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“Diminuição de migrantes entrando no Brasil”, será?

Por Amir Kater

Ouvindo notícias pelo rádio, via internet, que dão conta da percepção de diminuição recente de imigrantes no Brasil – matéria esta noticiada pelo programa “Jornal da Manhã” (Rádio Jovem Pan, em 20/06/2017) – claro que isso nos leva à algumas reflexões.

A instituição paroquial “Missão da Paz”, que atua junto aos imigrantes que chegam ao Brasil, informa que tem havido efetiva diminuição da imigração devido à situação política e econômica. Não que tenhamos achado qualquer menção dessa realidade nas páginas da instituição retromencionada. Mas, igualmente, não cremos que haja qualquer disparidade com a notícia dada pela emissora, conhecida por sua competência jornalística há anos.

Ok, até entendemos que isso tenha peso nas decisões dos que querem vir ao Brasil, mas, além disso, surgem alguns pensamentos questionadores:

Será que além dessa questão político/econômica não há medo em relação ao que está cada dia mais próximo do Brasil? Se não, por que muitos dos que natural ou obrigatoriamente  viriam ao Brasil estão procurando Chile ou Estados Unidos? (Conforme noticiado no jornal radiofônico).

O que leva a decaída de 4 mil e tantos para 1 mil e tantos no mesmo período no prazo de um ano no movimento migratório em relação ao Brasil?

Como a divulgação da implementação de leis como a ignóbil e tola Lei n° 13.260/16 (Lei Antiterrorismo) e a outra que ainda está em “vacatio”, a famigerada e inconstitucional, Lei nº 13.445/17 (Lei da migração), além, claro, das notícias recorrentes do desgoverno que tem havido ultimamente, essas informações e notícias podem, efetivamente, demover migrantes mesmo que desesperados, de vir ao país que sempre abre as portas para todas as formas de crimes, pessoas e insanidades?

Quem poderia ajudar a sanar essas dúvidas? Como saná-las? Como aferir tais informações de queda e dos motivos reais?

Se analisarmos com calma, perceberemos que isso já ocorreu em outros países. Logo após “a achegada de quem”? Alguém se atreve a tentar adivinhar ou dizer? Se acertar, ganha um brinde do “tio Amir”. Quem disse que “os que chegaram” foram os “refujihadistas” islâmicos logo após à queda de migração e movimentos migratórios pacíficos, considerados comuns e normais, acertou!

A cada dia, as políticas vêm se acirrando em prol da onda terrorista/colonizadora do sistema teo-político islâmico que assola o mundo. Curiosamente, poucos se dão conta do que era o RICS, que virou BRICS e que tudo tem a ver com essa insanidade que se assola. Mas isso é assunto para outra postagem. Mas uma coisa é certa, esse “B” que se inseriu no termo RICS, é a primeira letra de Brasil, sempre chegando atrasado, mas não com menos gana de complicar ainda mais o que já está péssimo.

Lembremos sempre do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Acordem! Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

 

Imagem: https://goo.gl/images/YwrB5W

Referências:

https://www.facebook.com/missaopazsaopaulo/

http://www.missaonspaz.org/

Mais Convocações para Ataques

Por Amir Kater

É no mínimo, absurdo que um grupo, que se impões com base em sua “religião da paz”, chame seus seguidores/simpatizantes para ataques. Pior, em pleno “Ramadã”.

Conforme gravação de áudio que foi divulgada segunda-feira (12/06), um porta-voz do Daesh ou EI, Abu al-Hassan al-Muhajer, elogiava ataques realizados na semana passada na capital iraniana. Após dizer que o país está “mais fraco que uma teia de aranha”, de maneira clara incitou a perpetração de mais ataques.

Não satisfeito, Al-Muhajer, convocou realização de atentados na América do Norte, Rússia e Austrália, mencionando que  “o céu é alcançado sob a sombra das espadas”.

É de sabença geral aquilo que no mínimo, parece incongruente, mesmo não havendo congruência alguma nos atos animalescos desse e de outros grupos terroristas islâmicos: o DAESH já convocara ataques durante o “ramadã” em anos anteriores.

Por sinal, não podemos nos esquecer que neste ano já houve reivindicação de outros ataques ocorridos nesse período “festivo/religioso” no  Egito, Irã, Filipinas e Inglaterra, que ceifaram dezenas de vidas ferindo outras centenas.

Por oportuno, vale sempre lembrar – principalmente em países como o Brasil, que ainda pode reverter a entrada maciça dessa onda terrorista invasora – que são só cinco passos:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Despertemos! Urge a necessidade de acordarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordemos!

 

Fonte da imagem: https://goo.gl/images/5IQ1ri

Outras fontes: http://www.elconfidencial.com/mundo/2017-05-26/estado-islamico-guerra-total-occidente-ramadan_1389444/

http://www.hispantv.com/noticias/europa/342715/estado-islamico-isis-guerra-occidente

Ramadan:http://www.dn.pt/lusa/interior/grupo-extremista-estado-islamico-apela-a-ataques-na-europa-durante-o-ramadao-8558935.html

Onde nasceu o processo que condenou terroristas no Brasil e a existência do “Daesh” no país

Por Amir Kater

                   Muito ouvem falar sobre diversas operações da Polícia Federal Brasileira, até pelos nomes pelos quais são batizadas, como por exemplo: Acrônimo, Zelotes, Lava Jato, Carne Fraca, Jaleco Branco, Esfinge entre muitas outras desde sua criação. Mas é evidente que uma das que foi falada, além da “Lava Jato”, foi no ano de 2016, a operação “Hastag”, por ocasião dos Jogos Olímpicos ocorridos no Rio de Janeiro.

               Pois bem, hoje falaremos um pouco dessa operação que acabou por condenar, recentemente, 08 (oito) pessoas por crime de terrorismo. O que ainda, não me convence, mas falaremos mais adiante.

                 A operação “Hashtag” teve seu início em 26 de abril de 2016, por conta de uma célula terrorista do grupo  “Daesh” (sigla em árabe para al-Daula al-Islamiya al-Iraq wa Sham (Estado Islâmico do Iraque e Sham [Levante]), aqui chamada de “Estado Islâmico” (EI). A operação em tela contou com órgão de diversos órgãos internacionais, Forças Armadas Brasileira, Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). Essa iniciativa, operação policial, foi a primeira com real foco em questões terroristas, com base na lei nº 13.260, sancionada, poucas semanas antes, em 16 de março de 2016, que tenta tipificar os crimes de terror. Sim, tenta tipificar, afinal sabemos que em seu art. 2º, §2º:

  Art. 2o  O terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

  • 2oO disposto neste artigo não se aplica à conduta individual ou coletiva de pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional, direcionados por propósitos sociais ou reivindicatórios, visando a contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender direitos, garantias e liberdades constitucionais, sem prejuízo da tipificação penal contida em lei.

                  Fica evidente que não existe uma clara tipificação de terrorismo, e, sim uma tentativa, aliás, para quem leu o artigo anterior a este intitulado:“O QUE MUDA COM A LEI DE MIGRAÇÃO, O QUE TEMOS DE LEI ANTITERROR E O QUE O PRECONCEITO INTERNO PODE GERAR E JÁ ESTÁ GERANDO AO BRASIL?” no blog “Ecoando a Voz dos Mártires”, vê que se tenta definir terrorismo desde o Decreto nº. 4269, de janeiro de 1921, e, infelizmente essa lei em nada muda essa realidade de constante tentativa. Pois bem, feitas essas considerações iniciais podemos abordar o que hoje gostaria de lhes mostrar: a existência anterior de terroristas em solo brasileiro, afinal se assim não o fosse, para que haveria sido deflagrada a operação “Hashtag”?

 “O Brasil está na rota do terrorismo não por causa de nacionalidade, etnia ou religião, mas porque vai sediar o maior evento esportivo do mundo. Só o fato de existirem pessoas falando sobre isso, é uma prova disso“. Heni Ozi Cuckier, cientista político, que atuou junto à ONU no Cons. de Segurança e professor de RI na ESPM, em entrevista à BBC Brasil que chegou a afirmar a existência de uma “ameaça real”.

              O terrorista Maxime Hauchard, do “DAESH” posta no twiter, no ano de 2015, cerca de uma ano antes do início da operação policial “hashtag” o seguinte:

Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse país de merda

                        Essa mensagem fora postada na sequência de atentado que matou cento e vinte e nove pessoas e feriu dezenas na França em 11 de novembro de 2015, mais precisamente em Paris. Tempos após a ABIN, através do seu, então, diretor Luiz Alberto Sallaberry, afirma que a mensagem acima, de Maxime, elevava o nível de alerta para terrorismo no país, e, que isso incrementava a adesão de brasileiros em relação ao “DAESH”.

                   No ano de 2016, no mês de abril, agentes do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) obtém informação de que muitos brasileiros mantinham contato com elementos ligados ao “DAESH”; o que fez com se elevasse mais uma vez o nível de alerta no Brasil. Tal informe gera maior tensão quanto aos alertas de contra-terror fazendo com que a ABIN expedisse relatório que demonstrava de maneira objetiva ameaças ao país durante os Jogos Olímpicos 2016. Concomitante os agentes solicitam à Polícia Federal alemã (BKA) informações sobre os 22 mil nomes dos integrantes do “daesh”, que lhes havia sido entregue por um informante; não encontraram brasileiros nessa lista.

       Em 29 de maio de 2016, segundo “SITE Intelligence Group”, agência de monitoramento de terrorismo, informa que integrantes do “daesh’ criam conta no aplicativo “Telegram”, com isso foi criado o primeiro grupo de aplicativos de comunicação para divulgação de terrorismo em português, voltado especificamente para o público brasileiro; visando cooptar seguidores, uma vez que já se sabia e se sabe, ainda mais hoje, o grande número de simpatizantes que há quanto aos grupos terroristas, e, não só ao “DAESH”. Basta analisar a autorização do então presidente Lula, que além de autorizar a construção de uma embaixada da Autoridade “Palestina, evidente embaixada do grupo terrorista Hamas, além dos 25 milhões que em Decreto, na canetada, o mesmo presidente doa a esse grupo terrorista, o que mais se pode pensar, não é?

          A partir desse momento, da criação do mencionado grupo, seus seguidores brasileiros, passam a espargir propaganda, incitações terroristas pelo grupo que se intitula, autointitula, “Asnar AL-Khilafah Brasil”, algo como “Soldados do Califado Brasil” que está sediado em território brasileiro. O uso do “Telegram” foi definido como ferramenta mais adequada para disseminação de propaganda, após o fechamento de diversas de suas redes sociais; além do que o aplicativo em questão, permite que se crie canal com número ilimitado de participantes. Aliás ferramenta utilíssima para os integrantes do “DAESH”, como é de conhecimento, devido a grande repercussão, àquela época, foi postado no grupo “Asnar AL-Khilafah Brasil”, 17 maneiras de cometimento de atentados durante os Jogos Olímpicos 2016, momento em que a ABIN passa a monitorar de maneira efetiva o grupo.

                  No início do mês de junho de 2016, a PF em Santa Catarina provoca a Justiça que permitisse o monitoramento de um elemento na cidade de Chapecó, devido suspeitas de planejamento de atentados. Na sequência, em 08 de julho, do mesmo ano, o senhor Raul Jungmann, Ministro da Defesa, informava que não havia informe não se havia qualquer rastreamento de agência internacional sobre ameaça de qualquer monta  de ataque durante os Jogos de 2016. E, ato-contínuo, imprime a “ladainha” de sempre, de que o Brasil é um país pacífico, bem armado e que sabe usar o contra-ataque. Me pergunto, a França, Alemanha, Suécia, Inglaterra entre outros não são pacíficas, não sabem contra-atacar: Por isso, estão sofrendo o que assistimos, hoje com muito menos freqüência, em nossas casas quando dos telejornais?

