Como pode uma monitora do “Memorial do Holocausto” chamar o Brasil de “campo de concentração”?

por Andréa Fernandes

Há algumas semanas, eu tive a curiosidade de conhecer a página de uma autora que se intitula “especialista em 2ª Guerra Mundial”. No momento em que li as postagens enaltecendo o livro que escreveu, notei um post em que a referida senhora fazia propaganda do seu trabalho com link da revista “Veja” intitulado “Católica, advogada milita contra antissemitismo e lança livro”. Porém, algo me chamou a atenção: a autora Maura Palumbo descreveu sua suposta preocupação com a “intolerância” afirmando que discorria em suas “palestras” sobre temas como “fascismo, comunismo, regimes ditatoriais, islamofobia, cristofobia e antissemitismo ao redor do mundo”.

Ao saber que Palumbo estaria preocupada com a “cristofobia”, observei com mais cuidado sua página oficial e não percebi nenhuma publicação informativa acerca da perseguição contra os cristãos num tempo em que tais religiosos compõem a minoria mais perseguida do mundo. Com isso, resolvi fazer um comentário respeitoso para despertar a autora nesse sentido, e para minha surpresa, a tolerância da “tolerante” tem limite, a “crítica”. Imediatamente foi apagado o conselho que teria sido por demais útil para a “causa humanitária” que a idosa diz defender, o que me levou a não recomendar a página fundamentando minha irresignação como jornalista e ativista de direitos humanos. Não demorou muito e recebi algumas ligações de pessoa vinculada à “especialista” conclamando a retirada do comentário, que pelas regras do Facebook não pode ser apagado pelo proprietário da página.

O ASSOMBROSO CASO DE TENTATIVA DE CENSURA PROMOVIDO POR UMA AUTORA QUE APREGOA NAS REDES “AÇÕES PACIFISTAS” PARA VENDER SEU LIVRO, principalmente junto à comunidade judaica em São Paulo por se reportar ao Holocausto chamou a atenção da minha “verve investigativa”. Daí, foi um passo para descobrir algo muito mais sério: a ideologia mascarada em “pesquisa” para reforçar “estereótipos” apreciados pela mídia ideologizada.

 Como Palumbo não tem muitas publicações midiáticas não foi difícil localizar uma entrevista que a mesma concedeu ao jornal ‘O Globo’, que na avidez de propagar sua agenda ideológica fez “surgir das cinzas” uma autora desconhecida que externou o repertório preconceituoso que costuma vigorar em expressiva parte do meio literário. O SUBTÍTULO DEMONSTRA O VERDADEIRO “OBJETIVO” DA REPORTAGEM EM “ANO DE ELEIÇÃO” E CONSEQUENTE “DEMONIZAÇÃO” DO CANDIDATO PREFERIDO DOS CONSERVADORES: Paulista que se dedica ao estudo do nazismo compara o momento atual no Brasil, de disseminação do ódio pelas redes sociais, com o período de Hiltler[1]”.

Antes de mais nada: quem vem sendo acusado pela mídia de “disseminar discursos de ódio”? Quem é chamado pela militância esquerdista de “fascista” e “nazista”? Preciso responder? Dito isto, prossigamos…

A paulista que “se dedica ao estudo do nazismo”, segundo “O Globo” é na realidade, uma bacharel em Direito que se apresenta como autodidata expressando formei-me em Direito, mas sempre me dediquei à pesquisa do nazismo, desde a adolescência. Então, para o jornal, uma escritora sem formação e/ou especialização alguma na área de História ou disciplina correlata é uma “especialista”, desde que, ofereça seu “douto conhecimento apedeuta” para relativizar conceitos.

Em dado momento da entrevista, foi perguntado: “o nazismo morreu como ideologia com a Segunda Guerra Mundial”? A resposta é quase inacreditável: A autora afirma que o “nazismo “persiste” e que o “desejo de extermínio é muito evidente”, afirmando, ainda, com empáfia “nós vivemos isso aqui”. E numa demonstração de elevado nível de ignorância ressalta EU CHAMO O PAÍS DE CAMPO DE CONCENTRAÇÃO ABERTO PORQUE TEMOS TODOS OS INGREDIENTES: A MISÉRIA, A FALTA DE CULTURA, DE ASSISTÊNCIA, DE SAÚDE, PESSOAS NO COMANDO NOS MANIPULANDO.

Como é? Qual o “especialista em nazismo” que teria a audácia de afirmar que o BRASIL É UM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO ABERTO repetindo “clichê” do vulgo? Aliás, Palumbo cita a “miséria” como primeiro “ingrediente” para a formação de campos de concentração e esquece que a Alemanha na época da  instalação dos referidos campos não era um “país de miseráveis”! Pelo contrário… Não foram “miseráveis incultos” que Hitler e seus asseclas enviaram aos campos de concentração. Nas filas tinham muitos médicos, advogados, cientistas, professores. Será que nas “pesquisas esquálidas” da autora não houve o cuidado especial com o horrendo conceito “campos de concentração”?

Se nos “anos” de “pesquisa” da autora sobre nazismo e 2ª Guerra Mundial, ela não “aprendeu” o que é um “campo de concentração”, vou ajudá-la com os ensinamentos valiosos de um SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO, o saudoso Ben Abraham, em sua obraHolocausto: o massacre de 6 milhões”:

Em 21 de março de 1933, logo após Hitler assumir o poder foi criado o primeiro campo de concentração, situado em Oranienburg. Após ser criada a Gestapo (27.04.33), esses campos se tornaram insuficientes para encarcerar todos os elementos perigosos que não concordavam com o Nacional Socialismo.

Os primeiros campos resumiam-se a uma área com vários barracos, cercados de arame farpado e sentinelas da SA montando guarda. O regime interno era rigoroso. Os prisioneiros eram torturados para confessarem atividades anti-nazistas ou denunciarem os amigos que discordavam do regime de Hitler. Muitos foram executados, outos morreram, pois não resistiram à tortura. Destes, os seus familiares recebiam uma urna contendo as cinzas e uma carta, comunicando que o prisioneiro havia morrido de ‘pneumonia’ ou outra doença. Esse procedimento de rotina, todavia, era apenas para com os mortos alemães – “os arianos. Quando tratava-se de um judeu a família nem era avisada, não lhe davam satisfação”.

