pacífica. Fica clara a total inexperiência do poder público brasileiro no controle e prevenção desses atos terroristas, bem como a clara falta de vontade política de parte da classe política brasileira na resolução do problema, causando uma instabilidade jurídico-coercitiva para amparar os agentes de segurança nas ações preventivas e corretivas de potenciais ações terroristas no país.

Imagem Tribuna do Norte

[1] Internacionalista, historiador e analista internacional, com estudos focados no terrorismo islâmico.

[2] Sitio Start Institute, Maryland University: https://www.start.umd.edu/gtd/about/, acessado em 27/03/2019, 12:26.

[3] Conferir sítio: <http://islamsul.com.br/categories-1-layout/item/229-purificacao-islam>.

Massacre em Suzano: a impunidade também pode gerar vítimas

Por Andréa Fernandes

O Poder Judiciário em São Paulo determinou na noite de segunda-feira(19), a internação de um adolescente de 17 anos por suspeita de participação no planejamento do denominado “massacre em Suzano”, que resultou na morte de sete alunos e duas funcionárias na Escola Estadual Raul Brasil, além do empresário Jorge Antonio de Moraes, tio de um dos assassinos, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos. Segundo a determinação judicial, a internação deve ser cumprida no prazo de 45 dias na Fundação Casa.

O suspeito foi apreendido pela polícia na manhã desta terça-feira(19), em sua residência e após ser levado ao IML de Suzano seguiu junto com a genitora para o Fórum da cidade a fim de comparecer a audiência de apresentação.

O adolescente já havia se pronunciado na sexta-feira(15), em oitiva com o Ministério Público no Fórum regional negando a participação no crime, e naquela oportunidade, o promotor Rafael Ribeiro do Val não teria encontrado indícios suficientes para provar a participação no planejamento do crime, de forma que decidiu não apresentar denúncia, deixando de  atender o pedido de internação feito pela autoridade policial, o que teve como consequência a liberação do suspeito. Ocorre que, na segunda-feira (18), novas provas coletadas foram examinadas pelo Ministério Público e polícia em reunião na qual os investigadores apresentaram depoimentos e aparelhos eletrônicos apreendidos na casa do adolescente com diálogos entre o mesmo e os outros responsáveis pelo massacre que “supostamente” teriam se matado após a efetivação da barbárie.  Com isso, a Polícia Civil  reforçou a tese de participação do suspeito na fase de preparação.

A juíza Erica Marcelina Cruz, da Vara da Infância e da Juventude, deve despachar no processo a fim de esclarecer se mantém a decisão de internar o suspeito, determinando a unidade da Fundação Casa onde deve ficar apreendido no prazo de 45 dias, ou se revoga a internação.

O suspeito apreendido é ex-aluno da escola Raul Brasil e estudou na sala de Guilherme Taucci Monteiro, apontado pela polícia como líder da ação criminosa.

Todavia, há um pormenor que a “mídia progressista” e “ativistas dos direitos dos manos” mantêm distante da opinião pública: o Artigo 108, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), prevê 45 dias como prazo máximo de uma internação provisória para um menor de 18 anos, sendo considerado constrangimento ilegal” pela jurisprudência qualquer tentativa de prorrogação. Após o referido período, não tendo a investigação findado, o suspeito de planejar o massacre deve ser solto

Assim, mais uma vez a lei mostra inequivocamente beneficiar “jovens infratores” permitindo que suspeitos de crimes odiosos e que representam alto grau de periculosidade tenham “liberdade garantida” para reinserção ao convício social, apesar dos “indícios  suficientes de autoria e materialidade”, que paradoxalmente deixam de “demonstrar a necessidade imperiosa da medida de internação” para proteger possíveis vítimas de um novo massacre.

Interessante que hoje, li em artigo da “colunista-militante” do ‘O Globo‘, Ana Maria Machado, a repetição de uma teoria de alguns antropólogos ao afirmar que, “a barbárie e selvageria crescentes da violência urbana em todas as suas formas têm traço que nos marca desde a colonização e a escravidão — o da força bruta contra o fraco e desprotegido“.

Afirma, ainda a “jornalista-militante”:

“Mesmo querendo resgatar mártires e heróis esquecidos, cumpre reconhecer que, historicamente, nossa violência não se caracterizou pela resistência inteligente e organizada, como a dos vietcongues contra os invasores. Em geral, ao dar vazão à revolta, nossa valentia prefere esperar pela vítima indefesa.”

Todavia, “dona Machado” e os demais ativistas “aplaudem” o ECA quando permite que suspeitos de crimes caliginosos tenham a possibilidade de gozar soltura, ainda que o fato represente um grave risco para a sociedade. O “desconchavo intelectual” da jornalista não possibilita que entenda que ao defender a manutenção da maioridade penal e demais “generosidades” para menores que cometem crimes bárbaros, configura-se a  pusilanimidade típica da esquerda, que autoriza esses criminosos a atacarem impunemente as “vítimas indefesas”, nesse caso, a própria sociedade desprotegida. Verdade é que “valentia desarmada” só existe na cabeça de progressista!

Essa seria a “resistência inteligente e organizada” defendida pela hipocrisia do “jornalismo ideologizado”: libertar um “menor sem nome” com indícios de participação no crime suficientes “apenas” para 45 dias de “internação” visando não promover “constrangimento ilegal” do “coitado” e aprisionar no “medo impessoal” um grande número de pessoas, que mal podem se proteger porque “indivíduos perigosos” têm o “direito” de não ser identificados pelos meio de comunicação, quando menores de 18 anos.

Em contrapartida, os “cadáveres” de todos os adolescentes e funcionárias mortos no massacre – investigado pelo MP como “eventual prática de terrorismo doméstico” – foram devidamente “identificados” e “numerados” para indicar os índices de homicídio no Brasil, cujo único “cadáver insepulto” pela mídia, ONU e “ativistas do bem” é  “Marielle Franco“.  Todas as demais vítimas fatais da violência gestada pela ausência total de segurança pública que caraterizou os governos pretéritos são apenas “números desprezíveis”, à exceção de alguns “mortos” que servem para a “agenda do progressismo seletivo”: negros da periferia, membros da comunidade LGBT e mulheres que sofrem violência doméstica. Aliás, o motorista de Marielle, Anderson Gomes, também foi desprezado pela militância cultural e midiática, não tendo uma “alegoria” sequer na “compreensível homenagem” que o “crime organizado” fez à vereadora no desfile da escola de samba Mangueira, campeã do carnaval do Rio. Estranhamente, ninguém na extrema-imprensa acusou a escola de samba de “discriminação cadavérica” por ignorar o “subalterno branco” morto na mesma ação criminosa que vitimou a “vereadora negra” do PSOL. A cor da pele realmente “fala muito alto” num “país racista”, não é verdade?

Inobstante a doutrinação do crime organizado em apreço à luta de “Marielle ausente“, aprendo na “escola da Mangueira socialista” que “resistência inteligente” é  ofender o presidente Bolsonaro com palavras de baixo calão durante a festa pela vitória na quadra um pouco sem graça pela ausência do seu presidente Francisco Manoel de Carvalho, o conhecido deputado “Chiquinho da Mangueira” (PSC/RJ), que cumpre prisão  domiciliar. Ademais, “resistência organizada” é garantir o “samba do crime” levantando o “estandarte da Marielle” na “passarela da hipocrisia”, bem como rechaçar a redução da maioridade penal a fim de garantir que a “escola dos menores abutres da fiel” continue encantando a esquerda com seu  “espetáculo mortal” no “carnaval da impunidade”. Infelizmente, nesse “quesito” do “grupo especial da contra-resistência” para salvaguardar o direito à paz social, a “escola dos conservadores indignados” está ameaçada de sofrer “rebaixamento”. Lembro, no entanto, que no temível  “enredo” da segurança pública, “todo cuidado é pouco”! 

Após terminar o artigo, descubro que a polícia afirma que o adolescente apreendido é o mentor intelectual do massacre em Suzano. O delegado se espantou com a frieza do “menor” que será “aquecido pelas asas acolhedoras” do ECA. O “perigo” continua sendo “fiel companheiro” de muitas crianças e adolescentes em São Paulo graças ao “progressismo suicida” que contamina nossas leis.

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem Metro 1

Terror na Nova Zelândia: a quebra do paradigma midiático na abordagem do terrorismo

Por Andréa Fernandes

Um homem vestido de preto entra num prédio no centro da cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, com uma câmera acoplada ao capacete para filmar o que considera ato heroico. A partir desse momento, dezenas de tiros e pessoas desesperadas saem do antro de morte e sangue sob as imagens que correram o mundo através das redes sociais, já que o “terror do seculo XXI” reclama publicidade global exigindo transmissão ao vivo. Após mais de dois minutos de carnificina, o homem – que toda imprensa descreve como “branco” – retorna para o seu carro a fim de pegar outra arma, que assim como as demais, continha inscrições com números, símbolos ou mensagens[1]. Ao reingressar no prédio volta a disparar contra vítimas indefesas à curta distância até que ouve-se o barulho das sirenes dos veículos de socorro chegando à localidade.

Ao se afastar, Brenton Tarrant, cidadão australiano de 28 anos, reclama dizendo que “não havia nem tempo para mirar, havia tantos alvos”[2]. As crianças que não foram executadas no violento ataque gritavam aterrorizadas[3].

Quando o filme com cenas reais de pavor parecia ter chegado ao fim, a gana assassina é renovada em outro prédio localizado no subúrbio de Linwwod, totalizando nas duas empreitadas terroristas 50 mortos e  48 feridos. Dentre as vítimas fatais, uma criancinha de 4 anos.

Se essas ações não estivessem estampadas como manchetes nos jornais que noticiaram os massacres em duas mesquitas, todos pensariam que os acontecimentos descritos acima se reportavam a mais um ato terrorista sob a modalidade de “jihad” contra o Ocidente, já submisso ao seu papel de capitulação frente à “guerra” que dura mais de 1.400 anos, pois como bem ensinou o prefeito muçulmano de Londres Sadiq Khan, “o terrorismo faz parte de uma grande cidade[4]. Sadiq tem razão: o terror já é “pauta constante” na agenda global e as grandes cidades não escapam de suas garras horripilantes, apesar do esforço hercúleo da imprensa para ocultar essa modalidade de crime noticiando, por exemplo, Caminhão invade feira natalina e deixa mortos e feridos na Alemanha[5], Explosão em igreja mata 19 e deixa 48 feridos nas Filipinas[6], Homem é morto a facadas na Alemanha[7],Ex-aluno invade escola municipal em Realengo e deixa mortos e feridos[8], Atropelamento na cidade alemã de Münster deixa deixa 2 mortos e 20 feridos[9] eO número de mortos no ataque do noroeste da Nigéria na semana passada dobra para 130[10]. Jornais comprometidos com a sharia não divulgam nas manchetes qualquer vocábulo que possibilite passar a ideia de “terrorismo”, termo considerado “islamofóbico” quando o terrorista é muçulmano.

O zelo com a “desinformação” é tão extremo que os jornalistas “criam” acontecimentos inexistentes como “licença midiática” para mentir, e nesse caso, o ato terrorista perpetrado pela dupla de ex-alunos da Escola Estadual Professor Raul Brasil se encaixa perfeitamente: o site de notícias “Exame” oferece a manchete : “Tiroteio em escola de Suzano: tudo o que se sabe até agora”[11]. Bom, tudo o que eu sei até agora, é que não houve “tiroteio”, e sim, covarde ataque terrorista com duas “vítimas da sociedade” atacando funcionárias e alunos da escola com tiros e machadadas. Aliás, se houvesse “tiroteio” surgiria a possibilidade de vidas serem salvas, partindo-se do pressuposto que outro “atirador tecnicamente preparado” iria defender os alvos da fúria extremista como vez e outra, vemos em Israel.

Brenton, o terrorista branco da extrema-esquerda quebrando paradigmas

Ocorre que, o atentado terrorista na Nova Zelândia veio quebrar alguns “paradigmas” da grande mídia. O primeiro: violou-se o procedimento padrão da imprensa ocidental de identificar imediatamente um criminoso em função da origem étnica. Brenton foi qualificado por todas as emissoras de TV e jornais como “branco”, antes mesmo de ser noticiado o “manifesto” reforçando o mencionado ideal de supremacia racial.

Se o terrorista fosse “muçulmano”, certamente não haveria comentário sobre o quesito importante “religião”. Sim, a crença individual vem sendo manipulada pela mídia para dois propósitos: se a fé é islâmica, cabe “proteção integral” do “Estado de direito” contra críticas por já ser “consenso”  – contrário às inequívocas evidências – de que o Islã é a “religião da paz”, apesar de todas as escolas de jurisprudência islâmica determinarem  que é parte da responsabilidade da comunidade muçulmana lutar contra os “incrédulos” visando estender a supremacia da sharia, de forma que, muitos muçulmanos se empenham na imposição dessa “submissão”, seja por meio pacífico ou violento[12]. Todavia, se o indivíduo é “cristão”, a “ordem editorial” é estereotipá-lo como “fundamentalista”, “homofóbico”, “fascista”, e seus valores, tradições e aparatos simbólicos devem ser desconstruídos da forma mais vexatória possível.

Outro ponto relevante nessa mudança dramática de narrativas da mídia e “especialistas em segurança internacional” é o silêncio generalizado sobre o estado mental de um terrorista que numa frieza assustadora fuzila dezenas de pessoas sem demonstrar nenhum arrependimento, deixando um “manifesto” onde se vê nitidamente ideias confusas. Parece que, a “loucura” – na concepção de jornalistas e demais formadores de opinião – é uma deficiência que atinge somente os “terroristas muçulmanos”.

