MAIS DE 100 MEMBROS DO HAMAS SÃO PRESOS PELA AUTORIDADE PALESTINA

Na varredura massiva, as forças da Autoridade Palestina prenderam dezenas de suspeitos na medida punitiva contra o grupo terrorista de Gaza, depois que prendeu um alto funcionário do Fatah.

As forças de segurança da Autoridade Palestina prenderam mais de 100 membros do Hamas nas últimas duas semanas, disse um alto funcionário palestino à Ynet.

As operações atingiram um clímax na noite de domingo, quando – em um passo incomum – as forças prenderam 40 membros do Hamas, incluindo prisioneiros libertados, acadêmicos e estudantes em um esforço coordenado realizado em várias cidades em toda a Cisjordânia.

As prisões extensivas estão sendo realizadas em um momento em que Israel continua a receber os recursos fiscais da AP – pelo terceiro mês consecutivo. O congelamento de financiamento é uma medida punitiva iniciada após o governo palestino assinar o Estatuto de Roma e ser candidato à adesão ao Tribunal Penal Internacional, em Haia.

Os fundos fiscais são utilizados pela Autoridade Palestina para pagar os salários de seus empregados, tanto civis como militares.

O funcionário palestino disse que a onda de detenções – 6-7 membros do Hamas por noite – foi realizada em uma tentativa de repressão ao grupo terrorista com sede em Gaza depois que as luzes de alerta começaram a piscar em Ramallah. Ele acrescentou que a etapa também foi uma medida punitiva contra o Hamas depois que prendeu um membro do Fatah em Gaza.

As famílias dos suspeitos alegaram que as prisões foram extraordinariamente agressivas e incluíram extensas diligências nas casas. Elas ameaçaram realizar protestos nesta manhã em frente à sede das forças de segurança na Cisjordânia.

O Hamas, por outro lado, tem vindo a tentar atropelar a Autoridade Palestina com uma onda de anúncios de ataque em todo os meios de comunicação do grupo terrorista. Hamas culpou a AP de cooperar com Israel, sugerindo que suas forças estavam envolvidas nas prisões.

“Nós colocamos todo o peso da responsabilidade pela onda de detenções e as restrições constantes sobre membros do Hamas no Mahmoud Abbas e no primeiro-ministro palestino Rami Hamdallah, disse o porta-voz estrangeiro do grupo, Hossam Badran, na segunda-feira de manhã.

“Esta onda de detenções prova que a coordenação da segurança (com Israel) continua no mais alto nível e não há nenhum peso por trás da decisão do Conselho Central da OLP para acabar com a cooperação”, acrescentou.

A declaração do Hamas vem na sequência de deliberações da OLP, na semana passada, que terminou com um acordo para acabar com a coordenação da segurança com Israel. A decisão, no entanto, não é exequível e tal medida só poderá ser implementada por Abbas.

http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4635010,00.html

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MUTILAÇÃO GENITAL CONTINUA A SER UMA PRÁTICA COMUM NO QUÊNIA

A prática tem uma taxa de cerca de 27 por cento.

A mutilação genital feminina continua a ser uma prática comum em vários países e acredita-se que afeta mais de 140 milhões de meninas e mulheres.

As Nações Unidas comprometeram-se, desde 2012, a acabar com a prática, e bilhões de dólares foram gastos na procura de conscientizar a todos dos perigos dessa prática.

Numa pequena comunidade do Quênia, as pessoas dançam ao longo das estradas e em ruas que ligam as vilas remotas. Todos estão num clima de celebração, pois uma cerimónia de circuncisão acabou de ser feita.

A circuncisão de meninos é legal no Quênia. A mutilação genital feminina não. Mas a comunidade de Kuria, no sudoeste do Quênia, pratica abertamente a circuncisão feminina e nenhum oficial de polícia ousa tentar impedi-los

Alguns policiais e oficiais do Governo que não quiseram se identificar disseram à VOA que eles estão em menor número e que a comunidade se voltaria contra eles se tentassem agir.

Longe das ruas, os repórteres encontraram duas meninas que passaram pela circuncisão naquela manhã. Eles dizem que se podia ver o trauma nos seus rostos, apesar de uma idosa tentar animá-las e assegurar que têm lugar na sociedade de Kuria.

Elas estão preparadas e prontas para se juntarem ao resto das meninas que passaram pelo ritual de circuncisão, que marca a transição para a vida adulta.

