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Um estado da Espanha adotou o boicote contra Israel como política

Pela primeira vez na Espanha , o parlamento de um dos estados que compõem o reino votou a favor do movimento de boicote, desinvestimento e sanções contra Israel (BDS).

A votação no mês passado pelo Parlamento da Comunidade Autónoma de Navarra, no norte da Espanha, aprovou o projeto com o apoio de representantes de todos os partidos do parlamento, exceto o Partido Popular do centro-direita .

A moção aprovada esclarece que o parlamento de Navarra convida o governo central a “apoiar qualquer iniciativa promovida pela campanha internacional do BDS”. Também pede que a Espanha “suspenda seus laços com Israel” até que o país cesse sua política de crime e repressão contra a população palestina“.

Navarra é um dos 17 estados com seus próprios parlamentos, que juntos formam o Estado espanhol.

A moção continuou a condenar Israel por “matar” dezenas de palestinos em maio. A decisão é uma referência aos distúrbios organizados pelo Hamas ao longo da fronteira com Israel, que lançou centenas de bombas incendiárias e tentou destruir a cerca em Israel.

Das 61 pessoas mortas nos distúrbios de 14 de maio, 50 eram membros da organização terrorista Hamas , de acordo com um membro da organização e 3 eram jihadistas do grupo Jihad Islâmica.

Com imagem  The Jerusalem Post e informações Israel Noticias

Prefeito antissemita de cidade francesa foi impedido de entrar em Israel

O prefeito de uma cidade francesa foi impedido de entrar em Israel depois que o prefeito de Dublin entrou sorrateiramente na semana passada.

O prefeito de Gennevilliers, Patrice Leclerc foi impedido de entrar em Israel na segunda-feira ao tentar ingressar no país a partir da Jordânia após o ministro do Interior Aryeh Deri emitir uma ordem para não permitir seu ingresso.

Em janeiro Leclerc, que é membro do Partido Comunista Francês, oficialmente reconheceu como um Estado os territórios ocupados por palestinos usando seus poderes de prefeito, informou La Figaro .

Esta não é a primeira vez que ele foi impedido de entrar em Israel, pois, em novembro, o conhecido defensor do BDS (Boicote, Desenvestimento e Sanções) não teve autorização para ingressar no país objetivando uma visita a outros prefeitos que desejavam demonstrar apoio ao terrorista palestino Marwan Barghouti na prisão israelense.

Em 11 de abril, as autoridades israelenses não conseguiram impedir que o prefeito de Dublin, Mícheál MacDonncha, entrasse no país, apesar de Deri ter emitido uma ordem semelhante, porque seu nome foi digitado incorretamente nos documentos submetidos ao ministério.

O erro estava em fornecer o nome de Donncha como Ardmhéara Mícheál MacDonncha, como aparece no site da Prefeitura de Dublin.

MacDonncha respondeu à notícia de não ter permissão para entrar no país com um tweet da cidade palestina de Ramallah informando ao mundo sua presença.

Com informações e imagem The Jerusalem Post

La repugnante respuesta de una antisemita a un niño judío de 13 años

Una académica se negó a responder a las preguntas de un colegial israelí sobre caballos, citando su apoyo al movimiento de boicot contra Israel [BDS] como la razón.
Shachar Rabinovitch de 13 años de edad, envió un correo electrónico a la académica de origen estadounidense, Marsha Levine, pidiendo un poco de información acerca de los caballos para una tarea escolar.

“Sé que es una persona muy importante y he leído su artículo sobre caballos (domesticación, la diversificación de la raza y la historia temprana del Caballo) y me encantan los caballos mucho y será un honor que respondiera a mis preguntas” Rabinovitch escribió.

Pero recibió una respuesta desconcertante por parte de la ex profesor de Cambridge de 40 años de edad, quien dijo que no respondería a la pregunta del niño, alegando que se opone [la profesora] a la existencia del Estado de Israel.

“Voy a responder a sus preguntas solo cuando dejen en paz y hagan justicia para los palestinos en Palestina”, escribió la profesora.

Estoy a favor del boicot, desinversión, sanciones [BDS]. Usted puede ser un niño, pero si eres lo suficientemente mayor como para escribirme a mí, entonces eres lo suficientemente mayor para aprender acerca de la historia de Israel y cómo ha deteriorado la vida de los palestinos”. Prosiguió.

“Tal vez alguien en su familia tenga los mismos puntos de vista que yo, pero lo dudo”, concluyó, adjuntando un enlace a la página web de su organización.

La madre de Shachar Shamir expresó su sorpresa por la respuesta e hizo una publicación en Facebook que fue recogida por el Jewish Chronicle de Reino Unido.

“La respuesta que se envió a un niño de 13 años de edad, es increíble, un niño que no ha causado daño a nadie y que está a favor de la paz y la hermandad mundial”, dijo.

Cuando la ex-profesora se acercó para hacer comentarios en Jewish Chronicle, furiosamente defendió su posición, y luego pasó a declarar “Los judíos son los nuevos nazis“.

“Yo no le pedí que me enviara un correo electrónico. No sé cómo consiguió mi dirección de correo electrónico. Puedo hacer lo que quiero con mi correo. Nunca la invité a enviarme un correo electrónico. Si quisiera leer algo que hubiera escrito podría haberlo encontrado en Internet”, dijo.

“No tengo ninguna obligación de alimentar su ego ni mucho menos de hacerle sentir bien consigo mismo”.

“Benjamin Netanyahu quiere una limpieza étnica. Los Judios se han convertido en los nazis”.

Mientras tanto, un portavoz de la universidad de Cambridge marcó distancia entre la universidad y Levine en una declaración a la The Jewish Chronicle.

“Ella ya no es parte del Instituto McDonald de Investigaciones Arqueológicas y no es empleada de la universidad. Las opiniones expresadas son suyas” dijo.

Autorizado con la siguiente mención: http://www.estadodeisrael.com/2015/12/la-repugnante-respuesta-de-una.html
© estadodeisrael.com

La Universidad de Chile emite una resolución que prohíbe la interacción con judíos

Diariojudio.- El Movimiento BDS (Boicot, Desinversión y Sanciones) es una organización política de apoyo a Palestina frente al conflicto con Israel que promueve consignas antisemitas y discriminatorias en general.

Ese movimiento se impuso en una votación en el Centro de Estudiantes de la Facultad de Derecho de la Universidad de Chile cuando se aprobó una medida que prohíbe la interacción de toda índole con personas simpatizantes o vinculadas al Estado de Israel y sus ciudadanos. La medida –a todas vistas antisemita y xenófoba– causó un escándalo internacional y el repudio de organizaciones mundiales.

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Artistas de renome do Reino Unido opor ao boicote cultural de Israel

Mais de 150 autores, legisladores e artistas britânicos publicaram uma carta aberta na quinta-feira em oposição ao boicote de Israel, que havia sido proposto no início deste ano pelo grupo “Artists for Palestine UK”.

“Os boicotes culturais contra Israel são divisivos e discriminatórios, e não promovem a paz. O diálogo aberto e a interação promovem uma maior compreensão e aceitação mútua, e através dessa compreensão e aceitação que pode haver um movimento no sentido de uma resolução do conflito “, disse a carta.

A lista dos signatários incentivando a convivência e o diálogo em vez de um boicote, tem includa a autora de Harry Potter, J.K. Rowling, historiadores conhecidos como Simon Schama e Simon Sebag Montefiore, assim como 14 membros do Parlamento do Reino Unido e o ex-membro do gabinete, Eric Pickles.

Iniciativas como esta nos dão esperança no clima atual de propaganda anti-semita e violência no mundo, e nós elogiá-los por sua coragem e vontade de apoiar Israel.

(A imagem: Suzanne Plunkett / Reuters)

Fonte: Padre Gabriel Naddaf em Português

A HIPOCRISIA DOS BOICOTES DAS LIDERANÇAS PALESTINAS

O irmão do presidente da Autoridade Palestina está se recuperando de uma complexa cirurgia cardíaca num hospital israelense. Aliás, a procura de hospitais em Israel vem sendo uma prática reiterada dos familiares do incitador de ódio palestino, pois, a sua esposa também passou por cirurgia numa unidade hospitalar em Israel.

O líder do Hamas em Gaza, Ismayil Haniyeh, que sempre clamou pelo BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), embarcou na mesma hipocrisia de Abbas e outros líderes do Fatah enviando seus parentes, a saber, filha, irmã, neta e sogra, para receberem cuidados médicos em Israel. Aamal Haniyeh, neta de Haniyeh, com um ano de idade e “desenganada pelos médicos” em Gaza, foi transferida para o Hospital Infantil Schneider, em Israel, onde pelo menos 200 crianças palestinas são atendidas anualmente.

Convém destacar que os cuidados médicos de Israel direcionados a palestinos é comum. Somente no hospital Ichilov, mais de 1.000 palestinos oriundos de Gaza e Cisjordânia recebem tratamento todos os anos.

