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Professor é morto em novo ataque contra ativistas laicos em Bangladesh

Assassinato a facadas supostamente cometido por extremistas islâmicos gera protestos

RAJSHAHI, Bangladesh — Um professor universitário foi assassinado a facadas em Bangladesh, anunciou a polícia neste sábado. Acredita-se que este seja o mais recente crime de uma série de homicídios de ativistas laicos e ateus cometidos por extremistas islâmicos. Ninguém assumiu a autoria do ataque até o momento e autoridades investigam o caso.

O professor de inglês Rezaul Karim Siddique, de 58 anos, foi atacado pelas costas por desconhecidos com um facão quando saía de casa para esperar o ônibus na cidade de Rajshahi, noroeste do país. Ele era professor em uma universidade pública.

— Seu pescoço foi atingido ao menos três vezes e cortado em 70-80%. Pelo tipo de ataque, suspeitamos que foi cometido por extremistas islamitas — disse o chefe de polícia de Rajshahi, Mohammad Shamsuddin. — O modus operandi corresponde a assassinatos anteriores cometidos por islamitas violentos.

Pelo menos outros três professores da Universidade de Rajshahi foram mortos nos últimos anos alegadamente por grupos islâmicos. Segundo a família de Shamsuddin, o professor era um homem muito quieto, simples e focado em estudar e ensinar. Ele era o líder de um grupo cultural e editava uma revista literária.

— Até onde sabemos, ele não tinha nenhum inimigo conhecido e nunca achamos ele preocupado. Nós não sabemos porque isso aconteceu com ele — disse o seu irmão, Sajidul Karim Siddique.

ATAQUES EM SÉRIE

Após o assassinato, centenas de estudantes e professores saíram em protesto no campus da Universidade de Rajshahi e bloquearam uma estrada com pedidos de justiça. A Anistia Internacional também condenou o assassinato e disse que os responsáveis devem ser levados a julgamento.

“O ataque lamentavelmente corresponde ao padrão estabelecido por grupos islâmicos em Bangladesh que têm como alvo ativistas e escritores”, disse o diretor da Anistia Internacional no Sul da Ásia, Champa Patel. “As autoridades devem fazer mais para pôr fim a estas mortes. Nenhuma pessoa foi levada a julgamento pelos ataques no último ano.”

No início do mês, a polícia anunciou a prisão de dois membros de um grupo islamita armado proibido e suspeito de envolvimento no assassinato de um ativista laico. Nazimuddin Samad, defensor da laicidade foi assassinado aos 26 anos perto de uma universidade em Daca por homens armados com facões.

No ano passado, quatro blogueiros, defensores dos Estado laico, e um editor foram assassinados em circunstâncias similares. A polícia deteve supostos integrantes de um grupo considerado ilegal, Ansarullah Bangla Team, mas ainda não aconteceu nenhum julgamento.

O primeiro-ministro Sheikh Hasina vem intensificando a repressão contra grupos armados, que são responsabilizados pelos ataques contra estrangeiros, minorias xiitas e cristãos. Além disso, o governo acusa a oposição de apoiar grupos religiosos radicais como forma de retaliação após o governo ter processado suspeitos de crimes durante a guerra de independência do país em 1971.

Embora alguns destes ataques tenham sido assumidos pelo Estado Islâmico, o govermo rejeita estas declarações e diz que o grupo extremista não tem presença em Bangladesh.

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População cristã do Egito corre riscos cada vez maiores

“O extremismo islâmico é a fonte da perseguição religiosa”.

Carnegie Middle East Center, que é um Centro de Pesquisa da Política Pública no Oriente Médio, publicou um artigo que adverte sobre a escalada da insurgência islâmica no Egito. “O Egito está enfrentando o maior e mais complexo período de violência política em sua história moderna, que foi fragmentada através do Estado Islâmico, que preparou o terreno para uma luta imprevisível entre islâmicos e o Estado. Neste ambiente, alguns islamitas, especificamente os jovens, voltaram-se para a violência, e a tendência pode continuar”, diz o artigo.

Além disso, especialistas políticos também comentaram: “Depois da expulsão de Mohamed Morsi, pelos militares, parece que a pena de morte se tornou a ferramenta favorita das autoridades egípcias para expurgar a oposição política”.

Um dos analistas da Portas Abertas disse: “No Egito, o extremismo islâmico é a fonte da perseguição e tem muitas expressões diferentes. A nível político recria várias formas de discriminação; na esfera familiar, faz uma grande pressão contra os convertidos ao cristianismo; sem contar as últimas ações violentas contra a sociedade, vindas de grupos ligados com o crime organizado”.

O analista observa que o mais notável sobre este relatório é que os islamistas, mesmo depois de terem sido expulsos do poder, nunca foram realmente embora dali. “Eles continuam a ser uma ameaça para a estabilidade do país, o que coloca a população cristã em risco ainda maior. Eles também estão cada vez mais escalando jovens sem esperança para seus exércitos, e como eles não têm nada a perder, são impiedosos em seus ataques e cada vez mais aderem à radicalização”, conclui.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/11/populacao-crista-do-Egito-corre-riscos-cada-vez-maiores

EX-MINISTRO DO INTERIOR ADVERTE MERKEL: ALEMANHA ESTÁ IMPORTANDO “O EXTREMISMO ISLÂMICO, ANTISSEMITISMO, E OS CONFLITOS DE OUTRAS NAÇÕES”

Especialistas em segurança da Alemanha têm criticado a líder do país, a chanceler Angela Merkel, advertindo que sua política de imigração irá “produzir extremistas”, e afirmando que o país está importando “o extremismo islâmico, antissemitismo árabe, [e] os conflitos de outras nacionalidades e nações étnicas nações”.

O ex-secretário do Interior, August Hanning disse ao Die Welt Am Sonntag: “As autoridades de segurança alemãs não serão capazes de lidar com essas questões de segurança importadas e as  reações resultantes”, advertindo que não é só a Alemanha acolhedora de extremistas islâmicos, mas que irá promover ressentimento na população nativa.

Ele recomendou nesta semana que a Alemanha  feche “a fronteira para os imigrantes sem autorização de entrada em conformidade com a legislação imediatamente e rejeite aqueles que viajam sem o visto de entrada imediatamente”.

Um novo plano de 10 pontos de seu escritório diz que Merkel deve declarar que as capacidades da Alemanha para absorver mais pessoas estão “exaustas”, e não deve haver nenhuma entrada para quem vem de países “seguros”, com uma exceção para as crianças.

Ele quer que a rota dos Balcãs para a Alemanha encerrada, e uma restrição de reagrupamento familiar, o que significa que a população masculina de 80 por cento advinda para a Alemanha não seria capaz de trazer suas famílias. O sr. Hanning estima que cada imigrante tentará trazer mais quatro pessoas cada, com eles, a longo prazo.

E ele também quer integração obrigatória e aulas de línguas para migrantes.

Seus comentários refletem as preocupações do Ministro dos Assuntos Internos do distrito Bremen, Ulrich Maurer, que disse esta semana: “Nas últimas semanas, temos registrado um aumento nas tentativas de agitação por salafistas em centros de refugiados”.

Merkel tem estado sob crescente pressão de dentro do seu partido, e até mesmo a partir da esquerda política no seu país, que advertiram sobre a crescente pressão sobre as infra-estruturas da Alemanha e do público em geral.

Números das pesquisas de seu partido continuam a diminuir, embora ela mantenha uma aprovação teimosamente boa quanto a avaliação de si mesma.

http://www.breitbart.com/london/2015/10/25/former-interior-minister-warns-merkel-germany-is-importing-islamist-extremism-anti-semitism-and-conflicts-of-other-nations/