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Presidente sírio visita orfanato cristão de Damasco em dia de Natal

DAMASCO — O presidente sírio, Bashar al-Assad, visitou no domingo um orfanato cristão nos arredores de Damasco, capital do país. Imagens divulgadas pela Presidência mostravam o presidente ao lado da sua esposa, Asma, com freiras e órfãos no subúrbio de Sednaya durante o dia de Natal. O chefe do governo sírio lidera as tropas militares que combatem em diversas frentes na guerra civil, que já dura mais de cinco anos e deixou centenas de milhares de mortos.

No domingo, algumas cidades tiveram suas primeiras celebrações natalinas em anos depois de terem sido retomadas pelas tropas sírias do controle de insurgentes e do Estado Islâmico (EI). Uma delas foi Aleppo, considerada o epicentro dos confrontos, que hoje já está sob pleno controle das forças aliadas ao governo.

Na semana passada, a retomada dos bairros rebeldes de Aleppo e as operações de retirada de dezenas de milhares de pessoas marcaram a maior vitória de Assad desde o início da guerra síria em 2011.

Na Síria, os cristãos são uma das maiores minorias religiosas e já representaram cerca de 10% dos 23 milhões de habitantes que o país tinha antes da guerra. Embora tenham tentado ficar à margem do conflito sírio, o tom cada vez mais islamista da oposição fez com que muitos se inclinassem a ficar do lado do governo de Assad.

Leia mais: http://oglobo.globo.com/oglobo-20694603#ixzz4TzLXchMm

Crianças cristãs continuam sendo atacadas

Sete crianças foram agredidas dentro de uma sala de aula; entre elas havia o filho de um líder cristão.

Na última terça-feira, uma escola de educação infantil, em Savu, na Indonésia, foi invadida por um grupo de pessoas desconhecidas que atacaram violentamente sete crianças com idades entre 8 e 11 anos. Os alunos já estavam em sala de aula naquela manhã quando os agressores chegaram. No mês de novembro, quatro crianças também foram feridas durante um bombardeio a uma igreja, em Samarinda, e uma delas infelizmente morreu.

De acordo com informações de fontes locais, entre as vítimas havia o filho de um líder cristão e o filho de um jornalista. “A polícia chegou rapidamente e conseguiu prender um deles; os outros conseguiram fugir. Tudo aconteceu muito rápido, ainda nem sabemos quantos homens havia, mas os policiais estão investigando”, disse a fonte.

No momento, as sete crianças estão sendo tratadas em um hospital da região. Duas delas estão gravemente feridas. A equipe da Portas Abertas já providenciou um grupo de colaboradores para visitar as vítimas e suas famílias, para ajudar no que for preciso. Ainda não se sabe oficialmente o real motivo do ataque, mas tudo indica que se trata de mais um caso de perseguição religiosa. Ore por essa nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/criancas-cristas-continuam-sendo-atacadas

“Meninas Cristãs Servem Apenas para Uma Coisa, Satisfazer os Desejos dos Homens Muçulmanos”

por Raymond Ibrahim

  • Recentemente no Iraque 19 meninas yazidi foram colocadas em jaulas de ferro e queimadas vivas, na frente de uma multidão de centenas de pessoas, por se recusarem a ter relações sexuais com os jihadistas.
  • “As mulheres religiosas pertencentes às minorias controladas pelo EI (Estado Islâmico) são frequentemente vendidas repetidamente de um jihadista a outro. Quando os militantes se cansam de estuprar e abusar de uma determinada menina, eles normalmente a vendem a um dos seus grupos filiados para que eles possam estuprar e abusar dela ao seu bel prazer”. — Samuel Smith, The Christian Post.
  • Depois que seus filhos foram raptados pelo Estado Islâmico, o casal atendeu à porta e se deparou com partes dos corpos das suas filhas e um vídeo delas sendo torturadas e estupradas.
  • “Meninas cristãs são consideradas bens a serem arruinados ao bel prazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade não é sequer crime. Os muçulmanos as consideram espólio de guerra”. — Residentes locais, Paquistão.

