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Gaza:Palestino ao ser entrevistado antes de empinar pipa com suástica diz “queremos queimar os judeus”

Um jovem palestino se gabou na terça-feira em programa na Rádio Pública Nacional (NPR) ao colocar suásticas em pipas incendiárias e levá-las para Israel, dizendo que “os judeus enlouquecem” quando vêem e “queremos queimá-los“.

O anfitrião da NPR, Steve Inskeep, fez reportagem ao vivo da Faixa de Gaza após uma onda de violência dos palestinos na segunda-feira quando se dirigiram à fronteira com Israel. Ele falou com um residente de Gaza de 19 anos, que estava segurando uma pipa branca caseira.

Esta é uma pipa que vai para os judeus“, disse o palestino através de um tradutor.

A pipa incendiária, projetada para pegar fogo, foi decorada com “escrita reivindicando Jerusalém para os palestinos” e com a suástica, o principal símbolo do nazismo.

“Por que você coloca isso lá?” Perguntou Inskeep.

Os judeus ficam loucos por Hitler quando vêem“, disse o jornal.

Os israelenses sabem que as pessoas estão empinando pipas com suásticas”, disse Inskeep. “Eles sabem disso e usam isso para desacreditar vocês, para dizer que isso mostra que vocês são pessoas ruins. O que você acha disso?”

Isso é realmente o que queremos que eles saibam, que queremos queimá-los“, respondeu ele, segundo Inskeep.

Com imagem de Daily Mail e informações de Jihad Watch

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Pipa com símbolo nazista voa em protesto violento dos palestinos em Gaza

Cerca de 3.000 pessoas se reúnem em confronto com soldados das IDF, enviando pipas em chamas sobre a cerca para tentar incendiar os campos israelenses

Aproximadamente 3.000 palestinos protestaram na fronteira de Gaza com Israel na sexta-feira, queimando pneus e empinando pipas flamejantes através da fronteira para incendiar os campos israelenses, disseram testemunhas e o Exército. O Ministério da Saúde do Hamas alega que soldados responderam com gás lacrimogêneo e tiros, matando dois palestinos.

Ahmad Abu Aqel, de 25 anos, foi baleado a leste de Jabaliya, no norte de Gaza, disse o porta-voz do Ministério da Saúde, Ashraf al-Qudra. Ele disse que um segundo homem, de 24 anos, também foi morto, mas não forneceu imediatamente detalhes sobre sua identidade.

Estas foram as 36ª e 37ª mortes das manifestações fronteiriças e os confrontos chamados de Marcha do Retorno, que ocorreu pela quarta vez na sexta-feira, segundo dados do Ministério da Saúde, que não puderam ser verificados por Israel.

O Hamas reconheceu que vários dos que foram mortos eram seus membros, e Israel identificou outras mortes como membros de grupos terroristas.

Enormes colunas negras de fumaça dos pneus queimaram a área, enquanto as tropas israelenses atiravam bombas de gás lacrimogêneo e balas de armas de fogo, disseram testemunhas. O Ministério da Saúde de Gaza disse que 40 manifestantes ficaram feridos, mas não disse quantos deles foram feridos por tiros ou por gás lacrimogêneo.

Centenas de pessoas estavam em conflito com as forças israelenses, disse um correspondente da AFP.

Um palestino arremete pedras contra as tropas israelenses durante um protesto na fronteira da Faixa de Gaza com Israel, sexta-feira, 20 de abril de 2018. (AP Photo / Khalil Hamra)

(AP Photo / Khalil Hamra)

Milhares de moradores de Gaza se reuniram em vários locais ao longo da fronteira no enclave, convocando milhares de refugiados palestinos e seus milhões de descendentes a “retornar” a suas antigas terras no que hoje é Israel, contando com alguns pneus queimando ou voando. pipas com trapos flamejantes pendurados em suas caudas.

Graças à atividade das IDF, semana após semana há uma queda no número de participantes nos tumultos“, disse ele, elogiando os soldados.

As IDF estimaram que 3.000 pessoas estavam participando, número significativamente menor do que os 10.000 manifestantes no último protesto de sexta-feira. Nas duas semanas anteriores, havia cerca de 20.000 e 30.000 manifestantes, respectivamente.

Desde a manhã, houve tumultos violentos em cinco locais ao longo da fronteira, nos quais cerca de 3.000 pessoas participam“, disse as IDF. “Eles estão tentando se aproximar da barreira de segurança, queimando pneus próximos a ela e tentando enviar pipas com itens em chamas“.

Várias pipas atravessaram para Israel e foram extintas conforme necessário. As tropas das IDF estão respondendo com meios de dispersão de distúrbios de acordo com as regras de combate ”, disse o Exército.

Mais cedo, aviões militares israelenses lançaram panfletos perto da fronteira com a Faixa de Gaza alertando os palestinos a se manterem longe da cerca que separa o enclave costeiro de Israel, disse as IDF.

As pipas fazem parte de uma nova tática que visa incendiar campos do lado israelense. A maioria das pipas foi costurada nas cores da bandeira palestina. Uma pipa branca tinha a suástica nazista.

A imagem pode conter: céu

Israel e o Egito mantêm um bloqueio de segurança da Faixa governada pelo Hamas, que Israel diz ser necessário para impedir que o Hamas importe armamentos. Grupo terrorista islâmico que busca destruir Israel, o Hamas diz que os protestos semanais visam, em última análise, apagar a fronteira e libertar a Palestina.

O ministro da Defesa, Avigdor Liberman, visitou a área de Gaza, reunindo-se com as tropas.

Na quarta-feira, após a pressão egípcia sobre o Hamas e outros grupos palestinos para deter os protestos em massa, os organizadores disseram que vão mover campos de protesto a 50 metros da fronteira.

O Fórum Nacional pela Marcha de Retorno, um dos vários grupos palestinos por trás das manifestações semanais, disse que a decisão veio para “afirmar nosso direito de retorno” – uma referência à exigência palestina de que Israel permita dezenas de milhares de refugiados e seus milhões. de descendentes para retornar às suas antigas casas dentro de Israel. Tal demanda significaria o fim de Israel como um estado judaico majoritário.

Espera-se que os protestos em Gaza continuem até meados de maio, por volta da data em que os EUA vão inaugurar sua nova embaixada em Jerusalém.

