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Crianças cristãs continuam sendo atacadas

Sete crianças foram agredidas dentro de uma sala de aula; entre elas havia o filho de um líder cristão.

Na última terça-feira, uma escola de educação infantil, em Savu, na Indonésia, foi invadida por um grupo de pessoas desconhecidas que atacaram violentamente sete crianças com idades entre 8 e 11 anos. Os alunos já estavam em sala de aula naquela manhã quando os agressores chegaram. No mês de novembro, quatro crianças também foram feridas durante um bombardeio a uma igreja, em Samarinda, e uma delas infelizmente morreu.

De acordo com informações de fontes locais, entre as vítimas havia o filho de um líder cristão e o filho de um jornalista. “A polícia chegou rapidamente e conseguiu prender um deles; os outros conseguiram fugir. Tudo aconteceu muito rápido, ainda nem sabemos quantos homens havia, mas os policiais estão investigando”, disse a fonte.

No momento, as sete crianças estão sendo tratadas em um hospital da região. Duas delas estão gravemente feridas. A equipe da Portas Abertas já providenciou um grupo de colaboradores para visitar as vítimas e suas famílias, para ajudar no que for preciso. Ainda não se sabe oficialmente o real motivo do ataque, mas tudo indica que se trata de mais um caso de perseguição religiosa. Ore por essa nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/criancas-cristas-continuam-sendo-atacadas

Cristão é agredido e ameaçado de morte

A polícia se recusou a fazer um boletim de ocorrência, alegando que o reclamante era um “causador de problemas”.

Os cristãos marroquinos pedem oração por Mohammed Saeed Zao, um cristão que sobreviveu a uma tentativa de assassinato na primeira semana de novembro. Ele é bem conhecido por causa de sua atuação nos direitos dos cristãos, e tem sido destaque na mídia do país, em matérias que abordam o tema “liberdade religiosa”. Já era noite quando ele estava entrando em seu apartamento e foi surpreendido por um homem que segurava uma espada e tentou agredi-lo.

Mohammed conseguiu se proteger ficando atrás da porta de entrada e o agressor foi embora gritando e fazendo sérias ameaças. No dia 7, o cristão foi para a delegacia relatar o incidente à polícia, que se recusou a registrar um relatório, alegando que ele era um causador de problemas. A situação dos cristãos marroquinos é bastante delicada.

Recentemente, a liderança muçulmana declarou que pretende proteger as minorias religiosas no país. O governo é representado por mais de 250 líderes muçulmanos religiosos e chefes de Estado. Mas, parece que a intenção é manter as normas de segurança somente no papel, já que a ideologia muçulmana é o que se coloca em prática quando se trata de alguém que não segue o islamismo. Segundo um dos colaboradores da Portas Abertas “só um milagre resolveria a situação dos cristãos perseguidos”. Ore pela igreja em Marrocos.

*Nome alterado por motivos de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/cristao-e-agredido-e-ameacado-de-morte

Cristãs indianas são agredidas pelos próprios vizinhos

O nível de perseguição religiosa está cada vez mais alto; assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade

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No começo desse ano, duas irmãs cristãs indianas, Meena* e Sunita*, foram violentadas por seguirem a Cristo e quase não sobreviveram. Na vila onde elas moravam, eram proibidas por outras mulheres até mesmo de tirar água do poço. Depois do ataque, as duas foram à delegacia registrar o incidente, em busca de proteção da polícia. Como de costume na Índia, nesses casos, os policiais enviam agentes às aldeias para tentar uma reconciliação entre os moradores.

Os agressores recebem uma advertência e são punidos, caso continuem a perseguir os cristãos. Por outro lado, os cristãos agredidos são convencidos a retirar a queixa. Apesar de tudo isso ter sido feito no caso de Meena e Sunita, os vizinhos continuaram a tratá-las de forma agressiva, dificultando cada vez mais suas vidas. As irmãs tiveram que deixar a vila e, atualmente, estão morando na casa de um líder cristão. Parceiros da Portas Abertas providenciaram um advogado para ajudá-las nesse caso. Elas também receberam tratamento médico e estão sendo auxiliadas para abrir um pequeno comércio para que tenham uma renda e sustento próprio.

 

Assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade. Na Índia, 17º país na Classificação da Perseguição Religiosa 2016, o nível de perseguição está cada vez mais alto. Colaboradores da Portas Abertas realizam vários projetos por lá, como distribuição de Bíblias e literatura cristã, treinamentos, assistência médica e jurídica, entre outras formas de ajuda. Para saber mais sobre esses projetos e também fazer parte deles, conheça a Campanha Encoraje Cristãos da Índia. Você também pode ajudar nossos irmãos indianos orando por eles.

 *Nomes alterados por motivos de segurança.

Leia mais
#EspecialÍndia: Incidentes anticristãos atingiram um nível alarmante
#EspecialÍndia: Extremistas hindus querem combater o cristianismo

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/09/cristas-indianas-saoagredidas-pelos-proprios-vizinhos

UNESCO condena Israel por ‘agressão’ no Monte do Templo

A resolução desconsidera uma cláusula que teria chamado o Muro das Lamentações de um local sagrado para os muçulmanos apenas; o texto afirma que a Tumba dos Patriarcas e túmulo de Rachel são “uma parte integral da Palestina”.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) aprovou uma resolução na quarta-feira condenando a manipulação israelense de al-Aqsa em Jerusalém.

A resolução aprovada “condena fortemente a agressão israelense e medidas ilegais que restringem a liberdade de culto e de acesso ao local sagrado muçulmano da Mesquita al-Aqsa.” Ele também “fortemente deplora” entre outras coisas “focos persistentes de extremistas de direita israelenses no local” e “insta Israel” para “tomar as medidas necessárias para evitar ações provocativas que violam a santidade do local.”

Após mudanças de última hora, no entanto, a resolução aprovada pelo Conselho Executivo da UNESCO desconsiderou uma cláusula que coloca a reivindicação potencialmente mais controversa para o Muro das Lamentações de Jerusalém como um local sagrado para os muçulmanos apenas, disseram diplomatas israelenses.

Essa cláusula, que foi proposta por vários países muçulmanos e teria afirmado que o Muro Ocidental era uma parte integrante da mesquita al-Aqsa, desapareceu depois de ter sido condenada pelo governo de Israel e os judeus em todo o mundo, e repudiada como perigosa pela própria diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova.

Israel havia denunciado a “tentativa vergonhosa e enganadora de reescrever a história” e Bokova tinha “deplorado” as iniciativas suscetíveis de serem “vistos como alterações no estatuto da Cidade Velha de Jerusalém e os seus muros”, convidando o Conselho a ” tomar decisões que não sejam mais combustível nas tensões no local “.

A resolução foi aprovada com 26 votos a favor e seis contra. Os países que votaram contra foram os Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Holanda, República Checa e Estônia. Houve 25 abstenções, incluindo França, disseram diplomatas.

O texto da UNESCO também afirmou que a “Al-Haram al-Ibrahimi / Túmulo dos Patriarcas e a mesquita Bilal Ibn Rabah / Túmulo de Raquel” eram parte integrante da Palestina.

Os palestinos ganharam a adesão plena da UNESCO em Outubro de 2011, o que foi visto como um grande passo para seus esforços para alcançar o reconhecimento como um Estado independente, apesar da intensa oposição tanto do governo israelense e de Washington.

http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4714533,00.html

Abrigos da Sharia para Refugiados na Alemanha

  • Nos abrigos, cristãos, curdos e yazidis estão sendo atacados por muçulmanos com frequência e crueldade cada vez maior.
  • “Eu fugi do serviço secreto iraniano porque acreditava que na Alemanha eu poderia, finalmente, praticar minha religião sem ser perseguido. Entretanto, no abrigo para refugiados, eu não posso dizer que sou cristão por medo de sofrer ameaças… Eles me tratam como um animal. Eles ameaçam me matar”. — Cristão iraniano em um abrigo para refugiados na Alemanha.
  • “Temos que acabar com a ilusão de que todos que estão chegando são ativistas de direitos humanos. … Estamos recebendo relatos de ameaças de agressão, inclusive de decapitação, de sunitas contra xiitas, contudo o maior impacto é sobre yazidis e cristãos. Os cristãos convertidos que não esconderem sua fé têm 100% de chance de serem atacados e agredidos”. — Max Klingberg, diretor da Sociedade Internacional de Direitos Humanos de Frankfurt.
  • “Estamos observando que salafistas estão aparecendo nos abrigos, disfarçados de voluntários e ajudantes, deliberadamente procurando fazer contato com refugiados com o objetivo de convidá-los a visitarem suas mesquitas com o intuito de recrutá-los para a causa deles”. — Hans-Georg Maaßen, chefe da inteligência alemã.
  • A polícia está pleiteando, em caráter de urgência, que migrantes de diferentes religiões sejam abrigados em alojamentos separados. Alguns políticos argumentam que esse tipo de segregação vai contra os valores multiculturais da Alemanha.
  • “Não é possível integrar o grosso dos migrantes que está chegando aqui”. — Heinz Buschkowsky, ex-prefeito do distrito de Neukölln de Berlim.

Segundo a polícia, candidatos muçulmanos a asilo estão aplicando a lei da Sharia islâmica em abrigos para refugiados na Alemanha, alertando que os ataques contra cristãos, curdos e yazidis nos abrigos, perpetrados por muçulmanos estão se multiplicando, com maior frequência e crueldade.

Migrantes muçulmanos de diferentes seitas, clãs, etnias e nacionalidades também estão atacando uns aos outros. Confrontos violentos, não raramente envolvendo centenas de migrantes, já se tornaram ocorrências diárias.

A polícia afirma que os abrigos, onde milhares de migrantes são alojados em espaços superlotados por meses a fio, são caldeirões em ebulição prontos para explodir. A polícia está pleiteando, em caráter de urgência, que migrantes de diferentes religiões sejam abrigados em alojamentos separados.

Alguns políticos argumentam que esse tipo de segregação vai contra os valores multiculturais da Alemanha, enquanto outros dizem que separar centenas de milhares de migrantes por religião e nacionalidade é uma impossibilidade logística.

À medida que estão aparecendo as consequências da migração desenfreada, a maré da opinião pública está se voltando contra a política de portas abertas do governo. Observadores dizem que a Chanceler Alemã Angela Merkel, a assim chamada mulher mais poderosa do mundo, pode ter encontrado sua Waterloo.

Uma reportagem publicada em 27 de setembro pelo jornal Die Welt lança alguma luz sobre a verdade dos muçulmanos visarem cristãos nos abrigos para refugiados na Alemanha. O jornal entrevistou um iraniano convertido ao cristianismo que disse o seguinte:

“no Irã a Guarda Revolucionária prendeu meu irmão em uma igreja dentro de uma residência particular. Eu fugi do serviço secreto iraniano porque acreditava que na Alemanha eu poderia, finalmente, praticar minha religião sem ser perseguido. Entretanto, no abrigo para refugiados, eu não posso dizer que sou cristão por medo de sofrer ameaças.

“Muçulmanos me acordaram antes do amanhecer durante o Ramadã dizendo que eu devia me alimentar antes do nascer do sol. Quando eu recusei, eles me chamaram de kuffar, ou seja: infiel. Cuspiram em mim. Eles me trataram como um animal. Ameaçaram me matar”.

Em um abrigo para refugiados em Hemer, uma cidade em Reno, Norte da Westphalia, 10 argelinos requerentes de asilo, atacaram um casal de cristãos da Eritréia com garrafas de vidro. Os muçulmanos disseram que estavam furiosos porque o homem estava usando uma cruz. Eles arrancaram a cruz do pescoço dele e roubaram seu dinheiro e celular.

Die Welt também entrevistou uma família cristã iraquiana de Mossul que estava vivendo em um abrigo para refugiados na cidade bávara de Freising. O pai disse que ameaças de islamistas já viraram rotina diária. “Eles gritam com a minha esposa e batem no meu filho”, disse ele. “Eles dizem: nós vamos matá-lo e beber seu sangue“. A vida no abrigo, segundo ele, é como se fosse uma prisão.

De acordo com o diretor do Comitê Central dos Cristãos Orientais com sede em Munique, Simon Jacob, esses incidentes são apenas “a ponta do iceberg”. “O número verdadeiro de ataques é elevadíssimo”, segundo ele. “Sabemos que haverá mais conflitos, conflitos estes que os migrantes trazem de sua terra natal para a Alemanha. Entre cristãos e muçulmanos. Entre xiitas e sunitas. Entre curdos e extremistas. Entre yazidis e extremistas”.

Max Klingberg, da Sociedade Internacional de Direitos Humanos de Frankfurt (Internationale Gesellschaft für Menschenrechte, IGFM), salienta que muitas das agressões são perpetradas por afegãos e paquistaneses, que são “ainda mais islâmicos do que os sírios e iraquianos”. Elealerta que os conflitos nos abrigos para refugiados só tendem a piorar:

“temos que acabar com a ilusão de que todos que estão chegando são ativistas de direitos humanos. Entre aqueles que estão chegando agora, um número considerável é, no mínimo, tão religioso quanto a Irmandade Muçulmana.

“Estamos recebendo relatos de ameaças de agressão, inclusive de decapitação, de sunitas contra xiitas, contudo o maior impacto é sobre yazidis e cristãos. Os cristãos convertidos que não esconderem sua fé têm 100% de chance de serem atacados e agredidos”.

Em uma entrevista concedida em 29 de setembro ao jornal Passauer Neue Presse, o chefe do Sindicato da Polícia Alemã (Deutschen Polizeigewerkschaft, DPolG), Rainer Wendt, alertou que “organizações criminosas violentas” se apoderaram dos abrigos para refugiados e que a polícia está sobrecarregada e incapaz de garantir segurança e proteção. Ele solicitou que cristãos e muçulmanos fiquem separados antes que alguém seja assassinado:

“nós estamos testemunhando essa violência por semanas e meses. Grupos com base em estrutura étnica, religiosa e em clãs atacam uns aos outros com facas e armas caseiras. Quando esses grupos lutam entre si à noite, todos aqueles cidadãos alemães que deram boas-vindas aos migrantes e os receberam de braços abertos na estação de trens de Munique estão em sono profundo, mas a polícia permanece acordada no meio da…

“Podemos apenas estimar a verdadeira extensão da violência porque mulheres e crianças, amiúde, têm medo e prestar queixa. Uma vez que também tem a ver com abuso sexual e estupro…

“Sunitas enfrentam xiitas, há salafistas enfrentando uns aos outros. Eles estão tentando impor suas regras nos abrigos. Os cristãos estão sendo oprimidos em larga escala e a Sharia está sendo imposta. As mulheres são forçadas a se cobrirem. Os homens a rezarem. Os islamistas querem introduzir seus valores e estruturas nos abrigos.

Wendt concedeu a entrevista dias depois que 300 migrantes albaneses entraram em confrontocom 70 migrantes paquistaneses em um abrigo para refugiados em Calden, em 27 de setembro em uma cidade no estado de Hesse. Mais de uma dezena de pessoas, incluindo três policiais, ficaram feridos na confusão, que irrompeu depois que dois migrantes começaram a brigar enquanto aguardavam na fila da cantina. Foi necessária a presença de 50 policiais e várias horas para restabelecer a ordem no abrigo, que aloja 1.500 migrantes de 20 diferentes países.

Mais de 60 migrantes, inclusive dez crianças, ficaram feridas em 13 de setembro depois que paquistaneses e sírios se enfrentaram no mesmo abrigo. A briga começou logo após a meia noite, quando alguém vaporizou noz-moscada em pó em uma tenda lotada de migrantes que estavam dormindo. A polícia não comunicou ao público sobre o confronto, provavelmente para evitar alimentar sentimentos anti-imigratórios.

Confrontos violentos estão se tornando lugar comum em abrigos para refugiados espalhados pela Alemanha.

Em 30 de setembro, migrantes promoveram um tumulto em um centro para refugiados emBraunschweig, uma cidade na Baixa Saxônia. Em 29 de setembro, migrantes sírios entraram em confronto em um abrigo para refugiados em Gerolzhofen, uma pequena cidade na Baviera. Também em 29 de setembro, migrantes da Argélia e do Mali entraram em confrontoem um centro para refugiados em Engelskirchen, uma cidade em Reno, Norte da Westphalia.

Em 28 de setembro, mais de 150 sírios e paquistaneses se enfrentaram em um abrigo para refugiados na Nöthnitzer Straße em Dresden. Os migrantes entraram em confronto uns com os outros com tacos de madeira e barras de metal. Foram necessários dezenas de policiais para que a ordem fosse restabelecida. Em 10 de agosto mais de 30 sírios e paquistaneses entraram em confronto no mesmo abrigo.

Também em 28 de setembro, entre 100 e 150 migrantes de diferentes nacionalidades entraram em confronto em um abrigo para refugiados em Donaueschingen, uma cidade na Floresta Negra. A confusão começou por causa de uma discussão sobre quem deveria usar primeiro os chuveiros. Em 22 de setembro, mais de 400 migrantes marcharam pela cidade para protestar sobre as condições daquela unidade. Em 15 de setembro, um migrante do sexo masculino foiatacado por outro migrante por ele ter usado o banheiro feminino do abrigo.

Em 24 de setembro, cerca de 100 sírios e afegãos entraram em confronto em um abrigo para refugiados em Leipzig, a maior cidade da Saxônia. A briga começou depois que um afegão de 17 anos de idade avançou com uma faca contra uma menina síria de 11 anos no abrigo, que aloja 1.800 migrantes. Em 23 de setembro, migrantes entraram em confronto em um abrigo para refugiados de menores desacompanhados em Nuremberg.

Em 3 de setembro, migrantes sírios atacaram os seguranças de um abrigo para refugiados no bairro de Moabit em Berlim. Também em 3 de setembro, migrantes iraquianos atacaram os seguranças em um abrigo para refugiados em Heidelberg. Um total de 21 carros de polícia foram despachados para restabelecer a ordem. Em 2 de setembro, migrantes argelinos e tunisianos entraram em confronto no mesmo abrigo. Foi necessário mais de uma dezena de policiais para que a ordem fosse restabelecida.

Em 3 de setembro, migrantes entraram em confronto em um abrigo para refugiados emHövelhof, uma cidade em Reno, Norte da Westphalia. Em 2 de setembro, migrantes entraram em confronto em uma unidade para refugiados em Wolgast, uma cidade em Mecklenburg-Vorpommern. Também em 2 de setembro, migrantes entraram em confronto em um centro para refugiados em Gütersloh, uma cidade em Reno, Norte da Westphalia.

Em 1 de setembro, migrantes entraram em confronto em um abrigo para refugiados emDelitzsch, uma cidade na Saxônia. Um migrante tunisiano de 27 anos de idade foi morto a facadas por outro migrante também de 27 anos do Marrocos. Também em 1º de setembro, um migrante somali de 15 anos de idade esfaqueou um migrante egípcio de 15 anos com uma tesoura em um centro para refugiados no bairro de Groß Borstel de Hamburgo.

Em 1º de setembro, migrantes somalis e sírios albaneses entraram em confronto em um centro para refugiados em Tegernsee, uma pequena cidade na Baviera. Também em 1º de setembro, migrantes entraram em confronto em um abrigo para refugiados em Heidelberg.

Em 31 de agosto, migrantes líbios e tunisianos entraram em confronto em um abrigo para refugiados em Hoyerswerda, uma cidade na Saxônia. Também em 31 de agosto, migrantes entraram em confronto uns com os outros e com os seguranças do abrigo para refugiados emHeidelberg. Em 30 de agosto, um migrante sudanês de 25 anos de idade foi preso por criar uma confusão em um abrigo para refugiados em Jesteburg, uma pequena cidade na Baixa Saxônia.