Do lado de onde acontece a celebração, uma igreja abriga mais de 20 garotas que foram socorridas na cerimônia de circuncisão. Na igreja elas aprendem as três matérias principais: matemática, inglês e estudos religiosos.

Pendo Gati é uma sobrevivente da prática da circuncisão e graduada no ensino médio. Ela diz que se sentiu insegura na comunidade. “Meus pais não queriam aquilo, mas o clã força as meninas à prática e eu não vejo nenhuma importância em ser circuncidada. Então eu decidi vir aqui e procurar por um lugar melhor para viver”, conta Gati

Aquelas que escaparam da circuncisão, com séculos de tradição, enfrentam abusos e maldições.

Robi Marwa é  diretora de uma escola secundária e recusou-se a passar pelo corte. “Durante o meu casamento, algumas pessoas de onde eu venho diziam que sim, o casamento é bom, mas que eu não iria ouvir o choro de uma criança. As pessoas perguntavam porquê, e eles diziam que eu já estava amaldiçoada, não podia dar a luz”, conta

Aquela maldição e ofensas fazem parte do passado. Robi Marwa tem quatro filhos, é graduada na universidade e tornou-se um exemplo para muitas moças na sua comunidade.

Florence Gachanja trabalha com o Fundo Populacional das Nações Unidas para Combater a Mutilação Feminina. Ela diz que, apesar das celebrações nas ruas de Kuria, as pessoas estão lutando para combater a prática.

Entretanto, a prática da circuncisão feminina tem uma taxa de 27 por cento entre as meninas e mulheres do Quênia, mas em alguns lugares é ainda superior.

http://www.voaportugues.com/content/mutilacao-genital-pratica-comum-quenia/2664725.html

ESPECIALISTAS DIZEM QUE LEALDADE DO BOKO HARAM AO ESTADO ISLÂMICO É BOA PROPAGANDA

Para Estado Islâmico, é uma chance de se mostrar como em expansão, diz especialista.

Boko Haram enfrenta ofensiva coordenada de vários exércitos da região.

A lealdade jurada pelo grupo islâmico nigeriano Boko Haram ao Estado Islâmico (EI) é, acima de tudo, uma operação de propaganda proveitosa para ambos, mas há o risco de que evolua para uma verdadeira cooperação, consideram especialistas consultados pela agência France Presse.

Ao anunciar, em uma gravação no sábado, sua “lealdade ao califa dos muçulmanos”, o chefe do Boko Haram, Abubakar Shekau, concluiu uma manobra de aproximação dos dois movimentos jihadistas iniciada há tempos.

“É algo que se formava há ao menos nove meses”, afirma à AFP Peter Pham, diretor do programa África do centro de reflexão Atlantic Council de Washington. “De fato, os dois grupos precisam disso. Ambos necessitam de um esforço de propaganda para manter a moral de suas tropas, que sofrem derrotas em suas campanhas militares”, acrescenta.

“Para o EI, é uma chance de se apresentar como em expansão, de aumentar seu prestígio, de ser considerado inevitável. Está na defensiva no Iraque e na Síria, isso lhe permite se apresentar como se estivesse se espalhando a outras áreas”, estima o especialista.

“Para o Boko Haram também é uma vitória de propaganda num momento em que enfrenta uma ofensiva coordenada de vários exércitos da região. E, para isso, a única coisa que precisa é de uma câmera e de uma conexão à internet”, explica Pham.

Ayman al-Tamimi, do grupo de reflexão Middle East Forum, considera que o EI vai “poder reforçar o conceito de expansão contido em seu slogan ‘baqiya wa tatamaddad’ (‘se manter e crescer’), o que não pôde fazer na Síria e no Iraque nos últimos meses”.

Uma nova província?

No entanto, vários especialistas afirmam que é preciso observar se o EI vai aceitar esta lealdade e reconhecer o Boko Haram como uma de suas “províncias”. Estas são até agora 25 em Síria, Iraque, Líbia, Iêmen, Argélia, Arábia Saudita, Egito, Afeganistão e Paquistão.

“O Boko Haram jurou lealdade, mas que eu saiba ainda não pediu para se converter em uma nova província do EI”, comenta Morten Boas, professor da universidade de Oslo.

“Especialmente porque o Boko Haram já havia anunciado a criação de um califado em suas terras, e só pode haver um califado. Se forem sérios, devem pedir para se converter em uma província. E lembrem que a organização já jurou lealdade no passado à Al-Qaeda”, acrescenta.

