Libia asegura que el cuartel general de ‘Estado Islámico’ está cerca de Túnez

El portavoz del Ejército libio ha afirmado que el principal campamento de entrenamiento se encuentra en la localidad de Sabraza, a unos 45 kilómetros de la frontera con Túnez.

El portavoz del Ejército libio, Ahmed Mesmari, ha afirmado este martes que el principal campamento de entrenamiento del grupo terroristaEstado Islámico en su territorio se encuentra en la localidad de Sabraza, ubicada a unos 45 kilómetros de la frontera con Túnez.

En el campamento, situado unos 60 kilómetros al oeste de Trípoli, habría entre 3.000 y 4.000 milicianos, muchos de los cuales son de nacionalidad tunecina y que cuentan con grupos armados en el país, según ha informado el diario tunecino ‘Assarih’.

Asimismo, Masmari ha apuntado que el número de combatientes tunecinos se ha incrementado en las últimas fechas en la localidad de Derna (este), uno de los bastiones de las milicias islamistas en el país, tal y como ha recogido el portal de noticias Tunisia Live.

Libia sufre la peor crisis desde la caída del régimen de Gadafi, el 20 de octubre de 2011. Con dos gobiernos y dos parlamentos –solamente unos, los de Tobruk, reconocidos internacionalmente– y continuos combates en el este, se teme que el país caiga en otra guerra civil.

http://noticias.lainformacion.com/mundo/libia-asegura-que-el-cuartel-general-de-estado-islamico-esta-cerca-de-tunez_oX47O8kRoejalzZc7U3gm4/

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O que pode fazer a Europa face à crise líbia e ao fluxo de refugiados?

Quatro anos após os raides aéreos da Europa e dos Estados Unidos que ajudaram a derrubar o ditador Muamar Khadafi, fações rivais lutam pelo poder, devastando a Líbia.

Milhares de refugiados rumam à Europa, agravando uma situação já difícil para as autoridades, abraços com milhares de pessoas que fogem da guerra e de uma vida complicada noutras regiões do mundo.

A Líbia pediu autorização à ONU para importar blindados, aviões militares e outras armas para travar o avanço dos militantes islâmicos sobre os campos petrolíferos. A Europa e os Estados Unidos deveriam intervir agora? Como?

A esperança da primavera Árabe esmorece. Como salvar a Líbia de mais caos e derramamento de sangue, tão perto da Europa? O que fazer em relação aos refugiados? Quantos se devem aceitar e quantos devem ser repatriados?

O debate em The Network entre Farida El-Allagi, responsável da Missão líbia junto da União Europeia; Miriam Dalli, socialista maltesa, membro da Delegação do Parlamento Europeu para as Relações com os países do Magreb e da Comissão de Liberdades Civis, Justiça e Assuntos internos, e Marc Pierini, professor convidado do grupo Carnegie Europe e antigo embaixador europeu na Líbia.

Vídeo em anexo.

Divulgação em 19.03.2015.

http://pt.euronews.com/2015/03/19/o-que-pode-fazer-a-europa-face-a-crise-libia-e-ao-fluxo-de-refugiados/

Autores de atentado na Tunísia treinaram na Líbia

Túnis – Os dois autores do atentado no museu do Bardo, em Túnis, que custou a vida de 21 pessoas, entre elas 20 turistas, treinaram o manejo de armas na Líbia, afirmou nesta sexta-feira o secretário de Estado tunisiano encarregado de assuntos de segurança.

Segundo ele, são “dois elementos extremistas salafistas takfiris. Saíram ilegalmente do país em dezembro para ir à Líbia, e se formaram no manejo de armas na Líbia” para depois retornar à Tunísia, declarou Rafik Chelly na noite de quinta-feira à rede de televisão privada AlHiwar Ettounsi.

“Não temos os detalhes, mas há campos de treinamento para tunisianos (na Líbia) em Sabratha, Benghazi e Derna, razão pela qual (puderam se formar) em algum deles”, acrescentou o funcionário.

Na quinta-feira, as autoridades tunisianas identificaram os dois criminosos como Yassine Abidi e Hatem Khachnaoui.

