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Imã é banido do Facebook por zombar do Hamas e “pacíficos protestos palestinos”

Cada vez mais, aqueles que criticam os terroristas da jihad e as práticas anti-sharia dos direitos humanos, anti-democráticos serão punidos pelos guardiões da Sharia que operam descaradamente nos países ocidentais.

Imam Tawhidi diz…

sua página no Facebook foi banida depois que ele fez um post zombando do grupo terrorista Hamas, e falando em termos sarcásticos sobre “protestos pacíficos palestinos”.

Não é a primeira vez que Tawhidi tem sua conta encerrada no Facebook. No ano passado , a mesma coisa aconteceu após reclamações de muçulmanos sobre seus posts. Particularmente como um imã, Tawhidi ofendeu a muitos ao pedir uma revisão do Islã na Austrália e exigiu que os muçulmanos respeitassem a liberdade de expressão e democracia”. Durante um jantar do Iftar em Mississauga, Ontário, em que o escritor Robert Spencer também estava presente, Tawhidi proferiu um discurso que certamente seria rotulado como “islamofóbico” e “de extrema direita” pelos grupos muçulmanos tradicionais com ligações com a Irmandade Muçulmana, assim como por esquerdistas. Aqui está um pouco do que o chamado “controverso” Tawhidi declarou em seu discurso, enquanto usava humor e sarcasmo ocasional – o tipo que provavelmente o levou a ser banido do Facebook:

  • Ele se referiu ao Ramadã se tornando “Ram-a-van” – que foi recebido com gargalhadas – devido à jihad veicular que aterrorizou os ocidentais.
  • Ele observou as profusas desculpas dos líderes ocidentais para cada erro passado imaginável, mas enfatizou que nunca se deve esperar desculpas de Estados islâmicos por seus abusos históricos e atuais, enquanto continuam a defender e implementar sua jurisprudência abusiva.
  • Ele brincou sobre o absurdo e a imprudência do governo liberal canadense Trudeau que tenta reabrir os laços diplomáticos com o Irã e, finalmente, reabrir a embaixada iraniana em Ottawa. Ele também advertiu seriamente que o interesse e o propósito do regime iraniano na chamada diplomacia estrangeira é a infiltração.
  • Tawhidi também afirmou que “o Ocidente não é mais o Ocidente” devido à disseminação da doutrina da jihad e da violência nos países ocidentais; tudo por causa de líderes ocidentais irresponsáveis ​​que não conseguem proteger seus cidadãos.

Qualquer um, incluindo muçulmanos que declaram a verdade sobre a jihad global – e sobre como os ocidentais estão resistindo a esse mal – é considerado “racista”, “intolerante” e assim por diante, mas a Sharia é a ideologia mais intolerante que se possa imaginar.

Os pontos de vista de Tawhidi “trouxeram tantos ameaças ” de seus correligionários que ele foi forçado a se esconder. Não admira que Tawhidi seja criticado; ele até se aliou a Tommy Robinson . Em abril, muçulmanos na Austrália criticaram Tawhidi como um “falso muçulmano” porque ele se opõe à Sharia e defende a obediência à lei australiana.

Ayaan Hirsi Ali (cientista política negra) foi uma vez referida como uma “supremacia branca” por um grupo de mulheres muçulmanas na Austrália por sua verdade dizendo sobre a doutrina islâmica.

Na semana passada, Jihad Watch informou sobre a próxima lei contra a estrela da TV australiana Sonia Kruger, que enfrenta uma audiência de “difamação racial” por dizer que a imigração muçulmana deveria ser interrompida. A Austrália está a caminho de se tornar outro Reino Unido e Suécia.

“O muçulmano anti-extremista Imam Tawhidi é banido do Facebook depois de zombar do Hamas”, por Allum Bokhari, Breitbart , 4 de junho de 2018:

O Facebook proibiu o imã australiano anti-extremista Imam Mohammad Tawhidi depois que ele zombou sarcasticamente do Hamas em um post.
O imã Tawhidi construiu sua imagem na Internet como o “Imam da Paz“, um crítico do extremismo islâmico e seus aliados na esquerda política, bem como um crítico da mídia tradicional por sua cobertura excessivamente simpática do Islã radical.

