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Malásia: polícia prende diretor de escola islâmica por sodomizar estudantes

O diretor de um centro tahfiz (escola islâmica) em Kepong foi detido pela polícia por supostamente sodomizar nove estudantes da escola.

O vice-chefe de polícia de Kuala Lumpur, Zainuddin Yaacop, disse que o suspeito de 30 anos foi preso um dia depois que a polícia recebeu um relatório de um professor no centro em 13 de setembro.

Ele disse que o relatório alegou que as vítimas tinham entre 11 e 16 anos.

“Os estudantes tahfiz informaram ao queixoso sobre os atos do suspeito de 30 anos que é o diretor do centro de tahfiz.

“Acredita-se que o suspeito tenha molestado e sodomizado todas as vítimas e o caso está sendo investigado de acordo com a Seção 14 da Lei de Ofensas Sexuais Contra Crianças, de 2017”, disse ele em um comunicado.

Zainuddin instou a opinião pública a ajudar com qualquer informação sobre o caso a relatar à polícia.

A cooperação pública é vital para garantir o bem-estar e a segurança das pessoas e do país“, disse ele.

Enquanto isso, de acordo com fontes policiais, todos os nove estudantes foram levados para a sede da polícia de Kuala Lumpur para terem suas declarações registradas antes de serem enviadas ao Hospital de Kuala Lumpur para uma análise mais aprofundada.

Todos os alunos já foram levados para casa pelas suas famílias. 

Com imagem e informações Malaysia Kini

Dos adolescentes israeíes heridos en ataque de árabes con piedras

De acuerdo con los médicos del Magen David Adom, los dos, de edades comprendidas entre 16 y 18 años, resultaron heridos levemente cuando las rocas lanzadas rompieron los cristales de las ventanas, haciendo que fragmentos de vidrio golpearan sus cabezas.

La línea Nº 3 de Egged que viajaba en la zona de Wadi Joz cerca del Rockefeller Junction hacia el lugar sagrado del Muro Occidental de la ciudad vieja cuando fue atacado. Según los informes, el autobús estaba lleno de pasajeros. Algunos sufrieron de shock.

Previamente el domingo, una mujer israelí resultó levemente herida cuando su vehículo fue apedreado cerca de Beit Anun.

El domingo por la mañana, una mujer israelí y su hijo lactante fueron atacados por un hombre árabe en el barrio de Jerusalém de French Hill.

El presunto agresor huyó de la escena, pero fue detenido por las fuerzas de seguridad israelíes poco después en un retén.

No se informó de inmediato las condiciones de las víctimas.

El agresor fue detenido y trasladado para una investigación. La policía no ha comentado sobre los presuntos motivos del ataque.

Autorizado con la siguiente mención: http://www.estadodeisrael.com/2016/06/dos-adolescentes-israeies-heridos-en.html
© estadodeisrael.com

FORTALECENDO AS MULHERES, ESTILO PALESTINO

Ao mesmo tempo que uma mulher em Gaza é proibida de fumar em um café ou passear em público desacompanhada de algum parente do sexo masculino, ela pode ingressar em um campo de treinamento militar. Na próxima guerra, o Hamas e seus aliados não poderão alegar que elas são civis que foram mortas por Israel.

Também vale a pena frisar que o Hamas e outros grupos armados sempre conseguem o dinheiro necessário para comprar armas e munição e operar campos de treinamento militar.

O Hamas quer que a comunidade internacional financie a reconstrução da Faixa de Gaza sob o pretexto de que não dispõe de recursos para isso. Mas quando se trata de armar e treinar mulheres e adolescentes, o Hamas e outros grupos palestinos sempre conseguem o dinheiro necessário.

Mesmo assim, isso não impede que Mahmoud Abbas e a Autoridade Palestina não meçam esforços para convencer o mundo a apoiar um Estado palestino, onde mulheres e adolescentes estão sendo treinados para se tornarem as próximas “mártires” na luta para destruir Israel.

Não é fácil ser mulher e viver sob o regime do Hamas na Faixa de Gaza.

As mulheres sofrem muitas restrições, inclusive, não podem ir à praia sozinhas nem mesmo fumar em público. Além disso, é proibido que uma mulher seja vista em público com um homem que não seja seu marido, pai ou irmão.