Chelly declarou que Yassine Abidi havia sido detido antes de partir para a Líbia, sem fornecer mais detalhes.

Os dois homens eram elementos suspeitos, integrantes do que é conhecido como “células adormecidas, formadas por elementos presentes em cidades, e conhecidos”, explicou o secretário de Estado.

O ataque de quarta-feira no museu do Bardo foi reivindicado na quinta-feira pelo grupo jihadista Estado Islâmico, que controla muitos territórios na Síria e no Iraque e que ganhou influência na Líbia, onde fez de Derna (leste) seu reduto no país.

http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/autores-de-atentado-na-tunisia-treinaram-na-libia

Mais de 45 mil egípcios fugiram da Líbia após decapitações pelo EI

21 cristãos coptas foram decapitados em fevereiro na Líbia.
Governo egípcio pediu que seus cidadãos deixem a Líbia.

Mais de 45 mil egípcios fugiram da Líbia desde o anúncio, em 15 de fevereiro, da decapitação de 21 cristãos coptas pelo grupo radical Estado Islâmico (EI), informaram nesta sexta-feira (20) funcionários e veículos oficiais egípcios, de acordo com a agência France Presse.

O número de egípcios que vivem na Líbia não é conhecido, pois muitos entraram ilegalmente, mas seriam dezenas e até mesmo centenas de milhares, segundo os cálculos. Eles trabalham especialmente com construção e artesanato.

Uns 11.500 egípcios deixaram a Líbia através da vizinha Tunísia, entre o anúncio de decapitações pelo EI e esta sexta-feira, disse o porta-voz do ministério da Aviação Civil, Mohamed Rahma.No mesmo período, cerca de 34 mil egípcios fugiram do país pela fronteira oriental, segundo veículos oficiais.O Egito solicitou que seus cidadãos deixem a Líbia depois da execução dos coptas, que em sua grande maioria eram egípcios.

O exército bombardeou posições jihadistas na Líbia e pediu uma intervenção militar internacional. O EI, que controla algumas regiões no Iraque e na Síria, aproveitou-se da anarquia reinante na Líbia desde a queda do regime de Muamar Kadhafi, para estender seu domínio a este país, onde continua cometendo atos violentos e sangrentos ataques suicidas.

Os Estados Unidos estão cada vez mais preocupados com a crescente presença e influência do grupo extremista na Líbia, de acordo com autoridades norte-americanas e um relatório do Departamento de Estado, informa a Reuters.

As autoridades disseram que líderes “sêniores” do Estado Islâmico haviam viajado ao país, que está assolado por uma guerra civil, para ajudar a recrutar e organizar militantes, particularmente nas cidades de Derna e Sirte.

Desde o fim de janeiro, militantes do Estado Islâmico têm conduzido ataques na Líbia, incluindo a explosão de um carro bomba e subsequente cerco ao hotel de luxo Corinthia, em Trípoli, e um ataque contra o campo de petróleo de Mabruk, ao sul de Sirte, de acordo com um relatório distribuído nesta semana pelo Gabinete de Segurança Diplomática do Departamento de Estado norte-americano.

O documento do Departamento de Estado disse que o número de combatentes do Estado Islâmico operando na Líbia está entre mil e 3 mil.

Divulgação: 20.03.2015

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/mais-de-45-mil-egipcios-fugiram-da-libia-apos-decapitacoes-pelo-ei.html

Vila árabe concedeu 76% dos seus votos a Netanyahu

Moradores da aldeia beduína árabe al Na’im, no norte de Israel, não foram surpreendidos quarta-feira pela descoberta de que mais de 76 por cento deles tinham votado no partido Likud. A Lista Árabes Unidos recebeu apenas cerca de 15 % dos votos da aldeia, relatou Ma’ariv.

Por que esses aldeões beduínos votaram em massa para o partido de Netanyahu?