Em que momento no Brasil tivemos “campo de concentração” em que num deles pelo menos 1 milhão de pessoas foram assassinadas em suas câmaras de gás e crematórios? Será que ela sabe que no auge do Holocausto, em 1944, eram assassinadas diariamente SEIS MIL pessoas, tornando Auschwitz um marco no genocídio de judeus e outras minorias perseguidas pelos nazistas. Conforme o renomado historiador britânico Martin Gilbert, este sim, especialista em Holocausto, a matança inexorável não saltava nenhum dia e nem descansava”. Segundo ele, “os nazistas tinham cortado cada comunidade judaica do mundo exterior, e de qualquer outra vida judaica, e usando esse isolamento trabalhavam sem cessar para destruir. Em Varsóvia, durante um cerco maciço nos dias 6 e 7 de setembro, mais de mil judeus foram mortos nas ruas, incluindo centenas que foram ‘forçados a se ajoelhar na calçada’ para serem alvejados”.

Qualquer estudioso sério sobre o tema sabe que na atual conjuntura não há caracterização de “campos de concentração” no país. Se Palumbo realmente se empenhasse nas pesquisas sem a “amarra ideológica” exemplificaria campos de concentração com as ocorrências de perseguição aos cristãos e dissidentes políticos na China e Coreia do Norte, assunto que parece não gerar interesse numa militante mais “preocupada” em denunciar o suposto “campo de concentração brasileiro” para tentar ganhar “likes” no Facebook a partir de uma entrevista tendenciosa.

Em 2014, um oficial do Ministério do Exterior e representante de Pyongyang na ONU negou diante dos jornalistas a existência de campos de prisioneiros mantidos pelo governo, os quais seriam “centros de trabalho para reformar os detidos”. O oficial informou que esses locais de detenção são onde as pessoas “verificam a sua ideologia e refletem sobre seus atos imorais”. Porém, há denúncias de execuções, desaparecimentos e tortura no país, sendo que o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas constatou violações “sérias, generalizadas e sistemáticas” na Coreia do Norte e documentou a crueldade imposta contra mais de 24 milhões de pessoas[2]. Imagens capturadas por satélites confirmam a existência de grandes extensões de terra, conhecidas como “Zonas de Controle”, onde milhares de pessoas estariam presas por motivos políticos ou ideológicos, sendo que a maioria das pessoas que ingressam, nunca consegue sair. Há 16 campos, seis deles dedicados exclusivamente a presos políticos. No entanto, especialistas estimam que de 120 mil a 200 mil pessoas encontram-se nesses locais. Desse número de pessoas, estima-se que de 50 a 70 mil CRISTÃOS sofram diariamente nos vários campos de trabalho forçado espalhados pelo país. As vítimas do terror imposto nos campos relatam quando milagrosamente conseguem escapar que são impostos todo tipo de tortura física e psicológica, testes de armas químicas nos internos e trabalho forçado.

Os horrores que se vislumbram com toda espécie de tortura torna os campos de concentração um “mal” que não deve ser “banalizado” pela falta de conhecimento de Palumbo,  exigindo, dessa forma, uma cartarse desse conceito abstraído do imaginário infecundo de uma autora que não tem conexão com a realidade.

O interessante é que faltou a autora a explicitação da sua tese ao dizer “O DESEJO DO EXTERMÍNIO É MUITO EVIDENTE”. Lançar palavras ao vento é de uma irresponsabilidade ímpar… Afinal, qual “ator” deseja esse “extermínio evidente” nos moldes de Hitler? É o Estado? Um grupo? Um partido? Quais seriam as “vítimas” do nazismo, segundo a concepção da autodidata militante? Ela bagunça conceitos e fica tudo por isso mesmo! Esse pensamento confuso de Palumbo fez lembrar outra confusão conceitual do jornalista Guga Chacra, que ao comentar o absurdo número de mortos no Brasil, inventou a tese do “genocídio de negros pobres” sem precisar a autoria do crime e esquecendo o fato de que a violência no Brasil não parece ter ainda um contorno analítico definido, muito menos de “brancos matando sistematicamente negros para fins de extermínio evidente”.

Disse ela: AQUI NO BRASIL SE COLOCA MUITO ESSA QUESTÃO DE NÃO ADMITIR O DIFERENTE, DE ANIQUILÁ-LO. O prolema de aceitar-se como “especialista” alguns autodidatas é esse caos de “dar voz” a uma militante que não conhece bem as questões que defende, ou seria muito difícil identificar o liame desse discurso colocando tacitamente as “minorias” como as “pobres vítimas” da “maioria” que só almeja “trucidar”  as classes oprimidas? Na visão míope da advogada, as mais de 60 mil mortes por ano são única e exclusivamente por “inaceitação da diferença”?

COMO A REPORTAGEM ERA COMPLETAMENTE ENVIESADA PARA ATINGIR O ENTÃO PROTOCANDIDATO BOLSONARO, O REPÓRTER PERGUNTOU você consegue identificar em algum partido ou candidato no Brasil atual o discurso de nazista”? Disse ela: “não vejo partidos bem definidos, nem políticos com boa vontade. Não há diretrizes sólidas numa sigla ou noutra. Há confusão de valores religiosos com valores políticos, e eles usam disso para se eleger.”

Talvez, a resposta desconexa seja fruto do conhecimento frágil acerca de política, ou estratégia para inferir-se qualquer coisa de um texto mal escrito e dúbio, pois, o que ela chama de “confusão de valores religiosos com valores políticos” usados supostamente para algum candidato se eleger, é na verdade, tentativa da autora de “desconstruir” a base da sociedade brasileira, majoritariamente cristã num Estado laico. No Brasil, muitas ações políticas  carregam em si uma parte dos princípios religiosos formadores da conduta da maioria dos brasileiros, e esse fenômeno está longe de ser concebido de forma vinculada ao nazismo. Aliás, É MUITO ESTRANHO UMA “CATÓLICA” ALEGAR “CONFUSÃO DE VALORES RELIGIOSOS” QUANDO A PERGUNTA REFERE-SE À IDENTIFICAÇÃO DE “DISCURSO NAZISTA”.

