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EUA e aliados fazem ataques contra Estado Islâmico na Síria e no Iraque

Comunicado diz que coalizão fez 29 ataques no domingo.
Alvos foram veículos de militantes, bunkers e posições de combate.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos para combater o Estado Islâmico realizou 29 ataques aéreos contra o grupo militante no Iraque e na Síria no domingo (29), informou a força-tarefa que coordena as operações em comunicado.

No Iraque, 21 ataques atingiram áreas perto de Mosul, Tal Afar, Ramadi, al Huwayja e outras cidades, acertando unidades de combatentes do Estado Islâmico, assim como veículos de militantes, bunkers, posições de combate e outros alvos.

Oito ataques alvejaram o grupo perto de al Hasaka e duas outras cidades sírias, de acordo com o comunicado divulgado nesta segunda-feira (3).

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/eua-e-aliados-fazem-ataques-contra-estado-islamico-na-siria-e-no-iraque.html

Arab-led bloc: First aim to restore Yemeni govt in Aden, Sanaa later

The Saudi led-coalition fighting to reinstate Yemen’s exiled government aims first to set it up in the mostly recaptured port city of Aden and then return it to Sanaa if possible via peace talks with Houthi foes, a coalition spokesman said on Thursday.

But if the Iranian-allied Houthis did not eventually agree to quit Sanaa, the government would have the right to “get them out” by force, Brigadier General Ahmed Assiri said in an interview.

A Saudi-led Arab coalition allied with southern Yemeni secessionist fighters retook much of Aden last week in the first significant ground victory of their campaign to end Houthi militia control over much of the Arabian Peninsula country and restore the exiled president, Abd-Rabbu Mansour Hadi.

Yemeni forces backed up by Saudi-led air strikes have recaptured positions on Aden’s outskirts used by Houthis to fire rockets into the city, local officials said on Thursday.

Senior members of Yemen’s exiled administration flew into Aden on July 16 to make preparations for the government’s return to the major southern port, four months after it was pushed out by Houthi forces, the dominant armed faction in the conflict.

Assiri, whose side has been conducting air raids on Houthis since March 26, said the first task was to secure Aden so the government could operate from there for the moment.

First step

“Aden was the first step. Now the government will start rebuilding their military capability, their security capability, the stability in cities,” he said, and this would need time.

“We believe that going surely, step by step, if the Houthis get out of Sanaa through peace talks, then this is important.

“But if they keep controlling (Sanaa), I think the legitimate government has the right to get them out of Sanaa.”

Sanaa is in northern Yemen and has been frequently bombed by Saudi-led warplanes over the past four months.

Rights abuses

Assiri said the Houthis ought to implement U.N. Security Council Resolution 2216, which calls for the Zaydi Shi’ite movement to withdraw from cities under their control, return seized arms and allow Hadi to return from his Riyadh exile.

The Houthis have rejected that resolution, arguing they are pursuing a revolution against a corrupt government and Sunni Islamist militants, and they deny having any military or economic links to Shi’ite Iran, the Saudis’ main regional foe.

Assiri said the coalition welcomed investigators to Yemen to look into rights abuses by any side in the four-month-old war.

“I assure you the coalition is very ready to cooperate with any investigation in Yemen,” he said, noting that it would be up to the Yemeni government to grant access to the country.

But he said a Human Rights Watch accusation that coalition warplanes bombed civilians on July 24 in a possible war crime was biased, and that HRW had not sought coalition comment.

An HRW researcher acknowledged to Reuters that no such response had been sought but he said a request for comment on a previous similar investigation had received no reply.

“There is no question that this was an air strike,” said the researcher, Ole Solvang.

Human Rights Watch has accused both sides of abuses, most recently the coalition over the July 24 raid in western Yemen and pro-Houthi forces of firing rockets indiscriminately into residential areas in Aden.