Com imagem e informações Jihad Watch

Facebook manteve vídeos do Estado Islâmico no site por três anos, apesar de alegar reprimir conteúdo de ódio

Apesar das repetidas críticas à gigante das mídias sociais por não proteger os usuários, o infame filme Cubs Of The Califates publicado em março de 2015 foi um dos vários que ainda podiam ser vistos até a semana passada.

O Facebook alega ter reprimido o conteúdo de ódio, mas o vídeo e outras propagandas repugnantes da ISIS não foram removidos até uma queixa detalhada do Mail. Milhares de usuários assistiram ao vídeo, que mostra um garoto – na foto – matando um adolescente como refém.

Outro material do EI que esteve no Facebook por mais de dois anos inclui terroristas mascarados realizando decapitações em massa de cristãos e homens de guerra alertando: ‘Você não terá segurança, mesmo em seus sonhos, até abraçar o Islã‘.

 Um tutorial de fabricação de bomba usado pelo terrorista no Manchester Arena  foi repetidamente carregado. Especialistas temem que haja uma tentativa deliberada de usar o Facebook para atingir potenciais recrutas jihadistas britânicos. O ex-chefe de contraterrorismo do Reino Unido, Sir Ivor Roberts, disse que o fracasso em derrubar os vídeos foi “assustador e indesculpável”.

Ele pediu à Secretaria do Interior que tome medidas urgentes e sugeriu que um fator importante é a recusa do Facebook em usar a tecnologia que impede que vídeos extremistas sejam republicados repetidamente.

Apesar de uma avalanche de críticas sobre seu alegado fracasso em proteger os usuários, o Facebook recentemente anunciou seus “passos significativos” para encontrar e remover grandes quantidades de propaganda islâmica. Ele insiste que a “grande maioria” da propaganda terrorista é removida automaticamente, sem a necessidade de alguém denunciá-la primeiro.

Mas no mês passado o Mail achou fácil acessar uma série de vídeos horríveis, incluindo aquele em que um garoto, com cerca de dez anos, executa um israelense-árabe de 19 anos acusado de ser um agente do Mossad.

Um vídeo de 29 minutos mostrando o tiroteio e a decapitação de cristãos por uma afiliada do ISIS na Líbia estava no Facebook desde abril de 2015.

Sir Ivor, ex-chefe de contraterrorismo do Ministério das Relações Exteriores e agora assessor do Projeto Contra o Extremismo, disse: “A recente série de desculpas e garantias do Facebook de que tomarão medidas para proteger seus usuários é claramente uma notícia falsa.

A existência deste vídeo no Facebook por três anos prova que eles não estão fazendo tudo o que podem para proteger os usuários e impedi-los de ver conteúdo extremista.

Este é apenas um dos muitos vídeos que os pesquisadores do Projeto Counter-Extremism identificaram.

É bem sabido que o Estado Islâmico visa especificamente a Grã-Bretanha para possíveis recrutas. É assustador e indesculpável que, independentemente do que o Facebook esteja dizendo publicamente, nossa pesquisa mostra que extremistas neste país ainda podem ser radicalizados dessa forma.

A auto-regulação não funciona e o novo ministro do Interior do Reino Unido, Sajid Javid, deve manter-se firme e impor regulamentos a essas empresas.”

O Facebook afirmou que novos métodos estavam rapidamente detectando e removendo tal propaganda.

Ele removeu quase 1,9 milhão de itens relacionados ao terror nos primeiros três meses deste ano. Mas a empresa, que vale bilhões, emprega apenas 200 funcionários para eliminar esse material.

