Arquivo da tag: #facadas

Jovem israelense atacada por terrorista palestino se recupera em hospital

Shuva Malka, uma jovem de 18 anos que foi esfaqueada e seriamente ferida em um ataque terrorista no norte da cidade de Afula, na semana passada, se recuperou rapidamente e no domingo deu entrevista à imprensa do leito do hospital para agradecer o povo judeu por orar por ela e apoiá-la.

De sua cama, Malka disse às equipes de jornalistas reunidos que as orações haviam fortalecido a ela e sua família e que haviam chegado ao céu. Cercada por seus pais, a ortodoxa Malka também agradeceu a Deus, aos serviços de segurança, aos médicos e à equipe médica que salvaram sua vida.

O professor Doron Kopelman, diretor da equipe cirúrgica do centro médico Haemek, onde Malka recebe tratamento, disse que sua condição continua melhorando.

Ele está se recuperando de um esfaqueamento muito sério e dramático, e sua vida corre um risco enorme“, disse ele. “Ela vai ficar conosco por mais alguns dias e eu espero que ela possa gradualmente voltar à vida normal.

Seu agressor é um islamita palestino de cerca de 20 anos da cidade de Jenin, no norte da Judeia e Samaria.

O suspeito, que inicialmente fugiu da cena e foi preso depois de uma breve perseguição, também estava no hospital, quando a polícia atirou na perna dele por não atender as chamadas para parar de correr.

Com imagem Matzav.com e informações Israel Noticias

Dois israelenses são feridos em ataque terrorista em Netanya no momento em que pais sepultam menina que foi esfaqueada até a morte (com vídeo)

Netanya (TPS) – Dois israelenses foram esfaqueados em um ataque terrorista perto de um mercado em Netanya nesta quinta-feira, 30/6, à noite. As vítimas são um homem israelense ultraortodoxo com aproximadamente 30 anos, que está em estado moderado, e uma mulher de cerca de 62 anos de idade, que sofreu ferimentos leves. Ambos estão sendo tratados no hospital. O agressor foi baleado e morto no local.

O ataque aconteceu simultaneamente ao funeral de Hallel Ariel, uma menina israelense de 13 anos de idade, assassinada também nesta quinta-feira quando um terrorista palestino invadiu sua casa em Kiryat Arba, perto de Hebron, e a esfaqueou até a morte enquanto ela dormia. O Departamento de Estado dos EUA confirmou que Hallel era uma cidadã americana e condenou “o ato brutal de terrorismo”. A polícia informou que o terrorista em Netanya era um residente da cidade palestina de Tulkarm, que entrou em Israel ilegalmente.

“Um civil no local viu o que estava acontecendo e disparou contra o suspeito, matando-o”, anunciou a polícia. Uma filmagem de câmera de segurança capturou os momentos de pânico do ataque, com espectadores primeiramente correndo do terrorista, mas em seguida, confrontando-o, até mesmo com algumas pessoas arremessando alguns vegetais do mercado nele antes de ele ser baleado.

Erez Engel, um paramédico do Magen David Adom (serviço nacional de emergência médica de Israel) que tratou os feridos, descreveu que chegando ao local havia um homem ferido a facadas “deitado na calçada, esfaqueado na parte superior do corpo, com civis tentando parar a hemorragia. À medida que o tratamos e rapidamente o colocamos na ambulância para cuidados intensivos, trouxeram uma mulher ferida para fora do mercado, com cerca de 62 anos, plenamente consciente mas também sofrendo de uma facada na parte superior do corpo”.

Um porta-voz do Hospital Laniado, em Netanya, confirmou ao serviço de imprensa Tazpit (TPS) que duas vítimas, um esfaqueado no peito e outra nas costas, foram levados para o hospital. Ambas as vítimas estão conscientes e comunicando.

Fonte: TPS / Texto: Jesse Lempel / Tradução: Hannah Franco / Foto: Cortesia

Vídeo da câmera de segurança em:  https://www.youtube.com/watch?v=p7zse-ezlNk

Adolescente israelense é morta a facadas em seu quarto por palestino

Criminoso invadiu assentamento judeu e morreu em confronto com a polícia

JERUSALÉM — Uma adolescente israelense foi morta a facadas no seu quarto em um assentamento judeu na Cisjordânia. Hallel Yaffa Ariel, de 13 anos, foi atacadaPOR um homem palestino enquanto dormia nesta quinta-feira, segundo autoridades. O responsável pelo crime foi morto a tiros pela polícia na cena do crime.

