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93% dos crimes sexuais com imigrantes na Finlândia são cometidos por imigrantes de países muçulmanos

Uma investigação sobre os dados policiais da Finlândia pela academia de polícia do país mostra que 131 cidadãos finlandeses se tornaram vítimas de crimes sexuais cometidos por requerentes de asilo no ano de 2016.

Um total de 1052 requerentes de asilo foram suspeitos de crimes em 2016 e praticamente todos eram homens, que juntos representavam 29 nações. Dois terços eram iraquianos e a idade dos suspeitos era distribuída uniformemente.

As mulheres finlandesas foram vítimas em 8 dos 10 casos cometidos por requerentes de asilo muçulmanos em grande parte: 108 dos 116 suspeitos de crimes sexuais vieram de países islâmicos como o Iraque (83), Afeganistão (14) ou Marrocos (6).

Quase metade das agressões sexuais foram cometidas contra meninas finlandesas com menos de 18 anos, das quais algumas estavam procurando homens para ter acesso a tabaco e drogas, diz o estudo.

Entre as agressões sexuais que os requerentes de asilo eram suspeitos de violação é o mais comum, com 32% dos relatos. Quase um em cada sete casos, ou 16%, foram sobre estupro coletivo e outros 16% dos relatos foram por assédio sexual.

Três de cinco agressões sexuais com requerentes de asilo como infratores suspeitos ocorreram em locais públicos, 1 em cada 5 em casas particulares, 1 em 10 nos centros de refugiados e 1 em 4 em locais desconhecidos.

A investigação da academia de polícia sobre o crime de imigrantes é a primeira desse tipo na Finlândia. Apenas crimes graves e não violações das regras de asilo da Finlândia foram incorporados ao estudo.

Com imagem e informações The Voice of Europe

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Suécia: Polícia se recusa a publicar descrição de três homens que estupraram uma menina de dez anos

É provável que isso ocorra porque 92% dos estupros na Suécia são cometidos por imigrantes , e o governo e a mídia suecos pretendem ocultar essas informações e manter as pessoas ignorantes e complacentes com relação ao que está acontecendo com seu país por causa do influxo de migrantes muçulmanos.

Mas agora essa determinação de impedir as pessoas de desenvolver pensamentos negativos sobre os imigrantes muçulmanos na Suécia está interferindo ativamente na segurança pública.

“Criança sueca violada por ‘três homens’ a caminho de casa: a polícia se recusa a dar descrição dos perpetradores”, Voz da Europa , 6 de maio de 2018:

Uma menina de 10 anos foi atacada por três homens depois que ela deixou a escola e estava voltando para casa. A criança foi estuprada em um cemitério em Östervåla, nos relatórios da Aftonbladet na Suécia .

Era quinta-feira, por volta das 15:00h, o terrível incidente ocorreu. Segundo a polícia, três perpetradores estavam envolvidos. Pelo menos um deles estuprou a garota.

“Nenhuma pessoa foi presa, mas recebemos uma boa descrição dos criminosos. Nós não queremos publicá-lo na mídia ”, diz o investigador da polícia Daniel Nilsson à SVT .

Com informações de Jihad Watch e imagem de Red Ice

A crise humanitária esquecida que criou 400 mil refugiados em 2016

O país de que saíram mais refugiados em 2016, em meio a uma violenta guerra civil, é também o país jovem do mundo. Trata-se do Sudão do Sul.

Sua independência do Sudão, em 2011, depois de um outro grande conflito, que durou mais de 20 anos, deu esperanças de dias mais felizes para a nação africana, uma das mais pobres do mundo.

Porém, o quinto aniversário do novo Estado teve poucos motivos para celebrações.

“Nossas visitas ao Sudão do Sul sugerem que está sendo levado a cabo no país um processo de limpeza étnica em várias regiões por meio do uso da fome, dos estupros coletivos e de incêndios”, disse recentemente a presidente da Comissão de Direitos Humanos da ONU para o país, Yasmin Sooka.

O governo do Sudão do Sul, presidido por Salva Kiir, nega as acusações.

Ruanda outra vez?

Sooka também alertou para o que pode se tornar uma repetição do genocídio que, em 1994, deixou mais de 800 mil pessoas massacradas em apenas três meses em outro país africano, Ruanda.

Mas apesar dessa magnitude, a situação no Sudão do Sul raramente teve repercussão na mídia em 2016.

Pessoas fugindo do conflito do Sudão do Sul
Image captionDiariamente, 2.500 sudaneses buscam abrigo em países vizinhos

Desde o início da guerra da civil, em dezembro de 2013, mais de 1,17 milhão de pessoas buscaram refúgio em países vizinhos, especialmente em Uganda, Etiópia, Sudão e Quênia.

O número total de pessoas deslocadas alcança 1,8 milhão.

“Desde julho de 2016, estamos falando de mais de 400 mil pessoas que fugiram do país”, disse à BBC Mundo (o serviço em espanhol da BBC), Eujin Byun, porta-voz do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR).

No mesmo período, o número de refugiados sírios foi de 200 mil, segundo o órgão – ainda que o total seja de 4,8 milhões.

Em 2016, o Sudão do Sul se uniu à Síria, Afeganistão e Somália no grupo de países com mais de um milhão de refugiados.

Razões da crise

Mas como uma nação rica em recursos chegou a uma situação tão crítica?

Salva Kiir (direira) e Riek Machar (esquerda)Image copyrightAP
Image captionSalva Kiir (à direita), acusou o vice-presidente, Machar, de organizar um golpe (izq) de orgnaizar un golpe.

A guerra civil teve início quando Salva Kiir destituiu seu vice, Riek Machar, a quem acusou de tramar um golpe de Estado. Os dois políticos pertenciam ao mesmo partido – o Exército de Libertação do Povo Sudanês.

“Algumas horas mais tarde, os militares se dividiram e começamos a escutar tiros em Juba (a capital)”, contou à BBC Mundo o brasileiro Raimundo Rocha dos Santos, um padre brasileiro que trabalha como missionário no Sudão do Sul.

“A origem do conflito é muito política. Uma profunda divisão no partido do governo”.

Mas à rivalidade política se somaram tensões entre as duas etnias majoritárias do país: os dinka, grupo ao qual pertence Salva Kiir e que representa cerca de 15% dos da população do país (que é de 12,3 milhões de pessoas), e os nuer, a que pertence Machar e corresponde a cerca de 10% da população.

Em 2015, as duas facções fizeram um acordo de paz que previa a volta de Machar ao governo como vice de Kiir. No entanto, apenas três meses depois, Machar foi novamente expulso do governo e o conflito foi novamente deflagrado em julho de 2016.

Soldado no Sudão do SulImage copyrightAFP
Image captionGuerra civil começou em 2013, apenas dois anos depois da independência

Petróleo

As causas da guerra não são exclusivamente políticas e étnicas.

“O Sudão do Sul é um país complicado e há muitos fatores que influem no conflito, inclusive econômicos”, destaca Eujin Byun.