Outrossim, de modo geral, a imprensa acreditou piamente – com algumas distorções interpretativas – no teor do “manifesto” escrito pelo terrorista, sem aventar a possibilidade de o mesmo estar mentindo para encobrir a real motivação do atentado. Isso me fez lembrar os casos de ataques terroristas em que muçulmanos assumiam ligação com o Estado Islâmico, bem como os atentados assumidos pelo grupo terrorista; em ambos contextos a imprensa duvidava acerca dos “supostos vínculos”.

Fato é que um paradigma não foi quebrado: os cristãos continuam sendo os “agentes motivadores” de toda forma de ódio concebida pela mente humana. Por isso, teve jornalista chamando Bretan de “cristão”, embora saiba que o Cristianismo é incompatível com o terrorismo. A “ética jornalística” ensina que a única religião a ser poupada de exposição quando seus fiéis praticam crime de terrorismo é o Islã.

No “mural do terror”, cadáveres de cristãos negros são invisíveis

Curioso que o rei Salman, da Arábia Saudita evocou sua indignação “esquecendo conscientemente” do histórico de financiamento do terrorismo global pela teocracia sanguinária comandada pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, acusado em novembro/2018 pela CIA[13] de assassinar o jornalista americano de origem saudita Jamal Khashoggi no interior do consulado saudita na Turquia[14]. O rei  Salman recorreu à estratégia do “engano” para pedir à comunidade internacional que combata o discurso de ódio e terrorismo[15], desde que releve, é claro, os ensinamentos desumanizando cristãos e judeus como “modelo didático islâmico salafista”, que se mantém “intocável” apesar de inúmeras denúncias de violações dos direitos humanos que jamais superarão os “rentáveis interesses compartilhados” com o “Ocidente infiel”.

O rei da teocracia famosa pela aplicação de “penas medievais” no berço do Islã aproveitou a “distração programada” da mídia ocidental e nem precisou fingir consternação por causa da notícia velada sobre o bárbaro MASSSACRE de 85 cristãos nigerianos por terroristas muçulmanos exatamente na mesma semana em que fiéis muçulmanos eram executados pelo terrorista da extrema-esquerda aliada do Islã ortodoxo. No domingo e na segunda-feira, três comunidades de cristãos na Nigéria foram atacadas a tiros e aproximadamente cem casas foram incendiadas[16].

Conforme relatado pela instituição Christian Today[17], o grupo muçulmano Pastores Fulanis se tornou mais letal que a insurgência jihadista do temido Boko Haram, e a Reuters[18] afirma que a facção tem “um plano deliberado para eliminar certas comunidades”, sendo as principais os cristãos da Nigéria, os quais vêm sofrendo ataques diversos. Na primeira semana de março, mais de 20 cristãos foram mortos a tiros e facadas, ações que se tornaram costumeiras sem constar nos noticiários internacionais.

Se os escandalosos movimentos negros ocidentais e grande parte das lideranças cristãs não se importam com seus irmãos africanos decapitados, queimados vivos e fuzilados por muçulmanos, por que o rei Salman e demais autoridades islâmicas deveriam recorrer à taqiyya[19] para dissimular solidariedade que não existe para com as vítimas do expansionismo islâmico preconizado pelo profeta Maomé, ao qual Allah fez “vitorioso” através do terror, segundo a tradição muçulmana?

“Defunto invisível” não gera estardalhaço… e nesse aspecto de “invisibilidade” dos massacres de negros na Nigéria e em outros países africanos, os movimentos negros em geral têm se destacado na covarde prática do descaso. Sabem suas lideranças que “sangue cristão” não gera lucros e nem comoção nas mídias sociais!

Pode a China comunista ser modelo de país para um suposto “terrorista radical cristão”?

Nas muitas leituras que fiz sobre o ataque terrorista, uma delas me chamou a atenção. Trata-se da Revista Sociedade Militar, que arroga expor artigos de militares e especialistas ligados à segurança pública, defesa e geopolítica. Ao apresentar o manifesto do terrorista consta a seguinte “informação”:

“O manifesto abaixo foi publicado pelo homem suspeito de assassinar dezenas de pessoas – Brenton Tarrant. Aparentemente é um radical cristão e supremacista branco que fala em povo eleito, se confessa xenófobo e racista.  Recebido em inglês pela Revista Sociedade Militar. Ao contrário de outras mídias que preferem não divulgar esse material acreditamos que o esclarecimento e verdade acerca do ocorrido, bem como a discussão franca e bem fundamentada são os melhores caminhos para evitar esse tipo de coisa no futuro”[20]

Desconfio que tenha sido um “estagiário” que formulou a “informação” com erro crasso de interpretação textual. Por mais que o terrorista seja contraditório em suas colocações,  em dado momento faz a pergunta Você é um cristão”? Tendo como resposta: Isso é complicado. Quando eu souber, vou te contar.

Ora, ao contrário dos terroristas muçulmanos que matam em nome de Allah e usam a doutrina islâmica embasando seu ódio, Brenton não fundamenta suas ações na doutrina cristã e, a princípio, tem “dúvida” sobre a sua crença. Dessa forma, por que uma revista militar, que deveria ser isenta, faz coro com a “mídia cristofóbica” enfiando o Cristianismo numa ação terrorista, mesmo sabendo que o criminoso se confessa um eco-fascista por natureza , além de anti-conservador que tem a República Popular da China como nação com os valores políticos e sociais mais próximos” da sua ideologia? Será que falta conhecimento elementar sobre a China, de modo que militares não saibam o nível elevado de perseguição aos cristãos naquele país comunista? Brenton seria o primeiro “cristão radical” que aprova tortura e toda sorte de violações de direitos humanos que seus supostos irmãos passam na China.

Simpatia pelos modelos de “socialismo light” da China e Coreia do Norte

Brenton enaltece Oswald Mosley, fundador da União Britânica dos Fascistas, conhecido admirador de Mussolini e amigo pessoal de Hitler[21]. Em outubro de 1927, Mosley foi eleito para o Comitê Executivo Nacional do Partido Trabalhista britânico e ao se tornar um dos principais defensores do socialismo foi descrito em 1926, por John Wheatley como uma das figuras mais brilhantes e esperançosas lançadas pelo Movimento Socialista durante os últimos 30 anos[22]. Logo, resta alguma dúvida de que o terrorista tem “os dois pés” no socialismo?