Segundo o Ministério da Saúde palestino, o homem que matou a adolescente foi identificado como Mohammed Tarayreh, de 19 anos. Originário de Bani Naim — um vilarejo próximo a Kiryat Arba, onde ocorreu o crime —, ele teria invadido o assentamento e entrado na casa da menina.

A imprensa local afirma que Hallel foi esfaqueada repetidamente na parte superior do corpo. Ela foi levada em condições críticas a um hospital de Jerusalém. No entanto, ela não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois.

Um oficial de segurança, com cerca de 30 anos, também teria sido atingido por facadas e tiros ao confrontar o criminoso. Ele foi hospitalizado e seu estado de saúde é crítico.

Desde outubro passado, 34 israelenses já foram mortos em uma onda de ataques com facas, armas e automóveis. Muitas destas ações violentas aconteceram nos arredores de Hebron, onde também ocorreu o episódio de quinta-feira.

No mesmo período, mais de 200 palestinos também foram mortos — dos quais, segundo Israel, a maioria era de pessoas que cometeram ataques e acabaram mortasPOR suas vítimas ou forças de segurança.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/adolescente-israelense-morta-facadas-em-seu-quarto-por-palestino-19613400#ixzz4D43HM8Rg
© 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Esposa de pastor é morta a facadas, após acusação de ‘blasfêmia contra Maomé’

O crime ocorreu na Nigéria. Associação Cristã do país condenou o assassinato e questionou a por que a polícia local não está fazendo mais para proteger os cristãos.

Uma mulher cristã – esposa de um pastor nigeriano local – foi morta a facadas na semana passada, após ter sido acusada de “insultar o profeta muçulmano, Maomé”.

A agência ‘AllAfrica’ relatou que Bridget Abahime, de 74 anos de idade, foi perseguida e morta em um mercado, em Kano, após ser alvo de acusações de que ela havia insultado a fé islâmica. A polícia da Nigéria disse que dois suspeitos ligados ao assassinato foram presos e a segurança da área foi reforçada para evitar incidente que resulte “em uma grande ameaça à segurança”.

A Associação Cristã da Nigéria, que representa os seguidores de Cristo que compõem quase metade da população da Nigéria, condenou o assassinato e questionou a por que a polícia não está fazendo mais para proteger os cristãos.

“Esta barbárie tem que parar agora”, disse o porta-voz da associação, Rev. John Hayab. Ele acusou a polícia de tentar encobrir o assassinato.

Grupos muçulmanos também se manifestaram contra essa violência, com a Vigilância de Direitos Muçulmanos classificando o crime como “um absurdo, barbárie e não-islâmico”.

O presidente da Nigéria, Mohammadu Buhari – que também é muçulmano – disse que o assassinato foi “absolutamente condenável”.

“Vamos garantir a manutenção da paz, enquanto a justiça será feita”, Buhari prometeu. “Vamos aprender a respeitar a fé de cada um, para que possamos conhecer uns aos outros e viver juntos em paz”.

Cristãos na Nigéria enfrentam uma série de ameaças, de violência e ataques locais, a perseguição generalizada e assassinatos pelas mãos de grupos extremistas, como Boko Haram.

Radicais muçulmanos, os pastores [criadores de gado] Fulani também têm sido uma grande ameaça, considerando que cerca de 500 agricultores cristãos Do estado de Benue na Nigéria central, foram mortos em razão de disputas de terra em todo o mês de março.

Uma testemunha descreveu os ataques no momento: “Aldeias inteiras foram completamente queimadas por pastores Fulani. Cadáveres não identificados desses cristãos foram descobertos, as propriedades foram saqueadas por esses invasores Fulani”.

Os pastores cristãos também têm sido alvo de muita violência, considerando que o líder de uma igreja foi sequestrado e morto em abril por pregar aos muçulmanos e dizer-lhes para se arrepender de seus pecados.

“A quadrilha também confessou ter sido responsável pelo seqüestro e assassinato do pastor Chukwu Ekere, da mesma comunidade Ohigha. Eles o teriam matado pela simples razão de que um homem de Deus os perturbou com sua pregação de arrependimento e também os teria desafiado a abandonar a vida de criminalidade e aceitar a Deus”, disseram as autoridades no momento.

