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Páscoa sangrenta no Sri Lanka: a jihad global avança

Por Andréa Fernandes

Mais um banho de sangue promovido pela jihad global impacta a minoria religiosa mais perseguida do mundo. Dessa vez, o massacre de cristãos se deu no Sri Lanka, uma ilha localizada ao sul da Índia, lar territorial de diversas  línguas e culturas.

No país asiático os cristãos representam 7,6% da população de maioria budista (74%), além de 12,6 % de hinduístas e  9,7% de muçulmanos, segundo o censo de 2012.

Oito ataques terroristas em igrejas e hotéis atingiram centenas de fiéis católicos e pelo menos 35 turistas em todo país durantes as celebrações de Páscoa naquele que já é considerado o pior ato de violência desde o fim da brutal guerra civil entre 1983 e 2009, quando o governo declarou a derrota do grupo separatista Tigres da Libertação do Tamil Eelam, conhecido como Tigres Tamis. Até o momento são 215 mortos[1] e acredita-se que o número deve aumentar em virtude da gravidade dos ferimentos ocasionados em muitas das vítimas, estimadas entre 450 e 600.

O morticínio iniciou na manhã deste domingo em 3 igrejas, 4 hotéis e um condomínio. Os templos religiosos atingidos foram o Santuário de Santo Antônio, na capital Colombo, Igreja de São Sebastião em Negombo; e a Igreja de Sião, em Batticaloa. Três hotéis atacados eram de luxo: o Shangri-La, o Cinnamon Grand e o Kingsbury, todos em Colombo.

Inicialmente, não houve reivindicação acerca da responsabilidade pelos atos terroristas, mas o ministro da defesa culpou “extremistas religiosos” pelo que nominou “infeliz incidente terrorista”, muito embora não tratar-se a barbárie de um simples “circunstância acidental” como aduz a referida autoridade, já que em 2018, segundo a Aliança Evangélica Cristã Nacional do Sri Lanka ( NCEASL ) – que representa mais de 200 igrejas e outras organizações cristãs –  foram registrados pelo menos 86 ações violentas, atos de discriminação e ameaças contra os cristãos[2]. O ministro também não especificou a “identidade religiosa” dos “extremistas”. Nominar os “assassinos-jihadistas de cristãos” protegidos por países muçulmanos que integram o Conselho de Direitos Humanos da ONU, além de “islamofóbico” é “perigoso” para a manutenção da paz em qualquer país civilizado.

Seguindo a tradicional ação de “jihad programada” contra “cristãos infiéis”, dez dias antes dos atentados terroristas o chefe de polícia do Sri Lanka emitiu um alerta nacional comunicando que homens-bomba da facção muçulmana National Thowheet Jama’ath ( NTJ ) planejavam promover ataques suicidas contra “igrejas proeminentes” e o Alto Comissariado indiano em Colombo[3]. Certamente, a segurança do Alto Comissariado foi reforçada e a minoria cristã foi desprezada pelas autoridades de segurança.

A propósito, quando próximo à Semana Santa, foi divulgado pelo escritor Raymond Ibrahim que na “França macroniana” são atacadas duas igrejas por dia[4], vale esclarecer que o grupo muçulmano NTJ – cujas lideranças faziam os mesmos discursos dos muçulmanos da França, acusando o governo do Sri Lanka de “racismo” – também tem a “prática” de vandalizar estátuas budistas. Aliás, os massacres sistemáticos contra cristãos sempre são precedidos por “genocídio cultural” destruindo-se ícones da fé cristã. De maneira geral, após os ataques físicos contra igrejas, os cristãos são perseguidos e mortos sem que as atrocidades resultem numa condenação global citando o termo politicamente incorreto “cristofobia”.

Os atentados no Sri Lanka geraram toda espécie abjeta de “falsa comoção”: a primeira-ministra britânica Theresa May fez questão de não identificar as vítimas por evidente pavor de “ofender” os muçulmanos do Reino Unido que têm peso eleitoral expressivo para a politicalha progressista. May não conseguiu reconhecer nem mesmo que tratava-se de “terrorismo”, usando a colocação evasiva “atos de violência contra igrejas e hotéis no Sri Lanka[5], já que é sabedora que os adeptos do Islã estão envolvidos na maioria esmagadora dos atentados terroristas pelo mundo, além do comércio bilionário na área armamentista com o mundo muçulmano.

Bharein, Qatar e os Emirados árabes Unidos embarcaram na taqiyya[6] para fingir condenação contra os ataques terroristas através de comunicados oriundos dos respectivos Ministérios de Relações Exteriores. O apoio desses países do Golfo ao chamado “fundamentalismo islâmico” que estriba ações violentas contra minorias diversas não será “comentado” pelos badalados analistas internacionais da mídia convencional, que preferem deixar de lado o apoio explícito do Qatar a perigosos grupos terroristas[7] que promovem a jihad livremente. Por sinal, o Qatar é considerado o “pior Estado da região” no rastreamento de financiamento do terrorismo, de acordo com documentos diplomáticos dos Estados Unidos publicados pelo WikiLeaks[8]. Porém, alguém vê alguma importante liderança cristã denunciando tal “hipocrisia islâmica”?

É importante frisar que o Estado Islâmico se manifestou afirmando que a “jihad terrorista” foi motivada por retaliação em virtude dos ataques contra muçulmanos e suas mesquitas[9]. Contudo, faz-se oportuno trazer à lembrança que em 2016, houve uma séria denúncia no Sri Lanka de que 32 muçulmanos da elite do país haviam se unido à facção terrorista.

Outrossim, cumpre informar que treze suspeitos foram presos e um dos jihadistas do massacre foi identificado como Zahra Hashim, famoso pregador muçulmano que ensinou: “Allah criou esta terra para os muçulmanos”[10], o que leva a “crer” que não seria “nada demais” usar a “espada do terror” para implementar a sharia (lei islâmica) à força em Dar Al-Harb (terra da guerra). No entanto, o ministro das Finanças, Mangala Samaraweera, afirmou que os ataques foram “uma  tentativa bem coordenada de criar assassinatos, desordem e anarquia”[11]. É isso mesmo! A jihad contra infiéis cristãos é retratada pelo conceito não-muçulmano  e “blasfemo” de “anarquia”, o que nos leva  a perguntar: como vencer um perigoso e astuto inimigo sem conhecer a base de sua doutrina de ódio?

O primeiro-ministro Ranil Wickremesinghe informou que a prioridade agora é prender os terroristas e solicitou para que não fosse divulgado o nome dos presos a fim de evitar “tensão entre as comunidades” e a decisão governamental de “bloqueio das redes sociais” visa impedir a propagação de “informações incorretas”, pois a “censura” é um instrumento eficiente para impedir a conscientização da opinião pública sobre a “ideologia” que tenta submeter o mundo à sharia. Resumindo: o país é “refém do terror[12].

A conspiração jihadista não teve maior dimensão catastrófica graças à identificação de um explosivo localizado nas proximidades do principal aeroporto do país. Peritos do exército detonaram  de forma controlada o artefato explosivo.

Enquanto horrorizada busco mais informações para fundamentar o artigo sub oculis, tomo conhecimento de que que um terrorista descrito pela mídia como “homem de pele escura” invadiu uma igreja em Munique (Alemanha) aos gritos de Alahu Akbar e atacou os cristãos durante o culto, causando ferimentos em pelo menos 24 pessoas[13]. A mídia ocidental não divulgou a ação jihadista porque seria configuração de “racismo”.

Após ouvir enojada o comentário de repórter da GloboNews em cobertura lacônica e medíocre afirmando que não se sabe a “motivação” dos ataques terroristas no Sri Lanka, lembrei do depoimento de uma testemunha que assistiu a carnificina jihadista. Disse o comerciante que trabalhava próximo ao Santuário de Santo Antônio e que ajudou a socorrer as vítimas: “Era um rio de sangue”! Essa é exatamente a descrição que alguns historiadores fazem da invasão muçulmana que resultou em dominação de Constantinopla no ano de 1453.

A base cultural do império bizantino era greco-romana e o Cristianismo era a religião oficial antes da jihad cumprir o seu “papel de excelência” no momento em que tribos turcas das estepes da Ásia Menor tomaram a cidade de Constantinopla, e o sultão Mehmed II não escondeu o objetivo de tornar o império otomano um “califado global” tendo a outrora cidade cristã como sua “capital”. Alguma “semelhança” com  o modus agendi de certas autoridades islâmicas da atualidade?

Outro acontecimento importante ignorado pelos humanistas e intelectuais do “Ocidente infiel”: segundo o professor Peter Screiner, especialista da Universidade de Colonia, pesquisas recentes mostram que “os osmalinis eram inicialmente bastante pacíficos e não chamaram atenção dos bizantinos”, sendo até muito úteis aos bizantinos por se dedicarem à pecuária e contribuir para o abastecimento de Constantinopla[14]. Com isso, foram “tolerados” pelo “altruísmo suicida cristão”. Contudo, com o tempo, a “paz enganadora” dos “piedosos muçulmanos” se transformou em “rios de sangue”.

A mesma “espada do Islã” que decapitou, estuprou, roubou, escarneceu, espoliou e dominou Constantinopla voltou a agir hoje no sul da Ásia, e fatos históricos continuarão sendo insuficientes para fazer o decadente “mundo cristão” entender que o extermínio de povos e culturas bem como apropriação de terras faz parte da “gênese islâmica”.

Constantinopla jaz no “esquecimento sepulcral” da Cristandade, mesmo tendo sido substituída por um império sanguinário que a posteriori  promoveu o genocídio de milhões de cristãos armênios[15], gregos e assírios[16], genocídio este, que lamentavelmente não é reconhecido pelo Brasil, Estados Unidos e outros países de população majoritariamente cristã. Desse modo, se a Queda de Constantinopla foi solenemente apagada da “memória cristã”, o que nos faria acreditar que haverá alguma reação séria à jihad global que almeja eliminar a fé cristã do Ocidente?

“Mar de sangue” é o futuro de uma geração que nada aprendeu com o passado!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem www.wsj.com

[1] https://economictimes.indiatimes.com/news/international/world-news/blasts-hit-two-sri-lanka-churches-during-easter-mass-80-injured/articleshow/68973838.cms

 

[2] https://www.9news.com.au/world/sri-lanka-attack-churches-and-hotels-hit-with-explosions-breaking-news/daefa145-503d-4631-b52a-04c7f254e9f9

 

[3] https://www.timesofisrael.com/7-suspects-arrested-in-sri-lanka-over-easter-sunday-bombings/

[4] https://www.gatestoneinstitute.org/14044/europe-churches-vandalized

 

[5] https://www.jihadwatch.org/2019/04/uks-may-condemns-acts-of-violence-against-churches-and-hotels-in-sri-lanka?fbclid=IwAR2–siheFJRy2JYGjPrbWJfI3FvS4um0Hsxgq_GGapukSNNK5eXhfV2dLA

 

[6] Permissão para o muçulmano mentir se essa mentira ajudar a propagação do Islã e da sharia

 

[7] https://www.bbc.com/news/world-middle-east-40246734

 

[8] https://www.gospelprime.com.br/al-jazeera-e-o-pedido-de-apoio-de-gleisi-hoffmann/

 

[9] https://www.oneindia.com/international/colombo-bombings-isis-suggests-revenge-for-strikes-on-muslims-2881238.html

 

[10] https://www.jihadwatch.org/2019/04/sri-lanka-one-jihad-mass-murderer-was-well-known-muslim-preacher-who-said-allah-created-this-land-for-muslims?fbclid=IwAR15377f649oukI1n_1qn1BxDAFbownwg1Aod0Byak3q8r-QAPCjplh1CbM

 

[11]https://www.nytimes.com/2019/04/21/world/asia/sri-lanka-explosion.html

 

[12] https://www.metropoles.com/mundo/primeiro-ministro-do-sri-lanka-diz-que-prioridade-e-deter-terroristas

 

[13] https://www.jpost.com/Breaking-News/Man-storms-German-church-injures-24-people-in-mass-panic-587504

 

[14] https://www.dw.com/pt-br/1453-constantinopla-%C3%A9-tomada-pelos-turcos/a-325020

 

[15] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2015/04/25/ha-cem-anos-15-milhao-de-cristaos-massacrados-quem-chorou-por-eles/

 

[16] https://oglobo.globo.com/mundo/o-massacre-esquecido-centenas-de-milhares-de-gregos-assirios-foram-mortos-por-otomanos-15947403

Tribunal de Maldivas sentencia mulher à pena de morte por apedrejamento

  • O magistrado Mohamed Moosa passou a sentença à revelia unicamente com base em sua confissão
  • O caso foi denunciado à polícia em maio do ano passado, quando uma criança concebida do ‘ato sexual ilegal’ foi entregue.
  • O Juiz Moosa se referiu às Ofensas de Hudud, que lhe permitem passar sentenças predeterminadas no Alcorão.

K. Male ‘ Shan Anees 07 de janeiro de 2019 | Segunda-feira 08:52 twitter Local |  630

Uma fotografia aérea da ilha de Naifaru no atol de Lhaviyai – Fotografia por: Archive

O tribunal do magistrado de Naifaru sentenciou uma mulher de 25 anos da ilha de Naifaru à morte por apedrejamento, depois que ela confessou ter feito sexo extraconjugal.

O magistrado  Mohamed Moosa passou a sentença à revelia unicamente com base em sua confissão; que ela havia cometido “fornicação” e já havia se casado antes.

O caso foi relatado à polícia em maio do ano passado pelo centro de saúde depois que eles entregaram o filho da mulher, que se acredita ter sido concebido no “ato sexual ilegal”, diz a sentença.

A sentença não faz menção ao pai da criança, embora RaajjeMV compreenda que ele é nativo de uma ilha no mesmo atol e que a família não tem “nenhum meio de contatá-lo”. 

O Juiz Moosa se referiu às Ofensas de Hudud , em 1205 do Código Penal das Maldivas, o que lhe permite aprovar sentenças pré-determinadas no Alcorão, sob a Sharia Islâmica.

Em sua sentença, o juiz Moosa refere-se à mulher como ” muhsana “, uma pessoa que está ou esteve em um casamento válido e consumado e está tão sujeita à punição da morte por apedrejamento.

Enquanto mulheres e homens que nunca foram casados ​​são condenados a açoitamento, ao contrário da morte por apedrejamento ou “Rajm”, como é chamado na lei islâmica, a própria mulher havia se divorciado no momento do ato.

O atual governo, que tomou posse em novembro do ano passado, expressou seu compromisso de manter a moratória sobre a pena de morte, até que a reforma judicial seja adequada.

Se a sentença for executada, o caso deve ter esgotado todo o processo de apelação.

Com imagem UOL e informações Raajje

Filipinas: Catedral cancela celebrações da Páscoa depois que muçulmanos saqueiam e quebram imangens

“Catedral saqueada por extremistas ligados ao Estado Islâmico cancela celebrações da Páscoa”, por Alex WilliamsPremier , 24 de março de 2018:

As celebrações da Páscoa estão sendo canceladas em uma catedral nas Filipinas este ano, meses após o templo ter sido severamente danificado por extremistas ligados ao Estado Islâmico.

Fiéis que planejaram participar de cultos na Catedral de Santa Maria, na cidade de Marawi, estão sendo direcionados para igrejas menores na região.

O bispo de Marawi Edwin dela Peña foi citado pelo jornal Philippine Daily Inquirer dizendo: “Pela primeira vez em muitos anos, não realizaremos nenhum serviço na própria catedral.

“Mas em outras paróquias, teremos nossos cultos da Semana Santa.”

Extremistas atacaram St Mary’s durante os primeiros estágios do conflito sangrento de cinco meses em Marawi, entre grupos afiliados ao EI e ao governo filipino.

Os militantes acabaram sendo derrotados, mas não antes de a catedral ser atingida por balas por militantes que também se filmaram esmagando estátuas dentro do local de culto.

Com informações de Jihad Watch e imagem de Public Radio International

Governador cristão será julgado por blasfêmia

Através de um vídeo montado, imagens de Ahok “insultando o islã” foram divulgadas no Facebook e causou revolta nos muçulmanos.

Na Indonésia, milhares de manifestantes islâmicos bloquearam as ruas de Jacarta para protestar contra o governador cristão Ahok (Basuki Tjahaja Purnama). Eles alegam que o governador insultou o islã através de um vídeo que foi divulgado no Facebook pelo professor de comunicação Buni Yanu, no qual Ahok “parece” fazer ofensivas contra os muçulmanos. O que ocorre na realidade é que o vídeo era uma montagem e uma manipulação para criar essa situação.

O próprio autor do vídeo, o professor, admitiu que adulterou as imagens. Mesmo assim, Ahok será julgado por blasfêmia e poderá enfrentar até 5 anos de prisão, caso seja considerado culpado. O resultado das manifestações foram 100 pessoas feridas, 3 veículos incendiados e outros 18 seriamente danificados.

Desde que Ahok se candidatou à reeleição, em fevereiro do ano passado, os militantes islâmicos estão agitados na Indonésia. “O fato de o governador ser cristão e etnicamente chinês, é na verdade um insulto aos muçulmanos. Eles já anunciaram uma nova manifestação para hoje (25) e parece que estão usando Ahok como um trampolim para desestabilizar o atual governo. É uma pressão não democrática e também perigosa para a comunidade cristã no país”, conclui um dos colaboradores da Portas Abertas.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/governador-cristao-sera-julgado-por-blasfemia

Livros evangelísticos são proibidos no Cazaquistão

Os cristãos cazaques usam vários livros para compartilhar o evangelho com a sociedade; mas agora que eles foram banidos, haverá processos judiciais contra a liderança de muitas igrejas

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No começo desse ano, o tribunal estadual da cidade de Astana, capital do Cazaquistao, apresentou uma série de livros cristãos relacionados com o evangelismo aos muçulmanos, onde há testemunhos de ex-muçulmanos, o que é considerado ilegal de acordo com a legislação do país. O tribunal estadual ainda foi mais longe, considerando esses livros como “propaganda extremista”.

Essa decisão foi baseada numa nova lei que entrou em vigor no dia 15 de março de 2016. Agora, os seguintes livros foram proibidos no Cazaquistão: “Compartilhe sua fé com um muçulmano”, de Charles R. Marsh, “Chamado para a Grande Comissão”, de Kanat Oryntai Uly, “Jesus mais do que um profeta” (15 histórias verdadeiras de muçulmanos que encontraram perdão, libertação e uma nova vida), editado por RWF Wootton e “Curando a família destruída de Abraão: Nova Vida aos Muçulmanos”, de Don McCurry, entre alguns outros livros.

Os cristãos cazaques estão usando esses livros para compartilhar o evangelho com a sociedade. Mas agora que eles foram banidos, sabe-se que haverá processos judiciais contra a liderança de muitas igrejas. No Cazaquistão, 42º país da Classificação da Perseguição Religiosa 2016, as perspectivas sobre o futuro da igreja não são nada animadoras. A pressão sobre os cristãos aumenta a cada dia, principalmente por parte do governo. Cultos são interrompidos constantemente, materiais cristãos são confiscados e o cristianismo é visto como “a religião dos russos”.

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Malásia: cristãs não são contratadas por preconceito

Departamento de Imigração passou a “impor” a regra de não contratar profissionais cristãs para trabalharem como empregadas domésticas

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Na Malásia, há relatos de que a maioria das famílias muçulmanas não contratam empregadas domésticas que não sejam da mesma religião. Os mais ricos costumam contratar mulheres para cuidar da casa e também para que sirvam como babás de seus filhos. Tradicionalmente, mulheres filipinas e indonésias sempre foram contratadas para esses trabalhos, mas como o número de mulheres cristãs cresceu muito no país, o próprio Departamento de Imigração passou a “impor” a regra de não contratar as profissionais cristãs, conforme uma agência de notícias.

Após grande polêmica e clamor público, a mesma agência publicou um dia depois que o Departamento de Imigração não fez nenhuma “imposição” quanto às contratações, mas apenas “orientou” as famílias muçulmanas, alegando que as mulheres cristãs poderiam influenciar na educação das crianças de famílias islâmicas.

Esse caso reflete a mentalidade do governo malaio, que tem limitado a liberdade de religião e negligenciado as minorias religiosas no país. A nação ocupa o 30º lugar na Classificação da Perseguição Religiosa, onde a sharia (lei islâmica) está se espalhando rapidamente. A perseguição não é particularmente violenta, mas há uma pressão muito grande, em todas as esferas da vida, para aqueles que se convertem ao cristianismo.

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Paquistanesa rejeita pedido de casamento e é queimada viva

Uma jovem paquistanesa morreu nesta quarta-feira depois de sido torturada e queimada viva no nordeste do país por recusar se casar com o filho de seu ex-chefe, informaram a polícia e seus familiares.

Maria Sadaqat, de 19 anos, foi atacada por um grupo de pessoas na segunda-feira na aldeia de Upper Dewal, perto de Muree.

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Grupo extremista travou sua primeira batalha nas Filipinas

Liderados por Abu Sayyaf, os combatentes atacaram o exército das Filipinas, no sul da ilha de Basilan, matando 18 soldados e ferindo mais de 50

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De acordo com informações do think tank RSIS (sigla em inglês), o Estado Islâmico (EI) travou sua primeira batalha no sudeste asiático. “Os combatentes atacaram o exército das Filipinas, no sul da ilha de Basilan, matando 18 soldados e ferindo mais de 50, liderados por Abu Sayyaf (nome que vem do idioma árabe e quer dizer ‘Portador da Espada’), um grupo separatista fundamentalista que atua no país”, comenta um dos analistas de perseguição. Um think tank é uma instituição que produz conhecimento sobre assuntos estratégicos, com objetivo de transformar a sociedade, a política e até mesmo setores econômicos e científicos.

O Departamento de Estado dos EUA já classificou o Abu Sayyaf oficialmente como uma organização terrorista. A CIA empregou forças paramilitares de sua divisão de elite para localizar e matar ou mesmo capturar os principais líderes do grupo e para isso, diversos soldados americanos estão trabalhando na região, treinando as tropas filipinas para combater os militantes. “Esse ataque do Estado Islâmico pode comprometer o processo de reforço que estava dando autonomia para as autoridades de Mindanau”, observa o analista.

Levando em conta que no dia 9 de maio, o país terá suas eleições presidenciais, o ataque é ainda mais preocupante. “No início do ano, o EI realizou um ataque suicida contra a cafeteria Starbucks, em Jacarta. No dia 25 de abril, um refém canadense que estava detido pelo Abu Sayyaf foi decapitado. Eles estão intensificando seus atos violentos”, diz o analista. Muitas alertas já foram feitos de que a situação irá piorar, não por causa das eleições ou da situação política do país, mas por que as minorias muçulmanas estão conquistando autonomia a cada dia e os grupos rebeldes estão unindo seus propósitos e suas ações com o foco sempre voltado para os cristãos. Interceda pela igreja nas Filipinas.

Fonte: Portas Abertas

A luta dos cristãos continua em Mianmar

Apesar da vitória eleitoral da líder democrática Aung San Suu Kyi, radicais budistas continuam com seus discursos de ódio e pressionando o governo

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De acordo com um relatório da ONG C4ADS, apesar da vitória eleitoral de Aung San Suu Kyi, pela Liga Nacional pela Democracia (LND), os movimentos budistas radicais como o Ma Ba Tha ainda são poderosos. A ONG fornece análises orientadas por dados e relatórios, com base em provas de conflitos globais e questões de segurança transacionais, baseando-se em crimes organizados e corrupção de governos. Na ocasião das eleições, milhares de pessoas, incluindo as minorias comunitárias e religiosas, foram impedidas de votar e candidatos muçulmanos foram desqualificados.

Antes da vitória da líder democrática birmanesa, ela já havia conquistado um lugar no Parlamento, juntamente com 42 colegas da LND. Ao mesmo tempo, contudo, a intolerância religiosa aumentou drasticamente, com o aumento do nacionalismo budista militante. Isto afetou os cristãos drasticamente. A relatora especial da ONU, Yanghee Lee, destacou que a discriminação contra minorias religiosas e étnicas, como os Rohingya, do estado de Rakhine, assim como o discurso de ódio e violência voltado para essas parcelas da população, devem ser combatidos como prioridade pelo novo governo.

O país já enfrentou mais de 50 anos de governo militar. Apesar dos avanços, Yanghee Lee alertou para a necessidade de reformas nas leis, para garantir os direitos à liberdade de expressão e de religião. Ela também pediu a imediata suspensão das prisões, condenações e abusos contra a sociedade civil e jornalistas, além de solicitar a liberação dos presos políticos remanescentes.

“Embora o relatório da C4ADS se concentre exclusivamente sobre a situação da minoria muçulmana, seus resultados são notáveis ​​e pode ser facilmente traduzido para a minoria cristã, bem como o relatório aborda as ‘Leis de Proteção de Raça e Religião’. Os monges estão agitados agora, pressionando o governo e exigindo o cumprimento das leis já existentes no país”, comenta um dos analistas de perseguição. Mianmar é o 23º da Classificação da Perseguição Religiosa em 2016, sendo um dos países que trata os cristãos com mais violência. A igreja é perseguida principalmente por extremistas budistas e militares. Ore por essa nação.

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https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/03/a-luta-dos-cristaos-continua-em-Mianmar

Encolhida de medo em seus joelhos, uma mulher indonésia é chicoteada na frente de uma multidão … porque tinha começado a namorar

Uma adolescente é forçada a ajoelhar-se de forma submissa diante de uma multidão aos gritos enquanto ela se prepara para receber o castigo de 50 chicotadas – porque tinha começado a namorar.
A mulher de 19 anos de idade, foi chicoteada na frente de uma grande multidão aplaudindo a pena do “crime” na província de Aceh, na Indonésia.
Ela foi acusada de “passar tempo sozinha ‘com um homem de 21 anos de idade, que foi punido ao lado dela em Aceh, a capital da província de Sumatra.
O casal estava entre as 18 pessoas amarradas em público por violar a aplicação estrita da lei islâmica Sharia na província.
Punição: A mulher de 19 anos de idade, tinha supostamente ‘passado um tempo sozinha “com um homem de 21 anos de idade, o que é contra a lei para casais muçulmanos solteiros na província de Aceh.

O açoitamento público acontece em uma base regular em Aceh, a única província do país de maioria muçulmana mais populosa do mundo a implementar a sharia islâmica, mas é menos comum para as mulheres.
Aceh começou a implementar a sharia, após ter sido concedida autonomia especial em 2001, um esforço do governo central em Jacarta para reprimir uma rebelião separatista de longa duração.

Este mês, o governo local proibiu celebrações do Dia dos Namorados, incluindo o oferecimento de cartões ou chocolates, considerando-o um “ato ilícito” sob a lei Sharia.
No início deste ano, Aceh proibiu a presença de mulheres em locais de entretenimento após 23:00 a menos que eles estejam acompanhados por um marido ou membro da família masculino.
Em 2015, um distrito de Aceh aprovou uma lei municipal exigindo que as escolas ensinem meninos e meninas separadamente, e outra proibindo as mulheres de montar em motocicletas com um motorista.
Mais de 90 por cento dos indonésios se descrevem como muçulmanos, mas a grande maioria pratica uma forma moderada da fé.

Two  policewomen help the teenager after she received a caning  during a public punishment in Banda Aceh

 

Breaking the law: The couple were among 18 people lashed in publish for breaking the Indonesian province's strict implementation of Islamic Sharia law on Tuesday

Sharia police canes a man (centre of stage-in white) for gambling and breaking Islamic law, during a public punishment in Banda Aceh

Public flaying:  The 'crimes' committed included for gambling, drinking alcohol and dating between an unmarried man and woman

http://www.dailymail.co.uk/news/article-3470795/Cowering-fear-knees-Indonesian-woman-whipped-crowd-dating-man.html?login&utm_content=buffer010dd&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer