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Merkel diz que a Europa fará tudo para manter o Irã em acordo nuclear

A Alemanha, a França e a Grã-Bretanha farão “tudo” para garantir que o Irã permaneça no marco do acordo nuclear de 2015, afirmou a chanceler Angela Merkel, um dia depois de os EUA terem desistido do acordo.

“Continuaremos comprometidos com este acordo e faremos de tudo para garantir que o Irã cumpra o acordo”, disse Merkel, acrescentando que Berlim tomou a decisão em conjunto com Paris e Londres.

Com informações de The Times of Israel e imagem de Spiegel

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Representante do Parlamento árabe solicita apoio à UNRWA para refugiados palestinos

O presidente do Parlamento árabe, Mashaal bin Fahm Al-Salami, pediu aos parlamentos do mundo todo para exortar seus governos a apoiar a Agência das Nações Unidas de Assistência e Socorro para os Refugiados da Palestina (UNRWA) para que continue seu trabalho de acordo com a Resolução 302 da Assembléia Geral da ONU .

Al-Salami disse em uma declaração que havia enviado cartas a vários parlamentos mundiais que sempre apoiaram a UNRWA, como: Reino Unido, França, Itália, Espanha, Japão, Países Baixos, Alemanha, Bélgica, Austrália, Suíça, Canadá , Dinamarca e Noruega.

Al-Salami elogiou em suas cartas os países que apoiam a UNRWA, enfatizando que o Parlamento árabe rejeita as tentativas de politizar o papel humanitário desempenhado pela UNRWA depois que os EUA congelaram parte de suas contribuições para o orçamento da agência.

Al-Salami enfatizou que o trabalho da UNRWA só deveria terminar após a implementação da Resolução 194 da Assembléia Geral da ONU, que exigia o retorno dos refugiados palestinos e a compensação para aqueles que foram deslocados de suas casas.

A Al-Salami também agradeceu os países árabes que estão entre os 20 maiores países que apoiam a UNRWA.

Com informações de Middle East Monitor

Cristianismo é sufocado e islamismo apoiado pelo governo

O que mais chama a atenção dos religiosos é que o país que se declara comunista e que tem sufocado a liberdade dos cristãos, agora está se abrindo para o islã.

Desde que o Irã passou a criar centros islâmicos para difundir sua ideologia na América Latina, Cuba tem buscado mais parcerias com o mundo muçulmano. O presidente Erdogan conseguiu concluir seu feito de construir uma mesquita em Havana, no ano de 2015. Os fieis afirmam que praticam a religião sem obstáculos, numa ilha que foi marcada pelo ateísmo durante muitos anos.

Recentemente, também foram abertas mesquitas no México, Colômbia e Venezuela. Mas no caso de Cuba, o que mais chama a atenção dos religiosos é que o país que se declara comunista e que tem sufocado a liberdade dos cristãos, agora está se abrindo para o islã. A lei permite o cristianismo somente na teoria, mas na prática já excluiu o ensino religioso nas escolas públicas, algumas igrejas já foram destruídas e outras tiveram suas atividades encerradas.

Nos últimos três anos, os iranianos já criaram um centro cultural xiita e a mesquita em Havana, que investe em recrutar e converter os cubanos, com o apoio das autoridades de Cuba. Enquanto isso, cristãos já foram até mesmo agredidos fisicamente porque tentaram impedir a demolição de um igreja por funcionários do governo que os chamaram de “subvertidos”. Nas leis e documentos oficiais há severas restrições sobre encontros, cultos e evangelização nas ruas. Ore por essa nação.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/cristianismo-e-sufocado-e-islamismo-apoiado-pelo-governo

África do Sul vai abandonar o Tribunal Penal Internacional

A África do Sul anunciou que vai abandonar o Tribunal Penal Internacional (TPI) em uma carta enviada à ONU e divulgada nesta sexta-feira (21) pelo canal de televisão público SABC, uma decisão imediatamente criticada pelos ativistas dos direitos humanos.

“A República da África do Sul se retira do TPI, uma retirada que será efetiva em um ano, a partir da data em que o secretário-geral da ONU receber esta carta”, afirma a ministra sul-africana das Relações Exteriores, Maite NKoama-Mashabane no texto, com data de quarta-feira (19).

De acordo com a carta, a África do Sul “considera que suas obrigações a respeito da resolução pacífica dos conflitos são, às vezes, incompatíveis com a interpretação do Tribunal Penal Internacional”.

A decisão foi anunciada após a divergência do ano passado, quando a África do Sul permitiu que o presidente sudanês Omar al Bashir viajasse ao país para participar de uma reunião de cúpula da União Africana, apesar da ordem de prisão do TPI contra o governante.

A África do Sul alegou que o sudanês tinha imunidade como chefe de Estado. O TPI acusa o presidente do Sudão de crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio no conflito da região de Darfur.

https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/%C3%A1frica-do-sul-vai-abandonar-o-tribunal-penal-internacional/ar-AAjdS91

Irã segue líder de apoio ao terrorismo apesar de acordo, dizem EUA

Para Departamento de Estado, radicais têm liberdade em áreas de Colômbia e Venezuela.

WASHINGTON – Apesar de longos esforços diplomáticos terem levado EUA e Irã a negociarem com potências internacionais um acordo de redução significativa do programa nuclear do país persa, Washington acusou Teerã nesta quinta-feira de continuar líder mundial do apoio estatal ao terrorismo. Mesmo após o pacto firmado em 2015 reduzir as tensões diplomáticas, o Irã realizou uma série de testes com mísseis balísticos, proibidos pela ONU, e continua a apoiar grupos como o radical xiita Hezbollah.

Numa estatística divulgada pelo Departamento de Estado, com base em investigações sobre ataques terroristas e financiamento a grupos extremistas, o órgão voltou a indicar o país como o maior financiador de grupos extremistas, além de treinar e equipar grupos como o Hezbollah e o governo sírio de Bashar al-Assad, considerado extremista pelos EUA.

Síria e Sudão são apontados após o país como financiadores. Quem sai da lista desta vez é Cuba, numa etapa que marcou definitivamente o degelo entre Washington e Havana. Países que integram a lista sofrem severas sanções econômicas do governo americano, ficando isolados dos principais centros financeiros mundiais.

O Irã, apesar do acordo nuclear que é tratado como peça fundamental para diminuir as ameaças de agressão regional, continuou a fazer testes proibidos, e alas mais radicais do país ameaçaram os próprios EUA, Israel e a Europa. O país é também citado por financiar radicais no Bahrein e o palestino Hamas, além do grupo xiita Houthi, que tem levado o Iêmen a um princípio de guerra civil.

Países como Afeganistão, Paquistão, Iraque, Somália, Líbia e Síria, além de partes da Colômbia e da Venezuela, como áreas “onde terroristas tem livre passagem”.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/ira-segue-lider-de-apoio-ao-terrorismo-apesar-de-acordo-dizem-eua-19425461#ixzz4AWqqLBVB
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Gospel Prime convida presidente do EVM para escrever em coluna sobre perseguição religiosa

O renomado Portal Gospel Prime se prontificou, nessa segunda-feira , através do seu editor Gregório Neto, a trabalhar em conjunto com a ONG Ecoando a Voz dos Mártires em favor do tema “perseguição a cristãos e minorias no mundo muçulmano e Coreia do Norte”, e ainda convidou a presidente da Instituição para escrever em coluna que será criada com esse objetivo.

Gospel Prime tem se destacado como o Portal brasileiro de notícias que mais divulga a perseguição aos cristãos em todo o mundo, demonstrando os terríveis sofrimentos da igreja perseguida há anos.

Ecoando a Voz dos Mártires agradece à compassiva iniciativa do Portal e acredita que esta benemérita ação trará frutos de excelência para o trabalho de conscientização humanitária a fim de que cristãos e minorias perseguidas no mundo muçulmanos possam contar com o socorro dos cristãos no Brasil através do engajamento diplomático para a discussão do tema na ONU e envio de ajuda humanitária para as vítimas de perseguição religiosa em zonas de conflito.

Andréa Fernandes (Presidente do EVM)

Pastor da 1ª Igreja Batista em Araras encaminhará pleito do EVM à CBB

São Paulo –  O EVM logrou importante vitória na busca de apoio para o pedido da instituição que tramita no Ministério das Relações Exteriores em Brasília. Daniel Barros, importante líder político da região, encaminhou o projeto da ONG ao pastor André Fabiano, da 1ª Igreja Batista em Araras, que participou de reunião onde estiveram presentes as representantes do EVM, Andréa Fernandes e Andréa Giordana, além do pastor coordenador de Missões, André Custódio.

Após ouvir sobre as condições periclitantes em que vivem cristãos e minorias no mundo muçulmano aprouve ao pastor André Fabiano ofertar apoio mediante o contato que estabelecerá com a Convenção Batista Brasileira no estado de São Paulo para deliberar sobre o tema objeto de requerimento no MRE.

Logo, configura-se importante passo em direção à ratificação por parte de renomadas organizações religiosas no que pertine ao requerimento de inclusão da denúncia e condenação da perseguição a cristãos e minorias por governos muçulmanos no discurso do Brasil na assembleia geral da ONU, em setembro.

Inobstante tal fato, o articulador Daniel Barros se prontificou a contatar lideranças evangélicas e católicas para somar nos esforços de apoio a tão importante causa humanitária. E, graças à sua iniciativa, a presidente da ONG, Dra. Andréa Fernandes, terá acesso à assessora do senador Magno Malta, Dra. Damares Alves.

 

Senadores americanos: Arábia Saudita patrocinou atentado de 11/09

A senadora do Estado de Nova York, Kirsten Gillibrand, e o ex-senador, Bob Graham, apelaram ao presidente Barack Obama para fazer uma parte do relatório sobre 9 de setembro de 2001 entrar em domínio público, escreve o jornal britânico Independent.

O documento foi preparado em 2003 pela comissão do Congresso e contém mais de 800 páginas, mas as últimas 28 páginas foram classificadas.

Na entrevista ao canal televisivo CBS, Bob Graham, que tinha sido co-presidente da comissão, alegou que os documentos continham provas de que altos funcionários da Arábia Saudita estavam diretamente envolvidos nos ataques de 9/11, e inclusive ajudaram os terroristas a se tornarem piloto.

“Existem cada vez mais provas, não só nas 28 páginas, mas há também outras evidências que apontam para a participação saudita dos atentados de 11 de setembro”, disse Bob Graham ao FoxNews.

Barack Obama já recebeu muitas vezes pedidos para passar a informação para o domínio público. Há dois anos, Graham perguntou ao presidente quanto tempo levaria para que essa decisão fosse feita. Graham diz que o presidente Obama disse “um ou dois meses”.

A senadora Kirsten Gillibrand opina que o presidente tem de fazer passar as 28 páginas ao domínio público antes da visita à Arábia Saudita agendada para 21 de abril.

Riad oficial chamou a notícia da CBS de uma “compilação dos fatos”. A Casa Branca admitiu a necessidade de mais transparência mas notou que era necessário “proteger os dados classificados que têm a significância crítica para a segurança nacional”.Em 11 de setembro de 2001 terroristas que tinham ligações com a Al-Qaeda sequestraram quatro aeronaves comerciais que fizeram colidir contra o World Trade Center e o Pentágono, matando de cerca de 3 mil pessoas.

O quarto avião que era dirigido ao Capitólio dos Estados Unidos caiu na Pensilvânia depois de os passageiros terem tentado retomar o controle da aeronave.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20160413/4127846/senadores-arabia-saudita-atentado.html#ixzz4618NZ9xI

Polícia turca detém 21 acadêmicos que assinaram carta em apoio a curdos

Mais de mil signatários, incluindo intelectuais estrangeiros, pedem o fim de operações contra rebeldes.

ISTAMBUL — A polícia turca deteve 21 professores universitários que estavam entre os mais de mil signatários de uma carta pedindo o fim das operações do Exército contra rebeldes curdos. O documento provocou a ira do presidente conservador-islâmico, Recep Tayyip Erdogan, que apelou ao Judiciário para agir contra a “traição”.

Segundo a agência de notícias pró-governo Anatolia, os professores da Universidade de Kocaeli foram detidos durante o amanhecer em suas residências.

Promotores abriram uma investigação contra os acadêmicos por suposto insulto ao Estado e propaganda terrorista. Erdogan criticou severamente os signatários.

Quase 1.200 pessoas, incluindo intelectuais estrangeiros como o linguista americano Noam Chomsky, assinaram na segunda-feira uma “iniciativa universitária pela paz”. Na carta, os signatários pedem o fim da intervenção das forças de segurança turcas contra os rebeldes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

Depois de dois anos de cessar-fogo, os combates entre as forças de segurança turcas e o PKK foram retomados no ano passado, o que acabou com as negociações de paz iniciadas em 2012 para tentar por fim a um conflito que matou mais 40 mil desde 1984.

No texto intitulado “Não seremos parte deste crime”, os signatários denunciam que o governo executa um massacre deliberado e planejado que viola as leis turcas e os tratados internacionais.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/policia-turca-detem-21-academicos-que-assinaram-carta-em-apoio-curdos-18480143#ixzz3xKo089pi

Irã corta 90% do apoio a Jihad Islâmica Palestina

A República Islâmica do Irã cortou cerca de 90 % do seu apoio financeiro ao movimento palestino Jihad Islâmica, impelindo-o a fazer cortes salariais graves para os seus funcionários, Felesteen informou no domingo.

Apesar disso, líderes do movimento insistem que eles ainda têm boas relações com Teerã.

Segundo o jornal, as autoridades iranianas disseram que a relação com a Jihad Islâmica mudou de “aliado importante” para um “amigo para quem o Irã é incapaz de ter recursos a fim de pagar todas as suas necessidades.”

Um alto funcionário da Jihad Islâmica revelou a Alkhaleejonline.que as relações entre os dois lados se deteriorou cerca de cinco meses atrás. “As relações do Irã com a Jihad Islâmica se desgastaram quando a Jihad Islâmica se recusou a emitir uma declaração de apoio aos Houthis no Iêmen”, disse um funcionário anônimo. Ele insistiu que a posição da Jihad Islâmica em relação aos houthis e o apoio iraniano continua a mesma.

A crise financeira tem piorado ao longo dos últimos nove meses; salários integrais têm sido pagos com cinco meses de atraso, disse o funcionário. Ele ressaltou que a relação mais próxima da Jihad Islâmica com o Hamas, que é considerado como um “aliado não-desejado do Irã”, afetou a relação com Teerã.

Jihad Islâmica também teme que o novo braço xiita iraniano em Gaza, Movimento Al-Sabiroon, que tem apenas algumas poucas afiliadas, vá suplantá-la aos olhos do governo iraniano. Al-Sabiroon tem recebido fundos generosos do Irã e estes parecem ser às custas da facção palestina. Os esforços diplomáticos não conseguiram resolver o problema.

https://www.middleeastmonitor.com/news/middle-east/23278-iran-cuts-90-of-support-for-palestinian-islamic-jihad