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Cristãos são tratados como cidadãos de segunda classe

Uma comunidade indígena de maioria cristã foi expulsa de suas terras com violência; três pessoas morreram durante o confronto e dezenas ficaram feridas.

No início do mês, houve um grande conflito entre uma comunidade indígena de maioria cristã e trabalhadores de uma usina de açúcar, na cidade de Rangpur. Cerca de 2.500 pessoas foram expulsas das terras de seus ancestrais com a ajuda da polícia local. Enquanto os trabalhadores se empenham na plantação de cana de açúcar, os cristãos passam agora por uma crise financeira inesperada.

Infelizmente, durante o confronto, 3 cristãos morreram, muitos ficaram feridos e 30 estão desaparecidos. Os agressores saquearam as casas, levaram o gado e incendiaram cerca de 600 moradias. Sabe-se que estes agressores foram enviados por uma empresa com a aprovação de um parlamentar. “Agora estamos vivendo em uma aldeia, fomos proibidos pelo governo de sair daqui e não temos como encontrar trabalho para o sustento de nossas famílias”, disse Emmanuel que é pai de três filhos.

As terras que foram tomadas desses cristãos e que historicamente pertenciam a seus ancestrais, foi comprada pelo governo em 1952 para uma lavoura de cana de açúcar. “Parece que o acordo entre as partes não foi cumprido. Era uma questão de tempo para que as terras fossem tomadas por autoridades agrícolas. E já que os cristãos em Bangladesh são vistos como cidadãos de segunda classe, eles sequer tentaram um acordo”, conclui um dos colaboradores da Portas Abertas.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/cristaos-sao-tratados-como-cidadaos-de-segunda-classe

Turquia forçou milhares de refugiados a retornarem à Síria, denuncia ONG

Segundo a Anistia Internacional, cerca de cem sírios são enviados de volta a seu país por dia desde janeiro

ANCARA — A Turquia forçou milhares de refugiados a retornarem à Síria ilegalmente, denunciou a Anistia Internacional (EI) em um relatório divulgado na quinta-feira. Segundo a ONG de defesa de direitos humanos, cerca de cem sírios foram enviados de volta a seu país devastado pela guerra todos os dias desde meados de janeiro, numa prática que constitui uma violação do direito internacional.

A Anistia Internacional afirmou ainda que a expulsão de refugiados expõe “falhas fatais” em um acordo entre a Turquia e a União Europeia (UE), que prevê o retorno ao território turco de refugiados sírios que chegarem às ilhas gregas.

Grupos de defesa manifestaram preocupação de que a proposta, que visa conter o fluxo de imigrantes ilegais e entra em vigor em 4 de abril, ameace os direitos dos requerentes de asilo. Nesta sexta-feira, a ONU pediu garantias antes de que qualquer imigrante seja devolvido.

No âmbito do direito internacional humanitário, um Estado é proibido de deportar indivíduos para uma zona de guerra.

A Anistia disse que um caso envolveu três crianças pequenas forçadas a voltarem à Síria sem seus pais. Outro caso dramático foi a expulsão de uma mulher grávida de oito meses.

Muitos dos que foram forçados a retornar, de acordo com a ONG, pareciam ser refugiados não registrados. Mas também havia casos de deslocados com registro sendo enviados de volta, enquanto aguardavam a documentação.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/turquia-forcou-milhares-de-refugiados-retornarem-siria-denuncia-ong-18996221#ixzz44gJYJJic
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A ONU condena a expulsão do representante dos direitos humanos do Iêmen

