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Erdogan ameaça barrar acordo com UE sobre refugiados

Em encerramento de cúpula da ONU, presidente turco afirma que ratificação da medida depende da isenção de visto prometida pelo bloco. UE espera de Ancara, porém, alteração na polêmica legislação antiterrorismo.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, ameaçou nesta terça-feira (24/05) barrar o acordo com a União Europeia (UE) sobre refugiados, caso o bloco não garanta a isenção de visto para cidadãos turcos.

No discurso do encerramento da Cúpula Humanitária Mundial, promovida pelas Nações Unidas em Istambul, Erdogan lembrou que o acordo prevê que a isenção de vistos entre em vigor no início de julho.

“Se a isenção de visto não acontecer, nenhuma decisão e legislação para a readmissão do acordo sairá do Parlamento turco. Nossos ministros do Exterior terão que negociar com os europeus. Se houver resultado, ótimo. Se não houver, me desculpe”, disse Erdogan.

A isenção de visto para cidadãos turcos está prevista no acordo entre a UE e a Turquia para diminuir o fluxo migratório em direção ao bloco. Porém, Ancara deve alterar a legislação antiterrorismo no país, que prevê a prisão de jornalistas e críticos do governo. Erdogan se recusa a revisar a lei, e o impasse coloca em risco o acordo.

Durante o discurso, Erdogan ressaltou também que os fundos prometidos para a Turquia pela União Europeia referentes ao acordo sobre a crise migratória ainda não foram liberados. “A Turquia não está pedindo favor, o que queremos é honestidade”, argumentou.

Ancara se comprometeu a receber refugiados sírios que entraram ilegalmente na Grécia. Em contrapartida, a UE concedeu 6 bilhões de euros ao país para financiar o alojamento dos migrantes, além de aceitar receber refugiados que se encontram na Turquia.

As declarações do presidente turco foram feitas um dia após seu encontro com a chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel. Na ocasião, Merkel descartou a isenção de visto para turcos já em julho e ressaltou que Ancara precisa cumprir as exigências da UE para garantir a medida.

http://www.dw.com/pt/erdogan-amea%C3%A7a-barrar-acordo-com-ue-sobre-refugiados/a-19281029

France demands Russia end Syrian operations

Syria and Russia must stop military operations against civilians and in particular put an end to the “ordeal” taking place in the besieged city of Madaya just two weeks before Syrian peace talks are scheduled, France’s foreign minister said on Monday.

“We discussed the absolute necessity that Syria and Russia end their military operations against civilians and in particular the ordeal in Madaya and other cities besieged by the regime,” Laurent Fabius told reporters after meeting Syrian opposition coordinator Riad Hijab.

Fabius reiterated that President Bashar al-Assad could not remain in power and said Paris would consult the U.N. Security Council to pressure Syria to end indiscriminate attacks.

He is due to meet the U.N.’s special envoy to Syria later on Monday.

Last Update: Monday, 11 January 2016 KSA 16:09 – GMT 13:09

Conflitos entre governo e rebeldes no Iêmen deixam 75 mortos

Combates ocorrem a despeito de cessar-fogo acordado durante a semana.

SANA – A despeito do cessar-fogo e de negociações patrocinadas pela ONU, dezenas de pessoas foram mortas no Iêmen neste sábado. Intensos combates na província de Hajjah, no Noroeste do país, já mataram mais de 40 rebeldes e 35 soldados em três dias, segundo fontes independentes. Os confrontos entre unidades aliadas dos rebeldes e forças pró-governo também deixaram ao menos 50 feridos.

Forças pró-governo teriam chegado ontem a cerca de 40 quilômetros da capital do Iêmen, controlada por rebeldes por mais de um ano. Testemunhas disseram que elas entraram no país a partir da Arábia Saudita.

O cessar-fogo entrou em vigor na terça-feira. Na sexta, porém, uma ofensiva de forças do governo foi respondida por rebeldes, que dispararam mísseis contra a Arábia Saudita. Um deles foi interceptado, e outro caiu em uma zona desértica do país.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/conflitos-entre-governo-rebeldes-no-iemen-deixam-75-mortos-18337265#ixzz3upQVJe7C