“Há uma inflação de 800%. Há um ano, um dólar valia três libras sudanesas. Hoje, estamos falando de 120 para cada dólar. A criminalidade também aumentou. Outro motivo de briga é o petróleo. As duas partes querem controlar os campos petrolíferos”, completa.

Com território de dimensões semelhantes às da França, o Sudão do Sul é o país do mundo mais dependente do petróleo, segundo o Banco Mundial. O produto responde por praticamente todas suas exportações e por 60% do PIB. Porém, a maior parte do país vive em uma economia de subsistência e a situação piorou nos últimos anos – o PIB, por exemplo caiu de US$ 17 bilhões em 2011 para apenas US$ 9 bilhões em 2015.

Civis viram alvos

O impacto da guerra é brutal tanto do ponto de vista econômico como humanitário. Estima-se que mais de 50 mil pessoas tenham morrido nos três anos de guerra, segundo Rocha.

“Isso gerou uma crise humanitária enorme”, conta o brasileiro.

Campo de refugiados de Bidi Bidi
Image captionRefugiados sudaneses no campo de Bidi Bidi, em Uganda

Dos quase dois milhões de deslocados internamente, mais de 200 mil estão em Centros de Proteção a Civis, gerenciados pela ONU.

“Em termos de segurança. estão relativamente bem, pois estão protegidos pelas forças de paz da ONU, mas há também pessoas escondidas na floresta, sem segurança, comida ou necessidades básicas. É algo desesperador”, relata o missionário.

“Povoados ou cidades são atacados em conflitos e os civis viram alvos”.

Byun se queixa da falta de recursos e de atenção.

“Muita gente da comunidade internacional não sabe o que está se passando no Sudão do Sul”.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-38477791

Famílias pedem autorização para matar filhas e evitar estupro em Aleppo

Mulheres sírias estariam cometendo suicídio antes de invasão

ALEPPO — As forças governamentais sírias estão entrando em casas de civis no Leste de Aleppo e matando moradores, informou a ONU nesta terça-feira, citando relatos de fontes locais. O Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas disse ter provas confiáveis de que 82 civis foram mortos a tiros em quatro áreas da cidade. No momento em que os combates chegam ao fim, ONU e Cruz Vermelha apelam para que os civis sejam protegidos.

Além disso, o Unicef alertou que cerca de cem crianças desacompanhadas estão presas em um prédio sob pesado ataque.

— De acordo com relatos alarmantes de um médico na cidade, muitas crianças, possivelmente mais de cem, desacompanhadas ou separadas de suas famílias, estão presas em um prédio no leste de Aleppo — informou o diretor regional do Unicef Geert Cappelaere.

Enquanto isso, o porta-voz Rupert Colville relatou o avanço das tropas e os relatos de execuções. Segundo Colville, entre os mortos estão 11 mulheres e 13 crianças. Para ele, parece ter havido um “colapso completo da Humanidade em Aleppo”

— Ontem à noite (segunda-feira), recebemos novos relatos profundamente perturbadores de numerosos corpos estendidos nas ruas — afirmou Colville, do Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas. — Os moradores não foram capazes de recuperá-los, devido ao bombardeio intenso e a seu medo de ser baleado.

Depois de quatro anos ocupando a área Leste da cidade, os rebeldes estão à beira da derrota. De acordo com uma fonte militar síria, o Exército e aliados tomaram controle total de distritos abandonados pelos insurgentes durante a retirada de Aleppo.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) advertiu que os civis não tinham nenhum lugar seguro para ir. Por sua vez, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, manifestou-se “alarmado pelos relatos de atrocidades contra um grande número de civis”.

CONFRONTOS DEIXAM RASTRO DE DESTRUIÇÃO EM ALEPPO

  • Sírios deixam suas casas em bairro controlado por rebeldes durante operação do regime para retomar áreas insurgentes em AleppoFoto: STRINGER / AFP

  • Combatente pró-governo carrega nos braços uma mulher que foi ferida enquanto tentava fugir com a sua família dos combates em AleppoFoto: GEORGE OURFALIAN / AFP

  • Prédios ficaram destruídos no distrito de Sheikh Saeed, em Aleppo, após retomada pelas forças do regime do presidente sírio, Bashar al-AssadFoto: GEORGE OURFALIAN / AFP

  • Sírios fogem com seus pertences dos combates em Aleppo; batalha entre insurgentes e governo está em fase final após avanços em série do governo pelo territórioFoto: STRINGER / AFP

  • Soldados sírios fazem patrulha em bairro que era controlado por insurgentes; ofensiva do governo provocou fuga em massa de civisFoto: GEORGE OURFALIAN / AFP

  • Combatentes do Exército Livre da Síria disparam arma contra aviões militares no bairro de Mashhad, em AleppoFoto: STRINGER / AFP

  • Fumaça surge em área controlada por insurgentes durante intensos combates em Aleppo, epicentro da guerra civil síriaFoto: ABDALRHMAN ISMAIL / REUTERS

  • Soldados pró-governo se sentam perto de destroços de prédios após retomada do distrito de Sheikh SaeedFoto: STRINGER / AFP

A recaptura de toda a área rebelde de Aleppo constitui a maior vitória em campo de batalha até o momento para o presidente sírio, Bashar al-Assad, e sua coalizão militar de tropas sírias, Força Aérea russa, Irã e milícias xiitas.

A derrota deixa os rebeldes sem presença significativa em quaisquer das principais cidades da Síria. Eles ainda mantêm parte de áreas no campo de Aleppo e a província de Idlib.

Após dias de intensos bombardeios em áreas tomadas por rebeldes, o número de ataques aéreos e bombardeios caiu consideravelmente na noite de segunda-feira, disse um repórter da Reuters na cidade.

No entanto, uso de foguetes continuou em áreas tomadas por rebeldes, relatou o Observatório Sírio para Direitos Humanos. Rebeldes e forças do governo ainda lutam em pontos ao redor do enclave reduzido, relatou o grupo monitoramento com sede em Londres.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/onu-forcas-sirias-mataram-82-civis-em-suas-casas-em-aleppo-20637167#ixzz4SsHcgqT3

Crise de Estupros Cometidos por Migrantes na Alemanha. Onde Está a Indignação Pública?

por Soeren Kern

  • Apesar do crescimento vertiginoso de vítimas, a maioria desses crimes está sendo minimizada pelas autoridades alemãs e pela imprensa, aparentemente para evitar alimentar sentimentos anti-imigração.
  • “A polícia não está interessada em estigmatizar e sim em educar a população. A impressão de que nós estamos praticando a censura é extremamente chocante no que tange à confiança da população na polícia. Divulgar informações sobre suspeitos também é importante para o desenvolvimento de estratégias de prevenção. Temos que ter a permissão de falar abertamente sobre os problemas do país. Isso inclui falar sobre a exagerada representatividade dos jovens migrantes em nossos registros de criminalidade”. — Arnold Plickert, diretor do Sindicato de Polícia GdP, no estado do Reno, Norte da Westphalia.
  • “O Conselho de Imprensa acredita que as redações da Alemanha deveriam, em última análise, tratar seus leitores como se fossem crianças, privando-os de informações relevantes. Acreditamos que isso é um equivoco, porque quando as pessoas percebem que algo está sendo ocultado elas reagem com desconfiança. E esta desconfiança é um perigo”. − Tanit Koch, editora-chefe do Bild, o jornal de maior circulação da Alemanha.
  • Em 24 de outubro, um levantamento do YouGov constatou que 68% dos alemães acreditam que a segurança no país se deteriorou nos últimos dois ou três anos. Além disso, 68% dos entrevistados responderam que temem por suas vidas e pelos seus bens em estações de trens e metrôs na Alemanha e que 63% se sentem inseguros em grandes eventos públicos.

No norte da cidade alemã de Hamburgo foi concedido a um grupo de adolescentes sérvios a suspensão condicional da execução da pena por terem estuprado coletivamente uma menina de 14 anos de idade, largando-a à própria sorte em temperaturas abaixo de zero.

O juiz ressaltou que, embora “as penas possam parecer leves aos olhos do público”, todos os adolescentes confessaram seus atos e pareciam estar arrependidos e já não apresentavam mais perigo à sociedade.

A decisão preferida em 24 de outubro, que na prática permitiu que os estupradores permanecessem em liberdade, provocou um raro momento de indignação pública no tocante ao problema dos crimes sexuais cometidos por migrantes na Alemanha. Uma petição realizada na Internet pedia que os adolescentes cumprissem a pena na prisão, colheu mais de 80.000 assinaturas e os promotores já estão apelando da sentença.

Milhares de mulheres e crianças foram estupradas ou abusadas sexualmente na Alemanha desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos da África, Ásia e Oriente Médio.

A crise de estupros cometidos por migrantes na Alemanha — que continua correndo solta dia após dia por mais de um ano — agora se espalhou para cidades em todos os 16 estados da federação alemã. Apesar do crescimento vertiginoso de vítimas, a maioria desses crimes ainda está sendo minimizada pelas autoridades alemãs e pela imprensa, aparentemente para evitar alimentar sentimentos anti-imigração.

O Conselho de Imprensa Alemão (Presserat) impõe um “código de ética da mídia”, politicamente correto, que restringe as informações que os jornalistas podem usar em suas matérias. Parágrafo 12.1 do código determina:

“Ao denunciar delitos penais, detalhes sobre o background religioso, étnico ou outros sobre os suspeitos ou criminosos poderão ser mencionados somente se forem inequivocamente necessários (begründeter Sachbezug) para que o acontecido possa ser informado. É bom lembrar que tais referências podem fomentar preconceitos contra as minorias”.

Em 17 de outubro, o Conselho de Imprensa advertiu a revista semanal, Junge Freiheit, por revelar a nacionalidade de três adolescentes afegãos que estupraram uma mulher em uma estação de trens em Viena, na Áustria, em abril de 2016. O Conselho de Imprensa assinalou que a nacionalidade dos perpetradores é “irrelevante” neste caso e ao publicar a denuncia o jornal “deliberada e pejorativamente retratou os suspeitos como pessoas de segunda classe”.

Em nome da “reportagem objetiva”, o Conselho exigiu que o jornal removesse a matéria ofensiva do seu site. O jornal se recusou a cumprir a determinação e ressaltou que iria continuar publicando as nacionalidades de suspeitos de terem cometido crimes.

Lutz Tillmanns, diretor executivo do Conselho de Imprensa, sustentou que a autocensura é necessária para evitar a discriminação:

“Um dos princípios fundamentais no tocante aos direitos humanos é não discriminar. Quando nos referimos a um indivíduo, não queremos prejudicar o grupo inteiro. Isto, inequivocamente, é um problema muito mais preocupante para as minorias do que para a maioria”.

Segundo Hendrik Cremer do Instituto Alemão dos Direitos Humanos, o código de ética do Conselho de Imprensa também se aplica à polícia alemã, que frequentemente censura as informações que ela divulga para a imprensa:

“A polícia não deve divulgar informações em relação a cor, religião, nacionalidade, naturalidade ou origem étnica de um suspeito à imprensa ou ao público em geral. A polícia só pode fazer esse tipo de divulgação se for imprescindível, quando for o caso, por exemplo, se ela estiver a procura de um suspeito. “

Arnold Plickert, diretor do Sindicato de Polícia GdP, no estado do Reno, Norte da Westphalia,salientou que a autocensura policial é contraproducente:

“A polícia não está interessada em estigmatizar e sim em educar a população. A impressão de que nós estamos praticando a censura é extremamente chocante no que tange à confiança da população na polícia. Divulgar informações sobre suspeitos também é importante para o desenvolvimento de estratégias de prevenção. Temos que ter a permissão de falar abertamente sobre os problemas do país. Isso inclui falar sobre a exagerada representatividade dos jovens migrantes em nossos registros de criminalidade.”

Um exemplo de como as restrições sobre a imprensa, exercidas pelo Conselho, distorcem os informes sobre crimes cometidos por migrantes pode ser encontrado no relatório de 2 de outubro concernentes ao estupro de uma idosa de 90 anos em frente a uma igreja no centro de Düsseldorf. O Hamburger Morgenpost divulgou que o agressor era um “desabrigado de 19 anos de idade” (obdachlosen 19 Jährigen). A polícia de Düsseldorf descreveu o suspeito como “europeu da região sul com raízes do norte da África”. Mais tarde o jornal Bildrevelou que, na verdade, tratava-se de um marroquino com passaporte espanhol conhecido da polícia alemã como contumaz ladrão de lojas e batedor de carteiras e bolsas.

Outro exemplo: em 30 de setembro um migrante de 28 anos de idade atacou sexualmente uma mulher de 27 anos em um trem expresso que ia de Paris para Mannheim. Inicialmente a imprensa local divulgou a nacionalidade do agressor, mas logo em seguida excluiu as informações. Em um comunicado ela deu a seguinte explicação:

“A matéria inicialmente incluía a nacionalidade do agressor. A referência foi posteriormente removida porque não correspondia às nossas diretrizes editoriais — ou seja: não há nenhuma ligação entre a nacionalidade e o ato”.

O Conselho de Imprensa Alemão rejeitou pedidos para rescindir o Parágrafo 12.1. “A regulamentação não é uma mordaça e sim meramente um norte para o comportamento eticamente adequado”, enfatizou Manfred Protze, porta-voz do Conselho.

Tanit Koch, editora-chefe do Bild, jornal de maior circulação da Alemanha, ressaltou:

“O Conselho de Imprensa acredita que as redações da Alemanha, deveriam, em última análise, tratar seus leitores como se fossem crianças, privando-os de informações relevantes. Acreditamos que isso é um equivoco, porque quando as pessoas percebem que algo está sendo ocultado, elas reagem com desconfiança. E esta desconfiança é um perigo.”

O Conselho de Imprensa sustenta que a autorregulação voluntária visa impedir o governo de regulamentar a mídia. O Conselho, que até agora limitou suas atividades com respeito à mídia impressa e Websites associados, está elaborando um “código de conduta na Internet” para regulamentar blogs, vídeos e podcasts.