“Por enquanto, o Boko Haram se utiliza disso para tentar se apresentar como mais poderoso do que realmente é”, afirma. “E isso é uma arma, já que, assim como o grupo EI, eles conseguiram conquistar territórios porque os soldados que estavam no front tinham medo e fugiram”.

Preparar o terreno

No entanto, no longo prazo, esta relação pode levar a um reforço dos dois grupos e a um aumento do controle geográfico do califado. O juramento de lealdade pode aproximar o Boko Haram a grupos fiéis ao EI na Líbia, com os quais já estão em contato através das redes de contrabando de armas que atravessam o Sahel, afirmam os especialistas.

“Isso pode preparar o terreno para uma colaboração mais estreita entre o Boko Haram e o EI na Líbia, embora no longo prazo. E então seria verdadeiramente perigoso”, considera Morten Boas.

“E também existe a possibilidade de que combatentes procedentes da África do Norte, que se unem até agora ao EI depois de terem sido treinados na Líbia, optem por fortalecer as fileiras do Boko Haram”, acrescenta Peter Pham.

Em um relatório publicado nesta segunda-feira, o centro de reflexão nova-iorquino Soufan Group estima que o “Boko Haram pode obter do EI armas e instrutores, mas a principal vantagem será a utilização de uma máquina de propaganda que o EI desenvolveu à perfeição”.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/lealdade-do-boko-haram-ao-estado-islamico-e-propaganda-benefica.html

CHADE E NÍGER LANÇAM OPERAÇÃO CONTRA BOKO HARAM NA NIGÉRIA

Forças militares do Chade e do Níger lançaram uma operação conjunta contra o Boko Haram no norte daNigéria, um dia depois jihadistas terem jurado fidelidade ao grupo Estado Islâmico.

A ação é o reforço de ações militares internacionais para neutralizar o grupo sunita que matou milhares durante seis anos de insurgência, destinada a criar uma região independente no norte da Nigéria.

A operação teve início no extremo sudeste do Níger e terá tido, de acordo com uma fonte militar do Níger, citada pela agência Reuters, autorização da Nigéria, embora não haja ainda confirmação oficial.

No sábado Maiduguri, a capital do Estado de Borno foi palco de um mortífero atentado. A cidade está nos planos do Boko Haram para ser tornar capital do futuro Estado dos rebeldes. Os jihadistas expandiram raides aos vizinhos Chade, Níger e camarões, facto que levou as autoridades dos três países e da União Africana a reagir num esforço concertado.

http://pt.euronews.com/2015/03/08/chade-e-niger-lancam-operacao-contra-boko-haram-na-nigeria/

FORÇAS DE SEGURANÇA IRAQUIANAS RETOMAM 70% DAS ALDEIAS DE ALBU-AJIL, EM SALAHUDDIN

Salahuddin (IraqiNews.com) –  No domingo, uma fonte na província de Salahuddin anunciou que as forças de segurança iraquianas conseguiram recuperar cerca de 70 por cento dos territórios na aldeia Albu-Ajil.

A fonte afirmou à IraqiNews em uma entrevista: “As forças de segurança apoiadas por combatentes da Al-Hashd al-Sha’bi recuperaram o controle de 70 por cento das terras na aldeia de Albu-Ajil nos seus eixos norte e sul, localizados no leste de Tikrit. ”

“Durante as últimas 24 horas, as forças de segurança realizaram ataques de artilharia intensivos em alvos do ISIS.”

“As forças de segurança também conseguiram bloqueio de toda a área de Tikrit”, acrescentou a fonte.

http://www.iraqinews.com/iraq-war/security-forces-retake-70-albu-ajil-salahuddin/

ISIS SEQUESTRA TRABALHADORES ESTRANGEIROS NA LÍBIA

Militantes do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) na Líbia sequestraram um grupo de estrangeiros no campo petrolífero de al-Ghani na semana passada, disse um porta-voz do ministério das Relações Exteriores austríaco, citando “informações seguras” na segunda-feira, acrescentando que eles estavam vivos quando foram raptados.

Não houve nenhum sinal desde os nove trabalhadores do petróleo da Áustria, a República Checa, Bangladesh, Filipinas e pelo menos um país Africano que desapareceram, disse o porta-voz.

“Nós sabemos que eles não foram feridos quando eles foram transportados para longe do campo petrolífero al-Ghani”, disse o porta-voz, acrescentando a Áustria que as informações do grupo foram atribuídas a militantes ISIS.

Bangladesh confirmou nesta segunda-feira que um de seus cidadãos estava entre os trabalhadores estrangeiros feitos reféns pelo ISIS, chamando o incidente de um sequestro.

Os estrangeiros têm cada vez mais se tornado alvos em tumulto da Líbia, onde dois governos rivais lutam pelo controle e extremistas islâmicos têm crescido em meio ao caos que se seguiu à derrubada de Muammar Gaddafi, há quatro anos.

Os nove estrangeiros trabalhavam para empresa de gestão de campos petrolíferos de Valor Agregado Oilfield Services (Vaos). A empresa disse que não sabia que a milícia foi responsável pelo incidente e disse que não iria publicar os nomes dos seus colaboradores.

“Estamos trabalhando em estreita colaboração com a equipe de crises do Ministério das Relações Exteriores da Áustria”, disse Vaos em um comunicado enviado por e-mail, acrescentando que não sabia para onde seus funcionários haviam sido levados.

Entre os clientes da empresa Vaos são incluídos as gigantes companhias do petróleo BP, Repsol e OMV da Áustria. Além de seus escritórios em Malta e Áustria, que opera exclusivamente na Líbia, de acordo com seu website.

http://english.alarabiya.net/en/News/africa/2015/03/09/ISIS-seizes-foreigners-in-Libya-Austria.html

ESTADO ISLÂMICO GERA US$ 1 BILHÃO ANUALMENTE COM TRÁFICO DE HEROÍNA AFEGÃ, DIZ RÚSSIA

Metade da droga que chega à Europa passa pelo grupo jihadista, segundo autoridades de controle de narcóticos

MOSCOU – Uma das grandes fontes de renda para o Estado Islâmico é diferente do que poderia se esperar de um grupo cujo grande foco é a luta e o terror. A organização jihadista que tem dominado grandes territórios na Síria e no Iraque gera anualmente cerca de US$ 1 bilhão transportando heroína produzida no Afeganistão, denunciou o Serviço Federal de Controle de Narcóticos da Rússia.

O motivo para o lucro, segundo as autoridades, é que a rota do transporte da droga desde a saída do Afeganistão vem sendo trocado dos Bálcãs pelo Iraque. Em territórios controlados pelo grupo, o Talibã afegão conseguiria apoio logístico de outros extremistas para distribuição. Ambos lucram.

“As áreas de plantação de papoula estão crescendo, e deve haver um recorde de colheita, o que naturalmente implica no aumento da produção de heroína e ópio”, avaliou o diretor do órgão, Viktor Ivanov, citado pela agência Tass. “Nos últimos cinco anos, o tráfico de heroína também tem passado pelo Iraque. Nossas estimativas dão conta de que o grupo gera US$ 1 bilhão anualmente com isso.”

Ivanov também afirmou que mais da metade da heroína consumida na Europa passa hoje pelas mãos do grupo. Em novembro, o mesmo órgão já havia estimado que o grupo poderia gerar até US$ 50 bilhões se mantivesse o transporte através do território iraquiano.

Petróleo e o domínio de regiões têm sido as fontes principais de renda do grupo, além do tráfico e do apoio logístico de radicais islâmicos. Relatos de governos e organizações mundiais apontam que o grup otem tentado diversificar sua arrecadação financeira.

http://oglobo.globo.com/mundo/estado-islamico-gera-us-1-bilhao-anualmente-com-trafico-de-heroina-afega-diz-russia-15519758

EXPLICANDO A FARSA DO “DIA INTERNACIONAL DA MULHER”

Por Andréa Fernandes

Resolvi pesquisar a origem do chamado “dia internacional da mulher” e constatei a existência de duas correntes majoritárias que explicam o motivo de tal celebração ser efetivada no dia 8 de março. Muitos afirmam que a data foi estabelecida em função das manifestações de grupos feministas russos que lutavam por melhores condições de vida e trabalho, sendo que, tais manifestações teriam marcando o início da Revolução de 1917. A outra corrente defende a ideia de que a data teria sido fixada em homenagem às operárias de uma fábrica de tecidos nos EUA, que morreram carbonizadas, após terem sido trancadas no estabelecimento incendiado logo em seguida como reprimenda violenta contra as reivindicações por melhores salários e condições de trabalho.

