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Há de Fato Grupos Terroristas de Orientação Cristã ou Budista?

Por Andréa Fernandes e Gil Carlos Montarroyos

Há algum tempo vemos vários supostos especialistas proferirem duas justificativas básicas em entrevistas acerca dos constantes ataques terroristas perpetrados por grupos islâmicos. Inicialmente, afirmam que não se trata de “motivação religiosa” os atos de terror, uma vez que os muçulmanos que promovem a barbárie não estariam representando o “verdadeiro Islã”, que essencialmente defenderia a paz e coexistência entre os povos. Ultrapassada a “blindagem” sem nenhum respaldo histórico ou doutrinário para tal, emendam com o seguinte argumento: “há também grupos terroristas cristãos”, porém, os massacres promovidos por muçulmanos contra as comunidades cristãs no Sri Lanka reforçaram a tese – até então tímida – de “terrorismo budista”. Assim, o intuito de deslegitimar a base islâmica no terrorismo global acabou criando tacitamente a ideia de que outras religiões dariam suporte para que os seus seguidores promovessem terrorismo.

Entretanto, todo aquele que prestigia a rara “honestidade intelectual” nos debates deveria perguntar: há de fato grupos terroristas cristãos e budistas em atuação no mundo hodierno? A resposta é simples, clara e retumbante – NÃO! O fato de grupos formados por cristãos ou budistas exacerbarem suas retaliações a ataques de grupos terroristas islâmicos não os fazem terroristas cristãos ou budistas, até pelo fato de não haver amparo para esse tipo de atividade paramilitar em ambas as religiões.

Mas, por que vemos “especialistas” repercutirem essas falácias em entrevistas sempre que há atentados terroristas praticados por jihadistas? A resposta também é simples – desinformação em favor do Islã. Enquanto a opinião pública global desconhece o conteúdo de sectarismo, antissemitismo e discursos de ódio “comuns” no mundo midiático muçulmano, há no Ocidente uma desencabulada militância islâmica na grande mídia promovendo eficientemente a ocultação das barbáries promovidas por governos, grupos e líderes religiosos muçulmanos em nome do Islã, ao mesmo tempo em que minorias muçulmanas utilizam a legislação dos países ocidentais que as acolheram para impor a implantação da sharia (lei islâmica), criminalizando e censurando as críticas ao cânon doutrinário muçulmano.

Aplicação da “Lei da Blasfêmia” na Europa

A aplicação prática a que inconscientemente já estão sendo forçados a adotar os europeus, muito além de partes da sharia, a fim de prestar submissão ao Islã ficou claramente demonstrada em outubro de 2018, em controversa decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, que corroborou a aplicação da “lei da blasfêmia” em toda a sua jurisdição a fim de “preservar a paz religiosa” na Europa. Isso causou um precedente perigoso, pois o aludido julgamento firmou o entendimento de que críticas a Maomé – fundador do Islã –  configura “incitação ao ódio”, resultando em notória violação à liberdade de expressão, bem como uma evidente constatação do lobby pró-Islã. No processo sub oculis, a austríaca Elisabeth Sabaditsch-Wolff foi condenada por supostamente “denegrir crenças religiosas” ao ousar informar aos ouvintes de suas palestras sobre os perigos do fundamentalismo islâmico, que segundo a tradição,  o profeta Maomé casou-se com uma menina de 6 anos e manteve relações sexuais quando a criança completou 9 anos.

O precedente jurisprudencial do Tribunal Europeu de Direitos Humanos autoriza os Estados da Europa a promoverem restrição ao direito à liberdade de expressão se ocorrer discurso considerado “ofensivo” aos muçulmanos, ainda que fundamentados em dados históricos e nos demais aportes religiosos belicosos que não costumam ser divulgados abertamente no Ocidente. A “mordaça islâmica” foi consubstanciada através de alguns instrumentos e normas legais visando censurar as críticas e/ou informações que resultem na problematização do Islã.

Um exemplo a ser citado versa sobre o “conluio” das principais plataformas digitais –  notadamente Facebook, Twitter, YouTube (Google) e Microsoft – formalizando o “Código de Conduta sobre a Oposição ao Discurso ilegal de Ódio Online[1] para combater supostas expressões de racismo e xenofobia, apesar de não existir no referido código de conduta e nas leis europeias uma definição clara do que vem a ser “discurso ilegal de incitamento ao ódio”, impedindo, na prática, denúncias de violações dos direitos humanos fulcradas na crença islâmica.

Por outro lado, o “código de conduta” com países muçulmanos funciona “à moda sharia”: a pedido do governo indonésio, o Google lançou o aplicativo “Smart Pakem” para Android através do qual se possibilita que muçulmanos denunciem outros muçulmanos ou integrantes de minorias que professem crenças “equivocadas” em violação da sharia, que proíbe insultos ao Islã, insultos contra o profeta Maomé ou o reconhecimento de qualquer outra religião além do Islã[2]. Já na Arábia Saudita, a Apple e Google disponibilizaram há alguns anos em suas lojas de apps o “Absher”, a fim de que os homens monitorem as mulheres que estão sob sua “guarda misógina” impedindo-as de viajar sem “autorização patriarcal”, o que mostra que a preocupação com violação dos direitos humanos não é o foco para os gigantes da TEC quando celebram seus acordos para promover censura mundo afora[3].

Nessa verdadeira batalha para alcançar o sucesso absoluto da “hegemonia midiática islâmica”, países muçulmanos e seus “aliados ocidentais” não poupam esforços. São várias as emissoras de televisão no mundo muçulmano que são publicamente terroristas: Al-Manar (Hizballah), Al-Aqsa (Hamas) e Al-Zawra (Iraque). Outras estações em países muçulmanos despejam diariamente discursos de ódio contra os muçulmanos considerados “apóstatas” e/ou não-muçulmanos, além de propagarem demonização de grupos minoritários. Alguns desses canais são controlados por monarquias e poderosos grupos safafistas do Oriente Médio, como a TV Wesal, financiada pelo setor privado de salafistas do Kuwait, Catar e Arábia Saudita.

Contudo, a insidiosa TV Al-Jazeera – controlada pelo Emirado do Catar – é considerada um dos mais populares canais do mundo árabe e se destaca também no Ocidente, recebendo elogios de grandes jornais, tais como “The Guardian” e “New York Times”, mas, defende abertamente o grupo terrorista palestino Hamas, além da perigosa Irmandade Muçulmana e serviu como “agente de propaganda” do Estado Islâmico ao receber com “louvor” em seus programas “personalidades” que ovacionaram o grupo terrorista genocida, chamado pela emissora de “organização estatal”. Nem as rezas do Líder da União Mundial dos Sábios Muçulmanos, sheik Yusuf al-Qaradawi, no programa mais popular da emissora – intitulado “Sharia e Vida” – clamando a Alah pela morte de todos os judeus abalou a sua “credibilidade”[4].

  Para quem não conhece a perigosa influência do Catar, financiador da Al- Jazeera, vamos discorrer brevemente sobre o tema.

A Influência Geopolítica do Catar no Sistema Internacional

Micro país de orientação islâmica (1)[5], localizado na península arábica, monarquia absolutista de formação majoritária de muçulmanos sunitas. Governado pela família Al-Thani desde meados do século XIX, o Catar nos últimos 60 anos transformou-se de um pobre protetorado britânico – observado principalmente por pertencer a um Estado independente com significativas receitas de petróleo e gás natural – sendo alçado a nível de um “global player[6]”, após a ascensão ao trono de Hamad bin Khalifa Al-Thani, inclusive na projeção de hard power[7], principalmente como o maior financiador de grupos terroristas islâmicos do mundo, como por exemplo, Hamas, Hizballah, Autoridade Palestina, dentre outros.

O contínuo desvio das receitas petrolíferas em meados da década de 1990 pelos emires do Catar permanecendo continuamente na Europa atrofiou o crescimento econômico do país. O ex-embaixador Hamad bin Khalifa Al-Thani, que derrubou seu pai em um golpe sem derramamento de sangue em 1995, introduziu amplas reformas no campo político e midiático, investimentos econômicos sem precedentes e um crescente papel de liderança regional do Catar, em parte por meio da criação da rede de notícias árabe via satélite Al-Jazeera, e, também pela constante ingerência em alguns conflitos regionais – dentre os quais, o conflito Israelo-Palestino – e o apoio a grupos terroristas como o Estado Islâmico e milícias Houtis no Iêmen.

Nos anos 2000, O Catar resolveu suas antigas disputas fronteiriças com o Bahrein e a Arábia Saudita e, em 2007, alcançou a maior renda per capita do mundo. O Catar não experimentou agitação doméstica ou violência como a observada em outros países do Oriente Próximo e Norte da África em 2010-11, em grande parte devido à sua projeção econômica. Em meados de 2013, Hamad abdicou pacificamente, transferindo o poder para seu filho, o atual Emir, Tamim bin Hamad.

Tamim continua popular com o público Catariano, tendo priorizado melhorar o bem-estar político, social e econômico do emirado, incluindo o estabelecimento de sistemas avançados de saúde e educação e expandindo a infraestrutura do país em antecipação à realização da Copa do Mundo de 2022, em Doha.

Recentemente, as relações do Catar com seus vizinhos têm sido conturbadas. Após o surto de agitação regional em 2011, Doha se orgulhou do seu apoio a muitas revoluções populares, particularmente na Líbia e na Síria. Essa postura foi prejudicial às relações do Catar com Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos (EAU), que temporariamente retiraram seus respectivos embaixadores de Doha, em março de 2014.

O emir pessoalmente supervisionou o aquecimento das relações do Catar com Bahrein, Arábia Saudita, e os Emirados Árabes Unidos em novembro de 2014, após a mediação do Kuwait e assinatura do Acordo de Riad. Em junho de 2017, no entanto, o Quarteto – Bahrein, Egito, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos – cortaram relações diplomáticas e econômicas com o Catar em resposta a supostas violações do acordo. Este impasse continua, muito por sua atuação direta em apoio a milícia xiita Houti no Iêmen, fato que prejudica diretamente a potência regional – a Arábia Saudita – diante de seu maior rival regional, o Irã.

Entrementes, é de curial relevância resssaltar que, segundo relatórios de inteligência das principais potências ocidentais, esse pequeno país sustenta no âmbito financeiro praticamente todos os grupos de propagação do Islã, juntamente com a Arábia Saudita, Irã e Turquia. Não obstante a essa atividade, houve a ruptura dos antigos parceiros regionais, Catar e Arábia Saudita, no sistema regional do Oriente Médio.

Retornando ao assunto em tela, entendemos os motivos de tamanha militância islâmica em todo o Ocidente – milhões de dólares – em propagação do islã através de mussalas, madrassas e mesquitas, inclusive em locais sem nenhuma tradição dessa ideologia político-religiosa, como a mussala no bairro de Rio Doce (2)[8], em Olinda-PE, além dos centros islâmicos em Natal, Aracajú e Fortaleza.

Grupos Terroristas Religiosos – Estudo de Caso

Segundo o GTD – Global Terrorism Database[9], são aproximadamente 2884 grupos terroristas catalogados, sendo a maioria absoluta de grupos de orientação islamo-marxista, seis de orientação supostamente “cristã”, e nenhum de orientação budista. Mas, há de fato grupos terroristas cristãos, no sentido de propagar a fé cristã pela violência? Absolutamente, não! De certo, não há nenhum amparo nas escrituras teológicas cristãs o proselitismo baseado na violência, muito pelo contrário – “Não por força e nem por violência, mas, pelo meu espírito, diz o Senhor” – Zacarias 4:6. Mas, por que insistem em atribuir essa atitude violenta aos cristãos e ao Cristianismo? Como não poderia deixar de ser, os “arautos da mentira” recorrem às concepções anacrônicas para explicar eventos atuais.

Bem, muito embora não haja amparo nas Escrituras para uso de um proselitismo violento, houve um grande período da Cristandade em que essa prática foi usada. Segundo alguns autores, do início das Cruzadas, entre 1090 até 1824, com o fim da Inquisição no Brasil, houveram eventos de extrema violência no processo de cristianização do mundo – da Terra Santa à Escandinávia – do Império Romano aos Autos-de-fé inquisitoriais. Tanto na Europa, quanto no “Novo Mundo”, houveram verdadeiras carnificinas, muito embora não havendo nenhum respaldo teológico para tais atos, tratando-se apenas de expansão política do Estado papal. Cumpre destacar que, houve também, durante as Cruzadas o contra-ataque tardio a séculos de agressão muçulmana visando recuperar terras cristãs e defender os cristãos dos ataques da jihad muçulmana, cuja hostilidade sangrenta aos não-muçulmanos iniciou-se há mais de 450 anos antes do saque cruzado a Jerusalém.

Até mesmo a odiosa Inquisição que promoveu banhos de sangue com intuito de pretensamente combater a “heresia” foi promovida sem amparo bíblico. Inclusive, na Idade Média a heresia era considerada um “crime contra o Estado” punível com a pena de morte, ressaltando, com isso, o aspecto político camuflado de dogma religioso. Porém, a falta de amparo teológico levou a Igreja a reconhecer o grave erro: o Papa João Paulo II ao lançar um livro sobre a Inquisição repetiu a frase retirada de um documento do ano 2000, em que pela primeira vez o lider máximo da Igreja Católica pediu perdão pelos “erros cometidos a serviço da verdade por meio do uso de métodos que não têm relação com a Palavra do Senhor. Os “métodos” incompatíveis com os escritos sagrados seriam a tortura, conversões forçadas e fogueiras nas quais eram queimados os acusados de heresia[10]. Atualmente, nenhum “grupo terrorista” supostamente cristão se refugia nos “fundamentos” da Inquisição para perpetrar atos de terror.  Muito diferente da ideologia político-religiosa do Islã: segundo a autoridade religiosa sunita mais influente do Oriente Médio, Yusuf Al-Qaradawi, o Islã só sobreviveu durante tantos séculos graças à aplicação da “pena por apostasia”, geralmente morte. Todavia, a fala do renomado islamita não foi proferida em discurso com pedido de desculpas; muito pelo contrário, Al-Qaradawi evocou o alusivo fato histórico para sustentar entendimento de justificar a continuidade da pena de morte por apostasia[11].