Em 29 de agosto, um migrante argelino de 17 anos de idade foi preso por roubar celulares de outros migrantes em um centro para refugiados em Elzach, uma cidade em Baden-Württemberg. Em 25 de agosto, 60 migrantes criaram um alvoroço em um abrigo para refugiados em Karlsruhe.

Em 24 de agosto, um migrante de Montenegro foi esfaqueado por um migrante da Argélia em um abrigo para refugiados em Seevetal, uma cidade da Baixa Saxônia.

Em 22 de agosto, migrantes afegãos entraram em confronto em um abrigo para refugiados emRotenburg, uma cidade em Hesse. Também em 22 de agosto, pelo menos 20 migrantes criaram um alvoroço em um centro para refugiados em Grafing, uma cidade perto de Munique.

Em 21 de agosto, migrantes entraram em confronto em uma dependência para refugiados emSchwetzingen, também em Baden-Württemberg. Também em 21 de agosto, migrantes entraram em confronto em um centro para refugiados no bairro de Marienthal de Hamburgo.

Em 16 de agosto, 50 migrantes se atacaram com galhos de árvores, guarda-chuvas e latas de lixo em um centro para refugiados em Friedland, uma cidade na Baixa Saxônia. A dependência com capacidade para 700 pessoas, abriga 2.400 migrantes.

Em 19 de agosto pelo menos 20 migrantes sírios alojados em um abrigo de refugiados, superlolado, na cidade oriental alemã de Suhl tentaram linchar um migrante afegão depois que ele rasgou algumas páginas do Alcorão e as jogou em um vaso sanitário. Quando mais de 100 policiais intervieram, foram atacados com pedras e blocos de concreto. Dezessete pessoas ficaram feridas na confusão, incluindo 11 refugiados e 6 policiais. O afegão agora se encontra sob proteção policial. O presidente do estado alemão de Thuringia, Bodo Ramelow, disse que muçulmanos de nacionalidades diferentes deveriam ser abrigados separadamente para evitar tumultos dessa natureza no futuro.

Em 10 de agosto, 40 migrantes entraram em confronto em um abrigo para refugiados em Bremer Straße em Dresden.

Em 1º de agosto, 50 sírios e afegãos entraram em confronto no mesmo abrigo. Foram necessários mais de 80 policiais para que a ordem fosse restabelecida.

De acordo com Jörg Radek, vice-presidente do sindicato de polícia da Alemanha, (Gewerkschaft der Polizei, GdP), a polícia atingiu o “ponto de ruptura total” salientando que migrantes cristãos e muçulmanos deveriam ser abrigados separadamente. Em uma entrevistaconcedida em 28 de setembro ao jornal Die Welt, Radek afirmou:

“nossos policiais estão sendo chamados cada vez mais para atender confrontos em abrigos para refugiados. Quando 4.000 pessoas estão em um abrigo com capacidade para somente 750, qualquer coisa, por mais insignificante que seja como uma ida ao banheiro, pode gerar confusão.

“É necessário fazer de tudo para evitar mais violência. Acho perfeitamente razoável separar migrantes de acordo com a religião”.

Nem todos concordam. Em uma entrevista concedida à rede de televisão N24, o ex-prefeito do distrito de Neukölln em Berlim, Heinz Buschkowsky, alertou que se os migrantes forem separados de acordo com a religião e nacionalidade, a Alemanha corre o risco de estabelecer sociedades paralelas em todo o país.

Buschkowsky disse que a primeira coisa que os migrantes precisam aprender quando chegarem aos países ocidentais é tolerância e, se eles se recusarem a aceitar pessoas de outras religiões seus pedidos de asilo deveriam ser rejeitados. Ele expressou pessimismo quanto à possibilidade de integrar a atual onda de migrantes na sociedade alemã: “Não é possível integrar o grosso dos migrantes que está chegando aqui”.

