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Estado Islâmico acorrenta e queima prisioneiros no Iraque

Um novo vídeo divulgado pelo Estado Islâmico mostra quatro prisioneiros do grupo suspensos pelos pés antes de serem queimados vivos. O vídeo chocante foi divulgado pela equipe de propaganda do grupo radical. Segundo o “Daily Mail”, os homens seriam espiões, e o vídeo teria sido gravado no Iraque.

Militantes aparecem no vídeo antes de executar os prisioneirosMilitantes aparecem no vídeo antes de executar os prisioneiros Foto: Reprodução/ Twitter/ Raqqa_SL

Os prisioneiros pendurados
Os prisioneiros pendurados Foto: Reprodução/ Twitter/ Raqqa_SL

Ainda segundo a publicação, os quatro prisioneiros foram obrigados a assistir a um filme angustiante antes da própria sentença de morte. Ele viram imagens de mutilação dos corpos de combatentes mortos pelo Estado Islâmico, por membros do exército iraquiano e por milícias xiitas aliadas.

Os segundos finais das filmagens dos prisioneiros queimados vivos são chocantes: as imagens mostram os homens agonizando até morte enquanto são consumidos pelas chamas.

Os quatro homens foram queimados vivos
Os quatro homens foram queimados vivos Foto: Reprodução/ Twitter/ Raqqa_SL

http://extra.globo.com/noticias/mundo/estado-islamico-acorrenta-queima-prisioneiros-no-iraque-17356457.html

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“Rambo Iraquiano” exibe vídeo no qual queima vivo e esquarteja guerrilheiro do Estado Islâmico

O combatente Abu Azrael, 40 anos, odeia o EI (Estado Islâmico).  Ele postou um vídeo mostrando um capturado do grupo sendo grelhado em um espeto, pendurado e cortado em pedaços por Azrael, que se gabava a cada cena da mórbida filmagem, segundo o Daily Mail.

Sorridente, Azrael manda uma mensagem ao grupo terrorista, comandando uma milícia que luta em várias partes do Iraque.— Estado Islâmico, este será o seu destino, vamos cortá-lo como shawarma.

Shawarma é uma especialidade árabe feita de carne de vaca, ou de frango, assada em um espeto, de onde é fatiada e servida em pratos. Também é comum na Grécia e é conhecida também como “churrasco grego”.

Azrael se tornou um símbolo da brutalidade contra o grupo terrorista e, comandando uma milícia no Iraque, tem cumprido sua promessa de tratar os membros do EI com requintes de crueldade. Já repetiu várias vezes que iria “esfarelá-los”.

Conhecido como “Rambo Iraquiano”, seu nome original é Ayub Faleh al Rubaie. O nome adotado Azrael significa “Pai do Anjo da Morte”.

Azrael se tornou reverenciado entre multidões de iraquianos que se envergonharam da fuga do exército durante a invasão do EI a parte do país. Várias milícias lutam em paralelo ao exército para reconquistar o território perdido.

O combatente passou a ser um dos inimigos mais reconhecidos do EI, desde que começou a enfrentar o grupo terrorista em junho de 2014.

Ele já combateu em Amerli, cidade xiita, na qual, segundo conta, teve motivos para odiar ainda mais o EI, acusando o grupo criminoso de cortar as vítimas com machadadas.

Alto, forte e feroz, Azrael procura manter o apoio de seus comandados. Mas seus métodos receberam fortes críticas, que o chamaram de bandido, por praticar as mesmas atrocidades cometidas pelo EI.

Um usuário do Twitter, curdo, o chamou de bandido. Ali Khedery, diretor-executivo de empresa de gestão de risco, Dragoman Partners, fez duras críticas à postura de Azrael na rede social.

— Os crimes de guerra não são justificáveis. Vídeo horrível que caracteriza um crime de guerra do Iraque feito por Abu Azrael.

Da linha xiita, Azrael foi formado no exército Mahdi, de Moqtada al-Sadr, na parte de Bagdá denominada Sadr City, durante a invasão americana e contra alvos sunitas, dos quais o Estado Islâmico faz parte.

Moqtada al-Sadr, porém, renunciou à política em 2014, após retornar ao Iraque vindo de um período de exílio no Irã. Ele é neto do clérigo xiita Mohamed Sadeq al-Sadr e não quis mais lutar para não envolver o nome da família.

As cenas chocantes mostradas por Azrael teriam sido gravadas na cidade de Baiji, estratégica por conter importante refinaria de petróleo. Forças iraquianas disseram ter retomado a região, antes sob controle do EI.

http://noticias.r7.com/internacional/fotos/rambo-iraquiano-exibe-video-no-qual-queima-vivo-e-esquarteja-guerrilheiro-do-estado-islamico-29082015#!/foto/14

“Não há limites para os terroristas do Estado Islâmico”, afirmam especialistas

Grupo ficou conhecido há cerca de dois anos quando divulgou vídeo com decapitação; eles ocupam metade do território sírio.

Um vídeo divulgado em junho mostra cinco homens trajando macacões laranja sendo conduzidos até uma jaula. Em seguida, um guindaste coloca a jaula sobre o que parece ser uma piscina e a afunda. Depois, os corpos das vítimas são retirados da gaiola e empilhados. No dia 1º de julho, bases militares no nordeste da península do Sinai, no Egito, foram atacadas. Autoridades confirmaram a morte de ao menos 64 soldados em ações que ocorreram um dia depois de o presidente Abdel-Fattah el-Sissi se comprometer a intensificar a batalha contra terroristas.

Cenário: Entenda as origens do Estado Islâmico

Rebeldes sírios assistem a uma sessão de treinamento em Maaret Ikhwan perto de Idlib, Síria (Arquivo)
AP

Rebeldes sírios assistem a uma sessão de treinamento em Maaret Ikhwan perto de Idlib, Síria (Arquivo)

Dia 1: Onda de ataques no Egito mata 64 soldados; Estado Islâmico assume autoria

Esses episódios, que em um primeiro momento parecem distintos, compõem o mesmo recado que os terroristas do Estado Islâmico (EI) querem transmitir ao mundo: eles são uma ameaça real e não vão parar até solidificar seu autoproclamado califado – tipo de monarquia baseada em conjunto de leis islâmicas –, como explica ao iG o coordenador do Departamento de Relações Internacionais da PUC-SP, Reginaldo Mattar Nasser.

“Eles [EI] são uma ameaça concreta principalmente para o Oriente Médio, região com maior número de ataques terroristas do mundo. Na Europa e nos EUA, o objetivo deles é propagar o terror, apenas isso”, afirma.

Terror pelo mundo

Em 2014 foram realizados 13,5 mil ataques terroristas, 80% deles no Iraque, Paquistão, Afeganistão, Índia, Nigéria e Síria, de acordo com relatório divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA. Na soma, 95 países foram atingidos e o número de mortos chegou a 33 mil, quase o dobro do número registrado em 2013, quando houve ao menos 18 mil mortes.

Ataque: Grupo rival mostra execução de terroristas do Estado Islâmico em vídeo

Entre os ataques, um dos mais violentos teve autoria do Taleban, em que extremistas atacaram uma escola militar no Paquistão e mataram 148. O segundo pior foi realizado pelo Estado Islâmico: ao ocuparem Mosul, no Iraque, eles mataram 670 prisioneiros xiitas. Para o cientista político e professor de Relações Internacionais da ESPM Heni Ozi Cukier, além da conduta bárbara, o grupo leva vantagem também pelos recursos financeiros próprios.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-07-03/nao-ha-limites-para-os-terroristas-do-estado-islamico-afirmam-especialistas.html

Crianças grávidas e crucificadas: conheça a “capital” do EI

Raqqa é o epicentro do grupo terrorista, um lugar onde o barbarismo do EI e suas ideologias acontecem diariamente.

O corpo de um adolescente de 17 anos está exposto em praça pública, crucificado. Uma placa em seu pescoço indica que tirou fotografias da sede do Estado Islâmico e, por isso, foi morto pelos membros do grupo terrorista. Meninas de 15 anos grávidas andam pelas ruas, casadas e escravizadas pelos “maridos” extremistas. Pode parecer ficção, mas esta é Raqqa, a cidade síria considerada como “capital” do califado, que teve sua rotina transformada pela presença do EI. As informações são do Daily Mail.

Raqqa é o epicentro do grupo terrorista, um lugar onde o barbarismo do EI e suas ideologias acontecem diariamente. Na cidade, meninas de nove anos são escravizadas, tornando-se objetos sexuais dos extremistas islâmicos, como aconteceu com as três irmãs Dawood, que foram sequestradas de suas famílias durante uma peregrinação para a Arábia Saudita.

As atrocidades cometidas contra as crianças são apontadas como sendo consequência de uma “lavagem cerebral” do EI, que leva as crianças sequestradas nas ruas de Raqqa para três acampamentos islâmicos ‘reeducação’. Quando eles retornam a casa, crianças denunciam seus pais caso não obedeçam às regras, condenando-os à prisão e tortura. “Eles estão envenenando a mente de nossos filhos”, afirmou um ativista sírio.

“Eles os levam para um lugar chamado Acampamento Sharia. Eles acusam os pais de serem inimigos de Deus se eles são contra o Estado islâmico”, afirmou.

Nas ruas, meninos de cinco anos fazem parte de execuções de “infiéis”, como em um vídeo publicado pelo grupo, que mostra quatro crianças brincando com reféns ocidentais, recitando acusações em árabe antes de disparar todos eles na cabeça com uma arma de brinquedo.

Estas crianças também têm sido fotografadas ao lado cabeças decepadas.

Raqqa antes do EI 

Anteriormente ao EI, a cidade tinha cidadãos cristãos e muçulmanos convivendo em harmonia. Homens e mulheres também compartilhavam espaços públicos e tinham direitos respeitados, muito diferente do que é visto hoje, quando as mulheres não podem se misturar, gays são mortos como “heréticos”, atirados de prédios e apedrejados, e crianças respondem e morrem por crimes absurdos como o caso descrito anteriormente.

É nesta cidade também onde estão muitos reféns do Estado Islâmicos, capturados como animais. Os vídeos das decapitações, por exemplo, nos quais aparece o Jihadista John, podem ser gravados na “capital” do califado, como revelou o jornalista espanhol Javier Espinoza, libertado ano passado, após ficar um ano como refém no local. Em Raqqa, ele encontrou o britânico convertido que chegou a ameaçá-lo com uma faca.

Ao Daily Mail, o jornalista conta a descrição de terror de John. “Você pode imaginar a dor que você vai se sentir quando te cortar? É uma dor inimaginável; o primeiro corte vai rasgar suas veias. O sangue se mistura com sua saliva. O segundo golpe abrirá seu pescoço. Você não seria capaz de respirar pelo nariz, apenas pela garganta. Você poderia fazer alguns sons guturais divertidos. Eu já vi isso antes: todos vocês se contorcem como animais, como porcos. O terceiro golpe vai degolar sua cabeça”, disse.

Muitas das atrocidades foram documentadas pelos terroristas e publicadas na internet.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/criancas-gravidas-e-crucificadas-conheca-a-capital-do-ei,59526757d22053456b1d982e992bf51b2s1iRCRD.html

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Veja 5 das piores ações do EI em um ano de califado

no após o Estado Islâmico (EI) declarar um califado, o grupo já assumiu o posto de “mais perigoso e temido grupo terrorista de todo o mundo”. No início de suas ações, o EI surpreendeu e chamou a atenção dos ocidentais com decapitações, mas hoje eles mostraram que podem ser ainda mais crueis.

Confira uma lista das piores ações do EI e entenda quais atitudes espalham tanto terror pelo mundo:

1. Banalização da decapitação
Em agosto de 2014, o jornalista americano James Foley, 40 anos, foi decapitado por militantes do EI. Essa foi a primeira vítima cuja a morte foi gravada pelo grupo extremista e divulgada na internet. No vídeo, o americano – que estava ajoelhado ao lado de seu executor – disse que os EUA causaram sua morte.
Vídeo divulgado pelo Estado Islâmico em 16 de fevereriro mostra a decapitação de 21 egípcios em uma praia da Líbia

Mais tarde, outras vítimas tiveram a decapitação registrada e as imagens geraram repulsa em todo o mundo. Após meses, a decapitação de estrangeiros deixou de ser vista como algo extremo, passando a ser quase “banalizada” devido a grande quantidade de vítimas que já sofreram nas mãos dos militantes.

2. Piloto jordano queimado vivo
Após decapitações, apedrejamentos e crucificações realizadas no Iraque e na Síria, o EI deu mais um passo no caminho do horror, mostrando, em fevereiro de 2015, em um vídeo divulgado na internet, o piloto jordano Maaz al-Kassasbeh sendo transformado em uma bola de fogo. A vítima foi queimada vive dentro de uma jaula.

Maaz al-Kassasbeh teria sido queimado vivo dentro de uma cela
“O EI utilizou tanto as decapitações que acabou banalizando-as. Queimar um prisioneiro é, portanto, uma forma de reativar a circulação nas redes”, disse à AFP o professor da universidade de Edimburgo, Thomas Pierret, especialista em Islã contemporâneo.

3. Escravidão e abuso de mulheres
O EI realizou “crimes sexuais sistemáticos” contra mulheres e meninas iáziges após sequestar mais de 200 delas no norte do Iraque em 2014, segundo a Human Rights Watch.

Raqqa é o epicentro do grupo terrorista, um lugar onde o barbarismo do EI e suas ideologias acontecem diariamente

As “virgens mais bonitas” são enviadas para serem escravas sexuais na cidade de Raqqa, na Síria. Lá, são vendidas como peças de leilões. Em maio, uma mulher foi queimada viva após se recusar a participar de um “ato sexual extremo”.

4. Treinamento de crianças
O EI é responsável por uma verdadeira lavagem cerebral que é aplicada nas crianças da região. Em 2014, o grupo treinou mais de 400 crianças para combater na Síria.

Além disso, escolas são tomadas, crianças estudam textos religiosos com teor extremista e algumas acusam seus próprios pais, quando eles não seguem as ordens do califado, causando tortura ou a morte deles.

Outras crianças são recrutadas com objetivos ainda mais violentos. Um vídeo de março mostrava, por exemplo, um menino de 12 anos disparando várias vezes em um refém.

5. Ataques à história do Oriente Médio
O EI deixou claro, durante esse um ano, que não deixará de atacar nenhum dos pilares que sustentam a fé dos seus inimigos. Sejam mulheres, sejam crianças, sejam centros históricos, nenhum recebe o respeito do grupo extremista.

Sejam mulheres, sejam crianças, sejam centros históricos, nenhum recebe o respeito do grupo extremista.
Em fevereiro, o EI divulgou vídeo de militantes destruindo artefatos antigos de valor inestimável em um museu de Mossul. Em abril, foi divulgado outro vídeo, com militantes destruindo artefatos na cidade antiga de Hatra, um local declarado patrimônio histórico pela Unesco.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/veja-5-das-piores-acoes-do-estado-islamico-em-um-ano-de-califado,512bcaa9d72446738e89b95b5bf99d674gfaRCRD.html

“O Boko Haram degolou meu pai diante de mim”

O jovem Usman relata sua fuga do grupo terrorista que arrasa aldeias, mata e tortura.

“A primeira coisa que escutamos foram os disparos, e soubemos que eram eles. Saímos correndo até um monte próximo chamado Wanu, mas nos cercaram.” Usman, nigeriano de 22 anos, é alto e magro. Veste calça jeans e uma camiseta que um dia foi verde. Traça devagar o seu relato, em um inglês que pouco domina. Em setembro,o Boko Haram entrou em seu povoado, Gulak, e ele foi capturado com o pai e três irmãos. Somente ele sobreviveu. Depois de umarocambolesca fuga pelas montanhas, chegou à cidade de Yola, onde passa os dias com uma família que o acolheu. Ainda está aterrorizado.

Os homens do povoado foram levados de mãos atadas à casa do chefe local. “Reconheci alguns deles, eram do povoado. Eles nos espancaram com os fuzis enquanto caminhávamos, mas logo mataram Ishadu porque era professor da escola. Dispararam na cabeça dele”, relata Usman. Então os pressionaram a se unirem ao Boko Haram. “Quatro aceitaram, mas a maioria de nós se negou. Trouxeram sacos cheios de dinheiro e disseram que era para nós, se nos alistássemos, mas continuamos nos negando. Nesse momento, começaram a matar.” Naquela tarde degolaram uns 20 diante dos demais. “Depois de lhes cortar a cabeça, colocavam-na sobre as costas. Assim vi meu pai morrer. Imploramos que nos dessem um tiro, mas se negaram.”

