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A Anistia Internacional condena o “encobrimento saudita” no caso de Khashoggi e pede uma necrópsia

A Anistia Internacional disse no sábado que  a explicação da Arábia Saudita sobre a morte do jornalista Jamal Khashoggi  no consulado saudita em Istambul apareceu para esconder “um assassinato hediondo.”

“As conclusões do inquérito das autoridades sauditas, que afirmam que Khashoggi morreu como resultado de uma briga dentro do consulado não são confiáveis ​​e marca um abismo no registro de direitos humanos da Arábia Saudita”,  disse em um comunicado Samah Hadid, diretor do grupo direitos humanos no Oriente Médio.

Ele pediu às autoridades sauditas que revelem a localização do corpo de Khashoggi para que especialistas forenses independentes possam realizar uma autópsia. Ele também disse que as Nações Unidas deveriam investigar sua morte.

“Um inquérito independente é a única garantia contra o que cada vez mais parece como um encobrimento da Arábia em torno das circunstâncias do assassinato de Khashoggi ou qualquer tentativa por outros governos para varrer o problema para debaixo do tapete para preservar negócios lucrativos de armas e outros laços comerciais com Riyadh “, disse Hadid.

A afirmação da Arábia Saudita que Khashoggi teria morrido em uma luta, em vez de ser morto deliberadamente, foi o primeiro reconhecimento de sua morte por Riyadh após duas semanas de negações sobre o envolvimento saudita em seu desaparecimento.

“Esse assassinato atroz dentro das fundações do Consulado equivale à uma execução extrajudicial”, disse a Anistia Internacional.

Com imagem The Millennium Report e informações Israel Noticias

Embaixada saudita em Teerã atacada por manifestantes

A embaixada da Arábia Saudita em Teerã e seu consulado em Mashhad foram atacados por manifestantes iranianos na manhã de domingo após a execução de um pregador xiita da Arábia Saudita, juntamente com 46 outros.

Imagens compartilhadas em redes sociais na manhã de domingo apareceu para mostrar manifestantes iranianos invadindo a embaixada saudita e começando incêndios.

(Cortesia: iraniano media / Al Arabiya.net)

Uma fotografia, postada no Twitter mostrou manifestantes em frente ao prédio da embaixada com pequenas fogueiras queimando por dentro, enquanto outro mostrou um quarto com mobiliário destruído supostamente no interior do edifício.

(Cortesia: iraniano media / Al Arabiya.net)

Fumaça sobe a embaixada da Arábia Saudita durante uma manifestação em em Teerã. (Reuters)

Ministério das Relações Exteriores do Irã emitiu um comunicado chamando os manifestantes a respeitar as instalações diplomáticas depois que a polícia dispersou manifestantes que invadiram a embaixada da Arábia Saudita.

Segurança iraniana de prontidão para proteger a embaixada da Arábia Saudita em Teerã. (AP)

Poucas horas antes do ataque à embaixada, membros da milícia Basij  – ligada à Guarda Revolucionária do Irã – se posicionam no sábado em frente ao consulado saudita na cidade iraniana de Mashhad. 

A milícia tentou supostamente por fogo em parte do edifício em chamas, de acordo com um site de agência de notícias iraniana local.

Entre os 47 condenados que foram executados por terrorismo, encontravam-se Fares al-Shuwail, membro do alto escalão da Al Qaeda, e o pregador xiita Nimr al-Nimr.

A execução de Nimr foi criticada pelo aiatolá Ahmad Khatami, um clérigo iraniano proeminente e membro da Assembleia de Especialistas, que previu repercussões após a execução do pregador.

O porta-voz do Ministério do Exterior do Irã Hossein Ansari Jaber condenou fortemente Riyadh por executar Nimr em declarações realizadas pela agência de notícias oficial IRNA. O Presidente do Parlamento, Ali Larijani, também condenou a morte de Nimr.

No domingo, o Ministério das Relações Exteriores do Bahrein condenou a invasão da embaixada saudita, enquanto Jordânia descreveu o ataque como uma “violação flagrante do direito internacional”. Um funcionário iraniano disse que 40 pessoas foram presas durante o ataque.

(com AFP e Reuters)

https://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2016/01/03/Saudi-embassy-attacked-in-Tehran-.html

Ataques contra consulado dos EUA e delegacia em Istambul deixam mortos

Carro-bomba foi lançado contra delegacia no distrito de Sultanbeyli.
Duas pessoas atiraram contra o consulado dos Estados Unidos.

O consulado dos Estados Unidos e uma delegacia de polícia foram alvos de ataques nesta segunda-feira (10) em Istambul, onde duas pessoas morreram em confrontos com as forças de segurança.

Durante a manhã, duas pessoas abriram fogo contra o consulado dos Estados Unidos em Istambul. A representação diplomática americana fica no bairro de Istinye, nas proximidades de Istambul, que em geral é uma área considerada tranquila.

As autoridades iniciaram uma operação para capturar os criminosos. Um deles seria uma mulher, detida pouco depois, segundo a imprensa. Um vídeo mostra a troca de tiros entre a polícia e os criminosos no consulado (assista acima).

Consulado dos Estados Unidos em Istambul é alvo de atiradores (Foto: Yagiz Karahan/ Reuters)Consulado dos Estados Unidos em Istambul é alvo de atiradores (Foto: Yagiz Karahan/ Reuters)

As autoridades não divulgaram informações até o momento sobre os responsáveis pelos ataques.

De acordo com a agência Dogan, duas pessoas morreram em confrontos com as forças de segurança no mesmo distrito da maior cidade da Turquia.

Um policial teria falecido nos confrontos, segundo a imprensa, mas o governo não confirmou a informação.

Bomba
Na região sudeste do país, quatro policiais morreram na explosão de uma bomba em uma estrada, um ataque atribuído aos separatistas curdos. Poucas horas depois, quatro policiais morreram na explosão de uma bomba em uma estrada no sudeste do país, no distrito de Silopi, na província de Sirnak, perto da fronteira com Iraque e Síria. A ação foi atribuída pelas autoridades aos rebeldes curdos.

Além disso, um soldado turco morreu quando milicianos curdos atacaram com lança-foguetes um helicóptero militar no distrito de Beytussebap, segundo Dogan. O exército turco respondeu com uma operação aérea.

Guera contra o Estado Islâmico
A Turquia está sob tensão desde 24 de julho, quando o governo declarou uma “guerra contra o terrorismo”, que tem como alvos tanto os rebeldes curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) como os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria.

Mas os vários ataques aéreos posteriores ao anúncio se concentraram na guerrilha curda. Oficialmente aconteceram apenas três bombardeios contra o EI.

O PKK reivindicou a morte de mais de 20 policiais na Turquia nas últimas duas semanas, como represália aos ataques aéreos.

De acordo com a agência estatal de notícias Anatolia, 390 “terroristas” morreram na campanha aérea realizada na Turquia e norte do Iraque.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/ataques-contra-consulado-dos-eua-e-delegacia-em-istambul-deixam-mortos.html

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/ataques-contra-consulado-dos-eua-e-delegacia-em-istambul-deixam-mortos.html

Confrontos com a polícia foram registrados d

urante toda a noite, quando outras pessoas abriram fogo contra a delegacia.

Ramo egípcio do EI reivindica atentado perto de consulado italiano no Cairo

O grupo jihadista Wilayat Sina (Província do Sinai), ramo da organização extremista Estado Islâmico (EI) no Egito, assumiu a autoria do atentado com carro-bomba que matou uma pessoa e deixou outras dez feridas em frente ao consulado da Itália no Cairo.

Em um breve comunicado divulgado nas redes sociais, o Wilayat Sina disse que o veículo transportava 450 quilos de explosivos.

“Os soldados do Estado Islâmico conseguiram detonar um carro-bomba que estava estacionado e levava 450 quilos de material explosivo em frente ao consulado italiano no centro do Cairo”, explicou a nota.

O grupo extremista, com base na Península do Sinai, aconselhou aos muçulmanos que se “afastem de todos estes edifícios oficiais porque são alvos dos ataques dos mujahedins (guerreiros santos)”.

O Ministério do Interior egípcio informou que os explosivos estavam em um veículo estacionado em frente ao consulado e foram detonados por controle remoto.

A forte explosão causou grande destruição na fachada do consulado, que estava fechado no momento do ataque, e em outros imóveis nos arredores.

Em Roma, o ministro das Relações Exteriores italiano, Paolo Gentiloni, afirmou que se trata de “um ataque direto contra a Itália” mas que não causou vítimas entre seus cidadãos.

O primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, conversou por telefone com o presidente egípcio, Abdul Fatah al Sisi, e lhe ofereceu para “lutarem juntos contra o terrorismo e o fanatismo”.

Já o juiz egípcio Ahmed Fudali, aliado do presidente Abdul Fatah al Sisi, disse à Agência Efe no Cairo que o atentado tinha ele próprio como alvo, e que o ocorrido foi “uma tentativa de assassinato”.

Fudali explicou que estava na Associação de Jovens Muçulmanos, cuja sede fica na frente do consulado e na qual ocupa um alto cargo. Ele havia deixado o local pouco antes da explosão.

http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/ramo-egipcio-do-ei-reivindica-atentado-perto-de-consulado-italiano-no-cairo,543763aa062a1895f69e888e479458ae52phRCRD.html

Grupo armado invade consulado tunisiano na capital da Líbia e sequestra 10 pessoas

UM grupo armado invadiu o consulado tunisiano na capital da Líbia e sequestrou 10 funcionários nesta sexta-feira, informou o Ministério das Relações Exteriores da Tunísia.

O ministério não identificou o grupo, mas classificou a ação como “um ataque descarado contra a soberania nacional da Tunísia e uma violação flagrante das leis internacionais”.

A Tunísia é um dos poucos países que ainda tem uma missão em Trípoli, cidade controlada por um grupo que instaurou seu próprio governo em desafio aos líderes líbios reconhecidos internacionalmente.

No mês passado, as autoridades tunisianas prenderam Walid Kalib, membro do grupo rival do governo Amanhecer Líbio. Na quinta-feira, um tribunal do país se recusou a libertar Kalib, acusado de sequestro na Tunísia.

 O Amanhecer Líbio, aliança informal de ex-brigadas rebeldes e grupos de inclinação islâmica, tomou Trípoli em meados do ano passado, expulsando o governo internacionalmente reconhecido para o leste. A maioria dos países fecharam suas embaixadas em reação aos combates.

(Por Tarek Amara e Ahmed Elumami)

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/grupo-armado-invade-consulado-tunisiano-na-capital-da-libia-e-sequestra-10-pessoas,360d13094fd2693368deec235ec5e14cztuuRCRD.html

Estado Islâmico explode carro-bomba perto de consulado americano no Iraque e mata três

Atentado deixa mais cinco pessoas feridas em Irbil. Alvo seria representação diplomática.

IRBIL — A explosão de um carro-bomba próximo ao Consulado dos Estados Unidos em Irbil, no Norte do Iraque, matou três pessoas nesta sexta-feira, de acordo com autoridades locais. Ao menos cinco pessoas ficaram feridas no ataque reivindicado pelo Estado Islâmico.

Segundo o grupo de monitoramento de ameaças jihadistas SITE Intelligence Group, o Estado Islâmico teria postado em uma conta no Twitter que militantes de sua divisão na região “estavam prontos para detonar um carro-bomba no prédio do consulado americano da cidade”.

— Um carro-bomba explodiu na entrada do consulado dos Estados Unidos. Parece que o consulado era o alvo — disse Nihad Qoja, uma testemunha do ataque, a agências de notícias.

Imagens postadas em redes sociais mostram uma fumaça preta saindo de edíficios no distrito de Ankawa, vizinhança predominantemente formada por cristãos e popular entre os estrangeiros pela grande quantidade de cafés.

O Departamento de Estado americano informou que o consulado, que abriga diplomatas e outros profissionais, não foi atingido. Bombardeios não são comuns em Irbil, capital do semi-autônomo Curdistão iraquiano, importante parceiro da coalização liderada pelos Estados Unidos para o combate ao Estado Islâmico.

Curdos armados, conhecidos como “peshmergas”, têm promovido o recuo de militantes do grupo extremista no norte do país com o apoio de ataques aéreos da coalização.

http://oglobo.globo.com/mundo/estado-islamico-explode-carro-bomba-perto-de-consulado-americano-no-iraque-mata-tres-15907778