Clerk Vila Nimer Naim disse ao Ma’riv: “A verdade é que é surpreendente para nós também, mas acontece que cada um de nós votou com seus corações. Foi uma eleição livre. ”

“Este acordo foi sempre discriminado, e ninguém nos reconhece como um assentamento oficial. Todos os governos nos discriminaram, embora nos reconhecendo como comunidades menores. E o governo do Likud de Bibi Netanyahu, finalmente, nos reconheceu “, explicou Naim.

“Em nossa herança, nos lembramos das coisas boas que uma pessoa fez por nós, e que explica esta votação incomum.”

A aldeia beduína de Arab al Naim localizada perto da comunidade de Eshkhar, ao sul da cidade de Karmiel tem cerca de 100 famílias que compreendem 650 pessoas. A aldeia foi reconhecida como um assentamento listado pelo Governo  Netanyahu em janeiro de 1999. Onze anos depois, em janeiro de 2010, nos termos do segundo governo de Netanyahu, a comissão de planejamento regional de habitação aprovou  o plano piloto para a liquidação.

Arab al Naim é a última das seis aldeias beduínas na área a ser reconhecida pelo Estado.

Até agora, apesar de seu reconhecimento oficial, a aldeia ainda não está ligada a sistemas de estradas, eletricidade e esgotos de Israel, tem parcos serviços e duas creches públicas, clubes de jovens, uma clínica pediátrica e uma clínica médica geral, todos operam em estruturas móveis.

Mas Naim diz que nos últimos dois anos, tem havido uma espécie de revolução na árabe al Naim: “Hoje já temos 800 metros de uma artéria principal pavimentada, as ruas foram pavimentadas, e  há construção de mais de 80 unidades habitacionais permanentes que os moradores aqui estão construindo.

“É uma verdadeira revolução”, acrescenta. “Emitimos uma proposta para um sistema de esgoto, e esta semana o empreiteiro está a começar a trabalhar no estabelecimento de uma linha de esgoto. Em poucos meses, teremos um esgoto e energia elétrica, e estamos satisfeitos “.

O custo global de modernização da aldeia está estimado em US $ 17 milhões.

Divulgado em 19/03/2015

http://www.jewishpress.com/news/breaking-news/bedouin-village-gave-76-of-its-votes-to-netanyahu/2015/03/19/

Autora de livro sobre o Estado islâmico desvincula o expansionismo terrorista do “salafismo radical”

‘Há uma aliança jihadista em formação’

Autora de livro sobre o Estado Islâmico prevê expansão do grupo para o Cáucaso e outras regiões da Ásia e critica ‘fracasso da liderança do Ocidente’

Especialista em terrorismo e autora do recém-lançado “A Fênix Islamista: o Estado Islâmico e a reconfiguração do Oriente Médio” (Ed. Bertrand Brasil), a italiana Loretta Napoleoni afirma que o Estado Islâmico (EI) está em fase de expansão, aglutinando outros grupos jihadistas sob sua influência.

Quase um ano se passou desde o anúncio da criação do califado na Síria e no Iraque. Já é possível ter uma ideia do quão grande e poderoso o Estado Islâmico pode ficar nos próximos anos?

Sim, o que vemos agora é a formação de uma frente global no mundo muçulmano com o grupos como o Boko Haram, os grupos líbios e parte da al-Qaeda na Península Arábica jurando aliança ao Estado Islâmico. Acho que nos próximos meses teremos uma expansão dessa frente para o Cáucaso, a Ásia Central, países como o Afeganistão e o Paquistão, e o Sudeste Asiático. As características dessa frente não seriam necessariamente ligadas ao salafismo radical, mas sim uma forma do Estado Islâmico se apresentar como um elemento anti-imperialista contra as oligarquias corruptas do mundo muçulmano e os poderes estrangeiros que os apoiam.

O Estado Islâmico recebeu apoio de grupos de diversas partes do mundo como a Nigéria, o Iêmen e as Filipinas. Esse apoio fortalece a posição do grupo na Síria e no Iraque ou podemos ver o início de “colônias do califado” se espalhando pelo planeta?