A primeira denúncia divulgada pelo Gatestone Institute sobre a crise de estupros cometidos por migrantes na Alemanha foi em setembro de 2015, quando Merkel abriu a fronteira alemã para dezenas de milhares de migrantes retidos na Hungria. Um relatório de acompanhamento foi publicado em março de 2016 na esteira dos ataques em massa contra mulheres alemãs por turbas de imigrantes em Colônia, Hamburgo e outras cidades alemãs. Em agosto de 2016, o Gatestone publicou que a supressão de dados sobre estupros cometidos por migrantes é uma prática comum em toda a Alemanha.

Uma multidão enfurecida de manifestantes alemães na cidade de Colônia gritava sem parar contra a polícia, em 9 de janeiro de 2016 “onde vocês estavam na Passagem do Ano Novo?” Referindo-se aos ataques sexuais em massa perpetrados na cidade pelos migrantes na Passagem do Ano Novo, quando mais de 450 mulheres foram sexualmente atacadas em uma única noite.

A falta de posicionamento da grande mídia em denunciar a verdadeira dimensão da crise de estupros cometidos por migrantes na Alemanha pode explicar o porquê — depois de mais de um ano de ataques sexuais diários — de tamanha falta de indignação pública sobre a calamidade que se abateu sobre tantos alemães. A censura, de fato, se tornou um problema de segurança nacional.

Espaços públicos na Alemanha estão ficando cada vez mais perigosos. Os migrantes têm agredido mulheres e crianças alemãs nas praias, trilhas de bikes, cemitérios, discotecas, mercearias, festivais de música, estacionamentos, parques infantis, escolas, shopping centers, táxis, transportes públicos (ônibus, bondes, trens expressos interurbanos e metrôs), parques públicos, praças públicas, piscinas públicas e banheiros públicos. Não há mais nenhum lugar seguro.

Em 1º de outubro, dois migrantes estupraram uma mulher de 23 anos de idade em Lüneburg. Ela estava passeando com sua criança bem pequenina em um parque, quando os dois homens, que vieram por trás, as emboscaram. Os homens, que fugiram e continuam foragidos, obrigaram o filho a assisti-los se revezarem em seus ataques contra a mãe.

Em 8 de outubro, um migrante de 25 anos proveniente da Síria apalpou uma menina de 15 anos em Moers. A menina respondeu com um tapa na cara do homem. Ele chamou a polícia e se queixou que a menina tinha abusado dele. O homem foi preso por agressão sexual.

Em 18 de outubro, Sigrid Meierhofer, prefeita de Garmisch-Partenkirchen, em uma carta urgente (Brandbrief) enviada ao Governo da Baviera, ameaçou fechar um abrigo que alojava 250 migrantes, em sua maioria do sexo masculino provenientes da África, se a ordem e a segurança pública não pudessem ser restabelecidas. O conteúdo da carta, que foi vazadopara o Münchner Merkur, assinalava que a polícia local havia atendido a mais chamadas de emergência nas seis últimas semanas do que nos 12 meses anteriores.

Em 24 de outubro, um levantamento do YouGov constatou que 68% dos alemães acreditam que a segurança no país se deteriorou nos últimos dois ou três anos. Além disso, 68% dos entrevistados responderam que temem por suas vidas e pelos seus bens em estações de trens e metrôs na Alemanha e que 63% se sentem inseguros em grandes eventos públicos.

Enquanto isso, o Departamento Federal de Polícia Criminal (Bundeskriminalamt, BKA) temdado conselhos às mulheres alemãs sobre como elas devem se proteger dos estupradores: “use tênis em vez de salto alto para que você possa fugir”.

Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter.

https://pt.gatestoneinstitute.org/9252/estupros-migrantes-alemanha-indignacao

Cristãs indianas são agredidas pelos próprios vizinhos

O nível de perseguição religiosa está cada vez mais alto; assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade

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No começo desse ano, duas irmãs cristãs indianas, Meena* e Sunita*, foram violentadas por seguirem a Cristo e quase não sobreviveram. Na vila onde elas moravam, eram proibidas por outras mulheres até mesmo de tirar água do poço. Depois do ataque, as duas foram à delegacia registrar o incidente, em busca de proteção da polícia. Como de costume na Índia, nesses casos, os policiais enviam agentes às aldeias para tentar uma reconciliação entre os moradores.

Os agressores recebem uma advertência e são punidos, caso continuem a perseguir os cristãos. Por outro lado, os cristãos agredidos são convencidos a retirar a queixa. Apesar de tudo isso ter sido feito no caso de Meena e Sunita, os vizinhos continuaram a tratá-las de forma agressiva, dificultando cada vez mais suas vidas. As irmãs tiveram que deixar a vila e, atualmente, estão morando na casa de um líder cristão. Parceiros da Portas Abertas providenciaram um advogado para ajudá-las nesse caso. Elas também receberam tratamento médico e estão sendo auxiliadas para abrir um pequeno comércio para que tenham uma renda e sustento próprio.

 

Assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade. Na Índia, 17º país na Classificação da Perseguição Religiosa 2016, o nível de perseguição está cada vez mais alto. Colaboradores da Portas Abertas realizam vários projetos por lá, como distribuição de Bíblias e literatura cristã, treinamentos, assistência médica e jurídica, entre outras formas de ajuda. Para saber mais sobre esses projetos e também fazer parte deles, conheça a Campanha Encoraje Cristãos da Índia. Você também pode ajudar nossos irmãos indianos orando por eles.

 *Nomes alterados por motivos de segurança.

Leia mais
#EspecialÍndia: Incidentes anticristãos atingiram um nível alarmante
#EspecialÍndia: Extremistas hindus querem combater o cristianismo

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/09/cristas-indianas-saoagredidas-pelos-proprios-vizinhos

Anistia Internacional denuncia rotina de abusos sexuais a refugiadas na Líbia

Imigrantes relataram realidade de tortura e violência em ponto-chave da rota da imigração

RIO — Assassinato, cativeiro, perseguição religiosa e exploração sexual. Este é o pesadelo enfrentado pelos refugiados que passam pelo território líbio enquanto tentam escapar da guerra e da pobreza em seus países de origem. A Anistia Internacional recolheu depoimentos de imigrantes sobre os sofrimentos desumanos a que já foram submetidos por traficantes e grupos armados na Líbia. E, para as mulheres, os abusos sexuais sistemáticos parecem uma realidade praticamente inevitável neste longo caminho: elas já tomam anticoncepcionais antes de viajar, como medida de precaução para o momento em que se depararem a esta difícil realidade.

“A Líbia está cheia de crueldade” foi o nome escolhido para o relatório da organização humanitária publicado nesta sexta-feira. As entrevistas incluíram conversas com 90 imigrantes, que conseguiram chegar a centros de acolhimento a refugiados à Puglia e à Sicília, duas regiões da costa italiana. Eles haviam sobrevivido aos abusos na Líbia e às perigosas travessias que já fizeram milhares de vítimas no Mediterrâneo.