Termino minhas considerações abismada com o fato da autora em questão exercer MONITORIA no Memorial do Holocausto, em São Paulo. Conheço a instituição e sei que é integrada por especialistas no tema e jamais imaginei que aceitariam ter em seus quadros, uma autora-militante que vergonhosamente relativiza conceitos centrais do Holocausto, o que acaba inconscientemente banalizando as atrocidades ocorridas a partir do momento que o brasileiro que pouco ou nada sabe sobre o Holocausto ouve “senso comum”  afirmar que aqui temos “campos de concentração”, o que, na melhor das hipóteses, é um total DESRESPEITO à memória das vítimas da barbárie que perderam suas vidas naquelas “fábricas de morte em série”.

E se a autora não consegue expor doutrina basilar no que concerne ao Nazismo, dificilmente o faria em relação à “cristofobia”, que exige muito mais pesquisa, já que é raro o interesse de acadêmicos sobre o tema “perseguição aos cristãos”. De modo que, devo reconhecer, Palumbo de boca fechada em relação aos massacres e perseguição aos cristãos está fazendo um grande “favor”…  Quando uma autora é pautada na ideologia marxista para palestrar sobre questões humanitárias, o “perfume” das tulipas “exala enxofre”.

[1] https://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/maura-palumbo-escritora-na-fraqueza-as-conviccoes-nazistas-ganham-forca-22434657

[2] http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/24663/coreia-do-norte-admite-existencia-de-campos-de-concentracao-para-reformar%C2%B4-cidadaos.html

Andréa Fernandes é advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem by Alef News

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Cantor marroquino preso acusado por estupros na França é sucesso no país muçulmano

RABAT: Ainda adorado em casa, apesar das três acusações de estupro na França, a mais recente prisão do cantor pop Saad Lamjarred reacendeu o debate sobre a violência contra as mulheres no reino norte-africano.

Depois de acusações semelhantes em outubro de 2016 e abril de 2017, Lamjarred foi preso novamente na semana passada no sul da França por acusações de ter estuprado uma mulher em um hotel na Riviera.

A detenção do superstar acontece poucos dias depois de o Marrocos ter sido abalado pelas alegações de uma adolescente, Khadija Okkarou, de que ela havia sido seqüestrada e estuprada por um grupo de homens de sua aldeia.

A detenção de Lamjarred provocou uma campanha na mídia social que busca proibir suas canções das ondas do Marrocos usando as hashtags #masaktach (“não seremos silenciadas“) e #LamjarredOut.

Mas o esforço fez pouco para diminuir a popularidade do cantor de 33 anos, cujo hit “Lmaallem” foi visto mais de 660 milhões de vezes no YouTube.

O caso de Saad Lamjarred é um símbolo que reúne tudo relacionado à cultura do estupro e à impunidade“, disse Laila Slassi, uma das iniciadoras da campanha.

Apesar da série de alegações contra ele, as canções do cantor ainda foram tocadas em estações de rádio e a mídia marroquina tem entusiasmado sobre o lançamento de suas últimas canções.

Em agosto, ele foi destacado em um vídeo de artistas que participaram do aniversário do rei Mohammed VI – que ajudou a cobrir os honorários legais do popstar.

Os fãs de Lamjarred continuam convencidos de que o cantor, de uma família de artistas na capital Rabat, é alvo de uma conspiração e que suas supostas vítimas buscam se beneficiar de sua fama.

– “Simpatia pelo agressor” –

“Ele é famoso, de boa aparência, então nós o apoiamos … é um caso emblemático de simpatia pelo agressor em uma sociedade onde sempre encontramos desculpas para os homens”, a psicóloga Sanaa El Aji, especialista em questões de gênero, disse à AFP.

Slassi disse que a mídia está “promovendo um homem acusado de violência sexual” em vez de modelos.

Sob pressão, a Rádio 2M do Marrocos retirou Lamjarred de sua programação, dizendo que “não promove mais (o cantor) desde que o caso está nas mãos do Judiciário”.

Mas Hit Radio, o mais popular do reino, foi menos claro sobre sua posição.

O chefe da estação, Younes Boumehdi, disse inicialmente que não iria transmitir os sucessos do superstar, mas rapidamente acrescentou que a medida duraria apenas até “as coisas se acalmarem”.

Uma pesquisa no ar mostrou que 68% da audiência da Hit Radio queria continuar ouvindo a estrela, independentemente das acusações.

Ultra-famoso no mundo árabe, Lamjarred “ainda está entre os mais populares no YouTube, e para muitos de seus fãs ele continuará sendo um ícone, mesmo se ele for condenado”, disse Boumehdi à AFP.

O caso provocou “muita emoção porque Saad Lamjarred tem a imagem de um homem moderno com uma nova mensagem“, disse ele.

A Rádio Chada FM, que afirma ser uma líder nas cenas de artes e música do Marrocos, disse que não tiraria Lamjarred do ar “até que ele tenha sido julgado, em nome da presunção de inocência”.

Mas nem todos concordam.

“Suas letras de músicas glorificam a dominação masculina entre casais … e a submissão da mulher”, escreveu o líder empresarial Mehdi Alami em um post amplamente divulgado nas redes sociais.

Com imagem e informações The News

Malásia: polícia prende diretor de escola islâmica por sodomizar estudantes

O diretor de um centro tahfiz (escola islâmica) em Kepong foi detido pela polícia por supostamente sodomizar nove estudantes da escola.

O vice-chefe de polícia de Kuala Lumpur, Zainuddin Yaacop, disse que o suspeito de 30 anos foi preso um dia depois que a polícia recebeu um relatório de um professor no centro em 13 de setembro.