Há centenas de referências do uso da força na propagação da fé islâmica no Alcorão – Sunnah (textos atribuídos ao profeta), hadiths (coletâneas de falas do profeta), e fatwas (Jurisprudência islâmica) – desde sempre esses mandamentos foram e são praticados sem qualquer constrangimento. Há sem sombra de dúvidas todo um embasamento corânico para a aplicação da violência contra os infiéis (não-muçulmanos). Desde a sua gênese, o Islã sempre fez uso desenfreado da força como meio de persuasão proselitista. Diversas tribos e povos foram convertidos ao Islã sob essa prática. Embora existam muitos que tentam a todo custo negar a necessidade do uso da violência por parte do muçulmano para impor aos “infiéis” a fé islâmica, sabemos que se trata apenas de taqyyah, uma das muitas formas de mentira permitida no islã para “persuadir” o não-muçulmano a crer no Islã.

Taqiyyah e dissimulação: as más práticas do Islã

Segundo consta na Sunnah, nos Hadiths e em muitas fatwas, aos muçulmanos de todas as idades e sexos é permitido dissimular e mentir tanto para se proteger quanto para expandir o Islã, sendo exemplos de preceitos que permitem a mentira e a dissimulação: Alcorão – 16:106, 3:28, 9:3, 40:28, 2:225, 66:2, 3:54. HadithBukhari: 50:369, 52:269, 49:857, 84:64-65, Muslim: 32:6303.

Para o muçulmano, o dever da verdade existe somente em relação a outro muçulmano, enquanto que para o não-muçulmano, também denominado kafir (infiel), é permitido mentir das mais diversas formas, para não prejudicar o Islã. Ou seja, se dizer a verdade em dado momento for prejudicial ao Islã, é permitido mentir e/ou dissimular.

Essas mentiras e dissimulações visam ganhar a confiança dos infiéis, expor suas vulnerabilidades, desviar a atenção das verdadeiras intenções para no fim, subjugá-los. Algumas das formas permitidas de mentir são:

  • TAQIYYA ou MUDA’RAT – dizer algo que não é verdade.
  • KITMAN – mentir omitindo, como, por exemplo, citar para um infiel somente parte de um preceito que o cativará e o levará a conversão, sem dizer o restante e a quais outros preceitos está ligado.
  • TAWRIYA – fazer uso da ambiguidade para confundir e enganar o infiel.
  • TAYSIR – ludibriar o infiel demonstrando flexibilidade e moderação dizendo não observar todos os princípios da sharia.
  • DARURA – quando o muçulmano, para beneficiar e fazer avançar o Islã, engana o infiel (não-muçulmano), praticando atos que segundo o Alcorão e os Hadiths são proibidos, como, por exemplo, a exposição de mulheres muçulmanas em atividades que não lhes são permitidas para fazer crer que a opressão da mulher no Islã não é verdade ou quando se travestem à moda ocidental, como o presidente deposto do Egito Mohammed Mursi, que após a deposição, foi apoiar a Irmandade nos EUA.

De todas as formas de mentir, no entanto, a mais emblemática e que representa bem o que ocorre na Europa e que se espalha para o resto do mundo ocidental, é a MURUNA, que consiste em suspender temporariamente a SHARIA – o cumprimento dos preceitos – para fazer crer que todos os imigrantes muçulmanos são moderados, onde as primeiras levas de muçulmanos, quando estão se estabelecendo, deixem transparecer uma áurea de compatibilidade e adaptabilidade, de que não são uma ameaça, perante os não-muçulmanos do país acolhedor, até o ponto em que novos imigrantes vão chegando e a comunidade ganhe força, ocasião em que a sharia é retomada.

Por isso, quando alguns afirmam que não existe diferença entre um muçulmano moderado e um muçulmano radical, é porque, em certos casos, enquanto alguns iludem quem os acolhe, outros ganham tempo para agir na destruição de tudo que o Islã combate. Na verdade, o Ocidente não está preparado para enfrentar os sérios problemas decorrentes da impossibilidade de assimilação de garnde parte dos muçulmanos; os valores e os freios morais judaico-cristãos impedem que enxerguemos uma cultura díspar como ela realmente é; tendemos a acreditar nas palavras das pessoas, medindo-as pelos nossos valores; não concebemos a hipótese de alguém estar mentindo enquanto fala de paz e amor. Mas, “paz e amor”, segundo os paradigmas acima expostos, conduzem o “muçulmano ortodoxo” não apenas a defender sua ideia de fé original, vai além, conduzindo-o a usar os meios em detrimento dos fins com intuito de propagar o Islã no mundo infiel.

Dessa forma, utilizando as estratégias de “Taqiyyah” e “Muruna” previstas no seu arcabouço doutrinário aliadas aos estereótipos inventados em acordo com lideranças seculares progressistas para culpar e inferiorizar todas as demais religiões, o Islã salafista e/ou wahabbita segue utilizando o “terror” e a “vitimização” como instrumentos de dominação.