— Desde terem sido sequestrados, encarcerados durante meses embaixo da terra e sofrir abusos sexuais de grupos armados até serem golpeados, explorados ou baleados por contrabandistas de pessoas, traficantes ou grupos criminosos, os refugiados e imigrantes descreveram em assustadores detalhes os horrores que foram obrigados a suportar na Líbia— disse Magdalena Mughrabi, representante da Anistia Internacional.

A Anistia Internacional conversou com 15 mulheres, que relataram uma vida de medo constante dos estupros durante a jornada na costa líbia. A médicos, psicólogos e assistentes sociais, muitas delas disseram que já se preocupavam em tomar anticoncepcionais para evitarem uma possível gravidez decorrente destes abusos. A maioria destes crimes é cometida pelos traficantes de pessoas ou por membros de grupos armados — muitas vezes enquanto elas são mantidas em casas privadas ou armazéns abandonados.

ESTUPROS SISTEMÁTICOS

Aos 22 anos, a jovem eritréia Ramya relatou ter sido estuprada duas vezes por traficantes enquanto era mantida em cativeiro em um campo perto de Ajdabya, no Nordeste da Líbia, após ter entrado no país em março de 2015.

— Os guardas entravam, escolhiam qual mulher eles queriam e a levavam para fora. As mulheres tentavam recusar mas, quando você tem uma arma apontada na sua cabeça, você não tem de verdade uma escolha se você quer sobreviver. Eu fui estuprada duas vezes por três homens. Eu não queria perder a minha vida — disse.

Outras mulheres contaram ter testemunhado uma série de estupros em meio à sensação de medo instaurada entre os refugiados. Uma das histórias é a de uma jovem que foi abusada por cinco homens de uma vez, porque um dos contrabandistas achou que ela não tinha pagado pelo transporte. As testemunhas relatam que, embora este fosse um engano do traficante, ninguém teve coragem de impedi-lo.

Antoinette, de 28 anos, também disse ter sido mantida em cativeiro recentemente durante sua fuga de Camarões, em abril de 2016:

— Eles não ligam se você é uma mulher ou uma criança. Eles usavam varas para nos bater e atiravam no ar. Talvez porque eu tinha uma criança eles não me estupraram, mas eles estupraram mulheres grávidas e solteiras. Eu vi isso acontecer.

SEM ÁGUA, SEM COMIDA

Outros refugiados contaram diversos tipos de dramas enquanto atravessavam a Líbia. Não raro, eles são mantidos em condições deploráveis: sem água e comida, agredidos, abusados e insultados. As suas famílias são pressionadas a pagar pelo seu resgate. E, quem não tivesse o dinheiro, deveria trabalhar de graça sob regime forçado para quitar a dívida. Tudo isso embaixo de tortura e pressão psicológica.

Vindo da Eritreia, Semre, de 22 anos, disse ter visto quatro pessoas morrerem de doenças e fome enquanto eram mantidas em cativeiro até que suas famílias pagassem pelo seu resgate. Dentre elas, havia um menino de 14 anos e uma mulher de 22 anos.

— Ninguém os levou ao hospital, então nós mesmos tivemos que enterrá-los.

Em seu relatório, a Anistia Internacional fez um apelo para que o governo de unidade nacional da Líbia, que é apoiado pelas Nações Unidas, volte os olhos ao drama humanitário que recai sobre a migratória. A ONG também pediu que a comunidade internacional tome ações para atacar os fatores que geram os fluxos migratórios e aumentar o número de pessoas recebidas no exterior.

— O governo de unidade nacional deve pôr fim aos abusos cometidos por suas proprias forças e milicias aliadas. E deve garantir que ninguém, incluindo membros de grupos armados, continuem a cometer graves abusos, incluindo possíveis crimes de guerra, com impunidade — afirmou Magdalena.

Centenas de milhares de pessoas viajam à Libia enquanto fogem, sobretudo, de países da Ádruca Subsaariana. Na esperança de chegar aos países europeus, eles tentam deixar para trás a guerra, a perseguição e a extrema pobreza. Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), atualmente há mais de 264 mil refugiados e imigrantes no território líbio. A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que 4.937 pessoas morreram enquanto tentavam cruzar o Mediterrâneo da Líbia para a Europa desde 19 de abril de 2015.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/anistia-internacional-denuncia-rotina-de-abusos-sexuais-refugiadas-na-libia-19623760#ixzz4DJ0HRRCw
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Crianças são estupradas dentro do campo de refugiados aclamado por Angela Merkel

Um homem é acusado de ter atraído vítimas à área dos banheiros, onde as teria violentado em troca de algo entre 1,5 e 5 libras turcas (o equivalente a 0,45 centavos de euros a 1,50 euros) dentro do centro de refugiados aclamado por Angela Merkel como um “sucesso”.

O homem, apenas identificado como E.E. foi capaz de tirar vantagem de pelo menos 30 meninos entre 8 e 12 anos por mais de três meses nas entraves de Nazip, campo de refugiados em Antep, Turquia.

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Agente turco violentou crianças sírias em campo de refugiados

Vítimas de funcionário detido em setembro chegariam a 30

ISTAMBUL – A Turquia se viu abalada nesta quinta-feira com uma revelação de uma série de supostos abusos sexuais cometidos contra crianças sírias em um campo de refugiados considerado exemplar pelas autoridades turcas. Um agente de manutenção do campo de Nizip, situado na província de Gaziantep (Sudeste), próximo da fronteira síria, está sendo acusado de ter violentado pelo menos oito crianças sírias entre 8 e 12 anos no ano passado, informou a agência de imprensa Dogan.

A agência do governo turco a cargo de situações de emergência (AFAD), que gerencia o acampamento onde vivem 10.800 pessoas, indicou em um comunicado que “acompanhava de perto” o caso.

Vários dirigentes europeus, entre eles a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, visitaram há um mês o campo vizinho, Nizip II. Tusk elogiou a ação da Turquia, “o melhor exemplo para o mundo da forma como se devia tratar os refugiados”.

O Partido Republicano do Povo (CHP), principal formação da oposição, pediu a abertura de uma investigação parlamentar e enviará na sexta-feira uma delegação ao campo de Nizip, indicou no Twitter Veli Agbaba, secretário-geral adjunto.

Segundo o jornal Birgün, o agente, detido em setembro, é suspeito de ter estuprado trinta crianças, ainda que a maior parte das famílias não tenha denunciado por medo de serem expulsas. A promotoria pede 289 anos de prisão.

O homem está sendo acusado de ter atraído as supostas vítimas à área dos banheiros, onde as teria violentado em troca de algo entre 1,5 e 5 libras turcas (o equivalente a 0,45 centavos de euros a 1,50 euros), segundo Dogan.

“A AFAD está tomando medidas para evitar novos incidentes desse tipo”, indicou a agência no comunicado.

A Turquia acolhe oficialmente três milhões de refugiados, incluindo 2,7 milhões de sírios, três quartos dos quais vivem fora dos acampamentos.

Fonte: O Globo

Suécia: Ataques Sexuais em Piscinas Públicas

por Ingrid Carlqvist

  • Jovens candidatos a asilo do sexo masculino transformaram as piscinas públicas suecas em verdadeiros locais de sevícias de estupro e ataques sexuais.
  • Os políticos suecos, ao que tudo indica, estão convencidos que algumas aulas sobre “igualdade” irão mudar o comportamento dos homens, que desde a infância foram ensinados que é responsabilidade das mulheres não excitá-los e que, portanto, é culpa da mulher se um homem está inclinado a estuprá-la.
  • Cada vez mais suecos estão deixando de vez de frequentar as piscinas públicas.
  • Funcionários do familiar parque aquático de Hylliebadet em Malmö receberam instruções detalhadas para não denunciarem determinadas coisas, acima de tudo, jamais mencionarem a etnia ou a religião daqueles que causam problemas na piscina.
  • “O que os afegãos estão fazendo não tem nada de mais no Afeganistão, de modo que suas normas são totalmente estranhas para eles. … Se você quiser que os afegãos parem de molestar as meninas suecas, você terá que jogar pesado com eles. Fazer com que assistam aulas sobre igualdade e como tratar as mulheres não faz nenhum sentido. Na primeira vez que se comportarem mal, eles deverão ser advertidos, na segunda deverão ser deportados da Suécia”. — Mr. Azizi, gerente de um hotel em Cabul, Afeganistão.

Homens e mulheres, segundo a tradição sueca, frequentam juntos piscinas públicas há mais de 100 anos. Muitos se perguntam se seremos forçados a abandonar essa prática, isto porque jovens candidatos a asilo do sexo masculino estão transformando as piscinas públicas em verdadeiros locais de sevícias de estupro e ataques sexuais.

A prática das piscinas mistas teve início na Suécia na pequena aldeia de pescadores de Mölle no sul do país. Por volta de 1890, o “Pecado de Mölle” ficou famoso. Homens e mulheres nadavam juntos! Em plena luz do dia, descaradamente, ostentavam seus listados trajes de banho. Foi uma sensação que ecoou por toda a Europa, as pessoas vinham de todos os cantos do continente para tomarem parte dessa estimulante atividade nova. Os dinamarqueses vieram aos montes, até o imperador alemão Wilhelm II se dirigiu para Mölle em julho de 1907.

Não deveria causar surpresa a ninguém o fato que os homens do Oriente Médio e do Norte da África vejam de maneira totalmente diferente as mulheres do que os homens suecos. O único mistério é o porquê dos políticos suecos terem colocado na cabeça que todo aquele que pisar em solo sueco irá abraçar, num piscar de olhos, nossos valores, como tratamos as mulheres e as nossas tradições.

Agora que finalmente eles estão começando a se dar conta que muitos afegãos, somalis, iranianos e sírios (os maiores grupos de imigrantes que vieram para a Suécia até o momento) acreditam que as mulheres que andam vestidas com roupas vistosas são alvo fácil, os políticos estão em estado de choque. Obviamente eles não são capazes de admitir que isso, para os suecos, a maneira completamente estranha de ver as mulheres tenha a algo a ver com o Islã, porque se admitirem se tornarão vítimas de suas próprias alegações segundo as quais todo aquele que critica o Islã é “islamófobo”.

Durante muitos anos foi possível acobertar o abuso, até porque a grande mídia optou por chamar os perpetradores de “gangues juvenis”, jamais mencionando que eles eram quase sempre imigrantes de países muçulmanos. Em Malmö, uma das cidades com o maior número de imigrantes da Suécia e onde os próprios suecos já são maioria desde 2013, os problemas em piscinas públicas começaram há pelo menos 15 anos.

Em 2003, as “gangues juvenis” causaram tantos aborrecimentos aos demais usuários do parque aquático coberto Aq-va-kul, que em diversas ocasiões o estabelecimento foi obrigado a fechar. Não obstante o investimento de 750.000 coroas suecas (US$88.000) em portões de entrada mais altos, balcão de recepção envidraçado, câmeras de segurança e um “recepcionista de piscina” que fala árabe para lidar com os problemas de segurança, as coisas só pioraram. In 2005, Bertil Lindberg, membro do primeiro escalão, ressaltou ao diárioSydsvenskan: “as coisas estão se agravando no ano em curso. Gangues de 10 a 20 jovens ameaçam e provocam os demais usuários, bem como o staff. Eles não vêm para cá para nadar e sim para arrumar encrenca”.

Um dos problemas é que os jovens muçulmanos se recusam a passar pelo chuveiro antes de entrarem na piscina e ficam com as cuecas debaixo das sungas. Por razões óbvias, isso não é permitido, e quando os infratores são repreendidos pelo staff, começam os problemas e as ameaças. Em diversas ocasiões as gangues emboscaram membros do staff quando estes estavam a caminho de casa de volta do trabalho, tanto que o empreendimento foi obrigado a contratar seguranças para que os funcionários pudessem voltar para casa sãos e salvos. Os acontecimentos chegaram ao cúmulo em 2013 quando gangues de jovens destruíram as dependências da piscina, jogaram objetos na água e ameaçaram outros usuários. Aq-va-kul foi fechada, a piscina lotada de cacos de vidro, esvaziada e limpa. Dias mais tarde a piscina foi reaberta, mas fechou as portas em definitivo para o público em 2015. As instalações foram reformadas e abertas, desta vez porém somente para competições e clubes de natação.

Em Estocolmo, a piscina Husbybadet, no subúrbio de Husby, densamente habitado por imigrantes. foi a primeira piscina pública a passar por esse tipo de transtorno. Em 2007, foi reportado que o município foi obrigado a construir uma unidade de tratamento de esgoto separada, ao custo de milhões de coroas suecas. A razão disso foram os níveis excepcionalmente elevados de nitrogênio na água, devido ao fato de muitos jovens não arredarem pé de entrar na piscina vestidos com as roupas íntimas sujas. O secretário municipal de habitação e desenvolvimento enfatizou ao diário Dagens Nyheter:

“Nitrogênio é alimento de bactérias e a elevada concentração de nitrogênio produz cheiro insuportável e água imunda. O nitrogênio vem da urina e do suor. Pura e simplesmente, o problema é que determinadas pessoas usam as roupas íntimas sujas debaixo dos calções de banho. E depois entram na banheira de hidromassagem que está a 38ºC. É como ficar sentado dentro da máquina de lavar roupas, no ciclo para roupas delicadas, detalhe: nós reutilizamos esta água o tempo todo. As pessoas devem usar trajes de banho e não se banharem com roupas do dia a dia”.

A postura diante da nudez na Escandinávia é bem diferente daquela do Oriente Médio. A Suécia tem muitas praias de nudismo, onde homens e mulheres nadam juntos sem nenhuma roupa, sem nenhum assédio sexual. Nos vestiários separados por gênero em piscinas públicas, não há o mínimo sinal de timidez. Tanto mulheres quanto homens suecos veem com toda naturalidade que se tome ducha e banho antes de entrarem na piscina, há poucas décadas supervisores carrancudos rondavam os vestiários para averiguarem o comportamento dos usuários quanto aos hábitos de limpeza.

Em países muçulmanos a nudez é vista como algo extremamente privado e não se toma banho na presença de estranhos, nem que sejam do mesmo sexo. Todos os funcionários da piscina pública com os quais o Gatestone conversou confirmaram que tanto os homens quanto as mulheres tomam a ducha vestidos com as roupas íntimas e continuam com elas debaixo dos calções de banho e dos maiôs. Muitas mulheres muçulmanas vão a piscina com o assim chamado burkini, uma peça de roupa que cobre o corpo todo, de modo que quando homens muçulmanos veem mulheres suecas de biquíni, muitos chegam a conclusão que devem ser mulheres “fáceis” e que é “permitido” mexer e tocar nelas libidinosamente.

Em 2015, quando cerca de 163.000 candidatos a asilo ingressaram na Suécia, os problemas em piscinas públicas saltaram exponencialmente. Ingressaram mais de 35.000 jovens, os assim chamados “refugiados menores de idade desacompanhados“, 93% dos quais são do sexo masculino e alegam ter entre 16 e 17 anos de idade. Para evitar ociosidade total, muitos municípios permitem a entrada gratuita deles em piscinas públicas.

Nos últimos meses o número de relatos de ataques e molestamento sexuais contra mulheres em piscinas públicas, foi assustador. A maioria desses “menores” vem do Afeganistão, considerado por muitos como um dos lugares mais perigosos do mundo para as mulheres. Quando o diário ftonbladet percorreu o país em 2013, a Sra. Fátima de 61 anos relatou ao jornal como é ser mulher no Afeganistão: “o que acontece se não obedecermos? Bem, é óbvio que apanhamos dos nossos maridos e filhos. Somos escravas deles”.

Imaginar que homens de uma cultura que vê as mulheres como suas escravas se comportem como os homens suecos não é apenas uma idiotice, é perigoso. O Sr. Azizi, gerente de um grande hotel em Cabul, contou ao Gatestone como um afegão comum vê os ataques sexuais contra as mulheres:

“O que os afegãos estão fazendo não tem nada de mais no Afeganistão, de modo que suas normas são totalmente estranhas para eles. As mulheres ficam em casa no Afeganistão e, se precisarem sair, sempre estarão acompanhadas de um homem. Se você quiser que os afegãos parem de molestar as meninas suecas, você terá que jogar pesado com eles. Fazer com que assistam aulas sobre igualdade e como tratar as mulheres não faz nenhum sentido. Na primeira vez que se comportarem mal, eles deverão ser advertidos, na segunda deverão ser deportados da Suécia”.

Um dos primeiros incidentes reportados ocorreu em 2005, quando uma menina de 17 anos foiestuprada em Husbybadet, Estocolmo. O agressor de 16 anos de idade começou a mexer e tocar libidinosamente na menina na hidromassagem e quando ela foi para uma caverna com água corrente, ele e seu amigo foram atrás dela. Eles a emparedaram e enquanto o amigo a segurava, o rapaz de 16 anos arrancou o biquíni dela e a estuprou. Durante o julgamento, emergiu que cerca de 30 pessoas testemunharam o ataque, mas os adolescentes, sem se incomodarem, continuaram estuprando-a.

O estuprador de 16 anos foi sentenciado a três meses de detenção em um abrigo para menores infratores e o amigo foi absolvido. A vítima ficou profundamente traumatizada e teve que ser tratada em uma unidade de assistência psiquiátrica após várias tentativas frustradas de suicídio.

Desde então, praticamente todas as piscinas públicas na Suécia se tornaram lugares perigosos, principalmente para as mulheres. Nos primeiros dois meses deste ano denúncias de ataques e assédios sexuais se multiplicaram rapidamente. Alguns exemplos:

em Estocolmo, na primeira semana de janeiro, a piscina nacional de competição da Suécia, a Eriksdalsbadet achou por bem separar homens e mulheres na hidromassagem. Uma decisão polêmica na Suécia foi tomada depois que vários incidentes ocorridos em piscinas foram denunciados à polícia, principalmente em novembro e dezembro de 2015. A conservadora Anna König Jerlmyr (moderaterna), representante oposicionista da cidade de Estocolmo, não acredita que separar homens e mulheres é o caminho certo para enfrentar o problema: “é totalmente inaceitável que uma piscina pública aja dessa maneira. É o mesmo que se render ao assédio sexual e sinalizar favoravelmente a uma visão sobre as mulheres que é clamorosamente repreensível. Contratar mais funcionários e banir agressores das dependências das piscinas seria bem melhor”, ressaltou ela ao diário Dagens Nyheter.

Olof Öhman, chefe da Administração de Esportes de Estocolmo salientou ao jornal: “há problemas parecidos em todas as piscinas públicas de Estocolmo, ainda que a maioria das queixas vem da Eriksdalsbadet”.

Em 14 de janeiro, o staff do parque aquático de Rosenlundsbadet em Jönköping anunciaramque irão reforçar a segurança. De acordo com o gerente de operações Gunnel Eriksson, a decisão se deve principalmente ao comportamento de um novo grupo de banhistas, os meninos refugiados menores de idade desacompanhados: “é possível ver pelo comportamento deles que são de uma cultura diferente, há um choque de culturas. É possível ver que eles reagem aos que estão sem roupa”. O reforço na segurança também é necessário porque muitos dos jovens migrantes, do sexo masculino, não sabem nadar, superestimam seus conhecimentos e acabam se colocando em situações perigosas.

Em 15 de janeiro, o jornal local Kungälvsposten, denunciou que duas meninas tinham sofrido ataques sexuais em um elevador da piscina pública de Oasen em Kungälv. Os dois suspeitos de terem cometido o crime eram “refugiados menores de idade desacompanhados”. Jonas Arngården, vereador e responsável pelos assuntos sociais, ressaltou ao jornal: “isso prova que precisamos acelerar o trabalho referente a questões de igualdade e interação dos novos imigrantes, nas escolas bem como nos abrigos para asilados”.

Os ataques fizeram com que membros do Movimento de Resistência Nórdica (Nordiska motståndsrörelsen), uma organização supostamente neonazista, aparecessem em Oasen em 13 de fevereiro. Eles usavam camisas verdes com a inscrição “Supervisão da Segurança” (Trygghetsvärd) impresso nas costas e “fizeram a segurança” nas dependências da piscina.

O município não reagiu com veemência ao ataque sexual, mas a aparição dos justiceiros assustou a direção executiva municipal, tanto que ela imediatamente convocou uma reunião com a direção da Oasen. O Prefeito Miguel Odhner assinalou ao diário Expressen/GT: “é totalmente inaceitável a presença de justiceiros disfarçados em piscinas públicas. É muito, mas muito grave mesmo, que o extremismo violento compita por maior controle em nosso município”.

A piscina nacional de competição Eriksdalsbadet em Estocolmo (esquerda) tristemente afamada pela ocorrência de tantos incidentes de migrantes que atacam sexualmente mulheres e crianças em suas dependências. Na piscina de Oasen em Kungälv (direita), duas meninas foram recentemente atacadas sexualmente por “refugiados menores de idade desacompanhados”. Em resposta, membros do “Movimento de Resistência Nórdica” apareceram, usando camisas com a inscrição “Supervisão da Segurança” (Trygghetsvärd) e “fizeram a segurança” nas dependências da piscina.

Em 18 de janeiro, a direção da piscina pública Fyrishov em Uppsala, revelou que em 2015, foram registrados sete casos de abuso sexual de menores naquela dependência. De acordo com Fyrishov, todos os agressores suspeitos são migrantes recém chegados, adolescentes do sexo masculino que não falam sueco. O estabelecimento reforçou a segurança em agosto, contratou seguranças e instituiu monitoramento mais rígido ao staff.

Em 21 de janeiro, houve denúncias que o número de ataques sexuais saltou dramaticamente no parque aquático Aquanova em Borlänge. Em 2014, um caso foi reportado, em 2015 cerca de 20 casos foram reportados. Os incidentes envolveram mulheres cujos biquínis foram arrancados, além delas terem sido importunadas, tocadas libidinosamente no tobogã e atacadas sexualmente nas toaletes. Ulla-Karin Solum, o CEO da Aquanova, disse à emissora pública de rádio e TV Sveriges Television que muitos incidentes “ocorrem devido a choques culturais”.

Anette Nohrén membro do staff da Aquanova confirmou que todos os suspeitos nasceram no exterior e se queixou que “se tratava de um problemão. Ele tira o foco da nossa função primordial que é a segurança dos banhistas, uma vez que somos constantemente obrigados a intervir para tentar evitar ataques e após o ocorrido entender o que aconteceu”.

A Aquanova implementou novas normas, entre elas que os jovens de abrigos para refugiados só poderão ingressar nas dependências do empreendimento se estiverem acompanhados de um adulto responsável, um adulto para cada grupo de três candidatos a asilo menores de idade. O adulto é obrigado a acompanhá-los nos vestiários e na área da piscina.

Em 25 de janeiro, o diário Expressen revelou que uma menina foi estuprada na já tristemente afamada piscina de competição Eriksdalsbadet no início do mês. A polícia reforçou seu efetivo no estabelecimento e irá patrulhar regularmente o interior das suas dependências.

Em 26 de janeiro, houve relatos segundo os quais uma mulher e duas meninas foram atacadas sexualmente por um grupo de rapazes que não falava nem sueco nem inglês na piscina de Storsjöbadet em Östersund. Apesar do incidente, os jovens não foram retirados das dependências da piscina, um deslize que o staff posteriormente reconheceu ter sido um erro.

Em 27 de janeiro, o município de Växjö anunciou que planeja contratar um segurança para vigiar a piscina pública local. Isso depois que duas meninas de 11 anos de idade foram atacadas sexualmente por um grupo de meninos. Os meninos atacaram as meninas em um local fora do campo de visão dos salva-vidas. Mikael Linnander pai de uma das meninas disse ao diário Kvällsposten: “cerca de sete ou oito caras atacaram as meninas. Dois deles passaram a mão entre as pernas delas e apalparam seus seios”. O abuso só parou quando uma mulher que estava nadando com seus filhos chamou a atenção dos meninos. Após o incidente, os dois meninos foram impedidos de entrar na área do parque aquático, contudo lhes foi permitido permanecer nas outras dependências do estabelecimento.

Em 1º de fevereiro a mídia local reportou que, nas duas últimas semanas, pelo menos cinco meninas e mulheres foram atacadas sexualmente em uma piscina pública em Vänersborg. As meninas tinham menos de 15 anos e as mulheres ao redor dos 30. A polícia disse que ainda não tinha identificado nenhum suspeito, mas afirmou que o caso será tratado como de alta prioridade.

Em 25 de fevereiro, outro ataque sexual foi reportado nas dependências da piscina de Eriksdalsbadet em Estocolmo. O porta-voz da polícia Johan Renberg ressaltou ao Expressenque um grupo de meninas se viu cercado por cerca de 10 rapazes que tentaram mexer e tocar libidinosamente nelas. Um dos funcionários da piscina viu o que estava acontecendo e chamou a polícia. As meninas identificaram os rapazes, cuja etnia o jornal não reportou. Os rapazes não foram detidos, mas serão interrogados posteriormente.

Dada a recente onda de ataques sexuais em piscinas públicas, causa espécie o fato da multicultural Malmö não ter registrado nenhum ataque sexual no familiar parque aquático de Hylliebadet, recentemente inaugurado. Hylliebadet, que teve um custo de 349 milhões de coroas suecas (cerca de US$41 milhões) para ser construído, teve uma semana de inauguração caótica em agosto de 2015. Poucos dias depois da inauguração, foramregistrados 27 “incidentes”, nenhum porém envolvendo ataques sexuais.

“Não, eu nunca ouvi falar de alguma coisa como essa ter acontecido por aqui”, salientou um funcionário da Hylliebadet ao Gatestone. Entretanto, ao falarmos com outros funcionários em off , eles nos disseram que receberam instruções detalhadas para não denunciarem determinadas coisas, acima de tudo jamais mencionarem a etnia ou a religião daqueles que causam problemas na piscina. Outro funcionário contou ao Gatestone:

“é óbvio que tivemos incidentes por aqui, particularmente envolvendo afegãos que mexiam e tocavam libidinosamente as meninas. Não faz muito tempo, um descendente de árabes foi flagrado se masturbando na hidromassagem. Mas não temos permissão de reportar coisas desse tipo. Esses homens entendem que é proibido quando são informados, mas não ligam e continuam na deles. Apenas sorriem e continuam se masturbando”.

Parece improvável que políticos suecos comecem a deportar criminosos sexuais. Os políticos, ao que tudo indica, estão convencidos que algumas aulas sobre “igualdade” irão mudar o comportamento dos homens, que desde a infância foram ensinados que é responsabilidade das mulheres não excitá-los e portanto é culpa da mulher se um homem está inclinado a estuprá-la. Uma guinada dessas no que tange esse tipo de atitude é tão provável quanto a de um sueco em visita a Arábia Saudita, de repente, deixar de beber bebidas alcoólicas só porque lá é proibido. O sueco respeitaria a lei enquanto alguém o estivesse vigiando e depois, na primeira oportunidade beberia seu drinque, simplesmente porque é uma tradição milenar sueca e algo que os suecos consideram aceitável, bem como certo.

Outro funcionário de uma piscina pública contou ao Gatestone que os meninos refugiados assustam os frequentadores comuns e cada vez mais estes usuários estão deixando de frequentar piscinas públicas.

“Mesmo os suecos que adquiriram ingressos caros para a temporada estão afastados, por acreditarem que o clima não é propício. Considerando-se que os jovens candidatos a asilo têm os ingressos pagos pelo município, seria correto dizer que dinheiro dos impostos está sendo usado para afugentar aqueles que pagam”.

Ingrid Carlqvist,é uma jornalista e autora radicada na Suécia e Ilustre Colaboradora Membro do Gatestone Institute.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7668/suecia-ataques-sexuais