Ele disse que o relatório alegou que as vítimas tinham entre 11 e 16 anos.

“Os estudantes tahfiz informaram ao queixoso sobre os atos do suspeito de 30 anos que é o diretor do centro de tahfiz.

“Acredita-se que o suspeito tenha molestado e sodomizado todas as vítimas e o caso está sendo investigado de acordo com a Seção 14 da Lei de Ofensas Sexuais Contra Crianças, de 2017”, disse ele em um comunicado.

Zainuddin instou a opinião pública a ajudar com qualquer informação sobre o caso a relatar à polícia.

A cooperação pública é vital para garantir o bem-estar e a segurança das pessoas e do país“, disse ele.

Enquanto isso, de acordo com fontes policiais, todos os nove estudantes foram levados para a sede da polícia de Kuala Lumpur para terem suas declarações registradas antes de serem enviadas ao Hospital de Kuala Lumpur para uma análise mais aprofundada.

Todos os alunos já foram levados para casa pelas suas famílias. 

Com imagem e informações Malaysia Kini

Sangue americano fresco nas mãos de Abbas

O implacável incitamento de Abbas contra Israel e os judeus levou ao assassinato do israelense-americano Ari Fuld, cujo sangue, entre o de muitos outros, está em Nas mãos do líder da Autoridade Palestina (AP).

Por: Bassam Tawil,  The Gatestone Institute

Em um discurso perante o Comitê Executivo da OLP em Ramallah, em 15 de setembro, o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, repetiu o velho libelo de que Israel planejava estabelecer zonas especiais de oração judaicas dentro da mesquita de Al-Aqsa. Abbas afirmou que Israel estava procurando copiar o exemplo do Túmulo dos Patriarcas em Hebron, onde judeus e muçulmanos rezam em diferentes seções.

Abbas não disse em que basear sua mentira. Ele também não forneceu qualquer evidência da trama ostensiva de Israel contra a Mesquita Al-Aqsa. Ele disse, no entanto, que os palestinos, juntamente com a Jordânia, planejavam levar essa questão ao Tribunal Penal Internacional e ao Tribunal Internacional de Justiça.

A alegação de Abbas foi rapidamente captada por vários meios de comunicação no mundo árabe, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. As manchetes que apareceram em sites afiliados ao Hamas e à Jihad Islâmica Palestina, o segundo maior grupo terrorista na Faixa de Gaza, afirmaram que Israel está planejando permitir que judeus rezem dentro da mesquita Al-Aqsa.

É desnecessário dizer que não há plano israelense para permitir que os judeus rezem dentro da mesquita Al-Aqsa. No entanto, nos últimos anos, os judeus, como todos os outros não-muçulmanos, foram autorizados a retomar suas visitas perfeitamente legais ao Monte do Templo. Milhares de judeus visitaram o local sagrado sob proteção policial, apesar de provocações e ataques violentos de muçulmanos. Vale a pena notar que qualquer tipo de oração de “exibições religiosas” por judeus ou cristãos em qualquer parte do Monte do Templo é completamente proibido pela Polícia de Israel.

O ataque veio horas após o incitamento

Por que a falsa acusação de Abbas é significativa e perigosa? Horas após os relatos sobre as alegações de Abbas, um palestino de 17 anos da cidade de Yatta, no sul da Cisjordânia, esfaqueou Ari Fuld , um cidadão israelense de 45 anos de idade e pai de quatro filhos, em um shopping center. em Gush Etzion, ao sul de Belém.

De acordo com grupos terroristas palestinos, o terrorista Khalil Jabarin decidiu assassinar um judeu em resposta a “crimes” israelenses contra a Mesquita Al-Aqsa em particular e locais sagrados islâmicos em geral.

Em outras palavras, o terrorista foi influenciado pelo incitamento de Abbas, e é por isso que ele decidiu começar sua missão mortal. Não há dúvida de que o terrorista viu os relatos citando a alegação de Abbas de que Israel estava planejando permitir que os judeus rezassem dentro da mesquita de Al-Aqsa.

Grupos terroristas palestinos foram rápidos em estabelecer uma conexão entre o assassinato de Fuld e os comentários de Abbas.

O grupo terrorista palestino Jihad Islâmica, por exemplo, observou em comunicado que o ataque de esfaqueamento foi umaresposta natural ao terrorismo sionista cometido por agressão e crimes contra nosso povo, nossas terras e nossos locais sagrados”.

O Hamas, por sua vez, disse que o ataque terrorista ocorreu em resposta às “violações” israelenses contra a mesquita Al-Aqsa. “Nós saudamos este ataque heróico e afirmamos que prejudicar a Mesquita Al-Aqsa é uma linha vermelha”, disse o oficial do Hamas, Husam Badran, em um comunicado. “Esta operação é em resposta ao que Israel está planejando fazer na Mesquita Al-Aqsa.”

As declarações feitas pelo Hamas e pela Jihad Islâmica Palestina confirmam que existe uma ligação direta entre a falsa acusação de Abbas contra Israel e o assassinato do cidadão israelense-americano. Os grupos terroristas estão indiretamente dizendo que Jabarin decidiu matar um judeu porque seu presidente, Abbas, disse a ele e ao resto do mundo que Israel estava planejando criar áreas de oração judaicas especiais dentro da mesquita de Al-Aqsa.

A longa história de Abbas de libertadores anti-judeus

A falsa alegação de Abbas não foi o primeiro libelo do gênero .

É hora de lembrar aqueles que podem ter esquecido que foi Abbas quem desencadeou a “intifada da faca” de 2015 com sua acusação de que os judeus “com seus pés sujos estavam contaminando a Mesquita Al-Aqsa”. A declaração de Abbas veio em resposta à decisão do governo israelense de suspender a proibição temporária de visitas judias ao Monte do Templo. Aqui está o que Abbas tinha a dizer então:

“A Al-Aqsa [nossa] é nossa, a Igreja do Santo Sepulcro é nossa e eles não têm o direito de contaminá-los com seus pés imundos. Nós não permitiremos, e faremos tudo que estiver ao nosso alcance para proteger Jerusalém. ”

Abbas prosseguiu dizendo: “Acolhemos cada gota de sangue derramada em Jerusalém. Isso é sangue puro, sangue limpo, sangue a caminho de Allah. Com a ajuda de Allah, todo shaheed (mártir) estará no céu, e todo ferido receberá sua recompensa”.