08 de janeiro de 2016 – O Secretário-Geral da ONU condenou a decisão do governo de expulsar o representante Yemen do Alto Comissariado para os Direitos Humanos. Ele também expressou preocupação com a segurança do pessoal nacional e internacional que permanece no país. Ban Ki-moon lembrou que o povo do Iêmen sofreu graves violações dos direitos humanos. O Alto Comissário é dedicado precisamente para investigar e documentar essas violações, enquanto tentava reforçar a justiça e responsabilidade. O chefe da ONU disse para impedir o trabalho da ONU no Iêmen, o governo não está a cumprir as suas obrigações. “Isso só pode ser prejudicial para o retorno do país à paz e à estabilidade”, disse ele em um comunicado de imprensa. Por sua vez, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos na sexta-feira pediu ao governo para reverter a sua decisão, argumentando que a expulsão do representante é “injustificada, contraproducente e prejudicial para a reputação do governo e seus parceiros de coalizão.” “Lamento esta decisão do governo. A minha equipa no terreno tem desempenhado, na minha opinião, um bom trabalho em circunstâncias extremamente difíceis “, disse Zeid Ra’ad Al Hussein, em comunicado. De acordo com o Alto Comissário, a expulsão foi baseado em uma série de mal-entendidos sobre o seu escritório disse em público e sobre o papel da ONU em uma situação de conflito. Também alertou que a posição do governo pode comprometer a segurança do equipamento que permanece no país. “O nosso papel não é expor as violações por um lado, e ignorando os cometidos pelo outro”, disse Zeid. “Na medida do possível, em um ambiente muito volátil e perigoso, temos tentado a monitorização objetiva e informar sobre a situação dos direitos humanos no Iêmen. Infelizmente, ambos os lados têm que fez claras violações, que resultaram na morte de 2.800 civis nos últimos nove meses “, acrescentou. ” O nosso papel é concentrar-se nos direitos humanos e proteção de civis, e não política “, disse ele . na quinta-feira, o ministro de Direitos Humanos do Iémen deu várias razões para justificar a decisão do governo, incluindo a atenção insuficiente da ONU foi pago à situação em Taiz e comunicados de imprensa foram relatados com “informação incompleta”. o alta comissária disse que é provável que a expulsão do seu representante complicar a capacidade de seu escritório para implementar uma resolução adoptada pelo Conselho de direitos Humanos em setembro que a carga irá fornecer assistência técnica ao governo do Iêmen a fim de cumprir as suas obrigações de direitos humano.

http://www.un.org/spanish/News/story.asp?NewsID=34182#.VrSOWiS8A0M

Mil palestinos fueron expulsados de Venezuela

Mil jóvenes palestinos recibieron una beca para estudiar medicina en Venezuela. Cuando optaron por utilizar los fondos para un uso diferente y problemático fueron expulsados  por el Estado de inmediato.

AGENCIA DE NOTICIAS ENLACE JUDÍO MÉXICO – Las autoridades venezolanas ordenaron la expulsión de mil estudiantes que han recibido becas para estudiar medicina por parte del gobierno local, pero optaron por hacer otro uso de los fondos.

El asunto comenzó hace más de un año, durante el reinado de Hugo Chávez que se consideraba amigo y apoyaba a los palestinos y sus tendencias. La investigación que hizo su gobierno reveló que los palestinos necesitaban el servicio médico israelí en parte porque no hay suficientes especialistas en la Autoridad Palestina.

Como gesto de buena voluntad, y sobre todo para demostrar su amistad a los palestinos Chávez declaró que concedería mil becas para jóvenes palestinos que fueran a estudiar medicina en su país.

La invitación que fue muy bien recibida en la Autoridad Palestina condujo a una confrontación y fricciones entre ciertas facciones del movimiento de la Autoridad Palestina. Fatah y Hamas lucharon por cómo se haría la distribución de la elegibilidad para las becas, pero tras una serie de discusiones se llegó a un acuerdo entre las partes y se determinó el número de estudiantes que saldrían de las filas de Fatah y de las filas de Hamas.

Mientras tanto, Chávez llegó al fin de su vida, pero su decisión se materializó hace un año cuando un millar de estudiantes palestinos llegaron a Venezuela, donde fueron recibidos con mucha ceremonia, flores y banderas que acompañaron su entrada en el país y las autoridades se aseguraron de dirigirlos en sus primeros pasos allí.

El error crítico del gobierno venezolano fue proporcionar becas y otras cantidades de ayuda de dinero en efectivo para cada uno de los estudiantes, al parecer para que puedan proveerse con independencia en el país. Poco después de su llegada los estudiantes de Venezuela comenzaron a camuflar el dinero de la beca. Algunos “invirtieron” el dinero en entretenimientos en Venezuela y algunos comenzaron a probar suerte en el mundo comercial, invirtiendo el dinero en la compra de bienes que trataban de vender en la esperanza de un mejor futuro económico.

Las quejas sobre el comportamiento de los estudiantes palestinos comenzaron a acumularse rápidamente. Muchos de ellos optaron por utilizar los fondos en vanidades lejanas del campus. Muchos también fueron detenidos acosando a las chicas de Venezuela en los centros urbanos y algunos estudiantes que aún permanecían en la universidad lo hacían a su manera. Llegaban a las aulas de clase vestidos con chilabas y después de muchas horas de holgazanear con el narguile.

Después de la acumulación de denuncias en los últimos meses, el gobierno de Venezuela pidió la expulsión de sus fronteras de los mil estudiantes palestinos. La noticia de la expulsión fue recibida con gran decepción por los estudiantes que expresaron su enojo, entre otras cosas, en una manifestación que exigía cancelar el decreto. Quienes tomaron la decisión, sin embargo, estaban decididos y los mil palestinos que se suponía iban a ser las reservas de médicos de la Autoridad Palestina fueron expulsados de Venezuela hace unas semanas.

Sobre esta disposición que no fue cubierta por los medios informó el lobby judío de Europa en el boletín que se difunde por distintos medio en todo el mundo

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Fuente: Inn / Shimon Cohen

Traduce y edita: Silvia Schnessel para Enlace Judío México

http://www.enlacejudio.com/2015/10/25/mil-palestinos-fueron-expulsados-de-venezuela/

Reproducción autorizada con la mención: © EnlaceJudíoMéxico

http://www.enlacejudio.com/2015/10/25/mil-palestinos-fueron-expulsados-de-venezuela/

Comissão da ONU pede que refugiados sírios não sejam expulsos

Mesmo sem entrar na Síria, comissão constata violação de direitos.
Mais de 2.000 sírios morreram no mar ao tentar fugir do conflito.

Uma comissão da ONU denunciou nesta quinta-feira (3) o fracasso da comunidade internacional em proteger os refugiados sírios e pediu aos países que não os expulsem nesse momento em que estão afluindo em grande número para a Europa.

A comissão de investigação da ONU sobre as violações dos direitos humanos na Síria não obteve a autorização de Damasco para entrar no país, mas recolheu milhares de testemunhos de vítimas, documentos e fotos usados em seu relatório.

“O painel recomenda à comunidade internacional que proteja os direitos humanos de todas as pessoas, incluindo migrantes, deslocados, solicitantes de asilo e refugiados”.

Pede aos países que “respeitem o princípio de não expulsão dos sírios porque eles têm o direito de serem reconhecidos como refugiados”, segundo a ONU.

O conflito na Síria deixou mais de 240.000 mortos, quatro milhões de refugiados e ao menos 7,6 milhões de deslocados internos.

Mortes durante fuga
Mais de 2.000 sírios morreram no mar ao tentar fugir do conflito que teve início em março de 2011 em seu país. Na quarta-feira, as imagens de um menino sírio de 3 anos encontrado morto em uma praia da Turquia provocaram comoção nas redes sociais. A família tentava reencontrar parentes no Canadá embora o pedido de asilo tivesse sido negado, de acordo com o site National Post.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/comissao-da-onu-pede-que-refugiados-sirios-nao-sejam-expulsos.html

Sírios e curdos expulsam jihadistas do Estado Islâmico de Hasake

O exército sírio e as forças curdas expulsaram nesta terça-feira (28) o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) da cidade de Hasake (nordeste da Síria), depois de mais de um mês de combates, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

O Estado Islâmico, que lançou sua ofensiva em 25 de junho, “foi expulso pelo exército de Zuhur, o último bairro onde estava presente em Hasake, e seus combatentes precisaram retroceder aos arredores da cidade”, disse à AFP Rami Abdel Rahman, diretor do OSDH.

A organização extremista perdeu 287 combatentes nesta batalha, tanto em combates contra o exército e os curdos quanto nos bombardeios da coalizão antijihadista dirigida por Washington nos arredores da cidade, segundo o OSDH. Entre eles figuram 26 crianças recrutadas para atuarem com soldados pelo EI, disse o Observatório radicado no Reino Unido e que dispõe de uma rede de fontes na Síria.

O exército de Bashar al-Assad perdeu 120 soldados e membros das forças pró-regime, e as Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) “dezenas de combatentes”, segundo a ONG.

No dia 25 de junho, o EI lançou uma ofensiva surpresa contra a cidade, que tinha uma parte controlada pelos curdos. Em alguns dias, se apoderou de vários bairros no sul utilizando 21 carros-bomba e diversos suicidas. Uma vitória teria permitido a ele estender seu território no leste da província.

O EI atacou a parte controlada pelo regime e as forças curdas se uniram às pró-governamentais para defender a cidade.