Decerto, o terrorista da extrema-esquerda conhece bem “os valores” cultuados pelo regime comunista da China, ao contrário dos parlamentares brasileiros do PSL e DEM que andaram “flertando” com o Partido Comunista Chinês[23]. A propaganda comunista incutiu na mente dos nossos parlamentares que a  terra do genocida Mao Tsé-Tung é a versão moderna do “socialismo light[24]. Diga-se de passagem, no Brasil, os “especialistas” e muitos “conservadores” não enxergam as violações de direitos humanos e perseguição religiosa contra cristãos na China.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL/SP) “corrigiu” minha manifestação no Instagram denunciando a violência contra cristãos na China a partir de “suas percepções” auferidas numa viagem paga pelo Partido Comunista[25], que monitorou todos os seus passos “orientando” a “propaganda gratuita” de liberdade religiosa num regime de rígido controle social[26]. Como jornalista e internacionalista voltada às temáticas de direitos humanos, fiquei “emocionada” com a aula da ex-feminista que me aconselhou a “pesquisar” mais o tema. Deveras satisfeita com a reprimenda, atendi o “conselho” e já preparei o “resultado da pesquisa” para encaminhar ao gabinete da deputada. O “problema” é que não tive “ajuda pessoal” do Partido Comunista! Será que ela aceitará minha humilde contribuição na área humanitária?

Por outro lado, a Fox News divulgou os “passeios” do terrorista antes de promover o banho de sangue na Nova Zelândia: além dos países divulgados no manifesto, Brenton esteve no Paquistão e na Coreia do Norte[27]. Provavelmente, o supremacista branco de extrema-esquerda deve ter um certa afeição pelo “socialismo light” da Coreia do Norte.

De quem é a “culpa” pelo atentado na Nova Zelândia?

A “genialidade do progressismo tupiniquim” Guga Chacra, reconhecido pelo senso comum como “especialista em Oriente Médio”, traz a resposta mais aguardada pela extrema-esquerda que comemorava a vitória da agenda desarmamentista com o “êxito” do ataque terrorista promovido pelo “companheiro Brenton”, já que a primeira-ministra da Nova Zelândia anunciou mudanças na lei que dispões sobre armas no país[28].

Guga expõe em seu artigo no “O Globo” que “o terrorismo supremacista branco tem crescido ao longo dos últimos anos e já é considerado mais perigoso do que o jihadista em algumas nações”[29]. Porém, o jornalista não apresentou a “fonte” dessa preciosa informação e nem citou um país ameaçado pelos supremacistas brancos. Em pesquisa rápida, também não consegui verificar a exatidão da denúncia de Guga, muito embora não paire nenhuma dúvida que há movimento violento de ódio racial de alguns “grupos brancos”, como aliás, reconheceu o presidente Trump. Os discursos de ódio desses grupos supremacistas brancos são mais divulgados e combatidos pela mídia, o que infelizmente, não acontece em relação aos discursos e ações de ódio dos negros perseguindo e assassinando fazendeiros brancos na África do Sul[30].

A análise rasa do jornalista reforça discursos demonizando toda crítica fundada contra a “ideologia supremacista islâmica” que vem causando terror em todo Ocidente, já que o simpático colunista supervaloriza a ameaça do “terrorismo com uma ideologia de suposta superioridade do branco ocidental e um sentimento islamofóbico e anti-imigrante”. Na realidade, o atentado sanguinário na Nova Zelândia foi uma ação pontual de um extremista de esquerda que merece aprofundamento sob outras perspectivas analíticas.

Seria esse ataque terrorista mais um caso de false flag? Essa possibilidade será analisada num próximo artigo. Impor uma narrativa como “verdadeira” sem permitir o despertar do “contraditório” é ato assaz prejudicial à qualidade da informação.

David Fallis, editor do jornal “Washington Post” afirmou em entrevista que “o público procura por jornalismo investigativo”. Seguirei os conselhos do multiculturalista Fallis: prometo ser “extremamente curiosa, muito cética e altamente criativa” e ainda contarei com o auxílio de especialistas na abordagem não convencional da ação terrorista que “deu um up” na agenda progressista.

 Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM).

Imagem Unilad

[1] https://www.nytimes.com/2019/03/15/world/asia/new-zealand-shooting.html

[2] https://www.foxnews.com/world/multiple-fatalities-at-new-zealand-mosque-shooting-police

[3] https://www.theguardian.com/world/2019/mar/15/new-zealand-shooting-what-we-know-so-far

[4] https://extra.globo.com/noticias/mundo/trump-jr-rebate-fala-do-prefeito-de-londres-sobre-terrorismo-fazer-parte-das-cidades-21099073.html

[5] http://g1.globo.com/hora1/noticia/2016/12/caminhao-invade-feira-natalina-e-deixa-mortos-e-feridos-na-alemanha.html

[6] https://noticias.r7.com/internacional/explosao-em-igreja-mata-19-e-deixa-48-feridos-nas-filipinas-27012019

[7] https://istoe.com.br/homem-e-morto-a-facadas-na-alemanha/

[8] https://oglobo.globo.com/rio/ex-aluno-armado-invade-escola-municipal-em-realengo-deixa-mortos-feridos-2799486

[9] https://g1.globo.com/mundo/noticia/atropelamento-na-cidade-alema-de-munster-deixa-mortos-e-feridos.ghtml

[10] https://af.reuters.com/article/topNews/idAFKCN1Q81X2-OZATP

[11] https://exame.abril.com.br/brasil/tiroteio-em-escola-em-suzano-tudo-o-que-se-sabe-ate-agora/

[12] https://atlassociety.org/commentary/commentary-blog/4490-tnis-interview-with-jihad-watcher-robert-spencer

[13] https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/11/16/cia-conclui-que-principe-herdeiro-saudita-mandou-matar-jornalista-diz-jornal.ghtml

[14] https://www.bbc.com/news/world-europe-45812399

[15] https://english.alarabiya.net/en/News/gulf/2019/03/15/Saudi-King-Crown-Prince-offer-condolences-to-New-Zealand-Governor-General.html

[16] https://www.thisdaylive.com/index.php/2019/03/13/herdsmen-kill-85-people-in-kaduna-communities/

[17] https://www.christianitytoday.com/news/2018/april/nigeria-fulani-attack-catholic-church-benue-boko-haram.html

[18] https://af.reuters.com/article/topNews/idAFKCN1Q81X2-OZATP

[19] Mentira sagrada – http://infielatento.blogspot.com/2014/11/taquia-taqiyya-no-alcorao-e-Sharia.html

[20] https://www.sociedademilitar.com.br/wp/2019/03/manifesto-do-atirador-da-nova-zelandia.html

[21] https://www.dn.pt/arquivo/2008/interior/o-britanico-que-admirava-mussolini-e-o-amigo-hitler-997281.html

[22] https://spartacus-educational.com/U3Ahistory44.htm

[23] https://congressoemfoco.uol.com.br/mundo-cat/viagem-de-parlamentares-eleitos-pelo-psl-a-china-provoca-conflito-entre-bolsonaristas/

[24] https://www.youtube.com/watch?v=e-qhAoFQMBQ]