Pouco depois dos comentários de Abbas, os palestinos lançaram uma onda de ataques de facadas e veículos como parte do que chamaram de “Intifada de Jerusalém”, ou “Intifada da Faca”, na qual centenas de israelenses foram assassinados e feridos.

Abbas e sua Autoridade Palestina, desde então, continuaram a incitar os palestinos contra Israel alegando que os judeus estavam “invadindo violentamente” a Mesquita Al-Aqsa.

Essa afirmação, é claro, também é falsa porque os judeus em visita ao Monte do Templo nunca puseram os pés dentro da Mesquita Al-Aqsa. Judeus e cristãos não têm sequer permissão para orar em qualquer lugar do Monte do Templo. De fato, os judeus que são vistos orando, cantando, se curvando, fechando os olhos ou chorando durante as visitas são frequentemente presos pela Polícia de Israel.

Abbas, no entanto, não permitirá que ninguém o confunda com os fatos. Ele vive em seu próprio mundo sonhado, onde continua a espalhar mentiras e incitar contra Israel. A última invenção de Abbas é diretamente responsável pelo assassinato de Ari Fuld, esfaqueado até a morte por um terrorista que realmente acreditou nas mentiras de Abbas sobre um pretenso esquema israelense de dividir a mesquita Al-Aqsa entre muçulmanos e judeus.

Chegou a hora da comunidade internacional ver que o incitamento anti-Israel de Abbas é o que está levando os palestinos a pegar uma faca e tentar esfaquear o primeiro judeu que encontrarem. O sangue de Ari Fuld , entre muitos outros, está nas mãos de Abbas.

Bassam Tawil é um muçulmano árabe baseado no Oriente Médio.

Imagem e informações World Israel News

Ativista israelense é assassinado a facadas por terrorista palestino

O homem israelense americano esfaqueado até a morte em um ataque terrorista no centro da Cisjordânia no domingo foi identificado como Ari Fuld, um pai de quatro filhos de 45 anos do assentamento Efrat.

Pouco antes do meio-dia de domingo, um adolescente palestino esfaqueou Fuld do lado de fora de um shopping perto de Efrat, no Gush Etzion Junction, ao sul de Jerusalém.

Fuld foi levado às pressas para o Centro Médico Shaare Zedek, em Jerusalém, em estado instável. Depois que os esforços de ressuscitação falharam, os médicos o declararam morto.

O agressor foi baleado por Fuld e outro civil armado no local e levado para o Hospital Hadassah, Mount Scopus, em estado moderado, com vários ferimentos a bala, segundo funcionários do hospital.

O terrorista foi identificado como um palestino de 17 anos da aldeia de Yatta, perto de Hebron. Seu nome ainda não foi divulgado

Com suas últimas forças, Ari lutou heroicamente contra o terrorista e impediu uma tragédia maior“, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em um comunicado. “Ari era um pai maravilhoso para quatro filhos. Ele foi um defensor de Israel que lutou para espalhar a verdade sobre Israel. Que sua memória seja uma bênção.

Com uma facada nas costas, ele correu, sacou a arma e disparou antes de desmoronar, apenas para garantir que o terrorista não continuasse a ferir os outros“, escreveu o ministro da Educação Naftali Bennett, que dirige o partido judeu nacional-religioso. sua conta no Twitter.

“Minhas profundas condolências à família de Ari Fuld – que sua memória seja abençoada -, que mostrou uma coragem incrível e perseguiu o terrorista apesar de seus ferimentos”, escreveu a União Sionista MK Ksenia Svetlova.

O palamentar da União Sionista Eitan Cabel elogiou o “ato de heroísmo” de Fuld, que “não deveria ser dado como certo”, como “salvar a vida dos outros”.

Fuld trabalhou na Standing Together, uma organização não governamental que fornece apoio aos soldados israelenses. Ele também descreveu a si mesmo em seu site como um “defensor de Israel, [que] fala às comunidades em todo o mundo”.

Fuld se voluntariou para o serviço militar em uma brigada de infantaria da IDF em um combate, depois serviu como reservista. Ele foi levemente ferido na Segunda Guerra do Líbano.

Ele era um membro proeminente do partido da União Nacional, inclusive atuando em seu Comitê Central. A União Nacional faz parte da facção da Casa Judaica no Knesset. O irmão de Ari, Eitan, é o porta-voz do Jewish Home MK Betzalel Smotrich.

Em um comunicado, o partido da União Nacional elogiou Fuld como um “amante da terra que lutou por ela, um homem de verdade, carinhoso e gentil. Ele defendeu a terra de Israel com todas as suas forças, em Israel e em todo o mundo ”.

NO2BDS.ORG 🇮🇱@no2bds

With a heavy heart and rivers of tears, Am Yisrael lost a hero today from Terror.
The most articulate and unapologetic fighter and lover for Israel, Ari Fuld, has been taken from us.
To his family, May G-d comfort you among the mourners of Zion and Jerusalem.

O ex-embaixador dos EUA em Israel, Dan Shapiro, também expressou suas “profundas condolências à família e entes queridos de Ari Fuld, assassinado em Gush Etzion hoje. O ataque foi um ato ultrajante de terrorismo, que deveria ser condenado em voz alta por todos. Que a memória de Ari seja uma bênção e uma fonte de conforto para sua família e comunidade ”.

Após o ataque, o ministro da Defesa, Avigdor Liberman, prometeu que Israel combateria o terrorismo “com mão de ferro”.

O chefe do Conselho Regional do Gush Etzion, Shlomo Ne’eman, exigiu que “o governo tenha uma forte resposta contra aqueles que querem destruir o Estado de Israel”.

“Quero esclarecer aos nossos inimigos os nomes dos moradores de Gush Etzion – Gush Etzion prevalecerão. Nós estamos aqui para sempre. Nossa resposta ao terror e à morte será continuar construindo, criando e acrescentando vida ”.

Ele acrescentou: “Nossos vizinhos árabes têm uma escolha a fazer – ou você mora conosco aqui e se comporta como seres humanos ou escolhe o caminho do terror e do mal, sabendo que pagará o preço total. Eu peço ao governo de Israel e às IDF que respondam de maneira apropriada e séria, para destruir a infra-estrutura terrorista”.

Grupos terroristas palestinos na Faixa de Gaza divulgaram uma declaração conjunta elogiando o ataque de esfaqueamento como uma “operação heróica”.

Um porta-voz do grupo terrorista Hamas, que governa Gaza, disse à agência de notícias palestina Safa que os palestinos têm um “direito legítimo de exercer resistência em todas as suas formas contra a ocupação israelense”.

Após o ataque, os militares israelenses montaram uma série de barreiras na área. Soldados também invadiram a cidade natal do agressor, segundo a mídia palestina.

Imagens da câmera de segurança da cena mostravam o jovem vestido de preto, de pé atrás de Fuld por quase um minuto antes de atacar.

Gush Etzion Junction e a área comercial próxima, usados ​​tanto por israelenses quanto por palestinos, têm sido palco de vários ataques terroristas nos últimos anos.

O funeral de Fuld ocorrerá às 11:00 da noite de domingo no assentamento Kfar Etzion.

Com imagem e informações The Times of Israel

Assad usou armas químicas em três ataques durante o ano

As forças do presidente sírio Bashar Assad usaram armas químicas proibidas nos ataques contra Douma, perto de Damasco em 22 de janeiro e 1 de fevereiro, bem como na província de Idlib, no norte, em 4 de fevereiro, disse o relatório citado por Reuters

Um número indeterminado de civis foi ferido em todos os três ataques, incluindo mulheres e crianças.

Para se recuperar a leste de Ghouta em abril, as forças do governo lançaram numerosos ataques indiscriminados em áreas civis densamente povoadas, que incluíam o uso de armas químicas“, menciona o relatório.

A Comissão conclui que, nestas duas ocasiões, as forças governamentais e as milícias filiadas cometeram crimes de guerra pelo uso de armas proibidas e lançamento de ataques indiscriminados em áreas civis povoadas leste Ghouta.”

A comissão acrescentou que “as munições documentadas foram instaladas em torno de foguetes de artilharia iranianos produzidos industrialmente e que são conhecidos por terem sido fornecidos às forças comandadas pelo governo “.

Em Idlib, “helicópteros do governo despejaram pelo menos dois barris com carga de cloro na área de Taleel em Saraqeb”.

O relatório foi baseado em centenas de entrevistas no terreno. Isso faz com que o número de ataques químicos confirmados como cometidos pelas tropas de Assad desde 2013 seja de 33. Outros seis ataques não foram definitivamente ligados ao regime.

Na terça-feira, o secretário da Defesa dos EUA, Jim Mattis, disse que Assad foi advertido  contra o uso de armas químicas em um ataque inicial à província de Idlib.

O regime foi alvo duas vezes de ataques aéreos e mísseis americanos após suspeitas de ataques químicos.

Autoridades americanas disseram nos últimos dias que medidas adicionais serão tomadas se Assad usar as armas proibidas em Idlib, atualmente em poder dos rebeldes.

“Em Idlib, estamos observando de perto o que o regime de Assad faz, auxiliado e apoiado pelos iranianos e russos”, disse Mattis a repórteres do Pentágono.

Fazendo referência a um ataque com mísseis do EE. UU Em uma base aérea síria em abril de 2017, depois que os aviões de Assad lançaram um suposto ataque químico em Idlib, Mattis notou que o líder sírio havia sofrido perdas maciças em sua força aérea.

“A primeira vez, perdeu 17% de suas aeronaves,” disse Mattis, referindo-se às aeronaves incomuns de fabricação russa.

“Ele foi avisado e, em seguida, vamos ver se está tudo bem”, acrescentou.

Um segundo ataque, em abril deste ano, teve os militares britânicos e franceses ajudando a missão liderada pelos EUA.

A província de Idlib e as áreas rurais adjacentes formam a maior parte do território ainda ocupado pelos rebeldes sírios sitiados, desgastados por uma sucessão de vitórias do governo nos últimos meses.

Assad agora está de olho em Idlib, e suas forças intensificaram o bombardeio da província densamente povoada desde o começo do mês.

A província de Idlib e as áreas rurais adjacentes formam a maior parte do território ainda ocupado pelos rebeldes sírios sitiados, desgastados por uma sucessão de vitórias do governo nos últimos meses.

Assad agora está de olho em Idlib, e suas forças intensificaram o bombardeio da província densamente povoada desde o começo do mês.

Com imagem e informações Israel Noticias

Escola palestina financiada pela Bélgica troca nome que se reportava à terrorista

Autoridades palestinas no mês passado mudaram o nome de uma escola financiada pela Bélgica, anteriormente dedicado a um assassino em massa, mas tem o mesmo nome controverso duas outras escolas da Cisjordânia.

A Escola Mártir Dalal Mughrabi tinha esse nome em homenagem à palestina que ajudou a massacrar 38 pessoas, incluindo 13 crianças, perto de Tel Aviv em 1978, agora conhecida como a escola mista elemental belga, em honra do governo belga e da Agência de Desenvolvimento belga que ajudou pela primeira vez.

No entanto, a escola, localizada na cidade de Beit Awwa, perto de Hebron, não eliminou os elementos controversos do logotipo, que ainda tem um mapa que representa Israel, Cisjordânia e Faixa de Gaza como um único território . Sua iteração mais recente mostra uma bandeira palestina cobrindo todo o território de Israel.

Após a escola ser criticada pela primeira vez em outubro, a Bélgica anunciou que tinha levantado a questão com a Autoridade Palestina (AP) e se comprometeu a “não ser autorizados a associar-se com os nomes dos terroristas de qualquer forma.” Ele também suspendeu dois projetos relacionados à construção de escolas palestinas.

