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Professor da UFRJ investigado por terrorismo é elogiado por colegas

Preso na França,  foi convidado para trabalhar no Brasil.

O franco-argelino Adlène Hicheur é alvo de investigações da Polícia Federal, mas a qualidade seu trabalho, segundo seus colegas brasileiros, paira acima de qualquer suspeita. Embora a condenação por atividade terrorista na França tenha provocado seu afastamento do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), cientistas da instituição intermediaram sua vinda para o Rio, em 2013, onde retomou seus projetos no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF).

De acordo com o diretor do centro, Ronald Shellard, o Ministério das Relações Exteriores estava ciente dos problemas de Hicheur com a Justiça.

— Liguei para o Itamaraty e alertei sobre todos os fatos, porque não queria trazer um problema para cá — explica. — Ele veio por volta de 2013 e trabalhou dois anos aqui. Fez trabalhos relevantes e seu grupo estava muito satisfeito, tanto que depois conseguiu um emprego na UFRJ. Nossa posição é de que nos envolvemos com uma pessoa cujo desempenho era elogiado aqui e no Cern.

Hicheur, segundo Shellard, tem parentes na Europa e os visita regularmente. Nunca passou por constrangimentos com seus colegas de trabalho, que sabiam de sua prisão.

— Há coisas sobre as quais não se faz alarde, mas que também não se escondem. Agora, com a exposição na mídia, ele está numa posição complicada.

Shellard afirma que o colega estava na Europa quando um extremista muçulmano mostrou uma camisa com o símbolo do Estado Islâmico na mesquita que costuma frequentar, na Tijuca, logo após os atentados contra o semanário satírico “Charlie Hebdo” em Paris, em janeiro de 2015. Segundo Shellard, o homem não era frequentador da mesquita — teria ido lá apenas naquela vez.

— O Adlène tornou-se um caso célebre porque as evidências (da prisão) foram baseadas apenas na internet. As acusações só foram formuladas na época em que foi solto, aí houve um julgamento sobre a pena que ele já tinha cumprido.

Procurado para confirmar a autorização das atividades profissionais de Hicheur no Brasil, o Itamaraty declarou que é preciso verificar a situação com as instituições governamentais envolvidas na concessão do visto de trabalho. Hoje, Hicheur trabalha no Instituto de Física da UFRJ, que informou ter checado o visto na época. O professor Leandro de Paula, colega na universidade, diz que o franco-argelino “nunca negou” os e-mails que o incriminaram:

— É um pesquisador excelente. Sei que a reitoria tem uma série de documentações legais. Mas não sei se conhecem a sua história.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/professor-da-ufrj-investigado-por-terrorismo-elogiado-por-colegas-18446526#ixzz3wx95qXkV

Putin elogia o Islã ao inaugurar Grande Mesquita de Moscou

Templo tem 19 mil metros quadrados e capacidade para 10 mil pessoas.
Premiê elogiou virtudes humanistas da religião islâmica.

O presidente russo, Vladimir Putin, destacou nesta quarta-feira as virtudes humanistas do Islã durante a inauguração da Grande Mesquita de Moscou, uma das maiores da Europa, na presença de seus colegas palestino e turco, Mahmud Abbas e Recep Tayyip Erdogan.

“É um grande acontecimento para os muçulmanos da Rússia. Uma das mesquitas mais antigas de Moscou foi reconstruída em seu contexto histórico”, declarou o presidente russo em seu discurso inaugural.

“A Rússia é um país multiconfessional no qual, insisto, o Islã é uma das religiões tradicionais”, prosseguiu Putin.

“Esta mesquita será uma fonte para propagar as ideias humanistas e os verdadeiros valores do Islã”, acrescentou, depois de denunciar o grupo Estado Islâmico (EI) que, segundo ele, “tergiversa o Islã”.

O presidente russo se reunirá durante a tarde com o presidente turco para falar do EI e do projeto de gasoduto Turkish Stream.

Capacidade para 10 mil pessoas

Putin inaugura a Grande Mesquita de Moscou (Foto: Alexei Druzhinin/RIA Novosti/Kremlin/Reuters)Putin inaugura a Grande Mesquita de Moscou (Foto: Alexei Druzhinin/RIA Novosti/Kremlin/Reuters)

Com uma superfície total de 19 mil metros quadrados, a Grande Mesquita de Moscou, situada perto do centro da capital russa, pode acolher 10 mil pessoas, o que a converte em uma das maiores da Europa quanto à capacidade.

A decisão de destruir a antiga mesquita, que abriu em 1904, gerou uma polêmica em 2011.

“As obras custaram 170 milhões de dólares”, declarou o vice-presidente primeiro do conselho de muftis da Rússia, Ruchan Abiasov, citado pela agência russa Interfax.

Um oligarca originário do Estado russo do Daguestão, no Cáucaso, financiou grande parte da reconstrução com dezenas de milhares de dólares, disse Abiasov.

A inauguração deste local de culto não será, no entanto, suficiente para resolver a escassez de mesquitas em Moscou. A capital russa tem apenas quatro mesquitas para os entre um e dois milhões de muçulmanos que vivem ali, segundo as estimativas.

Vinte milhões de muçulmanos vivem na Rússia, sobretudo nas regiões historicamente muçulmanas, como o Cáucaso Norte, o Tartaristão e o Bascortostão.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/putin-elogia-o-isla-ao-inaugurar-grande-mesquita-de-moscou.html

Diplomatas sauditas apoiam coalizão contra Houthis no Iêmen

Diplomatas sauditas nos Estados Unidos e no Sudão têm elogiado a liderança do reino em relação à a Operação Tempestade Decisivo no Iêmen.

Faisal bin Abdulaziz Al-Sudairi, cônsul geral da Arábia Saudita em Los Angeles, disse ao Guardião das Duas Mesquitas Sagradas que o rei Salman tinha tomado uma “decisão sábia e firme” como comandante das forças armadas. Isso iria proteger o mundo muçulmano e árabe daqueles que tentando minar sua segurança, disse ele.

“Assim como o líder deste país abençoado, o qiblah dos muçulmanos, nós pedimos para atender a chamada de nossos irmãos no Iêmen, os homens de nossas forças armadas e cidadãos que apoiam …” Ele disse que os países muçulmanos e árabes do Golfo apoiaram a ação contra a “injustiça e agressão” dos Houthis no Iêmen.

O embaixador saudita no Sudão, Faisal bin Hamid Al-Mualla, também saudou a operação em curso. Ele fez as declarações em uma cerimônia organizada pelo Presidente Geral da Ansar Al-Sunna Al Muhammadiyyah no Sudão Ismail Osman Mohamed Al-Mahi na quinta-feira em Cartum.

A cerimônia foi realizada para homenagear Hamad bin Abdulaziz Aljomaih e Ibrahim bin Mohammed Abu Abah, membros do Conselho Shura, por seus esforços para difundir o Islã e ajudar aos necessitados.

Al-Mualla disse que a liderança saudita tinha tomado a decisão certa para reunir os países árabes e outros para lutar contra os houthis e restaurar o governo legítimo do país. Ele disse que o Reino e Sudão têm mantido fortes relações bilaterais.

http://www.arabnews.com/saudi-arabia/news/730916

Hamas elogia esfaqueamento de soldados na Cisjordânia, dizendo que é ‘resposta natural para as ações de Israel’

Hamas elogiou o ataque por esfaqueamento que foi realizado por um palestino na Cisjordânia quarta-feira e deixou um soldado israelense em estado grave.

“É uma resposta natural para as ações de Israel contra a nossa nação”, disse o grupo Hamas, que governa a Faixa de Gaza e é considerado uma organização terrorista por Israel e os EUA.

http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4645423,00.html