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Paquistanesa rejeita pedido de casamento e é queimada viva

Uma jovem paquistanesa morreu nesta quarta-feira depois de sido torturada e queimada viva no nordeste do país por recusar se casar com o filho de seu ex-chefe, informaram a polícia e seus familiares.

Maria Sadaqat, de 19 anos, foi atacada por um grupo de pessoas na segunda-feira na aldeia de Upper Dewal, perto de Muree.

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Suécia em choque após morte de mulher a facadas em centro de refugiados

Premier classifica assassinato como um crime terrível e diz que suecos temem ataques semelhantes.

ESTOCOLMO — O primeiro-ministro sueco, Stefan Lofven, condenou o assassinato de uma funcionária esfaqueada até a morte em um centro de refugiados para menores não acompanhados e disse que muitos suecos temem que ataques como esse possam ocorrer novamente. Após visita ao centro, em Molndal, no Oeste do país, o premier classificou o ataque como um crime terrível e prometeu mais recursos para a polícia.

— Eu acredito que há muitas pessoas na Suécia que sentem muita preocupação que mais casos desse tipo possam acontecer, no momento em que a Suécia recebe tantas crianças e jovens que vêm sozinhos (a procura de asilo) — disse ele na noite de segunda-feira, segundo a Rádio da Suécia.

 

O esfaqueamento levantou preocupações de que o país está sendo sobrecarregadas pelo número de requerentes de asilo. Um menor de 15 anos foi preso sob suspeita de assassinato ou homicídio culposo, informou a agência de notícias TT.

As declarações de Lofven em Molndal vieram após a polícia apontar a necessidade de mais funcionários para lidar com o controles de fronteiras, a segurança nos centros de asilo e a ameaça do terror.

— A autoridade policial tem uma carga de trabalho mais pesada… por causa da situação dos refugiados. E então vocês precisam de mais recursos — afirmou Lofven.

A Suécia reverteu sua política de portas abertas no ano passado e introduziu controles nas fronteiras e verificação da identidade para conter o fluxo de requerentes de asilo que atingiu um recorde de 160 mil pessoas em 2015.

Uma pesquisa mostrou que o apoio a Lofven, do Partido Social Democrata, de centro-esquerda, estava no seu mais baixo nível, em parte devido a um sentimento de que o governo é incapaz de lidar com o fluxo de refugiados.

As autoridades policiais disseram que eram necessários mais 2.500 funcionários.

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BENS CONFISCADOS

A Suíça determinou que os refugiados que chegam ao país têm que entregar ao Estado todos os bens que valem mais do que mil franco suíço (R$ 4 mil) para ajudar a pagar pela estadia.

Além disso, os imigrantes que ganham o direito de permanecer e trabalhar em território suíço devem entregar 10% de seu salário por até dez anos, até pagar 15 mil francos suíços. A Agência de Imigração do país justificou a medida, afirmando estar de acordo com a lei que pede aos requerentes de asilo contribuições, sempre que possível, para arcar com o custo do processo e o fornecimento de assistência social.

O confisco será votado nesta terça-feira na Dinamarca também chegou à Alemanha, com os estados Baviera e Baden-Württemberg, no Sul do país, colocando em prática a medida polêmica. A ação se apoia em uma lei nacional segundo a qual solicitantes de refúgio devem consumir, em primeiro lugar, seus próprios bens antes que o Estado possa prover seu sustento.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/suecia-em-choque-apos-morte-de-mulher-facadas-em-centro-de-refugiados-18542568#ixzz3yOuKmgOX
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Abbas Clama por Assassinatos, Palestinos Atacam

A Autoridade Palestina (AP) e seus líderes, incluindo o Presidente Mahmoud Abbas, não podem se esquivar da responsabilidade da última onda de ataques terroristas contra israelenses em Jerusalém e na Cisjordânia.

Verdade seja dita, mais tarde se constatou que o Hamas estava por trás do assassinato de Eitam e Naama Henkin na frente de seus quatro filhos, mas não há como ignorar o fato de que o incitamento anti-Israel de Abbas e de outros líderes palestinos em Ramala abriu o caminho para os terroristas desfecharem este e outros ataques.