No entanto, Palestinian Media Watch, grupo de monitoramento baseado em Jerusalém, que descobriu a mudança, pela primeira vez, disse que as “boas intenções” da Bélgica estavam a ser neutralizados pela decisão simultânea da Autoridade Palestiniana a nomear duas outras escolas Beit Awwa depois de Mughrabi.

O jornal oficial da Autoridade Palestina ,   Al-Hayat Al-Jadida,   informou   na semana passada que o Ministério da Educação da Autoridade Palestina ” transferiu o nome da Escola Dalal Mughrabi para a Escola Primária para Meninas Beit Awwa “.

Al-Hayat Al-Jadida também informou que a AP estava “construindo uma nova escola chamada Dalal, incluindo um jardim de infância”. Autoridades palestinas foram fotografadas colocando a pedra fundamental desta escola, Khalid Abu Sharar, diretor do Departamento de Educação do Sul de Hebron, defendendo a decisão de honrar Mughrabi.

Enquanto Abu Sharar disse que a nova escola “seria financiada pelo Tesouro estadual,” em vez de doadores internacionais, uma parte importante do orçamento anual da Autoridade Palestina depende de ajuda externa. A agência cumulativamente recebeu bilhões de dólares em ajuda orçamental direta de doadores internacionais nos últimos anos, de acordo com o grupo de peritos doCentro para Assuntos Públicos em Jerusalém.

Bélgica, em particular, fez um Acordo de Financiamento Conjunto doador (JFA) , um fundo comum tenha  enviado  aproximadamente € 95 milhões (US $ 110 milhões) para planos de desenvolvimento em sector da educação da AP 2016-2019.

Além do apoio financeiro, a JFA diz que também participa do diálogo sobre política educacional, planejamento estratégico e gestão financeira.

O Ministério das Relações Exteriores belga não comentou imediatamente quando  o Algemeiner  entrou em contato com ele.

Esforços para mudar o nome da escola se opuseram anteriormente em Beit Awwa. Um post de outubro postado na página do Facebook da escola dizia: ” O nome de Dalal está gravado em nossos corações e será gravado em nossas mentes .”

A página também compartilhou um poema escrito para expressar a “tristeza” dos “professores e alunos” sobre “confisco e roubo de direito e da vontade do povo palestino para citar suas instituições.”

“Você pode mudar o nome nos registros oficiais”, observou outro post, “mas é muito difícil mudar o que está nos corações e mentes … e é muito difícil de passar por essa ocupação intelectual.”

Imagem The Times of Israel e informações Israel Noticias

Por que a “direita” não insere no debate nacional o caos da imigração venezuelana em Roraima?

Por Andréa Fernandes

Tenho acompanhado as discussões que envolvem os candidatos à presidência da república e fico pasma com a falta de interesse deles e da própria imprensa de abordar as “propostas de solução” de forma acurada para a crise imigratória venezuelana que está literalmente destruindo um estado brasileiro.

Quando indagados sobre a fronteira do Brasil com a Venezuela, a resposta dos “presidenciáveis” parece até combinada: “não podemos fechar a fronteira por “questão humanitária“! E alguns ainda vão mais longe… Frisam sua indignação com a suposta “xenofobia” propalada pela imprensa, que vem continuamente acusando roraimenses de serem os “culpados” pelo acirramento da tensão com os imigrantes.

Aliás, muito antes do protesto de pacaraimenses devido consequências danosas do descontrole na fronteira – rotulado como “xenofóbico” pela mídia –  o governo federal, através do Ministério da Justiça, já havia anunciado em dezembro de 2017, uma campanha nas redes visando o suposto combate à xenofobia e intolerância contra imigrantes, tendo como lema: “Brasil, a imigração está no nosso sangue“. A campanha governamental já era um ardil que visava funcionar como “agente inibidor” de qualquer solidariedade aos roraimenses aflitos com o caos proporcionado pela imigração em massa de venezuelanos, que, inclusive, gerou a decretação de “situação de emergência social” em 4 de dezembro de 2017, “coincidentemente” no mesmo mês em que o governo federal dava início à sua temerária campanha. Afinal de contas, o importante é estigmatizar como “xenófobo” todo aquele que ouse criticar a União por manter fronteira aberta num momento de saturação devido inequívoca constatação de impossibilidade de receber número tão elevado de imigrantes, independentemente da nacionalidade dos mesmos.

Além disso, a agenda perversa da ONU ditada pelo ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) deveria prevalecer, ainda que “questões  superficiais” de soberania nacional e segurança interna estivessem ameaçadas. Se o objetivo real é “dar fim às fronteiras”, por que se incomodar com a destruição de um estado pobre no Brasil? Daí, cabe ao governo “esquecer” do seu dever constitucional de proteger seus nacionais. Vale mais “zelar” pelos objetivos da ONU, ignorando a solução factível de instalação de campos de refugiados no território venezuelano com a devida proteção internacional e assistência humanitária das Nações Unidas.

Para os hipócritas, “campos de refugiados” seria um absurdo! O melhor é manter milhares de venezuelanos vivendo em condições deploráveis em “favelas” e nas ruas de um estado que já se encontra exaurido. Se Roraima “quebrar”, os verdadeiros “culpados” contam com a inoperância do nosso parlamento e Judiciário que não responsabilizarão a União Federal por uma “política migratória suicida” tal qual se dá na “civilização europeia”.

Por sua vez, a mídia faz o “trabalho sujo” de tentar calar os pouquíssimos defensores de Roraima. Ao ler os jornais, percebo a mesma “estratégia” da imprensa europeia mascarando a violência de venezuelanos e o depauperamento dos serviços públicos provocado pela falta de estrutura para receber milhares de pessoas. O foco é apenas “demonizar” os nossos irmãos roraimenses utilizando “depoimentos” de venezuelanos afirmando que estariam com “medo”, fruto da tensão vivenciada na região devido a incidência de CRIMES BÁRBAROS perpetrados por VENEZUELANOS. Na verdade, a situação é gravíssima e poderemos ver sérios conflitos, pois a população local está no auge do desespero.