No Ocidente pós-cristão, a guerra de narrativas continua sendo vencida pela espada!

 

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Gil Carlos Montarroyos – Internacionalista e historiador com estudos voltados ao terrorismo islâmico.

Imagem RFI

[1] https://www.epochtimes.com.br/uniao-europeia-censura-internet-para-combater-discurso-odio/

[2] https://www.jihadwatch.org/2018/12/indonesia-google-approves-app-enabling-muslims-to-report-people-who-commit-blasphemy

[3] https://noticias.uol.com.br/tecnologia/noticias/redacao/2019/02/15/absher-app-rastreia-mulheres-arabia-saudita-apple-google.htm

[4] https://www.gospelprime.com.br/al-jazeera-e-o-pedido-de-apoio-de-gleisi-hoffmann/

[5] https://www.cia.gov/library/publications/resources/the-world-factbook/geos/qa.html.

[6] Ator global do sistema internacional.

[7] Projeção ou influência militar em amplo espectro.

[8] http://arresala.org.br/institutos-islamicos#1514845269605-8efc063b-41cf.

[9] https://www.start.umd.edu/gtd/search/BrowseBy.aspx?category=perpetrator.

[10] http://www.montfort.org.br/bra/cartas/historia/20040622192702/

[11] https://www.gatestoneinstitute.org/3572/islam-apostasy-death

O dilema de Ecoar a Voz dos Mártires num país majoritariamente cristão

Por Andréa Fernandes

Hoje, a luta de uma brasileira como projeto para dar voz às minorias perseguidas em países muçulmanos completa 3 anos. Num momento apropriado, serão externados os meandros que deram origem à ONG Ecoando a Voz dos Mártires, mas a data especial de aniversário da única instituição humanitária que reivindica os direitos de minorias esmagadas pela tirania islâmica não poderia passar sem algumas reflexões necessárias.

Quando cursei Relações Internacionais, lembro que qualquer questão em sala de aula que versasse sobre Cristianismo era tratada, na melhor das hipóteses, com desprezo, sendo que na maioria das vezes, o escárnio “brilhava” na face dos professores, e apesar de a perseguição contra cristãos ser uma realidade em países muçulmanos e comunistas, NUNCA houve qualquer menção dessa violação de direitos humanos em solo acadêmico. Pelo contrário, alguns professores ordenavam a leitura de uma série de artigos de autores multiculturalistas na tentativa desumana de disseminar a ideia de que todos os seguidores da cultura islâmica seriam propensos a assimilação.

E qualquer tentativa de demonstrar que alguns discípulos de Mohammad utilizavam bases religiosas para disseminar o terror era severamente punida como certa feita aconteceu comigo. Uma professora ativista da “causa palestina” indicou a confecção de artigos que deveriam ter o conteúdo explicado verbalmente pelos alunos, e eu tive a ousadia de escrever um artigo sobre o grupo terrorista islâmico palestino Hamas. Antes de apresentar o trabalho para os demais alunos, ouvi da “professora”: “pessoal, esse é um exemplo de trabalho que não pode ser considerado acadêmico e sim, senso comum”. Durante minha fala, alguns alunos faziam deboches mencionando Israel e a professora-ativista gargalhava!

Lógico, que ao final, discuti com a defensora do fundamentalismo islâmico que dá base para o terrorismo e levei o assunto à direção da faculdade. Como além de ativista panfletária, a referida senhora era também péssima professora e não cumpria com sua obrigações contratuais, foi dispensada pela direção, mas, sofri perseguição até a conclusão do bacharelado, pois, eu ainda tinha o péssimo hábito de defender o “sionismo”, considerado “crime intelectual” em diversas, senão todas universidades brasileiras.

Como nunca vi nenhum curso, simpósico, conferência ou palestra de cunho acadêmico ou não, denunciando e condenando a terrível perseguição de governos muçulmanos contra minorias, e sabedora por uma organização cristã mundialmente conhecida sobre a perseguição violenta aos cristãos, resolvi me aprofundar no tema. Estudei bastante e comecei a ler as matérias da mídia árabe que são sutilmente ocultadas pela mídia ocidental. Daí, descobri que nenhuma instituição tinha conseguido demonstrar a contento o verdadeiro estado deplorável em que se encontram não somente os cristãos, mas diversas outras minorias no mundo muçulmano. Além disso, descobri que o próprio ativismo LGBT de esquerda tão agressivo em suas “manifestações anti-cristãs”, se calava em relação à violência que seus pares sofriam em países muçulmanos. Deve ser mais fácil cometer “blasfêmia” numa perspectiva cristã do que blasfemar contra os preceitos da “religião da paz”, que impõe a pena de morte contra homossexuais.