A imprensa israelense afirma que são permitidos os atendimentos médicos por “razões humanitárias”. Mas nunca é bom esquecer que as lideranças palestinas NÃO permitiam que os feridos palestinos se dirigissem ao hospital de campanha montado por Israel na fronteira com Gaza no último conflito para tratar das vítimas palestinas. Tal ação visava exclusivamente aumentar o número de mortos para servir de combustível na fogueira da propaganda global de ódio contra Israel. Na visão da pérfida liderança palestina, quanto mais sangue, melhor!

Dessa forma, é mais do que perceptível a ideia de que, para os líderes palestinos, só merecem “socorro” por razões humanitárias a alta cúpula da liderança de suas facções terroristas e seus parentes… Já o povo palestino “merece” apenas verter seu sangue matando judeus como mártires de al-Aqsa!

Entretanto, o mesmo sentimento humanitário que move Israel a atender os familiares das lideranças palestinas que defendem o assassinato covarde de judeus, faz com que os terroristas palestinos POBRES sejam atendidos nos mesmos hospitais, pois, o princípio judaico de preservação da vida está acima do desejo de vingança dos algozes palestinos. Por isso, o jovem terrorista que esfaqueou dois judeus, sendo um deles adolescente, recebeu primoroso atendimento médico em Israel. Contudo, ao invés de agradecer a piedosa ação dos judeus, a “resposta” do líder Abbas seguiu o infame ódio sectário fundamentalista promovendo a mentira de que o terrorista teria sido assassinado pela polícia israelense.

Na verdade, Israel com todo seu avanço tecnológico só não tem cura para uma “doença” presente em parte significativa do povo palestino… o ódio!

Por Andréa Fernandes

Refutando mais um “tratado de ódio antissemita”

Hoje, eu tive a infelicidade de ler um “manifesto rejeitando a indicação do novo embaixador israelense”, o qual foi protocolado no Escritório Regional da Presidência da República de São Paulo, e como todo ato visivelmente antissemita, não deixou de haver a costumeira reivindicação de rompimento de relações com Israel e o não reconhecimento de suas primeiras fronteiras de 1948.
 
No referido manifesto, o sr. Dayan é caluniado com o termo “criminoso” e diversas acusações espúrias são feitas a Israel. É óbvio que não poderia se esperar respeito à honra alheia de movimentos sociais que apoiam incondicionalmente os criminosos que arruinaram a Petrobrás. Aliás, pode se ofertar qualquer credibilidade a um documento assinado pelo presidente da CUT, que acaba de ser denunciado por diversas entidades ao Ministério Público por afirmar que pegará em armas com seus comparsas para impedir o clamor democrático de destituição legal da presidente mais rejeitada de todos os tempos?
 
Qual a moral que  Vagner Freitas tem para ofender uma autoridade estrangeira que ele nem conhece? Um presidente de instituição que defende criminosos presos por toda sorte de crime mostra que carece de padrão mínimo de honestidade para se imiscuir nas decisões do governo israelense.
 
Ao terminar a leitura do “tratado de ódio antissemita”, percebi que o mesmo era assinado por entes árabes, movimentos sociais de esquerda, PSOL, PSTU e outras entidades da mesma linha ideológica. E para demonstrar a hipocrisia dos “humanistas” que seguem a presidente Dilma, pesquisei as ações de um desses movimentos para comprovar o relativismo moral que impera no meio.
 
Como ando muitíssimo preocupada com as graves violações contra os direitos humanos das mulheres no mundo muçulmano, escolhi o movimento social denominado “Marcha Mundial das Mulheres”, pois, a denominação sugere um comprometimento humanista a nível internacional.
 
O grupo foi criado em 2000 e se descreve como “um movimento feminista internacional e anti-capitalista que luta para mudar o mundo e a vida das mulheres, integrando a construção de igualdade e liberdade das mulheres às lutas por transformações globais na sociedade.”
 
Se alguém pensa que na página do aludido movimento social encontrará condenação pública à mutilação genital que vem crescendo assustadoramente até na Europa ou qualquer condenação aos “crimes de honra” e à misoginia em países de maioria muçulmana, ficará decepcionado, posto que, o objetivo maior é defender a agenda do governo petista. 
 
Ao visitar a página, o que vi, foi a tradicional militância esquerdista: defesa incessante da legalização do aborto, apoio ao movimento LGBT e às políticas públicas implementadas pelo PT. E apesar de ser um “movimento feminista” voltado para os direitos das mulheres, não localizei denúncia alguma sobre as condições das mulheres palestinas, e isso deve ser, porque não consideram os fundamentalistas islâmicos da organização terrorista Hamas como “opressores”, quando alistam mulheres e crianças para se tornarem terroristas e usam seus corpos em “martírio” não pelas “liberdades” defendida pelas esquerdas, mas sim, pela libertação de al-Aqsa, morte dos judeus e ocupação de todo território israelense!
 