O pior de tudo é perceber que lideranças políticas conservadoras nesses país não percebem que esse tema deve ser tratado IMEDIATAMENTE com PRESSÃO NAS REDES não apenas em relação ao Executivo, Legislativo e Judiciário, mas levando a questão imigratória para DEBATE.  Os “presidenciáveis” e candidatos ao parlamento na esfera federal devem se pronunciar efetivamente….  Enquanto a DIREITA se cala – na sua grande maioria – a esquerda está clamando por fronteiras abertas usando o pretexto da “assistência humanitária”, que sabemos ser falacioso! E, à exceção de Jair Bolsonaro, praticamente eliminado da campanha por “obra e graça” de covarde ação criminosa que quase o matou, TODOS os candidatos são favoráveis à imigração em massa de venezuelanos, não demonstrando preocupação mínima com a segurança e sobrevivência de uma parte da população brasileira sempre esquecida por tomadores de decisão.

Roraima é habitada por aproximadamente 576,6 mil pessoas, e na “matemática da esquerda” esse número não é relevante, visto que, contam  no futuro com “os votos” dos milhões de imigrantes que ansiosamente aguardam. Triste é perceber que a “racionalidade da direita” não enxerga a “tragédia anunciada” por acreditar que “salvar um estado” é medida que pode aguardar “o resultado” das eleições.

Espero que a “voz da consciência” grite nos “ouvidos surdos” de muitas lideranças conservadoras ao ponto de incomodá-las a usar suas redes e contatos para dar visibilidade à angústia roraimense… Depois, faltará “moral” para chorar pela “catástrofe” que se aproxima!

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM) e líder do Movimento pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio

Imagem DefesaNet

Roraima: “Marcha para Jesus” destaca pacifismo do povo de Roraima

Por Andréa Fernandes

RORAIMA – No feriado do dia 7 de setembro ocorreu na capita de Roraima, Boa Vista,  a 24ª edição da tradicional Marcha para Jesus com o tema central “Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor” ancorado em duas vertentes: as eleições e a questão da imigração.

O evento foi organizado pela  Ordem Estadual dos Ministros Evangélicos de Roraima(OMERR) em parceria com a Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e no Exterior em Roraima (Omebe/RR), tendo apoio da Prefeitura Municipal de Roraima através da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura de Boa Vista (FETEC).

Em declaração ao jornal Folha BV, o diretor de comunicação da Marcha para Jesus, pastor Rômulo Xavier, disse: “Queremos eleições responsáveis, pois precisamos de soluções para a migração venezuelana. Vamos marchar, pois queremos cura, libertação, santidade, prosperidade e sabedoria”, o que demonstra a preocupação das comunidades evangélicas no estado com a problemática da imigração em massa de venezuelanos sob uma perspectiva pacífica.

Participaram do evento para milhares de pessoas a banda Diante do Trono com a cantora Ana Paula Valadão como a atração nacional, além da dupla local Lia & Rebeca e dos grupos de louvores dos ministérios da Videira e do Nazareno. A mensagem foi ministrada pelo pastor Jean Nogueira, da Igreja do Nazareno.

Venezuelanos foram convidados para a Marcha e a cantora Ana Paula cantou em espanhol ao fundo da bandeira venezuelana. Durante o show, uma venezuelana foi convidada para subir ao palco com a bandeira da Venezuela. Palavas de ânimo foram proferidas a favor dos venezuelanos durante o evento.

Em razão do convite ofertado pelo diretor de comunicação da Marcha, a ONG Ecoando a Voz dos Mártires compareceu à caminhada representada pela advogada Sandelane Moura, que vem atuando há anos junto ao poder público para tratar de temas vinculados à imigração e diversas outras pautas de interesse da população roraimense. Sandelane entrevistou o pastor Rômulo, o qual destacou a preocupação dos evangélicos com o bem-estar dos imigrantes venezuelanos e se disponibilizou a conversar sobre o tema “imigração” em Live que acontecerá no dia 10 de setembro às 20h na página Ecoando a Voz dos Mártires. Logo após, às 21:00h, a jornalista Déa Fernandes também entrevistará a representante da ONG em Roraima, dra. Sandelane Moura para tratar sobre o aumento da violência contra roraimenses.

Com imagem Sandelane Moura

Malásia: “Sharia ordena chicotear lésbicas para infundir medo de Allah”

Na segunda-feira, duas mulheres consideradas culpadas por tentar fazer sexo foram chicoteadas seis vezes em público devido decisão do Tribunal de Syariah de Terengganu, enquanto cerca de 100 pessoas assistiram à punição.

A punição recebeu condenação mundial, com o ministro federal encarregado dos assuntos religiosos Datuk Mujahid Yusof Rawa dizendo que a presença pública durante a sentença deveria ser revista.

Grupos de defesa dos direitos das mulheres chamado “Justiça para as Irmãs no Islã” também alegou que a condenação era ilegal, já que a punição só pode ser feita contra prisioneiros, mas a dupla não foi presa.

O partifo Kedah PAS apoiou o governo de Terengganu contra as críticas por impor chicotadas publicamente nas duas mulheres muçulmanas na segunda-feira, dizendo que as punições da Sharia devem “infundir medo em relação a Alá”.

Seu comissário Ahmad Fakhruddin Fakhrurazi disse que a chibata é uma “arma” para conter problemas sociais, citando a alegada disseminação da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) na Malásia como exemplo.

“É inegável, as leis conseguiram abrir os olhos de muitas pessoas, embora tenham recebido muitas reações. Mas o fato é que a filosofia das punições da Sharia é instilar o medo em relação a Allah ”, disse ele em um comunicado.

Ele alegou que o público deve estar ciente de que “atos LGBT” supostamente trazem problemas de saúde e doenças, e são grandes pecados aos olhos de Deus.

Com imagem e infirmações Yahoo News

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos