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Experts Say India’s Abstain Vote at UNHRC Consistent With Lean Toward Israel

India’s abstention from a U.N. Human Rights Council vote to adopt a condemnation of alleged Israeli war crimes was another mark in the South Asian country’s warming relations with the Jewish state, experts in India said, according to the The New Indian Express.

Commentators in India described the country’s decision to abstain — it was one of only five countries to do so — as “dramatic” and an “unprecedented achievement for Israel,” according to the report. As a leader of the major U.N. voting bloc the Non-Aligned Movement, India was always seen as a reliable supporter of the Palestinian cause, it said.

The Israeli ambassador to India, Daniel Carmon, even tweeted Israel’s explicit appreciation of India for Friday’s abstention, saying, “We appreciate votes by members of @UN_HRC, including #India, who did not support yet another anti Israel bashing resolution. We thank them.”

Indian reports over the weekend said Indian Prime Minister Narendra Modi had received a phone call from Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu the night before the vote, though the details of their conversation remains unknown.

India’s abstain vote was inevitably coupled with the recent announcement that Modi was set to become the first sitting premier to visit the Jewish state, perhaps as early as this fall.

The abstention was “consistent with previous actions, showing India is leaning toward Israel,” said Dinesh J. Sharma, an associate research professor at the Institute of Global Cultural Studies at SUNY-Binghamton.

Warming Indian-Israeli relations are strongly rooted in “intelligence sharing, defense initiatives … and technology,” said Sharma.

“India is still walking a fine tightrope … If you asked them if they’re changing their stance, they’ll say nothing has changed. But we can tell from this action, consistent with previous actions, that [Modi] is leaning toward Israel,” he said.

And indeed, officials in New Delhi indicated soon after the vote that it did not signal waning support for the Palestinian cause.

But it may indicate an overarching pivot “closer to Western powers, such as the United States,” which was the only country to vote no on the UNHRC resolution, which passed by a large margin with 41 votes, said Sharma.

http://www.algemeiner.com/2015/07/06/experts-say-indias-abstain-vote-at-unhrc-consistent-with-lean-toward-israel/

ONU impõe embargo de armas contra Houthis

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução que impõe um embargo de armas contra as milícias HouthiS do Iêmen e lista negra depôs o presidente Ali Abdullah Saleh do país.

A Resolução 2216 foi aprovada ao abrigo do Capítulo 7 da Carta da ONU e impõe sanções contra o líder do movimento Houthi e Saleh.

A Resolução foi aprovada por unanimidade na sessão, com a Rússia sendo o único membro a se abster na votação.

Os Estados Unidos enviaram sua representante permanente na ONU, Samantha Powers, a qual disse que os EUA condenaram os atos houthis ‘no Iêmen, que levaram a desestabilização do país.

http://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/04/14/U-N-to-vote-on-Yemen-arms-embargo-.html

O acanalhamento do Itamaraty

A ONU, hoje, renovou o mandato do relator especial sobre as violações dos direitos humanos no Irã.

O Brasil se absteve. Como Gana. Como o Marrocos. Como a Nigéria. Como a Etiópia. Como a Arábia Saudita. Como a Namíbia.

O acanalhamento do Itamaraty prossegue alegremente. O Brasil se afasta cada vez mais do mundo democrático.

O Brasil se abstém

Nobel da Paz critica abstenção do Brasil sobre questão do Irã

Segundo o Estadão, Shrin Ebadi, advogada iraniana Nobel da Paz, criticou a abstenção do Itamaraty na votação sobre a violação dos direitos humanos praticada no Irã. “Onde está a forte liderança que a presidente Dilma Rousseff mostrou no passado?”, questionou Ebadi.

Sexta-feira (27), em Genebra, o governo brasileiro se absteve nas votações sobre a violação dos direitos humanos na Síria e no Irã, porém em outras votações ocorridas essa semana, foi favorável a proposições cubanas e de ditaduras árabes.

http://www.implicante.org/noticias/nobel-da-paz-critica-abstencao-do-brasil-sobre-questao-do-ira/

Brasil se abstém em votação sobre direitos humanos na Síria e no Irã

O Brasil se absteve de votar hoje (27) em duas resoluções sobre a situação dos direitos humanos na Síria e no Irã, no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas.

As duas resoluções tratam das violações e da situação humanitária nos dois países e foram adotadas pelo conselho após a votação desta sexta-feira.

No caso da Síria, a abstenção do Brasil se deve a discordâncias sobre a participação de grupos armados. “Apesar das últimas modificações no texto, a resolução ainda não reconhece a responsabilidade e não repudia devidamente a participação de vários grupos armados da oposição, com exceção dos Daesh e Al-Nusra, por graves violações dos direitos humanos e do direito humanitário. Essa lacuna pode erroneamente transmitir uma mensagem de tolerância a essas graves irregularidades e, assim, incentivar ainda mais violência contra a população civil”, explicou o Ministério das Relações Exteriores por meio de nota.

O Brasil também condena a militarização do conflito e defende mais ênfase na negociação política, o que não está no texto da resolução. “Não há solução militar para a crise e a insistência em ver uma vitória militar como a única saída é uma causa real e definitiva para a atual situação da população síria”, diz a nota.

Para o governo brasileiro, a tarefa de assegurar os direitos da população síria cabe primordialmente às autoridades do país, sem intervenções externas. “Não obstante, é de responsabilidade de todos os países evitar maior militarização do conflito. Agir de outra maneira é compartilhar a responsabilidade pelas atrocidades enfrentadas por civis na Síria e arredores”, diz o texto do Itamaraty.

Na nota, o governo brasileiro destaca a necessidade de cumprimento do direito internacional e da garantia de acesso irrestrito das agências humanitária aos locais de conflito. O Brasil também defende que as partes envolvidas ou apoiadoras do conflito se abstenham de ações que possam prolongar a disputa.

Em relação à resolução sobre o Irã, o Brasil diz que reconhece os esforços do relator especial da ONU Ahmed Shahhed – principalmente na defesa de direitos humanos, de jornalistas, mulheres e minorias religiosas no país – mas que ainda há violações graves e falta cooperação do governo iraniano.

“O aumento no número de execuções no Irã, seguindo a aplicação da pena de morte também é uma questão com a qual o Brasil particularmente se preocupa. Esperamos que o engajamento do Irã com os mecanismos de direitos humanos das Nações Unidas se traduza em medidas efetivas para promover e proteger os direitos humanos no país”, avalia o Itamaraty.

http://www.noticiasaominuto.com.br/politica/89548/brasil-se-abst%C3%A9m-em-vota%C3%A7%C3%A3o-sobre-direitos-humanos-na-s%C3%ADria-e-no-ir%C3%A3#.VRV-ZfnF9ic