Com a chegada da noite, Usman e os demais sobreviventes da matança, uns 50 jovens, foram trancados em quartos diferentes com as mãos e os pés atados e os olhos vendados. “Disseram que teríamos toda a noite para pensar.” No dia seguinte começaram de novo as execuções. “Eles nos tiraram toda a roupa, mas então escutamos chegar o avião.” Era a aviação nigeriana bombardeando. Todos saíram correndo para os campos de arroz e, aproveitando a confusão, Usman e outros sete conseguiram escapar para as montanhas. “Lembro que Waziri, que se havia unido ao Boko Haram, disparou na perna da própria irmã, uma menina, enquanto ela corria.

1,5 milhão de nigerianos fugiram de suas casas ante o avanço jihadista

Durante duas semanas ficou escondido na montanha. Uma serpente o mordeu e um curandeiro local lhe deu uma infusão de ervas que o fez vomitar. “Éramos muitos, dezenas. Dormíamos ao relento ou em abrigos de animais, mas eles iam nos seguindo. Em Zhu nos alcançaram e voltaram a disparar”, recorda. Finalmente, conseguiu chegar a Mubi, onde foi hospitalizado. Nem aí pôde descansar. Dois dias depois essa cidade também foi ocupada pelo Boko Haram. “Escapei de novo para uma montanha chamada Maiha e daí me trouxeram em uma moto até Yola, em dois dias de trajeto.” Sabe que sua mãe está viva em Jos, no Estado de Plateau, mas que sua fazenda está destruída. “Disseram que essa gente já não está em Gulak, mas não tenho dinheiro para voltar nem sei muito bem o que fazer lá”, afirma.

Yola, capital do Estado de Adamawa, é uma dessas cidades que germinaram do Sahel. Ao lado de um rio, entroncamento de caminhos para o comércio, uma longa estrada asfaltada e muitas ruas de areia. O calor é tremendo. “Muita gente se foi. Para Abuja (a capital da Nigéria), Camarões, para onde puderam, mais ao sul”, garante Zari, vendedor de telefones celulares. “Não é fácil viver cm esses loucos quase chegando à sua porta.” Na estrada que conduz a Maiduguri os controles militares se sucedem. O alerta é permanente. A uns 10 quilômetros se encontra o campo de deslocados de Girei, um colégio transformado em assentamento para quem fugiu do horror. No total, 776 pessoas, a maioria mulheres e crianças. Baba Haruna, de 57 anos, escapou de Gwoza para os Camarões com sua esposa e cinco filhos, mas não lhe permitiram ficar. Por isso, foi para Yola. “Este é o momento de preparar a terra para o cultivo, mas não podemos voltar. Este ano não haverá colheita”, afirma.

Seita islamista oferece muito dinheiro em troca de se unirem a suas fileiras

É como a vida em suspenso. Os homens se sentam todo o dia à sombra dos muros das salas de aula, hoje transformadas em improvisados dormitórios onde se dorme sobre colchões no solo. As mulheres lavam a roupa, cozinham em grandes caldeirões, encarregam-se dos pequenos. Há dezenas de crianças. Por todas as partes. Em tendas de campanha recebem duas horas de aula por dia, numa tentativa de recuperar certa normalidade, para que pelo menos continuem estudando, aprendendo inglês e matemática, justo o que “essa gente” quis tirar-lhes: o direito a sonhar com um futuro melhor.

Segundo a Unicef, 1,5 milhão de pessoas abandonaram suas casas, das quais 1,2 milhão são deslocados internos. Alguns não podem aguentar mais a espera e tentam regressar, embora estejam fazendo isso de modo improvisado e desorganizado. “Cada um tem seu problema. Malária, diarreia, infecções, desnutrição. Agora estão melhores”, diz a enfermeira Aishatu Jinayi. Houve até partos – 32 no campo de Girei II. “Tantos bebês nos fazem pensar que Deus está fazendo seu trabalho para substituir os que foram mortos nessa loucura absurda”, acrescenta.

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/05/02/internacional/1430597380_724816.html