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Cresce ameaça terrorista na América Latina: Grupo islâmico “Hezbollah” planejou atentados em larga escala no Chile, Bolívia e Peru

Por Amir Kater

            O brasileiro já está habituado a ouvir que há toda sorte de grupos radicais na América Latina e que há campos de treinamento desses grupos em determinados países, sendo que alguns deles são patrocinados por ouro nazista, como na Argentina, por exemplo. Contudo, as evidências consolidam o entendimento da ampliação das atividades terroristas na região, pois segundo informação do diário saudita Okaz, as forças de segurança sul-americanas invadiram um depósito da organização terrorista Hezbollah nos arredores da capital boliviana e impediram os planos de atacar a Bolívia, Chile e Peru[1], sendo apreendidos materiais que demonstravam capacidade para fazer uma bomba de 2,5 toneladas que seria utilizada num veículo também apreendido.  O local de armazenamento se encontrava em La Paz, onde em 2016, num voo da GOL, três australianos foram detidos com explosivos a caminho do Brasil[2]. Talvez, não haja conexão entre os fatos, mas os mesmos demonstram que a América Latina vem sofrendo o que há muito aconteceu na Europa enquanto as comunidades árabes muçulmanas iam se instalando.

         Não há motivo, também, para não pensar mais amplamente e inserir a Argentina – que já sofreu ataque em 1992 contra a AMIA[3], uma instituição judaica, deixando um grande número de mortos, incluindo crianças – bem como não se pode eximir de risco o Brasil[4], com sua tríplice fronteira apinhada de radicais islâmicos, que encontram na fácil passagem a condição de contrabandear toda espécie de objetos, incluso armas, como é bem sabido, além de poderem ter “o repouso do guerreiro” e o “sumiço” temporário de suas atividades junto aos seus grupos, células ou partidos.

            Grupos como o “Hezbollah” possuem vasta experiência na confecção de explosivos, mísseis com alcance superior a 300 quilômetros, tal qual  já visto sendo disparados contra Israel, inimigo histórico do grupo terrorista. Com isso, podemos começar a vislumbrar a real fragilidade dos países da América Latina, por vários motivos, como facilidade de entrada e saída de suas fronteiras, uma facilidade enorme em corromper agentes da lei, entes políticos, que independente de como sejam corrompidos, já estão alinhados com a agenda global de implementação da “imigração refujihadista” islâmica, que vem impondo seu sistema teo-político irascível e assassino para com os que não comungam de seus ideais, travestidos de “religião da paz”.

            Ainda na seara dos explosivos, se percebe que os mecanismos, materiais e outros insumos poderiam levar a cabo a confecção de um artefato explosivo que poderia chegar a pesar, 2,5 (duas e meia) toneladas, além de um veículo, tipo mini-van, que estava sendo preparado para receber artefatos explosivos.

            Chama a atenção o fato que a operação ocorre logo após a divulgação de um relatório do jornal do Kuwait que cita o comandante adjunto da Guarda Revolucionária Iraniana como sendo o responsável pelos armamentos e plantas que estavam em posse dos integrantes do “Hezbollah” no Líbano, onde hoje estão fortemente estabelecidos. Percebemos, mais uma vez, que o Irã aparece como fomentador de ataques terroristas, direta ou indiretamente, o que, por sinal, já é desde sempre uma prática desse país.

            “ De acordo com o relatório traduzido e distribuído pelos pesquisadores do MEMRI, fábricas que o Irã estabeleceu recentemente no Líbano estão a uma profundidade de mais de 50 metros e são protegidas contra bombardeios. Os mísseis são fabricados em diferentes alas das fábricas e, finalmente, são montados em uma unidade.” É o que consta de uma das partes da matéria assinada por Mordechai Sones (Israel National News | Traduce: © estadodeisrael.com)

              Há denúncia, ainda, da época em que Israel destruiu uma fábrica de armas no Sudão, tal instalação fabricante de armas pertencente ao Irã, que por sua vez, forneceu armas ao “Hezbollah” com o apoio da Síria, que permite ser usada como intermediária, e que acaba por facilitar o desenvolvimento por parte dos guardas revolucionários de ações para construção de fábrica de armas no Líbano.