Um porta-voz do Facebook disse: ‘Nós trabalhamos agressivamente para tornar o Facebook um lugar hostil para os terroristas e para combater o extremismo na plataforma. Os vídeos reportados a nós pelo Daily Mail foram removidos. ‘

Com imagem e informações Daily Mail

Estado Islâmico negocia escravas sexuais em aplicativos populares

Em conversas criptografadas, meninas são vendidas por Telegram, Facebook e Whatsapp

KHANKE, Iraque — A descrição em árabe é assustadora: “Virgem. Bonita. De 12 anos. Seu preço já está em US$ 12,5 mil e será logo vendida”. A propaganda aparece em uma das conversas criptografadas em que o Estado Islâmico (EI) vende suas milhares de escravas sexuais no Iraque. Os extremistas agora negociam o comércio de mulheres e meninas em aplicativos populares — sobretudo o Telegram, o Facebook e o Whatsapp.

A Associated Press obteve fotos de 48 prisioneiras, enviadas por uma mulher que conseguiu escapar das mãos dos jihadistas. Elas vestem roupas finas e algumas delas usam muita maquiagem. Elas olham sombriamente para a câmera. Algumas aparentam acabar de ter saído da adolescência. Nenhuma delas parece maior de 30 anos.

Além da publicação sobre a menina de 12 anos em um grupo com centenas de membros, outro aviso no Whatsapp oferecia uma mulher com seus filhos: um de 3 anos e outro de 7 meses. O custo era de US$ 3,7 mil.

Enquanto o Estado Islâmico perde controle de uma cidade após a outra em seu auto-proclamado califado, o grupo vem aumentando seu controle sobre seus prisioneiras. Para isso, contam com um banco de dados com as suas fotos e os nomes dos seus proprietários, para evitar que elas escapem. Quem tenta resgatá-las é assassinado pelo grupo.

Mirza Danai, fundadora de um grupo para ajuda humanitária no Iraque, diz que o banco de dados trata as mulheres como se fossem uma mercadoria.

— Registram cada escrava com o nome do seu dono. Se a mulher escapa, todos os serviços de segurança e os postos de controle são informados — explica Danai.

Dentre as meninas nas fotos, está Nazdar Murat. Ela tinha 16 anos quando foi sequestrada junto a outras duas dezenas de mulheres. Elas haviam escapado de seu vilarejo no Sinjar quando o Estado Islâmico tomou a região. A sua mãe, Nouri Murat, disse em um centro de acolhimento a deslocados no Norte do Iraque que Nazdar telefonou para casa uma vez há seis meses.

— Falamos por poucos segundos. Ela disse que estava em Mossul — disse Nouri. — Cada vez que alguém volta, perguntamos o que aconteceu e ninguém sabe nada sobre ela. Há quem diga que ela suicidou.

As fotos contrabandeadas oferecem às famílias das meninas a esperança de que talvez voltem a vê-las. No entanto, as imagens já serviram à venda de muitas destas meninas em negociações por aplicativos digitais. Dentre os mais utilizados, estão o Telegram, o Facebook e o Whatsapp.

— O Telegram é muito popular no Oriente Médio e em outras regiões. Lamentávelmente, isto inclui tanto elementos marginais como as grandes massas que respeitam as leis — disse o representante do Telegram, Markus Ra, assegurando que a empresa faz todo o possível para evitar abusos e rotineiramente elimina canais públicos utilizados pelo EI.

DRAMA HUMANITÁRIO

Milhares de yazidis foram presos e outros milhares foram mortos quando os combatentes jihaditas tomaram vilarejos do Norte do Iraque em agosto de 2014. Desde então, as meninas desta etnia foram submetidas à escravidão sexual. Estima-se que 2.554 delas já tenham sido libertadas por contrabandistas. Mas, desde maio, o ritmo das libertações foi muito reduzido e apenas 39 foram resgatadas nas últimas seis semanas, segundo o governo regional curdo.

Lamiya Aji Bashar tentou escapar quatro vezes antes de finalmente conseguir sair das mãos dos jihadistas com a ajuda de um contrabandista em março. A fuga foi uma odisseia, já que ela foi perseguida por combatentes do EI. Duas meninas que escaparam com ela morreram ao pisar em uma mina terrestre. Lamiya perdeu a visão do olho direito por causa da explosão, que deixou grandes cicatrizes em seu rosto.

Em uma cama na casa do seu tio em Baadre, um vilarejo do Norte do Iraque, a jovem de 18 anos disse que, apesar do rosto desfigurado, não se arrepende de ter fugido:

— Mesmo que tivesse perdido a vista em ambos os olhos, teria valido a pena porque sobrevivi.

Os yazidi estão na mira do EI porque têm crenças antigas que combinam elementos do islamismo, do cristianismo e do zoroastrismo — o que faz com que os extremistas sunitas os considerem infiéis. Calcula-se que a população yazidi já tenha sido de 500 mil pessoas antes da guerra. Não se sabe quantos existem hoje.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/estado-islamico-negocia-escravas-sexuais-em-aplicativos-populares-19650844#ixzz4Ddhgn6Hy
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Ministério da Justiça afasta empresa após polêmica sobre jihadistas

Terceirizada de mídias sociais defendeu no Facebook imigração de jihadistas. Na internet, governo lamentou texto que confundiu jihadistas com um povo.

Uma polêmica na internet envolvendo a defesa da imigração de “jihadistas” para o Brasil levou o Ministério da Justiça a determinar nesta sexta-feira (6) o afastamento da empresa terceirizada responsável pela moderação dos comentários publicados pela pasta em redes sociais, informou o governo federal.

O comentário foi feito em um post da campanha Imigração, lançada há cerca de um mês peloMinistério da Justiça para combater a xenofobia e defender a tolerância e o respeito dos brasileiros em relação aos imigrantes que têm chegado ao país.

Em resposta a uma mensagem publicada por um internauta na página do ministério no Facebook, a empresa especializada em mídias sociais que fazia a moderação do conteúdo publicou que os jihadistas, “assim como qualquer outro povo”, vêm ao Brasil para “trazer mais progresso” ao país.

A expressão “jihadista” tem sido utilizada desde a década de 1990 por acadêmicos do Ocidente como uma forma de distinguir os muçulmanos sunitas não violentos dos muçulmanos violentos, os chamados “radicais islâmicos”. O termo se tornou mais popular a partir dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Integrante do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, o ex-embaixador do Brasil na França Marcos Azambuja disse ao G1 que os jihadistas são conhecidos por suas posições contrárias ao convívio entre diferentes religiões, que contrasta com o ambiente de tolerância existente no Brasil.

Muitos grupos jihadistas tentam estabelecer Estados islâmicos em seus países de origem, como o Boko Haram, na Nigéria. Outros, como a Al-Qaeda, querem reestabelecer o antigo califado que se estendia da Espanha e do norte da África até a China e a Índia.

No comentário que gerou polêmica nas redes sociais, um internauta afirmou em uma das mensagens da campanha Imigração que “imigrantes pacíficos são bem-vindos”, porém, segundo ele, “os jihadistas devem ser bloqueados de entrar no país”.

“Temos que desconstruir alguns conceitos, Heder. Os jihadistas, assim como qualquer outro povo de qualquer outra origem, vêm ao Brasil para trazer mais progresso ao nosso país e merecem respeito”, escreveu a empresa responsável pela moderação do ministério na campanha publicitária.

A resposta do ministério gerou indignação nas redes sociais. O próprio autor do post que motivou a mensagem do governo classificou de “absurdo” o comentário do Executivo federal.

“Que absurdo. Eu não li isso. Jihadistas são aqueles terroristas radicais islâmicos que invadem cidades saqueando, roubando, espancando, torturando, estuprando e matando as pessoas”, rebateu o internauta.