Grupos de vigilância de perseguição, como a Missão Portas Abertas, têm alertado que a matança de cristãos na Nigéria subiu 62% em apenas um ano, documentando que ao longo de 2015 houve 4.028 mortes [de cristãos] e 198 ataques a igrejas.

Casos semelhantes
Ao que tudo indica, as acusações de blasfêmia, seguidas de assassinatos, como o ocorrido com Bridget Abahime, não são tão incomuns em países onde o islamismo predomina.

Um comerciante cristão de 65 anos foi morto à facadas após sair de um culto no domingo (5), próximo a uma igreja em Bangladesh. Nesse caso, o ataque foi reivindicado pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

http://guiame.com.br/gospel/missoes-acao-social/esposa-de-pastor-e-morta-facadas-apos-acusacao-de-blasfemia-contra-maome.html

Dois adolescentes palestinos são detidos após esfaqueamento de idosas em Jerusalém

A polícia israelense prendeu dois adolescentes, acusados de esfaquear duas idosas na manhã do ‘Dia da Lembrança’, 10/5. O relatório da detenção, ocorrida no dia 19/5, foi liberado para publicação na segunda-feira, 30/5.

As duas mulheres, de 86 e 82 anos, foram esfaqueadas por dois agressores em uma rua em Armon Hanatziv, com vista para Cidade Velha de Jerusalém, na manhã do dia 10/5. Um terceiro, que se acredita estar envolvido no planejamento do ataque, fugiu do local antes do esfaqueamento. As mulheres sofreram ferimentos moderados e foram enviadas para o hospital Shaare Zedek.

Os suspeitos, com 16 e 17 anos, moradores de Jabel Mukaber, confessaram ter falado entre si, em sites de mídia social sobre seus planos para atacar judeus. Nas semanas seguintes ao ataque, os dois agressores discutiram planos, via WhatsApp, para iniciar um novo ataque, à luz do “sucesso” do primeiro.

A investigação revelou que a mãe de um dos suspeitos foi presa há uma semana na Judéia e Samaria por suposta tentativa de esfaqueamento perto do Monte das Oliveiras.

O comandante do Distrito Policial de Jerusalém elogiou o trabalho da polícia e do Shin Bet (Agência de Segurança de Israel):

“A polícia vai continuar a agir com determinação, em nome dos moradores da capital. Usaremos todos os meios necessários e iremos processar todos os que infringem a lei, cada agressor de acordo com a lei”, disse em um comunicado.

Fonte: TPS / Texto: Joshua B. Dermer / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Hillel Maeir

Agência Tazpit

Professor é morto em novo ataque contra ativistas laicos em Bangladesh

Assassinato a facadas supostamente cometido por extremistas islâmicos gera protestos

RAJSHAHI, Bangladesh — Um professor universitário foi assassinado a facadas em Bangladesh, anunciou a polícia neste sábado. Acredita-se que este seja o mais recente crime de uma série de homicídios de ativistas laicos e ateus cometidos por extremistas islâmicos. Ninguém assumiu a autoria do ataque até o momento e autoridades investigam o caso.

O professor de inglês Rezaul Karim Siddique, de 58 anos, foi atacado pelas costas por desconhecidos com um facão quando saía de casa para esperar o ônibus na cidade de Rajshahi, noroeste do país. Ele era professor em uma universidade pública.

— Seu pescoço foi atingido ao menos três vezes e cortado em 70-80%. Pelo tipo de ataque, suspeitamos que foi cometido por extremistas islamitas — disse o chefe de polícia de Rajshahi, Mohammad Shamsuddin. — O modus operandi corresponde a assassinatos anteriores cometidos por islamitas violentos.

Pelo menos outros três professores da Universidade de Rajshahi foram mortos nos últimos anos alegadamente por grupos islâmicos. Segundo a família de Shamsuddin, o professor era um homem muito quieto, simples e focado em estudar e ensinar. Ele era o líder de um grupo cultural e editava uma revista literária.

— Até onde sabemos, ele não tinha nenhum inimigo conhecido e nunca achamos ele preocupado. Nós não sabemos porque isso aconteceu com ele — disse o seu irmão, Sajidul Karim Siddique.

ATAQUES EM SÉRIE

Após o assassinato, centenas de estudantes e professores saíram em protesto no campus da Universidade de Rajshahi e bloquearam uma estrada com pedidos de justiça. A Anistia Internacional também condenou o assassinato e disse que os responsáveis devem ser levados a julgamento.

“O ataque lamentavelmente corresponde ao padrão estabelecido por grupos islâmicos em Bangladesh que têm como alvo ativistas e escritores”, disse o diretor da Anistia Internacional no Sul da Ásia, Champa Patel. “As autoridades devem fazer mais para pôr fim a estas mortes. Nenhuma pessoa foi levada a julgamento pelos ataques no último ano.”

No início do mês, a polícia anunciou a prisão de dois membros de um grupo islamita armado proibido e suspeito de envolvimento no assassinato de um ativista laico. Nazimuddin Samad, defensor da laicidade foi assassinado aos 26 anos perto de uma universidade em Daca por homens armados com facões.

No ano passado, quatro blogueiros, defensores dos Estado laico, e um editor foram assassinados em circunstâncias similares. A polícia deteve supostos integrantes de um grupo considerado ilegal, Ansarullah Bangla Team, mas ainda não aconteceu nenhum julgamento.

O primeiro-ministro Sheikh Hasina vem intensificando a repressão contra grupos armados, que são responsabilizados pelos ataques contra estrangeiros, minorias xiitas e cristãos. Além disso, o governo acusa a oposição de apoiar grupos religiosos radicais como forma de retaliação após o governo ter processado suspeitos de crimes durante a guerra de independência do país em 1971.

Embora alguns destes ataques tenham sido assumidos pelo Estado Islâmico, o govermo rejeita estas declarações e diz que o grupo extremista não tem presença em Bangladesh.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/professor-morto-em-novo-ataque-contra-ativistas-laicos-em-bangladesh-19151396#ixzz46eubhs00
© 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Bangladesh: Líder cristão é agredido até a morte

“Ele foi um homem de Deus muito ativo nos ensinos bíblicos e muitos se converteram através da vida dele. Hossain cumpriu sua grande missão”

3 Bangladesh_2015_0500100076

Segundo relatórios da Portas Abertas, no dia 22 de março, um cristão foi agredido até a morte por militantes islâmicos, em Kurigram, um distrito que fica ao norte do Bangladesh. Hossain, que se converteu ao cristianismo em 1999, estava voltando de seu passeio matinal, quando três motoqueiros se aproximaram dele, atirando uma bomba caseira e atacando-o com facas. O cristão morreu no local. Hossain era um funcionário público da área de saúde e sofreu uma grande pressão por parte de sua família quando tomou a decisão de seguir o cristianismo. “Durante certo tempo, ele foi perseguido pelos próprios familiares, mas não cedeu e continuou o seu caminho com Cristo. No trabalho, chegou a ter o salário negado durante alguns meses, por conta de sua nova fé”, comenta um dos analistas de perseguição.

No entanto, sua fidelidade a Deus inspirou toda a família e, com o passar dos anos, para a alegria de Hossain, seus familiares também se converteram. “Ele foi um homem de Deus muito ativo nos ensinos bíblicos, depois teve um grande auxílio através dos projetos da Portas Abertas, muitos se converteram através da vida dele. Ele cumpriu sua grande missão”, disse um dos familiares que não foi identificado por motivos de segurança.

Toda a comunidade cristã do Bangladesh está de luto e chocada com o ocorrido, além de muito triste pela perda de um líder tão influente. Mas as pessoas também estão amedrontadas ao imaginar o que mais os grupos extremistas islâmicos podem fazer. Na Classificação da Perseguição Religiosa, o país subiu rapidamente 8 posições, da 43ª (2015) para a 35ª (2016), significando um nível de perseguição ainda mais violento. Em 2014, seis igrejas e uma escola foram destruídas e nomes de pastores cristãos apareceram em uma lista de ameaças de morte, publicada em outubro de 2015. Como a minoria cristã está crescendo, ela enfrenta mais e mais restrições e desafios. Essa pressão não é impulsionada pelo governo, e sim por grupos extremistas islâmicos, líderes religiosos locais e famílias tradicionais. Mas os cristãos permanecem firmes em sua fé. Ore por essa nação.

Pedidos de oração
● Ore pela família de Hossain e também por todas as famílias que perderam seus entes queridos por causa da perseguição religiosa, para que Deus os console, dando conforto, entendimento e também forças para passar por esse momento difícil.
● Ore pela igreja bengalesa, para que continue crescendo na graça e no conhecimento e que continue pregando o evangelho de Cristo.
● Peça ao Senhor para que a perda de Hossain não seja motivo de tristeza, mas de encorajamento. Que mesmo em sua morte, ele sirva de testemunho para toda a nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/04/lider-cristao-e-agredido-ate-a-morte

Suécia em choque após morte de mulher a facadas em centro de refugiados

Premier classifica assassinato como um crime terrível e diz que suecos temem ataques semelhantes.

ESTOCOLMO — O primeiro-ministro sueco, Stefan Lofven, condenou o assassinato de uma funcionária esfaqueada até a morte em um centro de refugiados para menores não acompanhados e disse que muitos suecos temem que ataques como esse possam ocorrer novamente. Após visita ao centro, em Molndal, no Oeste do país, o premier classificou o ataque como um crime terrível e prometeu mais recursos para a polícia.

— Eu acredito que há muitas pessoas na Suécia que sentem muita preocupação que mais casos desse tipo possam acontecer, no momento em que a Suécia recebe tantas crianças e jovens que vêm sozinhos (a procura de asilo) — disse ele na noite de segunda-feira, segundo a Rádio da Suécia.

 

O esfaqueamento levantou preocupações de que o país está sendo sobrecarregadas pelo número de requerentes de asilo. Um menor de 15 anos foi preso sob suspeita de assassinato ou homicídio culposo, informou a agência de notícias TT.

As declarações de Lofven em Molndal vieram após a polícia apontar a necessidade de mais funcionários para lidar com o controles de fronteiras, a segurança nos centros de asilo e a ameaça do terror.

— A autoridade policial tem uma carga de trabalho mais pesada… por causa da situação dos refugiados. E então vocês precisam de mais recursos — afirmou Lofven.

A Suécia reverteu sua política de portas abertas no ano passado e introduziu controles nas fronteiras e verificação da identidade para conter o fluxo de requerentes de asilo que atingiu um recorde de 160 mil pessoas em 2015.

Uma pesquisa mostrou que o apoio a Lofven, do Partido Social Democrata, de centro-esquerda, estava no seu mais baixo nível, em parte devido a um sentimento de que o governo é incapaz de lidar com o fluxo de refugiados.

As autoridades policiais disseram que eram necessários mais 2.500 funcionários.

PUBLICIDADE

BENS CONFISCADOS

A Suíça determinou que os refugiados que chegam ao país têm que entregar ao Estado todos os bens que valem mais do que mil franco suíço (R$ 4 mil) para ajudar a pagar pela estadia.

Além disso, os imigrantes que ganham o direito de permanecer e trabalhar em território suíço devem entregar 10% de seu salário por até dez anos, até pagar 15 mil francos suíços. A Agência de Imigração do país justificou a medida, afirmando estar de acordo com a lei que pede aos requerentes de asilo contribuições, sempre que possível, para arcar com o custo do processo e o fornecimento de assistência social.

O confisco será votado nesta terça-feira na Dinamarca também chegou à Alemanha, com os estados Baviera e Baden-Württemberg, no Sul do país, colocando em prática a medida polêmica. A ação se apoia em uma lei nacional segundo a qual solicitantes de refúgio devem consumir, em primeiro lugar, seus próprios bens antes que o Estado possa prover seu sustento.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/suecia-em-choque-apos-morte-de-mulher-facadas-em-centro-de-refugiados-18542568#ixzz3yOuKmgOX
© 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Líderes palestinos prometem um ano novo de violência e morte

  • Em vez de desejar aos palestinos um feliz e próspero Ano Novo, tanto o Fatah quanto o Hamas estão pedindo a seu povo para se preparar para o aumento da violência e “resistência”, incluindo atentados suicidas contra israelenses.
  • O braço armado do Fatah aproveitou a ocasião para emitir ainda mais uma ameaça: “Vamos continuar no caminho dos mártires até a libertação de toda a Palestina”.
  • Palestinos mascarados em Belém atacaram vários restaurantes e salões onde as festas da véspera de Ano Novo deveriam acontecer. Testemunhas oculares relataram que os criminosos eram afiliados à facção Fatah, de Abbas, e não ao Hamas.
  • Hamas proibiu os moradores de Gaza de comemorar a véspera de Ano Novo, dizendo que tais festas são “violações dos ensinamentos islâmicos.”O Hamas não quer jovens palestinos que apreciam seu tempo em restaurantes e cafés. Em vez disso, o Hamas quer que eles se juntem às suas fileiras, armados e vestidos com uniformes militares, se preparando para a jihad contra Israel.

Depois de não conseguir oferecer ao seu povo qualquer esperança para o futuro, o Fatah e o Hamas estão agora dizendo aos palestinos que eles devem esperar mais violência e derramamento de sangue em 2016.

Em mensagens separadas para os palestinos na véspera de Ano Novo, os dois partidos rivais palestinos se comprometeram a prosseguir, e mesmo intensificar, os ataques de “resistência” contra Israel. Escusado será dizer que as mensagens não fizeram qualquer referência a paz, a coexistência ou tolerância.

Em vez de desejar aos palestinos um feliz e próspero Ano Novo, tanto o Fatah quanto o Hamas estão pedindo ao seu povo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia para se prepararem para o aumento da violência e ataques de “resistência” contra Israel. Os dois partidos não têm nada a oferecer aos palestinos além de mais derramamento de sangue e desespero.

O Hamas, que está no poder na Faixa de Gaza há quase 10 anos, relatou estar mesmo se preparando para uma nova onda de atentados suicidas contra israelenses. A última vez que o Hamas lançou ataques suicidas em Israel foi durante a segunda intifada, 2000-2005, que provocaram danos e destruição aos palestinos.

Vários relatórios têm sugerido que o Hamas está agora a considerar a ativação de suas “células adormecidas” na Cisjordânia, em preparação para retomar os atentados suicidas contra israelenses. Hamas, de acordo com os relatórios, também está planejando atingir a segurança de Israel e figuras políticas.

Hussam Badran, um alto funcionário do Hamas na Faixa de Gaza, pintou um quadro sombrio do que aguarda os palestinos durante 2016. Em uma mensagem aos palestinos, Badran anunciou que a atual onda de terrorismo, que ele se referia como a “Intifada de Al-Quds”, aumentaria durante o próximo ano. Ele também sugeriu que o Hamas estava realmente considerando retomar os ataques suicidas contra israelenses: “O ano de 2016 vai testemunhar um desenvolvimento e agravamento da intifada e todas as formas de operações de resistência.”

Sua mensagem, como a de muitos funcionários do Hamas, não contém qualquer referência às duras condições de vida dos palestinos sob o domínio do Hamas na Faixa de Gaza. Quando Badran e outras autoridades do Hamas falam sobre o desfecho de “todas as formas de resistência” contra Israel, eles estão realmente se referindo a planos para lançar ataques suicidas e outros ataques terroristas contra israelenses.

A mensagem de Ano Novo Hamas do não oferece aos palestinos na Faixa de Gaza qualquer esperança de que seus líderes estão trabalhando para acabar com sua miséria e estado de desespero. Não há nenhuma promessa para ajudar a resolver o problema do desemprego ou da pobreza na Faixa de Gaza. Nem há qualquer promessa de ajudar a resolver a crise com o Egito, aquela que resultou no fechamento da fronteira de Rafah, entre Gaza e Egito por mais de 2015.

Como se isso não bastasse, o Hamas na semana passada proibiu palestinos na Faixa de Gaza de comemorarem a véspera de Ano Novo. Oficiais de segurança do Hamas advertira aos proprietários de restaurantes e hotéis contra a realização de festas de Réveillon, dizendo que esta prática é “alheia às nossas tradições e valores e em violação dos ensinamentos islâmicos.”O Hamas também justificou a proibição, argumentando que os palestinos na Faixa de Gaza devem mostrar solidariedade com os seus irmãos na Cisjordânia, que têm travado uma campanha de esfaqueamento e ataques com veículos contra israelenses desde o início de outubro.

Ao proibir as comemorações de Ano Novo, o Hamas está seguindo o exemplo de outros grupos terroristas islâmicos como o Estado islâmico, que denunciaram essas festas como “não-islâmicas.” Estes grupos consideram celebrações da véspera de Ano Novo como sendo parte da mesma cultura ocidental eles estão buscando substituir com o Islã extremista e lei da Sharia.

Hamas não pode tolerar cenas de júbilo e de palestinos comemorando a chegada de um novo ano. Ele não quer ver jovens palestinos que apreciam seu tempo em restaurantes, cafés e hotéis. Em vez disso, o Hamas quer jovens palestinos se juntem às suas fileiras e se preparem para a jihad contra Israel. Hamas prefere ver jovens palestinos vestidos em uniformes militares e armas que transportam. Ele quer que os jovens, em vez de celebrar e alegria, participem da escavação de túneis sob as fronteiras de Gaza com Israel e Egito.

Da mesma forma, a decisão da facção Fatah, do presidente Mahmoud Abbas na Cisjordânia, que esta semana comemorou o 51º aniversário de seu primeiro ataque armado contra Israel, está esperando que 2016 testemunhe mais violência. Várias autoridades e grupos ligados ao Fatah marcara o aniversário com promessas de intensificação da “resistência” contra os israelenses, e pediram aos palestinos para se juntar à “luta” contra Israel.

O braço armado do Fatah, os Mártires das Brigadas de al-Aqsa, aproveitaram a ocasião para emitir ainda mais uma ameaça para lançar ataques terroristas contra israelenses. “Continuamos comprometidos com a opção de uma luta armada”, o grupo escreveu em um folheto distribuído na Cisjordânia. “Nós vamos continuar no caminho dos mártires até a libertação de toda a Palestina”.

O presidente Mahmoud Abbas, que também é chefe do Fatah, também não tinha nada a oferecer ao seu povo na véspera de Ano Novo, que não mais mensagens de ódio e desafio em relação a Israel. Em uma mensagem ao seu povo, Abbas, mais uma vez justificou a atual onda de violência, dizendo que era o “resultado da continuação da ocupação e assentamentos, e a profanação de nossos locais sagrados”. Ele acrescentou: “Nosso povo não vai capitular, se entregar ou aceitar humilhação.”

Enquanto Abbas estava se dirigindo ao seu povo, mascarados palestinos em Belém atacaram vários restaurantes e salões onde as festas da véspera de Ano Novo deveriam acontecer.Testemunhas disseram que os homens mascarados abriram fogo contra os restaurantes, salões e veículos, para evitar que os palestinos celebrassem. As testemunhas oculares relataram que os criminosos eram afiliados à facção Fatah, de Abbas, e não ao Hamas.

Os líderes do Fatah e do Hamas têm mais uma vez demonstrado que eles não têm nada a oferecer aos palestinos que não seja a violência, destruição e morte. Esses líderes querem que o seu povo permaneça em  estado de espírito combatente, a fim de prosseguir na luta contra Israel. Como tal, o ano de 2016 não parece muito promissor para os palestinos sob a atual liderança do Fatah e Hamas.

Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado com sede em Jerusalém.

  • Siga Khaled Abu Toameh no Twitter

 

http://www.gatestoneinstitute.org/7166/palestinians-new-years

Ataque terrorista punzante en Jerusalem

Un ataque punzante tuvo lugar en la calle Barazani en Jerusalém el domingo por la tarde, según los informes preliminares, hay una víctima herida de consideración.

La calle se encuentra en Armon Hanatziv, un barrio en el sureste de la capital.

El terrorista aparentemente ha escapado del sitio donde perpetró el apuñalamiento. Equipos médicos del Magen David Adom (MDA) están en camino a la escena.

Hay informes contradictorios de momento, algunas fuentes que indican que una de las víctimas fue levemente herida en el ataque, mientras que los equipos de MDA dicen que todavía tienen que localizar a la víctima.

El atacante Armon Hanatziv huyó a Sur Baher, un barrio árabe adyacente. Las fuerzas policiales están en camino para capturarlo, informa Maariv.

——- actualización ——-El terrorista fue capturado cerca de la escena.

El terrorista llegó a una parada de autobús a la calle Barazani en la capital, donde sacó un cuchillo y trató de apuñalar a un civil que esperaba para abordar el autobús. El cuchillo no logró penetrar y el atacante huyó de la escena. Un sospechoso que se ajusta a la descripción dada a la policía fue capturado en la zona poco después.
El terrorista no logró cumplir su cometido, debido a que el cuchillo se dobló, como puede apreciarse en la siguiente imagen:

Artículo copiado de: http://www.estadodeisrael.com/2016/01/ataque-terrorista-en-la-capital.html
© estadodeisrael.com