              Os envolvidos nesse episódio se denominavam, num grupo virtual de “Defensores de Sharia”, sim, os preceitos religiosos, comportamentais, sociais, costumes e outros expressos no “Al Kouran”, que planejavam adquirir material e armamento no exterior, com a intenção de praticar atos terroristas no Brasil. As quebras de sigilo telefônico, autorizadas pela Justiça Federal, demonstraram muitos indícios de que os elementos monitorados/investigados tinham evidente sentimento e prática de intolerância racial, igualmente assim agiam quanto a gênero, religiões diversas propagando-a. Também se descobriu a utilização de táticas com armas e de técnicas de guerrilha para buscar seus insanos, objetivos. Mensagens que estavam sendo monitorados mostram a comemoração de atentado nos EUA, dias antes, numa boate LGBT em Orlando. Segundo apurado pelo jornal “O Globo” essas pessoas usavam falsos nomes árabes, alguns possuíam antecedentes criminais e a idade variava entre 20 e 40 anos.

              A tal “organização” já tinha ramificações em sete estados do Brasil, quando passou a ser monitorado, através de um informante infiltrado no grupo virtual de discussões, após a PF brasileira, receber alerta do FBI. Ora, se houve a necessidade de alerta enviado por agência estrangeira, quanto se sabe ou se monitora realmente células, grupos, organizações ou facções terroristas em solo brasileiro? O questionamento vem com base em outro artigo que publiquei, que dava conta de monitoramento, leniente, por parte da Polícia Federal por volta do anos de 2011, que acabou por se abandonado, mesmo se sabendo da ligação dos elementos monitorados com a Al Qaeda de Osama Bin Laden.

                   Ainda em 2016, se iniciam as investigações, felizmente, menos leniente e mais profissionais do que as anteriores, que por questões, creio eu, mais políticas do que qualquer outra coisa, foram sendo deixadas de lado. Tais investigações passam, também, a monitorar diálogos via “Facebook” e “Twitter”, além de outros aplicativos eletrônicos. Por ocasião do, bem elaborado, monitoramento foram detidos doze elementos suspeitos de planejamento de atentado terrorista em solo brasileiro durante os Jogos 2016. Junto com as prisões mandados de busca, 19 no total, e apreensão foram cumpridos em dez estados brasileiros; cumprimento de duas conduções coercitivas, e, a Justiça determinara a prisão temporária dos doze envolvidos, detidos àquela época.

“Durante o rastreamento, inteligências de vários países nos auxiliaram com trocas de informações.”

Alexandre de Moraes, ministro da justiça, em entrevista à imprensa

             No mês de setembro, daquele ano, houve a divulgação de que os elementos ligados ao planejamento de atentados mencionavam a possibilidade do emprego de armas químicas, para a contaminação de estação de água durante os Jogos.

                 O juiz, Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal do Paraná, responsável pelo caso, dava conta de que as prisões temporárias e todas as outras medidas teriam sido autorizadas por evidentes indícios da práticas dos crimes previstos na Lei nº 13.260/16, no seguintes tocantes:

Art. 3o  Promover, constituir, integrar ou prestar auxílio, pessoalmente ou por interposta pessoa, a organização terrorista.

 Art. 5o  Realizar atos preparatórios de terrorismo com o propósito inequívoco de consumar tal delito:

  • loIncorre nas mesmas penas o agente que, com o propósito de praticar atos de terrorismo:

I – recrutar, organizar, transportar ou municiar indivíduos que viajem para país distinto daquele de sua residência ou nacionalidade; ou

             Documentos  demonstram em suas mais de 300 páginas a intenção dos extremistas de usar as tais armas químicas durante os Jogos 2016; literalmente falavam em promessa de pogrom (limpeza étnica – termo muito ligado às perseguições dos russos contra os judeus na Russia Ksariana) contra os “kaffir”, infiéis; concomitante a isso, islâmicos xiitas e americanos tramavam planos para contaminação de água no Rio de Janeiro; comemorando e trocando fotos dos atos bárbaros cometidos pelo integrantes do “DAESH” nos diversos locais devastados pelo grupo, tais fotos mostravam assassinatos através de incinerar pessoas vivas, decapitações, crucificações, entre outras barbaridades que já não aguentamos mais ver, jurando que o mesmo seria feito em terras brasileiras. Houve, ainda troca de instruções para construção de artefatos explosivos, além de pregarem guerra civil, e as mesmas práticas que mencionamos acima como prática da imposição de “sharia”. Houve, em setembro de 2016, a admissão por parte de Fernando Pinheiro Cabral, também conhecido como Ahmed Faaiz, em seu depoimento à PF, a elaboração de plano para atentado no estado de São Paulo, com grande probabilidade de alvo a parada gay daquela cidade. A ideia era perpetrar o ataque próximo da época dos Jogos 2016, dizendo:

 “em razão da proximidade das Olimpíadas, a fim de aproveitar a mídia em torno desse evento e do Brasil para difusão mundial do ato terrorista”.

                   Em 04 de maio de 2017, a Justiça brasileira condenou oito réus. Foram, estes, condenados com base na lei antiterrorismo, Lei nº 13.260/16, que fala em “promover, constituir, integrar ou prestar auxílio, pessoalmente ou por interposta pessoa, a organização terrorista”.

Foram as condenações:

Leonid El Kadre de Melo – 15 anos de reclusão, sendo 13 anos em regime inicial fechado;

Alisson Luan De Oliveira – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Levi Ribeiro Fernandes De Jesus – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado

Israel Pedra Mesquita – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Hortencio Yoshitake – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Luis Gustavo de Oliveira – 6 anos de reclusão, sendo cinco em regime inicial fechado;

Fernando Pinheiro Cabral – 5 anos de reclusão em regime inicial fechado.

              Nos chamou atenção o que o  advogado criminalista Euro Maciel Filho destacou ao falar que os detidos foram tratados como amadores, mas é necessário ter atenção nas investigações e tirar dúvidas sobre o envolvimento dos detidos.

“Então é uma situação complicada porque estamos lidando com pessoas que são claramente amadoras. Mas o mesmo amador que pode dirigir um caminhão ensandecido em Nice, pode cometer algo aqui no Rio de Janeiro, nas Olimpíadas”, declarou.

                  Já se sabe de há muito, que há integrantes de grupos terroristas, conforme venho escrevendo, a mídia informando e inúmeros relatórios policiais e de inteligência, que aos poucos ou nunca são divulgados; em minha opinião colocando a população em mais ignorância e por óbvio, tornando-a menos atenta aos fatos que a cerca, como estamos vendo em relação ao Projeto de Lei de Migração, que é no mínimo um descalabro jurídico. Mas isso é tema para outras oportunidades.

           A sociedade tem que as manter atenta, diligente e pronta para entender a existência, efetiva e real de terroristas já operando em solo brasileiro, conforme inúmeras matérias jornalísticas; e, infelizmente, caso nada se faça com relação a entrada forçosa dos migrantes “da religião da paz PELA ESPADA” o Brasil, sofrerá, tanto ou mais do que os países europeus.

Referências:

 «PF prende suspeito de ligação com terrorismo em operação no RS»G1. Globo. 21 de julho de 2016. Consultado em 21 de julho de 2016

 «Prisões foram decididas após início de atos preparatórios de ataques, diz Moraes». IstoÉ. 21 de julho de 2016. Consultado em 26 de julho de 2016

 «Prisão de brasileiros é a primeira após aprovação de nova lei antiterror no Brasil». Folha de S.Paulo. Consultado em 26 de julho de 2016

osul.com.br/ Preso na Operação Hashtag volta a ser detido após esfaquear vizinho

 esportes.terra.com.br/ Qual é o risco de ataque terrorista nos Jogos Rio 2016?

«Não vou mais ao Rio”: Como medo de ataques fez alguns brasileiros desistirem de torcer na Olimpíada». BBC

esporteinterativo.com.br/ Preocupação com ataque terrorista aumenta durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/franca-identifica-117-dos-129-mortos-nos-atentados-de-paris.html

 noticias.uol.com.br/ Abin confirma ameaça terrorista contra o Brasil; “lobos solitários” preocupam

 em.com.br/ Às vésperas do Rio-2016, Inteligência detecta contatos de brasileiros com EI

 «Daesh sugere formas de terror nos Jogos Olímpicos do Rio». Estado de Minas. Consultado em 27 de julho de 2016

 tecnologia.uol.com.br/ O novo aplicativo preferido do Estado Islâmico do Iraque e do Levante

 dn.pt/ Terroristas publicam manual de instruções para atentados nos Jogos Olímpicos

 noticias.uol.com.br/ Abin monitora grupo em português criado peloEstado Islâmico do Iraque e do Levante no Telegram

 folha.uol.com.br/ Justiça monitora com tornozeleira suspeito de planejar ato terrorista

 «Ministro da Defesa reafirma que não há ameaça de terrorismo nos Jogos»G1. Globo. Consultado em 27 de julho de 2016

  oglobo.globo.com/ Professor franco-argelino da UFRJ é deportado

oglobo.globo.com/ Ministro da Justiça diz que brasileiro preso em Nova Iguaçu tinha envolvimento com grupos terroristas

 esportes.estadao.com.br/ PF diz que prisão de suspeito de terrorismo não tem relação com Operação Hashtag

 «Investigação da PF sobre terrorismo no Brasil envolve até ONG». IstoÉ. 21 de julho de 2016. Consultado em 26 de julho de 2016

«Em 8 pontos: O que já se sabe sobre os suspeitos de planejar ataques no Brasil». Terra. Consultado em 27 de julho de 2016

 jconline.ne10.uol.com.br/ Polícia Federal prende grupo que planejava ataques terroristas durante a Rio-2016

 oglobo.globo.com/ Suspeitos usavam falsos nomes árabes para se comunicar nas redes sociais

folha.uol.com.br/ Suspeito de terrorismo tem morte cerebral após ser espancado em prisão

 folha.uol.com.br/ Grupo simpatizante ao terrorismo cogitou usar arma química nos Jogos do Rio

Felipe Coutinho (21 de julho de 2016). «Polícia Federal prende célula do Estado Islâmico do Iraque e do Levante que planejava atentado na Olimpíada»Época. Globo. Consultado em 21 de julho de 2016

 «Em operação antiterror, PF prende 10 pessoas suspeitas de ligação com EI»G1. Globo. Consultado em 26 de julho de 2016

 g1.globo.com/ Fantástico mostra e-mail de brasileiro preso por ligação com terrorismo

 politica.estadao.com.br/ Ahmed Faaiz, alvo da Hashtag, confessou à PF que ia planejar atentado na Parada Gay

 veja.abril.com.br/ Juiz manda soltar três réus que planejaram atentados na Rio 2016

 epoca.globo.com/ Polícia Federal pede indiciamento de 16 pessoas na Operação Hashtag

 defesanet.com.br/ Operação Hashtag – Chance de soltura de grupo é mal recebida

Imagem: Portal do Trono.

Senador Magno Malta recebe Presidente da ONG EVM para deliberar pauta em defesa dos cristãos perseguidos no mundo muçulmano

Brasília- A presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, Dra. Andréa Fernandes, esteve nessa terça-feira (09/05), em reunião com o Senador Magno Malta (ES), articulando pautas importantes sobre as temáticas perseguição religiosa e violações dos direitos humanos no mundo muçulmano, bem como outros temas importantes.

Andréa Fernandes teve acesso ao senador por intermédio da assessora do deputado federal Gilberto Nascimento, Dra. Teresinha Neves, que juntamente com a assessora do parlamentar, Dra. Damares Alves, participou da reunião. No encontro o parlamentar manifestou imediato interesse pelas pautas apresentadas pela ONG EVM e solicitou o comparecimento de Andréa ao Senado na terça-feira para acompanhar alguns procedimentos que serão perpetrados pela Dra. Damares para implementar os planos apresentados pelo parlamentar.

Justiça Federal do Paraná condena oito por terrorismo

Presos pela Operação Hashtag, em julho de 2016, eles foram acusados de fazer parte de célula do Estado Islâmico e de planejar atentados na Olimpíada do Rio

O juiz federal Marcos Josegrei da Silva proferiu na tarde de hoje sentença condenando os oito brasileiros denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por fazerem parte de uma célula da organização terrorista Estado Islâmico (EI) no Brasil. O magistrado ratificou a posição do MPF, que afirmou que os acusados difundiam os ideais do EI e planejavam realizar um atentado em solo brasileiro. O grupo foi desmantelado em julho passado, quando a Polícia Federal prendeu doze pessoas acusadas de fazer parte da mesma célula, durante a Operação Hashtag – ocorrida duas semanas antes da abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro.

A maior pena, de quinze anos, dez meses e cinco dias, além de multa, foi imposta ao líder do grupo, Leonid El Kadre, de 33 anos. Segundo o juiz, não restam dúvidas da ascendência dele sobre os demais. Nas mensagens interceptadas pela Polícia Federal, El Kadre era quem dava as ordens para os outros seguidores. Também coube a ele o principal papel de recrutamento de adeptos, alguns deles menores de idade.

E, ao contrário dos demais condenados, El Kadre possuía antecedentes criminais, o que impediu a aplicação de qualquer atenuante. Em 2005, ele já havia sido sentenciado a treze anos de prisão por homicídio. Depois de um assalto, ele matou o comparsa a pedradas para não ter que dividir o dinheiro. El Kadre – que está preso no presídio federal de Campo Grande – iniciou uma greve de fome. Diz que é alvo de perseguição religiosa.

A segunda maior pena foi aplicada a Alisson Luan de Oliveira. A ele foram impostos seis anos e onze meses de prisão. Oliveira foi, ao lado de El Kadre, um dos principais insufladores da violência. Valendo-se de programas de comunicação criptografada, ele foi um dos que mais deram sugestões de atentados possíveis de ser praticados.

A maioria dos réus – Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo, Israel Pedra Mesquita, Levi Ribeiro Fernandes de Jesus, Hortêncio Yoshitake e Luís Gustavo de Oliveira – recebeu uma pena de seis anos e três meses. Todos foram considerados culpados de promoção de organização terrorista e associação para crime.

O único dos oito condenados a não receber a pena por associação para o crime foi o paulista Fernando Pinheiro Cabral, de 23 anos. O juiz Marcos Josegrei da Silva não considerou que Cabral mantivesse as conexões necessárias para tipificação do crime. Em depoimento prestado em setembro do ano passado, Cabral assumiu ter planejado um atentado para ser realizado durante a Parada Gay, em São Paulo.

Esta é a primeira vez que a Justiça brasileira julga acusados de terrorismo islâmico. A condenação confirmada hoje também é a primeira do tipo na América Latina.

A Operação Hashtag foi tratada como um exagero por seus críticos. O juiz Marcos Josegrei da Silva faz uma reflexão ao justificar a ação dos policiais. Ele comparou as investigações da célula brasileira do EI aos crimes de pedofilia pela internet. Segundo ele, aqueles criminosos que enviam imagens de crianças mantendo relações sexuais não necessariamente as praticam. Mas nem por isso eles deixar de ser pedófilos ou estimulam outros pedófilos. Em sua sentença de 99 páginas, ele discorre sobre os riscos associados à radicalização individual (os lobos solitários) e o potencial destrutivo que as redes sociais podem ter nas mãos dos radicais. Da sentença cabe recurso.

Justiça Federal do Paraná condena oito por terrorismo

Líder do PROS na Câmara se reúne com a ONG EVM e se prontifica a levar questão do Genocídio de Cristãos a debate em Plenário

Brasília – A presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, Dra. Andréa Fernandes Vieira, esteve nessa sexta-feira (05/05), em reunião com o líder do PROS na Câmara, Deputado Federal Ronaldo Fonseca (DF), oportunidade em que, se pronunciou sobre as graves ameaças que a sanção da Lei de Migração ocasionará ao país, e para tanto, expôs a problemática da crise imigratória na Europa e consequente ameaça terrorista islâmica.

O encontro foi intermediado pelo pastor Divani Rocha, da Bahia,  após saber da presença da ativista em Brasília, ligando imediatamente para o deputado, o qual marcou a reunião para conhecer os projetos da ONG EVM. Ronaldo Fonseca ficou impressionado com o panorama internacional no tocante ao refúgio e imigração, se sensibilizando no sentido de tomar iniciativa junto a Câmara para tentar impedir a sanção da lei pelo presidente Michel Temer.

Além dessa questão, Andréa Fernandes discorreu sobre a necessidade do Legislativo se posicionar frente a perseguição às minorias religiosas, étnicas e de gênero no mundo muçulmano e o genocídio de cristãos, pelo que o deputado se comprometeu a requerer debate dos temas em Plenário.

Ronaldo solicitou à presidente da ONG um parecer escrito acerca do projeto da Lei de Migração para fundamentar posicionamento a ser implementado.

Andréa Fernandes (Presidente da ONG EVM)

Presos em conflito com grupo anti-imigração são soltos em SP após audiência na Justiça

Nenhum deles foi indiciado, mas poderão ser investigados caso o Ministério Público entenda que há necessidade. Dois palestinos terão que cumprir medidas cautelares.

uatro presos após conflito com manifestantes de direita contrários à Lei de Migração, sendo dois palestinos e dois brasileiros, foram soltos na tarde deste quarta-feira (3) em São Paulo. A soltura ocorreu após audiência de custódia no Fórum da Barra Funda, para onde eles haviam sido levados ao deixar o 78º Distrito Policial, nos Jardins.

Nenhum deles foi indiciado, mas o Ministério Público pode entender que há necessidade de abertura de inquérito. Os dois, que são de origem palestina, no entanto, precisarão cumprir medidas cautelares, que incluem ter que se apresentar à Justiça mensalmente, não participar de manifestações relacionadas à Lei de Migração, não se aproximar de outras partes do processo e não se ausentar de São Paulo por mais de 15 dias.

Segundo a Polícia Civil, os quatro manifestantes favoráveis à Lei de Migração foram presos em flagrante. O auto de prisão em flagrante imputava aos detidos os crimes de explosão, lesão corporal, associação criminosa e resistência durante confronto em manifestação. O estudante Roberto Freitas, 18, e Nykolas Silva, 22, os dois brasileiros, tiveram o chamado “relaxamento total de flagrante”, o que significa que não tem o que responder à Justiça.

Justiça manda soltar quatro homens que estavam presos, depois de uma confusão na Paulista

Justiça manda soltar quatro homens que estavam presos, depois de uma confusão na Paulista

O empresário Hasam Sarif, 43, e o refugiado sírio Nour Alsayyd, 22, tiveram relaxamento de flagrante e foram liberados dos crimes de associação criminosa e resistência. No entanto, a polícia apura a participação deles em explosão e lesão corporal, por considerar que “há indícios suficientes” de que eles explodiram arterfato, conforme aponta o boletim de ocorrência.

Os dois negam as acusções que constam no BO. Segundo o advogado Hugo Albuquerque, a alegação do BO é “estapafúrdia”. “Eram 50 pessoas, eles eram 5. Eles sofreram ofensas xenofóbicas e o BO é totalmente parcial. É como se eles não tivessem sido atacados, não tivessem sido feridos”, disse.

O juiz José Eugenio do Amaral Souza determinou que eles fossem soltos porque verificou que “ambos são primários, tem bons antecedentes e ocupações lícitas”.

O conflito

Por volta das 21h desta terça-feira (2), cerca de 50 pessoas do Movimentos Direita São Paulo e Juntos pelo Brasil protestavam em frente ao escritório da Presidência da República na Avenida Paulista pedindo para o presidente Michel Temer vetar a Lei de Migração aprovada no Senado. No mesmo horário, havia 20 pessoas favoráveis à lei. Não se sabe como começou, mas houve confronto entre os dois grupos, e um vídeo divulgado no Facebook mostra uma explosão.

O ato gritava contra a “islamização do Brasil” e os manifestantes seguravam faixas escritas “Aloysio Nunes [ministro das Relações Exteriores] traidor” e pediam pela “soberania”.

O advogado do grupo disse que eles foram linchados pelos manifestantes contrários à nova lei. O sírio Nour chegou a ficar ferido na cabeça, mas nenhum agressor foi preso.

O grupo, ainda de acordo com a Polícia Civil, teria arremessado artefato explosivo. Os detidos, no entanto, alegaram que apenas se defenderam. Não é possível afirmar como começou o confronto.

Entre os presos está o palestino Hasan Zarif, líder do movimento Palestina para Tod@s e proprietário do bar Al Janiah, no Centro de São Paulo. Os advogados afirmaram que demoraram quase cinco horas para ter acesso aos presos, e jornalistas não puderam entrar no 78º DP, para onde eles haviam sido levados.

Um amigo de Hasan, em vídeo gravado e postado no Facebook, disse que “armaram” para os palestinos.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/presos-em-conflito-com-grupo-anti-imigracao-sao-soltos-em-sp-apos-audiencia-na-justica.ghtml

O que muda com a Lei de Migração, o que temos de Lei Antiterror e o que o preconceito interno pode gerar e já está gerando ao Brasil?

Por Amir Kater

      Recentemente, li alguns comentários em redes sociais, onde as pessoas acusavam Rockefeller de ser um judeu fomentador de toda sorte de desmandos mundiais, inclusive da onda islâmica que assola o mundo. Na verdade, o que tenho percebido é um desconhecimento geral sobre esse assunto, pois esse pessoal não deve saber que o  primeiro salário de Rockefeller foi dado em dízimo para a igreja onde congregava, e, que mais tarde, se filiou à Convenção Batista do Norte. Assim, como podem escrever e inventar de forma leviana algo dessa natureza?

         Onde quero chegar?

     Com tudo o que estamos vivenciando hoje em dia mais por notícias que vêm se tornando escassas nos meios de comunicação como rádio, TV ou mídias impressas, percebemos que o Brasil se alinha fortemente à agenda colonizadora islâmica orquestrada pela ONU e outros entes políticos como governos de alinhamento mais à esquerda, não obrigatoriamente de extrema esquerda. Aliás, basta que se esteja um pouco mais à esquerda, que já se pode ser enquadrado na lógica permissiva que nos impacta mundialmente, com raríssimas exceções.

     Esses tolos, pretensos, “estudiosos” do que acham ser personalidades ou pessoas importantes da comunidade judaica mundial também agem da mesma forma com quaisquer outras pessoas, como por exemplo, o próprio Temer, que já vi muitos chamando de muçulmano, ledo engano. Mesmo sabendo que os cristãos estão sendo mortos aos montes, e, não só atualmente, mas ao longo da história do mundo onde quer que houvesse dominação islâmica,  o que me chama a atenção é a busca por parte dessa comunidade – claro, pela parte menos favorecida de conhecimento – culpar alguém nominativamente como fazem usando Rockefeller, que sequer era judeu ou ente da comunidade judaica. Isso é algo que foge ao entendimento, uma vez que é outro o inimigo objetivo que decapita, estupra, explode bombas, abre fogo, esfaqueia em locais públicos, atira carros, caminhões e/ou aviões contra as pessoas, cristãs, judias ou não.  Da mesma forma que há esse tipo de discussão há, ainda, o problema de não saber o que é judaísmo e sionismo. Pasmem, para alguns o “judeu que defende ou pratica o sionismo é um falso judeu”, “um judeu que mesmo nascido de mãe judia, não guarda Torah, não é judeu”, li isso e outras bobagens em distintos, mas numerosos comentários nas redes, entre outros desmandos. O mais curioso é que algumas dessas pessoas possuem inúmeras fotos em seus murais ligadas à cultura do “Povo do Livro”.

     Ora, meus queridos leitores, se ainda não se consegue conceber coisas tão simples, como respeito – nem que seja pela ignorância de informação – por uma comunidade que em nada prejudica o país, como imaginar que seria possível a ideia de terrorismo no Brasil?

     Pois bem, esses que buscam culpados de uma culpa que não há, claramente nem imaginam, por evidente miopia cultural que o terrorismo e suas figuras adjacentes são algo já considerado, de há muito pela legislação do país. Na realidade, desde meados de 1920, com base em modelos europeus – o que mostra muito, de lá para cá, o porquê lá está havendo o que vemos e para onde, os brasileiros e latino-americanos caminham – foi adotada legislação nesse tocante. Para maior facilidade de entendimento, é bom lembrar a ocasião quando da chegada dos italianos, com a ideia de terrorismo anarquista.

     Evidente que no período do regime militar no Brasil houve toda sorte de ataques terroristas daqueles que discordavam naquele momento dos caminhos políticos do país, o que não cabe aqui a discussão de qualquer plano ou nível; tal entendimento acaba dando origem no país ao termo “terrorismo de Estado”. Tais ataques visavam uma série de entidades governamentais, autarquias como a OAB, que sofreu atentado com carta bomba e uma série de outras instituições que sofreram vários tipos de ações terroristas.

     Por ocasião das questões acima, se cria o Decreto nº. 4269, de janeiro de 1921, que não definia objetivamente o termo “terrorismo”. O Estado passou a tentar tipificar de maneira clara tal termo sem grande êxito até os dias atuais. Dessa forma, o Estado brasileiro, desde 1920, não definiu “terrorismo”, “terror”, “ataque terrorista”, “financiamento ao terror” e boa parcela de seus cidadãos, preferem discutir o que nem de longe lhes afeta, em detrimento do que se aproxima, ou seja, outras comunidades religiosas, demonstrando sem precedente a visão idiotizada do fanatismo latino, não?

            O Brasil, conforme consta do texto de sua Constituição Federal, provê artigos e incisos que versam, mesmo que paliativamente, sobre “terrorismo”; são eles, o art. 4º, VIII, 5º, XLIII, ainda há a Lei 7.170/83, art. 20, 24 entre outros. Igualmente há o art. 7º, do “Código Penal ancião”, em conjunto com a legislação aqui apontada, há mais vasto material jurídico, além do que, o Brasil é signatário de diversos documentos que vão ao combate contraterrorismo. Mesmo assim, sem ter definido isso em legislação adequada, veremos mais a frente ainda hoje; quase um século, a contar de 1920, 97 anos, não se sabe como adotar medidas eficientes para o combate do terror? Afinal, como combater o que não se tem ideia de como conceituar legalmente?

     Ademais, o Brasil não é um país associado às discussões acerca do terrorismo ou contraterrorismo com frequência. Não podemos deixar de perceber que a parca literatura que há sobre o assunto se refere, quase que exclusivamente, aos movimentos de guerrilheiros de esquerda durante as décadas de 1960 e 1970. Porém, o atual caso brasileiro  se torna de suma importância, mas sem muita atenção com jogadas de mídia num claro caso de política de desinformação, o que o torna objeto de pesquisa para os estudos de terrorismo e violência política, não? 

  “A combinação de um forte desejo de criminalizar o terrorismo combinado com a presença de ex-participantes de movimentos de esquerda que se utilizaram da violência política no governo, adicionados a uma pesada estrutura jurídica e burocrática, uma grande fragilidade institucional, além da persistência de movimentos sociais e sérias questões ligadas ao crime organizado – para não mencionar sua posição como acolhedor de grandes eventos como as Olimpíadas – justificam o caso de uma investigação mais detalhada sobre o terrorismo e contraterrorismo no Brasil.”

         Mas aí vem a pergunta que não quer calar: O Brasil é ameaçado objetivamente por algum grupo terrorista ou similar? A resposta mais lógica seria: NÃO! Sabemos da conduta pacífica em todos os aspecto de políticas internacionais que o país tem, inclusive, gerando assim, problemas profundos com facções criminosas, mas ainda não foi palco de nenhuma ação terrorista como as que vemos, hoje, na Europa, e que se viu na Argentina (AMIA), conforme mencionado em artigo que escrevi anteriormente.

             “De fato, até 2011, o Brasil se encontrava no nível mais baixo do Índice Global de Terrorismo (IEP 2012, p. 5) e, apesar de o índice de 2014 registrar alguns casos, o Brasil ainda se situa no nível mais baixo de impacto do terrorismo (IEP 2014).”

     Mesmo assim, nada é tão simples. O fato é que o Brasil, até hoje acredita ser pretensamente, livre de grupos terroristas, mas a leniência da política de Segurança Nacional é gritante; logo, o que se lê no artigo de título: “RISCOS NO BRASIL E AMÉRICA LATINA QUANTO AO TERRORISMO ISLÂMICO, SUAS RAMIFICAÇÕES E IMPOSIÇÃO DE CULTURA[1]“, se mostra mais do que gritante. Mas nem por isso estamos livres de estarmos convivendo com pessoas ligadas ao terror internacional, isso já desde muito tempo. Aliás, como sempre escrevo, devemos entender que o terrorismo e a atividade terrorista não se limitam somente a atentados, pois a atividade de terror, tem muitas outras nuances, muito mais sutis que explosões ou ações de impacto imediato. Há toda uma gama de situações implicadas antes dum ataque propriamente dito e todas estas situações já são atos terroristas.

            Vejamos, o discurso de radicalização que há hoje nas mesquitas, o recrutar de jovens nas periferias, o recrutar fiéis cristãos – por mais que ainda haja os que não creiam na prática, negando a lógica da prática comum ao sistema teo-político islâmico – a difusão de suas ideias e propósitos de radicalização, o treinamento como nos campos já existentes em países vizinhos ao Brasil, financiamento, sistema logístico, planejamento, coleta de informações entre outras atividades; bem como após todos os elementos apontados acima, a ocorrência dum ataque, a fuga, supressão ou apoio de elementos do grupo que estejam feridos e a exploração política ou ideológica dos atentados, tudo isso permeia o terrorismo.  Logo, o atentado é apenas a parte mais agressiva do mesmo e muitas das etapas aqui mencionadas já ocorrem no país.

            Para entender toda a questão, é necessário se reconhecer a utopia de que em nunca havendo ocorrido atentados, a probabilidade de havê-los é inexistente, fortalecendo a “teoria do negacionismo” implementada e perpetrada por muitos elementos interessados, por exemplo, no que a lei de migração beneficia seus anseios. E por não haver a tipificação objetiva de terrorismo, tal regime ilegal, acaba por ser tratado sob a ótica de interpretação de outras modalidades criminosas. Exemplo claro: o sujeito que com um “colete bomba” falso, na varanda de um prédio gritava que só se entregaria após falar com presidente do país. Evidente crime de terror, mas foi tratado como crime de ameaça e outras figuras penais, mostrando evidente entendimento pífio do ato pelo governo e seus órgãos de segurança que não detém “espertise” nessa área, e o legislador, pelo visto, ainda menos.

            A falta de conhecimento claro de terror e a pouca atenção que a mídia emprega, salvo quando há um ataque de fato, gera muitos dos problemas de entendimento e conhecimento das questões ligadas aos que em breve estarão chegando e sendo apoiados pelos que já estão, como foi na Europa. Há, claro, grupos que desde 1980, ano que friso muito em meus comentários e artigos, passam a preocupar a Polícia Federal Brasileira após atentados contra embaixadas e quartéis em Beirute, no ano de 1983; o governo e a Polícia Federal passam a se preocupar com sequestro de aeronaves e atentados a bomba que pudessem ocorrer em seu território. Aliás, bem atrasado em face ao resto do mundo. Tal preocupação leva a recomendação ao Ministério da Justiça para a criação de grupo especializado em contraterror. Aí se cria o Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal, que opera até hoje para respostas de pronto emprego a um ataque terrorista.

     “De maneira mais concreta, podemos (re)traçar a passagens pelo Brasil de indivíduos iranianos ligados à exportação de ideologia radical durante as décadas de 1980 e 1990. Sabe-se hoje, por exemplo, que em maio de 1984, Moshen Rabbani (frequentemente considerado como o mentor de vários ataques terroristas) enviou ao Brasil o mullah iraniano Mohammad Tabataei Einaki. Segundo algumas fontes, o envio de Einaki foi uma consequência direta de um seminário ocorrido na República Islâmica do Irã em 1982 atendido por 380 religiosos de 70 países. Esse seminário foi considerado por alguns como um marco na mudança do método de expansão da Revolução Iraniana que se voltaria para um processo mais ativo de infiltração de uma visão mais radical e violenta do Islã fora do Irã (Nisman & Burgos 2013b, p. 3). Sabe-se, com certeza, que Einaki entrou no Brasil inicialmente com um visto de 30 dias, que foi posteriormente estendido por mais 12 meses. Seu ingresso no Brasil se deu enquanto representante do governo iraniano encarregado de certificar que o frango exportado pelo Brasil para o Irã era de fato halal4. Contudo, durante sua estada no Brasil, os embaixadores do Iraque e Arábia Saudita apresentaram acusações de que Einaki teria se engajado em atividades de radicalização e recrutamento para causas ligadas ao terrorismo iraniano em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba (Nisman & Burgos 2013a, p. 409). Diante das acusações, Einaki foi investigado pela Polícia Federal e acabou sendo expulso do Brasil pela suspeita de seu envolvimento com o grupo xiita libanês Hezbollah (Nisman & Burgos 2013a, p. 409) mas sob a acusação formal de engajamento em atividades políticas diferentes das declaradas para sua entrada no país (Nisman & Burgos 2013b, p. 9).[2]

            Pensando em todo contexto acima, partamos para o que muda em nossas vidas, com a questão da migração, com relação à legislação que pretende vigorar, em breve, no país. Pois bem, é evidente que o texto da lei que trata da migração que revoga o “Estatuto do Estrangeiro” que é considerado documento de discriminação, segue para a sanção do Presidente Michel Temer.

            O texto legal, dizem – eu discordo – que impulsiona o Brasil à vanguarda, em detrimento de outros mais sábios países e governos, por garantir a igualdade de direitos aos migrantes que em seu território chegam. No mínimo assustadora tal visão, quando tratamos dos “calmos e afáveis” “refujihasdistas”; sim, aqueles islâmicos que chegam aos montes, em idade militar, sem mulheres ou crianças para “agregar cultura” ao país, invadido a ser colonizado.

            O nome dado ao enriquecimento cultural é imposição da “sharia” simples assim; penso que a essa altura, já não cabe mais explicar o que é e para que o se presta a “sharia”, certo? Sim.

            Em matéria da revista Carta Capital, extraída da “Deuteche Welle” (Onda Alemã) intitulada: O que muda com a nova lei de migração[3] podemos perceber evidente parcialidade para o que não se deveria. O link está disponível para que se possa ler a matéria. Aqui colocarei as questões por eles trazidas e o que nós consideramos o adequado para os tópicos da revista.

O que muda? (tópico da revista)

        Dar condição de igualdade à pessoas que chegam aos países, que vão colonizar, é algo no mínimo absurdo. Pois bem, há regiões de países europeus que vivem sob a égide da “sharia”, onde mulheres já não podem andar descobertas, como andam nos dias atuais as mulheres no Brasil, por exemplo.

      Poderá haver condenação judicial por um cidadão (nato) passear com seu cão próximo aos islâmicos em “seu novo país” – novo para o nativo, que respondeu a processo e foi preso por fazer algo rotineiro, passear com seu cão -; ora está escrito, em qualquer lei canadense que o cidadão não poderia estar em determinado local com o seu animal? Em nenhum lugar!!! Evidente enfraquecimento do Estado frente a imposição da lei religiosa islâmica. E acabei explicando, “sharia”. Aliás isso já permeia o judiciário brasileiro sob o manto da condenação à xenofobia, pasmem os senhores.

 Vistos humanitários (tópico da revista)

      Para melhor entendimento desse tópico, seria interessante ler o meu artigo anterior onde se demonstra tabela dos países que já não precisam de visto ou o tem facilitado para ingresso no Brasil[4]. Sigamos, lembrando que quanto aos vistos humanitários, é importante se destacar a definição do texto abaixo:

      Estabelece a citada lei, em seu artigo 1º, que “será reconhecido como refugiado todo indivíduo que: I – devido a fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas encontre-se fora de seu país de nacionalidade e não possa ou não queira acolher-se à proteção de tal país; II – não tendo nacionalidade e estando fora do país onde antes teve sua residência habitual, não possa ou não queira regressar a ele, em função das circunstâncias descritas no inciso anterior; III – devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outro país.” (Luiz Flávio Filizzola D’Urso – Advogado Criminalista, Conselheiro Estadual da OAB/SP, Pós-Graduado em Direito Penal Econômico e Europeu pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (Portugal), Pós-Graduado com Especialização em Garantias Constitucionais e Direitos Fundamentais no Direito Penal e Processual Penal pela Universidade de Castilla-La Mancha (Espanha), Secretário da Comissão Nacional da Jovem Advocacia do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, membro da Comunidade de Juristas de Língua Portuguesa (CJLP), membro do CJE – Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP e integra o escritório de advocacia D’Urso e Borges Advogados Associados.)[5]

            A lei que aguarda a sanção presidencial visa facilitar a expedição, concessão desse tipo de visto, o que nos parece um erro, não menosprezando a dor de muitos sírios, egípcios e de outras nacionalidades assoladas por guerras e conflitos de ordem político-religiosas, além da perseguição entre etnias e outros, que sempre cominam em assassinatos, estupros e outras atrocidades perpetrados por muçulmanos, esses da religião da paz que pretende forçar a aceitação popular por força de lei.

           O texto legal visa providenciar “ajuda” às pessoas que chegando no território brasileiro podem solicitar refúgio ou proteção humanitária internacional. EXATAMENTE, assustador e sem parâmetro, não? Quem já não viu “o bom pai de família”, pobre sofredor em fotos tempos antes segurando cabeças ou ajudando a arrancá-las dos corpos do “infiéis” cristãos? Quem não viu, basta que pesquise na internet; não tenho como prática expor certas imagens.

      Me pego pensando de maneira profunda: ora porque pessoas nessa condição, não englobam mulheres e crianças? Por que só homens em idade militar com pleno e grande vigor físico? Se “fogem” dos países, aliás, de seus países de origem, por que abandonam suas famílias, uma vez que se dirigem à pátrias que não tem ou se permitem – permitiam, aliás – certos conflitos internos? Se, estão assim, tão debilitados pela imposição da lei religiosa, por que ao chegar e começar a se estabelecer exigem que seus anfitriões passem a adotá-la?

      visto humanitário para implantação de legislação religiosa radical islâmica como estamos lendo e vendo na Europa, já de anos pra cá? É isso que visa o governo brasileiro, talvez nem imaginando o perigo; afinal, não há sequer definição clara de terrorismo e a Lei nº 13.260/16 é mais uma excrescência jurídica contra o povo brasileiro. O governo visa islamizar o país facilitando através dessa modalidade de visto a entrada de terroristas, coligados e afins ao terror, partidário das perseguições aos cristãos e judeus? Como assim, por que isso?

Combate à discriminação (tópico da revista)

“A nova lei institui o repúdio à xenofobia e ao racismo e qualquer outra forma de discriminação como princípios da política migratória do país. O texto também garante aos migrantes o direito de participar de protestos e sindicatos.”

     Aqui gostaria de pedir ajuda a quem quer que seja. Afinal isso é concebível por alguém?  O sujeito chega, usa seus caminhões, facas e carros (devem ser, todos esses objetos doutrinados por alguma força extraterrestre “asiática” como aponta a polícia inglesa após ataque na ponte), que saem atropelando e furando as pessoas, inadvertidamente, nos países onde chegam, não? Aí, o cidadão nato ou o migrante  com residência fixa ou naturalizado – aliás rigorosamente dentro da norma legal vigente -, é que pratica xenofobia ao se levantar em evidente legítima defesa para protestar ou rechaçar agressões dos objetos treinados pelos ET´s?

      Direito aos sindicatos e organizações de fundo social, leva diretamente ao art. 2º, § 2º da Lei 13.260/16, aquela que mencionei mais acima, sancionada pela então presidente Dilma Roussef, aliás uma ex-terrorista confessa e que teve sua ficha divulgada amplamente na mídia. Terão, ainda, direito de defesa em juízo contra aqueles que não aceitam os ET’s que “instruem e doutrinam” seus veículos roubados ou próprios a atropelar, furar degolar os nativos do país onde chegam?

      Como se faz a defesa do estuprador, degolador, fuzilador, esfaqueador, crucificador ou pedófilo com visto humanitário? Todas as modalidades descritas na questão anterior é decorrente dos traumas. Que traumas? De onde advém? Façam-me o favor, não?!

 Fim da criminalização da imigração (tópico da revista)

      Ora, criminalização de razão migratória? Há país que tenha recebido tantos migrantes quanto Brasil e EUA? O Brasil é basicamente composto por imigrantes. Há por óbvio, portugueses (colonizadores), japoneses, holandeses, italianos, romenos, turcos, alemães, chineses, coreanos, russos, poloneses, húngaros, egípcios, espanhóis, bolivianos, haitianos, paraguaios, argentinos, chilenos, uruguaios, peruanos, cubanos, ucranianos, venezuelanos, angolanos, sírios, libaneses (com ênfase minha aos cristãos dessa nacionalidade – estes não têm postos avançados de dominação e observação – mesquitas); nascidos nos países integrantes do Mercosul, e passam a também compor esse quadro, alguns descritos acima.

            Logo, dando visto de maneira “indiscriminada” nenhum “forasteiro” poderá se preso por irregularidade documental, instituindo o terror com documento hábil; isso sem falar na anistia para aqueles que já estão aqui há anos, sendo ajudados pelos que já estão aqui, ligados ao Hezbollah, Hamas, Al Qaeda, enfim, não?

        Claro, que não podemos esquecer da equiparação do nato, do nascido em solo brasileiro, com o “migrante” para condição de pé de igualdade[6]. Afinal se lhes dão todos os direitos constitucionais de um nascido no país. Isso implica em “direito a vida” – na França também, e o que está havendo lá? – “direito à liberdade” – Inglaterra também, e, o que está havendo naquele país? -, “direito à segurança” – Alemanha também deu, e o que está havendo com os alemães? – além do direito à constituição de sociedade privada, Pronto, se estabelece legalmente o direito do comércio de uma gama enorme; alguém percebe o risco que isso traz? Num país que não consegue regular a tríplice fronteira, por onde, desde há anos passam armas, drogas e outra infinidade de ilícitos como conseguirá algum orgão de segurança lidar com pessoas que estão mais do que “traquejadas” em trabalhar de maneira escusa. Alguém conhece um terrorista que é legalista e praticante de licitudes?

        Tenho me perguntado, dia e noite, o que ganha o brasileiro com ignóbeis propagações de informações burras como as sobre Rockefeller, que nunca foi o que dizem ser, judeu, e, mesmo sendo uma figura nefasta como Soros e tantos outros, se em realidade não atinam para uma série de outras questões, que pende sobre suas cabeças além de procurar teorias e culpados que pouco importam para o adiantado que está o processo todo.

         Preferem perder tempo se digladiando ao falar de  fulano de tal, igreja, isso ou aquilo, judeu isso ou aquilo, mas se esquecem que piratas somalis, estarão entrando no país. O Hezbollah, Hamas, al-Qaeda e outros, já estabelecidos em solo brasileiro e de outros países fronteiriços só engrossarão suas fileiras, e poderão impetrar toda sorte de perseguições e atrocidades. Já é de muito tempo sabido que células do DAESH, aqui chamado de ISIS ou EI (Estado Islâmico), foram perdidas pelos agentes da ABIN, a mesma que assumiu as possibilidades de atentados em solo brasileiro durante a Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.

            O que mais me grita aos olhos e vai contra o senso médio da lógica, é que a grande maioria, a mesma que não se preocupa com ela própria, mas quer culpar “Rockefellers judeus” não atina para as práticas de cristãos como eles, seja Lula, o que doou 25 milhões através de decreto para o Hamas, e sempre aparece falando em D´us; Dilma, a ex-terrorista, sua sucessora, idem  e/ou Temer que é católico romano. Estes ajudaram e ajudam, e hoje permitem que seus pares, cristãos, morram à míngua por suas políticas ignóbeis e através da lei de migração nas mãos dos mesmos que estão afogando a Europa em sangue.

            Nada em absoluto contra qualquer visão ou professar religioso de quem quer que seja, mas enquanto se procura, para variar o bode-expiatório  judeu, o “Shylock of Merchant of Venice” (Shylock, o Mercador de Veneza – de William Shakespeare), quem é que está complicando e pondo risco quem? Vale a denominação religiosa mais do que o caráter? Será que a humanidade e o caráter, melhor colocando, valem menos que a religião e a vida humana?

            Tantos âmbitos se debate quanto ao que vem ocorrendo, e muitos fiéis, não entro no mérito das denominações, não têm em suas lideranças, inclusive políticas, força para evitar a catástrofe eminente, mas negam sua própria lógica ao buscar, julgando, qualquer outro, ser melhores do que seus futuros vizinhos colonizadores; os islâmicos? Parece-me mais que competem equiparação; falando de maneira ampla e geral, conforme tenho visto. Não se trata de um ou de outro, mas de diversos grupos.

            Não cabe apontar agora quem é o culpado, salvo o governo eleito por aqueles que sofrerão; mas sim, cabe saber como lidar com a realidade de um país de legislação frouxa, fronteiras abertas desde sempre com corroboração do Mercosul e agora definido pela Lei de Migração, que de prática contraterrorista só tem a teoria (se é que tem), e nada de conhecimento empírico, prático, tem nesse campo que se apresenta, apoiado numa legislação onde um terrorista que seja ligado a uma ONG, programa social ou sindicato que perpetre ataque terrorista não será julgado como terrorista, pois assim a Lei anti-terror determina.

LEI Nº 13.260, DE 16 DE MARÇO DE 2016

Regulamenta o disposto no inciso XLIII do art. 5º da Constituição Federal, disciplinando o terrorismo, tratando de disposições investigatórias e processuais e reformulando o conceito de organização terrorista; e altera as Leis nºs 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e 12.850, de 2 de agosto de 2013.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1º Esta Lei regulamenta o disposto no inciso XLIII do art. 5º da Constituição Federal, disciplinando o terrorismo, tratando de disposições investigatórias e processuais e reformulando o conceito de organização terrorista.

Art. 2º O terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

§ 1º São atos de terrorismo:

I – usar ou ameaçar usar, transportar, guardar, portar ou trazer consigo explosivos, gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos, químicos, nucleares ou outros meios capazes de causar danos ou promover destruição em massa;

IV – sabotar o funcionamento ou apoderar-se, com violência, grave ameaça a pessoa ou servindo-se de mecanismos cibernéticos, do controle total ou parcial, ainda que de modo temporário, de meio de comunicação ou de transporte, de portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios esportivos, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, instalações de geração ou transmissão de energia, instalações militares, instalações de exploração, refino e processamento de petróleo e gás e instituições bancárias e sua rede de atendimento;

V – atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa:

     Pena – reclusão, de doze a trinta anos, além das sanções correspondentes à ameaça ou à violência.

     § 2º O disposto neste artigo não se aplica à conduta individual ou coletiva de pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional, direcionados por propósitos sociais ou reivindicatórios, visando a contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender direitos, garantias e liberdades constitucionais, sem prejuízo da tipificação penal contida em lei. 

            Um inimigo que já está dentro de casa; pois perde dias, horas, semanas, meses para disseminar preconceito, falácia, acusações torpes, como pode ser combativo quando se perde tempo e forças com falácias e nada em aprimoramento em campos importantes para o que está por vir?

         Não faço aqui qualquer julgamento, mas sim, gostaria que todos, cristãos de todas as vertentes, judeus de todas as vertentes ou qualquer religioso de qualquer vertente e assim por diante, refletissem sobre os questionamentos aqui levantados.

       No que a população brasileira média, que tem em sua minoria judeus, está sendo melhor do que os muçulmanos, perseguidores dos coptas e outras vertentes cristãs ao tentar procurar o improvável inimigo, como base para parte de seu desespero?

       Não sabem esses falastrões, se a culpa é dos judeus sionistas, dos falsos judeus que são sionistas, dos judeus que não são sionistas, por isso são judeus de fato ou dos maçons, em sua grande maioria cristãos. Aliás, cabe salientar que a base da  maçonaria é a bíblia, enfim, a mesma que os cristãos usam – hoje em dia é fácil saber mais sobre o tema, desde que haja maturidade para entendimento da leitura.

      Saibam que assim como cristãos que acusam a todos sem base lógica ou estrutura de conhecimento, o discurso em muitas mesquitas é para que cace e se abata cristãos e  judeus, que sequer, estes últimos,  como espólio escravagista poderiam servir. Sabiam disso?

      Mas aí vem meu martírio de curiosidade; estes que sim, por base religiosa e familiar cristã, deveriam ser o bastião da paz, do amor fraternal, da aplicação da palavra Daquele que morreu para levar seus pecados, são estes a se equiparar – uma minoria eu quero crer – àqueles que se deve combater, no momento, no campo legal, social, político e acadêmico; mas inevitavelmente, depois no campo físico, numa eventual guerra civil, quando começarem a implantar a “sharia” e outras questões?

      Mantenhamos a visão na questão teo-política, no risco territorial, social e humano iminente. Há que se ter claro os seguintes conceitos que os muçulmanos buscam:

ESTRATÉGIAS DA IMPLANTAÇÃO DA SHARIA E CONSEQUENTE CONQUISTA (ISLAMIZAÇÃO)

“HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

     Acordemos! Urge a necessidade de acordarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Despertemos!

      Expresso votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Imagem: Visão jurídica Uol

[1]https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2017/04/04/riscos-no-brasil-e-america-latina-quanto-ao-terrorismo-islamico-suas-ramificacoes-e-imposicao-de-cultura/

[2] http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-44782015000100047

[3] https://www.cartacapital.com.br/politica/o-que-muda-com-a-nova-lei-de-migracao

[4] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2017/04/28/lei-de-migracao-mercosul-e-a-histeria-dos-recem-acordados/

[5] https://flaviodurso.jusbrasil.com.br/artigos/121521315/a-questao-dos-refugiados-e-do-visto-humanitario

[6] http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2016-12-07/imigrantes-cargos-publicos.html

 

Lei de Migração, Mercosul e a Histeria dos Recém-Acordados

Por Amir Kater

   O Mercado Comum do Sul (Mercosul), acaba ajudando toda a sorte de migrantes, nesse caso islâmico, de uma série de países não só dos países do Mercosul. Temos claro, por notícias jornalísticas durante anos que nos países da América Latina como um todo, existem muitas forma de falsificações de documentos e outros tipos de crime que facilitariam a entrada de “jihadistas” no campo dos países participantes ou vizinhos a estes. E independentemente do Mercosul já há entrada de imigrantes  de diversas formas como abordarei adiante.

            Em artigo esclarecendo o posicionamento do Mercosul e matéria de migrações, a internacionalista Camila Baraldi afirma:

            “No Mercosul, à proposta do Brasil de uma espécie de anistia migratória para os nacionais do bloco por seis meses, a Argentina respondeu com uma contraproposta, de “anistia permanente” ou “canal de regularização permanente” – a qual foi finalmente aceita por Brasil, Uruguai e Paraguai, este último com certa resistência[2]. No entanto, foram necessários sete anos para que os Acordos entrassem em vigor, em respeito à regra de consenso para a tomada de decisões no bloco e à necessidade de internalização das normativas.

            Em dezembro de 2010, a Decisão 64 do Conselho do Mercado Comum (CMC) estabeleceu “um plano de ação para a conformação progressiva de um Estatuto de Cidadania do Mercosul”, que deve ser implementado até 2020. Seus objetivos gerais são: a) implementação de uma política de livre circulação de pessoas na região; b) igualdade de direitos e liberdades civis, sociais, culturais e econômicas para os nacionais dos membros do Mercosul; e c) igualdade de condições para acesso ao trabalho, saúde e educação. Para tal, o plano de ação prevê a adoção de medidas em onze eixos: i) circulação de pessoas; ii) fronteiras; iii) identificação; iv) documentação e cooperação consular; v) trabalho e emprego; vi) previdência social; vii) educação; viii) transporte; ix) comunicações; x) defesa do consumidor; e xi) direitos políticos.

            O Plano estratégico de Fronteiras, instituído pelo Decreto 7.496/2011, e a Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras trabalham com a lógica da fronteira como local privilegiado para o cometimento de crimes. Mesmo no Mercosul, onde esses temas são contemplados em diferentes grupos de trabalho, há relatos de que o Foro Especializado Migratório (FEM) foi provocado pelo Foro Especializado de Terrorismo e Controle, que pediu a incorporação de temas relativos a crimes na pauta migratória. A estratégia para o enfrentamento dos crimes passa pela ideia de conter a ameaça, apesar da imensidão das fronteiras brasileiras e da insuficiência de recursos disponíveis para tanto. Nesse âmbito, o discurso integracionista ainda é fraco e a mobilidade de pessoas é associada a todos os tipos de crimes cometidos na fronteira, não somente o tráfico de pessoas, mas de armas e drogas.

            Assim, a questão que se coloca é: de que integração estamos falando? O modelo do regionalismo aberto e a aposta no livre comércio na América do Sul já mostraram-se incapazes de atender aos objetivos de desenvolvimento buscados há décadas pela região. Por sua vez, na Europa, a política para as migrações – restritiva e seletiva – tem colocado em xeque os próprios princípios humanistas que estão na sua origem, no pós-guerra[10]. Haveria um outro modelo a ser proposto? Uma integração dos povos, promovida desde baixo? A aproximação criada entre os países e as populações sul-americanas a partir do Mercosul é algo nunca antes visto, e as trocas que surgirão a partir das migrações intrarregionais carregam um potencial riquíssimo para a região, ainda pouco considerado.” [1]

              E para maior eficiência no entendimento traçarei paralelos e matérias jornalísticas, de maneira a determinar onde e o porquê entendo que mercados como Mercosul ou Comunidade Europeia, quando alinhados em suas políticas, já de há muito, muito à esquerda, e, no Brasil com políticas obscuras e soturnas, criaram campos ainda mais complexos pela vontade de aceitar qualquer política migratória, somada à sua leniência de monitoramento prévio de segurança e a corrupção que assola desde o encerramento dos regime militar; não defendendo esse último, porém, os desmandos eram de outra ordem.

              Inicio pelos países dos quais dispensamos vistos por determinado tempo, conforme tabela encontrada e com dados do Portal do Ministério das Relações Exteriores. Considerando o Mercosul, que não necessita de passaporte[2].

PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação
Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Bolívia Dispensa de visto, por até 30 dias Visto exigido Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Bósnia e Herzegovina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias O prazo total de estada não deve exceder 180 dias por ano
Chile Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Colômbia Dispensa de visto, por até 180 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Equador Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Uruguai Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Ingresso permitido com Cédula de Identidade Civil
Venezuela Dispensa de visto, por até 60 dias Visto exigido Ingresso permitido com Cédula de Identidade Civil

            Devemos considerar e atentar que segundo o último senso de 1992, o Islã é a religião que mais cresce atualmente no mundo e mais de 1/4 da população mundial é muçulmana de acordo com o último censo mundial realizado pela ONU. Há no mundo cerca de 5 bilhões, 771 milhões, 939 mil habitantes, aproximadamente, sendo que quase 1 bilhão e 500 milhões desses habitantes são muçulmanos, ou seja, 25% da população mundial é muçulmana.

              Islã é a religião que mais cresce no mundo:

Muçulmanos na Ásia (1996) 1,022,692,000 (30%)
Muçulmanos na África (1996) 426,282,000 (59%)
Número Total de Muçulmanos no Mundo (1996) 1,678,442,000
Número Total de Pessoas No Mundo (1996) 5,771,939,007
Porcentagem de Muçulmanos (1996) 25%
O Índice Anual de Crescimento do  Islam (1994-1995) O.N.U. 6.40%
O Índice de Crescimento do Cristianismo (1994-1995) O.N.U. 1.46%
Número Total de Muçulmanos no Mundo (2000) 1,902,095,000

 Nota: “De acordo com o Censo 2010 do IBGE existem 35 mil muçulmanos no país, mas algumas entidades islâmicas afirmam que são 1,5 milhão. Não se sabe ao certo, pois nos últimos anos a política externa do governo petista tem facilitado a entrada de imigrantes de modo geral, incluindo aqueles que professam a fé muçulmana. Vindos de 18 países da Ásia e da África, a maioria tem ido para cidades pequenas ou médias.” [3]

Os Países Muçulmanos

               Consideram-se países muçulmanos aqueles em que os muçulmanos representem mais de 50% da população e a maioria deles são membros da Organização do Congresso Islâmico, que foi fundada em 1969. Com sede em Jedah na Arábia Saudita, os presidentes e os reis destes países se reúnem a cada 3 anos.

              Os países muçulmanos que não são membros do Congresso Islâmico são:  Costa do Marfim, Albânia, Etiópia, República Centro Africana, Tanzânia e Togo. Além disso há dois países Africanos em que os muçulmanos representam menos de 50%, e que são membros da Organização e são eles Uganda e Gabão”, de acordo com a página http://www.islam.org.br/o_islam_hoje.htm:

Lista  do site islam.org.br Lista do Ministério das relações exteriores:
País PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação
X Albânia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Armênia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Bósnia e Herzegovina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias O prazo total de estada não deve exceder 180 dias por ano
X Emirados Árabes Unidos Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Assinado em 16/03/2017
X Malásia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Malta Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Marrocos Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Palestina (Autoridade) Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Tunísia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Turquia Dispensa de visto, por até 90 dias Visto exigido  

De 55 (cinquenta e cinco) países pela lógica do site http://www.islam.org.br, comparada à tabela do MRE, 9 (nove) países muçulmanos, nas condições descritas, não precisam de visto. Ora, convenhamos que após entrarem no Brasil, têm acesso fácil a qualquer outro país, pois sabidamente menos que o Brasil, mas mesmo assim ainda muito falhas, são todas as fronteiras dos países ligados ao Mercosul.

            Independente do tema ser América do Sul e a área de “livre comércio”, vejamos outros interessante texto, do mesmo site:

“Da Indonésia ao Marrocos, há uma série de estados muçulmanos, que são membros da ONU, se na Europa existe a Albânia, dentro da extinta URSS, há várias repúblicas muçulmanas, que conseguiram a sua autonomia com a desintegração da União Soviética. A Confederação (Commonwealth), desenvolvida pelos britânicos mostrou que o convívio com uma coletividade de estados não muçulmanos não impede a verdadeira independência dos muçulmanos. Se a França, Rússia, China e Índia e outros países prepararem os seus territórios muçulmanos para a autonomia integral, a luta pela libertação, empreendida por eles, perderá a sua razão de ser, e todos serão capazes de viver e conviver em concórdia e cooperação, com o sentido de bem estar universal.”

            Mais uma vez, aqui se vê a sanha colonizadora e bruta dos “pacatos” islâmicos, porém, em eloquente antítese de texto e contexto com a realidade que hoje assola a Inglaterra, onde há embates frequentes, atentados terroristas, um prefeito islâmico que, por óbvio minimiza a agressividade inata de seus correligionários do sistema teo-político de colonização chamado Islã, bem como citam outros países que em seu texto mostram claramente o desejo de emancipar territórios que se quer existiram algum dia. Ora, alguém conhece em território muçulmano na França como se menciona sobre a extinta União soviética? Há algo mais a se perguntar quanto ao que quer dizer em contexto geral: “Índia e outros países prepararem os seus territórios muçulmanos para a autonomia integral, a luta pela libertação, empreendida por eles, perderá a sua razão de ser, e todos serão capazes de viver e conviver em concórdia e cooperação, com o sentido de bem estar universal.”; há dúvida que paire no ar?

“O Islam está representado, e de fato assim tem sido há longos séculos, no seio de todos os povos, o número exato de Muçulmanos no Mundo, dificilmente pode ser contado com precisão, pois há mortes e nascimentos, e há conversões que freqüentemente não são publicamente assumidas por razões pessoais. Mas, a partir sa informações disponíveis, não há duvída de que algo mais do um quarto da população Mundial, já se voltam diariamente em direção a Kaaba em Makkah, para proclamar, em alto e bom som , ALLAHU AKBAR, Deus é o Maior!”  (erros de grafia copiados direto do link replicado neste, sem qualquer alteração)

                 Entendamos que ao longo dos séculos existem muçulmanos, porém não tantos séculos quanto tentam fazer parecer no texto frente a outras vertentes religiosas, por óbvio. Mas o que mais chama atenção é a afirmação que atrás do “que frequentemente não são publicamente assumidas por razões pessoais” mais se assemelha a um senso comum de que não devem ser facilmente identificados; o que me remete aos cinco passos da islamização mas se mostrando mais organizada, madura e apta a aplicar o seu formato belicoso de teo-política, dissimulando de maneira quase que como um serviço de inteligência, quiçá.

              Voltemos ao Brasil e América Latina

              Brasil e Emirados Árabes Unidos (EAU) assinam acordo para isenção de visto em 16/03/2017,  garantindo a isenção de vistos de turismo, negócio e por conseguinte, aos portadores de passaportes diplomáticos e/ou especiais de ambos países[4].

              Independente do que as matérias de jornais tratem, é evidente que há grande facilidade, novamente de trânsito em território nacional e em outros países latinos por parte daqueles que se valerão dessas facilidades diplomáticas para implementar contatos com clérigos, aporte financeiro às organizações de recrutamento disfarçadas de mesquitas, entre outras questões. Basta analisarmos notícias recentes como a prisão de imigrantes árabes sírios portando passaportes falsos quando tentavam deixar o Brasil, pelo aeroporto de Salvador. A matéria de setembro de 2016 explica a saída de um deles, mas não explica como este e seus outros, hoje 05 (cinco) colegas de ”cela”, entraram no país; pior estão 03 (três) deles em liberdade provisória sem sair do país[5].

              Vem o questionamento, com as ramificações, clérigos, empresários e outros ligados, intrinsecamente a grupos radicais, para que não me apontem o dedo alegando que sou islamofóbico, ficarei nos radicais dessa vez, lembrando que ser anti-terrorista não é ser “islamofóbico”, mas sim cônscio que 99% dos atentados são impetrados por eles. Ora, com quem falam, onde vão, o que fazem? Poderiam se tornar um “asiático” tal qual o terrorista da ponte inglesa? Podem manter contato com as carradas de radicais, coligados, representantes ou mesmo com os próprios mentores de ataques terroristas dentro e fora do Brasil? Sim, porque não?

            O discurso de que a situação na Síria é muito complicada, é bonito para certos veículos midiáticos, para certos setores políticos e para os quase sempre desocupados/alienados que confundem imigrante com “refujihadista”, e que defendem os direitos humanos daqueles que não são as vítimas, mas sim, o autores dos massacres e assim por diante.

              Pouco tempo depois, em dezembro de 2015, da mesma fonte noticiosa vem o informe de fraude em certidões de nascimento, onde 72 (setenta e dois), novamente sírios foram identificados. Para complicar mais, o governo dos Estados Unidos através do seu consulado informou àquela época que 17 deles – dois dos quais eram ex-militares das forças armadas da Síria  – havia requerido visto para entrada naquele país. A matéria mostra algo importante: “Ao todo, 51 dos 72 sírios saíram de lá com o documento. Nenhum sistema conseguiu detectar a fraude e podiam votar e até ser eleitos, porque 52 deles têm o título de eleitor também.”

              Ora, o que podem ou poderiam, no melhor estilo e com base no “benefício da dúvida” ter somente um ou terem mais de um destes  51 homens com documentos brasileiros feito de contato em diversos países do Mercosul antes de terem sido pegos? Com quem estiveram? Com quem falaram? Para quem telefonaram? Quais foram e com quem foram suas trocas de e-mails durante o tempo em que “eram brasileiros”?

              Mas vem o pior! Naquela ocasião, demonstra a matéria:

O Ministério das Relações Exteriores declarou que não fala sobre questões ligadas a estrangeiros no Brasil. O Ministério da Justiça vai pedir informações a autoridades do Rio. O Detran do Rio informou que, por lei, só pode exigir certidão de nascimento ou de casamento pra emitir a carteira de identidade.

A Receita Federal declarou que está implantando um processo integrado pra evitar informações fraudulentas na inscrição do CPF.

A Corregedoria Geral da Justiça fez uma intervenção no cartório em 2010 por suspeita de irregularidades – e afirma que as fraudes são anteriores a esse período. Mas a polícia diz que foram depois. O serviço de registro de nascimentos no cartório foi extinto.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio declarou que, pra obter o título, o eleitor precisa declarar que as informações são verdadeiras, sob pena de crime eleitoral. A Polícia Federal afirmou que tem um inquérito sobre o caso, mas que não pode comentar porque está em segredo de justiça.

A assessoria de imprensa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, enviou uma nota sobre a falsificação em certidões. “A matéria veiculada hoje no Jornal Nacional, que mostra uma quadrilha no Rio de Janeiro que falsifica certidões de nascimento para tornar Sírios em brasileiros natos, demonstra aquilo que a Justiça Eleitoral tem denunciado, que o sistema de registro civil no Brasil é falho e que é necessário ser aperfeiçoado. Por isso, o TSE já encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 1775/2015 que cria o Registro Civil Nacional (RCN), baseado na identificação biométrica do cidadão pela Justiça Eleitoral para ser no futuro a base para um documento único, inequívoco, unívoco e seguro de identificação do cidadão [6].”

   Então, percebemos que o Ministério das Relações Exteriores não tem nada de transparente  há muito tempo. Imaginemos agora sob a batuta do apoiador irrestrito do Islã, senhor Aloysio Nunes Ferreira, que vê em terroristas meros oprimidos refugiados, negando a lógica mundial noticiada todos os dias. E de outro lado, o Detran se exime de culpa com base numa legislação pífia; a Receita Federal, estava à época implantando sistema de informações fraudulentas na inscrição do CPF; isso nos parece dúbio, informações fraudulentas, vindas de maus funcionários do órgão ou informações sobre fraudes ocorridas no CPF? O TRE, presidido à época pelo senhor Dias Toffoli, nomeado pelo doador de 25 milhões de reais ao grupo terrorista “Hamas” em 2010, no mínimo, igualmente, curioso.

              Aí, podemos seguir entendendo o motivo do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP), propor o Projeto de Lei nº 2516/15, que tem como explicação da ementa a alteração do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940. Passa a ter maiores chances com o governo, até porque, além do PL, ainda poderia usar o argumento de que a “ONU destaca a ‘obrigação’ de receber refugiados[7]” – matéria do G1 de 14/09/2015, cerca de um mês após o recebimento do PL na Câmara. A afirmação quanto a “obrigação de receber refugiados” vem do jordaniano Zeid Ra’ad Al Hussein. Me questiono o que, por exemplo o senhor  Hussein, sabe sobre a política interna dos países que ladeiam o Brasil, como se dão seus governos; e, pior, desde a subida dos governantes do Partido dos Trabalhadores, só se alinharam à esquerda radicalizando a população em geral, aparelhando o Estado em todos os níveis, politizando as entidades estudantis em todos os níveis e áreas, mentindo e dissimulando como seus predecessores e amigos latinos, Fidel, Chaves, Morales (aliás este uma aberração), e outros, como Maduro, que além de tudo tem seu vice  Tareck El Aissami, um co-ligado do “Heezbollah”; quais sejam todos “ótimas pessoas”, não abrandando os governos anteriores ao dos “petistas”. Até poderíamos considerar a necessidade dos refugiados, sim, mas dos “refugishadistas”, evidente que nunca, ainda mais quando estes já se encontram espalhados e aguardando o próximo passo em face ao Brasil.

              Em julho de 2016, outro caso correlato de falsificação como o do RJ, agora em Campo Grande:

“Conforme informações do delegado regional de combate ao crime organizado, Cléo Mazzotti, e do delegado que responde pela unidade da PF e Ponta Porã, Glauber Fonseca de Carvalho Araújo, o esquema passou a ser investigado depois que um estrangeiro tentou tirar passaporte em Ponta Porã, em 2014 e acabou preso.

Ele estava com documentos “teoricamente” verdadeiros, mas na conferência de suas digitais, foi identificado que o homem era na verdade de nacionalidade Palestina.Segundo a polícia, a fraude era feita num cartório de Areado, em São Gabriel do Oeste, onde eram confeccionadas certidões brasileiras verdadeiras para estrangeiros[8].”.

              Ora, como se dá essa entrada no Brasil? Como chegam tão rápido e conseguem documentos, se não através de outros países latinos? Não que o Brasil não tenha deficiências efetivas, grandes e objetivas em suas fronteiras, além de estar alinhado com Irã e “Palestina”  -Autoridade Palestina, vez que o país não existe –  o que poderia facilitar a entrada de elementos nocivos em nosso território, mas devemos considerar, ainda mais a Argentina, principalmente no período “Kirshnerista” defendendo a tal ponto o Irã, que suprimiu, na figura de sua presidente o assassinato de Alberto Nisma, Procurador Federal daquele país, que estava a “milímetros” da autoria do atentado terrorista islâmico à entidade judaica Amia, em Buenos Aires.

              O que fica evidente é que no Paraguai há costumeira entrada e saída de islâmicos irregulares, assim como na Argentina, Venezuela e Cuba, os quais juntamente com o Brasil se alinham declaradamente com país fomentador do terrorismo internacional, o Irã. O Brasil além das estreitas relações com o Irã ainda doa dinheiro para o “Hamas” através de Decreto Presidencial.

              Enquanto muitos se dizem estarrecidos com a “nova” Lei de Migração, evidente fica a letargia e falta de leitura geral do povo, que nunca percebeu que a lei só regulamentará muito daquilo já previsto no Mercado Comum do Sul, com sua ideia antiga do Foro de São Paulo acerca da unicidade de bloco latino. Basta que se analise a paulatina convergência à esquerda, com apoio irrestrito às políticas da ONU, pelo que o Brasil pode ficar até 20 anos fora do Conselho de Segurança[9]. Essa é mais uma coincidência enorme, não? Afinal, se lá estivesse, teria que se posicionar, evidente que como quase sempre – para não dizer sempre – acompanhando outros grandes como os Estados Unidos. O que atrapalharia em muito os planos colonizadores dos investidores da indústria “Halal” entre muitos outros compromissos vermelhos?

              Leio textos de pessoas que se dizem assustadas com o governo e a “nova lei”, mas desconhecem a presença já massiva de islâmicos que só se radicalizam e recrutam candidatos a “novos conversos” às baciadas. Os “assustados” ignoram a vinda por dias de Bin Laden para reunião com outros jihadistas ligados a Al Qaeda, pessoas que já estavam aqui e já se estabeleceram como empresários. São os mesmos que não conhecem o decreto presidencial contra a família Bin Laden. Essas são as mesmas pessoas que se arvoram a falar aos gritos sobre “intervenção militar”, que julgam que essa ou aquela “pílula milagrosa” ou uma “hashtag” (#vetatemer), fosse resolver algo. Ainda mais depois do último discurso do presidente na ONU, dias atrás.

              Esses mesmos do “veta Temer” aos gritos, os da “intervenção militar”, os do “aqui esse povo do demônio não se cria”, são os mesmos que sequer – com raras exceções – leram sobre o professor Adlène Hicheur, que lecionava na UFRJ, mas que em 2003 sofrera condenação por terrorismo na França, e, que muitos acharam absurdo ter sido deportado à Argélia, seu país de origem. Evidente que na grande maioria, os alunos da universidade provavelmente fariam como as estupradas e degolados da Europa, recebendo seus futuros estupradores e assassinos com cartazes: “refugiados não são criminosos”, “Islã religião da paz, é bem-vindo” e essas coisas bem típicas de alienados sociais e mentecaptos funcionais manobrados por questões políticas, na maior parte das vezes de engodo para encobrir coisas maiores.

          Finalizo minha indignação com uma reflexão muito apropriada que li na Fan Pge de uma amiga: “Falta à América-Latina, para não fazer a piada grosseira com latrina, os brios e a cultura nacionalista da Rússia, Japão, Polônia, Israel ou Hungria, entre outros poucos. Que muito poucos falam, mas que efetivamente nunca permitem a bandalheira que se vê por aqui. Continuemos ativistas, continuemos, infelizmente a não sermos ouvidos e ainda achincalhados pelos próprios conterrâneos, que vão contra a base legal do país que proíbe desconhecimento da lei, e, que ficam chocados com a já mais que certa sanção da de migração.”

Imagem: Comexblog

Referências:

[1] http://www.ictsd.org/bridges-news/pontes/news/a-experi%C3%AAncia-do-mercosul-em-mat%C3%A9ria-de-migra%C3%A7%C3%B5es

[2] http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/tabela-de-vistos-para-cidadaos-brasileiros

[3] https://noticias.gospelprime.com.br/numero-recorde-muculmanos-brasil/

[4] http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-03/brasil-e-emirados-arabes-assinam-acordo-para-isencao-de-visto

[5] http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/09/presos-com-passaporte-falso-na-ba-sirios-sao-proibidos-de-deixar-brasil.html

[6] http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/12/policia-do-rio-prende-quadrilha-que-transformava-sirios-em-brasileiros.html

[7] http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/onu-pede-que-europa-amplie-canais-migratorios.html

8] https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/esquema-de-falsificacao-ajudava-arabes-a-se-passarem-por-brasileiros

[9] http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2017/03/brasil-abre-mao-de-integrar-o-conselho-de-seguranca-da-onu-9750537.html

 

 

Cresce ameaça terrorista na América Latina: Grupo islâmico “Hezbollah” planejou atentados em larga escala no Chile, Bolívia e Peru

Por Amir Kater

            O brasileiro já está habituado a ouvir que há toda sorte de grupos radicais na América Latina e que há campos de treinamento desses grupos em determinados países, sendo que alguns deles são patrocinados por ouro nazista, como na Argentina, por exemplo. Contudo, as evidências consolidam o entendimento da ampliação das atividades terroristas na região, pois segundo informação do diário saudita Okaz, as forças de segurança sul-americanas invadiram um depósito da organização terrorista Hezbollah nos arredores da capital boliviana e impediram os planos de atacar a Bolívia, Chile e Peru[1], sendo apreendidos materiais que demonstravam capacidade para fazer uma bomba de 2,5 toneladas que seria utilizada num veículo também apreendido.  O local de armazenamento se encontrava em La Paz, onde em 2016, num voo da GOL, três australianos foram detidos com explosivos a caminho do Brasil[2]. Talvez, não haja conexão entre os fatos, mas os mesmos demonstram que a América Latina vem sofrendo o que há muito aconteceu na Europa enquanto as comunidades árabes muçulmanas iam se instalando.

         Não há motivo, também, para não pensar mais amplamente e inserir a Argentina – que já sofreu ataque em 1992 contra a AMIA[3], uma instituição judaica, deixando um grande número de mortos, incluindo crianças – bem como não se pode eximir de risco o Brasil[4], com sua tríplice fronteira apinhada de radicais islâmicos, que encontram na fácil passagem a condição de contrabandear toda espécie de objetos, incluso armas, como é bem sabido, além de poderem ter “o repouso do guerreiro” e o “sumiço” temporário de suas atividades junto aos seus grupos, células ou partidos.

            Grupos como o “Hezbollah” possuem vasta experiência na confecção de explosivos, mísseis com alcance superior a 300 quilômetros, tal qual  já visto sendo disparados contra Israel, inimigo histórico do grupo terrorista. Com isso, podemos começar a vislumbrar a real fragilidade dos países da América Latina, por vários motivos, como facilidade de entrada e saída de suas fronteiras, uma facilidade enorme em corromper agentes da lei, entes políticos, que independente de como sejam corrompidos, já estão alinhados com a agenda global de implementação da “imigração refujihadista” islâmica, que vem impondo seu sistema teo-político irascível e assassino para com os que não comungam de seus ideais, travestidos de “religião da paz”.

            Ainda na seara dos explosivos, se percebe que os mecanismos, materiais e outros insumos poderiam levar a cabo a confecção de um artefato explosivo que poderia chegar a pesar, 2,5 (duas e meia) toneladas, além de um veículo, tipo mini-van, que estava sendo preparado para receber artefatos explosivos.

            Chama a atenção o fato que a operação ocorre logo após a divulgação de um relatório do jornal do Kuwait que cita o comandante adjunto da Guarda Revolucionária Iraniana como sendo o responsável pelos armamentos e plantas que estavam em posse dos integrantes do “Hezbollah” no Líbano, onde hoje estão fortemente estabelecidos. Percebemos, mais uma vez, que o Irã aparece como fomentador de ataques terroristas, direta ou indiretamente, o que, por sinal, já é desde sempre uma prática desse país.

            “ De acordo com o relatório traduzido e distribuído pelos pesquisadores do MEMRI, fábricas que o Irã estabeleceu recentemente no Líbano estão a uma profundidade de mais de 50 metros e são protegidas contra bombardeios. Os mísseis são fabricados em diferentes alas das fábricas e, finalmente, são montados em uma unidade.” É o que consta de uma das partes da matéria assinada por Mordechai Sones (Israel National News | Traduce: © estadodeisrael.com)

              Há denúncia, ainda, da época em que Israel destruiu uma fábrica de armas no Sudão, tal instalação fabricante de armas pertencente ao Irã, que por sua vez, forneceu armas ao “Hezbollah” com o apoio da Síria, que permite ser usada como intermediária, e que acaba por facilitar o desenvolvimento por parte dos guardas revolucionários de ações para construção de fábrica de armas no Líbano.

              Sabido, mais do que informado é que alguns peritos foram levados à Universidades de Teerã, para o desenvolvimento de fábricas de todo tipo de armamento, sempre subterrâneas, com grande profundidade abaixo do solo para maior dificuldade de detecção, assim como fizeram com algumas prisões.

“Estas plantas foram construídas a uma profundidade de mais de 50 metros e acima destes, existem diferentes camadas de diferentes tipos de barricadas que os aviões israelenses não são capazes de atingi-las.  Além disso, os mísseis não são fabricados numa instalação, mas em algumas partes em várias plantas e finalmente reunidos em uma única unidade. “

            Essas fábricas foram gradativamente transferidas para o controle do grupo terrorista “Hezbollah”, e, atualmente, estão sob supervisão e funcionamento integral a mando e controle do mesmo grupo.

      Percebe-se todas as condições necessárias para criar artefatos dos mais variados e mísseis que poderiam cobrir grandes distâncias, como mencionado no início deste, de vários tipos como: mísseis terra-terra, mísseis terra-mar, bombas de luz, barcos lançadores de torpedos, além de UAVs por espionagem e armas mísseis, porta-aviões, mísseis anti-tanque e barcos blindados.

          O material encontrado poderia atender a demanda de até cinco grandes atentados. Entretanto, cabe salientar que a cooperação entre jornalistas, órgão de segurança e outras instituições têm conseguido grande êxito em impedir que se lancem ataques contra entes públicos, aeroportos e pontos turísticos.

         Não obstante, temos que tomar mais atenção à política externa, em realidade, a política mundial das esquerdas, que se alinham em prol da islamização do globo, ou boa parte dele. Podemos, no Brasil, começar analisando pelo desarmamento da população, as políticas de gênero, a deturpação escolar quanto a questões como sexo, agenda de de doutrinação política, com pessoas como Deborah Duprat, Procuradora Federal, que disse abertamente: “…nossas crianças não pertencem aos pais, mas sim ao estado…”(sic), basicamente, numa política hitleriana, que se alinha como muito sabemos  a algumas das práticas islâmicas com relação à doutrinação dos professantes “infiéis” doutras visões religiosas ou teo-políticas.

        Cabe o aviso: Hoje todo cuidado é pouco, ainda mais em países com baixa atenção à segurança nacional, às suas fronteiras, com uma população idiotizada por discursos populistas e distribuição de recursos pífios que só maquiam a realidade do que se engendra na calada da noite, com projetos, políticas, desvios e envio de valores para grupos terroristas, alinhamento com países que fomentam o terror em favor da instalação dum governo único, e sob o poder da cimitarra dos senhores da espada.

Fonte da Imagem: Brasil Soberano e Livre

[1] http://www.radioworld.com.sv/grupo-terrorista-hezbollah-en-sudamerica-desbaratan-atentados-masivos-en-bolivia-chile-y-peru/

[2]http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/australianos-sao-impedidos-na-bolivia-de-viajar-com-dinamite-para-o-brasil.html

[3] https://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2006/10/25/ult1807u31822.jhtm

[4] http://veja.abril.com.br/mundo/investigacao-de-atentado-na-argentina-aponta-ramificacoes-de-rede-terrorista-no-brasil/