“We believe the report was designed to accuse the coalition without seeing what the others do and without hearing our view,” Assiri said, adding Houthi rocket fire was to blame. He noted HRW’s report had urged an investigation into the attack, while blaming the coalition. He described this as illogical.

https://english.alarabiya.net/en/News/2015/07/30/Arab-led-bloc-First-aim-to-restore-Yemeni-govt-in-Aden-Sanaa-later.html

Ataque aéreo de coalizão no Iêmen deixa mortos após início de trégua

Ataques aéreos liderados pela Arábia Saudita mataram 21 civis na capital do Iêmen, Sanaa, na manhã desta segunda-feira, disseram parentes de vítimas e médicos à Reuters, dois dias após o início de uma trégua humanitária intermediada pela Organização das Nações Unidas (ONU), não reconhecida por Riad.

“Três mísseis miraram no bairro, destruindo 15 casas, matando 21 pessoas e ferindo outras 45”, disse um morador.

Uma aliança liderada pela Arábia Sauditabombardeou a milícia houthi e Forças militares leais ao governo do ex-presidente Ali Abdullah Saleh desde 26 de março, com objetivo de expulsá-los de áreas no sul e centro do país e restaurar o governo exilado.

Os houthis, que são aliados ao Irã, principal rival regional de Riad, avançaram de sua fortaleza no norte há um ano, capturando a capital Sanaa em setembro, e seguiram para o sul neste ano, gerando os ataques aéreos liderados pela Arábia Saudita.

Mais de 3 mil pessoas foram mortas no confronto e ataques aéreos até o momento, ampliando uma crise humanitária existente, mas os houthis e as Forças de Saleh permanecem no povoado lado ocidental do país.

A ONU intermediou uma pausa no confronto na sexta-feira para permitir a entrega de ajuda humanitária, mas a aliança liderada pela Arábia Saudita informou que não foi pedida pelo presidente exilado do Iêmen, Abd-Rabbu Mansour Hadi, para parar os ataques.

Pessoas buscam por sobreviventes em escombros de ataque em Sanaa  (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)Pessoas buscam por sobreviventes em escombros de ataque em Sanaa (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

Menina chora após um bombardeio comandado pela Arábia Saudita matar o pai dela em Sana, capital do Iêmen. Ataques feitos na manhã desta segunda-feira (13) na cidade deixaram ao menos 21 civis mortos, segundo testemunhas (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)Menina chora após um bombardeio comandado pela Arábia Saudita matar o pai dela em Sanaa, capital do Iêmen (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

Coalizão internacional realizou 29 ataques perto de Ramadi, no Iraque

A coalizão internacional antijihadista liderada pelos Estados Unidos realizou, nas últimas 24 horas, 29 ataques aéreos contra o grupo Estado Islâmico (EI) perto de Ramadi, a capital da província iraquiana de Al-Anbar, segundo um comunicado divulgado nesta segunda-feira (13).

“Perto de Ramadi, 29 ataques aéreos visaram 67 alvos do EI”, destruindo um veículo de transporte de tropa blindado, indicou a coalizão.

Esses ataques, em número particularmente elevado, teriam acontecido na véspera de uma nova operação terrestre das forças de segurança iraquianas visando reconquistar a província de Al-Anbar, em particular suas duas principais cidades, Ramadi e Fallujah.

Esta operação foi anunciada nesta segunda-feira pelo comando do exército iraquiano, que não forneceu outros detalhes.

“As Forças Armadas, as Unidades de Mobilização Popular (milícias xiitas), forças especiais, policiais federais e membros de várias tribos, lançaram operações de libertação e avançam com objetivos definidos”, segundo o exército.

“As forças de segurança foram capazes de libertar os setores de Albul Chijel e Chiha, perto de Khaldiyah”, entre Ramadi e Fallujah, indicou um oficial do exército, que disse que os jihadistas haviam sido expulsos para seu reduto de Fallujah, mais a leste.

Os combatentes das Unidades de Mobilização Popular explicaram que avançavam a nordeste de Fallujah, localizada a menos de 100 quilômetros de Bagdá, nas mãos dos jihadistas sunitas do EI desde o início de 2014.

Os arredores desta cidade e de Ramadi, capital da província de Al-Anbar, são palco de combates entre as forças governamentais e o EI há meses. Em maio, as tropas do regime perderam as últimas áreas que controlavam em Ramadi, cedendo ao EI sua segunda capital provincial após Mossul.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/coalizao-internacional-realizou-29-ataques-perto-de-ramadi-no-iraque.html

Ataque aéreo mata dois líderes do Estado Islâmico na Síria

Dois altos dirigentes do Estado Islâmico foram mortos num ataque aéreo no nordeste da Síria nesta segunda-feira, afirmou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

O observatório, que reúne informações a partir de uma rede de ativistas em solo, identificou os líderes como um iraquiano, Abu Osama al-Iraqi, e um sírio chamado Amer al-Rafdan.

