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Imigrantes na Espanha jogam fora toalhas e roupas doadas pela Cruz Vermelha

“Os imigrantes que chegaram no navio Aquarius na Espanha jogam fora toalhas e roupas doadas pela Cruz Vermelha”, de Ben PerchironVoz da Europa , 25 de junho de 2018:

Em 24 de junho, vários usuários do Facebook criticaram o fato de muitos imigrantes do barco Aquarius terem jogado fora roupas e toalhas doados pela Cruz Vermelha.

As roupas foram encontradas em uma lixeira no Complexo Educacional de Cheste, onde muitos dos migrantes foram abrigados até finalizar seus pedidos de asilo.

Isto, apesar do fato de que na primeira noite na Espanha, alguns imigrantes foram vistos num restaurante em Cheste pagando por bebidas usando notas de € 100.

Mesmo os imigrantes mais jovens, que foram alojados em uma residência estudantil em Alicante, como foi relatado anteriormente, foram vistos saindo para a festa em sua primeira noite, apesar de comentaristas espanhóis liberais afirmarem que estavam em “choque” e “traumatizados” devido ao cruzamento da Líbia.

Como pode ser visto na foto, os contêineres estão transbordando com roupas rejeitadas, toalhas e cobertores distribuídos pela Cruz Vermelha – alguns pacotes de cuidados estão intactos.

Os moradores locais estão indignados com a absoluta falta de gratidão que esses supostamente “estressados” imigrantes demonstram com a generosidade mostrada pela Cruz Vermelha.

Com imagem e informações Jihad Watch

Espanha: imigrante muçulmano agride sexualmente seis crianças

“Imigrante norte-africano preso após agredir sexualmente seis crianças”, por Virginia HaleBreitbart , 19 de junho de 2018:

Um homem marroquino foi preso depois que seis crianças foram seguidas para casa e sexualmente agredidas em suas próprias portas em Alicante, na Espanha.

Policiais nacionais detiveram o suspeito de 24 anos na semana passada em Elche sob suspeita de cometer sete crimes contra a liberdade sexual, seis dos quais contra crianças, informou o El Mundo.

A unidade especializada da polícia de Alicante disse que o homem, que deve comparecer no tribunal no sábado, é acusado de cinco acusações de agressão sexual e duas de abuso sexual, uma acusação menor do que uma agressão nos casos em que a violência não foi cometida.

Uma investigação foi aberta em 30 de maio do ano passado, quando a polícia recebeu duas queixas de agressão sexual em um bairro de Alicante com poucas horas de intervalo no mesmo dia.

O homem é acusado de ter seguido as vítimas até a porta de suas casas antes de “agredi-las violentamente para tocar em suas partes íntimas”, segundo a mídia local.

Os detetives perceberam que provavelmente estavam lidando com um criminoso sexual em série depois que um novo agressor com o mesmo modus operandi foi denunciado à polícia no final do ano passado….

Com imagem e informações Jihad Watch

Um estado da Espanha adotou o boicote contra Israel como política

Pela primeira vez na Espanha , o parlamento de um dos estados que compõem o reino votou a favor do movimento de boicote, desinvestimento e sanções contra Israel (BDS).

A votação no mês passado pelo Parlamento da Comunidade Autónoma de Navarra, no norte da Espanha, aprovou o projeto com o apoio de representantes de todos os partidos do parlamento, exceto o Partido Popular do centro-direita .

A moção aprovada esclarece que o parlamento de Navarra convida o governo central a “apoiar qualquer iniciativa promovida pela campanha internacional do BDS”. Também pede que a Espanha “suspenda seus laços com Israel” até que o país cesse sua política de crime e repressão contra a população palestina“.

Navarra é um dos 17 estados com seus próprios parlamentos, que juntos formam o Estado espanhol.

A moção continuou a condenar Israel por “matar” dezenas de palestinos em maio. A decisão é uma referência aos distúrbios organizados pelo Hamas ao longo da fronteira com Israel, que lançou centenas de bombas incendiárias e tentou destruir a cerca em Israel.

Das 61 pessoas mortas nos distúrbios de 14 de maio, 50 eram membros da organização terrorista Hamas , de acordo com um membro da organização e 3 eram jihadistas do grupo Jihad Islâmica.

Com imagem  The Jerusalem Post e informações Israel Noticias

Ateu e socialista, premiê espanhol deseja remover o catolicismo das escolas e “integrar muçulmanos”

Front Católico – O socialista Pedro Sánchez, declaradamente ateu, foi empossado como novo Primeiro Ministro da Espanha no início desse mês. Na cerimônia de posse já deixou bem clara sua posição em prol do “Estado laico” e negou-se a fazer o juramento diante de um crucifixo ou uma Bíblia, colocando a mão sobre uma cópia da Constituição.
Em seu juramento não havia menção a Deus. “Prometo, pela minha consciência e honra cumprir fielmente as obrigações do cargo de presidente do governo, com lealdade ao rei, e fazer cumprir a Constituição como norma fundamental do Estado”, afirmou Sánchez no sábado.

Agora, a publicação católica The Tablet apresentou várias propostas do Partido Socialista que ele representa, acusando-os de ser anticatólicos, mas pró-Islã.

A revista salientou que Sánchez prometeu remover os símbolos religiosos das instituições, bem como acabar com o financiamento público para a Igreja Católica, que congrega a maioria da população do país (67%). Além disso, pretende remover a religião do currículo escolar.

Por outro lado, está fazendo acenos aos muçulmanos da Espanha, dizendo que dedicaria atenção especial à “plena incorporação de comunidades islâmicas ao projeto europeu e ao reconhecimento da contribuição árabe para a cultura europeia”.
Em outras declarações, afirmou que não permitirá que “qualquer denominação religiosa tenha tratamento preferencial”, embora diga que apoiará leis onde “as convicções e expressões ideológicas, religiosas, culturais e de gênero sejam respeitadas”.

Sánchez falou à revista espanhola El Plural: “Sou ateu e acredito que a religião não deve estar nas salas de aula, deve ficar só nas igrejas. Nas salas de aula você tem que formar cidadania, não pessoas com crenças religiosas, algo que é da esfera privada.”
Os líderes abertamente ateus têm aumentado na Europa nos últimos anos. França, Croácia e Grécia também tiveram políticos “não religiosos” no poder recentemente.

Com imagem

Espanha: Cursos sobre o Islã em Escolas Públicas

  • As diretrizes para o ensino do Islã em escolas públicas, redigidas pela Comissão Islâmica da Espanha e aprovadas pelo Ministério da Educação, tem como objetivo despertar o fervor religioso e promover a identidade islâmica nos muçulmanos jovens na Espanha.
  • As diretrizes, que vislumbram o ensino de todos os aspectos da doutrina islâmica, cultura e história, são salpicadas com a terminologia “politicamente correta”… mas o objetivo como um todo é claro: doutrinar jovens com a visão de mundo islâmica.
  • De acordo com as diretrizes, os alunos do pré-primário (de 3 a 6 anos de idade) deverão estudar a profissão-de-fé islâmica, a Shahada, que assevera que “não há outro Deus a não ser Alá e que Maomé é o seu Mensageiro”. A Shahada é o portão de entrar para o Islã: para alguém se tornar muçulmano basta repetir a Shahadatrês vezes na frente de uma testemunha. As crianças também serão estimuladas a “repetir, através de diferentes formas de expressão, os valores observados por Maomé”.
  • No ensino fundamental (de 6 a 12 anos), as diretrizes exigem que as crianças “reconheçam Maomé como o último profeta enviado por Alá e aceitem-no como o mais importante dos profetas”.

O governo espanhol publicou novas diretrizes no tocante ao ensino do Islã em escolas públicas do pré-primário e do ensino fundamental e médio.

As diretrizes estão sendo aplaudidas como uma medida para evitar que crianças e jovens muçulmanos sejam arrastados para o terrorismo expondo-os a uma interpretação “moderada” do Islã.

Um olhar minucioso nas diretrizes redigidas pela Comissão Islâmica da Espanha e aprovada pelo Ministério da Educação, mostra que o objetivo é despertar o fervor religioso e promover a identidade islâmica nos muçulmanos jovens da Espanha.

O novo plano, considerado o mais ambicioso de toda a Europa, equivale a um programa aprovado pelo governo para introduzir um currículo escolar de estudos islâmicos completo, em escolas públicas, em todo território nacional, quando símbolos religiosos cristãos estão sendo sistematicamente removidos das escolas públicas espanholas pelos agentes oficiais do secularismo.

A despeito dos contribuintes espanhóis pagarem pela educação religiosa de até 300.000 estudantes muçulmanos entre as idades de 3 a 18 anos, não se sabe se as autoridades espanholas irão supervisionar o ensino do Islã nas escolas públicas. O governo concordou em permitir que as organizações muçulmanas locais redijam o plano de estudos dos cursos, escolham os livros de ensino e até determinem quem dará as aulas.

O Ministério da Educação da Espanha publicou, discretamente, as diretrizes no Diário Oficial do Estado (Boletín Oficial del Estado) em 18 de março. O currículo para o ensino do Islã no pré-primário das escolas públicas espanholas pode ser acessado aqui; para o ensino fundamental em escolas públicas aqui; para o ensino médio em escolas públicas aqui.

As diretrizes, que vislumbram o ensino de todos os aspectos da doutrina islâmica, cultura e história, são salpicadas com a terminologia “politicamente correta”, os documentos abundam com chavões como coexistência, diversidade, igualdade, direitos humanos, inclusão, integração, educação intercultural, diálogo interreligioso, moderação, pluralismo, liberdade religiosa, respeito e tolerância, mas o objetivo como um todo é claro: doutrinar jovens com a visão de mundo islâmica.

De acordo com as diretrizes, os alunos do pré-primário (de 3 a 6 anos de idade) deverão estudar a profissão-de-fé islâmica, a Shahada, que assevera que “não há outro Deus a não ser Alá e que Maomé é o seu Mensageiro”. A Shahada é o portão de entrar para o Islã: para alguém se tornar muçulmano basta repetir a Shahada três vezes na frente de uma testemunha.

O Artigo 6 visa incutir “interesse pelos textos islâmicos, tanto religiosos quanto culturais”, para despertar a “curiosidade em relação ao Alcorão na linguagem oral e escrita”, além de estudar as “recitações, narrativas e descrições islâmicas”.

As crianças deverão desenvolver o “costume de ouvir os textos corânicos e proféticos” e memorizar os “hádices pequenos (relatos sobre as palavras, ações ou hábitos de Maomé) e as histórias corânicas”. As crianças também serão estimuladas a “repetir, através de diferentes formas de expressão, os valores observados por Maomé”.

No ensino fundamental (de 6 a 12 anos), as diretrizes exigem que as crianças “reconheçam Maomé como o último profeta enviado por Alá e aceitem-no como o mais importante dos profetas”. Os estudantes também terão que “recitar a Shahada em árabe e espanhol perfeitos” e “reconhecer que o Alcorão é o guia para toda a humanidade”. As crianças “aprenderão certos arabismos na língua espanhola e valorizarão as contribuições linguísticas do Islã para a história da Espanha, usando a linguagem verbal para comunicar emoções e sentimentos”.

Estudantes do ensino fundamental “conhecerão exemplos da coexistência de Maomé com não muçulmanos”, embora não haja nenhum indício de que os alunos muçulmanos receberão aulas no tocante aos 900 judeus da tribo Banu Qurayza em Medina que Maomé mandou decapitar em 627 d.C.

Os estudantes também terão que “se dar conta que o Islã é uma religião da paz espiritual ou interna, paz social ou comunitária. O profeta nos ensina a viver em paz. O Islã promove soluções para resolver conflitos e desigualdades sociais”.

Além disso, as diretrizes convocam os estudantes do ensino fundamental a “compreenderem e explicarem a existência de outras revelações monoteístas de Alá: judaísmo e cristianismo”. Mas não está claro se os estudantes estudarão as três instâncias do Alcorão (Suras 2:65, 5:60 e 7:166) nas quais Alá transforma os judeus em macacos e/ou porcos.

No ensino médio (de 12 a 18 anos), as diretrizes convocam os estudantes a “conhecerem, analisarem e explicarem as atitudes afetivas/emocionais de Maomé ao se confrontar com ofensas pessoais, valorizando a solução do conflito”. Não está claro se os estudantes estudarão as Suras 5:33 e 33:57-61, que suplicam por maldições contra aqueles que “irritam Alá e seu Mensageiro”.

O Artigo 4 chama a atenção dos alunos para que avaliem a “transversalidade no Alcorão e nos Hádices no tocante às relações sociais”. O Artigo 4, no entanto, não menciona se os estudantes aprenderão que tanto o Alcorão quanto os Hádices determinam que súditos não muçulmanos (dhimmis) que residem em terras muçulmanas devam pagar uma taxa de proteção conhecida como jizya.

Em um parágrafo que trata do “modelo islâmico para a economia e jurisprudência”, os estudantes são convidados a identificarem soluções islâmicas para os problemas mundiais. Eles também são convidados a “analisarem e explicarem os benefícios de empréstimos sem a cobrança de juros (também conhecido como banco islâmico)”.

No Artigo 8, os estudantes são convidados a “analisarem os estágios do estabelecimento e da prosperidade da jurisprudência islâmica, a Lei Islâmica (Sharia), durante o esplendor Al-Andalus”.

Al-Andalus é o nome árabe dado àquelas regiões da Espanha, Portugal e França ocupadas pelos conquistadores muçulmanos (também conhecidos como Mouros) de 711 a 1492. O Estado Islâmico (ISIS) jurou recorrentemente “libertar” al-Andalus dos não muçulmanos e torná-la parte do seu novo califado islâmico.

As diretrizes também estimulam os estudantes a fazerem uso da Internet para aprenderem mais sobre o Islã, ainda que a Internet esteja desempenhando um papel cada vez mais expressivo no tocante à radicalização de jovens muçulmanos.

O fundamento legal para o ensino do Islã nas escolas públicas espanholas pode ser encontrado no Artigo 27.3 da Constituição Espanhola de 1978, que estabelece que a Espanha é um país não confessional (ou seja: não reconhece uma religião oficial do estado), “o estado garante aos pais o direito de decidirem que seus filhos tenham uma educação religiosa e moral nos conformes de suas próprias convicções”. Muçulmanos (e Católicos Romanos) entendem isso, já há muito tempo, que seus filhos têm o direito à educação religiosa nas escolas públicas.

Em novembro de 1992, o governo socialista de Felipe González, com o intuito de acabar com o monopólio da Igreja Católica Romana sobre a educação espanhola, negociou o “Acordo de Cooperação entre o Governo da Espanha e a Comissão Islâmica da Espanha” (Comisión Islámica de España, CIE). O acordo, sancionado pelo rei na Lei 26/1992, reconhece o Islã como religião minoritária na Espanha, garantindo que os “estudantes muçulmanos… recebam educação religiosa islâmica em escolas públicas”.

Na mesma linha (também em 10 de novembro de 1992, o governo espanhol aprovou o “Acordo de Cooperação entre o Governo da Espanha e a Federação das Entidades Religiosas Evangélicas da Espanha”. O acordo foi sancionado pelo rei na Lei 24/1992. Em junho de 1993, o governo espanhol publicou as diretrizes para o ensino do cristianismo evangélico nas escolas públicas).

Nos últimos anos, os líderes muçulmanos na Espanha têm se queixado que o governo espanhol não implementou o acordo de 1992. De acordo com a CIE, 90% dos estudantes muçulmanos na Espanha não têm acesso aos estudos islâmicos nas escolas públicas. As novas diretrizes parecem sinalizar o comprometimento do atual governo em cumprir as promessas dos governos anteriores.

As diretrizes foram redigidas pelo presidente da CIE Riaÿ Tatary, um sírio que morou na Espanha por mais de 45 anos. Tatary, médico, que também é imã da Mesquita Abu-Bakr, a segunda maior mesquita de Madri, é frequentemente retratado como epítome da integração e moderação muçulmana.

Tatary é o interlocutor chefe, atua entre a comunidade muçulmana da Espanha e o governo espanhol, ele já recebeu a Comenda do Mérito Civil do Ministério da Justiça pelo seu trabalho no tocante à Lei da Espanha sobre liberdade religiosa.

Analistas espanhóis especializados em contraterrorismo, no entanto, suspeitam há muito tempo (acesse aqui e aqui) que Tatary está intimamente ligado à Irmandade Muçulmana, que é profundamente contrária aos conceitos ocidentais de justiça e democracia. O lema da Irmandade Muçulmana é: “Alá é o nosso objetivo; o profeta é o nosso líder; o Alcorão é a nossa lei; a Jihad é o nosso caminho; morrer no caminho de Alá é a nossa maior esperança”.

Diretrizes curriculares do governo espanhol para os estudos islâmicos em escolas públicas foram redigidas por Riaÿ Tatary, imã da Mesquita Abu-Bakr. Analistas especializados em contraterrorismo suspeitam há muito tempo que Tatary está intimamente ligado à Irmandade Muçulmana.

Tatary nega as acusações, a despeito de membros de sua mesquita, estarem de fatoassociados à al-Qaeda.

Antecipando-se às eleições municipais de maio de 2015, Tatary advertiu os muçulmanos da Espanha a não votarem em nenhum candidato que “emperre ou impeça o estabelecimento de mesquitas para os nossos fiéis e cemitérios para os nossos mortos”. Ele também exortou os eleitores muçulmanos a não votarem em ninguém que “emperre ou impeça que filhos de cidadãos muçulmanos participem de cursos de religião islâmica em escolas públicas ou privadas”.

Analistas políticos espanhóis salientam que as investidas de Tatary em influenciar o voto dos espanhóis muçulmanos são alarmantes:

“à primeira vista parece que não há nada de errado que um grupo, qualquer que seja sua natureza, defenda os direitos de seus membros. No entanto, quando se trata de uma entidade que apela para a religião para impor uma forte disciplina aos fiéis no cenário político, só dá para ficar alarmado mesmo. Principalmente quando a religião em questão está empenhada em uma guerra implacável consigo mesma e com o resto do mundo civilizado”.

Parece improvável, contudo, que pais e imãs aceitarão muitas das interpretações não literais e politicamente corretas de Tatary no que diz respeito ao Alcorão, que aparentemente se destinam a assegurar a aprovação das diretrizes pelo governo espanhol. Os desafios dos muçulmanos voltados para as reformas são os de convencer a maioria dos muçulmanos que o Alcorão e os Hádices não significam o que dizem.

Em última análise, as novas diretrizes podem acabar atingindo um objetivo totalmente indesejado: servir de porta de entrada para o Islã radical para dezenas de milhares de jovens muçulmanos da Espanha.

Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o noFacebook e no Twitter. Seu primeiro livro, Global Fire, estará nas livrarias em 2016.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7856/espanha-escolas-isla

Musulmanes demandarán a España ante el Tribunal de Estrasburgo por la Semana Santa

Un imán británico de origen iraní, Anjem Choudary, una de las voces autorizadas y más influyentes en Europa de la comunidad musulmana, ha vuelto a poner el grito en el Cielo por lo que considera “una ofensa” y “un menosprecio” a la religión del profeta: los fastos y procesiones de Semana Santa en nuestro país.

“La Constitución española de 1978 recoge que España es un Estado aconfesional”,  explica el clérigo en una reciente entrevista en el ‘Daily Mail’, “llevar a cabo todos los actos y liturgias propios del cristianismo durante la Semana Santa española, es una ofensa para los miles de musulmanes que se ven obligados a vivir su fe prácticamente en la clandestinidad”, remata.

‘Ninguna confesión tendrá carácter estatal. Los poderes públicos tendrán en cuenta las creencias religiosas de la sociedad española y mantendrán las consiguientes relaciones de cooperación con la Iglesia Católica y las demás confesiones’
Constitución Española, art. 16.3

Choudary se refiere durante buena parte de la charla a nuestro país, y explica que, incluso, se plantean demandar al Estado español ante el Tribunal de Estrasburgo; “Es la máxima autoridad judicial para garantizar los derechos humanos y libertades fundamentales en toda Europa. Entre ellos, la libertad e igualdad religiosa”, sentencia.

El iraní cree que los más de 1,8 millones de musulmanes que ya viven en España se ven “discriminados” por la propia política del Estado. Una razón de fe que choca frontalmente con su concepción de la realidad.“Velamos por el bienestar de los musulmanes en toda Europa. No vamos a dejar que se menosprecien y rebajen los derechos de nuestros hermanos. El Islam, en unos años, será la principal religión de todo el continente. Ya es hora de decir bien alto ‘¡Europa, aquí estamos!’”.

http://somatemps.me/2015/09/14/musulmanes-demandaran-a-espana-ante-el-tribunal-de-estrasburgo-por-la-semana-santa/

Teenager paraded down the street in a full burqa and handcuffs after Spanish police arrested her for ‘recruiting other women to fight for ISIS in Syria’

  • Moroccan woman, 18, was led down road by Spanish counter-terror police 
  • Officers arrested her for allegedly recruiting women to join ISIS in Syria
  • Woman was wearing burqa as she was marched down street in handcuffs 
  • Officers were seen walking out of woman’s home with boxes of evidence

These dramatic pictures show the moment a teenager wearing a burqa was paraded down a Spanish street after being arrested for allegedly recruiting other women to fight for ISIS in Syria.

The 18-year-old Moroccan, clad in the full-length Islamic robe and veil, was led down the crowded road in Gandia, near Valencia, after being detained by counter-terror police.

Dozens of locals watched as armed officers stood guard outside the young woman’s door, while other policemen wore balaclavas as they carried away boxes of evidence from inside.

Scroll down for video

An 18-year-old Moroccan woman was arrested in Spain for allegedly recruiting women to join ISIS in Syria

Detained: The woman was paraded down a street wearing a burqa, with just her cuffed hands on show

Detained: The woman was paraded down a street wearing a burqa, with just her cuffed hands on show

Dozens of locals in Gandia, near Valencia, watched as the woman was led away by counter-terror officers

Dozens of locals in Gandia, near Valencia, watched as the woman was led away by counter-terror officers

Police arrested her on suspicion of using the internet to recruit other women to join ISIS.

At the time of her arrest, the woman ‘was making the last preparations for her journey’ to Syria, a police statement said.

She was the latest in a series of suspected ISIS sympathisers detained in Spain in the last year, with another woman arrested on the island of Lanzarote for allegedly recruiting women and girls in July.

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3223565/Teenager-paraded-street-burqa-handcuffs-Spanish-police-arrested-recruiting-women-fight-ISIS-Syria.html#ixzz3kvVxrdsv
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Estado Islâmico tem 46 mil contas no Twitter, estima ministro espanhol

Total de 25% dos usuários pró-terrorismo não se comunicam em árabe, preferindo o inglês e o francês.

O Estado Islâmico tem cerca de 46 mil contas no Twitter, a maioria controlada ativamente por pessoas. A estimativa foi mencionada pelo ministro de Segurança da Espanha, Francisco Martínez. Segundo ele, as redes de propaganda na ferramenta têm cerca de 75% de usuários falando árabe, 18% inglês e outros 7% árabe. — Das 46 mil contas, 30 mil seriam controladas por pessoas, e o resto por bots, programas informáticos que copiam o comprotamento dos usuários. As cifras dão uma ideia aproximnada do nível da propaganda para a radicalização que cirula pelo ciberespaço, com plena capacidade de chegar aos jovens ocidentais — disse em um evento em Málaga. Assim como outros especialistas no estudo das redes sociais como ferramenta de recrutamento de jovens por terroristas, Marttínez afirmou que a internet é essencial para que o Estado Islâmico (e não só) tenha chegado aos avanços recentes. — Sem a internet, o terrorismo internacional não seria o que é, porque ela é o oxigênio para estender a violência e publicizá-la. É por isso que é necessária uma colaboração público-privada contra a radicalização. Provedores de internet, redes sociais, eliminar e denunciar mensagens — afirmou. — O caráter global global e indiscriminado desta ameaça provocou um nível de cooperação internacional nunca antes visto. A Espanha, assim como outros países europeus, tem adotado linha dura contra os avanços nas células terroristas. Nos últimos meses, o Ministério do Interior divulgou dezenas de detenções em batidas ao redor do país e os enclaves de Ceuta e Melilla.

http://oglobo.globo.com/mundo/estado-islamico-tem-46-mil-contas-no-twitter-estima-ministro-espanhol-16943242

ONU: Mais de cem mil imigrantes chegaram à Europa pelo Mediterrâneo em 2015

Países que mais receberam foram Itália e Grécia, seguidos de Espanha e Malta.

ROMA — Mais de cem mil imigrantes e refugiados chegaram à Europa através do Mar Mediterrâneo desde o início do ano, informou nesta terça-feira o porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), numa proporção que tem alarmado as autoridades. A maioria entrou no continente pela Itália, que cobra mais apoio das nações europeias nas operações de resgate e acolhimento dos deslocados.

Segundo o porta-voz Adrian Edwards, o número total de 103 mil pessoas foi alcançado durante este fim de semana com a chegada de seis mil imigrantes e refugiados no Sul da Itália. Eles foram socorridos pela operação Triton, coordenada pela guarda costeira italiana. A agência europeia encarregada de fronteiras externas tem a participação de 26 países.

Até agora, 54 mil pessoas chegaram à Itália, 48 mil na Grécia, 920 na Espanha e 91 em Malta. A maioria vem da África subsaariana e entre eles há mulheres grávidas e crianças.

Em 2014, 283 mil imigrantes entraram ilegalmente na União Europeia, incluindo 220 mil através do Mediterrâneo, segundo dados da agência europeia de controle das fronteiras da UE (Frontex).

— O Acnur tem reforçado sua presença e atividades na Grécia e no sul da Itália em resposta ao aumento dramático do número de refugiados e de migrantes chegando pelo mar na Europa este ano — declarou Edwards.

Imigrante da Síria aguarda no porto da ilha de Kos, na Grécia, depois de ser resgatada pela guarda costeira grega – Petros Giannakouris / AP

No domingo, três importantes regiões do Norte da Itália — Liguria, Lombardia e Veneto-declararam — declararam que não iriam receber mais imigrantes.

— É como uma bomba prestes a explodir — disse Luca Zaia, presidente da região italiana de Vêneto, cuja capital é Veneza.

ROTA MARÍTIMA

Enquanto as fronteiras terrestres eram desde os anos 2000 o itinerário escolhido pelos Imigrantes, a rota marítima passou a ser nos últimos anos privilegiada. Desta forma, quase 171 mil pessoas desembarcaram na Itália no ano passado. Em 2011, foram 64 mil no auge da Primavera Árabe, segundo dados da Frontex.

O governo italiano estima que até ao fim do ano o número de chegada de imigrantes alcance os 200 mil, superando os 170 mil do ano passado.

Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), cerca de 1.770 pessoas morreram ou desapareceram ao tentar atravessar o Mediterrâneo a partir do Norte da África e do Oriente Médio.

Originários principalmente da África subsaariana e do Médio Oriente (Síria e Iraque, em particular), esses imigrantes que fogem da violência e dos conflitos, se esforçam para alcançar a Europa, aproveitando-se do caos reinante na Líbia. Este país, porta de saída dos imigrantes africanos, é o lugar de trânsito para muitos cidadãos, especialmente do Chifre da África e Oeste africano.

http://oglobo.globo.com/mundo/onu-mais-de-cem-mil-imigrantes-chegaram-europa-pelo-mediterraneo-em-2015-16389320

Qatar planea abrir 150 mezquitas en España

El emirato de Qatar planea la apertura de 150 mezquitas en España en los próximos cinco años, hasta 2020, según ha podido saber Gaceta.es. Unos planes que preocupan, y mucho, a la inteligencia española, por lo que supone de posible vía para el incremento del islamismo más radical. Y es que la idea del Emirato es instalar los centros de oración musulmanes en ciudades satélite de las grandes urbes, como Madrid o Barcelona, donde consideran que el ambiente es más propicio para su plan de expansión del islamismo.

Esta información no hace sino elevar la preocupación que reina en los círculos de seguridad e inteligencia españoles que, según ha podido confirmar Gaceta.es, han advertido a distintos sectores del peligro real de un ataque yihadista. La presencia de mezquitas ‘procedentes’ de Qatar preocupa, además, por las sospechas internacionales sobre una posible financiación del Estado Islámico por parte del Emirato. Así lo expresaron el pasado año fuentes ministeriales alemanas, think tanks de Estados Unidos y hasta analistas ingleses aunque el propio emir, Sheikh Tanim bin Hamad Al Thani, ha negado cualquier vinculación con el terrorismo.

http://www.gaceta.es/noticias/qatar-planea-abrir-150-mezquitas-espana-19052015-1403