[25] https://www.oantagonista.com/brasil/deputado-psl-diz-que-buscaria-melhorias-para-o-brasil-ate-na-coreia-norte/

[26] https://link.springer.com/article/10.1057%2Fpalgrave.cpcs.8140083

[27] https://www.foxnews.com/world/christchurch-shooter-traveled-the-world-including-trip-to-north-korea-and-pakistan?fbclid=IwAR3DAoWr3mq0l5JMKaRt0S5r8YDBHrvuBSe_ku8lnmxbTfDjX5iMkWfvY1o

[28] http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2019-03/apos-massacre-premie-da-nova-zelandia-promete-mudar-leis-de-armas

[29] https://blogs.oglobo.globo.com/guga-chacra/post/quem-dissemina-ideologia-terrorista-supremacista-branca.html

[30] https://www.abc.net.au/news/2019-03-17/trump-wants-pompeo-to-study-killing-of-farmers/10158114

Massacre em Suzano: a banalização do terrorismo

Por Andréa Fernandes

Nessa quarta-feira, mais uma tragédia abala o Brasil. Em que pese não tenhamos dados precisos sobre o que a polícia chama de “motivação” para o fuzilamento a esmo de estudantes e funcionárias da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), pelos ex-alunos Guilherme Taucci,  de 17 anos e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, brotam de todos os cantos “humanistas” defensores do “fortalecimento da agenda desarmamentista”, inclusive, no parlamento.

Esses “humanistas” fantasiados de “jornalistas paz e amor” e “acadêmicos isentões” já estão explorando a aflição das famílias vítimas da barbaridade e manipulando matérias e artigos de jornal com “maestria quixotesca”, sendo auxiliados pelos seguidores do “ódio do bem” nas mídias sociais, muitos dos quais acusam o presidente Jair Bolsonaro pelo ato criminoso em virtude do Decreto para flexibilização da posse de armas.

A colunista do jornal O Globo” Bela Megale afirma que “o monitoramento  de algumas áreas do governo federal já mostra que, nas redes sociais, a tragedia que aconteceu nesta manhã em Suzano (SP) e deixou ao menos 10 mortos e 16 feridos está sendo vinculada ao decreto que facilitou a posse de armas de fogo”, o que NÃO foi confirmado pelo governo, já que o objetivo da imprensa é “vender esse peixe podre”[1].

Aliás, cabe uma necessária divagação: a grande mídia vem promovendo uma nefasta CAMPANHA DIFAMATÓRIA, e em alguns casos, CALUNIADORA, contra o presidente Jair Bolsonaro, sendo que no episódio de ontem, o foco deixou de ser o suspeito do assassinato da vereadora Marielle, o policial reformado Ronie Lessa, pelo simples fato de ter sido preso em imóvel localizado no mesmo condomínio do presidente[2]. Assim que a “orquestra midiática progressista” noticiou o evento tendo Bolsonaro como “ator principal”, deu-se início ao “fuzilamento de reputação” nas mídias sociais. Acredito que, em virtude do “descaso” do Ministério Público em relação à referida “campanha de ódio” que, volto a repetir, assume em diversas ocasiões tipologia penal, a tendência será “criminalizar ações do presidente” ad eternum. Infelizmente, no Brasil, o  “MP fiscal da lei”, em algumas situações, parece estar mais interessado em “fiscalizar as ações da família Bolsonaro” do que as ações criminosas perpetradas contra o presidente.

Logo, deixando de lado a conduta temerária de jornalistas inescrupulosos que usam a perigosa arma da “desinformação” para “mortificar” qualquer possibilidade de reação da opinião pública frente às pautas que “gangrenam” o tecido social, cumpre trazer informações concretas sobre a criminosa “tragédia” que chocou o país, e para tanto, lembro que cabe ao jornalista não especializado em “segurança”, apenas NARRAR OS FATOS, e logo após o acontecimento acionar os “especialistas” para apresentação de “pareceres”, que certamente podem ser mudados com a apuração dos indícios e materialidade do crime. Foi isso que fiz…

Ataque a tiros ou terrorismo doméstico???

Segundo o jornalista Matheus Lisboa, especializado em geopolítica, defesa e segurança, o crime em São Paulo foi um caso de “terrorismo doméstico” centrado na figura do “lobo solitário”. Em sua rede social, Matheus cita o livro “O Fim do Poder” escrito por Moisés Naim, ex-ministro da Venezuela no período que antecede à Hugo Chaves. Salienta o jornalista que não adianta relativizarem o óbvio tentando “culpar” jogos eletrônicos ou motivações estritamente pessoais, e nem deduzir que a “idade” não deve ser levada em consideração.

Em maio/2018, Matheus cotejou magistralmente o denominado “tiroteio em massa” ocorrido na Austrália – onde três adultos e 4 crianças foram assassinados por um suicida – e outros assassinatos com o mesmo modus operandi. O texto se aplica ao evento criminoso de São Paulo, e vale a transcrição:

“Acabei de ver mais uma notícia de tiroteio em massa na Austrália, dessa vez ferindo 7 pessoas. Não pude deixar de lembrar de um livro que ando lendo, relendo e recomendando constantemente. O livro chama-se “ O fim do Poder” escrito por Moisés Naim, ex ministro da Venezuela durante a era pré Chavez, em seu livro Naim nos explica que o Poder não mais se concentra em grandes impérios , territórios e países apenas, mas sim que ele ( o poder), está sendo diluído e reformulado em especial pelas diversas mudanças sociais e tecnológicas que estamos vivendo nos últimos anos. 
Tá… Mas o que isso tem  a ver com o massacre na Flórida e de tantos outros que vêm ocorrendo ? Eu respondo. 
Em um dos capítulos do livro, Naim fala sobre como as guerras vêm sofrendo uma importantíssima modificação em suas dinâmicas; desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os exércitos não mais têm se organizado em imensas frentes de batalhas com centenas de fileiras, ou se envolvendo em guerras de proporções globais. O que vem acontecendo é justamente o contrário, as Guerras continuam a existir, porém são travadas de forma diminuída, dissimulada e assimétrica, e não mais em campos de batalha, mas sim em pequenos grupos capazes de empreender enormes estragos em grandes e bem estruturados exércitos ou potências militares, vide as ações Jihadistas no Oriente Médio ou mesmo as ações das organizações criminosas, e não mais facções que atuam de forma assimétrica nas favelas do Rio. Temos aí uma modificação no uso das teorias de Clausewitz e outros teóricos de guerra tão largamente utilizados nas academias militares. 
E aqui está o link que quero fazer. Se esses exércitos menores conseguem infringir grandes baixas de forma dissimulada e em especial descentralizada, temos então o encaixe perfeito para o surgimento dos chamados “Lobos solitários” ou “atiradores em massa”, justamente por não precisarem da formalidade da Guerra e terem a seu dispor um sistema complexo, e ao mesmo tempo difuso, através da informação e circulação cada vez mais ampla de capitais, pessoas e até mesmo estímulos e ideologias através dos processos da Globalização; temos visto e veremos com mais e mais intensidade ações como a desse tipo, não apenas por sua facilidade logística, mas também por sua dificuldade de detecção, via meios formais dos sistemas criminais e de segurança, tendo apenas como recurso com maior probabilidade de acerto as ações e serviços de inteligência.”