A guerra na Síria, que começou em 2011 com manifestações pacíficas contra o regime reprimidas duramente pelas autoridades, se converteu em um conflito complexo entre o exército, os rebeldes, os jihadistas e os curdos.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/sirios-e-curdos-expulsam-jihadistas-do-estado-islamico-de-hasake.html

Israel expulsa ex-presidente tunisiano por romper bloqueio

Autoridades israelenses expulsaram de suas terras, nesta terça-feira (30), o ex-presidente tunisiano Moncef Marzuki e a eurodeputada espanhola Ana Miranda. O barco em que eles estavam, que tentava romper o bloqueio de Israel sobre Gaza, foi interceptado.

“O (ex) presidente tunisiano e a deputada espanhola decolaram esta manhã. Outras 14 pessoas estão no trâmite de expulsão”, disse a porta-voz do departamento israelense de imigração.

A Marinha israelense interceptou na segunda-feira o navio “Marianne” e escoltou a embarcação até o porto de Ashdod, ao norte de Gaza. Os outros três barcos da “Flotilha da Liberdade III” seguiram para portos gregos.

 Foto: Amir Cohen / Reuters
Tanques israelenses perto da fronteira com a Faixa de Gaza, em foto de arquivo. 07/08/2014

Foto: Amir Cohen / Reuters

Dezesseis estrangeiros viajavam a bordo do barco com dois israelenses, o deputado árabe-israelense Basel Ghatas e um jornalista. Estes últimos foram liberados, mas Ghatas ainda pode sofrer algum tipo de punição.

“No fim, a Flotilha da Liberdade III alcançou o objetivo principal, chamar a atenção local e mundial sobre a crise humanitária em Gaza, resultado do cerco imposto por Israel”, declarou Ghatas.

Ao interceptar o “Marianne”, Israel convidou “militantes do mundo inteiro a enviar flotilha após flotilha, até o fim do bloqueio”, completou.

Há cinco anos, um ataque das forças israelenses contra um barco de outra flotilha internacional matou 10 ativistas turcos.

Israel impôs um bloqueio terrestre, aéreo e marítimo da Faixa de Gaza em junho de 2006, após o sequestro de um soldado pelo Hamas, e reforçou a medida depois que o movimento islamita assumiu o poder no território em 2007.

Forças curdas expulsam Estado Islâmico da cidade de Kobani

As unidades de Proteção do Povo Curdo conseguiram recuperar as áreas da cidade de Kobani, no norte da Síria, próxima da fronteira com a Turquia, que tinham sido tomadas por jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI), informou neste sábado o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

Segundo o Observatório Sírio, os enfrentamentos terminaram depois de as milícias curdas conseguirem controlar um colégio no centro da cidade onde os jihadistas do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) resistiam.

As unidades curdas detonaram as instalações do colégio nesta manhã e junto com a segurança curda começaram a revistar a área em busca de membros do EI.

Desde a madrugada da quinta-feira, a cidade assiste a combates entre as Unidades de Proteção do Povo, milícias curdo-sírias, e os jihadistas, que se infiltraram no interior da cidade disfarçados de milicianos curdos e de milicianos rebeldes.

O Observatório acrescentou que pelo menos 174 civis, entre eles dezenas de crianças e mulheres, morreram nestes três dias de combates.

Kobani se transformou em símbolo da resistência curda contra o EI, ao suportar durante mais de quatro meses, entre setembro e janeiro, a ofensiva dos radicais, que no final foram expulsos.

Coincidindo com o ataque ao enclave curdo, o EI também lançou outra ofensiva para tomar o controle dos bairros em poder do regime em Al Hasaka, onde, segundo ativistas, conseguiu dominar um quarto da cidade.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/forcas-curdas-expulsam-ei-da-cidade-de-kobani-no-norte-da-siria,fe36389ff7877cac3410531b6091e0d12iceRCRD.html

Nakba, o mito palestino

De acordo com os palestinos, eles foram expulsos de Israel pelos exércitos judeus em 1948. Fartas documentações e muitos testemunhos de líderes árabes e historiadores pretendem provar que, na verdade, eles fugiram da zona de conflito por causa da propaganda árabe, espalhando a notícia falsa de massacres … Deir Yassin, entre outros. Os referidos massacres assim se tornaram uma lenda. Pallywood, Pallywood …

ASSISTA O VÍDEO :

http://www.israelsvoice.org/2014/11/19/a-palestinian-myth-the-so-said-nakba/