Quando o então Governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, rompeu protocolo de intenções com a empresa israelense Elbit em atendimento ao pleito de boicote às armas israelenses, as feministas comemoraram, ainda que tal iniciativa em nada beneficiasse as mulheres que elas dizem defender. Porém, toda feminista minimamente letrada sabe que “liberdade” e “igualdade de direitos” nas sociedades muçulmanas simplesmente não existem!
 
Assim, pela “plataforma” da Marcha Mundial das Mulheres, dá para acreditar que os movimentos sociais e demais entidades que assinaram o odioso manifesto sejam humanistas?
Por Andréa Fernandes

OVER 5,000 CHRISTIANS MARCH ON WASHINGTON TO QUASH IRAN DEAL

Some called it “Divine Intervention,” while others described the timing of the Iran deal announcement during the Christians United For Israel (CUFI) 10th annual Summit as “bashert,” the Yiddish word for destiny or fate. Either way, the world’s largest pro-Israel organization, boasting over 2.2 million members, was heading to Capitol Hill Tuesday morning to look their congressional representative in the eye and tell him or her to sayno to the Iran nuclear deal.

“The Iran deal is worse than the troubling reports previously indicated,” explained CUFI Executive Director David Brog to the Salomon Center for American Jewish Thought. “This is an abdication of American power and leadership in the world and it is a retreat that will endanger Israel, America and the world. We at Christians United For Israel are determined to fight this dangerous, bad, and yes—stupid deal with everything we’ve got.”

Walking through the halls of the Cannon, Longworth and Rayburn House office buildings and their Senate counterparts, CUFI’s presence was undeniable. Americans of every stripe, clad in   everything from business suits to T-shirts and shorts, toted blue and white bags and sported nametags on light green lanyards around their necks. The walls of the buildings were lined with supporters of Israel waiting to see their congressional representatives to make sure they knew how strongly they felt that the Iran deal was a loser for both the U.S. and Israel.

By close of business Tuesday afternoon, over 80 percent of House and Senate members or their staff had met with a member of CUFI.

When CUFI began planning this year’s D.C. summit “the day after last year’s summit,” nobody could have envisioned that that it would fall on the days leading up to and concluding on the day the Iran deal was announced. The original deadline for the talks between Iran and the P5+1 was November of last year. Several extensions later, CUFI summit attendees found themselves on the Hill at the most momentous time.

Rand and Linda

“Our first D.C. summit was held during Israel’s 2006 war with Hezbollah. Last year’s D.C. summit coincided with Israel’s war with Hamas over the summer. And now this!  We certainly could never have planned it this way – to to be in Washington at such critical junctures,” said Brog. “I’m not always the most spiritual of guys, but even I have to admit that sometimes it seems as if something greater than us is guiding our steps.”

While there was never any doubt that Iran would be a prominent topic of the summit, even as word came down that a deal would be reached at any moment, pressing matters back home were also high on the conference agenda.

Before the summit officially began Monday morning, over 500 college students gathered this past Sunday at the Walter E. Washington Convention Center for a day of education and training. As members of the organization’s college program, CUFI on Campus, their focus was on the rise of anti-Semitism and anti-Israel activity in the form of the Boycott, Divestment and Sanctions (BDS) movement on college campuses across the country.

Numerous breakout sessions were geared toward combating BDS and developing leadership skills.  But it was the words of a Holocaust survivor that brought the millennials to their feet. Eighty-five-year-old Irving Roth offered the young Christian Zionists a historical and personal perspective on Jew hatred, the hypocrisy of anti-Israel activists, and a comparison between the tactics of the BDS movement and the Nazi propaganda machine.

Patten University student Arnel Larracas told the Salomon Center, “At this conference I got all the tools I need to be effective on campus. Whether it’s the facts or the necessary leadership skills, I feel equipped to repudiate the lies being thrown around on campus. I am ready to help the pro-Israel cause!”

Larracas took Brog’s remarks a step further, believing the conference’s coinciding with the Iran deal announcement was “Divine Intervention.”

All announced presidential candidates from both sides of the aisle were invited to address the staunchly pro-Israel crowd Monday afternoon. Six Republicans appeared in front of the crowd – four in person (Huckabee, Santorum, Pataki and Graham) and two via pre-taped statement (Bush and Cruz). All the candidates reaffirmed their commitment to the U.S.-Israel relationship and the security of the Jewish people.

No Democrats accepted CUFI’s invitation to speak.

http://www.breitbart.com/national-security/2015/07/17/over-5000-christians-march-on-washington-to-quash-iran-deal/