Polícia reverbera velha ladainha copiada da Europa de atentado promovido por “doentes mentais”

Contudo, como bem sabemos, as “investigações” da polícia não serão divulgadas, exatamente como aconteceu no caso do “terrorista de Realengo”, o que será “terreno fértil” para as “especulações desinformativas”, auxiliadas pelos próprios policiais, que nesse ponto, são excelentes “imitadores” da “tese vitimizante” da polícia europeia, que em casos semelhantes, de antemão chama os criminosos de “loucos” antes de qualquer avaliação psiquiátrica. O comandante geral da PM, coronel Marcelo Vieira Salles, anuncia no auge da “incoerência leniente”: “Em 34 anos de polícia nunca vi nada igual. Um ATENTATO de alguém que não tem o domínio de suas faculdades[3]”.

O “coronel  assustado” reconhece indícios de ATENTADO, mas já possibilita a “defesa” dos cadáveres-terroristas como “deficientes mentais”, tese esplêndida para os “desarmamenistas” culparem a “sociedade opressora” de indiretamente – através da eleição de Bolsonaro – ter assassinado as “verdadeiras vítimas da tragédia”: os “inocentes agressores” vencidos pela “doença” e facilidade de obtenção de armas.

“Massacre de Realengo”: o terrorista muçulmano “acusado” de ter “motivação cristã” para o atentado

Inobstante a “retórica policialesca” do coronel, não posso abandonar o dever de expor a má-fé da grande mídia ao relembrar do “ataque a tiros” em abril de 2011, promovido por ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, em bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro[4]. Doze adolescentes foram mortos e outros doze ficaram feridos no “massacre de Realengo”, que culminou com o suicídio do “atirador”. A “motivação” do crime foi “sepultada” como bullying e o jornal ‘O Globo’ aproveitou o ensejo para reforçá-la. Não é bem assim… vamos à “necrópsia do cadáver do terror”?

O factoide “massacre de Realengo” teve uma série de profissionais envolvidos para massificar o escamoteamento do atentado terrorista perpetrado por muçulmano. Psiquiatras não poderiam deixar de ofertar sua “contribuição” e elaboraram artigo para analisar o perfil psiquiátrico de Wellington, intitulado “Considerações sobre o Massacre de Realengo[5]”, no qual citaram especialistas que afirmavam que o assassino seria “esquizofrênico”. Porém, o profissional mais centrado, um psicanalista forense entrevistado pelo Estado de São Paulo vaticinou:

Apesar de ver nele algum desequilíbrio e embora o conteúdo do discurso dele parecesse distorcido, não creio que estivesse claramente psicótico, ou seja, que tivesse uma perda plena de juízo, sendo totalmente incapaz de diferenciar realidade de fantasia. E dar um diagnóstico qualquer sem tê-lo examinado a fundo (ou sem ter elementos suficientes) seria CHUTE (BARROS, 2011).

Contudo, os psiquiatras reconheceram que “a superficialidade e a mistura de ideias que mais são apelos chamativos, podem ser mais bem compreendidas a partir DA ANÁLISE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO COMO A INTERNET E DA PROPAGANDA DE MASSA, do que a partir de diagnósticos psiquiátricos”. Ou seja, foi no ambiente onde Al-Qaeda e outros grupos terroristas islâmicos recrutavam livremente seus “jihadistas”, que se desenvolveu a verdadeira “patologia mental” que levou Wellington a executar covardemente os alunos da escola.

Comunista Leonardo Boff culpa tacitamente o Cristianismo pelo ataque do muçulmano

No “relatório encomendado” pelo ativismo ideológico, a tentativa pueril de afastar o Islã da “motivação” de um ataque terrorista efetivado por um muçulmano brasileiro, sobrou a “culpa” pelo comportamento violento para o “Cristianismo”. E a “bisonhice intelectual” deságua na seguinte assertiva medíocre fundamentada nas “análises” da extrema-imprensa:

“A mistura de crenças religiosas levou o jornal Clarín, por exemplo, a afirmar que o autor concluía sua carta de suicídio “com pedidos de um típico fiel católico” (CLARÍN, 2011). O teólogo Leonardo Boff, por exemplo, lembrando o ponto em que o autor da carta cita a segunda vinda de Jesus, afirmou que Wellington “não se liga à religião judaica, muçulmana, nada disso. Ele é da tradição judaico-cristã” (GLOBO.COM, 2011). De fato, apesar da importância dada pela mídia às conexões com muçulmanos fundamentalistas, assim como seu apreço pelo grupo terrorista Al-Qaeda e também por causa de imagens em que aparece com uma longa barba, sua página pessoal no site de relacionamento Orkut continha temas religiosos e passagens de livros da Bíblia, como Ezequiel e Eclesiastes (WIKIPEDIA, 2011). Wellington também termina sua carta de suicídio num referencial tipicamente cristão”.

Nem dá para imaginar algo diferente de um teólogo comunista como o Boff afirmar que Wellington “se liga ao Cristianismo” e não ao Islã, e o fato do Orkut ter passagens de livros do Antigo Testamento deu “bug” na mente dos “psiquiatras-teólogos”. Então, cabe explicar aos “infiéis ignorantes” a doutrina que desconhecem: o sheik Ali Abdune, do Centro Islâmico de São Bernardo (SP), afirma “reconhecemos o Antigo e Novo Testamento como parte da mensagem divina[6]. Assim, qual o problema de um muçulmano postar passagens bíblicas?

Quanto à sandice para explicar o “perfil cristão” do terrorista muçulmano embasado na ideia de que “também termina sua carta  de suicídio num referencial tipicamente cristão”, é importante ressaltar que, assim como o Cristianismo, guardadas as especificidades doutrinárias, o Islã também aguarda o retorno de Jesus no fim dos tempos. Contudo, o encerramento da questão se dá com uma evidência oculta aos olhos de muitos: ativistas muçulmanos no Ocidente têm usado a “estratégia” de alegar que “adoram o mesmo Deus que os cristãos”, a fim de ganhar legitimidade e aceitação; inclusive, usam o nome “Deus” substituindo “Allah” em muitas traduções do alcorão.

As estratégias da “mentira muçulmana” desconhecidas no país dos massacres disfarçados de “bullying

Dessa forma, Wellington estava apenas utilizando a MENTIRA. Ocidentais acreditam que seus valores de “verdade” e “justiça” são unanimidade. Estão enganados. Vejamos as 6 estratégias usuais de MENTIRA apregoadas pelo Islã como “doutrina” que sedimenta suas ações em países onde os muçulmanos são minoritários. São elas:

Taqiyya  (muda’rat) – dizer algo que não é verdade.

Kitman – mentira por omissão. Um exemplo seria quando apologistas muçulmanos citam apenas um fragmento do verso 5:32 (se alguém mata “seria como se tivesse matado toda a humanidade”), deixando de mencionar que o restante do versículo (e no próximo) ordena o assassinato em casos indefinidos de “corrupção” e “mal comportamento”.

Tawriya – enganar o kafir (infiel) sendo ambíguo.

Taysir – enganar o kafir ao mostrar uma certa flexibilidade e não observar todos os princípios da Sharia (lei islâmica).

Darura – enganar por necessidade, ou seja, fazendo algo que seja “Haram” (proibido)

Muruna – a suspensão temporária da Sharia, permitindo que imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”. Então, através do princípio da Hégira (imigração muçulmana), os primeiros muçulmanos são como uma espécie de “Cavalo de Troia”. A comunidade káfir (Não muçulmana) fica com a falsa impressão de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tem ganhado força.

Quem não lembra das “orientações” do Estado Islâmico na revista “Dabiq” solicitando seus “jihadistas” que ingressaram na Europa como “imigrantes” a deixarem de frequentar mesquitas e utilizar bíblias no interior das igrejas?

Mas, os “psiquiatras bitolados” preferiram repetir a importância dada pela imprensa de que sua mãe adotiva seria uma fanática evangélica, a partir de cuja influência ele teria passado ao fanatismo originário de outra religião, a mistura de crenças pouco sólidas de Wellington também nos parece muito mais fruto de uma racionalização extrema, que justificasse pra si e para os outros seu comportamento assassino, do que a adesão a alguma prática religiosa.

Imprensa obcecada em ocultar o óbvio: Wellington era fascinado por terrorismo

Os depoimentos de parentes e amigos do terrorista mostrando o que rotulam como “obsessão” que Wellington nutria pelos atentados de 11 de Setembro; os MANUSCRITOS divulgados pelo Fantástico[7] que fazem MENÇÃO a um GRUPO em que participava com 5 ORAÇÕES DIÁRIAS e LEITURA DO ALCORÃO, a citação de dois estrangeiros Abdul e Philip, com os quais mantinha contato, sendo certo que nos manuscritos constavam, segundo a reportagem, OBSESSÃO POR ATENTADOS TERRORISTAS, e o próprio sobrinho divulgando que ele teria um “orientador espiritual”, dentre tantas EVIDÊNCIAS, mas NADA foi capaz de mostrar aos “submissos psiquiatras” que a conclusão que lhes “caiu bem” – simplório “FETICHISMO PELO ISLÔ – é um ataque mortal à inteligência mediana.

“Fetichismo pelo Islã” ou fiel seguidor do Islã ortodoxo?

Se os ignorantes pesquisassem os ensinamentos da Universidade Al-azhar, no Egito, fonte doutrinária dos terroristas sunitas, saberia que BASTA declarar a SHAHADA[8] (confissão de fé) e o ocidental infiel se torna um legítimo muçulmano. Disse o sheik Ahmed Al Tayeb, ao se negar a denunciar o Estado Islâmico como apóstata[9]:

“Al Azhar não pode acusar nenhum [muçulmano] de ser um  kafir  [infiel], contanto que ele acredite em Allah e no Último Dia – mesmo que ele cometa todas as atrocidades…”

Uma vez tendo declarado incontestavelmente a SHAHADA, Wellington era sim, um muçulmano, independentemente de utilizar estratégia de mentira para enganar os “infiéis” utilizando símbolos cristãos, e sendo apologista do grupo terrorista “Al Qaeda, também deveria ter sido considerado um autêntico “terrorista” que não somente seguiu todo o comando de ataques conhecidos executando suas vítimas indefesas, bem como orientando sobre o seu sepultamento. Seriam muitos os tópicos a serem abordados comprovando a ação terrorista, porém, creio que os delineados bastam!

Bullying ou terrorismo: o que diz a lei?

Quando estava finalizando o artigo, recebi do jornalista Matheus links mostrando que sua tese é verdadeira: os adolescentes assassinos integravam um grupo que a imprensa rotula como “extremista”, conhecido como Dogolochan[10], onde são discutidos publicamente a prática de crimes, violação de direitos humanos, além de racismo e misoginia. Foi lá que eles conseguiram as “dicas” para promover a atrocidade.

Agora, convido ao prezado leitor se debruçar sobre o artigo 2º, da Lei nº 13.260/16[11]:

Art. 2o  O terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

Só não espere da imprensa o comprometimento com a “verdade”… Os terroristas cumpriram a sua “missão”: provocaram “terror social” e a mídia se refugia como “animal acuado” na caverna da desinformação. Enquanto jornalistas despreparados exploram a sensibilidade da opinião pública sem informá-la de forma escorreita, nos “chans”, os “terroristas vitimizados” pela sociedade opressora são considerados “heróis” com celebração[12]. Aliás, um dos criadores do grupo, Marcelo Valle Silveira Mello, foi condenado a 41 anos de prisão por associação criminosa, divulgação de imagens de pedofilia, racismo, coação, incitação ao cometimento de crimes e TERRORISMO cometidos na internet.

De modo que, um dos  fundadores do “grupo extremista” que supostamente teria “orientado” os assassinos foi CONDENADO por “terrorismo”, tornando o CRIME uma das ações do “grupo”, mas a “imprensa solidária aos criminosos sanguinários” trata o caso como “bullying colhendo diversos “depoimentos” do “sofrimento” imposto aos “bárbaros terroristas”. Nesse caso, a pauta está “fechada”: nega-se o protagonismo das vítimas mortas a tiros e machadadas. O “desespero” ocasionado pelo bullying  é suficiente para transformar “pacatos jovens” em “agressores”.

Que siga o “baile macabro” da “mentira midiática” em respeito aos “terroristas” que celebram incólume o sangue de suas vítimas!