Após polêmica sobre jihadistas, governo publicou mensagem na internet lamentando o episódio (Foto: Reprodução / Facebook)Após polêmica sobre jihadistas, governo publicou mensagem na internet lamentando o episódio (Foto: Reprodução / Facebook)

Em razão da polêmica, o Ministério da Justiça publicou uma mensagem no Facebook na qual disse lamentar o “erro cometido”.

“O Ministério da Justiça lamenta o erro cometido na resposta na qual confunde jihadistas com um povo. O errao crasso foi corrigido”, ponderou a pasta na rede social.

Outra polêmica
Em outubro, outro texto da campanha Imigração gerou polêmica nas redes sociais. Na ocasião, uma das peças publicitárias relacionou descendentes de angolanos e ganeses à imigração.

Na postagem, um jovem negro dizia: “Meu avô é angolano, meu bisavô é ganês. Brasil, a imigração está no nosso sangue”.

A mensagem do ministério desencadeou uma série de criticas que lembravam que imigrantes dessas nacionalidades vieram para o Brasil “traficados, escravizados”.

“Imigrante? pessoas TRAFICADAS e ESCRAVIZADAS foram imigrantes? Alguém nos salve de um Ministério da Justiça desse!”, comentou à época uma internauta.

Em resposta às manifestações, o Ministério da Justiça disse aos seguidores na rede social que agradecia as contribuições dos comentários e apoiava a importante discussão sobre a escravidão na nossa história.

http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/11/ministerio-da-justica-afasta-empresa-apos-polemica-sobre-jihadistas.html

Post do Ministério da Justiça diz que jihadistas ‘trazem progresso ao Brasil’

A assessoria de imprensa do ministério afirmou que iria fazer a correção da postagem.

O Ministério da Justiça afirmou em resposta a um usuário do Facebook que jihadistas “merecem respeito”, pois podem trazer “progresso ao Brasil”, como “qualquer outro povo”.

Jihad é um termo árabe que originalmente significa “luta” ou “empenho” em disseminar a fé, mas passou a ser usado por radicais islâmicos como convocação para a “guerra santa” – os que atendem a esse chamado e usam da violência são chamados de jihadistas.

A assessoria de imprensa do ministério afirmou que iria fazer a correção da postagem e apurar o que ocorreu.

Jovem é presa na Espanha por trabalhar para jihadistas

Jihadistas explodem templo Baal Shamin de Palmira, na Síria

A resposta do ministério foi publicada em 28 de outubro, dentro dos comentários de um post para divulgar a campanha de combate à xenofobia contra os imigrantes, um assunto que também preocupa a ONU.

O lema era “Eu também sou imigrante” e convidava os internautas a fazer parte da iniciativa. “Imigrantes de todas as partes do mundo ajudam a construir nosso país”, diz a campanha.

O internauta Heder Duarte escreveu um comentário no qual dizia que “imigrantes pacíficos são bem-vindos, já os jihadistas deve ser bloqueados de entrar no Brasil”.

Em resposta a esse comentário, o Ministério da Justiça afirmou: “Temos de descontruir alguns conceitos, Heder. Os jihadistas, assim como qualquer outro povo de qualquer outra origem, vem ao Brasil para trazer mais progresso ao nosso país e merecem respeito”.

Na madrugada desta sexta-feira (6), Duarte publicou uma reprodução da tela com o comentário do Ministério da Justiça, que desde a primeira postagem passou a ser alvo de críticas dos internautas.

Em seu perfil no Facebook, ele também compartilhou memes e mensagens contrárias ao PT e ao governo Dilma Rousseff, e sua foto de capa traz uma montagem na qual um exército de legionários com bandeiras do Brasil empurra para um penhasco inimigos com estandartes vermelhos e o desenho da foice e do martelo que simbolizam o comunismo.

“Dilma dá exemplo à Europa ao abrir portas a refugiados”, diz Acnur

http://noticias.r7.com/internacional/post-do-ministerio-da-justica-diz-que-jihadistas-trazem-progresso-ao-brasil-06112015