As mulheres também são forçadas a aderirem aos rígidos preceitos islâmicos de como se vestir em público, que inclui um manto e um véu para cobrir o cabelo (hijab), principalmente nos campi das faculdades, universidades e escritórios.

Entretanto essas rigorosas restrições não se aplicam às mulheres dispostas a se tornarem “mártires” na luta contra Israel. Portanto, ao mesmo tempo que uma mulher é proibida de fumar em um café ou em um restaurante ou passear em público desacompanhada de algum parente do sexo masculino, ela pode ingressar em um campo de treinamento militar para se preparar para a luta contra Israel.

A exemplo do Hamas, as Brigadas Nasser Eddin não acreditam na igualdade entre homens e mulheres em todos os aspectos da vida. Eles acreditam que o papel da mulher deve ser o de criar os filhos, servir fielmente o marido e manter a casa limpa.

Mas se uma mulher estiver disposta a morrer na luta contra Israel, ela de imediato, recebe um tipo diferente de tratamento, além de mais direitos, inclusive ficar longe do marido e filhos. Mais do que isso, a essas mulheres é concedido o direito de estar em companhia de homens que não são parentes próximos e que as treinam como se tornarem parte da jihad contra Israel.

De acordo com uma reportagem da rede de TV Al-Manar do Hezbollah, “essas mães se filiaram à jihad, deixando seus filhos por muitas horas, com o objetivo de dedicarem tempo e empenho” a fim de receberem treinamento militar. “O objetivo delas é libertar a Palestina”, segundo a reportagem.

Uma das mulheres que se identificou como uma Sabri, contou ao correspondente da TV que ela decidiu ingressar nos campos de treinamento após ver seu marido fazer o mesmo. A mãe de três filhos disse que a decisão de ingressar nos campos da jihad não interfere em suas tarefas em relação ao marido e aos filhos.

A última campanha para recrutar combatentes contra Israel vem após a iniciativa do Hamas em formar um novo exército, composto quase que na totalidade de adolescentes palestinos com idades de 15 a 21 anos. No mês passado o Hamas se vangloriou por ter recrutado cerca de 17.000 jovens para o “Exército de Libertação” como parte da batalha para eliminar Israel e “libertar” Jerusalém e toda Palestina, do rio ao mar.

O Hamas e seus aliados na Faixa de Gaza não veem nada de errado em usar adolescentes e mulheres na luta contra Israel. Na realidade, eles vêm fazendo isso já há vários anos.

Na próxima guerra com Israel, as mulheres das Brigadas Nasser Eddin e os adolescentes do Hamas serão enviados para confrontarem soldados e tanques israelenses. Mas dessa vez, será uma situação diferente, uma vez que essas mulheres e adolescentes estarão fortemente armados fazendo parte de um exército ou milícia. O Hamas e seus aliados não poderão alegar que elas eram civis que foram mortas por Israel.

Também vale a pena frisar que o Hamas e outros grupos armados sempre conseguem o dinheiro necessário para comprar armas e munição e operar campos de treinamento militar, enquanto palestinos na Faixa de Gaza continuam a sofrer privações econômicas, particularmente. na esteira do último confronto militar com Israel.

Os preparativos para a guerra contra Israel estão em andamento, enquanto milhares de famílias palestinas que perderam suas casas durante a guerra continuam a viver em abrigos e dezenas de milhares de funcionários do governo não receberam seus salários nos últimos meses.

O Hamas quer que a comunidade internacional financie a reconstrução da Faixa de Gaza sob o pretexto de que não dispõe de recursos para isso. Mas quando se trata de armar e treinar mulheres e adolescentes, o Hamas e outros grupos palestinos sempre dão um jeito de conseguir o dinheiro necessário para comprar armamentos e operar campos de treinamento.

Quanto à Autoridade Palestina e seu presidente Mahmoud Abbas, continuam a agir como se estivessem vivendo em outro planeta e o que está acontecendo na Faixa de Gaza não é da conta deles. Mesmo assim isso não os impede de não medirem esforços para convencer o mundo a apoiar um Estado palestino, onde mulheres e adolescentes estão sendo treinados para se tornarem os próximos “mártires” na luta para destruir Israel.

Por Khaled Abu Toameh

http://pt.gatestoneinstitute.org/5363/fortalecendo-mulheres-palestino