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Estado islâmico queima mãe e quatro filhos por deixarem o califado

Uma fonte de segurança na província de Kirkuk revelou que o Estado Islâmico queimou uma família de cinco pessoas (mãe e quatro filhos) por deixar a terra do califado, a sudoeste de Kirkuk, informou Alsumaria no sábado.

Membros do Estado Islâmico queimaram toda uma família que consistia em mãe e quatro filhos (três meninas e um bebê de 9 meses) em Hawija, por deixar a terra do califado e fugir para Kirkuk, disse a fonte.

O Estado islâmico capturou a família na estrada que ligava a área de al-Riyad às montanhas de Hamrin, e os queimou na frente de um grupo de civis, que estavam na área de al-Alam a leste de Salahuddin, disse a fonte adicionada na condição de anonimato.

Os membros do Estado Islâmico amarraram a mãe e seus filhos, em seguida, derramou petróleo sobre eles e os incendiou, explicou a fonte.

Imagem: Reuters

https://www.jihadwatch.org/2017/01/islamic-state-burns-mother-and-four-children-for-leaving-the-caliphate

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Herança maldita: os filhos dos capacetes azuis

Pacificadores viram algozes na República Centro-Africana com estupro e exploração.

BANGUI, República Centro-Africana – A vizinhança é uma colcha de retalhos de prédios arruinados e saqueados no auge da guerra civil, um lugar que a Organização das Nações Unidas deveria ajudar a reerguer. Mas em várias casas, mulheres e meninas criam bebês que alegam ter tido depois de sofrer abusos de soldados das tropas da ONU. As Nações Unidas os chamam de “filhos das forças de paz”.

— Foi horrível — diz uma jovem de 14 anos, descrevendo como um soldado do Burundi a arrastou para seu quartel e a estuprou, deixando-a grávida de um menino que ela agora embala com desconforto.

As alegações surgem em meio a um dos maiores escândalos envolvendo a ONU nos últimos anos. Desde que as missões de paz começaram na República Centro-Africana, em 2014, seus funcionários foram acusados de abuso ou exploração sexual de 42 civis, a maioria meninas menores de idade.

ONU não investiga acusações

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que o abuso sexual cometido por forças de paz é “um câncer em nosso sistema”. Em agosto, o mais alto funcionário da ONU na República Centro-Africana foi exonerado por não tomar atitudes suficientes contra os casos de abuso. Quase mil funcionários das Nações Unidas ligados a abusos foram expulsos, ou serão em breve. Entre eles está todo o contingente na República Democrática do Congo.

Mas as vítimas parecem ser mais numerosas do que a ONU admitiu até agora. Em uma área da capital conhecida como Castors, perto do escritório das Nações Unidas no país, várias mulheres descreveram contatos com soldados que violam as regras da ONU contra abuso e exploração sexual.

Cinco delas disseram ter trocado sexo por comida ou dinheiro — às vezes nada mais de que US$ 4 — enquanto o país era sacudido pela guerra civil e suas famílias passavam fome. Duas haviam denunciado os casos para a ONU. Cinco de sete entrevistadas disseram ter ficado grávidas depois de abusos cometidos por soldados. A mãe de 14 anos disse ter sido estuprada, mas as Nações Unidas registraram seu caso como “transação sexual”, termo que significa uma relação em troca de dinheiro ou comida.

— Às vezes, quando estou sozinha com meu filho, penso em matá-lo — disse a adolescente, segurando o bebê. — Ele me lembra do homem que me estuprou.

Os relatos das mulheres e meninas não puderam ser verificados. Mas as histórias delas ecoam outros relatos de abusos na República Centro-Africana reunidos por grupos independentes e pela ONU.

O sistema das Nações Unidas para registrar e processar esse tipo de caso tem sido acusado de ser disfuncional, mesmo depois de escândalos envolvendo forças de paz em outras partes do mundo. Apenas uma acusação criminal foi apresentada em relação a qualquer um dos 42 casos de abuso sexual ou de exploração registrados oficialmente na República Centro-Africana, de acordo com funcionários da ONU.

A organização receberam um relatório sobre as alegações da mãe de 14 anos, e o porta-voz Ismini Palla disse que o caso “está sendo monitorado de perto”. Mas, nove meses depois da denúncia de estupro, investigadores ainda não apresentaram qualquer resultado.

O escândalo de abuso sexual é o desenvolvimento terrível mais recente em uma guerra marcada pela brutalidade extrema. O conflito começou em 2013, quando rebeldes muçulmanos derrubaram o governo do país de maioria cristã, desencadeando um ciclo de assassinatos por vingança que, em Bangui, seguiu divisões religiosas locais. Cerca de 6 mil pessoas foram mortas. A missão da ONU, que inclui tropas de 46 países e é conhecida como Minusca, foi estabelecida para dar segurança ao país e proteger os civis.

‘Eles prometeram nos ajudar’

Talvez nenhuma outra missão da ONU na história recente tenha sido tão manchada por acusações desse tipo como a da República Centro-Africana. A maior parte dos supostos casos aconteceu no auge do conflito, em 2014 e 2015, quando os combates levaram os habitantes ao limite da sobrevivência.

— Não havia como conseguir comida nem dinheiro na época, e eles prometeram nos ajudar se dormíssemos com eles — diz Rosine Mengue, que afirma ter recebido o equivalente a US$ 4 em cada um dos dois encontros que teve com um soldado das forças de paz.

Ela tinha 16 anos na época e gastou o dinheiro em folhas de mandioca, que alimentaram sua família por dois dias. Assim como as outras mulheres, Mengue não teve mais notícias do homem depois de engravidar. Ele foi para o Marrocos. Ela abandonou a escola e está criando o filho na casa dos pais.

Oficiais da ONU reconheceram que lidam com uma disfunção séria em suas forças de paz. Neste mês, eles disseram estar investigando casos de quatro meninas supostamente exploradas ou abusadas em um acampamento para refugiados internos na cidade de Ouaka. Em janeiro, disseram que ao menos quatro soldados haviam supostamente pago até 50 centavos de dólar por sexo em um acampamento em Bangui.

— Vamos ser inundados por processos sobre paternidade — diz Parfait Onanga-Anyanga, o recém-nomeado chefe da missão da ONU na República Centro-Africana.

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Filhos de refugiadas norte-coreanas vivem como apátridas na China

Mais de 30 mil crianças ficam sem direitos básicos por medo de deportação das mães.

LONDRES/PEQUIM – Fugir do chamado Reino Ermitão também tem implicações duras na vida dos que tentam um rumo fora da tirania da dinastia Kim. A rota de escape mais buscada, a China, não é o país mais adequado para viver de forma oficial: hoje, há mais de 30 mil filhos de norte-coreanos que não têm acesso a escola, saúde e cidadania chinesa.

A discussão foi levada ao Parlamento do Reino Unido pelo ativista Sungju Lee, que fugiu da Coreia do Norte.

— As crianças vivem como se não existissem, sem direitos básicos. Muitas são filhas de mulheres que foram compradas por chineses de traficantes — disse ele a um grupo parlamentar. — Um garoto de 7 anos com quem tivemos contato deveria entrar na escola na província de Jilin, mas não pode porque não tinha cidadania. Ficou sem educação nem amigos.

O Instituto Coreano pela Unificação Nacional estima 30 mil apátridas com base num levantamento de 2012 — contagem pouco confiável, já que os imigrantes do país vivem escondidos na China por medo da deportação.

A crise de refugiados norte-coreanos começou nos anos 1990, quando a fome matou mais de três milhões de pessoas. Desde então, centenas de milhares cruzaram a fronteira.

Formalmente, a lei permite que qualquer criança com um pai chinês tenha direito à cidadania do país. No entanto, como a identidade da mãe precisa ser revelada, esta acabaria deportada. É mais um problema para os refugiados, considerados ilegais por Pequim, que não permite asilo a cidadãos do país aliado — mesmo sabendo que negar refúgio é proibido.

— As crianças apátridas são um dos sintomas das violações na Coreia do Norte. Até agora, nada tem sido feito sobre o tema — criticou ao “Guardian” Sylvia Kim, conselheira política da Aliança Europeia pelos Direitos Humanos na Coreia do Norte.

As mulheres são traficadas a regiões rurais da China, onde sobram homens. Jihyun Park foi uma delas: forçada a se casar com um chinês, foi descoberta e deportada meses após dar à luz um menino. Passou seis meses presa antes de fugir e se reunir com o filho, Yong-joon.

— A ferida emocional que ele sofreu é enorme. É devastador — diz ela, hoje morando com o filho em Londres.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/filhos-de-refugiadas-norte-coreanas-vivem-como-apatridas-na-china-18630582#ixzz3ziZsTbXu
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Terroristas muçulmanos estupram e matam mulher na frente do marido e três filhos

Muçulmanos no Afeganistão – Todos os membros do Talibã – capturaram uma mulher e cometeram estupro na frente de seu marido e três filhos. Eles, então, pegaram uma corda e a estrangularam até a morte, de acordo com um relatório do Afeganistão.

Em um incidente chocante, uma mulher foi estuprada na frente de seus familiares por militantes do Talibã antes de ser executada na província de Badakhshan, disseram autoridades neste sábado.

O incidente aconteceu durante a noite na vila do distrito Wardoj Tirgaran onde o Talibã apreendeu recentemente uma base principal da polícia.

Lal Mohammad Ahmad Zai, um porta-voz da polícia provincial, explicou que a vítima foi estuprada na frente de seu marido e seus três filhos. Em seguida, ela foi enforcada até a morte, acrescentou.

Não ficou imediatamente claro o que provocou o ato.

http://www.jewsnews.co.il/2015/08/21/warning-graphic-muslim-terrorists-capture-woman-and-rape-her-in-front-of-her-husband-and-three-children-they-then-take-a-rope-wrap-it-around-her-neck-and-strangle-her-to-death/