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Reino Unido: vítima de estupro denuncia passageiros de avião que impediram deportação do “refugiado estuprador”

“Como os passageiros de um avião impediriam que meu estuprador fosse deportado? Jovem mãe cujo ‘gritante’ agressor somali foi mantido no Reino Unido por motim em Heathrow revela sua fúria, ”por Mark Hookham, The Mail On Sunday , 7 de abril de 2019:

A mãe de 27 anos sentada ao meu lado em um banco de um parque no subúrbio está tremendo com uma mistura de medo e raiva. Ela mal consegue reprimir sua raiva quando se lembra do momento em que assistiu a um vídeo de um refugiado sendo escoltado de um avião em Heathrow depois que um motim de passageiros interrompeu sua deportação.

Como The Mail on Sunday revelou no ano passado, aquele homem era Yaqub Ahmed, um somaliano que uma década antes havia sido condenado e preso com outros três por estupros em grupo.

Hoje, sua vítima rompe seu silêncio e, em uma entrevista exclusiva, condena os turistas que intervieram para defendê-lo, ignorantes do terrível ataque que destruiu sua vida.

No vídeo, filmado por um passageiro, Ahmed, de 29 anos, é visto gritando para um grupo de pessoas a bordo de autoridades para “tirá-lo do avião!”

Para Hannah (nome fictício), aqueles gritos de pantomima não eram nada comparados a seus gritos aterrorizados enquanto lutava por sua vida durante o ataque da gangue de Ahmed em um apartamento sujo no norte de Londres em agosto de 2007, quando ela tinha apenas 16 anos.

‘Você acha que foi um grito ruim? Tente ouvir os gritos que eu fiz ”, diz Hannah em uma mensagem poderosa para os passageiros de ‘coração sangrando’ que decidiram intervir na deportação de Ahmed.

E ela pergunta: ‘Como você poderia defender um estuprador? Como você poderia intervir? Ele estava algemado, ele estava sendo levado para fora do país … quem são vocês para interferir com a justiça?

“É justo que você não soubesse da situação, mas agora espero que se sinta orgulhoso de si mesma porque parou algo que eu esperei por tanto tempo: algo que me fez sentir um pouco mais segura.”

Seus quatro torturadores foram presos por um total de 35 anos e, enquanto um acredita ter morrido depois de fugir para a Síria para lutar pelo grupo do Estado Islâmico, ela é assombrada pelo pensamento de ver os outros que foram libertados e permanecem no Reino Unido.

A deportação de Ahmed teria dado a Hannah um pouco de conforto, mas desde a fracassada tentativa de expulsá-lo, sua saúde mental entrou em colapso.

Já lutando para lidar com o complexo transtorno de estresse pós-traumático desencadeado por seu estupro, ela agora está apavorada demais para viajar mais de duas milhas de sua casa. Em novembro, ela deixou um emprego que ela amava devido à sua crescente ansiedade e estresse.

‘Muitas vezes eu me sinto desesperada, isso nunca vai acabar, eu nunca vou me afastar disso’, ela diz. ‘Eles precisam deportá-lo. Como eles permitiram que isso acontecesse? É uma farsa absoluta. Eu pensei que deveria ser um direito da vítima. Onde estão meus direitos aqui?

Autoridades escoltando Ahmed no voo para a Turquia em outubro passado abandonaram a deportação pouco antes de decolar depois que cerca de uma dúzia de passageiros – sem saber de seu crime repugnante – teve pena dele e interveio com raiva. O vídeo de três minutos e meio postado on-line mostrou passageiros agitando os telefones com câmera em meio a uma barragem de gritos e assobios. Um homem britânico barbudo de camiseta azul aproximou-se de Ahmed antes de dizer aos passageiros: “Ele diz que estão separando-o da família, a família dele está aqui”.

Outro homem apontou o dedo para um oficial e, passando o dedo pela garganta para obter um efeito dramático, vociferou: – Quando ele chegar a Mogadíscio, vão matá-lo.

Para aplausos dos passageiros, a equipe de quatro funcionários do Home Office finalmente cedeu e saltitou da aeronave para Ahmed, enquanto um turista gritava: “Você é um homem livre!”

Hannah não sabia da deportação fracassada até que leu a matéria desta primeira página cinco dias depois e percebeu que Ahmed era um de seus estupradores.

Com imagem The Times informações Jihad Watch

Avião que ia de Paris ao Cairo cai no Mediterrâneo com 66 pessoas a bordo

Aeronave da EgyptAir desapareceu do radar antes de entrar no espaço aéreo egípcio. Ministro da Aviação diz que hipótese de terrorismo é mais forte do que falha técnica.

CAIRO — Um avião da companhia aérea EgyptAir, que ia de Paris ao Cairo, caiu nesta quinta-feira no Mar Mediterrâneo. Com 66 pessoas a bordo, incluindo uma criança e dois bebês, a aeronave desapareceu do radar antes de entrar no espaço aéreo egípcio. Segundo o ministro da Aviação do Egito, Sherif Fathy, a possibilidade de um ato terrorista é “mais forte” do que falha técnica. Dois objetos laranjas que se acredita serem do Airbus desaparecido foram encontrados perto da ilha grega de Creta, de acordo com as autoridades gregas. Há também relatos da descoberta de objetos de plástico.

Ao confirmar a queda, o presidente francês, François Hollande, insistiu que não se deve excluir nenhuma hipótese, incluindo terrorismo, e disse que a França está em contato com as autoridades gregas e egípcias para enviar aviões e navios para participar dos esforços de busca.

— Nós temos que ter certeza de que sabemos tudo sobre as causas do que aconteceu. Não está excluída nenhuma hipótese — afirmou o presidente.

Na mesma linha, o primeiro-ministro do Egito, Sherif Ismail, disse que é muito cedo para descartar qualquer motivação. Quando perguntado se poderia descartar uma ação terrorista por trás do incidente, ele respondeu:

— Não podemos excluir ou confirmar nada neste momento. Todas as operações de busca devem ser concluídas para que possamos saber a causa. As operações de busca estão em curso neste momento para localizar o avião na zona onde se acredita que teria perdido o contato — disse Ismail no aeroporto do Cairo.

Em uma entrevista coletiva, o ministro da Defesa grego, Panos Kammenos, explicou que o Airbus mudou de rota abruptamente, fazendo primeiro um giro de 90º à esquerda e depois 360º à direita, e depois perdeu altitude.

Fonte: Reuters, BBC

O voo MS804 partiu do aeroporto Charles de Gaulle às 23h09m (18h09m no horário de Brasília) e desapareceu por volta das 2h45m (21h45m em Brasília), a cerca de 130 quilômetros antes de entrar no espaço aéreo egípcio. De acordo com flightradar24.com, na última posição conhecida, a aeronave estava acima do Mar Mediterrâneo.

Entre os 56 passageiros havia 15 franceses, 30 egípcios, um britânico, um belga, dois iraquianos, um cidadão do Kuwait, um árabe, um cidadão do Chad, um português, um argelino, um canadense e um sudanês. Dez triputantes também estavam a bordo.

PILOTO NÃO MENCIONA PROBLEMA

Uma fonte aeroportuária da Grécia informou à agência France Presse que a aeronave teria caído perto da ilha grega de Karpatos, ao sudeste do Mar Egeu.

Controladores gregos de tráfego aéreo falaram com o piloto enquanto a aeronave sobrevoava a ilha de Kea, no que deve ter sido o último contato. O piloto não teria mencionado qualquer problema.

— A teoria de que o avião caiu foi confirmada depois da busca preliminar e depois da aeronave não ter chegado a nenhum aeroporto próximo — disse uma fonte da aviação que pediu para não ser identificada. — Todas as causas do desastre são possíveis, desde uma falha técnica grave até uma ação terrorista ou qualquer outra circunstância. Isso será confirmado quando inspecionarmos os destroços do avião e com as transcrições das caixas-pretas.

O Exército egípcio negou nesta quinta-feira ter recebido uma mensagem de emergência do avião A320 da EgyptAir, o que contradiz uma informação da companhia aérea.

O fato de que os pilotos não tiveram tempo de enviar uma mensagem de emergência poderia sugerir, segundo especialistas, que aconteceu um acidente brutal.