              Sabido, mais do que informado é que alguns peritos foram levados à Universidades de Teerã, para o desenvolvimento de fábricas de todo tipo de armamento, sempre subterrâneas, com grande profundidade abaixo do solo para maior dificuldade de detecção, assim como fizeram com algumas prisões.

“Estas plantas foram construídas a uma profundidade de mais de 50 metros e acima destes, existem diferentes camadas de diferentes tipos de barricadas que os aviões israelenses não são capazes de atingi-las.  Além disso, os mísseis não são fabricados numa instalação, mas em algumas partes em várias plantas e finalmente reunidos em uma única unidade. “

            Essas fábricas foram gradativamente transferidas para o controle do grupo terrorista “Hezbollah”, e, atualmente, estão sob supervisão e funcionamento integral a mando e controle do mesmo grupo.

      Percebe-se todas as condições necessárias para criar artefatos dos mais variados e mísseis que poderiam cobrir grandes distâncias, como mencionado no início deste, de vários tipos como: mísseis terra-terra, mísseis terra-mar, bombas de luz, barcos lançadores de torpedos, além de UAVs por espionagem e armas mísseis, porta-aviões, mísseis anti-tanque e barcos blindados.

          O material encontrado poderia atender a demanda de até cinco grandes atentados. Entretanto, cabe salientar que a cooperação entre jornalistas, órgão de segurança e outras instituições têm conseguido grande êxito em impedir que se lancem ataques contra entes públicos, aeroportos e pontos turísticos.

         Não obstante, temos que tomar mais atenção à política externa, em realidade, a política mundial das esquerdas, que se alinham em prol da islamização do globo, ou boa parte dele. Podemos, no Brasil, começar analisando pelo desarmamento da população, as políticas de gênero, a deturpação escolar quanto a questões como sexo, agenda de de doutrinação política, com pessoas como Deborah Duprat, Procuradora Federal, que disse abertamente: “…nossas crianças não pertencem aos pais, mas sim ao estado…”(sic), basicamente, numa política hitleriana, que se alinha como muito sabemos  a algumas das práticas islâmicas com relação à doutrinação dos professantes “infiéis” doutras visões religiosas ou teo-políticas.

        Cabe o aviso: Hoje todo cuidado é pouco, ainda mais em países com baixa atenção à segurança nacional, às suas fronteiras, com uma população idiotizada por discursos populistas e distribuição de recursos pífios que só maquiam a realidade do que se engendra na calada da noite, com projetos, políticas, desvios e envio de valores para grupos terroristas, alinhamento com países que fomentam o terror em favor da instalação dum governo único, e sob o poder da cimitarra dos senhores da espada.

Fonte da Imagem: Brasil Soberano e Livre

[1] http://www.radioworld.com.sv/grupo-terrorista-hezbollah-en-sudamerica-desbaratan-atentados-masivos-en-bolivia-chile-y-peru/

[2]http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/australianos-sao-impedidos-na-bolivia-de-viajar-com-dinamite-para-o-brasil.html

[3] https://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2006/10/25/ult1807u31822.jhtm

[4] http://veja.abril.com.br/mundo/investigacao-de-atentado-na-argentina-aponta-ramificacoes-de-rede-terrorista-no-brasil/

Brasil, um país com um governo ainda ligado ao terror

Por Amir Kater

            É sabido que muitos brasileiros, considerados subversivos, o que não caberia a discussão neste, se envolveram com uma série de questões de luta armada, que sim, igualmente, pode ser chamada de terrorismo, não “religioso” como temos atualmente em vários grupos em muitos países ou através de simpatizantes, células adormecidas, comumente chamadas à ação em determinado momento ou simplesmente os “lobos solitários”.

            O que deve ser percebido é o alinhamento, sempre profundo, das esquerdas mundiais com o terror, considerando que o terror ou terrorismo, não obrigatoriamente esteja ligado a ataques com bombas, carros-bomba, homens ou mulheres-bomba e assim por diante. Mas, basicamente com um sistema de terror social, para que se alcance um determinado objetivo.

