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Senador dos EUA pede asilo político para Asia Bibi

O senador republicano Rand Paul disse estar preocupado com o fato de Bibi não sobreviver e ele pessoalmente abordou o assunto com o presidente Trump na semana passada.

Um importante senador republicano pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que conceda asilo e o status de refugiado à nacional paquistanesa Asia Bibi, uma mulher cristã recentemente libertada da prisão depois que sua condenação por blasfêmia foi anulada.

Bibi, mãe de quatro filhos de 47 anos, foi libertada da prisão de Multan no começo do mês, depois que a Suprema Corte, em sua decisão histórica, a absolveu de acusações de blasfêmia.

O senador Rand Paul disse que estava preocupado que Bibi não sobrevivesse e que ele pessoalmente levou o assunto com o presidente Trump na semana passada.

“Eu tenho lutado por eles para libertar a Asia Bibi. Eu conversei com o presidente sobre conceder seu status de asilo e refugiado aqui ”, disse Paul à CNN em uma entrevista.

Um membro sênior de um instituto americano também sugeriu que Bibi deveria pedir asilo.

“O Presidente Trump deveria convidar Bibi para ir à América e pedir asilo. Fazer isso seria justo, moral e sábio ”, disse Clifford D May, presidente da Fundação para a Defesa das Democracias, em editorial no Washington Times esta semana.

Com imagem e informações The Indian Express

Refugiados cristãos escondem sua identidade para que não sejam discriminados na Turquia

Roma, 29 Jan. 16 / 04:30 pm (ACI).- O Gatestone Institute denunciou em um recente relatório que aproximadamente 45.000 refugiados cristãos que fugiram da Síria e do Iraque se sentem obrigados a esconder sua identidade religiosa na Turquia para que não sejam discriminados, enquanto esperam respostas aos seus pedidos de asilo.Em seu relatório, indicaram que são cristãos armênios, siríacos e caldeus, que estão esperando respostas às solicitações de asilo nos Estados Unidos, Canadá e Áustria. Caso não sejam recebidos, poderiam permanecer na Turquia até 2023.

O Gatestone Institute revelou o caso de Anonis Alis Salciyan, uma armênia que fugiu do Iraque em 2014 e atualmente mora na cidade de Yozgat. “Publicamente, fingimos que somos muçulmanos. Graças a ajuda de nossos familiares na Europa é que podemos seguir em frente. Nossos filhos não falam o idioma e não podem ir à escola”, indicou.

Em seguida, disse que estar atualmente na Turquia é como se tivesse retornado, pois sua família foi deportada durante o genocídio armênio de 1915.

Por sua parte, os também cristãos Anche Linda e Vahan Markaryan relataram que escaparam do Iraque no ano passado, logo depois que sua casa foi atacada pelo Estado Islâmico (ISIS). “Minha filha, Nusik, de sete anos, desde o dia do ataque deixou de falar, não pronunciou nenhuma palavra”. “Devemos rezar em casa. Não é seguro” rezar em público, indicou.

Do mesmo modo, lamentaram que sejam discriminados no momento de conseguir um trabalho. “Somente existem trabalhos temporários nas obras de construção. Os operários turcos ganham 100 libras por dia, mas nós recebemos somente 25 libras pelo mesmo trabalho. Não temos direitos”, denunciou Vahan.

http://www.acidigital.com/noticias/refugiados-cristaos-escondem-sua-identidade-para-que-nao-sejam-discriminados-na-turquia-77345/

Número de deslocados no mundo pode passar de 60 milhões em 2015

Pedidos de asilos aumentam quase 80%. Mais de quatro mil pessoas foram forçadas a fugir de seus países por dia.

RIO — O número de refugiados em todo o mundo ultrapassou 20 milhões de pessoas, de acordo com relatório divulgado nesta sexta-feira pela agência de refugiados da ONU, que adverte para “níveis assombrosos de sofrimento humano” em países em conflito. Segundo o documento, que reúne dados de janeiro a junho de 2015, mais de quatro mil pessoas foram forçadas a fugir de seus países por dia nesse período. E o número de pedidos de asilo saltou quase 80%. A guerra na Síria — que completa cinco anos em março do próximo ano — continua sendo o motivo do maior fluxo de novos refugiados e deslocados internos em massa.

Considerando outras populações de refugiados e de deslocados internos sob o mandato de outras agências humanitárias, as estatísticas indicam que o ano de 2015 ultrapassará a marca dos 60 milhões de pessoas forçadas a deixar seus locais de origem devido a guerras, conflitos e perseguições.

