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Juiz bloqueia a tentativa dos EUA de enviar cristãos iraquianos de volta ao Estado islâmico

Esta é uma boa notícia, mas esses procedimentos de deportação precisam ser anulados. Trump estava inicialmente determinado a assegurar que os refugiados da perseguição muçulmana recebessem tratamento preferencial. Quem está fazendo isso acontecer provavelmente tentará punir esses cristãos caldeus por se opor à construção de uma mega-mesquita em Sterling Heights, Michigan. Esta pessoa deve ser identificada e despedida. Trump pode não saber sobre isso, mas ele é o presidente dos Estados Unidos. É sua responsabilidade saber, e garantir que a justiça seja feita.

Uma atualização sobre esta história . “O juiz bloqueia a tentativa dos EUA de enviar os cristãos iraquianos de volta aos perigos do ISIS”, de Andy Walton, Christian Today , 23 de junho de 2017:

Um juiz do distrito federal dos EUA interveio para bloquear a deportação de mais de 100 cristãos iraquianos que foram presos no mês anterior em Michigan.

Os 114 cristãos principalmente caldeus foram interceptados porque tinham algum tipo de registro criminal, de acordo com as autoridades. Mas seus advogados afirmam que é injusto enviá-los de volta ao Iraque, onde o governo dos EUA reconheceu um genocídio contra os cristãos está ocorrendo.

A União Americana de Liberdades Civis estava lutando com o caso em nome dos cristãos e agora o juiz Mark Goldsmith suspendeu temporariamente a sua deportação. Ele ordenou um atraso de duas semanas, após o que ele irá decidir novamente.

Lee Gelernt, advogada da União Americana das Liberdades Civis, representando os iraquianos em Michigan, disse: “A ação do tribunal hoje foi legalmente correta e pode muito bem ter salvado inúmeras pessoas de abusos e possíveis mortes”.

“Muitos que foram apanhados não são criminosos endurecidos, mas durante as últimas décadas foram grandes cidadãos”, disse o bispo caldeu local em Detroit, onde há a maior comunidade de cristãos caldeus fora do Iraque ….

https://www.jihadwatch.org/2017/06/judge-blocks-us-attempt-to-send-iraqi-christians-back-to-face-the-islamic-state

Alemanha deportará mais de 12.500 afegãos

Governo considera que atual situação em algumas regiões do Afeganistão não representa riscos à segurança. País foi palco de série de ataques na última semana, inclusive a um consulado alemão.

Mais de 12.500 afegãos que tiveram pedido de asilo negado pela Alemanha deverão ser deportados para o Afeganistão, revela reportagem publicada nesta quinta-feira (17/11) por um jornal alemão. O governo justifica a medida por considerar que grande parte do país não representa mais riscos para a segurança.

No total, 12.539 afegãos deverão voltar para sua terra natal, segundo o diário Neue Osnabrücker Zeitung. O número representa 5% dos quase 247 mil cidadãos de origem afegã que vivem atualmente na Alemanha.

Como justificativa, o Ministério do Interior alemão alegou que a segurança está garantida nos grandes centros do Afeganistão. “Levando em consideração o país como um todo, não pôde ser detectada nenhuma deterioração da situação de segurança”, informou o órgão, citado pelo diário.

O Ministério do Interior também acrescentou que a Bamf, agência de migração e refugiados, avalia cada pedido de asilo individualmente e quais são os riscos oferecidos aos requerentes. Ainda segundo a reportagem, 27 afegãos com asilo negado foram repatriados em 2016, em contraste com nove no ano anterior.

A deputada Ulla Jelpke , do partido A Esquerda, pediu ao governo que pare de enviar refugiados de volta para o “país colapsado por uma guerra civil”. Segundo ela, tais deportações representam “um alto risco de vida e são completamente irresponsáveis”.

Nos últimos dias, uma série de ataques ilustrou a situação em que se encontra o Afeganistão: há exatamente uma semana, militantes do Talibã atacaram o consulado alemão em Masar-i-Scharif, deixando seis mortos e quase 130 feridos; no sábado, um ataque reivindicado por radicais islâmicos na base militar dos Estados Unidos em Bragram matou quatro americanos; e por último, na quarta-feira, um atentado suicida na capital Cabul deixou seis vítimas.

http://www.dw.com/pt-br/alemanha-deportar%C3%A1-mais-de-12500-afeg%C3%A3os/a-36423844

Arábia Saudita: Cristãos são acusados por “posse de Bíblias e oração”

Faz pouco tempo que a polícia religiosa recebeu autorização do governo para deter cristãos; as leis no reino saudita são contraditórias

Recentemente, 27 cristãos de origem libanesa, entre eles mulheres e crianças, foram presos por participar de um evento religioso realizado na Arábia Saudita. A polícia religiosa invadiu suas casas, perto de Meca, e os levou para a prisão, acusando-os de “realizar orações cristãs” e por “posse de Bíblias”. Os cristãos perderam seus vistos e foram deportados para o Líbano em seguida.

A Arábia Saudita é o maior país árabe da Ásia e da Península Arábica, ocupando a 14ª posição na atual Classificação da Perseguição Religiosa. Faz pouco tempo que a polícia religiosa recebeu autorização do governo para deter cristãos. “Orar e possuir Bíblias é uma acusação absurda para turistas, já que eles têm o direito de viajar com suas Bíblias para uso pessoal. Os policiais fizeram isso com os viajantes por que as autoridades negam a existência de cristãos sauditas no país”, comenta um dos colaboradores da Portas Abertas.

As leis no Reino Saudita são contraditórias. Por um lado, o governo reconhece o direito dos não-muçulmanos de adorar em particular, mas por outro lado, a polícia religiosa, muitas vezes, não respeita esse direito. Como a lei não está formalmente codificada, a situação jurídica da prática religiosa privada permanece confusa, o que torna a situação dos cristãos muito delicada, como ilutrou esse incidente. Ore por essa nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/10/cristaos-sao-acusados-por-posse-de-biblias-e-oracao

Norueguês estuprado por refugiado diz se sentir ‘culpado’ por deportação de agressor

Um norueguês que foi vítima de estupro por um refugiado somali afirmou se sentir ‘culpado’ ao saber que o agressor foi deportado.

Karsten Nordal Hauken, que se classifica como feminista e anti-racista, foi violentado há cinco anos.

Em um artigo publicado no site da emissora de TV estatal norueguesa NRK, Hauken diz que se tornou depressivo e viciado em drogas após o incidente.

Apesar disso, ele alega ter se sentido mal quando soube que seu agressor seria deportado para a Somália, mesmo depois de ter cumprido uma pena de quatro anos de prisão pelo crime.

Hauken também diz que decidiu escrever sobre sua experiência pessoal porque queria quebrar o tabu sobre homens vítimas de estupro.

“Chorei quando sentei no meu carro”, afirma ele, ao se lembrar do dia em que soube da notícia da deportação.

“Primeiramente, senti um misto de alívio e felicidade ao saber que ele estava indo embora para sempre. O governo norueguês estava agindo de maneira vingativa, como um pai que confronta o estuprador de seu filho”, conta.

“Me senti muito culpado e responsável pelo que estava acontecendo. Era a razão pela qual ele não permaneceria na Noruega, mas enfrentaria um futuro incerto na Somália”.

“Ele já tinha cumprido a pena na prisão. Por que ele deveria ser punido de novo? E desta vez de forma mais dura?”, questiona Hauken no artigo.

Hauken diz que o pior efeito do estupro foi que ele “perdeu muito tempo” para a “depressão e para a maconha”.

“É assustador e um tabu falar sobre a vida emocional de um homem”, escreveu ele.

“Sinto como se tivesse sido esquecido e ignorado. Mas não me atrevo a falar sobre isso. Tenho medo de ataques de todos os lados”, acrescentou.

“Tenho medo de que nenhuma mulher vá me querer e que outros homens vão rir de mim. Medo de que eu serei taxado de anti-feminista quando digo que homens jovens que estão passando por um momento difícil precisam de mais atenção”.

“Meninos e homens devem aprender que é normal falar sobre seus sentimentos. Meninos e homens estão sendo ignorados. Para mim, o resultado foram anos de depressão, vício, solidão e isolamento”.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/04/160410_nuruegues_estupro_refugiado_deportacao_lgb

 

Violência aumenta e cristãos ficam no meio do fogo cruzado

Seguir a Jesus, na Arábia Saudita, significa enfrentar o governo, correndo o risco de ser preso, agredido, deportado e, às vezes, até torturado.

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A situação da igreja na Arábia Saudita está cada vez mais complicada, principalmente quando aumenta a onda de violência. Notícias recentes apontam para a morte de dezenas de pessoas em menos de um mês. Só nesse início de ano, 53 pessoas já foram executadas, e destas, 47 morreram em ações terroristas, todas no dia 2 de janeiro.

No ano de 2015, as execuções alcançaram nível recorde nos últimos 20 anos, segundo contagem oficial da AFP (Agence France-Presse). Com a crise diplomática entre o Irã e Arábia Saudita, a perseguição religiosa também aumenta e os cristãos ficam no meio do fogo cruzado, sendo atingidos tanto pelos ataques provocados pelas guerras entre estes países quanto pela perseguição em si.

O islã domina a vida em sociedade e todos os sauditas são considerados muçulmanos. Seguir a Jesus, portanto, significa enfrentar o governo, correndo o risco de ser preso, agredido, deportado e, às vezes, até torturado. A legislação é baseada na sharia, considerando crime o evangelismo de muçulmanos. Se converter a outra religião é punível de morte. Não há igreja no país e as reuniões domésticas são invadidas. Ore por eles.

Leia também
Crise diplomática piora a perseguição religiosa
Conflito entre Arábia Saudita e Irã atinge cristãos

Pedidos de oração

  • Peça para que Deus fortaleça os cristãos na Arábia Saudita e que eles possam crescer em sua fé, apesar da perseguição.
  • Ore para que os perseguidores tenham os olhos abertos para o amor de Jesus e que se convertam enquanto é tempo.
  • Clame pelos cristãos que sofrem com inúmeras perdas, em diversas áreas da vida, e que eles possam encontram consolo na Palavra.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/violencia-aumenta-e-cristaos-ficam-no-meio-do-fogo-cruzado

 

Muçulmanas que não aprenderem inglês em 30 meses poderão ser deportadas do Reino Unido

O governo britânico anunciou, nesta semana, uma medida controversa: os imigrantes que, em dois anos e meio, não comprovarem uma melhora no domínio do idioma inglês, poderão ser deportados.

O premiê David Cameron também anunciou maiores investimentos para ajudar mulheres muçulmanas aprenderem o idioma. O governo estima que há 190 mil mulheres muçulmanas na Inglaterra que falam muito pouco ou nada de inglês.

De acordo com o Telegraph, as mudanças serão válidas a partir de outubro deste ano, e direcionadas às mulheres que chegarem ao país com visto de casamento.

Atualmente, as mulheres que chegam ao Reino Unido com esse tipo de visto, válido por cinco anos, precisam provar um conhecimento básico do idioma.

De acordo com Cameron, a medida não pretende “punir” quem não aprender o inglês, mas evitar que as mulheres fiquem confinadas em casa. O premiê reconhece, todavia, que a nova regra pode também separar famílias. “É duro, mas as pessoas que vêm para o nosso país também têm responsabilidades”, afirmou.

As aulas de inglês vão ocorrer em residências, escolas e centros comunitários e as despesas de transporte serão bancadas pelo governo, bem como as despesas relativas aos cuidados com as crianças das mães que fizerem o curso.

 Críticos à política anunciada pelo governo afirmaram que a política é segregacionista, por privilegiar as mulheres muçulmanas. Cameron argumentou, no entanto, que o investimento está sendo direcionado “às mulheres com maior grau de isolamento”.

O plano faz parte das medidas governamentais para combater o extremismo, devido ao aumento de jovens muçulmanos que viajam para a Síria a fim de integrar as fileiras do grupo extremista Estado Islâmico.

(Com informações das agências de notícias)

LEIA MAIS:

– Para estas refugiadas, a vida é uma rotina de medo, abuso sexual e exploração

– Como os ataques em Colônia podem agravar a crise de refugiados na Europa

http://www.brasilpost.com.br/2016/01/19/imigrantes-muculmanas-rei_n_9016888.html?ncid=fcbklnkbrhpmg00000004

China deporta 20 turistas por vídeo ‘de instigação ao terrorismo’

Grupo foi liberado sem acusações após 1 semana em centro de detenção.
Família de um dos turistas diz que caso foi um ‘infeliz mal-entendido’.

O governo chinês deportou 20 turistas do Reino Unido, Índia e África do Sul que tinham sido detidos na Mongólia Interior por supostamente ver “um vídeo de instigação ao terrorismo e ao extremismo religioso”, segundo confirmaram as autoridades.

A imprensa oficial publicou neste domingo (19) que o grupo de turistas foi liberado sem acusações após uma semana em um centro de detenção e devolvidos a seus países de origem.

De acordo com a Polícia, os estrangeiros, que estavam em uma viagem de 47 dias organizada por uma operadora chinesa, viram um documentário em seus quartos de hotel e depois que algum deles foram embora, o resto “começou a ver vídeos de instigação ao terrorismo”.

As autoridades asseguram que a Polícia encontrou vídeos similares em um celular de um dos turistas, Hoosain Ismail Jacobs, de nacionalidade sul-africana.

No entanto, em comunicado publicado pela família de Jacobs, se dá outra versão do ocorrido ao assinalar que as detenções aconteceram “por um infeliz mal-entendido”.

Segundo o comunicado, o grupo visualizou um documentário de Genghis Khan “para ampliar seu entendimento da região na qual estavam – Mongólia Interior – e isso pode ser entendido de maneira errônea como material de propaganda”.

No comunicado se lembra que nenhum membro do grupo tinha antecedentes criminais.

As detenções aconteceram no aeroporto de Ordos, cidade da Mongólia Interior, no dia 10 de julho, antes de o grupo embarcar em um avião a caminho de seu seguinte destino da viagem, Xian.

O grupo, formado por nove britânicos, 10 sul-africanos e um indiano começou sua viagem em Hong Kong e tinha previsto acabá-lo na metrópole de Xangai.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/china-deporta-20-turistas-por-video-de-instigacao-ao-terrorismo.html