            Pois bem, então seguimos essa linha, voltando a atenção novamente para o Brasil, um país que começa a receber a comunidade árabe no final do século XIX, com uma considerável maioria libanesa e de sírios já com um aumento importante e gritante aos olhos no início do século XX, tendo dentre essas nacionalidades, vertentes religiosas, tais como: cristãs, muçulmanos, maronitas, drusos, ortodoxos cristãos etc. Há também relativo número de palestinos em solo brasileiro. Estes, todos, se estabeleceram de maneira pacata, ordeira, atuando ― quase sempre ― no comércio nas mais variadas praças e nichos. Com o tempo, seus filhos e netos foram se formando, ficando mais inseridos em nossa sociedade e gozando de muito respeito em uma gama enorme de setores desta.

            Evidente que nada é feito só de rosas e alegrias. Como os ordeiros, com o passar do tempo começaram a migrar outros e mais outros, já não tão bem intencionados, mas que viam no Brasil um ponto para ficarem “quietos”, para saírem, do plano mundial ou, quiçá, somente do Oriente Médio, em relação a atividades terroristas ― um “porto seguro”. Sim, muitos ligados, participantes, partidários, apoiadores e “soldados” do terror, aportaram em nossas terras e foram, igualmente, à parcela anterior, honesta e ordeira ― aos olhos comuns e menos atentos ― criando uma verdadeira rede.

            Tal rede implica em movimentações financeiras, lavagem de dinheiro, através de transferências ilegais, “cabos” de dinheiro, venda de contrabando em muitas galerias, venda de drogas e armas em alguns países fronteiriços ao Brasil e a instalação com “ocupação territorial” através de suas mesquitas, centros de juventude islâmica e assim por diante.

            No momento em que se passa a ter essa “ocupação”, mencionada no parágrafo anterior, com a organização de setores que enviam dinheiro para grupos como Hamas, Hezbollah, dentre outros, o Brasil passa a ser rota internacional de dinheiro que fomenta o terrorismo internacional, isso já publicado em algumas matérias de diversos veículos de jornalismo. Com isso, passamos a ter aproximação maior com o terror, mesmo que só como via de passagem de dinheiro e outros elementos.

            Com isso, surgiram pessoas, que podem não ser terroristas, mas simpatizantes da causa deles, em setores públicos governamentais, tais quais o senhor Luiz Inácio Lula da Silva e respectivos auxiliares. Dessa forma, a sociedade islâmica radical, que no Brasil age de maneira sutil, passa quase desapercebida, e mesmo com os relatos recentes de clérigos e grupos que defendem Direitos Humanos, de cristãos e outras vertentes religiosas, a questão vem sendo trazida à luz da realidade. A maior prova que podemos ter do apoio irrestrito de governos de esquerda face ao terrorismo, é o Brasil, por seu tamanho, por problemas político-sociais pelos quais passa, ou melhor, que são impostos à sociedade pelos seus líderes, pois poderia, o país, estar em situação muito mais confortável nos campos interno e externo. Podemos perceber isso claramente, quando em 2010, ainda durante o governo do mesmo senhor Luiz Inácio “Lula” da Silva é decretada a transferência, a título de “doação”, conforme texto do próprio decreto, de nada mais, nada menos, que “vinte e cinco milhões de reais”[1]. Logo, numa “canetada”, dinheiro que poderia ser utilizado em outras áreas do país, é enviado para um grupo terrorista, que passa a ter, no Ocidente maior visibilidade a partir de 1990, ainda na Jordânia, depois migrando e dominando a Faixa de Gaza (Israel), onde se encontra até o momento.

            É assustador que um país, laico, pacífico, sem inimigos, que visa convivência pacífica com todos os países vizinhos e outros com quem mantém relações diplomáticas, fomente financeiramente o terror.

Enquanto em 1995 o governo do então, presidente Fernando Henrique Cardoso, bloqueava bens da família saudita Bin Laden, quinze anos após, um governo, de esquerda, sem qualquer motivo lógico toma essa atitude, que, aliás, poderia se esperar do Irã, notável fomentador e apoiador de crimes de terrorismo, que, aliás, por que não chamar de crimes contra a humanidade? Mas o Brasil, apoiando o terrorismo, é algo estarrecedor; ou não, se lermos calmamente os movimentos oriundos da Organização das Nações Unidas (ONU) que vêm desde antes de 1990, já trabalhando no sentido da expansão islâmica, sob o viés da “religião da paz”, que sabemos ser “da paz pela espada” nos mais diversos recantos do globo, uma vez que é a filosofia sistêmica teo-política que mais atrai seguidores. A ONU se apresenta com uma agenda teocrática e para compreender esta percepção basta pensar como seus signatários exigem que a “religião” que mais tem êxito em conversão pelo mundo, deve ser aceita e apoiada, sem comedir o que isso implica nas sociedades que estão sendo, literalmente, colonizadas por bárbaros medievais.