Contudo, em 1910, foi decidido numa conferência dirigida pela Internacional Nacionalista, na Dinamarca, que o dia 08 de março seria estatuído como o “dia internacional da mulher”, o qual alcançou a oficialização da ONU em 1975, através de um decreto. Logo, a data serve para comemorar os feitos políticos, econômicos e sociais conquistados pela mulher e propor a reflexão sobre “direitos” que ainda seriam necessários.

Desse modo, a única certeza que podemos ter a respeito da data, é que trata-se de uma criação ocidental, notadamente de ideologia esquerdista, que visa primordialmente promover a “igualdade de gênero” vociferada pelo movimento feminista, que tomou para si a responsabilidade de lutar pela emancipação feminina na busca da “libertação de padrões opressores embasados em normas de gênero”.

Entretanto, o fracasso do ideário feminista está sintetizado na pessoa de seu ícone, a filósofa marxista Simone de Beauvoir, diretora da propaganda Nacional Socialista, que juntamente com seu “grande amor”, o filósofo Jean Paul Sartre, assinou uma petição exigindo a legalização da pedofilia e a libertação de três criminosos sentenciados por terem explorado sexualmente vários adolescentes com idades de 11 a 14 anos. Inobstante tal fato, a escritora ateia lutou incansavelmente pela destruição dos valores exarados nas Escrituras Sagradas, sendo crítica feroz de todos os aspectos que envolvem a instituição familiar, donde inferimos os reprováveis parâmetros da agenda feminista atual que pulula em governos e instituições de ensino no mundo inteiro com temas que nada dignificam as mulheres.

A prova notória de que o movimento feminista norteia as ações governamentais no Ocidente pode ser colhida mediante a simples leitura das informações exaradas no site de notícias da ONU sobre as celebrações para marcar o dia internacional da mulher, onde o secretário-geral assevera que “o foco deste ano está na igualdade de gêneros, indo desde a representação política até diferenças de salários”.

Ora, como pode a ONU propalar atenção máxima para questões pautadas por movimentos feministas ocidentais, quando mulheres muçulmanas estão sendo sistematicamente violentadas em seus direitos mais elementares por governos árabes e muçulmanos?

Aliás, a ONU não pode nem mesmo evocar a falta de conhecimento acerca das barbáries promovidas contra as muçulmanas, vez que, “O livro Negro da Condição das Mulheres”, das autoras Christine Ockrent e Sandrine Treiner, relata os horrores vivenciados por tais mulheres. Françoise Gaspard, perita da ONU junto à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Cedaw), afirmou em 2001, que o campeão de injustiça contra as mulheres continuava sendo o mundo árabe, o que não mudou em nada nos dias de hoje.

Ademais, até 2014, cerca de 125 milhões de mulheres sofreram a prática horrenda de mutilação genital, tachada como “pandemia no Oriente Médio e África” pelo especialista Phyllis Chesler. E segundo a UNICEF, 91% das mulheres egípcias sofreram mutilação genital, pois, é a única forma de não serem consideradas “impuras” pelos homens.

Todos os anos, milhares de meninas e mulheres são mutiladas em chão de barro com uma faca enferrujada ou lâmina de barbear, e até na “Europa civilizada” as vítimas do “terrorismo religioso” não escapam de tamanha crueldade. No entanto, a ONU não age de forma rigorosa, tendo em vista a imposição ideológica de seus Estados-membros muçulmanos, “devidamente auxiliados” pelos Estados alinhados com a “esquerda à la Beauvoir”!

Todavia, essas mulheres muçulmanas desprezadas pela agenda marxista da ONU necessitam urgentemente de apoio e intercessão daqueles que, são paradoxalmente acusados de “fundamentalistas” pela esquerda militante, que jamais ousou fazer “marchas” contra a opressão teocrática muçulmana, possivelmente, pela covardia de não correr o risco de “morrer heroicamente” por uma justa causa.

Enfim, se as mulheres que mais sofrem “violência legalizada” no mundo não são prioridades nas ações políticas da ONU, nem mesmo no dia internacional da mulher, constata-se que a data comemorativa é apenas mais um embuste objetivando entorpecer a mente das massas que ainda esperam socorro do ente internacional que vem sendo um agente perpetuador da tirania desde a sua fundação.

 

ESTUPRADA DEZENAS DE VEZES POR DIA, MULHER REFÉM DO ESTADO ISLÂMICO PEDE QUE CATIVEIRO SEJA BOMBARDEADO

Vítima disse que muitas mulheres têm se matado por não suportar a prostituição forçada.

Uma jovem da minoria iraquiana yazidi, que foi forçada a se transformar em uma escrava sexual pelos radicais do EI (Estado Islâmico), pediu que a coalizão ocidental bombardeasse a casa de prostituição forçada onde ela é abusada pelo menos 30 vezes antes da hora do almoço.

A mulher, que não teve a identidade revelada, tem sido mantida refém do grupo radical em algum lugar no oeste do Iraque, que está sob domínio dos jihadistas desde o início de agosto.

De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, uma organização que se dedica ao cuidado das mulheres do Oriente Médio disse que a mulher entrou em contato com as tropas curdas por telefone para pedir que o bordel onde trabalha fosse bombardeado para acabar com o pesadelo que ela vive.

Ela teria dito aos combatentes que tinha sido violentada tantas vezes que mal conseguia usar o banheiro, acrescentando que a situação tem sido tão angustiante que ela planeja suicídio, mesmo se for liberada pelos jihadistas.

Os detalhes da situação brutal das mulheres que estão sob poder do EI surgiram durante uma entrevista com ativistas curdos, que organizam manifestações no centro de Londres para conscientizar sobre a situação das mulheres no Oriente Médio.

Durante uma entrevista com a BBC, um homem identificado como Karam, descreveu o telefonema da mulher para um amigo curdo.

Ele disse que ela chorava muito pelo telefone. “Se você sabe onde estamos, por favor, bombardeie esse lugar. Eu vou me matar de qualquer jeito. Outras já se mataram nessa manhã”, dizia a mulher.

— Eu tenho sido estuprada 30 vezes, antes mesmo da hora do almoço. Eu mal consigo ir ao banheiro. Por favor, bombardeie!

Na última semana, a ONU confirmou que milhares de yazidis foram assassinados em massacres, durante a dominação do EI na região. Há cerca de 7.000 mulheres em cativeiros, nos quais são forçadas a se tornarem escravas sexuais ou são vendidas.

http://noticias.r7.com/internacional/estuprada-dezenas-de-vezes-por-dia-mulher-refem-do-estado-islamico-pede-que-cativeiro-seja-bombardeado-22102014

BOKO HARAM PROMETE LEALDADE A ESTADO ISLÂMICO

O grupo nigeriano Boko Haram teria anunciado lealdade ao autodenominado Estado Islâmico (EI) em um vídeo divulgado neste sábado.

A mensagem, cuja autenticidade não foi comprovada, foi divulgada pelo Twitter. Acredita-se que seu autor seja o líder do Boko Haram, Abubakar Shekau.

Desde 2009, o Boko Haram está envolvido em uma campanha militar para impor a sharia, a lei islâmica, no norte da Nigéria.

Já o Estado Islâmico conseguiu avançar no ano passado sobre territórios do leste da Síria e norte e oeste do Iraque. Seu objetivo é criar na região um “califado” – um estado com um único líder político e religioso e no qual deve vigorar a sharia.

O líder do Estado Islâmico é Abu Bakr al-Baghdadi, conhecido por seus seguidores como “califa Ibrahim”.

No vídeo do Boko Haram divulgado neste sábado, um homem diz: “Anunciamos nossa lealdade ao califa… vamos ouvi-lo e obedecê-lo em tempos de dificuldade e prosperidade.”

As ações do Boko Haram colocaram a Nigéria em uma situação de crise humanitária. Milhares de pessoas já morreram nos ataques do grupo no norte do país e na capital, Abuja.

Neste sábado, explosões em dois mercados e em um terminal de ônibus da cidade de Maiduguri deixaram 50 pessoas mortas em uma ação suspeita de ter sido planejada pelo grupo.

Conhecido pela brutalidade de suas ações, que incluem massacres e decapitações de jornalistas e soldados inimigos, o EI tem tentado estreitar os laços com outros grupos do Oriente Médio e Norte da África.

Seus líder já recebeu promessas de lealdade de grupos do Egito, Líbia, Iêmen e Arábia Saudita.

Segundo Jim Muir, correspondente da BBC em Beirute e especialista em assuntos do Oriente Médio, é difícil entender as consequências práticas da aliança entre o EI e o Boko Haram, uma vez que os dois grupos atuam em regiões diferentes, mas ela “faz com que o EI pareça uma organização mais global”.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/03/150306_boko_haram_ei_ru

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos