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EUA vão mandar forças especiais contra o Estado Islâmico na Síria

Casa Branca declarou que que serão menos de 50 militares. Barack Obama diz que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.

Casa Branca declarou que que serão menos de 50 militares. Barack Obama diz que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.

Os Estados Unidos anunciaram que vão mandar militares para a Síria. Já se sabe que esses militares não vão atuar diretamente na guerra.

Nem sequer o número exato de militares a Casa Branca divulgou. Só disse que serão menos de 50 e que fazem parte de uma força de operações especiais. Eles vão ficar baseados no norte da Síria, uma região controlada pelas tropas curdas – que têm o apoio dos americanos. Esses militares vão ter um papel bem específico: treinar e dar a apoio estratégico às milícias sírias que combatem o grupo terrorista Estado Islâmico.

O envio de soldados – mesmo um contingente tão pequeno – representa uma grande mudança da política americana em relação à Síria. Desde que ordenou os primeiros bombardeios, em agosto de 2014, o presidente Barack Obama prometeu várias vezes que não mandaria um único soldado americano para lutar no país. Mas Obama nega que tenha mudado de ideia. Continua dizendo que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.

Há uma tentativa de solução diplomática, mas o que se sabe enquanto isso é que essa guerra já matou 250 mil pessoas e produziu o drama dos refugiados na Europa. Nesta sexta-feira (30), houve um encontro em Viena para tratar do assunto. Pela primeira vez, os Estados Unidos convocaram a Rússia, o Irã e a Arábia Saudita para negociar uma saída para a guerra da Síria.

Irã e a Arábia Saudita são os dois países que têm mais influência na região. E eles têm visões bem diferentes sobre o futuro da Síria. O irã apoia o presidente sírio Bashar Al-Assad, e os sauditas preferem que ele deixe o poder o quanto antes.

Os Estados Unidos aceitem um meio-termo: aceitam que Al-Assad fique mais um tempo na presidência, mas apenas para cuidar de uma transição política.

No final do encontro, os negociadores pediram o apoio das Nações Unidas para que o governo e a oposição da Síria baixem as armas e dialoguem para chegar a uma solução pacífica.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/10/eua-vao-mandar-forcas-especiais-contra-o-estado-islamico-na-siria.html

Obama anuncia envio de 300 militares a Camarões

Tropas dos EUA trabalharão contra os islamitas do grupo Boko Haram.
Militares farão operações de inteligência, vigilância e reconhecimento.

O presidente Barack Obama anunciou nesta quarta-feira (14) o envio em breve de 300 militares ao Camarões para operações de inteligência, vigilância e reconhecimento na região, alvo de ataques constantes dos islamitas do grupo Boko Haram.

Em um e-mail enviado aos líderes das duas câmaras do Congresso, e divulgado pela Casa Branca, Obama assinala que 90 militares começara a ser mobilizados a partir de segunda-feira.

Segundo a fonte, o número de efetivos será de cerca de 300 miitares.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/obama-anuncia-envio-de-300-militares-a-camaroes.html

Reino Unido reforça contingente de tropas da ONU na Somália

Primeiro-ministro David Cameron pondera enviar 300 soldados para o Sudão do Sul em breve.

Cerca de 70 militares do Reino Unido foram enviados para a Somália, onde irão juntar-se a uma missão de paz da ONU que juntamente com a União Africana combate as tropas do grupo terrorista al-Shabab.

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro David Cameron, que anunciou ainda a possibilidade de enviar um contingente de 300 efectivos para o Sudão do Sul nos próximos tempos.

A missão deverá servir também para suster o número de migrantes que todos os meses chegam à Europa, via Mediterrâneo. “Isto significa menos terrorismo, migração, pirataria”, disse Cameron, aplicando a mesma lógica ao Sudão do Sul.

“Se nós conseguirmos, como força de paz, ajudar a manter o controlo, a paz e ver desenvolvimento estável nesse país, então teremos, novamente, menos pobreza, migração, menos problemas que nos possam afectar em casa”, argumentou, citado pela BBC.

As tropas enviadas não estarão envolvidas em combate, prestando apenas treino e apoio técnico às restantes forças no terreno.

http://www.redeangola.info/reino-unido-reforca-contingente-de-tropas-da-onu-na-somalia/

Prestes a se aposentar, chefe do Exército americano sugere enviar soldados para enfrentar EI

Apesar de apoiar política do governo Obama, Ray Odierno mostra insatisfação com saída das tropas no Iraque em 2011.

WASHINGTON – Em sua última entrevista como chefe do Exército antes de se aposentar, o general Ray Odierno avaliou que enviar soldados para luta armada contra os jihadistas do Estado Islâmico será uma opção a se considerar. Ele, no entanto, apoiou a atual estratégia do presidente Barack Obama, que tem realizado ataques aéreos e levado oficiais para treinar combatentes locais.

— Deveríamos com certeza considerar incluir alguns soldados entre as forças iraquianas, e aí ver se vale a pena. Não signifique que eles cheguem a lutar, mas estariam apoiando — estimou. — Foi frustrante o que aconteceu em Bagdá após a saída das tropas em 2011. Hoje, os ataques aéreos funcionaram, os curdos fizeram um grande trabalho e as forças iraquianas também ajudaram, mas estamos meio parados, sinceramente.

Odierno, especialista em conflitos no Iraque, passou as últimas décadas avaliando e comandando forças por lá. Ele comandou uma divisão de infantaria e agora será substituído pelo atual chefe do Comando das Forças do Exército, o general Mark Milley.

— Num cenário de fracasso da nossa estratégia, em meses, acho que provavelmente conseguiríamos derrotar o EI com forças americanas. O problema é que estaríamos de volta ao local onde estamos, com graves problemas políticos e econômicos em Iraque e Síria.

Nesta terça-feira, o pré-cadnidato republicano Jeb Bush culpou a rival democrata, Hillary Clinton, por cometer erros ao deixar as tropas americanas deixarem o Iraque. Seu irmão, o então presidente George W. Bush, é criticado por opositores por “se apoderar do país” ao justificar a invasão alegando que havia armas de destruição em massa no regime de Saddam Hussein.

http://oglobo.globo.com/mundo/prestes-se-aposentar-chefe-do-exercito-americano-sugere-enviar-soldados-para-enfrentar-ei-17165616

Austrália vai enviar 300 soldados para o Iraque

Militares irão atuar no treinamento de forças iraquianas no combate ao Estado Islâmico.

WELLINGTON, Nova Zelândia — O governo da Austrália anunciou que completou os preparativos para enviar cerca de 300 soldados para o Iraque nas próximas semanas.

Os soldados vão atuar juntamente com cerca de cem tropas da Nova Zelândia na base Taji, no norte de Bagdá. O governo australiano informou que a força combinada vai treinar as forças iraquianas para combater o grupo Estado Islâmico (EI).

A Austrália já tem 170 forças especiais em Bagdá para ajudar as forças de segurança iraquianas. Outros 400 integrantes da força aérea dão apoio aos ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico de uma base na periferia de Dubai.

O primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, e o ministro da Defesa, Kevin Andrews, disseram em um comunicado que a missão começará a entrar em operação em maio e ficará no país durante dois anos.

http://oglobo.globo.com/mundo/australia-vai-enviar-300-soldados-para-iraque-15865292

Iêmen pede à coalizão árabe o envio de forças terrestres

Chanceler disse que os bombardeios aéreos serão ineficazes.
Arábia Saudita lidera ataque contra rebeldes xiitas no Iêmen.

O ministro das Relações Exteriores iemenita, Ryad Yassin, refugiado em Riad, pediu nesta quarta-feira à coalizão internacional dirigida pela Arábia Saudita que combate os rebeldes xiitas no Iêmen que envie forças terrestres.

“Peço isso porque creio que, dentro de um tempo, os bombardeios aéreos serão ineficazes”, afirmou Yassin em uma entrevista à AFP uma semana depois do início dos ataques contra os rebeldes huthis, apoiados pelo Irã, que controlam extensos pedações de território no Iêmen

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/04/iemen-pede-a-coalizao-arabe-o-envio-de-forcas-terrestres.html