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Mulher britânica “presa em Dubai depois de relatar estupro”

Uma mulher britânica foi acusada de ter relações sexuais extra-conjugais em Dubai depois de relatar que foi estuprada, de acordo com um grupo de aconselhamento jurídico baseado no Reino Unido.

O grupo “Detained in Dubai” disse que a mulher foi presa depois de ter noticiado o estupro por dois homens britânicos.

Ela disse que foi libertada sob fiança, mas seu passaporte foi confiscado.
O Ministério das Relações Exteriores disse: “Estamos apoiando uma mulher britânica em relação a este caso e permaneceremos em contato com sua família.”
A mulher supostamente foi atacada por dois homens de Birmingham, enquanto estava em férias.

De acordo com “Detained in Dubai”, os alegados agressores não tiveram nenhuma acusação contra eles.

No entanto, segundo relatos de jornais, os dois homens também tiveram seus passaportes confiscados.

Entende-se que o Ministério dos Negócios Estrangeiros apoia os dois homens e está em contacto com as suas famílias.

“Detained in Dubai”disse que a mulher pode enfrentar julgamento pelas acusações – para as quais as punições possíveis incluem prisão, deportação, flagelação e até lapidação e morte.

Radha Stirling, fundadora e diretora de “Detained in Dubai” disse que os Emirados Árabes Unidos tinham uma longa história de penalizar as vítimas de estupro.

“Temos estado envolvidos com vários casos no passado, onde isso aconteceu, e trabalhamos com os advogados e as famílias e temos feito campanha para mudar atitudes na polícia e no judiciário.

“Casos recentes … mostram que ainda não é seguro para as vítimas relatar esses crimes à polícia sem o risco de sofrer uma dupla punição”

http://www.bbc.com/news/uk-38013351?SThisFB

Britânica que fugiu para se aliar ao Estado Islâmico se casa na Síria

Amira Abase casou com miliciano australiano do grupo.

A adolescente britânica Amira Abase, 16 anos, que fugiu da Inglaterra com duas amigas para se unir ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI, ex-Isis) se casou com um jihadista na Síria.

Quem confirmou a informação foi o próprio marido, o australiano Abdullah Elmir, 18 anos, que se aliou aos extremistas há um ano.

Em uma postagem na internet, enviada aos jornais britânicos, o “ginger jihad” elogiou o ataque terrorista em Sousse, na Tunísia, e incitou os demais “lobos solitários” a atacar os infiéis . Por sua vez, Abase apenas postou que se casou com “um muçulmano de nascença, meio australiano e meio libanês”. As meninas Shamina Begum, 15, Amira Abase e Kadiza Sultana, 16, partiram em 17 de fevereiro de Londres, em um voo que saiu do aeroporto de Gatwick com destino a Istambul, na Turquia. Os jornais britânicos também relataram que o trio se uniu a outra jovem originária da Grã-Bretanha cuja identidade é desconhecida.

As autoridades acreditam que 50 mulheres, sendo 22 jovens, tenham partido da Grã-Bretanha para a Síria no último ano para lutar ao lado do Estado Islâmico.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-07-12/britanica-que-fugiu-para-se-aliar-ao-ei-se-casa-na-siria.html

Adolescente britânica que se juntou ao EI zomba de massacre na Tunísia

LONDRES — Uma adolescente britânica que fugiu do Reino Unido para se juntar ao Estado Islâmico (EI) na Síria zombou das vítimas do massacre na Tunísia.

Amira Abase, que tinha 15 anos quando viajou para a Síria em fevereiro com mais duas meninas, escreveu em uma mensagem “loooool”, que significa laughing out loud (rir em voz alta), quando foi informada sobre o ataque terrorista por um repórter disfarçado.

O jornalista do “Daily Mail” se fez passar por uma adolescente buscando informações para viajar à Síria a partir de Londres para se juntar ao grupo terrorista.

Amira revelou seu papel como uma recrutadora do EI, dando conselho ao repórter de como viajar para a Síria, como esconder o plano de seus pais no Reino Unido e quais são as condições para se tornar mulher de um jihadista.

Eles conversaram através das redes sociais Twitter e Kik:

“Sis (Serviço Secreto de Inteligência) está ficando louco aqui. Eles fizeram um minuto de silêncio por causa da Tunísia. Tudo que se fala é sobre a bomba”, disse o repórter a Amira, ao que ela respondeu: “Loooool”.

Quando Amira foi informada que o atirador tunisiano havia matado 30 turistas britânicos, ela respondeu:

“Uau. Isso é um monte”, disse a adolescente, acrescentando outro loool à informação de que alguns líderes muçulmanos haviam condenando o ataque.

http://extra.globo.com/noticias/mundo/adolescente-britanica-que-se-juntou-ao-ei-zomba-de-massacre-na-tunisia-16673807.html