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Horror: Marido lança ácido no rosto de sua jovem esposa em Bangladesh após uma disputa sobre seu dote

  • Jesmin Akter, 23, foi recebida no hospital em Dhaka com queimaduras graves
  • O marido jogou ácido em seu rosto depois de uma disputa sobre seu dote 
  • Muito do seu rosto e couro cabeludo e também outras partes do seu corpo foram queimadas

Por TOM WYKE PARA MAILONLINE

Deitada em uma pequena cama de hospital em Bangladesh, seu rosto está coberto de queimaduras onde o ácido foi jogado em seu rosto pelo marido após uma disputa sobre seu dote.

Jesmin Akter, 23 anos, foi internada em Dhaka Medical College Hospital com queimaduras graves em grande parte do seu rosto e couro cabeludo e também outras partes de seu corpo.

Seu corpo foi envolto em grande parte da ataduras de tecido em uma tentativa de evitar que a pele queimada toque outras áreas lesadas pelo ácido no ataque.

Devido à sensibilidade e danos geralmente sustentada pelo ácido no rosto da vítima, as lesões são geralmente de mudança de vida

Devido à sensibilidade e danos geralmente causados pelo ácido no rosto da vítima, as lesões são geralmente de mudança de vida

Em 2015 violência por dote e perseguindo aumentou e incidentes resultaram na morte de 1.847 mulheres e meninas, enquanto 301 outros cometeram suicídio, de acordo com Bangladesh National Women Association Advogado

Akter é uma das 1847 mulheres que foram vítimas de um ataque com ácido em Bangladesh entre 1999 e 2015.

As vítimas muitas vezes sobrevivem ao ataque com ácido, mas o impacto físico e psicológico significa que as sobreviventes podem demorar muito tempo para reconstruir suas vidas.

Muitas das pacientes queimadas são forçadas a deixar suas famílias devido ao estigma social associado com os ataques.

Das 3626 vítimas de ataques com ácido, de 1999 a 2015, 1.847 eram do sexo feminino, 901 eram do sexo masculino e 877 eram crianças, segundo a Fundação Sobreviventes aos ataques com ácido.

As vítimas muitas vezes sobreviver ao ataque ácido, mas o impacto físico e psicológico significa que ele pode tomar sobreviventes muito tempo para reconstruir suas vidas

Ms Akter é uma das 1847 mulheres que foram vítimas de um ataque com ácido em Bangladesh entre 1999 e 2015

Alguns criminosos têm utilizado ácido para infligir dor devastadora sobre suas vítimas, devido ao seu baixo custo e impacto terrível.

Devido à sensibilidade e danos geralmente causados pelo ácido no rosto da vítima, as lesões são geralmente irreversíveis.

Jesmin Akter, 23, foi internado em Dhaka Medical College Hospital com queimaduras graves a muito do seu rosto e couro cabeludo também outras partes do seu corpo mais baixo

Alguns criminosos têm utilizado ácido para causar mágoa devastador sobre suas vítimas, devido ao seu baixo custo e impacto terrível

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Imigrantes em barcos à deriva relatam mortes em briga por comida

Imigrantes resgatados de um barco que ficou à deriva por semanas no Sudeste Asiático disseram que cerca de cem pessoas morreram em brigas por comida a bordo.

Segundo eles, alguns foram apunhalados, outros enforcados, golpeados até a morte com tábuas de madeira ou lançados ao mar.

Milhares de imigrantes de Bangladesh e Mianmar estão à deriva após serem impedidos de desembarcar na Indonésia, Malásia e Tailândia – após ações de autoridades marítimas destes países, que estariam, segundo ONGs, promovendo um “ping-pong humano” nas águas do Índico.

A maior parte dos imigrantes é da minoria étnica muçulmana rohingya, que sofre perseguição em Mianmar. Já os imigrantes de Bangladesh estão em busca de emprego.

Leia mais: Rohingyas – o povo muçulmano que o mundo esqueceu

“Uma família foi golpeada até morrer com tábuas de madeira. O pai, a mãe, o filho. E depois jogaram seus corpos no mar”, disse Mohammad Amin, um dos sobreviventes.

Os relatos sobre as brigas por comida a bordo foram dados por alguns dos 700 imigrantes ilegais que foram resgatados por pescadores na Indonésia na sexta-feira. As informações não puderam ser verificadas pela BBC, mas pelo menos três pessoas disseram a mesma coisa.

A agência de migrações da ONU estima que 8.000 pessoas estejam a deriva no mar do sudeste asiático.

Credito: BBC
Imigrantes ficaram no mar por cerca de dois meses

Apesar de 700 pessoas terem sido resgatadas na sexta-feira, quando o barco em que viajavam começou a afundar, outras duas embarcações com centenas de pessoas a bordo seguem à deriva na região do Golfo de Bengala.

Leia mais: Imigrantes à deriva saltam ao mar para pegar comida jogada de helicópteros

A situação pode piorar: nesta segunda-feira, pescadores disseram que o governo da Indonésia ordenou que eles não resgatassem mais imigrantes, ainda que os barcos estivessem afundando. Os pescadores, no entanto, afirmaram que vão continuar salvando os migrantes.

“Eles são seres humanos, precisamos resgatá-los”, disse um pescador que, temendo represálias, não quis se identificar.

Desnutridos e desidratados

Os migrantes que tiveram que lutar por comida queriam desembarcar na Malásia, mas afirmam que a Marinha do país os obrigou a abandonar suas águas territoriais.

A embarcação ficou dois meses no mar e, recentemente, foi abandonada pela tripulação. Os sobreviventes, agora, estão alojados em galpões na costa de Langsa, Indonésia.

Leia mais: 700 imigrantes são resgatados de navio que afundava na Indonésia

Muitos estão desnutridos e desidratados. Recebem atendimento em uma clínica de emergência.

Vários deles são mulheres e crianças.

Perseguição

O governo de Mianmar declarou que não era responsável pela situação dos migrantes e destacou que pode não comparecer a uma cúpula regional convocada para tratar da crise se a questão dos rohingya for um dos temas.

Leia mais: Milhares de imigrantes de etnia muçulmana perseguida ficam à deriva na costa da Tailândia

Enquanto aumenta a preocupação internacional com a situação dos migrantes no mar, o chanceler da Malásia, Anifah Aman, se reuniu com o seu colega de Bangladesh, Abul Hassan Mahmood Ali, no domingo, para discutir a crise.

Credito: BBC
Desnutridos e desidratados, sobreviventes estão sendo atendidos em hospital de emergência

Os rohingyas são uma minoria muçulmana não reconhecida pelo governo de Mianmar, uma país de maioria budista. Os rohingyas não apenas não são considerados cidadãos como também são perseguidos. Eles são submetidos a trabalhos forçados e não têm direito à propriedade, entre outras restrições.

“O governo está nos torturando”, disse Zukura Khotun, mãe de três filhos que embarcou com a esperança de se reunir com seu marido, que imigrou para a Malásia.

No domingo, foi informado que ao menos cinco embarcações de tráfico de pessoas, com até mil migrantes a bordo, estavam na costa norte de Mianmar.

Já que a Tailândia, Malásia e Indonésia não permitem o desembarque em suas costas, os traficantes de pessoas estão relutantes quanto a iniciar a viagem.

Mas não permitem que os imigrantes abandonem os barcos a não ser que paguem uma quantia em dinheiro, informa Jonah Fisher, correspondente da BBC em Yangun, capital de Mianmar.

Nos últimos três anos, mais de 120 mil rohingyas tomaram o rumo do mar em busca de refúgio em outros países, segundo a agência de refugiados da ONU.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150518_mortes_comida_migrantes_asia_lab

Os quatro principais lados na briga pelo poder no Iêmen

Houthis

A milícia xiita é a grande protagonista da atual crise no Iêmen. Historicamente considerada marginalizada pelo governo sunita, começou a promover uma rebelião e tomou cada vez mais territórios, chegando a controlar a capital, Sanaa. Dissolveu o Parlamento e quer mudanças constitucionais por participação política. São apoiados pelo Irã.

Governo

O presidente Abd-Rabbo Mansour Hadi e seu premier, Khaled Bahal, eram o símbolo de uma nova era no Iêmen após a Primavera Árabe. De origem sunita, foram alvo de cada vez mais oposição das milícias xiitas e de rivais em outras partes do país. Os dois renunciaram, mas Hadi voltou atrás e hoje comanda o país na cidade portuária de Aden.

Ali Abdullah Saleh

O ditador do Iêmen já comandava o Iêmen do Norte desde 1978, e o Estado unido desde 1990. A Primavera Árabe o jogou para fora do cargo em 2011, após grandes protestos pelo país. O ocidente o acusa de tentar forçar a saída de Hadi apoiando os houthis. Ele teria levado até US$ 60 bilhões do cargo, acusam líderes.

al-Qaeda na Península Arábica

Os jihadistas têm sido uma das maiores ameaças ao Iêmen. A célula do grupo no país foi responsável por treinar os atiradores do “Charlie Hebdo” e já fez vários atentados em território local. É possível que eles estejam aguardando o acirramento das tensões para fazer novos ataques. O Estado Islâmico descende deles.

http://oglobo.globo.com/mundo/os-quatro-principais-lados-na-briga-pelo-poder-no-iemen-15674810

AL-QAEDA E ESTADO ISLÂMICO “DISPUTAM LIDERANÇA TERRORISTA”, DIZ ESPECIALISTA

“Atentado espetacular no Ocidente” pode ser trunfo para vencer a disputa.

O secretário de Estado espanhol de Segurança, Francisco Martínez, declarou na quarta-feira (11) que existe uma disputa entre a Al Qaeda e o Estado Islâmico para conseguir “a liderança terrorista através de um atentado espetacular no Ocidente que produza um efeito propagandístico”

http://noticias.r7.com/internacional/fotos/al-qaeda-e-estado-islamico-disputam-lideranca-terrorista-diz-especialista-12032015#!/foto/1