A aliança dos grupos funciona como uma espécie de federação. O Boko Haram não vai receber ordens diretas do califa, mas eles estarão ligados ideologicamente, combinarão estratégias e estarão em constante comunicação, ainda que definitivamente não estejamos falando dos Estados Unidos do Estado Islâmico. A meta é nos assustar, já que somos o inimigo comum, e essas alianças fazem o Estado Islâmico parecer muito mais forte do que ele realmente é. Será uma federação sob o nome do califado, mas na qual todas os envolvidos serão independentes, até porque qualquer um pode abraçar a bandeira do grupo.

O Estado Islâmico recebeu um enorme contingente de jihadistas europeus. Como esses combatentes, que cresceram em sociedades com valores ocidentais, podem influenciar a formação do novo Estado na Síria e no Iraque?

Os jihadistas europeus saem de um cenário de enorme marginalização e se tornam importantes no combate, mas é isso o que eles fazem: combater. Há uma clara divisão de trabalho na estrutura do Estado Islâmico. Os estrangeiros estão envolvidos na luta e nas negociações de reféns ocidentais, mas não têm poder de comando. A administração, se é que podemos chamá-la assim, está toda nas mãos de iraquianos, e a parte burocrática do Estado Islâmico está toda nas mãos de locais. Nenhum estrangeiro vai impactar as políticas do grupo.

Ao contrário da al-Qaeda, que realizava atentados em países ocidentais, o Estado Islâmico tem se mostrado menos atuante no chamado “terrorismo clássico”, ainda que ataques de “lobos solitários” aliados ao grupo tenham acontecido no Canadá, na França e na Tunísia. Até que ponto o Estado Islâmico é uma verdeira ameaça para a segurança dos países ocidentais?

O Estado Islâmico em si não é uma ameaça. Não estamos falando da possibilidade de invasões em países ocidentais. A ameaça real são mais ataques como esses, que o grupo saberá explorar, como aconteceu na Tunísia, onde os atiradores tinham turistas estrangeiros como alvos. A narrativa apresentada pelos políticos é muito semelhante à usada pelo governo britânico contra o IRA nos anos 1970. Havia centenas de pessoas morrendo todos os anos, é verdade, mas a percepção que o Reino Unido tinha na época e que o Ocidente tem hoje, de que as estruturas políticas estão ameaçadas, é errada.

No livro, o Estado Islâmico é apresentado como um grupo capaz de equilibrar a violência e a barbárie com programas assistencialistas e um cuidado pela infraestrutura dos territórios dominados. Como acontece esse equilíbrio?

Há perseguição contra as minorias, mas não chamaria a relação que o Estado Islâmico mantém hoje com a população sob seu controle, de opressão, uma vez que são sunitas lidando com sunitas ou membros de minorias que se converteram. É uma população muito homogênea, e isso facilita o controle sobre o território. Há muito envolvimento dos líderes tribais locais, e sem a permissão desses líderes, o Estado Islâmico não teria chegado a lugar nenhum. Os líderes tribais perceberam que poderiam se beneficiar da ascensão do Estado Islâmico e foram muito eficazes ao estabelecer sua liderança junto ao grupo.

Em “A Fênix Islamista”, você destaca a habilidade do Estado Islâmico de se tornar independente de seus financiadores ao assumir o controle da região. É possível dizer que a guerra contra o grupo não é apenas militar, mas também econômica?

Não, porque agora já é tarde demais para uma batalha econômica. Cometemos erros gravíssimos. Deveríamos estar atentos ao que estava acontecendo na Síria e nos países do Golfo Pérsico, mas não prestamos atenção suficiente. O Estado Islâmico tem o controle do petróleo e do contrabando nas mãos. Agora, a única maneira de derrotá-los economicamente seria arrasar o território, mas para isso seria necessário atingir a população civil, o que de certa forma já é o que estamos fazendo agora. No entanto, essa nunca poderia ser uma política oficial.

Os curdos da Síria acusam a Turquia de apoiar o Estado Islâmico. A mesma acusação foi feita pelo ex-presidente iraquiano Nouri al-Maliki com relação aos sauditas, e o secretário americano de Estado, John Kerry, afirmou que as tropas de Assad evitaram enfrentar o grupo para enfraquecer o Exército Livre da Síria. Quem realmente está apoiando o Estado Islâmico?