            Quais seriam os objetivos dessa teocracia islâmica que tenta se instalar, sempre à força ou com base em engodo pelo mundo aos gritos de “Allah Hu’Akbar”, mesmo em solo brasileiro? O que compeliu o governo brasileiro a dar a soma milionária constante dum decreto presidencial, para um grupo sabidamente terrorista, que cala seu povo, usa suas crianças como escudos e impetra ataques suicidas contra seus desafetos em prol de evidentes mentiras, através de sua “pallywood[2], usando uma realidade que foi criada por um certo Yasser Arafat, que nascera no Egito, vivendo a maior parte de sua vida na França, e migrando para a fictícia “Palestina”, criando outro grupo terrorista, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP)[3], aliás, líder esse que foi visitado pelo “benevolente doador do Hamas”, senhor Lula.

            Dia a dia estamos mais perto de sofrer o que vem sofrendo hoje a Europa, chamada de “Eurábia” pela escritora Bat Yeor, porém, sem estrutura social e estatal para comportar e rechaçar os males que com a onda “migratória” trarão depredações, estupros, roubos, furtos, vandalismo de cemitérios, igrejas, sinagogas, templos espíritas, budistas e de todo e qualquer tipo de fé, entre uma outra enorme natureza de crimes como assistimos nas poucas notícias que nos são trazidas, tais como: decapitações, fuzilamentos em massa, arremesso de homossexuais dos telhados de prédios, apedrejamento de mulheres em praças públicas por pretensos “crimes de honra”, enforcamentos, mercado de escravos sexuais ou não. Afinal, o povo colonizado acaba virando espólio de guerra como preconiza o “Al Couran”.

E atualmente é mais do que sabido que há um movimento claro, forte e atuante com evidente alinhamento da agenda de esquerda ligada à ONU, UNESCO e outros entes, que coíbe a divulgação do que eu chamaria de “onda terrorista mundial”. Assim, mais do que o estabelecimento da tentativa por ora de um único governo mundial, o que está se estabelecendo é uma onda de terrorismo e dominação mundial. Aqui em território brasileiro a desordem é encabeçada por grupos como o MST[4] e tem apoio de partidos como PSOL e PSTU, que conclamam seus seguidores e correligionários – ex-apoiadores do doador do Hamas – à toda sorte de desmandos legais e sociais, além de sempre se mostrarem apoiadores do terror oriundo de grupos como o recebedor da doação, Hezbollah e demais facções.

            Diante desse quadro desalentador, qual será o futuro, do Gigante Anão Político Brasil, frente ao que vem se estabelecendo no mundo e que para suas fronteiras caminha?

Fonte da Imagem: Folha Nobre

[1] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12292.htm

[2] http://amigodeisrael.blogspot.com.br/2013/05/o-que-e-pallywood.html

[3] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,corte-americana-condena-autoridade-palestina-e-olp-por-atentados-em-israel,1638389

[4] http://g1.globo.com/goias/noticia/2016/08/integrante-do-mst-esta-preso-com-base-na-lei-antiterrorismo-em-goias.html

 

Estado islâmico queima mãe e quatro filhos por deixarem o califado

Uma fonte de segurança na província de Kirkuk revelou que o Estado Islâmico queimou uma família de cinco pessoas (mãe e quatro filhos) por deixar a terra do califado, a sudoeste de Kirkuk, informou Alsumaria no sábado.

Membros do Estado Islâmico queimaram toda uma família que consistia em mãe e quatro filhos (três meninas e um bebê de 9 meses) em Hawija, por deixar a terra do califado e fugir para Kirkuk, disse a fonte.

O Estado islâmico capturou a família na estrada que ligava a área de al-Riyad às montanhas de Hamrin, e os queimou na frente de um grupo de civis, que estavam na área de al-Alam a leste de Salahuddin, disse a fonte adicionada na condição de anonimato.

Os membros do Estado Islâmico amarraram a mãe e seus filhos, em seguida, derramou petróleo sobre eles e os incendiou, explicou a fonte.

Imagem: Reuters

https://www.jihadwatch.org/2017/01/islamic-state-burns-mother-and-four-children-for-leaving-the-caliphate

Marrocos proíbe o uso da burca

Embora a decisão tenha sido motivada por preocupações de segurança, a proibição é também “um passo importante na luta contra o extremismo religioso”.

O Ministério do Interior marroquino ordenou que fabricantes de vestuário e varejistas em todo o país norte-africano deixem de fabricar e vender burqas. Além disso, foram instruídos a liquidar as suas existências da peça de vestuário no prazo de 48 horas ou a confiscar riscos.

Em 9 de janeiro, funcionários do ministério visitaram os mercados para entregar manualmente avisos por escrito informando vendedores e alfaiates da decisão de parar a produção e venda da peça. O aviso também foi publicado em plataformas de mídia social.

“Seguindo as observações das autoridades, notamos que você vende burqas. Estamos lhe chamando para se livrar dessas peças de vestuário dentro de 48 horas e para abster-se de vendê-las no futuro “, o aviso lido.

Um alto funcionário do ministério também foi citado por meios de comunicação dizendo que eles tinham “tomado medidas para proibir completamente a importação, fabricação e comercialização deste vestuário em todas as cidades do reino”.

O uso da burca é relativamente raro em Marrocos, cujo governante, Rei Mohammed VI, defende uma versão moderada do Islã. A maioria das mulheres usa o hijab, uma peça cobrindo a cabeça, mas não o rosto.

A decisão é motivada por preocupações de segurança, já que no passado os criminosos usaram burqas para ocultação. Os salafistas estão preocupados que a proibição seja estendida ao niqab, um véu de rosto que, ao contrário da burqa, tem uma fenda deixando os olhos visíveis. Esta vestimenta é comum nas comunidades salafistas, particularmente no norte fundamentalista do país, de onde milhares de jihadistas viajaram para lutar na Síria e no Iraque.

“Marrocos está indo para a proibição do niqab, que mulheres muçulmanas usaram por cinco séculos?”, Pergunta o sheik salafista Hassan Kettani no Facebook. “Se assim for, será uma catástrofe.” Outro militante salafista advertiu que a proibição da burca era um primeiro passo para a proibição do niqab, o que levaria a uma divisão na sociedade marroquina.

Hammad Kabbadj, um pregador cuja candidatura no Parlamento de outubro de 2016 foi invalidada, reagiu dizendo que a proibição era inaceitável em um país onde o uso de trajes de banho ocidentais era considerado um direito humano.

A ex-ministra das Mulheres Nouzha Skalli comentou que a proibição da burca é “um passo importante na luta contra o extremismo religioso”.

http://www.clarionproject.org/news/morocco-bans-burqa

Estado Islâmico afoga homem em aquário

Um homem em Mosul deu uma entrevista a uma rádio dizendo que o planejou fazer uma vez que Mosul fosse liberada do Estado Islâmico – a saber, fazer um brinde (com bebida alcoólica) e comprar “shampoo para se limpar” da sujeira de ISIS.

Os jihadistas do ISIS rastrearam o homem e decidiram matá-lo “medida por medida” – ao afogá-lo em um aquário cheio de água misturada com shampoo.

O vídeo pode ser assistido no link abaixo de Clarion Porject.

(Nota: O Projeto Clarion publica vídeos do Estado islâmico estritamente para propósitos educacionais para que o público em geral nunca se esqueça da barbárie deste e de outros grupos terroristas islâmicos e seja motivado a se juntar a nós e participar da guerra para derrotá-los completamente).

http://www.clarionproject.org/news/warning-graphic-video-isis-drowns-man-aquarium

Estado Islâmico lança homem de telhado por crime de homossexualidade

Extremista? Não. O Alcorão contém numerosas condenações de atividade homossexual “E [Nós tinha enviado] muito quando eu disse ao seu povo: ‘Você comete imoralidade tal como ninguém que lhe Precedido de entre os mundos? Na verdade, você se aproxima de homens com o desejo, em vez de mulheres. Em vez disso, você é um povo transgressor. “… E desencadeamos sobre eles uma chuva [de pedras]. Em seguida, veja como foi o fim dos criminosos “(Alcorão 7: 80-84).