Enquanto isso, o chefe da inteligência alemã Hans-Georg Maaßen, foi alertado que muçulmanos radicais na Alemanha estão examinando os abrigos para refugiados a procura de novos recrutas. Ele disse o seguinte:

“muitos dos candidatos a asilo têm um background religioso sunita. Na Alemanha há um ambiente salafista que vê isso como solo fértil. Estamos observando que salafistas estão aparecendo nos abrigos, disfarçados de voluntários e ajudantes, deliberadamente procurando fazer contato com refugiados com o objetivo de convidá-los a visitarem suas mesquitas com o intuito de recrutá-los para a causa deles”.

O editor do jornal Neue Westfälische Ansgar Mönter, denuncia que salafistas em Bielefeld, uma cidade em Reno, Norte da Westphalia, já conseguiram se infiltrar em centros para refugiados naquela região, trazem brinquedos, frutas e legumes para os migrantes.

Mönter afirma que políticos “ingênuos” estão contribuindo para a radicalização de refugiados, ao solicitarem a grupos representativos dos muçulmanos que estendam a mão aos migrantes.

Mönter destaca que os principais grupos muçulmanos na Alemanha abraçam as interpretações fundamentalistas do Islã e têm uma orientação antiocidental. Alguns grupos têm ligação com a Irmandade Muçulmana ao passo que outros querem implementar a lei da Sharia na Alemanha. Segundo Mönter, os políticos não deviam incentivar esses grupos a estabelecerem contato com os novos migrantes.

Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter. Seu primeiro livro, Global Fire, estará nas livrarias no início de 2016.

http://pt.gatestoneinstitute.org/6688/abrigos-sharia-alemanha

Estupradas, agredidas e vendidas: meninas relatam abusos nas mãos do Estado Islâmico

Três jovens yazidis que escaparam de extremistas do Estado Islâmico relatam experiências para muçulmanos em escolas britânicas.

Três jovens mulheres da minoria religiosa yazidi que foram usadas como escravas sexuais pelo grupo militante auto denominado Estado Islâmico narraram as suas terríveis histórias em Londres.

As moças são frágeis, bonitas e continuam muito assustadas.

Elas temem mostrar os rostos, porque, segundo elas, têm amigos e família reféns dos fanáticos que poderiam sofrer represálias, caso suas identidades sejam reveladas.

É difícil imaginar o que poderia ser pior do que elas já sofreram.

“Éramos estupradas até cinco vezes por dia”, diz Bushra, de 20 anos. “Uma menina foi ao banheiro e cortou os pulsos, mas não morreu. Eles cortaram o pescoço dela. Os guardas me mandaram identificá-la: ‘É uma amiga sua’. Eu não consegui reconhecê-la. O rosto dela estava coberto de sangue. Os guardas a enrolaram em um lençol e jogaram o corpo no lixo.”

Para minorias religiosas, o avanço das tropas do EI sobre enormes regiões da Síria e do Iraque é uma ameaça constante. Qualquer um que contrarie de alguma maneira o projeto de califado dos extremistas está sujeito a duras penas.

Para o grupo, a única lei é a sharia (o código legal islâmico), e infiéis não têm vez. Como os yazidis não são nem cristãos nem muçulmanos, mas adoram um deus pagão, aos olhos dos fanáticos muçulmanos são adoradores do demônio, e o seu extermínio é justo.

Bushra conta como aconteceu a invasão do seu povoado, há exatamente um ano.

Invasão do vilarejo
“Certa noite, fomos atacados perto de dois vilarejos. A batalha durou até às 6h. Parentes no vilarejo mais próximo nos aconselharam a fugir, porque não havia soldados peshmerga, só yazidis. Mas no nosso povoado, os peshmerga disseram que não precisávamos nos preocupar e que nos protegeriam.”

Só que as forças peshmerga curdas não resistiram ao EI, e invadiram o nosso vilarejo.

 'Éramos estupradas até cinco vezes por dia', diz vítima  (Foto: BBC)‘Éramos estupradas até cinco vezes por dia’, diz vítima (Foto: BBC)

Noor, de 21 anos, continua a história.

“Eles separaram homens, mulheres e crianças. Os homens foram levados para ser fuzilados. Eu tinha sete irmãos, só um conseguiu escapar. Os outros seis estão desaparecidos. A minha mãe foi levada junto com umas 70 moradoras mais idosas. Vimos uma escavadeira chegar e ouvimos tiros.”

Só as jovens foram poupadas, e muitas prefeririam não ter sido.

Munira, de 16 anos, disse que as moças foram reunidas numa sala de aula e começaram o processo de seleção.

“Os comandantes do EI têm entre 50 e 70 anos. Eu tinha 15 quando fui escolhida por um deles. Ele disse que meninas são melhores que as mais velhas. Normalmente, escolhem as mais bonitas e jovens.”

Depois de algumas semanas, ele se cansou dela. “Abu Mohammed disse: ‘Tive essa menina quando ela era virgem. Agora me cansei dela. Quero outra’.”

“Fui vendida para Abu Abdullah, que também me estuprou. Ele se cansou de mim depois de uns poucos dias e me vendeu para Emad. Se eu não tivesse escapado, teria sido vendida de novo.”

As moças eram espancadas e estupradas diariamente. Mesmo traumatizadas e exaustas, não pensaram duas vezes quando surgiu a oportunidade de fugirem. Noor foi flagrada ao tentar pular pela janela. O seu “dono”, Salman, a puxou de volta e disse que seria punida.

“Castigo”
“Salman e seus ajudantes me bateram e me queimaram com pontas de cigarro. Salman mandou que eu tirasse a roupa e disse: ‘Eu te avisei para você não tentar fugir. Agora, você vai ver o seu castigo.”

“Ele deixou outros seis soldados entrarem e trancou a porta. Eles me estupraram brutalmente. Nem sei quantas vezes.”

As três moças acabaram escapando e foram morar em campos de refugiados no Iraque.

 Vítimas do autoproclamado Estado Islâmico contam histórias de abuso e sofrimento  (Foto: BBC)Vítimas do autoproclamado Estado Islâmico contam histórias de abuso e sofrimento (Foto: BBC)

De lá, foram trazidas para a Inglaterra pela organização humanitária AMAR, que trabalha na divulgação da história delas para combater as campanhas que já levaram várias jovens britânicas a deixar o país e se unir ao EI.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/estupradas-agredidas-e-vendidas-meninas-relatam-abusos-nas-maos-do-ei.html

Durante uma palestra na Bristol City Academy, Noor, Bushra e Munira ficaram sentadas ao lado de três adolescentes.

Pouco depois do ataque aos yazidis, a adolescente Yusra Hussein, de 15 anos, abandonou a escola em que terminava o ensino médio para entrar no Estado Islâmico.

Nasra Ahmed, de 18 anos, diz estar em contato com Yusra e outras jovens seduzidas pelo EI pelas redes sociais. “Elas têm uma bela casa, marido, dinheiro. Tudo o que uma menina de 15 anos pode querer.”

“É tudo mentira”, responde Noor, irritada. “Eles te prometem uma bela casa, empregados e um carro, mas é tudo mentira.”

‘Não vá!’
Outra jovem de Bristol, Ikram Hassan, de 14 anos, pergunta que conselho elas dariam a outras meninas que pensam em se juntar aos militantes islâmicos.

“O meu recado é: Não vá!” diz Munira. “Você vai ser estuprada, espancada e vendida para outros homens. Eles são criminosos.”

Em outra escola, desta vez em Birmingham, na região central da Inglaterra, professores e líderes comunitários tentam passar o mesmo recado através da campanha Open Your Eyes (Abra os Olhos, em tradução livre). Eles mostram vídeos de atrocidades do EI.

A maioria muçulmana da escola assiste ao filme respeitosamente, mas só parece realmente interessada quando as três jovens yazidis entram na sala para conversar.

Nasra conta a sua história de estupros e mortes ao grupo.

“Me sinto morrendo por dentro quando ouço falar em meninas querendo ir para lá. Eu não desejo a ninguém o que eu vi e experimentei por lá.”

Os alunos ficam visivelmente chocados. Um deles pede desculpas em nome da maioria dos muçulmanos, pacífica. O contato direto com moças da mesma idade causou um impacto.

Infelizmente, as três jovens yazidis têm que voltar para o Iraque no dia seguinte.