INFORMAÇÕES DESENCONTRADAS

O vice-presidente da EgyptAir, Ahmed Abdel, afirmou em um primeiro momento que a tripulação não havia enviado nenhum sinal de emergência.

Alguns minutos depois, no entanto, um comunicado da EgyptAir afirmava o contrário e um porta-voz destacou que o Exército havia captado uma “mensagem de emergência”, “menos de 10 minutos antes” do desaparecimento do avião dos radares.

Em 31 de outubro de 2015, um Airbus A321 operado pela Metrojet da Rússia caiu no Sinai, matando todas as 224 pessoas a bordo. A Rússia e governos ocidentais disseram que o avião foi provavelmente derrubado por uma bomba, e o grupo militante Estado Islâmico disse ter contrabandeado um explosivo a bordo.

A Reuters informou em janeiro que um mecânico da EgyptAir, cujo primo se juntou ao Estado Islâmico na Síria, é suspeito de ter colocado a bomba, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto.

Em março, um avião da EgyptAir que voava de Alexandria ao Cairo foi sequestrado e forçado a aterrissar no Chipre por um homem que as autoridades disseram que usava um falso cinto com explosivos. Ele foi preso depois de se entregar.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/aviao-que-ia-de-paris-ao-cairo-cai-no-mediterraneo-com-66-pessoas-bordo-19334627#ixzz496r4Mw5f
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Estado Islâmico diz ter derrubado avião e capturado piloto sírio

Caso lembra episódio que terminou com piloto queimado vivo

DAMASCO – O grupo terrorista Estado Islâmico capturou um piloto sírio após derrubar seu avião ao Leste de Damasco, alegou na noite desta sexta-feira a agência Amaq, ligada aos jihadistas. O piloto foi identificado como Azam Eid, oriundo de Hama, que foi capturado após saltar de paraquedas e cair próximo ao caça abatido.

Segundo militares sírios citados pela agência russa Interfax, o avião era da Força Aérea Síria e sofreu uma falha técnica. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos confirmou a queda.

Em 2015, a derrubada de um caça jordaniano fez o grupo jihadista negociar a vida do piloto Muath al-Kasaesbeh. O piloto, de 26 anos, foi capturado por militantes do Estado Islâmico em dezembro, quando seu jato F-16 caiu perto de Raqqa, na Síria. Após falsas sinalizações de negociação, o grupo o queimou vivo em uma execução filmada.

Em retaliação à morte de Kasaesbeh, a Jordânia executou por enforcamento a mulher-bomba iraquiana Sajida al-Rishawi e outro membro da al-Qaeda.

Estado Islâmico divulgou vídeo no qual piloto jordaniano Moaz al-Kasasbeh é queimado vivo – Reprodução

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/estado-islamico-diz-ter-derrubado-aviao-capturado-piloto-sirio-19150231#ixzz46ezqoMCp
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Grupo extremista tenta explodir avião

O Al-Shabaab é como uma página do livro escrito pelo Estado Islâmico, cada vez mais aperfeiçoando suas técnicas de ataque, representando grande perigo aos cristãos

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De acordo com uma reportagem da CNN, o grupo extremista Al-Shabaab reivindicou a responsabilidade pelo atentado contra um avião comercial na Somália, alegando que estavam eliminando “espiões”. O incidente matou um passageiro e deixou outros dois com ferimentos leves. O avião, operado pela Daallo Airlines, estava voando para Djibuti, com cerca de 74 passageiros e foi forçado a realizar um pouso de emergência no aeroporto internacional de Mogadiscio.

“Este ocorrido mostra que o Al-Shabaab é como se fosse uma página do livro escrito pelo Estado Islâmico. Em novembro de 2015, um avião russo caiu no Egito, também devido a um ataque terrorista. O grupo está diversificando suas táticas. Podemos também concluir que, na Somália e em outros países vizinhos, a segurança dos aeroportos não está dentro dos padrões internacionais. O que mais devemos esperar desses grupos extremistas, sabendo que a capacidade técnica deles, de improvisar meios para explodir aviões por meio de controles remotos do próprio aeroporto está sendo bem-sucedida? Este é também um aviso para os cristãos de que o Al-Shabaab está ficando cada vez mais perigoso”, alerta um dos analistas de perseguição.