Muhammad especifica a punição para isto em um hadith: “O Mensageiro de Allah (paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele) disse:” Quem quer que você encontrar fazendo a ação do povo de Ló, execute a quem o faz e o único a quem ele é feito. ‘ “(Sunan Abu Dawud 4462)

“ISIS iraquiano joga homem de cima do telhado de um edifício por alegado crime de ‘homossexualidade'”, por Leith Fadel, AMN, 09 de janeiro de 2017:

BEIRUTE, Líbano (5:00) – O Estado Islâmico (ISIL) no Iraque continuou com atos de terror na semana passada, jogando um homem do telhado de um edifício por alegadamente ser “homossexual”.

O site de propaganda oficial do grupo terrorista postou imagens da execução na segunda-feira, afirmando que este “crime” ocorreu na capital da província de Ninawa .

O vídeo terrível terminou com um terroristas do ISIS jogando o homem do telhado de um prédio em Mosul, matando o acusado no momento do impacto.

https://www.jihadwatch.org/2017/01/islamic-state-throws-man-off-roof-for-crime-of-homosexuality

Hamas comemora com milhares de palestinos ataque terrorista que matou 4 israelenses

Milhares de ativistas e partidários do Hamas foram às ruas do campo de refugiados de Jabalya, em Gaza, no domingo à noite, para se reunirem contra Israel e louvar o ataque terrorista que atingiu Jerusalém, matando quatro israelenses.

Mais cedo no domingo, um palestino lançou seu caminhão contra um grupo de soldados israelenses em Jerusalém, matando quatro deles em um ataque que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que provavelmente tinha sido inspirado pelo Estado Islâmico.

Cantando slogans anti-israelenses os manifestantes marcharam para o comício onde doces foram entregues em comemoração.

“A mensagem do nosso partido islâmico Hamas é uma mensagem de encorajamento e apoio para todos os jihadistas que realizam um ataque que põe um fim aos atos do inimigo sionista”, disse o líder do Hamas, Fathi Hamad, que liderou a manifestação.

O grupo islâmico palestino elogia rotineiramente aqueles que realizam ataques de rua contra israelenses.

O ataque palestino em Jerusalém foi o mais letal em meses e alvejou cadetes de oficiais quando eles desembarcaram de um ônibus que os trouxe para o passeio de Armon Hanatziv que tem uma vista panorâmica da cidade velha murada.

Os militares disseram que um oficial e três cadetes oficiais foram mortos e que outros 17 ficaram feridos.

A polícia identificou o motorista do caminhão como um palestino de Jerusalém Oriental e disse que ele foi morto a tiros. Seu tio, Abu Ali, nomeou-o como Fadi Ahmad Hamdan Qunbor, 28 anos.

Após o ataque, Netanyahu disse que as limitações de acesso foram impostas dentro e ao redor do bairro de Jerusalém Oriental e que novas ações serão tomadas por Israel.

Tarde no domingo, a polícia foi vista patrulhando a área e parando veículos para verificações. Os palestinos lançaram fogos de artifício contra as forças policiais, mas nenhum acidente foi relatado.

Ações inspiradas pelo Estado Islâmico em Israel, Cisjordânia e Jerusalém têm sido raras e apenas algumas dúzias de árabes israelenses e palestinos são conhecidos por terem declarado sua simpatia com o grupo.

Uma onda de ataques palestinos em ruas, incluindo a destruição de veículos, em grande parte desacelerou, mas não parou completamente desde que começou em outubro de 2015 e 37 israelenses e dois americanos visitantes foram mortos nesses assaltos.

Matéria completa em: http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Hamas-holds-rally-in-Gaza-to-celebrate-terrorist-ramming-that-killed-four-Israelis-477860

 

Carro explode junto a tribunal na Turquia. Pelo menos dois mortos

Polícia abateu ainda duas pessoas suspeitas do ataque.

Um carro explodiu nesta quinta-feira, junto a um tribunal em Izmir, na Turquia, causando a morte a pelo menos duas pessoas, confirmou Erol Ayyildiz, o governador local.

As vítimas mortais serão um polícia e um funcionário do tribunal – e cinco feridos, alguns em estado grave. Os suspeitos estavam armados com armas Kalashnikov e granadas, informou ainda o governador. A polícia turca abateu dois suspeitos e as buscas pelo terceiro estão ainda a decorrer.

Erol Ayyildiz acrescenta que os indícios recolhidos até agora sugerem que os responsáveis por este ataque pertencem ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK, na sigla turca). O jornal turco Daily Sabah confirma também que vários membros do PKK invadiram o edifício do tribunal, empunhando armas automáticas, enquanto havia funcionários e cidadãos lá dentro.

Ayyildiz nota ainda que a polícia deu conta do carro e tentou intervir. Só que nesta tentativa os responsáveis do ataque detonaram o veículo. O governador de Izmir disse que havia outro carro-bomba que foi neutralizado no local, tendo sido igualmente apreendidas oito granadas de mão e vários lançadores de granadas.

Na noite de Ano Novo a discoteca turca Reina, na cidade de Istambul, também foi alvo de um ataquereivindicado pelo Daesh que vitimou 39 pessoas. O Parlamento turco iria decidir, esta semana, o prolongamento do estado de emergência por mais três meses, disse o primeiro-ministro, Binali Yildirim.

https://www.publico.pt/2017/01/05/mundo/noticia/carro-explode-junto-a-tribunal-na-turquia-1757214

Menina de dez anos usada em ataque suicida na Nigéria

KANO, NIGERIA: Uma pessoa ficou seriamente ferida quando uma menina-bomba com cerca de 10 anos se explodiu em um ataque à véspera de Ano Novo na cidade de Maiduguri, no nordeste da Nigéria, disseram testemunhas e trabalhadores humanitários à AFP.

A garota se aproximou de uma multidão comprando macarrão de um vendedor de alimentos na área alfandegária da cidade por volta das 21h30 do sábado e detonou seus explosivos, disseram.

Embora ninguém tenha reivindicado a responsabilidade pelo ataque trata-se de marca registrada dos islamistas do Boko Haram que são notórios por usar ataques suicidas na maioria das vezes por mulheres e meninas, em alvos civis.

“A menina caminhou em direção à multidão, mas ela explodiu antes que pudesse alcançar seu alvo”, disse a testemunha Grema Usman, que vive na área.

“Ela morreu instantaneamente, enquanto uma pessoa foi gravemente ferida depois de atingida por estilhaços.”

“Pelo aspecto do cadáver a menina tinha cerca de 10 anos de idade”, disse Usman.

Um trabalhador humanitário envolvido na retirada do corpo deu uma estimativa semelhante da idade da criança.

“A menina claramente não tinha mais de 10 anos e isso poderia tê-la deixado muito nervosa, fazendo-a detonar os explosivos prematuramente”, sugeriu o assistente.

O porta-voz da polícia do estado de Borno, Victor Isuku, disse que uma segunda mulher-bomba foi capturada e linchada por uma multidão irritada. Sua bomba foi detonada com segurança pelas forças de segurança, disse ele.

Em dezembro, duas meninas com idades entre sete e oito detonaram explosivos em ataques suicidas no mercado da cidade, ferindo 19 pessoas.

As autoridades culparam o Boko Haram pelo ataque, cuja insurreição de sete anos matou 20 mil pessoas e deslocou 2,6 milhões de pessoas. O conflito se espalhou para os países vizinhos do norte da Nigéria.

O ataque de sábado ocorreu uma semana após o presidente nigeriano Muhammadu Buhari ter dito que o grupo extremista havia sido derrotado da floresta Sambisa, seu último reduto no estado de Borno. -AFP

http://www.thestar.com.my/news/world/2017/01/01/10-year-old-girl-used-as-human-bomb-in-nigeria-attack/

Turquia: ataque a uma discoteca faz 35 mortos e 40 feridos

Atacantes estavam vestidos de Pai Natal e dispararam indiscriminadamente dentro da discoteca Reina, no distrito de Ortakoy, em Istambul