A Lei Islâmica (Sharia), sempre severa, é mais severa ainda com as mulheres. De acordo com o Alcorão, os homens têm a “autoridade” sobre as mulheres e têm o direito de espancá-las se elas forem “desobedientes” (4:34). Segundo Maomé, profeta do Islã, as mulheres são menos inteligentes do que os homens — o testemunho de um homem equivale ao testemunho de duas mulheres — e a maior parte da população do inferno é composta de mulheres, que seassemelham aos burros e cachorros quanto à habilidade de desviar a atenção do homem da reza, consequentemente anulando-a.

Qual é afinal a visão do Islã em relação às mulheres que são “infiéis”? Na melhor das hipóteses elas “em primeiro lugar servem para dar prazer aos homens muçulmanos”, conforme enfatizouum muçulmano a um grupo de meninas cristãs, ainda bem jovens, no Paquistão antes aterrorizá-las e assassinar uma delas. No Alcorão, (acesse 04:24), as mulheres não muçulmanas capturadas numa jihad podem ser compradas e vendidas como escravas sexuais a homens muçulmanos, conforme tem feito o Estado Islâmico.

Emily Fuentes, diretora de comunicações da Open Doors, uma organização de direitos humanos que defende cristãos perseguidos, salientou:

Lamentavelmente um número cada vez maior de mulheres é alvo de grupos terroristas (muçulmanos). Sabe-se que ocorreram inúmeros incidentes internacionais de mulheres que foram sequestradas, estupradas e forçadas a se converterem do cristianismo ao Islã por grupos extremistas radicais… Muitas também são vendidas no mercado aberto. Essa crueldade não está ocorrendo somente no Oriente Médio, mas também na África e em muitos outros lugares. Em muitos destes países, as mulheres estão sujeitas à perseguição, porque são consideradas cidadãs de segunda classe por causa de seu gênero. Sendo minoria tanto quanto ao gênero quanto à religião, as mulheres cristãs enfrentam dupla perseguição. Não temos um número exato, mas sabemos que milhões de mulheres estão sendo perseguidas… Nestes países dominados pelos muçulmanos, as mulheres cristãs são sistematicamente privadas de sua liberdade de viver e a elas são negadas as necessidades humanas básicas.

As mulheres cristãs estão duplamente condenadas: não são aceitas por serem mulheres e também não como não muçulmanas “infiéis, fica claro a partir daí o porquê delas serem alvo do abuso islâmico.

A esta altura, o tormento das não muçulmanas que estão nas garras do ISIS é bem conhecido. Desde a conquista de Mossul em junho de 2014, o número de meninas não muçulmanas em cativeiro que foram assassinadas pelo califado pode chegar a 250 (principalmente yazidis e cristãs) por se recusarem a serem escravas sexuais. Mais recentemente, 19 meninas yazidi foram colocadas em jaulas de ferro e queimadas vivas na frente de uma multidão de centenas de pessoas, por se recusarem a ter relações sexuais com os jihadistas.

De acordo com um relatório que apareceu um dia depois que a Open Doors destacou a situação das mulheres não muçulmanas:

As mulheres religiosas pertencentes às minorias controladas pelo Estado Islâmico são frequentemente vendidas repetidamente de um jihadista a outro. Quando os militantes se cansam de estuprar e abusar de uma determinada menina, eles normalmente a vendem a um dos seus grupos filiados para que eles possam estuprar e abusar dela ao seu bel prazer.

Uma menina yazidi explicou como

“ela foi comprada e vendida por oito jihadistas diferentes… Fomos colocadas em exibição (em mercados de escravas sexuais). Homens chegavam e ficavam olhando para nós como se fossemos mercadoria. Era como se fosse um showroom de automóveis… As mulheres eram compradas por dinheiro vivo — apenas $20 ou então trocadas por objetos como telefones celulares ou oferecidas como presente”.

Ela foi estuprada pelo menos três vezes por dia por mais de 16 meses por inúmeros combatentes do ISIS, foi forçada a tomar anticoncepcionais e drogas para induzir o aborto, ela tentou repetidamente cometer suicídio para escapar do abuso. Sua história é o padrão e foi contada por muitas meninas não muçulmanas que conseguiram fugir.

Outros relatos recentes falam de “uma menina de 8 anos de idade que também foi comprada, vendida e estuprada por oito militantes diferentes em um espaço de 10 meses”, de outra “escrava sexual que ateou fogo em si própria para evitar ser estuprada”, de um casal que, depois que seus filhos foram raptados pelos ISIS, atendeu à porta e se deparou com um saco plástico contendo as partes dos corpos das suas filhas e um vídeo delas sendo torturadas e estupradas e de mulheres cristãs e alauitas sendo estupradas e massacradas pelos jihadistas do ISIS que invadiram seu vilarejo.

Os jihadistas do Estado Islâmico riem e brincam sobre a compra e venda de escravas sexuais yazidis mostrado em um vídeo de propaganda.

No entanto esse tipo de abuso islâmico de mulheres não se limita a grupos como ISIS ou Boko Haram — organização radicada na Nigéria que também se define em termos exclusivamente islâmicos, é notória por sequestrar, escravizar, estuprar e assassinar meninas cristãs. Aproximadamente 700 meninas cristãs e 300 hindus são raptadas, escravizadas e estupradas no Paquistão a cada ano. São números extremamente altos, considerando-se que os cristãos e hindus compõem cada um apenas 1% da população de maioria muçulmana do país.

Apenas quatro dias depois da Open Doors denunciar o sofrimento das mulheres cristãs, dois homens muçulmanos no Paquistão invadiram a casa de uma mulher cristã enquanto o marido servia o exército. Eles a amarraram e abusaram dela em um estupro coletivo ao mesmo tempo em que ameaçavam matar sua filha de 2 anos se ela não concordasse. De acordo com a mulher de 30 anos:

“Os homens me trataram como se eu fosse um animal, dizendo que eu era uma cristã inútil… Disseram que todas as mulheres cristãs são prostitutas e que voltariam e repetiriam a devassidão se eu contasse a alguém o que tinha acontecido”.

Por ela ser mulher e infiel em uma nação de maioria muçulmana, a polícia e a lei nada fizeram por ela. Naquela semana, mais cinco meninas cristãs foram sequestradas, convertidas ao Islã e forçadas a se casarem com seus sequestradores.

Há inúmeros exemplos de estupro e, por vezes, assassinatos de meninas cristãs — e às vezes de meninos cristãos — no Paquistão. Depois que uma menina cristã de 9 anos foi estuprada por um muçulmano, ele se gabava de ter “feito a mesma coisa com outras meninas cristãs”, segundo explicaram os moradores locais:

“Esse tipo de incidente ocorre com frequência. Meninas cristãs são consideradas bens a serem arruinados ao bel prazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade (muçulmana) não é sequer crime. Os muçulmanos as consideram espólio de guerra.”

Uma situação semelhante acontece no Egito. Em julho de 2012 o congressista americano Chris Smith testemunhou acerca da “escalada de sequestros, conversões e casamentos forçados de mulheres e meninas cristãs coptas. Elas estão sendo aterrorizadas e, consequentemente, marginalizadas”.

O já falecido e muitas vezes diplomático Papa Copta Shenouda III, líder da comunidade cristã do Egito, ressaltou essa tendência já em 1976: “há uma prática de converter meninas coptas para que abracem o Islã e casem com muçulmanos sob ameaças terroristas”. Somente entre 2008 e 2013, foram documentados no Egito cerca de 600 casos de sequestro, estupro e conversão forçada de mulheres cristãs. Desde então a situação só piorou, conforme mostra o título de um relatório de 2012: “Salto Dramático no Número de Sequestros e Conversões Forçadas de Mulheres Cristãs Coptas no Egito”.

De um lado as jovens são visadas sexualmente, de outro, as mais velhas, são humilhadas sexualmente. Em 20 de maio, no Egito, foram arrancadas as roupas de uma cristã de 70 anos, ela ficou completamente nua, cuspiram nela, desfilaram com ela pelas ruas de Minya sob vaias, assobios e gritos de “Allahu Akbar” (“Deus é Grande”) de uma furiosa multidão muçulmana.

Dois dias antes da publicação do relatório da Open Doors, muçulmanos em Ugandaespancaram e estupraram uma cristã de 22 anos porque ela acusou o dirigente de uma mesquita de assassinar seu pai em virtude de uma discussão religiosa. No mês anterior, a filha de 13 anos de uma mulher que deixou o Islã e se converteu ao cristianismo, foi estuprada por muçulmanos locais que lhe disseram: “este é o segundo aviso a sua mãe por desonrar a fé dos muçulmanos”.

Vale a pena lembrar que mesmo na Europa, são as mulheres autóctones que mais sofrem com o fluxo de migrantes muçulmanos. O número de ataques sexuais e estupros, exponencialmente mais altos, está sendo cometido na mesma linha da lógica usada pelo Estado Islâmico ou no Paquistão. Nas palavras de um migrante muçulmano que se encontra na Alemanha que perseguiu, amaldiçoou e acariciou impositivamente uma mulher: “as mulheres alemãs estão aí para o sexo.”

Uma importante observação final: apesar das mulheres não muçulmanas serem mais visadas do que os homens não muçulmanos para fins sexuais, isso não significa que eles são menos visados do que as mulheres quando se trata de perseguição muçulmana não ligada ao sexo, como por exemplo nos casos de ataques contra “blasfemos” e “apóstatas”. Cavalheirismo é um conceito bizarro para o Islã, quando se trata de aterrorizar e colocar os infiéis em seu devido lugar, a religião de Maomé é estritamente igualitária. No Paquistão, por exemplo, o caso mais notório de blasfêmia envolve a cristã Asia Bibi, que está no xilindró, no corredor da morte, desde 2009, além de um casal cristão acusado de profanar um livro do Alcorão, tanto o marido quanto a esposa foram queimados vivos. Os relatos mais recentes que vieram à tona no mesmo período em que a Open Doors destacou a situação das mulheres cristãs são os seguintes:

  • Indonésia: no que foi descrito como “o uso sem precedentes da Lei Islâmica (Sharia) contra um não muçulmano”, uma mulher cristã de 60 anos de idade foi açoitada publicamente com uma vara 30 vezes por vender bebida alcoólica.
  • Estado Islâmico: uma mulher cristã foi executada por militantes islâmicos por se recusar a negar sua fé em Cristo. O ISIS também ameaçou um grupo de freiras dominicanas, exigindo que elas se convertessem ao Islã ou pagassem a jizya, tributo (baseado no Alcorão 09:29). “As irmãs idosas fugiram e começaram a sofrer ataques cardíacos e insuficiências cardíacas em virtude do stress do êxodo em massa. Nos últimos 18 meses, 23 morreram, às vezes até três mortes por semana. Elas morreram de desgosto, ressaltou a Irmã Huda.”
  • Uganda: um homem muçulmano estrangulou a esposa até a morte por ela ter deixado o Islã e se convertido ao cristianismo. Outro muçulmano espancou e ameaçou matar a esposa enquanto gritava “Allahu Akbar” também por ela ter se convertido ao cristianismo.

É muito difícil se ouvir o contrário, uma mulher muçulmana matar o marido por causa de apostasia, isso devido à falta de autoridade que as mulheres têm no mundo muçulmano.

Você não iria querer ser uma mulher no Islã.

Raymond Ibrahim é o autor de Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (publicado pela Editora Regnery juntamente com o Gatestone Institute, abril de 2013).

https://pt.gatestoneinstitute.org/9115/meninas-cristas-homens-muculmanos

Após capturar e espancar brutalmente duas cristãs, muçulmanos oferecem as meninas como “presentes” ao ISIS

Shoebat – Muçulmanos capturaram duas meninas cristãs e após espancamento brutal as ofereceram a um terrorista do ISIS como presentes.

Delação e recompensa com escravas sexuais

Além de incutir medo por meio de tortura e execução públicas entre os seus membros que estão planejando desertar, o Estado Islâmico (ISIS) encontrou outra maneira de parar o esgotamento de suas fileiras.

Como revelado em uma confissão feita por um militante capturado do ISIS, o grupo jihadista está agora a oferecer recompensas para seus membros que delatem seus companheiros jihadistas que estão planejando desertar ou deixar o grupo, relata Sun Online.

O militante do ISIS identificado como Abu Al-Mughaira Al-Muhajer, que foi capturado durante a batalha na cidade síria de Aleppo, revelou que os líderes do ISIS estão dando escravas sexuais como recompensas aos membros do ISIS leais que fornecem informações sobre quem pretende deixar suas fileiras.

Em uma recente entrevista na TV dos Emirados Árabes Unidos e liberada em parte através de em vídeo pelo Instituto Middle East Media Research, Muhajer disse que recebeu três mulheres – duas cristãs e uma Yazidi- para usar como suas escravas sexuais pessoais depois de dar informações que seu próprio irmão seria um suposto desertor.

“Depois que eu informei que o meu irmão queria deixar o ISIS, fui recompensado com as escravas – um [yazidi] de Damasco e duas [cristãs] de Homs”, disse ele.

Ele mesmo descreveu que as mulheres foram espancadas, dizendo que eles haviam “batido em suas costas.”

Ele igualmente divulgou que os líderes do ISIS foram comprar escravas sexuais exclusivamente com o fim de entregá-las aos seus miltantes.

Muslims Capture Two Christian Girls, Brutally Beat Them, And Offer Them To An ISIS Terrorist As Gifts

Cristãs indianas são agredidas pelos próprios vizinhos

O nível de perseguição religiosa está cada vez mais alto; assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade

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No começo desse ano, duas irmãs cristãs indianas, Meena* e Sunita*, foram violentadas por seguirem a Cristo e quase não sobreviveram. Na vila onde elas moravam, eram proibidas por outras mulheres até mesmo de tirar água do poço. Depois do ataque, as duas foram à delegacia registrar o incidente, em busca de proteção da polícia. Como de costume na Índia, nesses casos, os policiais enviam agentes às aldeias para tentar uma reconciliação entre os moradores.

Os agressores recebem uma advertência e são punidos, caso continuem a perseguir os cristãos. Por outro lado, os cristãos agredidos são convencidos a retirar a queixa. Apesar de tudo isso ter sido feito no caso de Meena e Sunita, os vizinhos continuaram a tratá-las de forma agressiva, dificultando cada vez mais suas vidas. As irmãs tiveram que deixar a vila e, atualmente, estão morando na casa de um líder cristão. Parceiros da Portas Abertas providenciaram um advogado para ajudá-las nesse caso. Elas também receberam tratamento médico e estão sendo auxiliadas para abrir um pequeno comércio para que tenham uma renda e sustento próprio.

 

Assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade. Na Índia, 17º país na Classificação da Perseguição Religiosa 2016, o nível de perseguição está cada vez mais alto. Colaboradores da Portas Abertas realizam vários projetos por lá, como distribuição de Bíblias e literatura cristã, treinamentos, assistência médica e jurídica, entre outras formas de ajuda. Para saber mais sobre esses projetos e também fazer parte deles, conheça a Campanha Encoraje Cristãos da Índia. Você também pode ajudar nossos irmãos indianos orando por eles.

 *Nomes alterados por motivos de segurança.

Leia mais
#EspecialÍndia: Incidentes anticristãos atingiram um nível alarmante
#EspecialÍndia: Extremistas hindus querem combater o cristianismo

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/09/cristas-indianas-saoagredidas-pelos-proprios-vizinhos

Egito: A lei do forte contra o fraco

Enquanto a sharia pune mulheres muçulmanas que se convertem ao cristianismo, por outro lado, apoia as cristãs que abandonam suas famílias e se convertem ao islamismo

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A maioria dos cristãos egípcios é conhecida como copta. A palavra “copta” foi usada originalmente no árabe clássico para se referir aos egípcios de uma forma geral, ao longo dos séculos, porém, ocorreu uma mudança semântica, e a palavra passou a se referir mais especificamente aos egípcios convertidos ao cristianismo, principalmente depois que a maior parte da população passou a seguir o islã. Não são raros os romances ocorridos entre os cristãos coptas e as muçulmanas divorciadas, que infelizmente terminam em tragédia. “Estas mulheres se convertem ao cristianismo e tentam um novo casamento após serem abandonadas pelos seus maridos, mas a sharia torna o ato legalmente impossível. Normalmente, elas são assassinadas”, comenta um dos analistas de perseguição.

Parece haver um padrão de punição coletiva, favorecendo o forte contra o fraco. Este é um cenário que assola muito a cultura islâmica. No ano de 2013, a ex-muçulmana Marwa Mohamed, de 26 anos e Karim Eid, de 27, começaram um romance na cidade de Tamia, que fica a 87 km de Cairo. Ela deixou seus dois filhos, porque a lei jamais permitiria que ela os levasse e decidiu ir morar com Eid, em Cairo. A conversão dela não estava descrita nos documentos oficiais e durante cerca de três anos o casal viveu em paz. Marwa chegou a engravidar do novo marido, mas perdeu o bebê. Certo dia, Eid a levou para rever a família, em Tamia, onde foi reconhecida pela filha, mesmo estando com a aparência totalmente diferente, sem lenço na cabeça e com roupas ocidentais.

A notícia se espalhou rapidamente, e os primos de Marwa invadiram a casa de seus pais, onde ela foi agredida e morta. Os assassinos estão foragidos e nenhuma acusação foi feita. “Os tribunais egípcios enxergam esse tipo de situação como uma questão de honra, especialmente quando há cristãos envolvidos. Quando o romance acontece de forma contrária, ou seja, se a mulher era cristã e decide se converter ao islamismo, então o caso é tratado com toda a atenção pelo Estado. A conversão é feita juridicamente e o processo é acelerado, mesmo em casos de meninas menores de idade”, explica o analista. De acordo com relatórios da Portas Abertas, até mesmo o jornalismo muçulmano lamenta essa tendência. No caso de Eid, sua família decidiu deixar a cidade para evitar outros problemas. O Egito está na 22ª ocupação da atual Classificação da Perseguição Religiosa. Embora haja uma grande pressão sobre os cristãos, o número de novos convertidos cresce mais a cada dia. Ore por essa nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/04/a-lei-do-fraco-contra-o-fraco

Jóvenes cristianas dejaron a sus hijos para luchar contra Estado Islámico

Los siríacos hablan y rezan en arameo. La mayoría es ortodoxa o jacobita y una minoría, católica, que se unió a Roma en el siglo XVIII. Están presentes en el Líbano, Siria, Irak e incluso en India.
“Echo de menos a mis hijos, Limar (9 años) y Gabriella (6 años), y pienso que deben tener hambre, sed y frío, pero intento explicarles que lucho para proteger su futuro”, contó esta mujer robusta, vestida con un traje militar.

La mayoría siríaca es ortodoxa o jacobita y una minoría, católica, que se unió a Roma en el siglo XVIII

Antes de ir al frente, Babilonia era peluquera. Fue su marido quien la animó a tomar las armas para “luchar contra la idea de que una mujer siríaca sólo vale para las tareas del hogar y el maquillaje”, según sus propias palabras. Su marido también combate contra el ISIS en una Siria completamente devastada por la guerra desde 2011.
Babilonia forma parte de un batallón compuesto por decenas de mujeres siríacas bautizado “las fuerzas de protección de las mujeres de Mesopotamia”. Este nombre hace referencia a las regiones históricamente habitadas por esta minoría cristiana de Oriente, entre los ríos Tigris y Éufrates.

Los siriacos están presentes en Líbano, Siria, Irak e India

“Pensar en mis hijos me hace más fuerte”

El entrenamiento de la primera promoción del batallón de mujeres finalizó en agosto, en la ciudad de Al Qahatani (Tirbe Sipiyé, en kurdo, y Kabre Hyore, en siríaco) en la provincia de Hasaka.
Soy cristiana practicante y pensar en mis hijos me hace más fuerte y determinada en mi lucha contra Daesh (acrónimo árabe del ISIS)”, explicó Babilonia, con una mirada penetrante.
Lucía, de 18 años, abandonó sus estudios para luchar, como su hermana, en contra de la voluntad de su madre. La batalla de Al Hawl fue la primera de Lucía, la primera también en la que las mujeres siríacas iban al frente junto a las Unidades Kurdas de Protección Femenina.
Esta joven estaba inscrita en una campaña de las Fuerzas Democráticas Sirias (FDS), que permitió la reconquista de decenas de ciudades y de granjas en manos de los yihadistas del ISIS, como la localidad de Al Hawl, el 13 de noviembre.
Las FDS, que reagrupan combatientes kurdos, cristianos y árabes, fueron creadas hace dos meses para pelear contra los yihadistas en el noreste de Siria y reciben el apoyo de Washington en la región.
Ormia, de 18 años, también participó en la batalla de Al Hawl. “Estaba aterrorizada por el ruido de los cañones, pero el miedo se disipó rápidamente. Me gustaría mucho estar en primera línea en la lucha contra los terroristas”.

“Evitar una nueva masacre”

Las mujeres reciben entrenamientos militares, deportivos y académicos para resistir a la tensión de los combates y manejar las armas.
El batallón formado recientemente no tiene mucha experiencia y sus responsabilidades militares se limitan principalmente a la protección de localidades y de regiones de mayoría cristiana en la provincia de Hasaka.
Siempre sonriente, Ithraa, de 18 años, afirmó que se enroló en estas fuerzas hace cuatro meses para defender la causa siríaca. “Somos una comunidad oprimida por los demás”, justificó.
Algunas combatientes mencionaban lo que está grabado en su memoria colectiva como la masacre de Seyfo –genocidio asirio–, perpetrada en 1915 por los otomanos contra decenas de miles de siriacos, asirios y caldeos, en el sureste de Turquía y el noroeste de Irán.
“Queremos evitar que los yihadistas repitan una nueva masacre como la cometida por los otomanos cuando intentaron borrar nuestra identidad cristiana y siríaca”, dijo Ithraa.
Los siríacos representan en Siria el 15% de 1.200.000 cristianos. Temen sufrir el mismo destino que los cristianos de Irak, víctimas de los abusos de grupos yihadistas.

Artículo copiado de: http://www.estadodeisrael.com/2015/12/jovenes-cristianas-dejaron-sus-hijos.html
© estadodeisrael.com

 

Muçulmanos estão entrando em campos de refugiados disfarçados de refugiados e sequestrando meninas cristãs para vendê-las como escravas sexuais

Os cristãos estão agora evitando os campos de refugiados porque os criminosos muçulmanos estão posando como refugiados, a fim de roubar meninas cristãs nos campos e vendê-las para escravidão sexual.De acordo com o relatório:

 A imigração tem sido um tópico de debate quente em Washington DC, e mesmo entre os candidatos das eleições presidenciais. Muitos republicanos têm argumentado que desde os ataques de Paris, todos os imigrantes sírios devem ser proibidos de ingressar nos EUA. A ironia aqui é que as próprias pessoas que deveriam estar recebendo a proteção estão muitas vezes com demasiado medo de aceitá-la.

Cristãos sírios que gostariam de ser capazes de procurar asilo nos EUA e em outros países, muitas vezes estão melhor acomodados no seu país devastado pela guerra do que em qualquer campo de refugiado. Quando eles vão para campos de refugiados,  acabam sendo perseguidos pelos muçulmanos que também estão nos campos, ou os muçulmanos realmente se disfarçam como refugiados para sequestrar moças nos campos, de modo que elas podem ser usados como escravas sexuais.

Quanto aos imigrantes sírios para a América, desde a guerra civil síria chegaram 2.098 imigrantes muçulmanos e apenas 53 cristãos. O governo federal geralmente depende das Nações Unidas durante o processo de refugiado, e tantos refugiados são muçulmanos já que muitos sírios cristãos têm medo de se registrar com a ONU.

O FBI admitiu que ele é incapaz de verificar cuidadosamente a fundo os refugiados que entram os EUA, e o ISIS prometeu trabalhar com o processo de refugiados para continuar a inundar os EUA com terroristas e reforçar células adormecidas.

Os cristãos que correm o risco de ir para campos de refugiados têm sido espancados, ameaçados de decapitação, e atacados. Na verdade, na Alemanha, os refugiados são muitas vezes separados por sua religião. É uma situação especialmente grave para os cristãos sírios, porque eles são frequentemente caçados pelo ISIS quando eles fogem.Refugiados que querem evitar os campos, mas querem fugir para a segurança muitas vezes vão para igrejas, escolas ou tentam encontrar parentes em áreas mais seguras e ficar com eles.

Por Theodore Shoebat

http://shoebat.com/2015/11/27/muslims-are-now-entering-refugee-camps-pretending-to-be-refugees-and-are-kidnapping-christian-girls-in-the-camps-and-selling-them-into-sex-slavery/

Estudantes cristãs são presas e açoitadas no Sudão

Policiais alegam que elas estavam vestidas de forma indecente.

Segundo o jornal britânico The Guardian, 12 estudantes foram presas em frente a uma, após participarem de um culto. Os policiais da moralidade islâmica prenderam as estudantes, que eram da região dos Montes Nuba, sob o pretexto de colocar em prática o código de vestuário, de acordo com a lei Sharia.

Com idade entre 17 e 23 anos, as estudantes usavam calças e saias. Segundo os relatórios, os oficiais zombaram delas. De acordo com ativistas do Sudão, cerca de 40 a 50 mil mulheres são presas e açoitadas, todos os anos. A Anistia Internacional vem ganhando apoio para salvar estas mulheres e para que não sofram as 40 chicotadas determinadas pela lei islâmica.

Ashagrie, analista da Portas Abertas, diz: “Primeiro de tudo, esta é apenas a ponta do iceberg. Os cristãos no Sudão, especialmente as mulheres, enfrentam a discriminação e o preconceito coletivo. Os cristãos são considerados cidadãos de segunda classe. O governo limita estritamente a sua liberdade de religião, de expressão e de reunião, por todos os meios e métodos. Em segundo lugar, isso mostra que o governo do Sudão está implementando uma política rígida. Em 2010, o presidente al Bashir disse que a sharia e o islão seriam suas principais fontes para a Constituição do país”.

O analista acredita que o governo do Sudão não vai mudar de comportamento, apesar da pressão internacional. “Sabemos disso porque vimos quando um oficial das Nações Unidas, um jornalista e 13 mulheres cristãs foram presos e ameaçados de serem amarrados, simplesmente por estarem vestidos ‘indecentemente em público’, conforme os padrões deles”, conclui.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/08/estudantes-cristas-sao-presas-e-acoitadas-no-sudao