Na Somália, o 7º país da Classificação da Perseguição Religiosa de 2016, que é governado pela lei islâmica sharia, os cristãos são monitorados pelo governo e o Al-Shabaab espiona até mesmo as empresas de telefonia, que são obrigadas a pagar um imposto para o grupo extremista, caso não queiram seus dados rastreados. Não é um ambiente acolhedor para cristãos, mas ainda assim, a igreja somali persevera. Entre os momentos mais difíceis de perseguição e execuções, os cristãos têm-se mantido firmes, se apegando à sua fé secreta. Ore por eles.

Leia também
Líderes políticos se unem para derrotar o Al-Shabbab
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https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/03/grupo-extremiista-tenta-explodir-aviao

Com aeroporto em caos, Egito admite possibilidade de atentado

LONDRES/MOSCOU – Com uma série de falhas de segurança e 80 mil russos retidos em Hurgada e Sharm el-Sheikh, o Egito voltou a vetar voos e começou a proibir jornalistas de cobrir o caos no aeroporto do balneário, uma semana após o desastre do Airbus da Metrojet no Sinai. A confusão aumentou ainda mais com a suspensão russa de novos voos para a região, um dia antes. O Egito deve lançar um relatório do inquérito da tragédia, e, mesmo sem mencionar o terrorismo, tomou medidas para investigar irregularidades que possam ter levado a um ataque e alertou que o extremismo deveria ter sido mais foco da cooperação de inteligência de outros países.

Enquanto a confusão generalizada no aeroporto continua, evidências apontam cada vez mais para um possível atentado a bomba plantada no compartimento de carga, segundo investigadores. À Reuters, funcionários de segurança afirmaram que o país está investigando as câmeras de segurança do aeroporto — o que abre caminho para o país admitir um possível (e provável) atentado.

— Queremos determinar se, por acaso, alguém passou pela segurança ou pelos detectores. Também estamos tentando determinar se houve alguma atividade suspeita entre policiais ou funcionários do aeroporto.

Em coletiva de imprensa, Ayman al-Muqaddam, chefe da comissão de inquérito, afirmou que a fuselagem indica consistência com uma ruptura no voo em pleno ar. No entanto, o responsável não citou se ela se trataria de uma explosão provocada por bomba. Parte dos destroços ainda não foi achada, segundo ele.

Após especialistas franceses alertarem para o súbito sumiço de vozes e dados do avião (além de um som que soaria muito como o de uma explosão), fontes russas afirmaram que a abrupta queda nas comunicações da caixa-preta, que fica na cauda, indicariam um explosivo no bagageiro, desligando a gravação com o corte dos sistemas eletrônicos. A cauda estava separada do avião, nos destroços, e havia marcas na fuselagem que indicariam impacto de dentro para fora.

O Egito continua sem fazer menção a um possível atentado ao avião, mas alertou: se havia riscos de terrorismo, ele deveria ter sido levado em conta antes.

— O terrorismo generalizado, o qual alertamos a nossos parceiros para combater de forma mais séria, não foi abordado mais a fundo, e agora as partes trabalham ao ficarem expostas ao perigo para seus cidadãos — criticou o chanceler. — Informações sobre terrorismo deveriam ter sido repassadas para nós em detalhe.

Ligações interceptadas entre líderes do Estado Islâmico em Raqqa (capital do autoproclamado califado na Síria) e representantes do grupo Província do Sinai, filial egípcia do grupo, comemoravam entre si a queda do avião, segundo a NBC.

REPATRIAÇÃO E DESORGANIZAÇÃO

Moscou decidiu mandar 46 aviões para repatriar seus cidadãos retidos nos balneários do Sinai, mas o Egito afirma que não tem capacidade para lidar com tantas partidas no aeroporto. A exemplo do Reino Unido, o Kremlin também aplicou restrições ao porte de bagagens: somente o que puder ser levado à mão pode passar, e malas maiores serão entregues posteriormente.

Se os países estão aumentando suas medidas de segurança, o aeroporto de Sharm el-Sheikh cada vez mais entra em situação de colapso. Milhares de britânicos no local tiveram de ser levados de volta a seus hotéis porque o Egito voltou a barrar mais voos de deixarem o país, alegando incapacidade de lidar com o grande fluxo de aeronaves partindo.

Britânicos que conseguiram passar pelas enormes filas de segurança voltaram a flagrar funcionários recebendo propinas para facilitar a saída de alguns passageiros para o embarque, além de relatarem que pessoas com isqueiros e garrafas conseguiam passar.

Raf Sanchez, do “Telegraph”, contou que os jornalistas estão sendo impedidos de entrar no aeroporto.

— As autoridades estão tirando jornalistas e os barrando. Estão obviamente desconfortáveis com a multidão de repórteres falando com passageiros no terminal e ficaram pasmos com a cobertura negativa das condições parcas de segurança.

AVIÃO ESCAPOU DE MÍSSIL

De acordo com a imprensa britânica, um voo da companhia Thomson teve que fazer uma manobra de emergência para evitar ser atingido por um míssil em Sharm el-Sheikh, em agosto. Uma investigação chegou à conclusão que o Egito fazia exercícios militares e lançou o projétil próximo ao pouso da aeronave, com 189 pessoas a bordo, passando a 300 metros de distância.

O Reino Unido minimizou o episódio, dizendo que foi esclarecido com as autoridades.

http://oglobo.globo.com/mundo/com-aeroporto-em-caos-egito-admite-possibilidade-de-atentado-17991057

Líderes do Estado Islâmico comemoram queda de avião no Egito, diz NBC

Comunicações entre os líderes do Estado Islâmico em Raqqa, na Síria, e pessoas na Península do Sinai incluíram comemorações sobre a derrubada de um avião de passageiros russo na região, afirmou a emissora NBC nesta sexta-feira (6), citando autoridades norte-americanas não identificadas.

“Eles estavam claramente comemorando”, afirmaram autoridades dos EUA, segundo o programa Nightly News, da NBC. Na “conversa rápida”, eles se gabavam da derrubada do avião no sábado e de como aquilo foi feito.

A comunidade de inteligência dos EUA interceptou uma mensagem de um grupo do Sinai ligado ao Estado Islâmico que alertou sobre “algo grande na área” antes da queda do avião.

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Avião de companhia russa cai no Egito30 fotos

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5.nov.2015 – Pavel e sua filha Veronika choram ao lado da sepultura de Nina Yushchenko, 60, em um cemitério na vila de Sitnya, a 80 km de Veliky Novgorod, na Rússia. Nina é uma das vítimas do acidente com o avião russo que caiu no Egito e matou todos as 224 pessoas a bordo Dmitry Lovetsky/AP

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2015/11/06/lideres-do-estado-islamico-comemoram-queda-de-aviao-no-egito-diz-nbc.htm

Queda de avião foi causada por fator externo, diz companhia aérea

Corpos de vítimas do Airbus A321 que caiu no Egito chegam a São Petersburgo.
MOSCOU — Enquanto investigadores tentam descobrir as causas da queda do Airbus A321 na Península do Sinai, no Egito, a companhia aérea russa Kogalymavia culpou “fator externo” pelo acidente de sábado, que matou as 224 pessoas a bordo. Os corpos de 140 vítimas começaram a chegar a São Petersburgo na madrugada desta segunda-feira, pouco depois de as autoridades confirmarem que a aeronave se desintegrou no ar. Questionado sobre a possibilidade de um ataque terrorista, Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, disse que nenhuma hipótese pode ser excluída no momento.

Em uma entrevista coletiva em Moscou, o vice-diretor da companhia aérea, Alexander Smirnov, descartou que o incidente tenha acontecido por falha técnica ou erro humano.

— O avião estava em excelente condição — disse Smirnov. — Descartamos falha técnica ou qualquer erro da tripulação. A única explicação razoável é (devido à) atividade externa. (…) Não há nenhuma combinação de falhas no sistema que poderia ter desintegrado o avião no ar.

Smirnov acrescentou que a aeronave perdeu velocidade e começou a descer rapidamente, sem que a tripulação fizesse tentativas de contactar ou informar sobre a situação a bordo.