Andréa Fernandesjornalista, advogada, internacionalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagens  Veja e Eu Rio (edição Diego Araújo)

[1] https://blogs.oglobo.globo.com/bela-megale/post/monitoramento-de-governo-mostra-que-redes-sociais-ligam-tragedia-em-suzano-decreto-de-armas-assinado-por-bolsonaro.html

[2] https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/03/12/suspeito-de-matar-marielle-mora-em-condominio-de-bolsonaro-no-rio.htm

[3] https://oglobo.globo.com/brasil/ataque-tiros-deixa-ao-menos-dez-mortos-em-escola-de-suzano-na-grande-sao-paulo-23517682

[4] https://oglobo.globo.com/brasil/relembre-outros-ataques-que-aconteceram-no-brasil-23297146

[5]http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-34372012000100003

[6] https://super.abril.com.br/historia/a-palavra-de-deus/

[7] https://www.youtube.com/watch?v=WPW5R0E5J3U

[8] (Eu testemunho que não existe deus além de Allah e de que Muhammad é Seu Profeta e Mensageiro) – http://www.islambrasil.com/br/infusions/guest_book/guest_book.php?rowstart=440

[9] https://www.raymondibrahim.com/2016/08/23/dr-ahmed-al-tayeb-meet-the-worlds-most-influential-muslim/

[10] https://noticias.r7.com/sao-paulo/em-forum-extremista-atiradores-pediram-dicas-para-atacar-escola-13032019

[11] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13260.htm

[12] https://www.vice.com/pt_br/article/qvya87/nos-chans-ja-se-celebra-o-massacre-na-escola-de-suzano

Alemanha: Ex-chefe de espionagem diz “2.200 terroristas em potencial que poderiam realizar ataques a qualquer momento”

“2.000 islamitas estão prontos para executar ataques a qualquer momento”, diz o ex-chefe da espionagem alemã, por Virginia Hale, Breitbart , 18 de fevereiro de 2019:

A ameaça à segurança representada por mais de 2.000 suspeitos de terrorismo islâmico é apenas um exemplo de como o “erro” de Angela Merkel em abrir as fronteiras continua a assombrar o diário alemão, disse o ex-chefe de espionagem do país.

Hans-Georg Maassen, que foi forçado a se aposentar como chefe do Gabinete Federal de Proteção da Constituição (BfV) no ano passado depois de manifestar ceticismo sobre as imagens promovidas pela Antifa para afirmar que os alemães realizaram um “pogrom” contra imigrantes, dizendo que a segurança doméstica’foi comprometida desde que a chanceler passou a acolher bem mais de um milhão de migrantes em 2015.

Tendo sido co-autor das leis de residência alemãs enfatizando o papel e o dever do Estado de garantir o “controle e limitação da imigração”, Maassen “sentiu calafrios” ao ver que “milhares de [terceiros imigrantes do mundo] puderam entrar como isso ”, ele disse ao tablóide Bild .

“A situação de segurança foi agravada pela chamada crise migratória”, afirmou o ex-advogado e chefe de inteligência, participando de uma conferência conservadora em Colônia, onde recebeu homenagem de defensores da direita. 

Há agora “em torno de 2.200 terroristas potenciais que poderiam realizar ataques  [islâmicos] a qualquer momento”, o ex-chefe BfV disse, acrescentando que o número de extremistas islâmicos que vivem na Alemanha aumentou de 3.800 em 2012 para 11.500 hoje.

“Não só os erros [da política de migração] de 2015 continuam a afetar [o país], mas são repetidos diariamente”, lamentou Maasen, antes de afirmar que é extremamente improvável que a Alemanha consiga integrar com êxito o enorme número de pessoas que residiram no país nos últimos anos.

Com imagem Reuters UK e informações Jihad Watch

Alemanha fecha jardim de infância islâmico ligado a islamistas

Autoridades na cidade de Mainz cassaram a licença do único jardim de infância muçulmano em meio a alegações de que a instalação no estado de Renânia-Palatinado estava promovendo o salafismo.
O presidente do departamento de jovens do estado, Detlef Placzek, disse que a promoção de materiais salafistas significava que o berçário não mais respeita a constituição alemã .
Oficiais tinham o dever de intervir, disse Placzek, quando um operador não estava disposto ou “incapaz de criar as condições que garantam o bem-estar das crianças”.
O presidente da Arab Nil-Rhein, Samy El Hagrasy, rejeitou as acusações de extremismo e disse que ele seria atraente. “Nós aceitamos e respeitamos a constituição”, disse El Hagrasy, acrescentando que a decisão foi “incompreensível e um mistério”.
Os alarmes soaram pela primeira vez em 2012, quando um pregador polêmico começou a participar de eventos para a associação da mesquita árabe Nil-Rhein, que é responsável pela creche da Al Nur.
Imagem e informações Voice of Europe

Ex-escravas sexuais do ISIS abrigadas no Canadá ameaçadas com telefonemas e textos

Ex-escravos sexuais do Estado Islâmico, que foram abrigados no Canadá, estão novamente vivendo com medo após serem bombardeados por mensagens de voz e textos ameaçando estupros e assassinatos.

Cinco mulheres e uma menina de 14 anos apresentaram relatórios à Polícia Regional de York. As vítimas são todas yazidis que sobreviveram a um genocídio liderado pelo Estado Islâmico no Iraque em 2014.

Eles entregaram à polícia gravações de telefonemas e capturas de tela dos textos, que fazem referência ao Estado Islâmico e incluem fotos de decapitações e jihadistas armados.

O W5 ouviu as chamadas telefônicas. Em uma deles, um homem ri ao dizer em árabe: “Eu sou o homem que te fodeu. Eu sou seu estuprador. ”Uma segunda chamada denuncia Yazidis como adoradores do diabo. E uma terceira chamada faz uma referência gráfica ao estupro.

Os homens parecem ter sotaques do Iraque, Norte da África e do Golfo. A Polícia Regional de York montou uma equipe para tentar rastrear onde as chamadas são originadas.

“Nossos investigadores vão trabalhar através de registros telefônicos, informações obtidas pelas vítimas e qualquer informação sobre o motivo pelo qual isso pode estar ocorrendo”, disse Const. Andy Pattenden. Fontes do W5 dizem que a unidade de inteligência da Polícia Regional de York e o CSIS também estão cientes das ameaças, que começaram há duas semanas.

Um dos telefonemas veio de um número 1-800 e outro de uma central telefônica de Alberta. A polícia diz que com os aplicativos de “spoofing”, as chamadas poderiam ter sido feitas em qualquer lugar do mundo.

Juntando-se a uma casa em Richmond Hill, Ontário, as mulheres que sobreviveram a tantos traumas em sua terra natal estão mais uma vez nas garras do terror. Adiba, que foi comprada e vendida seis vezes por caças ISIS em 2014, diz: “Viemos aqui por segurança, mas depois dessas ameaças eu não me sinto segura. Queremos viver sem ameaças e medo. ”Outra, Milkeya, diz:“ Estou com medo. Meu filho tem quatro anos, ele está com medo. ”Temeroso que o ISIS volte e os pegue.

Eles são sobreviventes do genocídio. Eles são sobreviventes da escravidão sexual e vieram para o Canadá começando uma nova vida para ser sãos e salvos e agora este pesadelo parece estar se repetindo ”, disse o Reverendo Majed el-Shafie, fundador da One Free World International, uma organização de direitos humanos. organização que defende as minorias religiosas.

A caridade de Toronto tem apoiado membros da comunidade yazidi que se reinstalaram no Canadá depois do genocídio.

Imagem Jpost e informações CTV W5