O incitamento, que está presente há muitos anos, se intensificou depois que um incêndio criminoso matou três membros da família Dawabsha em julho, na aldeia de Duma na Cisjordânia.

Desde então, Abbas e autoridades do alto escalão vêm promovendo uma campanha sem precedentes de incitamento contra Israel em geral e contra os colonos judeus em especial, muito embora os criminosos do ataque da Duma ainda não tenham sido identificados nem capturados. Desde então os líderes da Autoridade Palestina vêm acusando o governo israelense de cometer “crimes de guerra”, dizendo ao seu povo que o incêndio criminoso faz parte, na realidade, de uma conspiração israelense contra todos os palestinos.

Abbas chegou ao extremo de acusar Israel de promover uma “cultura de terror e apartheid”. A alegação veio a se somar às ameaças de altos funcionários palestinos de lançar “operações retaliativas” contra Israel em resposta ao incêndio criminoso.

A mídia palestina na Cisjordânia, que é controlada pela AP, também desempenhou seu papel na enorme campanha de incitamento tanto contra Israel quanto contra os colonos. Os colonos judeus são retratados nos veículos da mídia palestina como “gângsteres” e “terroristas” e o governo israelense é tachado de “Governo de Ocupação”.


Veículos da Mídia Oficial da Autoridade Palestina incitam os palestinos desde a mais tenra idade a matarem judeus. (imagem:Palestinian Media Watch)

As recentes tensões no complexo da Mesquita de Aqsa no Templo do Monte em Jerusalém também foram exploradas por Abbas e pela liderança da Autoridade Palestina para deslegitimar e demonizar os “extremistas e colonos judeus”. Já faz alguns meses que Abbas, autoridades do alto escalão e veículos de mídia acusam ininterruptamente os judeus que visitam o lugar sagrado de “contaminarem” e “profanarem” um dos santuários mais sagrados do Islã. Jornalistas e autoridades palestinas repetem incessantemente para o seu povo que os judeus estão tramando demolir a Mesquita de Aqsa. Além disso, eles insistem e incentivam os palestinos a convergirem para o complexo da Mesquita de Aqsa para “defendê-la” da suposta trama dos judeus.

A campanha de incitamento atingiu o auge recentemente quando Abbas, segundo consta, acusou os judeus de “profanarem a Mesquita de Aqsa com seus pés imundos”. Abbas também anunciou que “cada gota de sangue derramada em Jerusalém é sangue puro”.

Os terroristas do Hamas que assassinaram o casal Henkins moram na Cisjordânia e, sem dúvida alguma, ficaram expostos ao incitamento de Abbas e da AP. Os terroristas não necessitavam de nenhuma permissão da liderança do Hamas da Faixa de Gaza ou da Turquia para saírem matando os primeiros judeus que avistassem. A retórica infamada de Abbas e dos dirigentes da Autoridade Palestina e dos veículos de mídia foi o suficiente para empurrar qualquer palestino a assassinar judeus.

Os dois palestinos criminosos que perpetraram os ataques a facadas da semana passada em Jerusalém, queriam matar judeus porque eles foram levados a acreditar que essa era a única forma de impedi-los de “contaminarem” a Mesquita de Aqsa. Afinal de contas, é exatamente isso que Abbas e as autoridades da AP dizem incessantemente a eles nos últimos meses. Repetindo, ao passo que os dois esfaqueadores não eram pessoas leais a Abbas (uma delas, Muhannad Halabi, era filiado a Jihad Islâmica Palestina), não há dúvida que o incitamento da Autoridade Palestina desempenhou um papel decisivo no crescimento da motivação deles para assassinarem judeus.

Halabi, que esfaqueou e baleou quatro israelenses na Cidade Velha de Jerusalém, matando o Rabino Nehemia Lavi e Aharon Banita, ferindo Adele Banita e seu bebê, postou horas antes do ataque em sua página no Facebook o seguinte: “o que está acontecendo na Mesquita de al-Aqsa é o que está acontecendo nos nossos lugares sagrados e, o que está acontecendo com as mulheres de al-Aqsa é o que está acontecendo com as nossas mães e nossas mulheres. Eu não acredito que nosso povo irá se sujeitar à humilhação. O povo irá, na verdade, se levantar”. As declarações de Halabi não são muito diferentes daquelas feitas por diversas autoridades da AP nas últimas semanas e meses.

A Autoridade Palestina também é responsável pela onda de ataques terroristas: seus líderes nunca condenaram o assassinato de quatro judeus perto de Nablus e na Cidade Velha de Jerusalém. Ao se recusarem a condenar os ataques, Abbas e a liderança da AP estão mandando uma mensagem aos palestinos de que está certo assassinar pais judeus na frente de seus filhos ou judeus a caminho das rezas no Muro das Lamentações. Em vez de condenar o assassinato de judeus, a Autoridade Palestina preferiu condenar Israel por matar os dois palestinos que realizaram os ataques em Jerusalém. Com isso, a AP está, na realidade, incitando os palestinos a procurarem se vingar da “execução a sangue-frio” dos dois criminosos.

Em vez de condenar o assassinato de judeus, a AP condenou Israel por matar os dois palestinos que realizaram os ataques em Jerusalém.

A Autoridade Palestina e seus líderes não têm condições hoje de condenar o assassinato de judeus, simplesmente porque é a própria AP que está incentivando esses atos terroristas através de campanhas incessantes de incitamento contra Israel.

Em relação a isso a AP está fazendo jogo duplo: de um lado ela afirma aos quatro ventos que quer paz e coexistência com Israel, do outro lado ela continua incitando os palestinos contra Israel, fazendo com que alguns peguem em armas de fogo e facas com o objetivo de assassinar judeus.

A ardente retórica anti-Israel da Autoridade Palestina teve como consequência uma onda de ataques terroristas que poderia facilmente deteriorar na terceira intifada. Muito embora Abbas tenha declarado repetidas vezes nos últimos anos que não quer outra intifada contra Israel, tanto suas declarações quanto suas ações mostram que ele está fazendo o máximo para desencadear uma nova onda de violência com o intuito de atrair a atenção mundial para o conflito israelense-palestino e forçar que seja feita pressão internacional sobre Israel. (Khaled Abu Toameh — Tradução: Jacobus E. Lato — Extraído de Gatestone Institute — Beth-Shalom.com.br)

Khaled Abu Toameh, um muçulmano árabe, é jornalista veterano, vencedor de prêmios, que vem dando cobertura jornalística aos problemas palestinos por aproximadamente três décadas.

Ele estudou na Universidade Hebraica e começou sua carreira como repórter trabalhando para um jornal afiliado à Organização Para a Libertação da Palestina (OLP), em Jerusalém.

Os artigos de Abu Toameh têm aparecido em inúmeros jornais em todo o mundo, inclusive no Wall Street Journal, no US News & World Report, no Jerusalem Post e no Sunday Times de Londres. — Abu Toameh é colaborador-sênior do Gatestone Institute.

http://www.beth-shalom.com.br/artigos/palestinos_atacam.html

Os judeus são assassinados simplesmente por serem judeus

Não importa o quanto o mundo tenta mostrar a atual onda de ataques terroristas em Israel como derivado de algum tipo de frustração árabe por causa dos recentes acontecimentos, o fato é que é simplesmente uma continuação de décadas de violência por parte de árabes contra civis judeus cujo único crime é ser judeu e que querem chamar Israel seu lar.

“Eu me lembro da queima da casa de meus avós em 1929, durante os motins anti-judaicos em Hebron. 133 judeus foram mortos em uma semana por manifestantes árabes, enquanto os estudantes foram massacrados em uma yeshivá. Estes ataques não ocorreram em um vácuo. A mídia árabe daqueles dias publicou artigos inflamatórios com raiva contra os direitos dos judeus para rezar no Muro das Lamentações em Jerusalém”, disse Na’eh Eitan, o embaixador de Israel para o Reino Unido durante uma entrevista ao jornal The Telegraph.

Como hoje, a mera presença de judeus na terra de Israel parece ser suficiente para provocar violência contra eles, porque o fato é que uma grande parte da comunidade palestina não quer conviver com o povo judeu e estão dispostos a usar a violência eo terrorismo contra eles. Como o embaixador disse: “As desculpas podem mudar ao longo dos anos, mas a realidade é que, em 1921, 1929, 1936 ou 2015, os judeus estão sendo assassinados simplesmente por serem judeus.”.

(Entrevista completa: http://goo.gl/GYGfKM – Foto: Said Khatib / AFP)

Padre Gabriel Naddaf em Português

Abbas Clama por Assassinatos, Palestinos Atacam

  • Os terroristas não necessitavam de nenhuma permissão da liderança do Hamas para saírem matando os primeiros judeus que avistassem. A retórica infamada de Abbas e dos dirigentes da Autoridade Palestina (AP) e dos veículos de mídia foi o suficiente para empurrar qualquer palestino a sair e assassinar judeus.
  • Em vez de condenar o assassinato de judeus, a AP condenou Israel por matar os dois palestinos que realizaram os ataques em Jerusalém.
  • A Autoridade Palestina e seus líderes não têm condições hoje de condenar o assassinato de judeus, simplesmente porque é a própria AP que está incentivando esses atos terroristas através de campanhas incessantes de incitamento contra Israel.
  • A AP está fazendo jogo duplo: ela afirma aos quatro ventos que quer paz e coexistência com Israel, enquanto incita os palestinos contra Israel, fazendo com que alguns peguem em armas de fogo e facas com o objetivo de assassinar judeus.
  • Muito embora Abbas tenha declarado repetidas vezes nos últimos anos que não quer outra intifada contra Israel, tanto suas declarações quanto suas ações mostram que ele está fazendo o máximo para desencadear uma nova onda de violência, para forçar que seja feita pressão internacional sobre Israel.

A Autoridade Palestina (AP) e seus líderes, incluindo o Presidente Mahmoud Abbas, não podem se esquivar da responsabilidade da última onda de ataques terroristas contra israelenses em Jerusalém e na Cisjordânia.

Verdade seja dita, mais tarde se constatou que o Hamas estava por trás do assassinato de Eitam e Naama Henkin na frente de seus quatro filhos, mas não há como ignorar o fato de que o incitamento anti-Israel de Abbas e de outros líderes palestinos em Ramala abriu o caminho para os terroristas desfecharem este e outros ataques.

O incitamento, que está presente há muitos anos, se intensificou depois que um incêndio criminoso matou três membros da família Dawabsha em julho, na aldeia de Duma na Cisjordânia.

Desde então, Abbas e autoridades do alto escalão vêm promovendo uma campanha sem precedentes de incitamento contra Israel em geral e contra os colonos judeus em especial, muito embora os criminosos do ataque da Duma ainda não tenham sido identificados nem capturados. Desde então os líderes da Autoridade Palestina vêm acusando o governo israelense de cometer “crimes de guerra”, dizendo ao seu povo que o incêndio criminoso faz parte, na realidade, de uma conspiração israelense contra todos os palestinos.

Abbas chegou ao extremo de acusar Israel de promover uma “cultura de terror e apartheid”. A alegação veio a se somar às ameaças de altos funcionários palestinos de lançar “operações retaliativas” contra Israel em resposta ao incêndio criminoso.

A mídia palestina na Cisjordânia, que é controlada pela AP, também desempenhou seu papel na enorme campanha de incitamento tanto contra Israel quanto contra os colonos. Os colonos judeus são retratados nos veículos da mídia palestina como “gângsteres” e “terroristas” e o governo israelense é tachado de “Governo de Ocupação”.

As recentes tensões no complexo da Mesquita de Aqsa no Templo do Monte em Jerusalém também foram exploradas por Abbas e pela liderança da Autoridade Palestina para deslegitimar e demonizar os “extremistas e colonos judeus”. Já faz alguns meses que Abbas, autoridades do alto escalão e veículos de mídia acusam ininterruptamente os judeus que visitam o lugar sagrado de “contaminarem” e “profanarem” um dos santuários mais sagrados do Islã. Jornalistas e autoridades palestinas repetem incessantemente para o seu povo que os judeus estão tramando demolir a Mesquita de Aqsa. Além disso, eles insistem e incentivam os palestinos a convergirem para o complexo da Mesquita de Aqsa para “defendê-la” da suposta trama dos judeus.

A campanha de incitamento atingiu o auge recentemente quando Abbas, segundo consta, acusou os judeus de “profanarem a Mesquita de Aqsa com seus pés imundos”. Abbas tambémanunciou que “cada gota de sangue derramada em Jerusalém é sangue puro”.

Os terroristas do Hamas que assassinaram o casal Henkins moram na Cisjordânia e, sem dúvida alguma, ficaram expostos ao incitamento de Abbas e da AP. Os terroristas não necessitavam de nenhuma permissão da liderança do Hamas da Faixa de Gaza ou da Turquia para saírem matando os primeiros judeus que avistassem. A retórica infamada de Abbas e dos dirigentes da Autoridade Palestina e dos veículos de mídia foi o suficiente para empurrar qualquer palestino a assassinar judeus.

Os dois palestinos criminosos que perpetraram os ataques a facadas da semana passada em Jerusalém, queriam matar judeus porque eles foram levados a acreditar que essa era a única forma de impedi-los de “contaminarem” a Mesquita de Aqsa. Afinal de contas, é exatamente isso que Abbas e as autoridades da AP dizem incessantemente a eles nos últimos meses. Repetindo, ao passo que os dois esfaqueadores não eram pessoas leais a Abbas (uma delas, Muhannad Halabi, era filiado a Jihad Islâmica Palestina), não há dúvida que o incitamento da Autoridade Palestina desempenhou um papel decisivo no crescimento da motivação deles para assassinarem judeus.

Halabi, que esfaqueou e baleou quatro israelenses na Cidade Velha de Jerusalém, matando o Rabino Nehemia Lavi e Aharon Banita, ferindo Adele Banita e seu bebê, postou horas antes do ataque em sua página no Facebook o seguinte: “o que está acontecendo na Mesquita de al-Aqsa é o que está acontecendo nos nossos lugares sagrados e, o que está acontecendo com as mulheres de al-Aqsa é o que está acontecendo com as nossas mães e nossas mulheres. Eu não acredito que nosso povo irá se sujeitar à humilhação. O povo irá, na verdade, se levantar”. As declarações de Halabi não são muito diferentes daquelas feitas por diversas autoridades da AP nas últimas semanas e meses.

A Autoridade Palestina também é responsável pela onda de ataques terroristas: seus líderes nunca condenaram o assassinato de quatro judeus perto de Nablus e na Cidade Velha de Jerusalém. Ao se recusarem a condenar os ataques, Abbas e a liderança da AP estão mandando uma mensagem aos palestinos de que está certo assassinar pais judeus na frente de seus filhos ou judeus a caminho das rezas no Muro das Lamentações. Em vez de condenar o assassinato de judeus, a Autoridade Palestina preferiu condenar Israel por matar os dois palestinos que realizaram os ataques em Jerusalém. Com isso, a AP está, na realidade, incitando os palestinos a procurarem se vingar da “execução a sangue-frio” dos dois criminosos.

A Autoridade Palestina e seus líderes não têm condições hoje de condenar o assassinato de judeus, simplesmente porque é a própria AP que está incentivando esses atos terroristas através de campanhas incessantes de incitamento contra Israel.

Em relação a isso a AP está fazendo jogo duplo: de um lado ela afirma aos quatro ventos que quer paz e coexistência com Israel, do outro lado ela continua incitando os palestinos contra Israel, fazendo com que alguns peguem em armas de fogo e facas com o objetivo de assassinar judeus.

A ardente retórica anti-Israel da Autoridade Palestina teve como consequência uma onda de ataques terroristas que poderia facilmente deteriorar na terceira intifada. Muito embora Abbas tenha declarado repetidas vezes nos últimos anos que não quer outra intifada contra Israel, tanto suas declarações quanto suas ações mostram que ele está fazendo o máximo para desencadear uma nova onda de violência com o intuito de atrair a atenção mundial para o conflito israelense-palestino e forçar que seja feita pressão internacional sobre Israel.

por Khaled Abu Toameh

http://pt.gatestoneinstitute.org/6654/abbas-palestinos-assassinatos