Resolvi não me calar diante de um mundo de injusitça que se “descortinava” diante dos meus olhos… Suplicava oportunidade para palestrar em igrejas no afã inocente de lograr apoio e mergulhei nas redes virtuais com incontáveis denúncias, inclusive, referentes às igrejas que promoviam a religião que no seu corpo doutrinário induz a perseguição aos cristãos como a “religião da paz”. Seguidores de pastores submissos à sharia (lei islâmica) me perseguiram ao ponto de ser obrigada a cancelar um perfil no Facebook. Dá para acreditar nisso?

Nesses três anos de luta organizada denunciando as aberrações promovidas por governos, grupos e comunidades que professam o Islã conforme ensinado há mais de 1.400 anos pelo profeta Mohammad, foram muitas as surpresas e decepções. Jamais imaginei o quanto a igreja brasileira – seja evangélica ou católica – desprezaria a dor que seus “irmãos” passam em terras muçulmanas e comunistas. Alguns, até se emocionavam e choravam ao assistir minhas palestras na época em que não presidia a ONG EVM, e no calor do momento, prometiam “mundos e fundos”, que rapidamente foram substituídos pelo torpor que o mundo gospel promove às custas da “teologia da prosperidade”. Porém, foi uma ativista não-cristã, de nome Silvia Moral, diretora de uma presitigada ONG em Sorocaba, interior de São Paulo, que lendo meus textos no Facebook, se comoveu e me aconselhou a promover a causa através de uma instituição humanitária, oportunidade em que, me presenteou com a associação que veio a ser chamada de Ecoando a Voz dos Mártires. Não paguei um real pelos serviços que Silvia promoveu através de seu escritório de contabilidade para administrar a ONG.

Isso me levou a pensar: palestrei em tantas igrejas com o objetivo de convencer os “crentes” a socorrer seus irmãos “in loco” e nunca houve o aconselhamento e ajuda para se constituir uma ONG. Mas, uma ativista que não segue o Cristianismo se compadeceu… E quantos pensam que a “compaixão” é uma virtude exclusivamente “cristã”? Esse caso me lembrou os ateus que passaram a apoiar minha luta e alguns ativistas LGBTs de direita que trabalharam muito para levar meus vídeos em francês para o exterior.

De igrejas, quando muito, ouvia promessas e mais promessas… Foram poucas que me receberam e forneceram algum tipo de apoio e se relatar alguns “acontecimentos” envolvendo políticos, jornalistas e pregadores famosos do mundo evangélico, certamente escandalizaria a muitos… A aversão da “igreja” pelo tema “perseguição aos cristãos e minorias no mundo muçulmano” envolve algumas situações que posso descrever em outra oportunidade, como, aliás, já abordei em outros tantos artigos, porém, não deixa de ser totalmente vergonhosa e anti-cristã a conduta de quase completa omissão.

Desde 2006, participei de reuniões no Ministério das Relações Exteriores (MRE) e denunciei a Cristofobia em países muçulmanos, solicitando à nossa diplomacia a denúncia e condenação da perseguição promovida contra cristãos na Assembleia Geral da ONU que acontece anualmente em setembro, na sede das Nações Unidas. O representante do MRE, Pedro Saldanha, havia se prontificado a encaminhar o assunto ao Itamaraty e a incauta aqui tentou de diversas formas conseguir apoio de importantes “convenções evangélicas” brasileiras. Todavia, o socorro à “igreja perseguida” ainda não integra a “pauta de preocupação” de grande parte das lideranças evangélicas e católicas no país majoritariamente cristão.

Perseguição só vai compor pauta de discussão quando a “explosão de poder” dentro dos templos evangélicos for “bombástica”! Contudo, cabe a mim prosseguir numa seara que não sensibiliza muitos “mercadores da fé” a instaurar “milionárias campanhas”… No Brasil, a campanha que agrada a cristandade é aquela que abastece o próprio ventre.

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, colunista de Portais de Notícias, Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem Amnesty International

EVM e Ordem dos Jornalistas do Brasil

Rio de Janeiro – A equipe da ONG Ecoando a Voz dos Mártires esteve nesta terça-feira (30/05/17), articulando mais uma nova empreitada. A presidente da ONG Andréa Fernandes e seu assessor Daniel Sousa, visitaram a sede da Ordem dos Jornalistas do Brasil (OJB), a fim de firmarem filiação para voluntariamente criar conteúdos jornalísticos para a entidade, recebendo assim, a função de jornalistas de acordo com a decisão do STF-Re 511.961.

O presidente da OJB, Dr. João Cabral e a jornalista Helen Pontes receberam a equipe da EVM para promover projetos jornalísticos, que serão de grande importância para a Ordem e também para a EVM nas sua articulações pelas instituições públicas do Brasil, e no que diz respeito ao que cabe lugar no papel da Imprensa brasileira e no exterior.

A ONG EVM dentro de alguns dias “engrossa o caldo” com dois jornalistas próprios na busca pela excelência, e toma para si o dever de publicar notícias das minorias que sofrem pelo mundo, no lugar daqueles que abafam suas vozes.

A EVM é assim: incansável para dar voz aos mártires.

Por Daniel Sousa (assessor EVM)

Deputado Ezequiel Teixeira se prontifica a encaminhar pleito da ONG EVM à Comissão de Direitos Humanos

Rio de Janeiro – A presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires esteve em reunião com o deputado federal Ezequiel Teixeira e o assessor Cássio Barreiros na noite de domingo na sede do Projeto Vida Nova.

No encontro, Andréa Fernandes relatou a luta da ONG para “dar voz” em nosso Parlamento às minorias étnicas e religiosas perseguidas no mundo muçulmano, e de pronto, o Deputado ofereceu-se para encaminhar o assunto à Comissão de Direitos Humanos da qual tem participado ativamente.

Ezequiel Teixeira ficou impressionado com os dados acerca da perseguição aos cristãos e se comprometeu a “abraçar a causa”. O deputado tem se engajado na Câmara Federal em defesa da família e do desenvolvimento social.

O assessor do deputado solicitou à presidente da instituição humanitária o encaminhamento de informações sobre as violações dos direitos humanos no mundo muçulmano para que Ezequiel Teixeira possa discorrer na grande mídia acerca da terrível perseguição que atinge os cristãos em países islâmicos. Na oportunidade, Andréa fora convidada para expor o tema em Brasília.

 

Palestra aborda ações humanitárias no mundo muçulmano

A advogada e internacionalista Andréa Fernandes Vieira ministrou na noite de quarta-feira (22), no plenário da Câmara Municipal, palestra sobre a necessidade de ações humanitárias em países muçulmanos. O evento aconteceu em parceria entre a Escola Legislativa e a organização não governamental “Ecoando a voz dos mártires”, da qual a palestrante é presidente.

Andréa iniciou a palestra ao explicar o tema. “Nós vamos falar sobre a perseguição religiosa que tem gerado uma grande catástrofe em países muçulmanos, que não é comentada pela mídia global, nem combatida pela Organização das Nações Unidas (ONU) ou por organismos que deveriam tratar sobre este assunto”.

Ainda, segundo a palestrante, o Estado Islâmico e muitos governos muçulmanos estão promovendo uma “limpeza religiosa” nos países do Oriente Médio e da África. “Esperamos que o Brasil, onde a maioria da população é cristã, se levante para dar voz aos cristãos e à outras minorias que estão sendo dizimadas”, comentou Andréa, destacando a necessidade de a sociedade brasileira colaborar com as instituições humanitárias que prestam auxílio nesses locais.

Durante o evento, foram apresentados dados estatísticos e documentação fotográfica sobre as situações de violência denunciadas.

http://www.araras.sp.leg.br/palestra-aborda-acoes-humanitarias-no-mundo-muculmano/6363

EVM CONVENCE MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES A PROPOR AO ITAMARATY A INCLUSÃO DE CONDENAÇÃO DA “CRISTOFOBIA” EM DISCURSO NA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU

Por Andréa Fernandes

Mais uma vez, a equipe de internacionalistas do Ecoando a Voz dos Mártires (EVM) participou de videoconferência com o Ministério das Relações Exteriores e Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, em 29 de março, sobre a atuação internacional do Brasil em temas de direitos humanos. O referido diálogo é realizado periodicamente, seis vezes ao ano, antes e depois das sessões do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra.

As videoconferências costumam ocorrer nas sedes do Ministério Público Federal em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Manaus, Curitiba e Belém, sendo certo que, as internacionalistas do EVM, Dra. Andréa Fernandes e Marcelle Torres, estiveram no MPF de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, contando com o apoio operacional de Andrea Giordana Ribeiro que filmou e fotografou o evento.

Cumpre informar que ao ser concedida a palavra à Marcelle Torres, especialista em Coreias e pesquisadora da Escola Naval de Guerra, a mesma se pronunciou tecendo uma análise acurada do cenário de letargia com que são encaradas as terríveis violações de direitos humanos na Coreia do Norte e pontuou a falta de engajamento brasileiro nesse contexto de omissão internacional, requerendo posicionamento brasileiro nesse sentido.

Em resposta às colocações da internacionalista, Pedro Saldanha, Chefe da Divisão de Direitos Humanos do Ministério das Relações Exteriores, informou que na última sessão do Conselho de Direitos Humanos, em março, mais uma vez foi adotado Projeto de Resolução intitulado “A Situação dos Direitos Humanos na República Popular Democrática da Coreia” e foi aprovado por consenso, dizendo que o Brasil apóia essa iniciativa, e afirmando ainda que “há sim, uma preocupação da comunidade internacional com relação à situação de diretos humanos na Coreia do Norte”. Contudo, o representante do Ministério das Relações Exteriores se limitou a expressar que o “Brasil acompanha com atenção a situação e atua tendo por objetivo uma melhora concreta da situação de direitos humanos no terreno e não vai atuar com meras condenações pelo simples fato de condenar se o Brasil não considerar que aquela eventual condenação tem o poder de contribuir para a melhora da situação das pessoas que estão sofrendo violações nos diversos países no mundo todo”, sendo com esse princípio que atua também com a Coreia do Norte, mantendo canal de diálogo objetivando trazer o país à cooperação. Todavia, em momento algum, Pedro Saldanha especificou as tais ações brasileiras ou rebateu com argumentos críveis as colocações da internacionalista.

Logo após, houve a manifestação da presidente do EVM, Andréa Fernandes, que inicialmente teceu considerações onde demonstrou o descaso da ONU para com o tema “perseguição a cristãos e minorias no mundo muçulmano”, abordando o fato de ter havido em 21 de março a celebração do Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial na ONU, e o secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon, alertou para o aumento do preconceito, da xenofobia e da violência contra minorias, migrantes e, particularmente, contra muçulmanos, alertando, ainda, sobre o risco que emerge da “extrema-direita” européia contra os imigrantes, idéia esta seguida também pela Diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, destacando que discriminação racial “divide e mata”. Outrossim, noticiou que em 24 de março, a Comissão de Direitos Humanos pronunciou 37 resoluções, mas nenhuma delas condenou especificamente países muçulmanos por violações de direitos humanos contra minorias cristãs.

Andréa Fernandes afirmou que a chamada “extrema direita” européia não vindica formulação de pena de morte contra homossexuais, adúlteros, dissidentes políticos, apóstatas e crianças, como ocorre, por exemplo, no Irã – país que a presidente Dilma pretende visitar – além do que, não defende a escravidão sexual, decapitações e outras atrocidades que ocorrem em países muçulmanos, sendo absurda a falta de posicionamento da ONU contra tais barbáries. Nesse diapasão, a presidente do EVM lembrou do discurso da presidente Dilma Roussef condenando a ISLAMOFOBIA na sessão de abertura da Assembleia Geral da ONU, em 2012, ano em que 105 mil cristãos foram assassinados em razão da sua fé, ressaltando que, em não havendo pronunciamento da presidente ou representante brasileiro na próxima sessão da Assembleia Geral denunciando e condenando a CRISTOFOBIA, configurar-se-á seletividade no trato com o tema, o que seria inadmissível por ser o Brasil um país de maioria cristã que abomina a perseguição sistemática promovida por governos muçulmanos.

Inobstante tal fato, a internacionalista evocou a denúncia da Anistia Internacional em 2015, no que pertine exportação para Arábia Saudita de bombas de fragmentação – proibidas em mais de cem países – as quais estão sendo utilizadas pela teocracia islâmica em bairros residenciais iemenitas na “guerra por procuração” contra o Irã. Frisando que o Brasil é o 4º maior exportador mundial desse tipo de armamento, Andréa Fernandes indagou Pedro Saldanha sobre a resposta brasileira a tal denúncia e o posicionamento governamental quanto ao banimento de exportação do aludido armamento por ser imoral para um país que postula assento permanente no Conselho de Segurança e diz defender direitos humanos, oportunidade em que, trouxe à lume o informe de o governo brasileiro ter ofertado incentivos fiscais em 2013 para as indústrias que enviam armamento proibido que está matando a população mais pobre do Oriente Médio.

Embora sabendo que a denúncia partiu da Anistia Internacional, o Chefe da Divisão de Direitos Humanos do Ministério das Relações Exteriores afirmou que não poderia se pronunciar num caso relatado pela “imprensa” e que se certificaria sobre o ocorrido.

No que concerne ao pleito da internacionalista acerca da inclusão no discurso brasileiro de DENÚNCIA e CONDENAÇÃO da CRISTOFOBIA na próxima sessão de abertura da Assembleia Geral da ONU, Pedro Saldanha se comprometeu a encaminhar o pedido para o Itamaraty a fim de ser atendido, posto que, impossível refutar os argumentos expendidos dada a gravidade das violações de direitos humanos cometidas contra as comunidades cristãs no mundo muçulmano.

Dessa forma, o EVM cumpriu um dos seus objetivos institucionais, qual seja, “dar voz nos cenários nacional e internacional aos cristãos e minorias” que são perseguidos por governos muçulmanos e pela Coreia do Norte. E vale salientar que o EVM entrará em contato com importantes lideranças cristãs brasileiras para apoiá-la para que haja o implemento de tão importante tema na agenda de política externa da diplomacia brasileira.

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista e presidente do Ecoando a Voz dos Mártires (EVM)

Participação no Grupo de Estudos do Holocausto – B’nai B’rith & ARI (2015)

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Coordenadores: prof. Roberto Antunes, Dr. Jayme Gudel e prof. Marcio Sukman
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Museu Judaico Do Rio de Janeiro
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Palestra da Dra. Sofia Débora Levy, escritora e representante da Confederação Israelita do Brasil no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial/ SEPPIR-PR

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