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Hamas comemora com milhares de palestinos ataque terrorista que matou 4 israelenses

Milhares de ativistas e partidários do Hamas foram às ruas do campo de refugiados de Jabalya, em Gaza, no domingo à noite, para se reunirem contra Israel e louvar o ataque terrorista que atingiu Jerusalém, matando quatro israelenses.

Mais cedo no domingo, um palestino lançou seu caminhão contra um grupo de soldados israelenses em Jerusalém, matando quatro deles em um ataque que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que provavelmente tinha sido inspirado pelo Estado Islâmico.

Cantando slogans anti-israelenses os manifestantes marcharam para o comício onde doces foram entregues em comemoração.

“A mensagem do nosso partido islâmico Hamas é uma mensagem de encorajamento e apoio para todos os jihadistas que realizam um ataque que põe um fim aos atos do inimigo sionista”, disse o líder do Hamas, Fathi Hamad, que liderou a manifestação.

O grupo islâmico palestino elogia rotineiramente aqueles que realizam ataques de rua contra israelenses.

O ataque palestino em Jerusalém foi o mais letal em meses e alvejou cadetes de oficiais quando eles desembarcaram de um ônibus que os trouxe para o passeio de Armon Hanatziv que tem uma vista panorâmica da cidade velha murada.

Os militares disseram que um oficial e três cadetes oficiais foram mortos e que outros 17 ficaram feridos.

A polícia identificou o motorista do caminhão como um palestino de Jerusalém Oriental e disse que ele foi morto a tiros. Seu tio, Abu Ali, nomeou-o como Fadi Ahmad Hamdan Qunbor, 28 anos.

Após o ataque, Netanyahu disse que as limitações de acesso foram impostas dentro e ao redor do bairro de Jerusalém Oriental e que novas ações serão tomadas por Israel.

Tarde no domingo, a polícia foi vista patrulhando a área e parando veículos para verificações. Os palestinos lançaram fogos de artifício contra as forças policiais, mas nenhum acidente foi relatado.

Ações inspiradas pelo Estado Islâmico em Israel, Cisjordânia e Jerusalém têm sido raras e apenas algumas dúzias de árabes israelenses e palestinos são conhecidos por terem declarado sua simpatia com o grupo.

Uma onda de ataques palestinos em ruas, incluindo a destruição de veículos, em grande parte desacelerou, mas não parou completamente desde que começou em outubro de 2015 e 37 israelenses e dois americanos visitantes foram mortos nesses assaltos.

Matéria completa em: http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Hamas-holds-rally-in-Gaza-to-celebrate-terrorist-ramming-that-killed-four-Israelis-477860

 

O Que o Canadá Fez ao Comemorar o Dia da Hijab?

por Shabnam Assadollahi

  • A afronta é que o Dia da Solidariedade da Hijab foi realizado sob o patrocínio da Cidade de Ottawa, a capital do Canadá. Não é a função de um governo democrático enaltecer símbolos religiosos ou apoiar o proselitismo religioso.
  • A aceitação do governo de um Dia da Solidariedade da Hijab de Ottawa equivale à aceitação de um sistema jurídico radical completamente contrário aos valores democráticos do Canadá além de desrespeitar os limites que separam igreja e estado. Endossar a hijab é endossar o primeiro passo de uma ideologia extremista que conduz e avaliza assassinatos em nome da honra, mutilação genital feminina (MGF) e a opressão das mulheres.
  • Em 2007, Aqsa Parvez, uma muçulmana paquistanesa de 16 anos, residente em Toronto foi estrangulada por seu pai. O crime dela, como mulher livre no Canadá, foi não usar a hijab. Em outro caso no Canadá em 2012, quatro mulheres muçulmanas foram assassinadas pela própria família por terem se recusado a usar a hijab dando preferência aos trajes ocidentais.

Na quinta-feira passada, 25 de fevereiro de 2016, a cidade de Ottawa sediou um evento público para celebrar a hijab, a repressão física das mulheres praticada pelo Islã.

A instituição The City for All Women Initiative (A Iniciativa da Cidade para Todas as Mulheres CAWI), apoiada pela Prefeitura de Ottawa, organizou a comemoração do Dia da Solidariedade da Hijab de Ottawa, também chamada de “Caminhando com Nossas Irmãs Muçulmanas”, nas dependências da prefeitura. De acordo com a CAWI, o principal objetivo do evento foi o de incentivar as mulheres não muçulmanas a usarem a hijab para compreenderem como a vida é sob o prisma de uma mulher muçulmana.

A afronta é que um evento dessa natureza foi realizado sob o patrocínio da Cidade de Ottawa, a capital do Canadá. Sob a lei islâmica da Sharia, a hijab é a expressão da opressão das mulheres e é utilizada como ferramenta de perseguição contra elas pelos homens.

Para muitas ex-muçulmanas ou muçulmanas seculares, a hijab é tudo menos um símbolo de liberdade. A hijab tem a função de lembrar as mulheres, física e diariamente, que elas são cidadãs de segunda classe aos olhos do Islã.

Defensores da hijab me jogaram em uma cadeia iraniana por 18 meses quando eu tinha 16 anos, por protestar contra o extremismo islâmico. Minha família e eu fomos obrigadas a fugir e conseguimos, finalmente, encontrar refúgio no Canadá.

Desde então venho trabalhando para expor a verdade sobre o regime do Irã, norteado pela Sharia, bem como defender a libertação das minorias e das mulheres.

Muito embora críticos contrários ao evento da CAWI, inclusive eu, tenhamos sido erroneamente tachados de “islamófobos”, isso não condiz com a realidade dos fatos. As mulheres no Canadá têm o direito de vestirem o que bem entenderem, então por que enaltecer a hijab mais do que o crucifixo ou a quipá (pequeno barrete circular usado por judeus religiosos)? Não é papel do estado tomar esse tipo de atitude.

No Irã, onde eu nasci, as mulheres estão lentamente começando a se levantar contra a opressão do regime voltado para a Sharia. O grupo, My Stealthy Freedom (Minha Liberdade Clandestina), se define como “um movimento social online no qual as mulheres iranianas trocam fotos de si mesmas sem a hijab”.

O simples fato das mulheres muçulmanas no Irã se darem o trabalho, tão perigoso, de arriscarem ir para a cadeia e até de serem mortas, para se posicionarem publicamente contra a opressão de sua própria religião, já é em si uma manifestação importante.

Obrigar as mulheres a usarem a hijab não é uma postura exclusiva do Irã. No Afeganistão assim como em algumas partes da Arábia Saudita, as mulheres se defrontam com espancamentos, multas e até coisas piores por mostrarem seus cabelos. Em 2002, na Arábia Saudita, a “polícia religiosa impediu que meninas de um colégio deixassem a escola em chamas porque elas não estavam usando as roupas islâmicas adequadas… lenços de cabeça, e abayas (túnicas pretas) necessárias segundo a rígida interpretação pelo reino do Islã”. Quinze meninas morreram no incêndio e mais de 50 ficaram feridas.

Na prática iniciada pelos muçulmanos, a purdah, as mulheres são isoladas da sociedade, literalmente aprisionadas pelas suas próprias famílias.

Apesar de se supor que a perseguição de mulheres muçulmanas pelos muçulmanos não ocorra dentro das fronteiras do Canadá, os fatos apontam em outra direção. Em 2007, Aqsa Parvez, uma muçulmana paquistanesa de 16 anos, residente em Toronto foi estrangulada por seu pai. O crime dela, como mulher livre no Canadá, foi não usar a hijab.

Em outro caso, também no Canadá em 2012, Mohammad Shafia, natural do Afeganistão, sua esposa e seu filho foram considerados culpados pelo assassinato em nome da honra das três filhas de Shafia, Zainab, 19, Sahar, 17, e Geeti, 13, bem como da segunda mulher de Mohammad, Rona Mohammad Amir, 50. Todas as quatro foram assassinadas pela própria família por terem se recusado a usar a hijab dando preferência aos trajes ocidentais.

Em 2007, Aqsa Parvez, uma muçulmana paquistanesa de 16 anos, residente em Toronto foi estrangulada por seu pai. O crime dela, como mulher livre no Canadá, foi não usar a hijab.

A aceitação do governo de um Dia da Hijab de Ottawa equivale à aceitação de um sistema jurídico radical completamente contrário aos valores democráticos do Canadá além de desrespeito aos limites que separam igreja e estado. Endossar o uso da hijab é endossar o primeiro passo de uma ideologia extremista que conduz e avaliza assassinatos em nome da honra, mutilação genital feminina (MGF) e a opressão das mulheres.

Quando o autor deste artigo redigiu uma carta aberta ao Prefeito de Ottawa Jim Watson, como resposta, seu porta-voz ressaltou ao jornal Ottawa Sun que o prefeito não irá intervir “nessa diferença de opinião entre esse indivíduo e os organizadores do evento” uma vez que o evento “respeita as políticas pertinentes… Não é minha função dizer às pessoas o que elas devem vestir”. E também não é a função de um governo democrático enaltecer símbolos religiosos ou apoiar o proselitismo religioso.

Será que o governo de Ottawa gostaria de fazer comemorações do “Dia da Solidariedade do Crucifixo de Ottawa”, “Dia da Quipá de Ottawa” e “Dia do Turbante Persa de Ottawa”?

A Cidade de Ottawa, capital do Canadá, deveria ter reconsiderado, com seriedade, seu apoio ao evento da CAWI.

Shabnam Assadollahi, que teve que fugir do Irã por protestar contra o extremismo islâmico, é uma ativista de direitos humanos radicada no Canadá.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7519/canada-dia-hijab

Sharia aplicada pelo Tribunal Saudita determina 10 anos de prisão para qualquer um que comemora o natal

O Reino islâmico da Arábia Saudita é mundialmente conhecido por suas atrocidades contra os direitos humanos , e  apesar do fato do constante  apedrejamento, corte dos dedos e decapitação de pessoas que não seriam consideradas criminosas em grande parte do mundo, o país continua a ser um bom amigo do Estados Unidos.

Não muito tempo atrás, um idoso britânico foi condenado a 350 chibatadas depois de cumprir uma pena de prisão de 12 meses e, em seguida, condenado à morte -para o crime de portar um vinho.

Um garoto de 17 anos-Ali Mohammed Al-Nimr está atualmente à espera de ser decapitado por ter participado de uma manifestação.

Agora, verificou-se que o Reino introduziu prisão de 10 anos para qualquer um que comemora o Natal em sua jurisdição.
Cantar uma canção de Natal ou participar de qualquer celebração resultará em 1000 chibatadas, ainda que a pessoa esteja apenas desejando a um amigo ou uma família “Feliz Natal”, mesmo se você estiver ouvindo fazê-lo ao telefone.

A Anistia Internacional tem, como de costume condenado isso, dizendo que equivale a violação grosseira dos direitos humanos.
Mas, considerando o fato de que a Arábia Saudita, apesar das suas numerosas violações dos direitos humanos continua a ser boa amiga dos Estados Unidos, não é incomodada com qualquer tipo de condenação.

A Human Rights Watch apelou nominando a proibição de Natal como insana e ridícula; mas, em seguida, essas duas palavras são sinônimas para a Arábia Saudita.

http://jknewsservice.com/2015/12/25/saudi-arabias-sharia-court-introduces-10-years-jail-term-for-anyone-who-celebrates-christmas/

Líderes do Estado Islâmico comemoram queda de avião no Egito, diz NBC

Comunicações entre os líderes do Estado Islâmico em Raqqa, na Síria, e pessoas na Península do Sinai incluíram comemorações sobre a derrubada de um avião de passageiros russo na região, afirmou a emissora NBC nesta sexta-feira (6), citando autoridades norte-americanas não identificadas.

“Eles estavam claramente comemorando”, afirmaram autoridades dos EUA, segundo o programa Nightly News, da NBC. Na “conversa rápida”, eles se gabavam da derrubada do avião no sábado e de como aquilo foi feito.

A comunidade de inteligência dos EUA interceptou uma mensagem de um grupo do Sinai ligado ao Estado Islâmico que alertou sobre “algo grande na área” antes da queda do avião.

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Avião de companhia russa cai no Egito30 fotos

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5.nov.2015 – Pavel e sua filha Veronika choram ao lado da sepultura de Nina Yushchenko, 60, em um cemitério na vila de Sitnya, a 80 km de Veliky Novgorod, na Rússia. Nina é uma das vítimas do acidente com o avião russo que caiu no Egito e matou todos as 224 pessoas a bordo Dmitry Lovetsky/AP

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2015/11/06/lideres-do-estado-islamico-comemoram-queda-de-aviao-no-egito-diz-nbc.htm

Palestinos comemoram o ‘Dia Internacional da Mulher’ homenageando as terroristas que mataram civis israelenses

O Dia Internacional da Mulher foi comemorado pelos palestinos com a circulação das fotos de terroristas do sexo feminino que mataram dezenas de israelenses.

Foi divulgado um comunicado homenageando 20 criminosas que estão em prisões israelenses.

http://elderofziyon.blogspot.co.il/2015/03/pa-using-womens-day-to-support.html#.VP6Ff_nF9id