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Distrito de Bruxelas proíbe álcool para combater imigrantes agressivos e indisciplinados

Um distrito em Bruxelas, na Bélgica, impôs uma “proibição geral do álcool” para ajudar a combater o aumento da violência, do crime e do caos causados ​​por migrantes bêbados na área.

Segundo o SCEPTR, com sede em Antuérpia, bairros no distrito de Schaarbeek, em Bruxelas, estão sendo invadidos por uma acumulação ilegal de migrantes de trânsito na estação de trânsito de Bruxelas-Norte e no parque Maximilian, que frequentemente atacam uns aos outros, locais e policiais enquanto estão bêbados.

“Alguns imigrantes foram às lojas noturnas de Brabant e Aarschotstraat para comprar bebidas alcoólicas baratas, que poderiam consumir em grupos. Você regularmente tem grupos de 10 a 15 homens que causam um incômodo e agem agressivamente contra a polícia sob a influência do álcool ”, relata SCEPTR .

O funcionário do distrito de Schaarbeek, Marc Weber, disse: “Agora que há menos recepção através do Parque Maximiliano, e agora que os migrantes também não estão autorizados a permanecer na Estação Norte, eles estão se mudando para lugares no bairro onde eles podem se encontrar.”

“Como o problema da migração não está sendo resolvido, está mudando”, acrescentou Weber.

Recentemente, “lutas pesadas” onde facas foram usadas ocorreram em várias ocasiões no distrito.

Por causa de sua embriaguez, brigas e comportamento geral desordenado, os migrantes se tornaram um problema crescente para a polícia, serviços de emergência e residentes locais.

Os moradores locais disseram à SCEPTR que, do meio-dia até tarde da noite, grandes grupos de imigrantes se reúnem para fazer festas barulhentas na rua.

No mês passado, um bairro de Antuérpia foi aterrorizado por um grupo de dezenas de imigrantes africanos que se tornaram violentos depois que a polícia fechou seu partido, que teria ficado de fora, informa a SCEPTR .

Depois que o grupo foi desmembrado, moradores que moravam no distrito de Hoboken foram supostamente submetidos a ataques físicos, arrombamentos e vandalismo, enquanto o grupo de imigrantes saqueadores corria enlouquecido por toda a vizinhança por horas.

Imagem e informações The Voice of Europe

Entre Deus e o “Diabo nazista” nas Terras do Carnaval

Por Andréa Fernandes

O carnaval brasileiro costuma ser bastante previsível nos acontecimentos: blocos animados desfilando em ruas e avenidas, folia, exibicionismo, críticas políticas e sociais em sambas-enredo, trios elétricos que arrastam multidões, acidentes nas estradas, violência e mídia tendenciosa filtrando as cenas e “enredos” que reforçam suas narrativas. Nos dias de folia, a imprensa se esbaldou dando preferência às imagens pinçadas de foliões para ridicularizar o governo Bolsonaro e a “direita conservadora”.

Teve de tudo: cantores famosos aflitos com o fim da “dinheirama” da Lei Rouanet cantando “Tá Proibido o carnaval[1]; desfile de “coxinhas armadas” para ironizar o presidente e seus seguidores[2]; governador do Maranhão desfilando eufórico aparamentado de boina semelhante à do ditador Fidel Castro com martelo e foice em “memória festiva” aos milhões de cadáveres produzidos pelo Comunismo; foliões encenando com risadas o atentado à faca contra Bolsonaro com bastante “sangue cenográfico”; escola de samba carioca Unidos da Tijuca com integrantes fantasiados de vermes com a faixa presidencial[3]; bloco em Belo Horizonte insultando o presidente e pedindo a liberdade para o presidiário Lula[4]; fantasias temáticas diversas criticando as candidaturas laranjas do PSL, além dos ministros Ernesto Araújo e Damares Alves[5]; e escola de samba campeã do carnaval carioca glorificando o negro escravista “Zumbi dos Palmares”, que “sequestrava mulheres e mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para trabalhos forçados no Quilombo dos Palmares[6].

A referência da Mangueira à “farsa heroica” de  Zumbi dos Palmares é tão vergonhosa que merece uma pequena digressão. O jornal BBC entrevistou alguns historiadores e carnavalescos para analisarem a performance da escola, os quais foram “desastrosamente harmônicos” em afirmar que alcançou-se o “protagonismo de personagens afrodescendentes e indígenas”. O historiador Luiz Antonio Simas afirma[7]:

“O enredo vai na linha defendida por Walter Benjamin, grande filósofo e teórico da História, que falava da necessidade de ‘escovar a historia a contrapelo’, ou seja, de tentar mostrar os lados não vinculados à história oficial das grandes efemérides, e dos heróis consagrados do panteão da pátria”.

Faltou argumento para Simas explicar se a “escovada” na História para mostrar os “lados” não vinculados aos registros oficiais merece ecoar uma “mentira caricata” para agradar movimentos negros filiados aos partidos de extrema-esquerda. De sorte que, reverenciar como “mártir da resistência contra escravidão” um negro que “historicamente” foi símbolo da “conservação da ordem escravista”, é estelionato intelectual combinado com “revisionismo ideológico”. Aliás, na matéria da BBC descobri através do historiador entrevistado que “em 1960, o salgueiro revolucionou a história dos enredos das escolas de samba trazendo o quilombo dos Palmares”, e o atrevido ainda não fica rubro ao afirmar que “Zumbi dos Palmares é um personagem que chega à avenida antes de chegar nas salas de aula”. É isso que dá um sistema educacional moldado pelas “aulas ministradas por escolas de samba”: Perpetuação das “fraudes intelectuais” na construção falsificada de narrativas e identidades durante décadas.

Contudo, é impossível esperar “grandeza moral” de uma escola de samba que na busca de “dividendos políticos” homenageia a vereadora assassinada Marielle Franco convidando a companheira, o deputado Marcelo Freixo e o vereador Tarcisio Motta, ambos do PSOL, mas deixando de fora os PAIS da falecida[8]. A mãe de Marielle tentou demonstrar que não estaria ressentida por não ter sido convidada para que “políticos brilhassem” em seu lugar, porém, deve ter compreendido que “família” não é um ente admirado na “ala da revolta psolista”.

“Politicagens” à parte, a escola de samba que conseguiu chocar a opinião pública e “levantar a arquibancada parlamentar evangélica” em críticas[9] foi, sem dúvida alguma, Gaviões da Fiel com a sua comissão de frente representando um “Jesus fake” de olhos azuis sendo arrastado e pisoteado pelo “Diabo”, que teria vencido a “batalha do bem contra o mal”. COMENTARISTAS DE TV TENTARAM ESCONDER O “ÓBVIO” ALEGANDO QUE O PERSONAGEM DA COMISSÃO DE FRENTE VESTINDO TECIDO EM VOLTA DO QUADRIL, USANDO COROA DE ESPINHOS E COM MARCAS DE FLAGELAÇÃO SERIA O “SANTO ANTÃO”, E NÃO JESUS, O QUE FOI DESMENTIDO PELO COREÓGRAFO DA ESCOLA DURANTE A TRANSMISSÃO DA REDE GLOBO APÓS O DESFILE. Disse Edgar Junior[10] ao explicar as “peripécias do Diabo” ao som da bateria embalada por enredo de “lenda árabe”:

“O foco era chocar. Essa comissão de frente foi incrível e alcançou nosso objetivo, que era mexer com essa polêmica de Jesus e o Diabo, com a fé de cada um”.

Todavia, para a imprensa brasileira – que outrora achou  perfeitamente “normal” uma criança tocar o corpo de homem nu[11] em museu bem como a exposição para crianças em idade escolar de “obras de arte pornográficas[12]” com imagens de zoofilia, pedofilia, sexo grupal e outras “extravagâncias sexuais” como o caso do homem que recebeu jato de sêmen no rosto –   o verdadeiro “escândalo inaceitável” desse carnaval teria sido protagonizado pelo presidente Bolsonaro ao expor em seu perfil ato obsceno – praticado por dois homens durante as festejos profanos – visando mostrar a imoralidade presente em blocos de rua[13]. Jornalistas se irritaram com Bolsonaro mas não esboçaram nenhuma reação condenatória quanto aos atos da dupla nojosa, possivelmente, por saberem que obscenidade é “marca registrada” do carnaval que não merece reprovação dos “isentões”. Penso que a “ira midiática” se dá por temporária “afetação virtuosa pós-carnaval”. Logo passa!

E para quem pensou que a Europa está livre do “carnaval diabólico”, uma polêmica que não alcançou na mídia patamar nem mesmo de “diabrete” foi o desfile de carro alegórico antissemita na BÉLGICA. Dois gigantescos bonecos representando judeus ortodoxos com enormes narizes e barbas usando shtreimels (chapéus de pele usados por alguns judeus hassídicos) estavam de pé entre moedas de ouro e sacos de dinheiro. UM DOS JUDEUS TINHA UMA FIGURA DE RATO NO SEU OMBRO E PARA SIMBOLIZAR A PROFANAÇÃO DA FÉ JUDAICA, NA PARTE DE TRÁS HAVIA UMA SINAGOGA COM MEZUZÁ[14] NA PORTA. O título do carro alegórico era “ano sabático” para impossibilitar a ideia de não se tratar de ataque antissemita de cunho religioso[15].

A demonstração de antissemitismo não poderia ter sido em local mais icônico: o “desfile de ódio” aconteceu nas cercanias do edifício da União Europeia, no centro de Bruxelas. Os moradores que integravam o “bloco dos horrores” explicaram aos jornalistas que aquela era uma forma de expressar “preocupação” de ordem econômica lançando mão dos antigos estereótipos antissemitas vinculando judeus a ganância.

A EXTREMA-IMPRENSA, POR SUA VEZ, NA SUA OBSTINADA “AMNÉSIA SELETIVA” NÃO DENUNCIOU O ATO ODIOSO, QUE É SIMPLESMENTE REMINISCÊNCIA DO “CARNAVAL NAZISTA”. Carros alegóricos antissemitas desfilavam durante os anos que antecederam a 2ª Guerra Mundial. Em 1934, na cidade de Colônia, um dos carros alegóricos exibia grupo de homens vestidos de judeus ortodoxos com uma faixa acima deles escrita: “Os Últimos Estão Partindo”. Em outro “desfile do mal”em 1935, o Holocausto era prenunciado: EM NUREMBERG, UMA FIGURA DE UM JUDEU EM PAPEL MACHÊ FOI PENDURADA NUM MODELO DE MOINHO REPRESENTANDO UMA FORCA[16].

No entanto, um fato curioso relaciona o carnaval brasileiro à folia nazista: Apesar de o carnaval ser a festa profana mais antiga que se tem registro, existindo há mais de 3 mil anos, segundo o historiador Voltaire Schilling[17], e tendo chegado ao Brasil por meio dos portugueses no século XVII, foi Getúlio Vargas que disseminou os desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro para todo o país como estratégia para criar “identidade nacional” visando o “controle das massas” pela arte. A inspiração para o enaltecimento da identidade nacional adveio do sucesso da propaganda nazista. “Em 1933, o ministro das Relações Exteriores viaja à Alemanha para conhecer o regime de Hitler. Quando ele volta, Getúlio resolve criar um sistema de propaganda similar”, diz a historiadora Maria Clara Warsseman[18].

Logo, o capiroto que manipulou multidões na Alemanha nazista teve no antissemita Getúlio Vargas um “fiel súdito” da “realeza infernal” não somente ao “copiar” o modus operandi hitlerista de manipulação das massas através do “carnaval perenizado”, mas também, penalizando o embaixador Souza Dantas por ter concedido vistos aos refugiados judeus  desobedecendo “circulares secretas”, já que, “milhares de vistos foram negados aos judeus apátridas de múltiplas nacionalidades e profissões comprovando a práxis por parte do Estado brasileiro que, entre 1937 e 1948, editou 28 ordens restritivas, incluindo circulares secretas, ordens de serviço e resoluções”. Contudo, o antissemitismo da era Vargas continua sendo “tabu” e silenciado nas escolas brasileiras enquanto a grande mídia silencia as ações pavorosas dos “blocos do antissemitismo europeu”.

Logo, representar o “pai da mentira” vencendo Jesus no sambódromo de São Paulo ou demonizar judeus na capital da União Europeia é o apogeu dessa nova rouparia da velha campanha nazista que seduz multidões para o culto ao ódio nas “passarelas da hipocrisia”.

*Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem Jovens Evangélicos.com

[1] https://noticias.uol.com.br/carnaval/2019/noticias/redacao/2019/03/05/em-desfile-comedido-daniela-mercury-nao-menciona-polemica-com-bolsonaro.htm

[2] https://veja.abril.com.br/entretenimento/paraiso-do-tuiuti-faz-critica-com-coxinhas-armadas-e-ironiza-bolsonaro/

[3] https://epoca.globo.com/criticados-politicos-minimizam-os-protestos-que-marcaram-carnaval-do-rio-23500369

[4]https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/03/05/interna_politica,741112/protestos-politicos-ganham-as-ruas-do-pais-durante-o-carnaval.shtml

[5] https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/carnaval/2019/noticia/2019/03/05/mais-um-ano-de-glitter-e-fantasias-de-temas-politicos-marcam-carnaval-de-rua-no-rj.ghtml

[6] https://educacao.uol.com.br/noticias/2011/05/13/zumbi-era-um-lider-autoritario-e-tinha-escravos-veja-as-polemicas-sobre-a-escravidao-no-brasil.htm

[7] https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47409435

[8] https://oglobo.globo.com/rio/pais-de-marielle-nao-sao-convidados-para-desfile-da-mangueira-mas-desejaram-sorte-escola-23500823

[9] https://oglobo.globo.com/rio/criticada-por-religiosos-comissao-de-frente-com-luta-entre-jesus-demonio-perde-pontos-em-sp-23501057

[10] https://www.acidigital.com/noticias/escola-de-samba-encena-satanas-vencendo-jesus-em-desfile-e-gera-polemica-54742

[11] https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/interacao-de-crianca-com-artista-nu-em-museu-de-sp-gera-polemica.ghtml

[12] https://www.locusonline.com.br/2017/09/06/santander-cultural-promove-pedofilia-pornografia-e-arte-profana-em-porto-alegre/

[13] https://renovamidia.com.br/video-publicado-por-bolsonaro-escandaliza-jornalistas-da-grande-midia/?utm_source=OneSignal&utm_medium=link&utm_campaign=Noticia

[14] “Mezuzá” é a palavra hebraica para designar umbral. Consiste em um pequeno rolo de pergaminho (klaf) que contém duas passagens bíblicas, manuscritas, “Shemá” e “Vehaiá”. A mezuzá que deve ser afixada no umbral direito da porta de cada dependência de um lar ou estabelecimento judaico, obedece ao seguinte mandamento da Torá: “Escreve-las-ás nos umbrais de tua casa, e em teus portões” (Deuteronômio VI:9, XI:20). In Chabad

[15] https://israelnoticias.com/antisemitismo/carros-alegoricos-antisemitas-belgica/

[16] https://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/02/12/tabu-na-alemanha-carnaval-era-explorado-pelos-nazistas.jhtm

[17] https://www.terra.com.br/noticias/educacao/voce-sabia/quais-as-origens-do-carnaval-no-brasil-e-no-mundo,f808d8aec67ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

[18]https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/sob-inspiracao-nazista-getulio-inventou-o-carnaval-brasileiro-a64fpn1ovrutmeepdb7jo18bk/

Bélgica: Autoridade religiosa muçulmana rezou para que ‘sionistas’ sejam ‘queimados’

Um imã da Bélgica rezou em um sermão de 2009 para que Allah matasse todos os sionistas e queimá-los no sangue de “mártires”.

O vídeo do YouTube do Imam Mohamed Toujgani foi sinalizado no início desta semana para a Liga Belga Contra o Antissemitismo, ou LBCA, seu presidente, Joel Rubinfeld, disse ao site de notícias DH por um artigo publicado na quarta-feira.

“Senhor, mestre dos mundos, enche de medo o coração dos opressores sionistas”, diz Toujgani no sermão de 31 minutos. “Senhor, encha seus corações de medo. Senhor, faz a terra tremer sob seus pés. Senhor, faz o sangue dos mártires uma arma sob os pés dos opressores sionistas, e que este sangue ative um fogo que os queima e inicie um vento que os eviscerará. […] Senhor, destrói-os.

Rubinfeld disse que o texto é antissemita porque “apenas substitui” judeu “por” sionista “, disse ele a DH.

De acordo com DH , Toujgani, que é o imã da mesquita El Khalil em Bruxelas, é indicado para ser nomeado presidente da conferência de imãs belgas. Ele falou em favor da tolerância e contra o jihadismo nos últimos anos. Toujgani recusou-se a falar com a DH quando o contatou por uma reação ao vídeo, informou o site de notícias.

O artigo apareceu no quarto aniversário da morte de quatro judeus por um islamita em Paris e em meio a preparativos para o julgamento de outro muçulmano, Mehdi Nemmouche, pelo assassinato de quatro pessoas em 2014 no Museu Judaico da Bélgica.

Com imagem e informações Israel National News

Bélgica: Imigrante afegão que estuprou idosa deficiente mental foi condenado a apenas 5 anos de prisão

Um migrante afegão de idade de 26 anos foi sentenciado a cinco anos de prisão por estuprar uma idosa na Bélgica, jornal HLN relata .

Em abril deste ano, o homem entrou em um centro de atendimento para pessoas com deficiências e estuprou uma mulher de 78 anos.

A mulher, que tem a capacidade mental de uma criança de 3 anos, foi encontrada em sua cama. Ela estava com dor e suas calças estavam para trás.

O pessoal paralisou o afegão por um tempo até a polícia chegar. Ele foi preso e disse mais tarde que não era estupro, mas o sexo era consensual. Segundo o homem, ele foi convidado pela mulher.

No começo, ele negou ter feito sexo, mas depois que a prova forense foi apresentada, ele admitiu o estupro. O homem foi condenado a 5 anos de prisão.

O advogado da mulher idosa disse que o incidente teve um tremendo impacto na mulher. “No passado, ela estava entusiasmada e participava de atividades. Agora ela escolhe viver isolada, sente vergonha e sua confiança é prejudicada ”.

O promotor disse que esse comportamento é completamente inaceitável e diz que “a sociedade deve ser protegida contra o homem“. “Vamos torcer para que ele seja deportado depois da prisão“, acrescentou o promotor.

Além de sua sentença de prisão, o homem tem que pagar a mulher idosa 7,280 euros em danos. Ele também perde seus direitos civis por dez anos.

Com imagem e informações Voice of Europe

 

Escola palestina financiada pela Bélgica troca nome que se reportava à terrorista

Autoridades palestinas no mês passado mudaram o nome de uma escola financiada pela Bélgica, anteriormente dedicado a um assassino em massa, mas tem o mesmo nome controverso duas outras escolas da Cisjordânia.

A Escola Mártir Dalal Mughrabi tinha esse nome em homenagem à palestina que ajudou a massacrar 38 pessoas, incluindo 13 crianças, perto de Tel Aviv em 1978, agora conhecida como a escola mista elemental belga, em honra do governo belga e da Agência de Desenvolvimento belga que ajudou pela primeira vez.

No entanto, a escola, localizada na cidade de Beit Awwa, perto de Hebron, não eliminou os elementos controversos do logotipo, que ainda tem um mapa que representa Israel, Cisjordânia e Faixa de Gaza como um único território . Sua iteração mais recente mostra uma bandeira palestina cobrindo todo o território de Israel.

Após a escola ser criticada pela primeira vez em outubro, a Bélgica anunciou que tinha levantado a questão com a Autoridade Palestina (AP) e se comprometeu a “não ser autorizados a associar-se com os nomes dos terroristas de qualquer forma.” Ele também suspendeu dois projetos relacionados à construção de escolas palestinas.

No entanto, Palestinian Media Watch, grupo de monitoramento baseado em Jerusalém, que descobriu a mudança, pela primeira vez, disse que as “boas intenções” da Bélgica estavam a ser neutralizados pela decisão simultânea da Autoridade Palestiniana a nomear duas outras escolas Beit Awwa depois de Mughrabi.

O jornal oficial da Autoridade Palestina ,   Al-Hayat Al-Jadida,   informou   na semana passada que o Ministério da Educação da Autoridade Palestina ” transferiu o nome da Escola Dalal Mughrabi para a Escola Primária para Meninas Beit Awwa “.

Al-Hayat Al-Jadida também informou que a AP estava “construindo uma nova escola chamada Dalal, incluindo um jardim de infância”. Autoridades palestinas foram fotografadas colocando a pedra fundamental desta escola, Khalid Abu Sharar, diretor do Departamento de Educação do Sul de Hebron, defendendo a decisão de honrar Mughrabi.

Enquanto Abu Sharar disse que a nova escola “seria financiada pelo Tesouro estadual,” em vez de doadores internacionais, uma parte importante do orçamento anual da Autoridade Palestina depende de ajuda externa. A agência cumulativamente recebeu bilhões de dólares em ajuda orçamental direta de doadores internacionais nos últimos anos, de acordo com o grupo de peritos doCentro para Assuntos Públicos em Jerusalém.

Bélgica, em particular, fez um Acordo de Financiamento Conjunto doador (JFA) , um fundo comum tenha  enviado  aproximadamente € 95 milhões (US $ 110 milhões) para planos de desenvolvimento em sector da educação da AP 2016-2019.

Além do apoio financeiro, a JFA diz que também participa do diálogo sobre política educacional, planejamento estratégico e gestão financeira.

O Ministério das Relações Exteriores belga não comentou imediatamente quando  o Algemeiner  entrou em contato com ele.

Esforços para mudar o nome da escola se opuseram anteriormente em Beit Awwa. Um post de outubro postado na página do Facebook da escola dizia: ” O nome de Dalal está gravado em nossos corações e será gravado em nossas mentes .”

A página também compartilhou um poema escrito para expressar a “tristeza” dos “professores e alunos” sobre “confisco e roubo de direito e da vontade do povo palestino para citar suas instituições.”

“Você pode mudar o nome nos registros oficiais”, observou outro post, “mas é muito difícil mudar o que está nos corações e mentes … e é muito difícil de passar por essa ocupação intelectual.”

Imagem The Times of Israel e informações Israel Noticias

Mossad frustrou ataque terrorista na França planejado por diplomata iraniano

O serviço secreto israelense Mossad frustrou um ataque terrorista no mês passado, dando às autoridades da França, Alemanha e Bélgica informações que levaram à prisão de uma célula, liderada por um diplomata iraniano, que planejava bombardear uma manifestação de um grupo iraniano exilado.

O coordenador da operação, segundo o relatório, era um diplomata iraniano na embaixada austríaca em Viena, que foi preso na Alemanha, junto com dois cidadãos belgas e um suposto cúmplice na França.

Os membros da célula supostamente tinham equipamentos de comunicação e, de acordo com promotores belgas, o casal, descrito como “de origem iraniana”, carregava 500 gramas do explosivo TATP junto com um dispositivo de detonação quando um esquadrão de elite os localizou em um bairro residencial de Bruxelas.

Com imagem e informações The Times of Israel

Bélgica: presos entoam “Allah hu Akbar” durante 1 minuto de silêncio pelas vítimas de terrorismo

Na prisão de Mechelen, o minuto nacional de silêncio pelas vítimas de Liège foi completamente perdido na quarta-feira. Quando ‘o minuto’ começou, vários prisioneiros começaram a bater nas portas e cantar Allah hu Akbar.

A administração da prisão sentiu-se ameaçada e considerou brevemente chamar a polícia, mas isso não aconteceu. Segundo as nossas informações, um dos causadores de problemas teria sido punido depois.

Kathleen Van De Vijver, porta-voz do Sistema Prisional, confirma que “houve uma resposta inadequada durante o minuto nacional de silêncio. Os nomes das pessoas em causa foram anotados e transferidos para os serviços competentes. Eles são monitorados e observados de perto”.

Com imagem de EPA /JULIEN WARNAND  e informações de GVA

 

Um em cada três belgas se sente “estranho” em seu próprio país

Devido à presença do Islã, 37% dos não-muçulmanos não se sentem mais em casa na Bélgica, relatam nessa sexta-feira Het Nieuwsblad, De Standaard, o Gazet van Antwerpen e Het Belang van Limburg.

Os jornais estão baseados em uma pesquisa por telefone do Centro de Pesquisas Americano Pew com 25.000 pessoas de quinze países da Europa Ocidental – incluindo 1.500 belgas. A organização avaliou sua opinião sobre, entre outras coisas, religião e migraçãoA pesquisa foi realizada no ano passado, de abril a agosto.

Quatro em cada dez belgas também acreditam que os muçulmanos querem impor sua lei religiosa aos demaisMais de 1/5 acha que muitos muçulmanos apoiam grupos extremistas violentos. Estes números não são mais altos em nenhum outro país da Europa Ocidental.

De todos os europeus ocidentais, os belgas se opõem mais à imigração (depois da Itália, o país de destino por excelência). Quase metade acredita que o número de imigrantes deve ser reduzido.

No entanto, nem todas as figuras apontam na mesma direção. Por exemplo, os belgas sentam-se para receber um muçulmano como vizinho ou na família. Respectivamente 91 e 77 % dizem estar abertos a isso.

Com imagem Perigo Islâmico  e informação knack

Extremistas planejavam atentado em amistoso entre Brasil e França, diz procurador belga

Uma célula extremista desmantelada na cidade belga de Verviers em janeiro de 2015 planejava cometer um atentado durante um jogo amistoso entre as seleções do Brasil e da França, que reuniu um público de mais de 80 mil pessoas em Paris dois meses depois.

A hipótese foi defendida pelo procurador federal belga Bernard Michel nesta quinta-feira, durante o julgamento de 16 acusados de integrar a chamada “célula de Verviers” (em referência à cidade belga onde eles se articularam).

Para o Ministério Público do país europeu, a célula formava o “embrião” dos grupos que atacaram Bruxelas, no último 22 de março, e Paris, em novembro.

Leia também: Duas visões: a ‘pílula do câncer’ deve ser liberada no Brasil?

Seu comandante teria sido Abdelhamid Abaaoud, suposto coordenador dos atentados de Paris, morto em uma intervenção das forças de ordem francesas cinco dias depois de ter sido acusado de participar da morte de 130 pessoas.

Polícia no Stade de France, em ParisImage copyrightREUTERS
Image captionPalco do jogo entre França e Brasil, Stade de France foi alvo de ataque de novembro

‘Rascunho’

O suposto projeto de atentado foi descoberto graças a uma série de escutas telefônicas, relacionadas a um belga que havia combatido junto ao grupo extremista autodenominado Estado Islâmico (EI) na Síria.

Em uma das conversas registradas, um homem identificado como AK explica a Mohamed Arshad, suposto coordenador logístico da célula, que um dos alvos do ataque preparado seria uma partida de futebol que aconteceria “logo”.

O procurador federal disse acreditar que AK seja Chakib Akrouh, um dos autores dos atentados de Paris, morto em companhia de Abaaoud ao acionar um cinto de explosivos.

Michel lembrou que o Stade de France, estádio onde ocorreu o amistoso entre Brasil e França em março de 2015, foi um dos alvos do grupo liderado por Abaaoud oito meses mais tarde, nos atentados de novembro.

“Verviers foi o rascunho de Paris. A imagem que aparece globalmente é clara, mesmo se ainda faltam peças. Trata-se do mesmo modo operatório, com pontos estranhamente semelhantes.”

Leia também: Maioria de brasileiros aprova entrada de refugiados no país, mas não na própria cidade ou casa, diz pesquisa

Militar faz a segurança do Palácio da Justiça belga, onde suspeitos de ligação com célula extremista são julgadosImage copyrightREUTERS
Image captionSuspeitos de integrar célula de Verviers estão sob julgamento no Palácio da Justiça belga

No apartamento de Verviers utilizado como esconderijo pelos acusados de extremismo, a polícia encontrou explosivos do tipo TATP, o mesmo usado nos atentados de Bruxelas e de Paris.

Também apreendeu armas, munições e uniformes de polícia, o que leva o procurador a deduzir que as forças de ordem belgas também eram um dos alvos do grupo.

A imprensa local afirma que os extremistas pretendiam sequestrar um magistrado e transmitir sua decapitação ao vivo pela internet, uma informação que até agora não foi confirmada ou desmentida pelo Ministério Público.

Leia também: Aspirina tomada imediatamente após pequeno derrame pode reduzir risco de 2º derrame

Homenagem a vítimas dos ataques na estação de metrô Maelbeek, em BruxelasImage copyrightEPA
Image captionEstação de metrô Maelbeek, em Bruxelas, foi atacada em março

“Se a polícia não tivesse intervindo em Verviers no dia 15 de janeiro de 2015, poderíamos esperar atentados de grande alcance. E hoje sabemos o que isso significa quando vemos o que houve em Paris e Bruxelas”, disse o procurador.

Dos 16 acusados no caso, só sete assistem ao processo. Os demais estão mortos ou desaparecidos, acredita-se que combatendo na Síria.

Dois suspeitos morreram durante a operação policial para desmantelar a célula extremista. Abaaoud conseguiu escapar da polícia na Grécia, onde se escondia na época, e seu paradeiro permaneceria desconhecido até os atentados de Paris.

O Ministério Público pediu pena de 18 anos de prisão para Mohammed Arshad, quem considera a principal peça do que restou do grupo.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-36337004

Europa: Suicídio via Jihad

  • Nas últimas duas décadas a Bélgica se tornou o centro nevrálgico da jihad na Europa. O distrito de Molenbeek em Bruxelas já é um território islamista estrangeiro no coração da Bélgica. O distrito, no entanto, não é um território sem lei: a Lei Islâmica (Sharia), para todos os efeitos, substituiu a lei belga.
  • Um dos organizadores dos atentados em Paris, Salah Abdeslam, vivia tranquilamente em Molenbeek durante quatro meses até que a polícia resolveu prendê-lo. A polícia belga sabia exatamente onde ele se encontrava, contudo só tomou providências após o pedido das autoridades francesas. Após a prisão, ele foi tratado como mero contraventor. A polícia não lhe perguntou nada sobre as redes jihadistas com as quais ele operava. Os policiais que o interrogaram foram instruídos a tratá-lo com delicadeza. Os elementos que o ajudaram a se esconder não foram indiciados.
  • Os líderes europeus disseminaram a ideia de que o Ocidente era culpado pela opressão dos muçulmanos. Consequentemente foram eles (europeus) que semearam o ressentimento antiocidental no meio muçulmano da Europa.
  • Na esperança de agradar os seguidores do Islã radical e mostrar-lhes que a Europa tinha condições de compreender suas “reivindicações”, eles optaram por pressionar Israel. Quando os europeus foram atacados, eles não conseguiram entender o porquê. Eles tinham dado tudo de si para agradar os muçulmanos. Eles sequer incomodaram os jihadistas.

 

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