Rami Abdulrahman, que dirige o observatório, disse que não estava claro se o ataque aéreo na Província de Hasaka foi levado a cabo pelo Exército sírio ou uma coalizão liderada pelos Estados Unidos que está montando uma campanha aérea independente contra o Estado Islâmico na Síria.

O radical Estado Islâmico está lutando na província de Hasaka contra as forças do governo sírio e milícias e combatentes curdos sírios que receberam apoio aéreo da coalizão liderada pelos EUA. Hasaka faz fronteira com a Turquia no norte e com o Iraque no leste.

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse na semana passada que a coalizão está intensificando sua campanha no norte da Síria. A milícia curda YPG fez uma série de avanços contra o Estado Islâmico no norte, incluindo a captura da cidade de Tel Abyad na fronteira turca.

Abdulrahman disse que Al-Iraqi tinha o título de “governador” da província que o Estado Islâmico havia declarado no nordeste da Síria. Rafdan já havia servido como governador do Estado Islâmico da província de Deir al-Zor, disse.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/ataque-aereo-mata-dois-lideres-do-estado-islamico-na-siria.html

Bombardeios aéreos violam trégua humanitária no Iêmen

A trégua humanitária em vigor há poucas horas no Iêmen foi violada neste sábado várias vezes por bombardeios da coalizão árabe, liderada por Riad, contra posições rebeldes e confrontos entre insurgentes e combatentes pró-goberno.

Segundo a ONU, 80% da população, ou seja 21 milhões de pessoas, precisa de ajuda ou proteção e mais de 10 milhões têm problemas para obter alimentos ou água potável em consequência da guerra, que já deixou mais de 3.200 mortos, metade deles civis, desde o fim de março.

Esta trégua é “nossa última esperança”, declarou à AFP a porta-voz do Programa Mundial de Alimentos (PAM), Abeer Etefa. Na semana passada, o PAM conseguiu transportar 9.000 toneladas de alimentos a seu depósito no Iêmen e a agora precisa distribuir os mantimentos.

Aviões da coalizão liderada pela Arábia Saudita atacaram posições dos rebeldes na cidade de Taez, no centro do Iêmen, na manhã deste sábado, horas após o início de uma trégua no país, informaram testemunhas.

Dois rais atingiram posições dos rebeldes xiitas huthis na rua Arbaeen de Taez, onde prosseguiam os combates entre os insurgentes apoiados pelo Irã e combatentes fiéis ao presidente no exílio Rabbo Mansour Hadi, mesmo após o início do cessar-fogo.

A trégua humanitária entrou em vigor às 23h59 de sexta-feira (17h59 de Brasília), com o objetivo de permanecer até o fim do Ramadã, em 17 de julho, e possibilitar que uma ajuda de urgência chegue aos civis vítimas do violento conflito no país, que enfrenta a ameaça da fome.

O anúncio da trégua ocorreu oito dias após as Nações Unidas declararem no Iêmen o nível 3 de emergência humanitária, o maior em sua escala, com cerca da metade das regiões do país enfrentando uma crise alimentar.

“É imperativo e urgente que a ajuda humanitária chegue às pessoas vulneráveis do Iêmen sem obstáculos e através de uma pausa humanitária incondicional”, disse na quinta-feira o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, recebeu garantias dos rebeldes xiitas huthis e de outras partes de que a pausa seria respeitada completamente e que não iriam ocorrer violações de nenhum combatente sob seu comando.

O caos no Iêmen se aprofundou depois que a coalizão árabe lançou bombardeios no fim de março para evitar o avanço dos rebeldes huthis.

A Arábia Saudita e seus aliados do Golfo exigem que os huthis retrocedam no território tomado em sua ofensiva e que Abedrabbo Mansour Hadi volte ao poder.

https://br.noticias.yahoo.com/tr%C3%A9gua-humanit%C3%A1ria-entra-vigor-i%C3%AAmen-005013561.html

Ataque da coalizão saudita no Iêmen provoca um massacre em mercado

Pelo menos 33 civis morreram e outros 67 ficaram feridos na madrugada de sábado para domingo em Harez (noroeste do Iêmen), num ataque aéreo da coalizão liderada pela Arábia Saudita sobre a província de Amran, um dos bastiões dos rebeldes houthis (movimento xiita). Os projéteis atingiram um mercado. Em Áden, no sul do país, os combates entre os houthis e as forças que apoiam o governo se intensificaram. No total, cerca de 100 pessoas morreram na segunda-feira nesta série de ataques.

No necrotério do hospital público de Hajjah —o único em funcionamento na região—, situado a três horas de carro de Harez, já não cabem mais corpos. Foi preciso comprar 10 refrigeradores de sorvete para conservar os cadáveres. Rostos de jovens, mulheres e idosos envoltos em mantas esperam empilhados nas câmaras até serem enterrados.

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“Eu estava no mercado quando de repente caiu a primeira bomba. Logo vieram outras duas. O local estava repleto de corpos. Um massacre”, relata Abdalá Ali, de 15 anos, um dos sobreviventes. Na noite de sábado, o ataque dos caças da coalizão liderada pela Arábia Saudita atingiu um mercado, um posto de gasolina e várias ruas do povoado de Harez, próximo à fronteira saudita. Os feridos continuam amontoados nos quartos conjugados e nos pátios do hospital público Jumhuriya de Hajjah.

“Depois do iftar [ruptura do jejum], todo mundo vai ao mercado, onde estão os restaurantes e as lojas dokhat [erva popular consumida no Iêmen]. Ali mascamos a erva e ficamos um tempo”, diz Ali. Com 11 médicos e uma centena de camas, o hospital público Jumhuriya é o único que permanece de pé num raio de 10 províncias. Uma carência que não pode ser permitida na região, uma das mais castigadas pelos bombardeios da coalizão. Como outras do norte, Amran é um dos bastiões dos rebeldes do movimento xiita. “Abastecemos 50% da província de Hajjah. Ou seja: somos o único hospital disponível para um milhão de pessoas”, explica Ali Nasser, diretor da instituição.

Vítimas do embargo, os habitantes recebem cada vez menos medicamentos e dependem dos pequenos estoques fornecidos pelo Ministério da Saúde. A falta de material médico e de combustível, também em virtude do embargo, impede que vidas sejam salvas a tempo. Três feridos de nacionalidade etíope morreram na ambulância.

Na região que faz fronteira ao norte com a Arábia Saudita, as cidades estão ficando vazias. Os habitantes vão lotando, aos poucos, os povoados do sul. Nasser diz que Hajjah, de 80.000 habitantes, recebeu 23.000 refugiados. Rebeldes houthis armados vigiam as estradas que levam à cidade. E também as suas ruas. “Os bombardeios são diários e indiscriminados”, afirma o cirurgião Issam Al Qaraula, que não esconde o seu desprezo pelo país vizinho, líder de uma coalizão formada por outros oito países —Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Bahrein, Catar, Sudão, Egito, Jordânia e Marrocos, além do apoio logístico dos Estados Unidos— para combater o movimento xiita.

Os iemenitas têm pouca esperança de que darão resultado as tentativas de mediação da ONU para uma trégua humanitária. Em Áden, uma das principais cidades do país, os combates continuam. Um bombardeio da coalizão atingiu posições rebeldes e matou oito; seis civis também morreram nos ataques, segundo afirmou uma autoridade da província à agência France Presse. A capital, Sana, viveu no fim de semana duas das noites mais intensas de bombardeios desde que estes começaram, em 26 de março.

Os iemenitas vivem presos e cada vez mais vulneráveis pelasmúltiplas guerras empreendidas pelos rebeldes houthis, a coalizão, a Al Qaeda, as tribos sunitas do centro do país e o Exército do Iêmen. A destruição das bombas tem exacerbado a ira dos civis contra seus vizinhos sauditas. Nas ruas de Sana, um grupo de crianças lançava rojões para o céu. “Este é para os sauditas!”, gritavam várias delas.

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/05/internacional/1436126786_214879.html

Violência no Iêmen deixa 130 mortos em dois dias

Sanaa, 07/07/2015 – Dois carros-bomba mataram pelo menos dez pessoas nesta terça-feira, em um dos mais violentos períodos da campanha aérea liderada pela Arábia Saudita no país, que deixou pelo menos 120 mortos na segunda-feira. O aumento na violência ocorre mais de três meses após o início dos ataques aéreos sauditas, em 26 de março.

A coalizão apoiada pelos EUA busca expulsar os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, e restaurar Abed Rabbo Mansour Hadi, o presidente iemenita exilado, um aliado dos sauditas.

O braço iemenita do grupo extremista sunita Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade por um dos atentados com carros-bomba em Sanaa. O ataque matou uma criança e deixou 14 feridos, perto de uma mesquita frequentada pelos rebeldes houthis, segundo testemunhas e funcionários.

O segundo carro-bomba, na cidade de Al Bayda, no sul do país, matou nove pessoas, entre elas dois policiais e duas crianças, segundo uma fonte local do setor de segurança. Nesse caso, nenhum grupo reivindicou o ataque até agora.

Na segunda-feira, um ataque em Lahj, no sul do país, matou pelo menos 47 pessoas, segundo uma fonte local de segurança. Outro ataque na província de Amran, no norte, matou 30 pessoas, enquanto outras 46 morreram em ataques aéreos no extremo norte do país, segundo as fontes.

Mais de 3 mil pessoas foram mortas no Iêmen desde março, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas. O país, o mais pobre do mundo árabe, enfrenta uma crise humanitária cada vez pior. Fonte: Dow Jones Newswires.

Ataque da coalizão internacional mata líder do EI em Mossul

Um importante líder do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) morreu em um bombardeio da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos no oeste da cidade de Mossul, no norte do Iraque, informou nesta segunda-feira (29), Agência Efe uma fonte de segurança.

 Foto: Rodi Said / Reuters
Civis em uma moto passam em frente a um escritório que pertenceu a combatentes do Estado Islâmico, em Tel Abyad. 19/06/2015

Foto: Rodi Said / Reuters

O general Neshm al Jabouri, comandante das operações de segurança do governo do Iraque na província de Ninawa, cuja capital é Mossul, explicou que Abdullah Mohammed al Huran morreu quando o veículo no qual viajava foi atingido na noite de ontem em um ataque aéreo na zona de Al Eslah al Zerai.

Al Huran, chamado pelos jihadistas de Mohammed Baqia, líder militar do EI em uma região de Mossul, pertencia a uma das maiores tribos árabes da cidade.

As forças de segurança do Iraque, apoiadas pelas milícias xiitas “Multidão Popular”, mataram na noite de domingio (28) pelo menos 11 jihadistas quando eles tentaram atacar as jazidas de petróleo de Oyeil el Alash, no leste da cidade de Tikrit, ao norte de Bagdá.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/lider-do-ei-em-mossul-e-morto-em-bombardeio-da-coalizao-internacional,b257c2a98bfa3f74ce8d467987fc99955nbyRCRD.html

EUA e aliados realizam ataques aéreos contra Estado Islâmico na Síria e no Iraque

Os Estados Unidos e seus aliados realizaram 17 ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico na Síria e no Iraque, em um período de 24 horas nas últimas incursões diárias contra os militantes, informou comunicado da Força Tarefa Conjunta.

Quatro dos ataques foram perto da cidade síria de Al Hasakah, onde bombardeiros do Estado Islâmico explodiram cerca de uma dúzia de caminhões carregadas de explosivos em postos de controle do exército nos últimos dias. Quatro outros ataques miraram unidades táticas, veículos e posições de morteiro perto de Ar Raqqah e Kobani, disse a nota.

No Iraque, foram atingidas unidades táticas, veículos, edifícios e artilharia pesada do Estado Islâmico em nove ataques perto de Baghdadi, Bayji, Mosul, Ramadi, Sinjar e Tal Afar.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/eua-e-aliados-realizam-ataques-aereos-contra-estado-islamico-na-siria-e-no-iraque,3a30a6b024496936e2f8ecf84237598b8d2lRCRD.html