O relatório do Alto Comissariado da ONU para Refugiados revela crescimentos nas três principais categorias de deslocamento, que deverão bater recorde em 2015: refugiados, solicitantes de refúgio e deslocados internos (pessoas forçadas a fugir dentro de seus próprios países). Quase um milhão de pessoas cruzaram o mar Mediterrâneo como refugiados e imigrantes neste ano.

“O deslocamento forçado afeta profundamente a nossa realidade e as vidas de milhões de seres humanos, sejam aqueles forçados a fugir quanto os que oferecem abrigo e proteção”, alertou o Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres. “Nunca houve uma necessidade tão nítida de tolerância, compaixão e solidariedade para com as pessoas que perderam tudo”.

A população de refugiados no mundo, que há um ano totalizava 19,5 milhões pessoas, chegou a 20,2 milhões em meados de 2015. É a primeira vez, desde 1992, que a marca dos 20 milhões é ultrapassada. Os pedidos de asilo aumentaram cerca 78% (totalizando 993,6 mil casos) na comparação com o mesmo período do ano passado. E o número de pessoas deslocadas dentro de seus próprios países aumentou de cerca de 2 milhões, chegando a um total estimado de 34 milhões.

Os números de novos refugiados também cresceram de forma alarmante: cerca de 839 mil pessoas em apenas seis meses, o equivalente a uma taxa média de quase 4.600 pessoas forçadas a fugir dos seus países todos os dias.

A Turquia é o país que mais acolhe refugiados no mundo, somando 1,84 milhão em 30 de junho de 2015. O Líbano, por sua vez, acolhe mais refugiados em relação ao tamanho de sua população, com uma relação de 209 refugiados por mil habitantes. O total global de pessoas sob os cuidados do Acnur e de outras agências será divulgado em meados de 2016.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/numero-de-deslocados-no-mundo-pode-passar-de-60-milhoes-em-2015-18320609#ixzz3ujoY9UK5

Berlim diz que um em cada três pedidos de asilo é de um “falso sírio”

Autoridades alemãs dizem que se trata de uma estimativa das autoridades no terreno, em particular da polícia.

O governo alemão calcula que 30% das pessoas que se dizem sírias no registo para a obtenção do estatuto de refugiado na Alemanha têm outras nacionalidades, indicou hoje um porta-voz do Ministério do Interior.

“Não se trata de uma estatística, mas de uma estimativa que se baseia no que constatam as autoridades no terreno, em particular a polícia e (…) Frontex”, a agência encarregada da vigilância das fronteiras da União Europeia (UE), disse Tobias Plate num encontro com a imprensa.

A Alemanha enfrenta um afluxo sem precedentes de requerentes de asilo, em particular depois de ter decidido deixar de reenviar os sírios para os países em que entraram na UE, como prevê a legislação europeia. Os originários da Síria beneficiam ainda de uma análise mais rápida do seu dossier.

O país espera entre 800 mil e um milhão de requerentes de asilo este ano, um recorde absoluto, contra 200 mil em 2014.

Entre janeiro e fim de julho, 256 938 pessoas apresentaram um pedido de asilo à Alemanha, das quais 55 587 se declararam originárias da Síria.

http://www.dn.pt/globo/interior/berlim-diz-que-um-em-cada-tres-pedidos-de-asilo-e-de-um-falso-sirio-4798588.html

Alemanha recebeu mais de 100 mil pessoas em busca de asilo em agosto

Desde o início do ano, mais de 400 mil refugiados chegaram ao país.
Previsão é de que 800 mil peçam asilo, quatro vezes mais que em 2014.

Um recorde de 104.460 pessoas chegaram à Alemanha em busca de asilo no mês passado, disse uma autoridade da Bavária nesta quarta-feira (2), parte de um onda sem precedentes de imigrantes que tem comprometido os recursos de municípios e vilas alemães.

A Alemanha, com leis para concessão de asilo relativamente liberais e benefícios generosos, é o país que mais recebe imigrantes vindos do sudeste europeu e pessoas que fogem das guerras no Oriente Médio.

De janeiro a agosto, cerca de 413.535 pessoas foram registradas no sistema alemão Easy, disse um porta-voz da ministra Social da Bavária, Emilia Mueller.

O sistema Easy é usado para o registro inicial de imigrantes que chegam à Alemanha. O pedido de asilo é um processo separado. Cerca de um terço dos registros em agosto foram feitos na Bavária, disse o porta-voz.

A Europa enfrenta sua maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial e ainda precisa organizar um plano de reposta conjunto. Milhares de pessoas de Oriente Médio, Ásia e África morreram em perigosas jornadas via terra ou mar.

A Alemanha espera que 800 mil pessoas entrem com pedidos de asilo no país neste ano, quatro vezes mais do que o nível do ano passado.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/alemanha-recebeu-mais-de-100-mil-pessoas-em-busca-de-asilo-em-agosto.html

Cristãos idosos são intimidados por muçulmanos em asilo da Holanda

Convertidos ao cristianismo não se sentem seguros em lugar algum.

Cristãos idosos estão sendo intimidados por refugiados muçulmanos, em asilo da Holanda, conforme as informações do jornal holandês NRC.

Na Suécia, também há uma grande preocupação sobre a segurança em casas de repouso, depois que um grupo de cristãos foi expulso de uma dessas casas. As duas ocorrências aconteceram no mesmo dia.

Para os especialistas do NRC: “Já faz algum tempo que observamos a questão do tratamento que os cristãos recebem em campos de refugiados, porque eles se queixam de que, nem sempre, se sentem seguros lá. É claro que um asilo não pode ser comparado a um campo de refugiados, mas a questão é que as ameaças acontecem em todos os lugares onde os cristãos são vulneráveis”.

Em 2013, uma pessoa foi morta dentro de um asilo iraniano, na Holanda, os motivos e as circunstâncias não foram esclarecidos, mas os comentários levam a crer que foi uma represália, porque se tratava de uma pessoa convertida ao cristianismo.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/08/cristaos-idosos-sao-intimidados-por-muculmanos-em-asilo-da-Holanda

Pedidos de asilo aumentam 45% por conflitos na Síria e no Iraque

60% dos pedidos foram realizados em cinco países, segundo a ONU.
Situação nos dois países provocou a ‘pior crise humanitária de nossa era’.

As solicitações de asilo nos países ricos cresceram 45% em 2014, uma consequência dos conflitos na Síria e no Iraque, e se aproximaram do recorde registrado no início da guerra na Bósnia e Herzegovina, anunciou a ONU.

A situação nos dois países provocou a “pior crise humanitária de nossa era”, declarou a porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Melissa Fleming.

Em 2014 foram apresentadas 866.000 demandas de asilo em 44 países desenvolvidos, 45% a mais que em 2013, quase o mesmo número registrado em 1992, no início da guerra da Bósnia (quase 900.000 pedidos).

No ano passado, 60% dos pedidos de asilo foram registrados em apenas cinco países: Alemanha (173.100 demandas), Estados Unidos (121.200), Turquia (87.800), Suécia (75.100) e Itália (63.700).

Por razões metodológicas, as estatísticas turcas não incluem os sírios que entram no país, pois eles recebem abrigo provisório de “grupo”.

Em quatro anos de guerra, mais de 215.000 pessoas morreram na Síria e 11,4 milhões fugiram de suas casas. E a situação piora com o passar, segundo o ACNUR, que cita as atrocidades cometidas em particular pelo grupo Estado Islâmico (EI).

Em 2014, os sírios lideraram as solicitações de asilo, com mais de 149.600 demandas (+166%). E a tendência não deve sofrer mudanças, segundo o ACNUR.

Mais de 3,9 milhões de refugiados sírios estão nos países vizinhos e, sem perspectiva de fim do conflito, planejam seguir para a Europa para oferecer um futuro melhor aos filhos.

“É uma nova tendência”, adverte Fleming, que pediu aos países europeus a mesma generosidade que demonstraram durante a guerra dos Bálcãs nos anos 1990.

No caso do Iraque, 68.700 pessoas pediram asilo político ano passado (+84), em fuga dos combates e das atrocidades do EI.

Em seguida aparecem as demandas de asilo apresentadas no Afeganistão (59.500, +65%), Sérvia e Kosovo (55.700, +61%) e Eritreia (48.400, +117%), informou o ACNUR.

Em 2014, os 28 países da União Europeia registraram um aumento de 44% das demandas (570.800 pedidos de asilo).

A carga mais pesada recaiu nos países do sul da Europa (+95%), em particular Turquia e Itália.

Em proporção à população de cada país, a taxa mais elevada de demandas de asilo corresponde à Suécia, que registrou 24,4 pedidos por cada mil habitantes, seguida por Malta, Luxemburgo e Suíça.

Pela primeira vez desde o ano 2000, a França não aparece entre os cinco primeiros países de destino e, além disso, registrou queda de 2% dos pedidos, que chegaram a 59.000.

Nos Estados Unidos, com alta de quase 44% nos pedidos, os mexicanos permanecem como os mais numerosos.

Os refugiados nos países desenvolvidos representam, no entanto, uma parcela pequena das pessoas obrigadas a fugir de casa em consequência de guerras, violência ou conflitos.

Quase 85% dos refugiados vivem em um país em desenvolvimento, destacou Fleming.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/pedidos-de-asilo-aumentam-45-por-conflitos-na-siria-e-no-iraque.html