Meados de maio também marcará o aniversário do que os palestinos chamam de Nakba, ou catástrofe, que viu centenas de milhares de palestinos fugirem de suas casas durante a Guerra da Independência de 1948, em Israel.

Segundo as Nações Unidas, cerca de 1,3 milhão dos 1,9 milhão de habitantes de Gaza são refugiados ou seus descendentes.

Em palestras de paz anteriores, os palestinos sempre exigiram, juntamente com a soberania na Cisjordânia, Gaza, Jerusalém Oriental e a Cidade Velha, um “direito de retorno” a Israel para os refugiados palestinos que saíram ou foram expulsos de Israel quando estabelecido. Os palestinos exigem esse direito não apenas para aqueles das centenas de milhares de refugiados que ainda estão vivos – um número estimado nas baixas dezenas de milhares – mas também para seus descendentes, que chegam a milhões.

Nenhum governo israelense jamais aceitaria essa exigência, uma vez que significaria o fim de Israel como um estado de maioria judaica. A posição de Israel é que os refugiados palestinos e seus descendentes se tornariam cidadãos de um Estado palestino no ponto culminante do processo de paz, assim como os judeus que fugiram ou foram expulsos dos países do Oriente Médio por governos hostis se tornaram cidadãos de Israel.

Com informações e imagem de The Times of Israel

Prefeito antissemita de cidade francesa foi impedido de entrar em Israel

O prefeito de uma cidade francesa foi impedido de entrar em Israel depois que o prefeito de Dublin entrou sorrateiramente na semana passada.

O prefeito de Gennevilliers, Patrice Leclerc foi impedido de entrar em Israel na segunda-feira ao tentar ingressar no país a partir da Jordânia após o ministro do Interior Aryeh Deri emitir uma ordem para não permitir seu ingresso.

Em janeiro Leclerc, que é membro do Partido Comunista Francês, oficialmente reconheceu como um Estado os territórios ocupados por palestinos usando seus poderes de prefeito, informou La Figaro .

Esta não é a primeira vez que ele foi impedido de entrar em Israel, pois, em novembro, o conhecido defensor do BDS (Boicote, Desenvestimento e Sanções) não teve autorização para ingressar no país objetivando uma visita a outros prefeitos que desejavam demonstrar apoio ao terrorista palestino Marwan Barghouti na prisão israelense.

Em 11 de abril, as autoridades israelenses não conseguiram impedir que o prefeito de Dublin, Mícheál MacDonncha, entrasse no país, apesar de Deri ter emitido uma ordem semelhante, porque seu nome foi digitado incorretamente nos documentos submetidos ao ministério.

O erro estava em fornecer o nome de Donncha como Ardmhéara Mícheál MacDonncha, como aparece no site da Prefeitura de Dublin.

MacDonncha respondeu à notícia de não ter permissão para entrar no país com um tweet da cidade palestina de Ramallah informando ao mundo sua presença.

Com informações e imagem The Jerusalem Post

Britânicos protestam contra Israel, mas se calam contra “epidemia das facas” que assola Londres

Por Andréa Fernandes

Dando continuidade ao apoio inconsciente à agenda jihadista contra os judeus e o Ocidente outrora cristão, os “infiéis britânicos” protagonizaram mais um “show de bizarrice” ao promover um protesto em frente à residência oficial da primeira-ministra britânica condenando Israel[1] por defender suas fronteiras contra ataques palestinos durante incidentes violentos provocados em obediência às ordens do grupo terrorista Hamas que conclamou a “marcha do retorno[2] visando causar arruaças na fronteira usando a população civil a fim de infiltrar terroristas no território israelense, além de perpetrar ataques terroristas contra os soldados em prontidão.

Milhares de britânicos atenderam ao convite dos organizadores do evento em Londres, a saber: Fórum Palestino na Grã-Bretanha, Campanha de Solidariedade Palestina, Coalizão Pare a Guerra, Amigos de al-Aqsa, Associação Muçulmana da Grã-Bretanha e várias outras organizações.

Abdul Rahman Tamini, porta-voz do Fórum Palestino da Grã-Bretanha exortou à chanceler Teresa May a parar imediatamente de armar o exército israelense, sem se importar, é lógico, com as exportações de armas para algumas ditaduras totalitárias islâmicas que utilizam o armamento para massacrar seus irmãos muçulmanos em conflitos variados. E para garantir uma “aristocrática submissão”, o evento antissemita contou com a participação da baronesa Jenny Tonge, a qual verbalizou sentir “vergonha” pelo que estava acontecendo em Gaza, criticando, ainda, seus colegas da “Câmara dos Lordes”, que segundo ela, manifestam relutância  em tomar medidas apropriadas para “impedir os massacres cometidos contra os palestinos”.

Alto lá! A baronesa fala de “vergonha” quanto ao “uso da força” por soldados israelenses que abateram pelo menos 10 jihadistas integrantes de grupos terroristas em Gaza e outros elementos que usaram de violência para violar a fronteira objetivando cumprir o comando destrutivo do líder do Hamas. No entanto, causa-me espécie o pronunciamento arrogante da sra. Tonge, que se preocupa com as medidas de segurança de um Estado soberano para impedir ataques terroristas aos seus nacionais, mas não se pronuncia publicamente sobre a real “vergonha” que não lhe “envergonha”, ou seja, o pronunciamento do prefeito muçulmano de Londres declarando nova política de “controle de facas” para tentar acabar com “epidemia de esfaqueamentos”[3]. Se Israel não se defendesse do ódio promovido pelas lideranças palestinas, certamente os “pacifistas palestinos” da “marcha do retorno” que portavam “singelos machados” na fronteira teriam a mesma ação jihadista dos “esfaqueadores londrinos“.

Como sou sabedora do silêncio da imprensa brasileira sobre os acontecimentos dentro das “fronteiras do Reino Unido”, cumpre noticiar que o prefeito londrino Sadiq Khan anunciou na sexta-feira a criação de uma “força-tarefa” de 120 policiais encarregada de livrar os espaços públicos de “indivíduos pacíficos” munidos de facas. Khan foi obrigado a abandonar a estratégia previamente acordada com as esquerdas de acusar de “racistas” e “islamofóbicos” aqueles que defendiam a ideia de revistar suspeitos.

O prefeito muçulmano percebeu que o discurso acusatório falacioso não mais se sustentava tendo em vista o aumento dramático nas taxas de homicídio, realidade esta observada pelo Parlamento, que também pretende adotar severa legislação de “controle de facas”, e há expectativa que o governo do Reino Unido proíba a venda de facas “on line” e entregas de facas domésticas, bem como deve tornar ilegal a posse de determinados objetos cortantes. Nesse momento, creio que o leitor também se sinta invadido por aquele sentimento estranho de “vergonha alheia”, não? A baronesa observando o “quintal alheio” enquanto o seu próprio povo está sendo exterminado por “facas afiadas” pelo covarde multiculturalismo europeu. Coisas de Europa Ocidental…

Bem que a baronesa poderia cobrar posição da “Câmara dos Lordes” sobre essa “epidemia das facas”! Porém, se as vítimas britânicas do caos caminham em direção ao matadouro sem reclamar, por que uma frívola aristocrata se preocuparia? Fica mais fácil se intrometer em conflito alheio para desviar o foco das desgraças internas…  Aliás, seria um erro imperdoável não citar a presença de um membro da cúpula do Partido Trabalhista, o “antissemita de carteirinha” Jeremy Corbyn, que discursou representando o partido confirmando solidariedade à Gaza, rejeição ao uso da força por Israel contra os manifestantes e condenação do silêncio da comunidade internacional sobre o que denomina “crimes cometidos pela ocupação israelense”.

Jeremy Corbyn e seu partido eram realmente “necessários” para que o evento expressasse o “ápice do antissemitismo” representado pela aliança islâmico-comunista. Afinal, o jornal “Sunday Times” apresentou recentemente relatório denunciando que doze importantes membros da cúpula do Partido Trabalhista no Reino Unido divulgavam conteúdo antissemita em grupos do Facebook, sendo certo que foram identificadas mais de 2 mil mensagens racistas, antissemitas, misóginas, violentas e abusivas em 20 grupos que totalizam 400 mil integrantes, grupos estes de acesso restrito e que apoiam o sr. Corbyn[4].

Nem mesmo parlamentares do partido foram poupados dos “crimes de ódio”: a deputada judia Luciana Berger foi chamada de “sionista vil”, e ainda pediram: “livre-se desse câncer”. Isso lembra discursos nazistas? Mas tem mais… Jonathan Arkush, chefe do Conselho de Diretores, foi chamado de “judeu sionista bandido”. O nome do grupo no Facebook é “Jeremy Corbyn, o Verdadeiro Socialismo”, o que me leva a refletir: Seria o “verdadeiro socialismo” uma face tácita do antissemitismo? Penso que na perspectiva dos mediadores do grupo e um número não preciso de seguidores, sim.

Dessa forma, daria para esperar outra postura de um líder de partido antissemita? Esse é o “aliado infiel” mais querido do jihadismo que engoliu o Reino Unido e transformou sua capital em “Londonistão”. Graças aos “antissemitas politicamente corretos” que circulam pelo parlamento apoiando discursos de ódio contra Israel, centenas de britânicos se uniram ao Estado Islâmico e outros grupos terroristas na Síria e Iraque, pois, onde o ódio contra judeus impera, o extremismo islâmico se estabelece.

Eis o “padrão” adotado pelo Reino Unido: Deve ser condenado e punido um Estado que mata cerca de 30 jihadistas que tentam invadir seu território atendendo ao pedido de um líder terrorista gritando “vamos erradicar as fronteiras, arrancaremos seus corações e rezaremos em Jerusalém[5]”, inobstante imagens claras de agressores usando armas variadas no ataque, inclusive, coquetéis molotov e explosivos. A bandeira ostentando símbolo nazista e os gritos de “morte aos judeus” também não contam…

Porém, a “ideologia islâmica” que alimentou os 200 terroristas britânicos mortos em ação na Síria e Iraque, além de aproximadamente 650 que retornaram à Grã-Bretanha[6] – considerada dar al-Harb (terra da guerra) para a ortodoxia islâmica – está livre para converter todo Reino Unido ao “Reino da Sharia” (lei islâmica). Enquanto isso, Israel segue resoluto defendendo o seu território da “piedosa jihad“ apregoada pelo mundo muçulmano contra os judeus.

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Publicado originalmente em Gospel Prime e imagem The Jerusalem Post

[1] https://www.middleeastmonitor.com/20180408-israel-condemned-at-massive-rally-in-london-for-attack-on-gaza/

[2] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2018/03/31/protestos-palestinos-a-elevacao-da-marcha-do-terror/

[3] https://www.dailywire.com/news/29179/londons-mayor-declares-intense-new-knife-control-emily-zanotti

[4] https://www.timesofisrael.com/uk-labour-officials-are-in-facebook-groups-with-anti-semitic-content-report/

[5] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2018/04/07/violencia-palestina-na-fronteira-resulta-em-7-mortos-e-mais-de-1000-feridos/

[6] http://www.bbc.com/news/uk-32026985

 

Conselho de Estudiosos Religiosos “Palestinos”: “A normalização com Israel se desvia da norma árabe e islâmica”

“A normalização dos laços com Israel é ‘contra o Islã'”, de Dalit HaleviArutz Sheva , 26 de março de 2018:

O Conselho de Religiosos e Palestrantes em Beit Al-Mukdas, em Jerusalém, alertou contra a normalização dos laços com a “ocupação”.

O Conselho é chefiado pelo xeique Ekrima Sabri, que também serve como imã na mesquita de Al-Aqsa. Nomeado pelo arquiterrorista Yasser Arafat, Sabri legitimou atentados suicidas e ataques a civis durante a Segunda Intifada.

Em um comunicado, o conselho disse que “a normalização com Israel se desvia da norma árabe e islâmica” e é considerada “lealdade à ocupação”.

Eles também disseram que “a Palestina” sempre “cuspiu os invasores”, assim como um corpo saudável se livra de uma doença. A solução para a ocupação, dizem eles, é removê-la da terra abençoada e sagrada.

Qualquer tipo de normalização com Israel é proibida de acordo com a lei da Sharia, e qualquer um que tenha qualquer tipo de relacionamento normalizado com Israel é considerado um pecador.

Com informações de Jihad Watch e imagem de CUFI UK

Alemanha: vídeos com decapitações do ISIS cada vez mais populares entre crianças imigrantes

“Os vídeos de decapitação do ISIS são cada vez mais populares entre as crianças imigrantes em idade escolar na Alemanha”, Voz da Europa , 27 de março de 2018:

O problema na maioria das escolas com migrantes é espiral, fora de controle. O Presidente da Associação de Professores da Alemanha, Heinz-Peter Meidinger, diz o jornal BILD.

Em uma entrevista, Meidinger diz que o número de ataques a professores em escolas de maioria imigrante está aumentando e várias escolas já precisam de segurança privada. Várias crianças também possuem facas e “sprays de gás”.

Quando perguntado ao Presidente da Associação de Professores se a circulação de um vídeo de decapitação do ISIS em uma escola de Berlim é um caso isolado, ele diz:

“Infelizmente, esses não são mais casos isolados, nem mesmo entre estudantes muito jovens em escolas primárias. Tais incidentes agora existem em muitas escolas na Alemanha. Uma coisa é certa: Vídeos violentos e cruéis nas redes sociais já chegaram há muito tempo à vida estudantil. Em fóruns de bate-papo como o WhatsApp, filmes como o vídeo de decapitação do ISIS estão se espalhando rapidamente. ”

Meidinger diz que há uma crescente “polarização e deterioração” nas escolas dos distritos urbanos. “Uma menina judia foi ameaçada de morte por seus colegas de classe e muitas vezes há ataques antissemitas em Berlim”, diz ele.

Com informações e imagem de Jihad Watch

“Protocolos dos Sábios do Islã”: a ameaça judeufóbica persiste

 

Por Andréa Fernandes

No dia 10 de fevereiro, a renomada instituição humanitária UN Watch divulgou relatório de cinquenta páginas que denunciava dez anos de indiferença da ONU no combate ao antissemitismo[1], porém, por conveniência ditada em submissão à nova “ordem global”, jornais ocidentais ignoraram tão grave denúncia.

Localizar na mídia convencional os crimes e os chamados “discursos de ódio” contra judeus requer muita pesquisa. Aliás, o próprio termo “antissemitismo” – engendrado pelo jornalista alemão Wilhelm Marr, em 1873, usado recorrentemente para definir a hostilidade ou ódio direcionado aos judeus – sofre de grave imprecisão, já que etimologicamente, o vocábulo “antissemitismo” significa aversão aos semitas, descendentes de Sem, filhos de Noé, consoante relato bíblico, abrangendo assim, outros povos: os hebreus, os assírios, os fenícios e os árabes.

O erro cometido pelo jornalista judeufobo foi corrigido em 1882, com a publicação do livro Auto-Emancipation, de autoria do intelectual Leon Pinsker, sugerindo o termo “judeufobia” para caracterizar o ódio aos judeus. Contudo, os ambientes acadêmicos e a imprensa mantiveram o termo incorreto por aversão à expressiva palavra “judeufobia”, que salienta muito melhor a hostilidade contra judeus. A prática ajuda bastante na ocultação do ódio que há milênios persegue o povo que propiciou o maior legado da civilização judaico-cristã, as Escrituras Sagradas. Até mesmo a seita islâmica se apropriou de algumas doutrinas bíblicas de maneira deturpada, de sorte que as duas religiões consideradas monoteístas, Cristianismo e Islã, devem ao Judaísmo alguns conceitos que fundamentam suas crenças adaptados à sua cosmovisão.

Ultrapassadas as questões conceituais, lembro que dias atrás citei em Live uma informação desconhecida por muitos: o ex-presidente da teocracia islamofascista iraniana, Mahmoud Ahmadinejad, obrigava militares de alta patente a lerem os “Protocolos dos Sábios de Sião”, texto produzido originalmente no idioma russo no final do século XIX, que relata de forma leviana uma suposta conspiração judaica para dominar o mundo, culpando os judeus por diversas mazelas sociais. Apesar de importantes autoridades e estudiosos já terem desmentido o teor do texto traduzido para diversos idiomas, as mentiras nele produzidas continuam alimentando “teorias conspiratórias” de toda espécie. Posteriormente, devo me aprofundar nesse tema. Por ora, o meu interesse está fundamentado no propósito de esclarecer uma perigosa forma de judeufobia que precede a mais famosa e infame publicação ocidental contra os judeus e vem se perpetuando avassaladoramente em todo mundo. Me refiro ao que chamo de “Protocolos dos Sábios do Islã”.

Antes de ser acusada de “islamofóbica” por fazer uso de uma expressão intertextual  politicamente incorreta num período em que apenas as doutrinas e lideranças cristãs podem sofrer o crivo asfixiante da crítica como fomentadoras dos “discursos de ódio”, já aviso que não estou embasada em “teoria conspiratória de natureza islâmica” para denunciar o “ódio aos judeus” como costume e doutrina recorrente de muitos muçulmanos desde os tempos do “piedoso profeta Mohammad”. E nem preciso citar fatos históricos encobertos por professores ocidentais que adoram ensinar o mito da “era de ouro do Islã”, mas silenciam sobre o massacre promovido por Mohammad, quando ao lado de sua “esposa-adolescente” se encantou com a decapitação de centenas de judeus e o rapto de suas esposas e filhos para serem escravos. A ordem de “cortar cabeças” fazia parte do “mirabolante plano divino” de erradicação dos “infiéis” que ainda viviam em território que deveria ser islamizado à força para servir a Allah, plano este do “homem perfeito” considerado pela doutrina ortodoxa islâmica como o “selo dos profetas”. A propósito, cumpre abalizar minhas considerações no entendimento de um dos mais notáveis acadêmicos na área de Islã e História do Oriente Médio, o historiador  Bernard Lewis, que afirma: “há uma islamização do anti-semitismo(sic), cuja literatura inclui textos clássicos do anti-semitismo(sic) europeu” como os ‘Protocolos dos Sábios de Sião[2].”

Aliás, a pedra angular da judeufobia apregoada por determinados segmentos muçulmanos está no próprio “protocolo da fé islâmica”, o imutável “alcorão” (palavra proferida a Mohammad diretamente por Allah). Muito antes da poderosa máquina de propaganda nazista de desumanização dos judeus, o alcorão já tecia “ensinamentos” que estimulavam seus seguidores a odiar judeus por desapropriá-los de sua humanidade como punição da transgressão dos mesmos que não aceitavam os ensinamentos de Mohammad, conforme consta do livro sagrado islâmico, Sura 7:166:

E quando eles transgrediram, desmesuradamente, o de que foram coibidos, Nós lhes dissemos: ‘sede símios repelidos’[3]

A Sura mencionada apenas ratifica outro preceito consignado na Sura 2:65, onde é revelado que Allah amaldiçoou o povo judeu proferindo “sede símios repelidos” por terem transgredido o sábado. Na visão islâmica ortodoxa, Allah amaldiçoa judeus chamando-os de “macacos” e “porcos” (Sura 5:60), os quais devem ser combatidos pelos muçulmanos até o “dia da ressurreição” ou do “julgamento final”, na forma apregoada em diversas mesquitas espalhadas pelo mundo. Tal “protocolo de ódio” e outros mais são rechaçados pelos chamados “muçulmanos moderados”, tachados tecnicamente de “apóstatas” por influentes lideranças islâmicas, como o grande imã Ahmed al-Tayeb da Universidade al-Azhar, principal centro ideológico sunita de todo mundo, que fez o “favor” de defender o Estado Islâmico como entidade legitimamente muçulmana, negando-se a denunciá-lo por “apostasia[4]”.

Tayeb faz questão de exercer o seu poder como liderança muçulmana mais influente do mundo recorrendo aos “discursos de ódio” contra judeus. Recentemente, em entrevista à TV egípcia, o sheik Tayeb criticou a denúncia – verdadeira – de que os currículos da Universidade al-Azhar seriam a real causa do terrorismo, acusando “a entidade sionista” (Israel) de ser  culpada por todos os problemas do Oriente Médio e pala ausência de paz entre os árabes[5]. Esqueceu o astuto líder muçulmano que os conflitos sectários entre sunitas e xiitas não ocorrem aos montes por culpa de Israel, e sim, pela sede de poder das  lideranças islâmicas a partir da morte do profeta Mohammad. Israel teria culpa pelo crime do Irã ao negar a existência de 7% da sua população constituída de árabes ahvazis, embora sejam do mesmo credo xiita[6]? O território onde vivem os ahvazis produz 90% do petróleo iraniano e a população local vive em extrema pobreza, porém, a “culpa” é de Israel, como também é pelo costume de perseguição e violência contra homossexuais em TODOS os países islâmicos, sendo que o Estado judeu não pune o comportamento homossexual e ainda permite a passeata do “orgulho gay”. Como se vê, as falácias não se sustentam…

A melhor prova histórica da “eficácia” dos “protocolos dos  sábios do Islã” se deu no período nazista. O grande mufti de Jerusalém e presidente do Conselho Supremo Muçulmano, Haj Amin al-Husseini, tio do terrorista Yasser Arafat, selou “acordo genocida” com Hitler esposando o desejo mútuo de aniquilar os judeus. O “sábio muçulmano” foi tão convincente em seus “protocolos” ao ponto do carniceiro nazista lamentar pertencer à religião errada, criticando a “mansidão cristã[7]. Husseini – porta-voz da “causa palestina” e jihadista experiente após participar do genocídio de cristãos na Turquia – alcançou a “honraria nazista” de integrar a folha de pagamento do Terceiro Reich em razão dos seus préstimos para o “terror ocidental”. Quem não lembra da famosa foto do facínora islâmico-nazista passando em revista às tropas muçulmanas das SS na Bósnia[8]?

E se alguém alegar que os “protocolos do terror islâmico” ficaram no passado, lembrarei mais um caso dentre uma multidão. Vamos ao mais prestigiado “pensador muçulmano” da atualidade? O nome dele é Yousufi al-Qaradawi, clérigo sunita egípcio, presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos. Com um “título” desse, o indivíduo merece “respeito” dos ignorantes em Islã, concorda prezado leitor? Qaradawi emitiu “ensinamentos valiosos” para a discussão do “pacifismo islâmico”, tais como: “Nós iremos colonizar vocês com essas leis democráticas[9]” e “a matança de apóstatas era essencial para a sobrevivência do Islã, de outra maneira, o Islã não teria sobrevivido”[10]. Com o singular “currículo sapiencial”, Qaradawi  tornou-se o mais respeitado líder da Irmandade Muçulmana, considerada por muitos “estudiosos preconceituosos”, a “mãe do moderno terrorismo global” por promover o nascimento de alguns grupos que costumam matar os “infiéis”, sejam cristãos ou judeus. O grupo terrorista palestino Hamas, al-Qaeda, Boko Haram, al-Nusra, al-Shabaab e Estado Islâmico são algumas das “crias” da Irmandade Muçulmana.

Uma vez salientada a autoridade do sheik al-Qaradawi, convém demonstrar que no “protocolo” desse “sábio do Islã”, Hitler é ovacionado e o seu “legado do terror” assassinando covardemente 6 milhões de judeus deve ser um “exemplo” para os fiéis muçulmanos. Logo, convém trazer à baila parte do seu discurso exibido na TV al-Jazeera (28/01/2009), mencionando que Deus impôs ao longo da história pessoas que puniam os judeus por causa de sua corrupção, dizendo, ainda:

“A última punição foi realizada por Hitler. Por meio de todas as coisas que ele fez com eles – mesmo que exagerassem nesta questão – ele conseguiu colocá-los em seu lugar. Esta foi uma punição divina para eles. Se Deus quiser, a próxima vez estará na mão dos crentes[11].

A defesa clara de um novo Holocausto em rede de TV amplamente assistida em países muçulmanos e ocidentais no ano de 2009 não causou condenação das principais autoridades islâmicas ou do “Ocidente infiel”. Assim, o defensor de “genocídio à la sharia” continua exercendo seu prestigiado cargo de presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos. Nada demais para os povos muçulmanos acostumados com os “protocolos da morte” de milhões de infiéis desde o surgimento da “religião da paz”.

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, colunista de Portais de Notícias, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem Timeline

Publicado originalmente em Conexão Política

[1] http://www.meforum.org/7219/a-world-without-islamophobia

[2] http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2804200211.htm

[3] https://www.institutomillenium.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/

[4] http://raymondibrahim.com/2014/12/15/al-azhar-refuses-to-denounce-islamic-state-as-un-islamic/

[5]http://raymondibrahim.com/2018/03/02/eliminate-israel-eliminate-islamic-terrorism/

[6] https://clarionproject.org/iran-denies-existence-7-its-population/

[7] https://www.gatestoneinstitute.org/11310/antisemitism-biblical-values

[8] http://www.chamada.com.br/mensagens/isla_nazismo.html

[9] https://pt.gatestoneinstitute.org/8888/europa-burquini

[10] https://www.youtube.com/watch?v=huMu8ihDlVA

[11] https://www.memri.org/tv/sheik-yousuf-al-qaradhawi-allah-imposed-hitler-upon-jews-punish-them-allah-willing-next-time-will/transcript

 

Amin al-Husseini, o líder palestino amigo e colaborador de Hitler

Por Andréa Fernandes

Quando assistimos horrorizados à crueldade praticada pelos terroristas do Estado Islâmico contra os cristãos, yazidis, curdos, homossexuais e outras minorias do Iraque e Síria, a primeira reação advinda é a estupefação com o nível incompreensível de brutalidade que muitos apologistas religiosos afirmam estar totalmente desvinculado do “verdadeiro islã”.

Entrementes, como não almejo alcançar o panteão obscuro dos “politicamente corretos” para agradar os seguidores da “banalização do mal”, confesso que muito embora reconheça existir uma parte da comunidade muçulmana adepta à paz – sem, no entanto, precisar estimativas como muitos fazem – acredito que a essência da religião tem grande possibilidade de conduzir o seguidor a um comportamento virulento contra os chamados “infiéis”.

A história da evolução dos povos muçulmanos está repleta de evidências que corroboram o meu entendimento, e nesse mister, importa trazer à lume um fato histórico paradigmático.

Assim que os britânicos se assenhoraram da “Palestina” após o esfacelamento do Império Otomano (1917-1918), implantaram uma política antissemita de apoio à violência árabe para impedir o cumprimento da Declaração Balfour, que previa a criação de um lar nacional judaico na região. Nesse sentido, escolheram Amin al-Husseini como líder oficial das comunidades árabes de Jerusalém, atribuindo-lhe o título de grão-mufti (chefe dos juristas que interpretavam as leis religiosas), dado o seu histórico criminoso ao liderar a revolta dos árabes contra os judeus no ano de 1920, revolta esta que resultou numa simbólica sentença condenatória a 10 anos de prisão, prontamente revogada, a fim de que Husseini desse continuidade aos seus discursos de ódio que inflamavam diversos grupos árabes para cometer atrocidades contra os judeus.

A longa carreira do religioso muçulmano palestino como grão-mufti de Jerusalém lhe proporcionou a oportunidade de apregoar incitamentos de ódio contra as comunidades judaicas. Expressões tais como, “itbah al-yahud” (matem os judeus) e “nashrab dam al-yahud” (beberemos o sangue dos judeus), fomentaram ataques árabes, aumentando a violência antijudaica que se espelhava em massacres.

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Objetivando expulsar os judeus nativos e refugiados da “Palestina” através de atos violentos contra os civis mais vulneráveis (idosos, mulheres e crianças), os discursos do futuro “conselheiro de Hitler” culminaram no Massacre de Hebrom, no ano de 1929. Árabes assassinaram covardemente estudantes de uma instituição hebraica de ensino superior e invadiram lares judaicos assassinando diversas famílias.

Com efeito, convém avocar o relato do chefe de polícia britânico de Hebrom, que sintetiza perfeitamente a política de “limpeza étnica” perpetrada pelo grão-mufti racista em face das vítimas indefesas, tais quais as vidas ceifadas pelos terroristas do Estado Islâmico:

“Ao ouvir os gritos num quarto, subi por uma espécie de passagem em um túnel e vi um árabe cortando a cabeça de uma criança com uma espada. Ele já a havia atingido e estava cortando novamente e, ao ver-me, tentou atingir-me, mas errou: estava praticamente na boca do meu rifle. Eu o atingi na virilha. Atrás dele estava uma mulher judia coberta de sangue com um homem que reconheci como um policial (árabe) chamado Issa Sheril, de Jafa… Estava de pé sobre a mulher com um punhal na mão. Ao ver-me, fugiu para um quarto vizinho e tentou trancar-me – gritando em árabe “senhor, eu sou um policial”. Eu entrei no quarto e atirei nele.”

Qualquer semelhança entre o depoimento acima e os testemunhos que lemos nos jornais acerca da barbárie executada pelo ISIS é “mera coincidência” que tem preenchido a história dos povos muçulmanos.

Como bem frisa Pamela Geller, o “Hitler muçulmano” acreditava que os nazistas cumpririam o seu desejo de eliminar os judeus de seus territórios sagrados, inclusive, Jerusalém, que sempre teve maioria judaica, cumprindo assim a “lição” que recebeu do profeta Mohammad – exemplo maior do Islã – ao matar e/ou expulsar todos os judeus de Meca e Medina. Aliás, fala-se muito por aí entre os “intelectualóides” acerca da “inspiração luterana” do ódio de Hitler contra judeus, porém, esconde-se a realidade de que os religiosos que entusiasmaram os nazistas para praticar o Holocausto não foram bem os cristãos, e sim, os muçulmanos. É bom lembrar da declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Percebe o quanto a “religião da paz” foi vista como útil aos interesses nazistas de erradicar os judeus com a “solução final”? Contudo, a relação promíscua do líder palestino genocida Al-Husseini com o nazismo é um fato que historiadores não comentam em salas de aula e já provocou prisão de um jornalista na Alemanha por ter ousado publicizar nas redes a outra face – verdadeira – do líder religioso muçulmano que sonhava com o extermínio de judeus para se apropriar de suas terras.

O “infiel” Michael Sturzenberg não entendeu que a sharia (lei islâmica) proíbe críticas ao Islã – em alguns países gera pena de morte – e também não aprendeu que “liberdade de expressão” é um “decadente” conceito ocidental que não tem mais lugar na “Eurábia”. O jornalista teve a infeliz ideia de postar um retrato no Fabeook mostrando a colaboração islâmico-nazista, fato histórico que já foi suprimido por “educadores” imbuídos no ensino das “maravilhas da cultura islâmica” e “trevas da cultura imperialista-racista ocidental”. Seis anos de prisão é a consequência por não obedecer a sharia estabelecida pelo país que obriga crianças alemãs a participarem de projetos educacionais de visita aos locais onde foram perpetrados o Holocausto, mas “desobriga” crianças muçulmanas a participarem do referido projeto educativo em respeito ao “ódio sectário” dos líderes muçulmanos mais ortodoxos.

Esse tema do “ódio genocida palestino” é tão relevante ser tratado que renderá novo artigo brevemente… Vou aproveitar enquanto não há prisões no Brasil por críticas à religião protegida pela mídia esquerdista que elegeu o Cristianismo para “crucificar”.

A penalidade mais comum que tenho recebido por denunciar as perversidades de países muçulmanos contra minorias vem sendo o “bloqueio” no Facebook, e o que escrevo hoje é justamente em “repúdio” à censura que tenta impedir o meu direito de denunciar as violações de direitos humanos de parte de um “povo  inventado” ansioso por fazer com os judeus o mesmo que fez com os cristãos de Belém, que deixaram de ser maioria de 80% naquele território importante para a fé cristã por “obra e graça” dos seguidores da “religião da paz” protegida pela “mãe das prostitutas”, ONU!

Enquanto cristãos forem perseguidos, discriminados e massacrados em países muçulmanos hei de lembrar que a inspiração de ódio “islâmico-nazista” deve ser combatida veementemente sob pena de continuarmos observando de forma omissa crimes horrendos em nome de ideologias cruéis como o Nazismo que dizimou 6 milhões de judeus e o “islamofacismo” que dizimou milhões de cristãos armênios, gregos e assírios na “Turquia genocida“.

A “informação” sem a roupagem enganosa do “politicamente correto à la sharia” ainda é o melhor instrumento de combate ao “ódio religioso” que verdadeiramente mata milhares de seres humanos todos os anos!

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos no Oriente Médio.

Trump e a Calúnia Bestial Midiática

Por Andréa Fernandes

Hoje, eu estava decidida a passar o dia apenas pesquisando e lendo artigos e matérias interessantes, pois só estava aguardando um amigo fazer a revisão do artigo que escrevi ontem referente ao pseudo-acordo de reconciliação dos “palestinos”. De sorte que, não estava nos meus planos escrever nem mesmo uma simples matéria. Queria me esbaldar na leitura!

Considero o ato de escrever uma “inquietação”, e ao mesmo tempo, um “ajuste mental” para externar os “desajustes globais” justificados por uma agenda de direitos humanos “à la Sharia”. Sempre gostei de enfrentar o “paradoxo”. Sem esse “estímulo intelectual” a atividade de descrever fatos analisando-os de forma crítica, não teria o sabor da “efervescência das ideias”.

No mundo imaginário que a esquerda institucionalizou em praticamente todas as áreas de conhecimento, o “diálogo civilizado” foi substituído por “monólogos ditatoriais das minorias”. Nem mesmo nas universidades, onde os debates deveriam ser estimulados, o pluralismo subsiste. Daí, assistirmos na mídia não-convencional hordas de jovens enraivecidos impedindo eventos universitários, sufocando a saudável confrontação de ideias que poderia ser estabelecida.

Mas, deixando essas divagações de lado, vamos ao que interessa: decidi nessa tarde suspender temporariamente o prazeroso “ato de ler” pelo inquietante “ato de escrever” após a leitura de duas notícias. A primeira foi divulgada no mundo inteiro e vem gerando “análises” de pessoas que nada sabem sobre a crise global de imigração; e a segunda notícia foi acessada porque tenho a “mania” de ler jornais árabes e israelenses, caso contrário, iria acreditar nas mentiras plantadas pela imprensa.

Jornais ocidentais vomitaram novas acusações infames contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por retweetar 3 vídeos com imagens de violência provocadas por alguns muçulmanos. A rede CNN estampou como manchete: “Trump retweeta vídeos anti-muçulmanos[1]. E o jornal ‘O Globo’ frisa: “Trump compartilha vídeos violentos das extrema-direita sobre muçulmanos”, ressaltando, ainda, “presidente americano foi criticado por incitar intolerância religiosa e estigmatização[2].

Os vídeos que causaram tanta ira da esquerda global foram compartilhados originalmente por Jayda Fransen, vice-líder da organização Britain First, grupo político que defende a preservação das tradições étnicas e culturais da Grã-Bretanha, enaltecendo seus costumes e valores, de modo a se opor  à “colonização” de sua pátria através da imigração em massa orquestrada pela ONU. O grupo defende, ainda, a soberania nacional, a independência e liberdade britânica, sem a interferência de organizações estrangeiras como a União Europeia, acusada de ameaçar a integridade das instituições políticas da Grã-Bretanha[3].

De fato, o maior “crime” do grupo, segundo a concepção pernóstica da esquerda, é defender “valores cristãos” e não aceitar a islamização da Grã-Bretanha. Logo, Britain First  deve ser chamado de “extrema-direita”,“ultra-nacionalista”, além de “islamofóbico”.

As reações contra Trump vieram em cadeia, valendo destacar a irritação da primeira-ministra britânica Theresa May, alegando que o presidente dos Estados Unidos estaria “abraçando o Britain First, um partido de extrema-direita”, e ainda acusou o grupo de “dividir as comunidades pelo uso das narrativas odiosas que vendem mentiras e provocam tensões”[4]. O compromisso de May com a “verdade” é tão “louvável”, mas não a impediu de ser duramente criticada por proibir a publicação de um extenso relatório acerca do financiamento estrangeiro de grupos terroristas muçulmanos, pois seria “desagradável” expor as teocracias sanguinárias islâmicas que patrocinam o terror contra os “infiéis” no Reino Unido[5]. Dá para ter credibilidade a manifestação de uma “traidora da pátria”, que impede a publicação de um relatório sobre terrorismo visando “proteger” a Arábia Saudita?

Como os discursos da esquerda são todos uma prova inequívoca de “distorção da realidade”, vejamos se realmente o Britain First está mentindo ao denunciar a violência de muçulmanos contra nativos britânicos: Que tal começarmos com um dado importante para sabermos se há “motivo” para o Britain First se preocupar com a “segurança nacional” em virtude da imigração em massa? Segundo relatório de Henry Jackson Society, um think tank de política externa estabelecido em Londres, “o terrorismo local inspirado pelo Estado Islâmico representa ameaça dominante para a segurança nacional do Reino Unido”[6].

Ademais, se a “ameaça de violência muçulmana” é apenas “paranoia islamofóbica” de um grupo de “extrema-direita”, como explicar a existência de 23 mil jihadistas-terroristas no Reino Unido, identificados por funcionários da inteligência britânica? Segundo o The Times, todos os referidos muçulmanos são considerados “potenciais agressores terroristas”[7]. E o mais preocupante, é que os serviços de segurança não dispõem de recursos suficientes para investigar mais de 3 mil “suspeitos”, deixando “livres e felizes” os outros 20 mil terroristas. É lógico que o número de 23 mil jihadistas se refere àqueles que foram identificados “oficialmente”.

E se a experiência com a imigração em massa fosse tão boa, pesquisa recente do Instituto Nezopont não demonstraria que a maioria dos europeus da Europa Central se opõem à política migratória da União Europeia. Onze países foram relacionados na pesquisa, e se identificou que 74% dos entrevistados em países como Áustria, Bulgária, Alemanha, Hungria e Romênia, reprovam essa política multiculturalista imposta pela União Europeia[8], que não respeita os valores culturais de cada país.

A imprensa ignora sistematicamente a rejeição que países europeus estão expressando quanto à política de “fronteiras abertas” adotada pela direção da União Europeia e, simultaneamente, “demoniza” o presidente Trump por expor a realidade de violência que se vê em diversas regiões que receberam imigrantes em massa. Porém, o “verdadeiro discurso de ódio” e “ações de violência” estão sendo acalentados por milhares de lideranças muçulmanas em diversas mesquitas pelo mundo.

Uma imprensa ocupada em esconder ações violentas de muçulmanos contra ocidentais, não tem “pauta” para informar à opinião pública que o “pacifismo muçulmano” está obrigando judeus na cidade alemã de Bochum a não mais usarem Kipá  pelo simples fato de não serem identificados como “infiéis”, e assim, atacados por muçulmanos[9]. Essa é a segunda notícia que, por óbvio, não causou impacto nas redes, uma vez que, o “antissemitismo” que persegue e mata judeus em nome de ideologias espúrias não é considerado “intolerância” digna de ser denunciada e condenada!

A mídia corrompida finge acreditar que os quase 44 milhões de seguidores de Trump no Twitter promoverão violência contra muçulmanos, quando a verdadeira “violência endêmica” vem sendo estimulada por importantes autoridades islâmicas no mundo muçulmano e Ocidente. No mais, o dia em que os principais líderes muçulmanos passarem a condenar publicamente as ações extremistas de muitos fiéis e defenderem a “reforma da religião” abolindo preceitos que induzem à violência, certamente Trump não mais precisará “tweetar “para tentar defender a segurança do seu país e do próprio Ocidente.

 A real “intolerância religiosa” é silenciada diante de milhões de cadáveres produzidos pela imposição expansionista da sharia (lei islâmica) ao longo dos séculos.

 

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem: https://wccftech.com/employee-deletes-trump-twitter/

[1] http://edition.cnn.com/2017/11/29/politics/donald-trump-retweet-jayda-fransen/index.html

[2] https://oglobo.globo.com/mundo/trump-compartilha-videos-violentos-da-extrema-direita-sobre-muculmanos-22127356

[3] https://www.facebook.com/pg/OfficialBritainFirst/about/?ref=page_internal

[4] https://www.nytimes.com/2017/11/29/us/politics/trump-anti-muslim-videos-jayda-fransen.html

[5] https://g1.globo.com/mundo/noticia/relatorio-acusa-a-arabia-saudita-de-financiar-extremistas-islamicos-no-reino-unido.ghtml

[6] https://www.gatestoneinstitute.org/10016/britain-terrorism

[7] https://www.gatestoneinstitute.org/10723/uk-terrorists

[8] http://nezopontintezet.hu/analysis/brusszel-bevandorlasi-politikajat-ellenzik-magyar-kormanyet-tamogatjak-kozep-europaiak/

(9] http://www.jpost.com/Diaspora/German-Jews-stop-wearing-Kippot-amid-Muslim-attacks-515457

 

Aiatolá que prega a destruição de Israel visitará o Brasil

O iraquiano Mohsen Araki é uma estrela do islã xiita. Dono do título de aiatolá, ele faz parte do círculo mais próximo líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, de quem é amigo pessoal desde a juventude. Araki desembarcará no Brasil na próxima semana para pregar em mesquitas e instituições patrocinadas pelo governo do Irã no Brasil. No sábado dia 29, ele proferirá uma palestra no evento “Os muçulmanos e o enfrentamento ao terrorismo radical”, que será em São Paulo, no Novotel Center Norte. Uma ironia por Araki ser conhecido justamente por pregar a violência contra o que ele define como inimigos do islã.

Quando o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad pregou a destruição de Israel, ele estava apenas reproduzindo os discursos de Araki. Em várias oportunidades, o religioso pregou a destruição do Estado Israel. Durante um encontro com o secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, o aiatolá Araki definiu Israel como “um câncer que deveria ser extirpado do Oriente Médio”.

Em suas pregações, Araki acusa os Estados Unidos e os judeus de serem os responsáveis pelos problemas econômicos dos países islâmicos e das divisões existentes entre as várias correntes da religião islâmica. Em uma visita ao Líbano, ele sugeriu aos líderes do Hamas, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, uma união estratégica entre todos as organizações terroristas que atuam no Líbano e Palestina como forma de “banir Israel do mapa”, conforme publicado pela imprensa oficial iraniana.

Em sua página oficial no Facebook, o líder religioso não faz questão de esconder seus vínculos com o Hezbollah e suas posições extremistas. Resta saber se no Brasil ele reproduzirá esse mesmo discurso de ódio que ele propaga por onde passa.

O anfitrião de Araki no Brasil será o sheik iraquiano Taleb Khazraji, outra figurinha carimbada do Hezbollah na América Latina. Khazraji foi citado dos relatórios produzidos pelos investigadores do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), como sendo um dos interlocutores dos terroristas que explodiram a entidade em julho de 1994.

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http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/aiatol%C3%A1-que-prega-a-destrui%C3%A7%C3%A3o-de-israel-visitar%C3%A1-o-brasil/ar-BBEsqtR?ocid=ob-fb-ptbr-48