É um movimento jihadista global. Não há nenhum poder estabelecido patrocinando o Estado Islâmico e o motivo para isso é simples: o grupo é uma ameaça a todos eles. O califa é encarado como um descendente direto de Maomé, e acima dele só estariam Alá e seu profeta. Apesar das acusações, o clã dos Saud sabe que, uma vez estabelecido, o califado não se relacionará com ninguém em níveis de igualdade. Certamente há pessoas poderosas que acreditam que possam um dia se beneficiar com o crescimento do Estado Islâmico, mas nenhuma delas representa um governo.

O fato do combate ao Estado Islâmico ter colocado lado a lado inimigos como os Estados Unidos e o Irã pode trazer melhorias a essas relações?

Acho que negociar com o Irã neste caso foi um enorme erro. Não há nenhum estratégia de longo prazo e trazer os iranianos para o combate é uma medida muito perigosa. Esse é o tipo de política externa que nos levou à situação que vivemos hoje. O que você acha que acontecerá quando as forças iranianas se instalarem no Iraque? Elas irão galvanizar toda a resistência sunita, e fortalecer o Estado Islâmico fazendo com que a situação no Norte do Iraque se degenere em uma nova guerra.

O Estado Islâmico não precisa que Assad perca a guerra. Ele já provou que pode se estabelecer sozinho, e isso é um exemplo do fracasso de liderança global do Ocidente. Todos seguem os Estados Unidos, e os países europeus não parecem ter noção do que estão fazendo.

http://oglobo.globo.com/mundo/ha-uma-alianca-jihadista-em-formacao-15661352

Ex-diretor da CIA chama a situação da Síria de ‘Chernobyl geopolítica’

O ex-diretor da CIA, o general David Petraeus, alertou sobre o conflito em curso na Síria, dizendo que a situação no país é como “uma Chernobyl geopolítica.”

Em comentários escritos para o Washington Post, o ex-general criticou a estratégia da administração Obama na Síria e no Iraque. “Até que seja destruído, ele vai continuar a vomitar instabilidade radioativa e ideologia extremista sobre toda a região”, disse Petraeus.

“Qualquer estratégia para estabilizar a região necessita, portanto, de ter em conta os desafios no Iraque e Síria. Não é suficiente dizer que vamos entendê-los mais tarde “, acrescentou.

A explosão nuclear de Chernobyl foi a maior catástrofe nuclear do século 20. Em 26 de abril de 1986, o reator número quatro de Chernobyl, que era então parte da União Soviética, explodiu. O incidente enviou uma nuvem de radiação em toda a Europa, prejudicando e matando milhares de pessoas.

Autoridades retiraram mais de 110.000 pessoas de suas casas como uma zona de exclusão de 30 km.

O Pentágono anunciou nesta quinta-feira que realizou 2.320 ataques aéreos contra o grupo terrorista ISIL no Iraque e na Síria desde agosto, atingindo cerca de 4.250 alvos a um custo de 1.830 milhões dólares americanos.

O Departamento de Defesa dos EUA disse que os ataques aéreos por forças americanas tinham como alvo tanques, infra-estrutura petrolífera e posições de combate.

A partir de 12 de março, o Pentágono gastou cerca de 1.830 milhões dólares nos ataques, uma média de cerca de 8.500 mil dólares americanos por dia, disse o porta-voz do Pentágono, o coronel do Exército Steve Warren.

Alguns analistas têm criticado a campanha militar aérea na Síria, dizendo que os bombardeios são destinadas a destruir a infraestrutura do país árabe e remover o presidente Bashar al-Assad do poder.

http://www.presstv.ir/Detail/2015/03/21/402764/Petraeus-Syria-geopolitical-Chernobyl

Documentos da CIA confirmam que invasão do Iraque foi injustificada

Investigação dos serviços secretos americanos é revelada depois de 13 anos. Palavras confirmam conclusões de inquéritos do Congresso e Senado.

