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Aldeias cristãs são atacadas durante festividades

A violência se espalhou para várias regiões; fontes locais informaram que o número de mortos é de aproximadamente 700.

Ataques em várias aldeias da República do Congo e combates entre milícias mataram pelo menos 35 pessoas durante as festas de fim de ano, em Kivu do Norte, ao leste do país, uma região onde a maioria dos habitantes é cristã.

A violência começou em Eringeti, uma cidade que fica a 55 quilômetros de Beni e que é muito conhecida pelos massacres que deixaram centenas de mortos, organizados pelos rebeldes das Forças Democráticas Aliadas (ADF, sigla em inglês, Allied Democratic Forces), dominadas por muçulmanos extremistas ugandenses.

Entre as vítimas estavam pelo menos 13 civis hutus (grupo étnico originado em Ruanda e Burundi), a maioria de mulheres e uma menina de apenas oito anos, de acordo com informações de um oficial local. A violência se espalhou para outras regiões. Fontes locais informaram que o número de mortos é de aproximadamente 700.

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https://www.portasabertas.org.br/noticias/2017/01/aldeias-cristas-sao-atacadas-durante-festividades

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Crianças cristãs continuam sendo atacadas

Sete crianças foram agredidas dentro de uma sala de aula; entre elas havia o filho de um líder cristão.

Na última terça-feira, uma escola de educação infantil, em Savu, na Indonésia, foi invadida por um grupo de pessoas desconhecidas que atacaram violentamente sete crianças com idades entre 8 e 11 anos. Os alunos já estavam em sala de aula naquela manhã quando os agressores chegaram. No mês de novembro, quatro crianças também foram feridas durante um bombardeio a uma igreja, em Samarinda, e uma delas infelizmente morreu.

De acordo com informações de fontes locais, entre as vítimas havia o filho de um líder cristão e o filho de um jornalista. “A polícia chegou rapidamente e conseguiu prender um deles; os outros conseguiram fugir. Tudo aconteceu muito rápido, ainda nem sabemos quantos homens havia, mas os policiais estão investigando”, disse a fonte.

No momento, as sete crianças estão sendo tratadas em um hospital da região. Duas delas estão gravemente feridas. A equipe da Portas Abertas já providenciou um grupo de colaboradores para visitar as vítimas e suas famílias, para ajudar no que for preciso. Ainda não se sabe oficialmente o real motivo do ataque, mas tudo indica que se trata de mais um caso de perseguição religiosa. Ore por essa nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/criancas-cristas-continuam-sendo-atacadas

Por que os EUA ainda vivem em estado de emergência nacional 15 anos após o 11 de setembro

Os Estados Unidos vivem em permanente estado de emergência desde os ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington, que neste domingo completam 15 anos.

Isso não é uma metáfora, mas uma realidade legal.

Três dias depois dos ataques às Torres Gêmeas e ao Pentágono, o então presidente George W. Bush emitiu a ordem 7.463, que decretou uma emergência nacional e atribuiu poderes extraordinários ao chefe do Executivo.

Desde então, esta ordem foi renovada todos os anos por Bush e, em seguida, pelo seu sucessor, o atual presidente Barack Obama. A renovação mais recente foi em 30 de agosto.

Esta declaração permite a quem ocupa a Casa Branca adotar medidas excepcionais como, por exemplo, aumentar o tamanho da reserva das forças armadas ou convocar oficiais reformados.

Isso não é tudo. O advogado Patrick Thronson disse à BBC Mundo que essa ordem também dá base legal para a luta contra o grupo auto denominado Estado islâmico e tem sido fundamental para que os Estados Unidos possam ter presença militar em 135 países do mundo.

George BushImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionGeorge W. Bush emitiu ordem que dava poderes extraordinários ao chefe do Executivo

Amplos poderes

O especialista disse que a declaração de emergência nacional junto com a autorização do Congresso para perseguir os responsáveis pelos ataques do 11 de setembro, permite que o presidente envie tropas a qualquer lugar do mundo, desde que seja algo relacionado com o terrorismo.

“Se as pessoas realmente soubessem que tipo de poderes dão ao presidente as declarações de emergência nacional, estariam muito nervosas”, disse Thronson, que publicou uma extensa pesquisa sobre o assunto na Revista da Reforma Legal da Universidade de Michigan.

“Basicamente o que eles fazem é permitir que o presidente e o Executivo exerçam controle sobre vastas áreas da vida americana”, acrescentou.

Soldados americanosImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionOs Estados Unidos têm presença militar em 135 países do mundo

Ele explicou ainda que a legislação americana estabelece 160 medidas em muitas áreas diferentes, que podem colocar o presidente nessas circunstâncias.

“Uma declaração de emergência nacional pode designar alguém como um ‘terrorista global'”.

Isso significa que o governo “pode cortar qualquer acesso de uma pessoa a instituições financeiras e exigir permissão das autoridades até para receber cuidados médicos de emergência”, disse ele.

Atentado às torres gêmeasImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionEUA mantém declarações de emergência 15 anos após atentado

“Ele também permite que o governo assuma o controle de estações de rádio, canais de televisão e internet, ou, no campo judicial, impedir a execução de um habeas corpus (ordem judicial que ordena a libertação de um preso)”, acrescentou.

Várias emergências

A declaração de emergência nacional é baseada em uma lei aprovada em 1.976. Desde então, os presidentes americanos têm usado essa ferramenta em dezenas de oportunidades.

Atualmente, seguem vigentes trinta declarações de emergência nacional relacionadas a muitos tópicos.

Barack ObamaImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionObama fez 13 novas declarações de emergência durante a sua estada na Casa Branca

A mais antiga é de 1979, aprovada pelo presidente Jimmy Carter, após a tomada de reféns na embaixada dos EUA no Irã.

A lei prevê que, para permanecer em vigor, estas declarações devem ser renovadas anualmente. Assim, a ordem acordada por Carter teve que ser ratificada pelos cinco presidentes que o sucederam no cargo até agora.

Obama fez 13 novas declarações de emergência durante a sua estada até agora na Casa Branca e renovou outras 21 aprovadas por seus antecessores, de acordo com o jornal USA Today.

Entre as novas declarações estão, por exemplo, uma que estabelece penalidades para quem considera os Estados Unidos responsável por tentar subverter a ordem democrática na Ucrânia; outra que buscava enfrentar a epidemia de gripe H1N1; e ainda há ordens com sanções contra alguns funcionários do governo da Venezuela, considerados poe Washington como responsáveis por graves violações dos direitos humanos.

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-37327029

Regime sírio é acusado de ataque que causa queimaduras químicas em Alepo

Ativistas acusam tropas do governo de usar bombas de gás cloro em população civil; imagens mostram crianças sendo atendidas em hospital.

Ativistas na Síria acusam o governo do presidente Bashar al-Assad de ter usado bombas de gás cloro em um ataque à cidade de Alepo, no início da semana. Assista ao vídeo.

Imagens divulgadas em mídias sociais mostram crianças e adultos sendo atendidos em um hospital, sendo lavados com água e amparados com máscaras de oxigênio.

O gás cloro, que tem uso proibido por legislação internacional, causa queimaduras na pele e afeta também os pulmões.

Gás cloro, que tem uso proibido por legislação internacional, causa queimaduras na pele e afeta também os pulmões (Foto: BBC)Gás cloro, que tem uso proibido por legislação internacional, causa queimaduras na pele e afeta também os pulmões (Foto: Reprodução)

O regime sírio já foi previamente acusado de ataques químicos, mas sempre negou seu uso. Em 2013, comprometeu-se a destruir seus estoques de armas químicas.

Segundo os ativistas, pelo menos 80 pessoas ficaram feridas no ataque.

Alepo, que já foi um polo comercial sírio, é hoje uma das cidades onde a guerra civil síria mostra sua faceta mais grave. Há, segundo a ONU, cerca de 300 mil pessoas retidas na cidade por conta dos conflitos.

Imagens divulgadas em mídias sociais mostram crianças e adultos sendo atendidos em um hospital (Foto: Reprodução)Imagens divulgadas em mídias sociais mostram crianças e adultos sendo atendidos em um hospital (Foto: Reprodução)

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/regime-sirio-e-acusado-de-ataque-que-causa-queimaduras-quimicas-em-alepo.html

República do Congo:“Nós não entendemos por que isso está acontecendo”

A igreja tem trabalhado arduamente para ajudar as pessoas, mas a crise é geral, os pastores também estão enfrentando a miséria dentro de suas próprias casas

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Recentemente, um grupo militante desconhecido realizou vários ataques na República Democrática do Congo, levantando a suspeita de que uma nova organização jihadista esteja agindo no continente africano. No último ataque, ocorrido há pouco mais de uma semana, pelo menos 50 pessoas morreram, na aldeia de Rwangoma, na cidade de Beni. Foi o ataque mais violento, desde 2014. As vítimas foram amarradas e agredidas até a morte. Há vários grupos de extremistas islâmicos atuando no Congo, a fim de exterminar com os cristãos, principalmente no Nordeste do país, onde há muitos sequestros e assassinatos.

Cidadãos congoleses foram às ruas protestar contra o governo, carregando um dos corpos e cantando músicas antigovernamentais. Na semana passada, o presidente do país, Joseph Kabila, visitou a região e disse que iria trabalhar pela paz. Não é possível obter mais informações sobre as vítimas, porque os comércios que disponibilizam internet à população permanecem fechados. Um dos colaboradores da Portas Abertas, porém, descreveu a situação da província de Kivu, onde esteve em visita, poucos dias antes dos incidentes.

 Cenário de guerra
“Chegando lá, me deparei com uma situação de extrema miséria. A maioria dos habitantes é de cristãos. Estive em outras cidades também, mas por conta da perseguição religiosa, há lugares onde é proibido visitar. Viajando para o lado Sul, onde normalmente eu apreciava a paisagem, vi edifícios destruídos e pequenas vilas totalmente exterminadas. Vi casas e empresas que estavam trancadas com cadeados pelo lado de fora, provavelmente para proteger os bens que lhes restaram. Ao longo do caminho havia alguns postos militares improvisados funcionando, os soldados com suas armas nas mãos. O clima era realmente tenso”, disse o colaborador.

O trabalho das igrejas
Em Beni, alimentos e abrigos são escassos, ainda mais porque a cidade abriga a maior parte das pessoas deslocadas internamente. Famílias estão vivendo amontoadas e vulneráveis aos ataques. “Cerca de 80% delas possuem fazendas, mas não podem chegar até elas porque é muito perigoso, há militantes por todos os lugares. A igreja tem trabalhado arduamente para ajudar essas pessoas, mas a crise é geral, os pastores também estão enfrentando a miséria dentro de suas próprias casas, e ainda uma pressão adicional, pois são procurados a todo instante por pessoas que buscam ajuda e alívio. Nós não entendemos por que isso está acontecendo”, lamentou Jean*, um líder cristão local.

Awuzo*, outro líder relatou: “Havíamos voltado para casa há pouco tempo, eu, minha esposa e nossos sete filhos. Agora estamos em fuga novamente. Quando a situação fica tensa, fugimos para nos proteger. É dessa forma que vivemos agora, estamos sempre em estado de alerta”. Até agora, 9 igrejas foram fechadas em Beni, e as que permanecem abertas, recebem poucos fieis. “Onde havia 350 membros, hoje há no máximo 10. Por favor, orem pela nossa situação”, pede um dos líderes.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

 Pedidos de oração

Ore pelos cristãos da República do Congo, para que permaneçam firmes na fé, apesar dos últimos ataques e suas duras consequências. Que eles tenham sabedoria e entendimento e que saibam lidar com as recentes dificuldades.

  • Interceda por eles, pedindo socorro e provisão, principalmente de alimentos e medicações.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/08/nos-nao-entendemos-por-que-isso-esta-acontecendo

Turquia: tentativa de golpe militar atinge igrejas

Durante os tumultos, várias igrejas foram apedrejadas; os líderes cristãos acreditam que militantes podem ter se aproveitado da ocasião para agir

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Durante a tentativa de golpe militar na Turquia, feita pelas Forças Armadas, houve um verdadeiro caos pelas ruas de todo o país. Importantes vias da capital foram interditadas, tanto de Ancara quanto de Istambul. Pelo menos 265 pessoas morreram e cerca de 1.400 ficaram feridas. Durante os tumultos, igrejas de diversas regiões foram atacadas. Em Trebizonda, uma cidade que fica no Nordeste da Turquia, próximo ao Mar Negro, um grupo de aproximadamente 10 pessoas apedrejaram uma igreja, quebrando as janelas e tentando abrir as portas com martelos. Os vizinhos expulsaram o grupo e avisaram o líder religioso.

Em Malatya, Sudeste da Turquia, outra igreja foi atacada. O líder acredita que militantes que são contra o cristianismo no país se aproveitaram da instabilidade geral e da falta de segurança para agir. A liderança religiosa turca, inclusive o Diretor de Assuntos Religiosos, Mehmet Görmez, juntamente com alguns rabinos e patriarcas, emitiram uma declaração conjunta condenando o golpe e o derramamento de sangue que envolveu tantos inocentes. Eles pedem por justiça e se dizem desejosos pela paz em toda a nação. A Associação de Igrejas Protestantes da Turquia também emitiu uma declaração à imprensa condenando o golpe de Estado e pedindo sabedoria e entendimento para os líderes do país, alertando que é tempo de orar por uma solução.

Desde o ocorrido, 30 governadores e 7.899 policiais já foram detidos na Turquia. Um membro da União Europeia fez uma importante denúncia e alertou que os nomes dos juízes e dos oficiais militares presos já constavam numa lista preparada pelo governo antes do levante. Ele acredita que as autoridades do país planejaram o golpe e que tudo não passou de uma trama. Lembrando que aTurquia, posicionada no 45º lugar da atual Classificação da Perseguição Religiosa, é o quarto país do mundo com mais jornalistas presos, onde também há uma forte presença do islã radical e o cristianismo já experimenta diferentes tipos de perseguição.

Esse episódio político na vida dos cristãos turcos pode ser um indicador sobre o futuro da igreja no país. É provável que nos próximos meses, o presidente Erdogan tente fazer uma “limpeza” em todos os campos da oposição e, finalmente, alcance o objetivo de 60% de votos em um referendo popular para transformar o sistema político parlamentarista em um regime presidencialista. Se isso acontecer, os cristãos vão enfrentar uma perseguição religiosa ainda mais severa e violenta.

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https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/07/tentativa-de-golpe-militar-atinge-igrejas

Árabes atacaron con piedras el funeral del Rabino Michael Mark

Mientras la procesión funeral por el rabino Michael Marck, víctima del terror, se dirigía hacia Jerusalém, los locales no les dejaría en paz: árabes arrojaron una piedra desde un vehículo en marcha, golpeando a uno de los autobuses de los dolientes.

El ataque a los que estaban escoltando el cuerpo del Rabino Marck es el último de una reciente ola de violencia, que marca el fin del Ramadan. El miércoles pasado, un adolescente árabe se infiltró en la ciudad de Kiryat Arba y apuñaló a un niña de 13 años de edad , Hallel-Yaffa Ariel. Un guardia de seguridad resultó herido cuando forcejeó con el terrorista, y fue apuñalado en la cara. A pesar de que se recuperará, los médicos no pudieron salvar su ojo.

Ataques similares han tenido lugar en el Monte del Templo, con los árabes a lanzando piedras y disparando fuegos artificiales a los visitantes y a la policía por igual. Cuando la policía cerró el acceso al Monte del Templo, varios jóvenes musulmanes subieron incrementaron el lanzamiento de piedras hacia abajo en la Plaza del muro occidental, hiriendo a una mujer de 70 años .

Otros ataques frustrados estas últimas semanas incluyen un intento de atropellamiento, y un intento de apuñalamiento a soldados de las FDI. El ataque con coche dejó dos heridos leves; en tanto se neutralizaron los terroristas.

Estos hechos alarmantes han dado lugar a un aumento de las protestas al otro lado de la nación. Los manifestantes se reunieron en la entrada de Kiryat Arba y en el camino a Siquem el sábado por la noche, llevando carteles con el lema: “Una niña fue asesinada en su cama, un padre fue asesinado delante de sus hijos, ¡no vamos a permanecer indiferentes!”

En respuesta, el Gabinete de Seguridad se reunió y aprobó medidas estrictas para detener la incitación árabe.

Muchos afirman, sin embargo, que estos esfuerzos no son suficientes.

El Jefe de Municipio Har Hebron, en su elogio al rabino Michael Marck, declaró que “estamos cansados de ser víctimas, cansado de las palabras que apoyan el terror … Ha llegado el momento de deportar y expulsar a todos los partidarios del terrorismo”, anunció en un llamado al cambio.

Contenido original de: http://www.estadodeisrael.com/2016/07/arabes-atacaron-con-piedras-el-funeral.html
© estadodeisrael.com

Dois adolescentes palestinos são detidos após esfaqueamento de idosas em Jerusalém

A polícia israelense prendeu dois adolescentes, acusados de esfaquear duas idosas na manhã do ‘Dia da Lembrança’, 10/5. O relatório da detenção, ocorrida no dia 19/5, foi liberado para publicação na segunda-feira, 30/5.

As duas mulheres, de 86 e 82 anos, foram esfaqueadas por dois agressores em uma rua em Armon Hanatziv, com vista para Cidade Velha de Jerusalém, na manhã do dia 10/5. Um terceiro, que se acredita estar envolvido no planejamento do ataque, fugiu do local antes do esfaqueamento. As mulheres sofreram ferimentos moderados e foram enviadas para o hospital Shaare Zedek.

Os suspeitos, com 16 e 17 anos, moradores de Jabel Mukaber, confessaram ter falado entre si, em sites de mídia social sobre seus planos para atacar judeus. Nas semanas seguintes ao ataque, os dois agressores discutiram planos, via WhatsApp, para iniciar um novo ataque, à luz do “sucesso” do primeiro.

A investigação revelou que a mãe de um dos suspeitos foi presa há uma semana na Judéia e Samaria por suposta tentativa de esfaqueamento perto do Monte das Oliveiras.

O comandante do Distrito Policial de Jerusalém elogiou o trabalho da polícia e do Shin Bet (Agência de Segurança de Israel):

“A polícia vai continuar a agir com determinação, em nome dos moradores da capital. Usaremos todos os meios necessários e iremos processar todos os que infringem a lei, cada agressor de acordo com a lei”, disse em um comunicado.

Fonte: TPS / Texto: Joshua B. Dermer / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Hillel Maeir

Agência Tazpit

Ataque do EI contra hospital na Síria mata ao menos 20

DAMASCO – Ao menos 20 soldados sírios e combatentes pró-Assad morreram neste sábado em um ataque do Estado Islâmico contra um hospital de Deir al-Zor, leste do país, anunciou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH). Com a ação, o EI obteve ganhos territoriais nas fronteiras da cidade síria parcialmente controlada pelo governo, disse o grupo extremista.

– O EI atacou o hospital Al-Assad, que fica na entrada leste da cidade, e matou pelo menos 20 soldados e milicianos – afirmou Rami Abdel Rahman, diretor da ONG.

Seis extremistas morreram nos combates após o ataque.

– O grupo assumiu o controle do hospital e sequestrou a equipe médica – afirmou a ONG.

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Novo ataque a hospital agrava caos em Aleppo

É o terceiro bombardeio em menos de uma semana a centros médicos da cidade síria

BEIRUTE — Foguetes disparados por rebeldes atingiram um hospital em uma área controlada pelo governo na cidade síria de Aleppo, deixando mortos e feridos, informaram nesta terça-feira a agência estatal Sana e o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH). Num primeiro balanço, a agência afirmou que três pessoas foram mortas e outras 17 ficaram feridas, enquanto o OSDH apontou 19 óbitos. É o terceiro bombardeio a um centro médico da cidade em menos de uma semana, prejudicando os esforços diplomáticos internacionais para restaurar o cessar-fogo na Síria.

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