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A “inspiração palestina” para criação de um novo Estado Totalitário Islâmico

Por Andréa Fernandes

Nos últimos meses, a mídia global tem proporcionado grande visibilidade à expulsão dos rohingyas em Mianmar (Birmânia). Amparados em dados fornecidos pela ONU, ativistas de direitos humanos e jornalistas noticiam semanalmente as ações do governo rotulando-as erroneamente como “genocídio” e até mesmo o Papa foi instado a se pronunciar contra as violações cometidas única exclusivamente contra o referido grupo étnico, apesar de os cristãos estarem sofrendo terrível perseguição que não atrai a atenção da imprensa.

Venho acompanhando o desenrolar da crise e não me surpreendeu um acontecimento não anunciado no Ocidente: numa reunião com o presidente do parlamento em Bangladesh na terça-feira, uma delegação do Oriente Médio – composta por representantes de diversas entidades nas áreas humanitária e política – emitiu o comunicado de que a comunidade internacional deve agir rapidamente sobre a crise com os royingyas ou o mundo criará outra Palestina.

Ora, por que entidades islâmicas estão fazendo conexão dos rohingyas com os palestinos? Há alguma semelhança entre ambas as crises?

Por saber que o Google está contaminado com “desinformação”, penso serem necessárias algumas informações para o leitor perceber que a “crise” que tanto preocupa a ONU representa mais uma faceta do projeto de islamização de territórios não-muçulmanos.

Para tanto, vamos sanar inicialmente a primeira dúvida que aparece ao debatermos essa questão: quem são os rohingyas? A “resposta” vai depender muito da fonte a ser consultada. Se a pesquisa for efetuada num site árabe como Al Jazeera, você lerá que “são a minoria mais perseguida do mundo“, isto porque, países muçulmanos e a imprensa simplesmente ocultam a realidade de que são os cristãos a minoria mais perseguida, sendo “alvos prediletos” em países muçulmanos.

Apologistas árabes muçulmanos costumam definir os rohingyas como grupo étnico formado principalmente por muçulmanos que viveram durante séculos em meio aos budistas de Mianmar. Por outro lado, diversos estudiosos afirmam que a palavra “rohingya” não é encontrada em nenhuma fonte histórica, exceto num único texto do final do século 18. Além disso, reconhecem que o termo passou a ter popularidade entre os muçulmanos do estado de Rakhine (situado em território birmanês) nos anos 50 e 60, oportunidade em que se deu uma “rebelião mujahid” – rebelião daqueles que lutam pela jihad – contra o governo budista birmanês exigindo um Estado separado para os muçulmanos de Arakan. Segundo Jaques P. Leider, especialista em História do sudeste asiático, “até a década de 1990, ‘rohingya‘  foi utilizado na maioria dos meios de comunicação não como uma denominação étnica ou religiosa, mas como uma denominação de insurgentes que resistiram ao governo de Mianmar e tentaram criar um Estado muçulmano independente perto de Bangladesh.

Dessa maneira, já dá para ver que estamos diante de mais um “povo inventado” com o escopo de dar continuidade ao expansionismo imperialista islâmico, senão vejamos: a rede Al Jazeera reconhece “evidências” que não são divulgadas pela grande mídia e vale transcrever para breve apreciação:

Durante os mais de 100 anos de governo britânico (1824-1948), houve uma quantidade significativa de migração de trabalhadores da Índia atual e do Bangladesh para o que hoje é conhecido como Myanmar. Como os britânicos administraram Myanmar como uma província da Índia, essa migração foi considerada interna, de acordo com a Human Rights Watch (HRW). A migração de trabalhadores foi vista negativamente pela maioria da população nativa.

Ora, podemos constatar dois fatos importantes para desvendar as falácias da “propaganda muçulmana”: Al jazeera, que não aceita a decisão dos britânicos em relação a partição de território para formação do Estado de Israel e da “Palestina”, aceitou de “bom grado” como legítima a migração de muçulmanos oriundos da Índia e Bangladesh para território de maioria budista (Mianmar) promovida pelos mesmos “colonialistas britânicos”. E nesse caso, pouco importa o “parecer” de uma instituição humanitária como a HRW, que não tem autoridade alguma para definir assuntos pertinentes à soberania dos países. Outrossim, uma vez não tendo o canal árabe explicado o motivo da indignação da “população nativa” (budista), urge esclarecimentos indispensáveis.

Na verdade, o que está acontecendo em Mianmar é um conflito religioso entre muçulmanos e budistas em virtude do estabelecimento da jihad apregoada por lideranças muçulmanas para criar mais um Estado teocrático islâmico a fim de  submeter os “infiéis budistas” ao Islã.  Estudiosos atestam que ao conquistarem Arakan em incursões contra Mianmar nos idos de 1824-1826, os britânicos passaram a incentivar a imigração de indianos e bengalis muçulmanos para a região de forma que no início do século 20, a população muçulmana imigrante passou a ser O DOBRO do tamanho da população local. Com isso, a comunidade muçulmana (rohingya) passou a expandir suas redes religiosas, bem como assumir costumes diferentes dos seus vizinhos budistas os quais tiveram suas aldeias deslocadas devido crescimento da população muçulmana.

Apesar de não haver nenhuma “promessa formal”, alguns muçulmanos  acreditavam que os britânicos lhes presenteariam com um território autônomo” após a 2ª Guerra Mundial, pelo que uma parcela deles esperava a separação de Mianmar para unir o território à Índia ou Paquistão. Todavia, em 1946, líderes políticos muçulmanos divulgaram suas intenções de se apropriar do território originalmente birmanês (budista) para formar um Estado independente. Logo, após a independência birmanesa em 1948, iniciou-se uma rebelião dos muçulmanos contra o governo que culminou naquilo que inapropriadamente os ocidentais qualificam de “combates de guerrilha”, mas que na linguagem muçulmana é a jihad, a qual expulsou os budistas das aldeias de Arakan, parte do território que desejam estabelecer um Estado na base da usurpação de terras budistas sob a conivência da comunidade internacional. Sendo assim, o surgimento do nacionalismo budista se deve em grande medida à oposição em relação à imigração em massa de muçulmanos. Porém, com o golpe militar em 1962, encerrou-se a participação política formal dos muçulmanos e demais minorias no país aprofundando-se medidas restritivas contra a mesmas.

Em 1982, o governo aprovou a Lei de Cidadania da Birmânia, que concedeu cidadania a muitos grupos minoritários étnicos, mas não outorgou o mesmo direito aos rohingyas. Assim, explosões de violência vêm sendo promovidas pelos muçulmanos os quais são auxiliados por outras facções terroristas islâmicas na Indonésia e Paquistão. Cabe, ainda, enfatizar que a insurgência violenta dos rohingyias é tema de segurança nacional na Índia, conforme atestam relatórios da inteligência que mostram conexão entre grupos rohingyas e organizações jihadistas (terroristas).

Desse modo, considerando o fato de que há uma “experiência genocida” vivida pelos hindus que continuam sendo erradicados por muçulmanos do território vizinho de Bangladesh – transformado à força num sanguinário Estado totalitário islâmico – é perfeitamente compreensível a pauta budista defendendo a tese de que os rohingyas são uma “identidade religiosa inventada”, afirmando através de documentos históricos a inexistência de uma comunidade assim nominada, pois tais muçulmanos são originalmente “imigrantes” conduzidos por britânicos do moderno Estado muçulmano de Bangladesh para um Estado de maioria budista sem consulta à população local.

Se a Europa rechaça a “imigração ilegal”, deveria também considerar como “legítima” a pretensão do país de maioria budista de não reconhecer um “povo inventado” que almeja criar um Estado islâmico em usurpação à soberania de um país. Aliás, vale lembrar que o governo de Mianmar está disposto a conceder cidadania à minoria muçulmana se concordar em utilizar sua verdadeira identidade, a saber, bengali, o que vem sendo rejeitado por suas lideranças que sonham com a implantação de mais um “califado” na Ásia.

Contudo, embora eu reconheça a total ilegitimidade do pleito dos rohingyas, não posso concordar com ações violentas e ilegais do governo de Mianmar, que também são usuais contra a pacífica minoria cristã que não pleiteia autodeterminação. Matança arbitrária, estupros sistemáticos, incêndio de casas e expulsão de moradores costumam ser estratégias de lideranças muçulmanas contra minorias e não cabe a uma defensora dos direitos humanos “justificar” tais ações que atingem principalmente à população mais vulnerável como mulheres e crianças. Ações enérgicas devem ser voltadas sempre contra os jihadistas e não contra a população vulnerável.

Infelizmente, falta ao governo budista de Mianmar a “ética judaica” no trato para com aqueles que almejam usurpar seu território. Dessa vez, o “esforço jihadista” dos muçulmanos está sendo combatido com as “mesmas armas” pelos “discípulos de Buda” que resolveram dar uma trégua aos seus ensinamentos religiosos para seguir os “preceitos de paz” ensinados pela ortodoxia islâmica!

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem:http://www.rfa.org/english/news/myanmar/myanmar-government-orders-state-media-not-to-use-rohingya-06212016155743.html

 

 

‘Conflito esquecido’: Uma brasileira entre refugiados e ataques de meninas suicidas no Chade

Quando a carioca Karina Teixeira contou que iria para uma missão humanitária no Chade, muitos de seus amigos e parentes lhe perguntaram se ela estava louca.

Com o conflito, o Chade vive uma das maiores crises humanitárias da atualidade. Além da pressão causada pela entrada de nigerianos e moradores de outros países vizinhos obrigados a fugir de casa por conta da violência do Boko Haram, há a ameaça constante de ataques suicidas cometidos por meninas sequestradas pelo grupo.

Somente na região do lago Chade (que banha Niger, Camarões, Nigéria e Chade), há mais de 2,7 milhões de deslocados e refugiados.

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ONU aprova as sanções mais duras contra a Coreia do Norte em 20 anos

SÃO PAULO  –  O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta quarta-feira (2), por unanimidade, as sanções mais duras contra a Coreia do Norte em duas décadas.

A decisão reflete o descontentamento com o teste nuclear e o lançamento de um míssil de longo alcance feitos recentemente pelo regime de Pyongyang, o que desafiou a proibição de qualquer atividade relacionada a assunto nuclear.

As medidas incluem inspeções obrigatórias em todas as cargas que saem e entram na Coreia do Norte, pelo mar ou pelo ar, proibição de todas as vendas e transferências de armas pequenas e armamento leve para Pyongyang e expulsão de diplomatas do país que se envolverem em qualquer atividade ilícita.

A resolução proíbe que o país exporte carvão, ferro e minério de ferro -cuja renda está sendo usada para financiar os programas de mísseis balísticos- e também ouro, minério de titânio, minério de vanádio e minerais de terras raras.

Também proíbe vendas de combustível de aviação para o país, incluindo querosene usado por foguetes.

Nos EUA, o presidente Barack Obama disse que “a comunidade internacional, falando a uma só voz, enviou a Pyongyang uma mensagem simples: a Coreia do Norte deve abandonar esses programas perigosos e escolher um caminho melhor para o seu povo”.

A embaixadora dos EUA na ONU, Samantha Power, disse ao Conselho, após a votação, que “a realidade perversa” da Coreia do Norte não tem igual no mundo, pois o país prioriza seus programas nuclear e de mísseis balísticos em detrimento das necessidades básicas de seu próprio povo.

A resolução sublinha que as novas medidas não se destinam a gerar consequências humanitárias negativas para os civis, cuja maioria enfrenta dificuldades econômicas e escassez de alimentos.

Empresas

No setor financeiro e bancário, os países são obrigados a congelar os bens de empresas e outras entidades ligadas aos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

Pela resolução anterior, eles eram apenas “incentivados” a fazê-lo.

A resolução também proíbe todos os países de abrir novas agências, subsidiárias e escritórios de representação de bancos norte-coreanos e proíbe as instituições financeiras de estabelecerem novas joint ventures ou criarem e manterem relações de correspondência com esses bancos.

Ela ainda ordena que os países fechem todos os bancos norte-coreanos e encerrem todas as relações bancárias com o país no prazo de 90 dias.

No âmbito das quatro rodadas de sanções da ONU impostas desde o primeiro teste nuclear do país, em 2006, a Coreia do Norte está proibida de importar ou de exportar produtos e tecnologias nucleares e mísseis.

O país também não pode comercializar bens de luxo.

A nova resolução amplia a lista de itens proibidos, acrescentando outros itens de luxo, como relógios caros, motos, veículos de águas de recreio e cristal de chumbo.

Ela também adiciona à lista negra de sanções 16 indivíduos, 12 entidades -incluindo a Agência de Desenvolvimento Aeroespacial Nacional, responsável pelo lançamento de foguetes- e 31 navios de propriedade da empresa norte-coreana de transporte marítimo Management Company.

Os integrantes dessa lista têm seus bens congelados e, no caso de pessoas físicas, estão proibidas de viajar.

Os EUA, seus aliados ocidentais e o Japão vinham pressionando por novas sanções além das já impostas aos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, mas a China estava relutante em impor medidas que poderiam ameaçar a estabilidade da Coreia do Norte e provocar um colapso na economia do país.

Os Estados Unidos e a China, tradicional aliada da Coreia do Norte, passaram sete semanas negociando as novas sanções.

(Folhapress)

Fonte: Valor Econômico

Nigéria: Conflitos entre xiitas e sunitas intensifica a violência contra cristãos

Apesar de tanto sofrimento, eles se mostram fortes e decididos a seguir o evangelho de Cristo.

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Há relatos de que há uma nova insurgência islâmica na Nigéria, mas desta vez é uma insurgência xiita. De acordo com a BBC News, houve uma briga entre o exército nigeriano e os xiitas, apoiados pelo Irã, no norte da Nigéria. Pelo menos 300 xiitas foram mortos e rapidamente enterrados, logo após os conflitos. “Ver xiitas e sunitas lutando entre si não é algo muito comum na Nigéria. O exército nigeriano correu um grande risco de levantar uma revolta xiita e causar uma verdadeira guerra”, comentou um dos analistas de perseguição.

O grupo xiita partilha com o Boko Haram o domínio de uma vasta extensão territorial do nordeste da Nigéria e tem tido muitos confrontos com o exército governamental. Apesar da sua influência regional, o Movimento Islâmico vem enfrentando problemas com o Boko Haram que vem atacando os locais de culto dos xiitas, em regiões onde as forças governamentais mantinham distância. Recentemente, alguns membros resolveram atacar até mesmo uma caravana onde viajava o chefe do exército e alguns líderes envolvidos com a luta contra o terrorismo. Em retaliação, o exército ocupou algumas aldeias xiitas e deteve o seu líder, que será em breve remetido ao tribunal para responder por diversos ataques da sua organização contra posições do exército.

A rivalidade entre xiitas e sunitas, na Nigéria, tem sido um pouco camuflada pelo próprio governo, que assume sozinho as despesas da luta contra o Boko Haram. Desde maio de 2015, quando Buhari assumiu o governo, prometeu combater a corrupção e a ousadia do grupo extremista, mas apesar de sua intenção, a violência só aumenta, principalmente contra as minorias religiosas. A Portas Abertas tem atuado no país dando assistência aos cristãos nigerianos perseguidos e, apesar de tanto sofrimento, eles se mostram fortes e decididos a seguir o evangelho de Cristo. “Deus eu te agradeço por ter me escolhido. Não sou digna de ser perseguida pelo seu nome. Mas, ter testemunhado sobre ti tem me dado muita alegria. Obrigada, Jesus, pois é o Senhor quem tem me mantido forte!”, declarou uma viúva cristã nigeriana.

 

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/02/conflitos-entre-xiitas-e-sunitas-intensifica-a-violencia-contra-cristaos

Forças turcas matam 32 curdos em conflito

Operação marca escalada de violência após fim de cessar-fogo.

DIYARBAKIR, Turquia — Forças de segurança da Turquia mataram 32 militantes curdos na região majoritariamente curda no Sudeste do país, em um novo episódio que marca o acirramento do confronto reacendido pelo colapso de um cessar-fogo entre o Estado e o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no fim de 2012. Na mesma operação, um policial morreu e outros dois foram feridos.

O cessar-fogo foi encerrado em julho, retornando um conflito que, nas últimas três décadas, provocou a morte de mais de 40 mil pessoas. A maioria dos combates ocorre nas cidades de Cizre e Silopi, próximas às fronteiras com Síria e Iraque. Um toque de recolher foi instituído nestas áreas.

No sábado, 16 rebeldes foram mortos em ambas as cidades, e outros quatro foram mortos no distrito histórico de Sur, na maior cidade da região, Diyarbakir.

Considerado um grupo terrorista por Turquia, EUA e União Europeia, o PKK alega estar lutando por autonomia e por direitos aos curdos no país-membro da Otan.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/forcas-turcas-matam-32-curdos-em-conflito-18444654#ixzz3wtwfs7bQ

Quatro tanques de petróleo em chamas nos portos da Líbia após confrontos

Incêndios causados ​​por choques entre Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) e militantes e guardas próximos aos maiores portos de petróleo da Líbia se espalharam para quatro tanques de armazenamento de petróleo que ainda estavam queimando na quarta-feira, disse um porta-voz dos guardas. Ali al-Hassi disse que as instalações Instalações petrolíferas estavam com guardas no controle dos portos Es Sider e Ras Lanuf, mas escaramuças continuaram. Pelo menos nove guardas foram mortos e mais de 40 ficaram feridas no combate em torno do perímetro da área na segunda e terça-feira.

Hassi disse que os guardas tinham recuperado 30 corpos de combatentes do ISIS, e também tinham capturado dois tanques e outros veículos militares dos militantes. Os bombeiros estavam tentando controlar três incêndios em Es Sider e Ras Lanuf. Dois incêncios foram provocaos por bombardeios do ISIS, e o fogo se espalhou para mais dois, disse Hassi. Es Sider e Ras Lanuf foram fechadas desde dezembro de 2014. Eles estão localizados entre a cidade de Sirte, que é controlada pela ISIS, e a oriental cidade de Benghazi.

A Líbia está dividida entre facções políticas rivais e grupos armados que competem pelo poder e pela riqueza petrolífera do país, quatro anos após a revolta que derrubou Muammar Kadafi. Desde então, a produção de petróleo diminuiu para cerca de 400 mil barris por dia de pouco mais de um milhão de barris por dia. ISIS lucrou com um vácuo de segurança para expandir sua presença, embora não tenha tomado o controle de instalações de petróleo no país.

https://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2016/01/06/Four-oil-tanks-now-on-fire-at-Libyan-ports-after-clashes.html

Defense experts back IDF’s 2014 Gaza campaign, claim critics are invoking wrong set of laws

Report by international High Level Military Group blasts UN commission, says Israel set a standard no other army could match.

Armies of the world would be rendered far less effective if they were forced to operate under the same restrictions as the IDF during last summer’s Gaza campaign, a group of former military and defense leaders from nine countries claim in a new report released Friday.

Following a months-long investigation into the 50-day conflict, the High Level Military Group — made up of retired generals and defense officials from Germany, Colombia, India, Spain, Australia, the United States, France, the United Kingdom and Italy — found that Israel not only abided by the laws of armed conflict, but far surpassed their requirements, despite damning reports by the UN and non-governmental organizations that accused the IDF of potential war crimes.
The group had already defended Israel’s actions in the Gaza Strip earlier this year, submitting their preliminary findings to the UN Human Rights Commission’s probe into the operation, but the group’s final 80-page report goes far beyond their initial assessment.

“Our findings were diametrically opposed to the UN report,” Col. Richard Kemp, one of the document’s authors and the former commander of British forces in Afghanistan, told The Times of Israel on Thursday, blasting the lack of military expertise by the United Nations commission that investigated the conflict. “The UN report was done too quickly and was done by the wrong people.”

The HLMG, which includes, the former chairman of the NATO military committee, the former chief of staff of the Italian army, a former US ambassador-at-large on war crimes and the former director-general of the Indian Defense Intelligence Agency, was formed by the Friends of Israel Initiative, a group created by former Spanish Prime Minister José María Aznar in 2010 to fight an “unprecedented campaign of deligitimation against Israel.”

The UN and NGO reports were investigated by human rights experts, and not military personnel who are most familiar with the laws of armed conflict. Without that expertise, the commissions investigating the 2014 Operation Protective Edge arrived at biased and inaccurate conclusions, Kemp said.

The laws of armed conflict
A central issue in all of these reports is that of civilian casualties. One of the problems, the report found, was the UN accepted Hamas’s figures for combatant vs. civilian casualties, which put the ratio at close to 70% non-combatants of the 2,000 or so deaths, compared to the dramatically lower 50% that Israel claims.

The HLMG found Hamas’s numbers to be rife with inconsistencies, such as the “inclusion of duplicate names, incorrect ages, combat-related deaths caused by Hamas or its affiliate organizations, such as in the case of misfired rockets, and deaths not related to the hostilities but classified as such.”

Palestinians walk in front of buildings destroyed by the Israeli military in the northern Gaza Strip town of Beit Lahiya, Monday, August 4, 2014. (Emad Nasser/Flash90)
Palestinians walk in front of buildings destroyed by the Israeli military in the northern Gaza Strip town of Beit Lahiya, Monday, August 4, 2014. (Emad Nasser/Flash90)

More problematic, however, is that the UN and NGO reports were researched from a human rights standpoint and treated the concept of civilian deaths as inherently wrong, even when those incidents occurred under legally acceptable circumstances, Kemp said.

“Human rights law was not the right set of laws to govern this; the laws of armed conflict are,” he added.

A sample of a warning leaflet dropped by the IDF over Gaza (photo credit: courtesy/IDF Spokesman’s Office)
A sample of a warning leaflet dropped by the IDF over Gaza (photo credit: courtesy/IDF Spokesman’s Office)

Commissions investigating the conflict should have looked to see that everything feasibly was done to avoid the deaths of non-combatants, not that casualties didn’t happen, as they inevitably will in wartime. That standard of zero civilian deaths is an impossible one, Kemp said.

Nevertheless, the 11 former army and governmental officials found that Israel adopted a far higher level of restraint than other militaries, citing Israel’s now famous “knock on the roof” technique of dropping a non-explosive ordnance to alert residents that their building is about to be bombed, the telephone calls and leaflets dropped warning non-combatants to leave the scene of an impending attack and numerous examples of missions canceled due to potential non-combatant casualties.

“That threshold isn’t something other nations could handle,” Kemp said. “We can’t call everyone in Iraq before a strike.”

This standard, which is already beginning to be applied to other armies besides the IDF, is a hindrance to military expediency, Kemp argued. “You can’t achieve that aim and also be effective. It’s why we’re not being effective,” Kemp said, referring specifically to the current coalition campaign against the Islamic State in Syria and Iraq.

‘We can’t call everyone in Iraq before a strike’
Not only does that intense international scrutiny on every civilian death inherently hinder the IDF’s and other militaries’ ability to wage an effective war, it will also ironically endanger more citizens, as each civilian death can be perversely used by Hamas and other groups as a weapon on the public opinion “front,” Kemp claimed.

Anticipating war crimes, finding none
The group met with representatives throughout Israel’s defense and political structure, from Prime Minister Benjamin Netanyahu to enlisted soldiers who fought in Gaza, while gathering material for their report.

Kemp, who also previously led the UK Joint Intelligence Committee’s international terrorism team, has defended Israeli military actions against Gaza before, testifying before the UN’s Goldstone commission on Israel’s 2008-2009 Operation Cast Lead. The rest of the group, however, had only brief or tangential connections with the IDF, and many came in to the group anticipating to find indications of Israeli crimes, Kemp said.

Gen. Klaus Naumann, former Chief of Staff of the Bundeswehr and Chairman of the NATO Military Committee (Courtesy)
Gen. Klaus Naumann, former Chief of Staff of the Bundeswehr and Chairman of the NATO Military Committee (Courtesy)

But the HLMG found practically none, laying the blame for the vast majority of civilian casualties — 50 percent of those killed in the conflict, according to some estimates — at the feet of Hamas instead, who they claim instituted a deliberate policy to cause as many Palestinian civilian deaths as possible in order to wage a PR war against Israel. The report lauded not only Israel’s aforementioned operational measures to avoid civilian casualties, but also its overall strategic and organizational structure, which required the constant involvement of Military Advocate General representatives to ensure that the laws of warfare and rules of engagement were respected.

In addition, the report noted that Israel tried multiple times to avoid and end the conflict through diplomatic means, only to be rebuffed by Hamas at every turn.

As all members of the group were retired, they did not represent their home countries, and Kemp explained that the potential for backlash and threat to their professional reputations kept the group independent and objective.

Though there was healthy discussion during the investigation, Kemp said, the group was united in its conclusions. “This wasn’t groupthink. If there was a person with a dissenting opinion, we would have heard about it,” he said.

Hamas PR: Censorship and manipulation
The report decries the terror organization’s use of human shields and confirms many of the allegations levied against Hamas, namely that they used hospitals, UN schools, ambulances and other “sensitive sites” in order to force Israel into compromising positions and bring about international condemnation against the Jewish state.

A shell lies on the ground at the heavily damaged Sobhi Abu Karsh school in Gaza City’s Shejaiya neighborhood, a Hamas stronghold, Tuesday, August 5, 2014. (photo credit: Mohammed Abed/AFP)
A shell lies on the ground at the heavily damaged Sobhi Abu Karsh school in Gaza City’s Shejaiya neighborhood, a Hamas stronghold, Tuesday, August 5, 2014. (Mohammed Abed/AFP)

In addition to the military aspects of last summer’s operation, the HLMG focused considerable attention on Hamas’s manipulation of the media, noting both censorship and “proactive fabrication” as tools in the terror group’s PR arsenal.

Hamas at times forcibly prevented the media from taking and publishing photographs of wounded fighters, only allowing pictures of wounded civilians, the report found. Hamas would also “prepare” the scenes after Israeli strikes, removing weaponry and fighters, before allowing journalists into the area in order to make it appear as though only civilians were hit in the attacks.

The HLMG blamed not only the terror organization for perpetuating these acts of bullying and chicanery, but also the international media for not being more forthright about the clearly distorted and censored view of Gaza that they were reporting. Though some news outlets later admitted to the manipulations, the HLMG found, the damage was already done.

The same, to an extent, can be said of the HLMG report. With reports by the UN, Amnesty International, Israel’s Breaking the Silence, Human Rights Watch and others, the High Level Military Group’s document may be too little too late.

Information Officer for the Office of the High Commissioner for Human Rights Rolando Gomez holds the report of the Commission of Inquiry on the 2014 Gaza conflict next to Commission chairperson Mary McGowan Davis, center, and Commission member Doudou Diene during a press conference on their report on June 22, 2015 at the United Nations Office in Geneva. (AFP / FABRICE COFFRINI)
Information Officer for the Office of the High Commissioner for Human Rights Rolando Gomez holds the report of the Commission of Inquiry on the 2014 Gaza conflict next to Commission chairperson Mary McGowan Davis, center, and Commission member Doudou Diene during a press conference on their report on June 22, 2015 at the United Nations Office in Geneva. (AFP / FABRICE COFFRINI)

In addition to their public release of the document, the group already has plans to discuss their findings with the US Congress, and members of the HLMG will also speak in their home countries. Though there are not yet official plans in the works, the group also hopes to present their findings to the UN, the International Criminal Court and other global bodies, Kemp said.

While it was important to the former military and diplomatic leaders to defend what the group saw as Israel’s legal and legitimate actions in Gaza out of a moral or ethical obligation, the 11 men also saw it with a sense of self-preservation, as the world changes its expectations of how to fight against terror groups and other non-state actors.

The 2014 Gaza conflict report is just the first in a wider study on modern warfare, Kemp said. “There will be a larger project about what can be done against this kind of insurgency.”

http://www.timesofisrael.com/international-defense-experts-back-idfs-2014-gaza-campaign/

Chefes da defesa dos EUA e Rússia discutem Síria e Estado Islâmico

Ash Carter e Sergei Shoigu falaram por telefone sobre papel dos países.
Relações diretas entre militares das nações estavam suspensas há meses.

Chefes da Defesa dos Estados Unidos e da Rússia retomaram contatos de alto nível nesta sexta-feira (18) para discutir seu papel no conflito na Síria.

O secretário americano de Defesa, Ash Carter, e o ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu conversaram por telefone, informou o porta-voz do Pentágono, Peter Cook.

Segundo o Pentágono, Carter jamais falou com seu colega russo desde que tomou posse em fevereiro de 2015.

As relações diretas entre militares dos dois países estavam suspensas há meses, segundo a mesma fonte.

“O secretário da Defesa enfatizou a importância de perseguir estas consultas em paralelo com as conversas diplomáticas que assegurariam uma transição política na Síria”, afirmou Cook em uma declaração

“Ele enfatizou que derrotar o EI e assegurar uma transição política são objetivos que precisam ser perseguidos. O secretário e o ministro concordaram em continuar com o diálogo”, explicou.

Um pouco antes, o secretário de Estado americano John Kerry declarou nesta sexta-feira esperar que discussões entre militares americanos e russos tenham início rapidamente para tratar da guerra na Síria.

“O presidente acha que discussões entre militares são a próxima etapa importante e espero que elas aconteçam em breve”, declarou John Kerry em Londres, onde se contra de visita.

“Obviamente, nosso principal objetivo continua sendo destruir o EI, mas também um acordo político sobre a Síria”, acrescentou.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão internacional contra o grupo jihadista EI.

A Rússia, no entanto, apoia o regime sírio de Bashar al Assad.

Os Estados Unidos e a Otan romperam contatos militares direteos com Moscou em abril do ano passado como protesto ante a intervenção russa na Ucrânia.

http://www.algemeiner.com/2015/09/17/gazans-frustrated-by-hamas-imposed-electricity-cuts-say-israel-is-preferable/

Enviado da ONU propõe novo plano no conflito sírio

Em um novo impulso para acabar com o prolongado conflito sírio, o mediador da ONU na guerra civil síria propôs na quarta-feira convidar os sírios a participar sob a liderança da ONU de grupos de trabalho para resolver quatro grandes problemas, uma vez que as partes em conflito não estavam prontas participar formalmente das conversações de paz.

O mediador Staffan de Mistura disse ao Conselho de Segurança da ONU que os grupos iriam abordar a segurança e a proteção, questões políticas e constitucionais, questões militares e de segurança, e instituições públicas.

“Infelizmente ainda não há um consenso sobre o caminho a seguir”, Staffan informou ao Conselho de Segurança da ONU, após dois meses de reuniões em todo o mundo com os principais intervenientes no conflito.

O mediador esteve perante o Conselho de Segurança da ONU na quarta-feira para longas consultas com as partes em conflito no relançamento das negociações de paz.

Antes de seu discurso na ONU, De Mistura se reuniu com o ministro das Relações Exteriores sírio, como parte dos esforços diplomáticos para encontrar uma solução política para o conflito de quatro anos no país árabe.

De Mistura acrescentou: “Enquanto existir um terreno comum (entre as partes da Síria), as questões sobre a descentralização da autoridade executiva para um corpo de transição, vamos ser honestos conosco, continua a ser o elemento mais polarizado do comunicado.”

Ele expressou a crença no trabalho dos grupos que seria um passo rumo a um “documento sírio” sobre a implementação do Comunicado de Genebra. Enquanto isso, o secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki-Moon pediu ao Conselho de Segurança na quarta-feira para ratificar a proposta do mediador.

O chefe da ONU também reiterou sua posição de que o comunicado de Genebra I deve ser a plataforma política para acabar com o conflito sírio.

As conversações de Genebra marcaram a primeira vez em que os lados em conflito na Síria tinham se sentado juntos desde o início da guerra.

Eles girava em torno do chamado Comunicado Genebra I, elaborado por uma conferência internacional em 2012, na cidade suíça que não envolve ambos os lados na guerra, e onde as potências mundiais apelaram a uma transição política negociada na Síria.

A repressão do governo sírio em um movimento pró-democracia em 2011 levou a um levante armado. O grupo radical Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) aproveitou o caos para declarar um califado no território ao ter apreendido a Síria e o vizinho Iraque. O Secretário-Geral Ban Ki-moon, disse ao Conselho de Segurança na quarta-feira que o número de mortos nos mais de quatro anos de guerra civil era de pelo menos um quarto de milhão de pessoas. Dois antecessores de De Mistura demitiram-se em frustração com a incapacidade de fazer progressos para acabar com a guerra.
(Com Reuters e AFP)

https://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/07/29/U-N-chief-says-Syrian-conflict-must-be-solved-politically.html

Why Palestinians Cannot Make Peace with Israel

  • Americans and Europeans fail to acknowledge that in order to achieve peace, the leaders must prepare their people for compromise and tolerance. If you want to make peace with Israel, you do not tell your people that the Western Wall has no religious significance to Jews and is, in fact, holy Muslim property. Palestinian Authority leaders who accuse Israel of “war crimes” and “genocide” are certainly not preparing their people for peace. Such allegations serve only to further agitate Palestinians against Israel.
  • If Yasser Arafat was not able to accept the generous offer made by former Prime Minister Ehud Barak at the 2000 Camp David summit, who is Mahmoud Abbas to make any concessions to Israel? Arafat was quoted then as saying that he rejected the offer because he did not want to end up drinking tea with assassinated Egyptian President Anwar Sadat, the first Arab leader to sign a peace agreement with Israel.
  • No Palestinian leader has a mandate to reach an everlasting peace agreement with Israel. No leader in Ramallah or the Gaza Strip is authorized to end the conflict with Israel. Any Palestinian who dares to talk about concessions to Israel is quickly denounced as a traitor. Those who believe that whoever succeeds Abbas will be able to make real concessions to Israel are living in an illusion.

There are two main reasons why Palestinians will not sign a real and meaningful peace agreement with Israel — at least not in the foreseeable future.

The first is a total lack of education for peace. The second is related to the absence of a leader who is authorized — or has the guts — to embark on such a risky mission.

Americans and Europeans who keep talking about the need to revive the stalled peace process in the Middle East continue to ignore these two factors. They continue to insist that peace is still possible and that the ball is in Israel’s court.

The Americans and Europeans fail to acknowledge that in order to achieve peace, the leaders must prepare their people for compromise and tolerance.

In fact, it is inaccurate to say merely that Palestinian leaders have failed to prepare their people for peace with Israel. Instead, one should say that the Palestinian leadership has long been inciting its people against Israel to a point where it has become almost impossible to talk about any form of compromise between Israelis and Palestinians.

Since its inception in 1994, the Palestinian Authority (PA) has devoted most of its energies and propaganda to delegitimizing and isolating Israel. Ironically, this incitement continued even as the PA was negotiating with Israel in an attempt to reach a peace agreement.

If you want to make peace with Israel, you do not tell your people every now and then that the Western Wall has no religious significance to Jews and is, in fact, holy Muslim property.

You cannot make peace with Israel if you continue to deny Jewish history or links to the land. Take, for example, what the PLO’s Hanan Ashrawi said in response to statements made by President Barack Obama, in which he acknowledged Jewish history. “Once again, he [Obama] has adopted the discourse of Zionist ideology,” she said. “He adopted it when he came to this region, speaking about the Jews’ return to their land, and that this is a Jewish state.”

You will never be able to make peace with Israel if you keep telling your people and the rest of the world that Zionism was created in order to implement the Jewish project of world domination. This is what the Palestinian Authority ambassador to Chile, Imad Nabil Jadaa, said at a conference on Israeli-Palestinian peace in Santiago.

Imad Nabil Jadaa, the Palestinian Authority ambassador to Chile, declared on May 15 that the The Protocols of the Elders of Zion (an antisemitic forgery) contains proof of a Jewish plan for world domination. In the same speech, Jadaa declared “there is no Jewish People” and that Palestinians do not recognize the existence of a Jewish people. (Image source: ISGAP video screenshot)

It will be impossible to make peace with Israel at a time when the Palestinian Authority is telling its people that Jews use wild pigs to drive Palestinian farmers out of their fields and homes in the West Bank. This is what PA President Mahmoud Abbas told a pro-Palestinian conference in Ramallah.

According to the PA, Jews have also used rats to drive Arab residents of the Old City of Jerusalem out of their homes. The official Palestinian news agency, Wafa, which reports directly to Abbas’s office, claimed in a dispatch that, “Rats have become an Israeli weapon to displace and expel Arab residents” of the Old City of Jerusalem. The agency reported: “Settlers flood the Old City with rats… they release the rats to increase the suffering of the [Arab] residents and force them to evict their homes and leave the city.”

These messages are being sent to Palestinians not only by Hamas, but also by the Western-funded Palestinian Authority, which happens to be Israel’s “peace partner.” The messages are being sent to Palestinians through the mosques, media and public statements of Palestinian leaders.

This is in addition to the PA’s worldwide campaign to isolate, delegitimize and demonize Israel and Israelis. PA leaders and representatives who continue to accuse Israel of “war crimes” and “genocide” are certainly not preparing their people for peace with Israel. On the contrary, such allegations serve to further agitate Palestinians against Israel.

This is the type of incitement, in fact, that drives more Palestinians into the open arms of the Palestinian Authority’s rivals, first and foremost Hamas. If you keep telling your people that Israel does not want peace and only seeks to destroy the lives of the Palestinians and steal their lands, there is no way that Palestinians would ever accept any form of reconciliation, let alone peace, with Israel.

Yet this is not only about the lack of education for peace or anti-Israel incitement.

It is time for the international community to acknowledge the fact that no Palestinian leader has a mandate to reach an everlasting peace agreement with Israel. That is because no leader in Ramallah or the Gaza Strip is authorized to end the conflict with Israel.

If Yasser Arafat was not able to accept the generous offer made by former Prime Minister Ehud Barak at the 2000 Camp David summit, who is Mahmoud Abbas to make any form of concession to Israel? Arafat was quoted back them as saying that he rejected the offer because he did not want to end up drinking tea with assassinated Egyptian President Anwar Sadat, the first Arab leader to sign a peace agreement with Israel.

In many ways, Abbas can only blame himself for the situation he faces today. If you are telling your people that you will never make concessions, how can you ever sign a peace agreement with Israel?

Those who believe that whoever succeeds Abbas will be able to make real concessions to Israel are living in an illusion. It is time to admit that no present or future Palestinian leader is authorized to offer even the slightest concessions to Israel. Any Palestinian who dares to talk about concessions to Israel is quickly denounced as a traitor.

These are the two reasons why the “peace process” in the Middle East will continue to revolve in a vicious cycle. In order to make peace with Israel, you need to prepare your people for peace with Israel. This is something that the Palestinian Authority has failed to do. And that is why we will not see the emergence of a more moderate Palestinian leader in the near future.

by Khaled Abu Toameh

http://www.gatestoneinstitute.org/6142/palestinians-peace-israel