O avião da companhia Kogalymavia — que operava sob o nome de Metrojet — ia do balneário de Sharm el-Sheikh, no Mar Vermelho, a São Petersburgo quando perdeu contato 23 minutos após a decolagem no sábado.

Investigadores de todo o mundo estão colaborando com o Egito para esclarecer as causas do acidente e não descartam a hipótese de terrorismo — o braço egípcio do grupo extremista Estado Islâmico (EI) assumiu a autoria de um suposto atentado em represália aos bombardeios russos na Síria.

IDENTIFICAÇÃO DOS CORPOS

Uma mulher acende uma vela na Catedral Kazansky, em São Petersburgo, em homenagem às vítimas – VASILY MAXIMOV / AFP

Os restos mortais das vítimas serão levados a um crematório em São Petersburgo para identificação, que terá início nesta segunda-feira, de acordo com o Ministério de Emergência da Rússia.

Segundo os responsáveis pelas buscas, até agora 168 corpos foram recuperados de um total de 217 passageiros e sete tripulantes — todos russos, exceto três ucranianos. Alguns foram encontrados a quilômetros de distância dos restos retorcidos e enegrecidos do Airbus A321.

Familiares começaram a fornecer amostras de seu DNA para acelerar a identificação das vítimas. No aeroporto de São Peterbusrgo, foi instalado um memorial improvisado onde as pessoas depositam flores e brinquedos em homenagem às vítimas, incluindo 17 crianças.

No domingo, o chefe do Comitê Intergovernamental de Aviação (MAK) Viktor Sorotchenko explicou que o avião se partiu no ar antes de chegar ao chão, mas disse que era “muito cedo” para tirar conclusões sobre as causas do acidente, o mais grave na História russa.

O desastre aconteceu em altitude elevada — quando a aeronave voava a cerca de 30 mil pés (9 mil metros). Para o primeiro-ministro do Egito, os insurgentes ligados ao EI, que têm no Sinai seu principal reduto no país, não possuiriam armamento capaz de atingir um avião a essa altura.

Enquanto a análise das caixas-pretas não é concluída, não se excluem as hipóteses de que uma bomba possa ter explodido a bordo ou que o avião possa ter sido atingido enquanto descia, por razões técnicas ou não, por um missíl ou um foguete disparado do solo.

O LOCAL DO ACIDENTE

AIRBUS A-321 ESTAVA COM 224 PESSOAS A BORDO

São Petersburgo

Previsão de chegada: 12h10

RÚSSIA

EUROPA

44,51 m

217

7

Metrojet

9268

Passageiros

Tripulantes

Companhia aérea

Nº do voo

Península do Sinai

Último contato do radar

Sharm el-Sheikh

Saída: 6h50

EGITO

JORDÂNIA

El-Arish

ISRAEL

Hasana

Cairo

O avião perdeu contato 23 minutos após a decolagem

Península

do Sinai

EGITO

Sharm

el-Sheikh

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/queda-de-aviao-foi-causada-por-fator-externo-diz-companhia-aerea-17943917#ixzz3qKyx1U5b
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Air Arabia faz pouso de emergência após ameaça

Um avião da Air Arabia teve que fazer um pouso de emergência depois que um dos seus passageiros avisou que o avião iria explodir.

Um avião de passageiros da Air Arabia vindo do Kuwait teve que fazer um pouso de emergência depois que um dos seus passageiros advertiu que o avião iria explodir, informou a agência de notícias oficial dos Emirados Árabes Unidos (WAM).

Membros da tripulação do avião foram encaminhados para pousar no Al-Minhad Air Base, uma instalação militar nos Emirados Árabes Unidos, disse WAM. A base aérea está localizada a cerca de 24 quilômetros ao sul de Dubai e é operada pela força aérea dos Emirados Árabes Unidos.

Air Arabia é uma companhia aérea de baixo custo com sede na cidade de Sharjah dos Emirados. Al Arabiya News Channel informou que o avião estava indo para Sharjah.

Não há mais detalhes disponíveis.

http://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/05/04/Air-Arabia-makes-an-emergency-landing-after-warning.html