 A guerra do Iraque não tinha justificativa. Esta é a conclusão que salta à vista graças a um relatório detalhado da CIA sobre o país e o antigo líder Saddam Hussein.

Segundo a agência de serviços secretos, o governo iraquiano não tinha acesso a qualquer tipo de armamento de destruição em massa ou armas biológicas, ao contrário do que defendia a administração Bush.

Não estava também provada a ligação entre as forças de Saddam Hussein e a Al-Qaeda, outra das justificativas encontradas e que acabou por convencer o Congresso a aprovar a invasão.

http://www.noticiasaominuto.com/mundo/364084/documentos-confirmam-que-invasao-do-iraque-foi-injustificadaório completo está disponível para consulta e download através deste link.

http://www.noticiasaominuto.com/mundo/364084/documentos-confirmam-que-invasao-do-iraque-foi-injustificada

O interminável impasse das negociações sobre o programa nuclear iraniano

O fim de uma nova rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano resulta no mesmo impasse.

Teerã não conseguiu chegar ainda a um acordo de princípios com os representantes dos seis países que participam das discussões em Lausanne, na Suíça.

O encontro desta sexta-feira entre John Kerry e Mohamad Yavad Zarif foi interrompido, após o abandono da delegação iraniana devido à morte da mãe do presidente Rohani.

O ministro dos Negócios estrangeiros iraniano afirma que vai voltar a Lausanne na próxima semana para retomar as discussões.

Os homólogos de França, Alemanha e Reino Unido reúnem-se este sábado, em Londres com John Kerry para fazer uma reflexão sobre a situação.

Os responsáveis políticos têm até o final do mês para assentar uma base de entendimento e até junho para selar um acordo.

Falta ainda encontrar o equilíbrio justo entre as ambições nucleares de Teerã, o fim das sanções internacionais e os receios ocidentais de uma bomba iraniana.

Até agora, os líderes parecem ainda pedalar no vazio, ao contrário de John Kerry, na sua bicicleta, pelas ruas de Lausanne.

http://pt.euronews.com/2015/03/20/o-interminavel-impasse-das-negociaces-sobre-o-programa-nuclear-iraniano/

Governo brasileiro repudia atentado a mesquitas no Iêmen

Tragédia resultou em dezenas de mortos e centenas de feridos em Sanaa, capital da República do Iêmen

O Ministério das Relações Internacionais publicou em seu portal, nesta sexta-feira (20), nota condenando os atentados, desta sexta, em duas mesquitas de Sanaa, capital da República do Iêmen, que resultaram em dezenas de mortos e centenas de feridos.

Confira a nota na íntegra:

O governo brasileiro condena, com veemência, os atentados perpetrados hoje em duas mesquitas de Sanaa, capital da República do Iêmen, que resultaram em dezenas de mortos e centenas de feridos.

O governo brasileiro conclama todos os atores políticos iemenitas à abstenção de atos que possam provocar a radicalização do processo político, bem como a perseverar no diálogo como forma de encaminhamento das questões relacionadas à crise institucional daquela nação árabe.

O Brasil reitera a centralidade da estabilização política iemenita para o bom encaminhamento de diversos temas candentes do entorno geopolítico médio-oriental, tais como a assistência humanitária a refugiados da região do Chifre da África, o combate ao extremismo religioso e a repressão à pirataria na região dos mares Índico, Arábico e Vermelho, entre outros.

Como forma de contribuir para o soerguimento socioeconômico iemenita, o governo brasileiro tem, desde 2012, convidado e recebido sucessivas missões oficiais daquele país para treinamento e capacitação em tecnologias e políticas de desenvolvimento humano, combate à fome, extensão rural e implementação de programas de assistência social e escolaridade básica.

Tais esforços culminaram na assinatura de Acordo-Quadro bilateral de Cooperação Técnica, em agosto de 2014, instrumento que norteará novas ações bilaterais de cooperação, tão logo concluído o processo de ratificação pelos signatários.

Fonte:
Ministério das Relações Internacionais

http://www.brasil.gov.br/governo/2015/03/brasil-publica-nota-de-repudio-ao-atentado-no-lemen

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos