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Irán anuncia que financiará a las familias de los mártires palestinos que murieron en la ‘Intifada de Jerusalem’

Cada una recibirá 7.000 dólares, más otros 30.000 si su casa fue demolida por Israel en represalia a la ola de apuñalamientos y atropellamientos que padece desde septiembre, declaró hoy, miércoles, su embajador en el Líbano, Mohammad Fathali, en una conferencia de prensa con varios líderes de organizaciones terroristas de ese origen.

AGENCIA DE NOTICIAS ENLACE JUDÍO MÉXICO – Hamas agradeció la iniciativa.

“Continuando su apoyo al pueblo palestino, Irán anuncia la provisión de ayuda financiera a las familias de los mártires que murieron en la ‘Intifada de Jerusalem’”, eufemismo que refiere a la ola de apuñalamientos y atropellamientos que Israel padece desde septiembre, declaró hoy, miércoles, su embajador en el Líbano, Mohammad Fathali, en una conferencia de prensa con varios líderes de organizaciones terroristas de ese origen.

Cada una recibirá 7.000 dólares, más otros 30.000 si su casa fue demolida en represalia, y el aporte será canalizado a través de la rama palestina de la Institución Shahid (mártir, en árabe), creada en 1992, en Irán.

Fathali también instó a las naciones musulmanas a unirse alrededor de esta cuestión porque “la sangre de los mártires liberará toda Palestina, desde el río hasta el mar”, en obvia alusión a la desaparición de Israel.

Por su parte, el virtual canciller de Hamas, Osama Hamdan, agradeció la iniciativa y destacó que éste no es el primer gesto de Irán, que trata el tema como propio.

Fuente: AJN

Irán anuncia que financiará a las familias de los mártires palestinos que murieron en la ‘Intifada de Jerusalem’

ONU vota resolução para coibir financiamento do EI

Empresas, instituições e cidadãos que apoiarem o grupo extremista serão sancionados.

NAÇÕES UNIDAS — Os ministros das Finanças dos 15 países membros do Conselho de Segurança da ONU votarão nesta quinta-feira um plano para coibir o financiamento do Estado Islâmico (EI), que obtém recursos a partir de vendas de petróleo, pagamentos de resgate, cobrança de impostos e outras atividades.

O grupo extremista já sofre sanções como parte das resoluções da ONU relacionadas à al-Qaeda. O projeto de resolução, apresentado pelos Estados Unidos e Rússia, coloca o Estado Islâmico no mesmo nível que a al-Qaeda, o que reflete tanto o seu crescente poder como a sua desvinculação da rede terrorista responsável pelos ataques de 11 de Setembro 2001.

A embaixadora dos EUA na ONU, Samantha Power, disse que a votação vai criar uma oportunidade sem precedentes para reunir pessoas com capacidade técnica para privar o Estado Islâmico de obter recursos. A reunião será presidida pelo secretário do Tesouro americano Jacob Lew, que defendeu a exclusão do grupo extremista do sistema financeiro internacional como uma medida crucial para combatê-lo.

O Estado Islâmico, também conhecido pela sigla Isis e Isil, controla grandes territórios na Síria e no Iraque com poços de petróleo e gás, embora bombardeios da coalizão liderada pelos EUA permitiram a recuperação de territórios iraquianos.

Um diplomata da ONU e um oficial dos EUA, que falaram sob condição de anonimato, disseram que a maioria das finanças do EI vêm de fontes internas difíceis de controlar.

O funcionário dos EUA acrescentou que atacar o financiamento do EI representa um sério desafio, porque vem em grande parte das vendas de petróleo e gás bem como impostos e extorsão. Já a al-Qaeda obtém fundos através de sequestros e doadores.

A proposta de resolução sustenta que o EI é um grupo dissidente da al-Qaeda e que “qualquer indivíduo, grupo, empresa ou entidade que apoiar um dos dois estará sujeita a congelamento de bens, proibição de viagens, embargo de armas e outras sanções da ONU”.

Nesta quinta-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, voltou a defender uma solução política como a única maneira de resolver o conflito sírio de quase cinco anos e expressou apoio à resolução.

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— Acreditamos que somente o povo sírio pode decidir quem deveria governá-los. Nós opoiamos a iniciativa dos Estados Unidos sobre a resolução da ONU — ressaltou o presidente, acrescentando que a atividade militar russa na Síria continuará até que se inicie um processo político.

Falando a jornalistas russos e estrangeiros em sua grande entrevista coletiva anual, em Moscou, Putin disse que a Rússia está disposta a para melhorar as relações com Washington e colaborar com seu próximo presidente, seja ele quem for.

Segundo Putin, as suas conversas com o secretário de Estado americano, John Kerry, no início desta semana, mostraram que os Estados Unidos também estão dispostos a “avançarem para a resolução de problemas que só podem ser resolvidos através de esforços conjuntos.”

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/onu-vota-resolucao-para-coibir-financiamento-do-ei-18318643#ixzz3ubVtznLJ

Câmara de Lisboa pagará construção de mesquita

A Câmara de Lisboa já deu dinheiro ao movimento protestante da grande Lisboa? Já distribuiu milhões para a construção de templos cristãos das diferentes ramificações do protestantismo que, no seu conjunto, têm com certeza mais crentes do que a comunidade muçulmana? Que eu saiba não.

Os evangélicos portugueses vivem a sua fé em garagens, caves [porões] ou armazéns em zonas recônditas e sem o apoio de ninguém. Mas agora a Câmara de Lisboa vai gastar três milhões de euros [R$ 11.918.000,00] na construção de uma nova mesquita na Mouraria. Não mereciam os protestantes um acolhimento da política “multicultural” do edil da capital?

Vamos supor que os meus amigos baptistas chegavam junto da Câmara para pedir meio milhão destinado à requalificação das garagens onde realizam os seus cultos, invocando para o efeito que uma garagem não é um local adequado para a prática religiosa. Qual seria a reacção da Câmara de Lisboa? Não é difícil de imaginar.

Claro que este cenário lisboeta não é tão grave como aquele que se vive em diversos países europeus que estão a ser invadidos por mesquitas financiadas pela Arábia Saudita. Essas, sim, são quintas colunas exportadas pelos petrodólares.

Desde os anos 70 que a Arábia Saudita exporta a sua visão radical do Islão (wahabismo). Outrora minoritária, esta visão tornou-se na versão mais audível do Islão, muito por culpa destas mesquitas catapultadas pela Arábia para todo o mundo, Europa incluída. Em breve, chegaremos à conclusão de que estas mesquitas não podem entrar na Europa.

As mesquitas europeias devem ser entidades orgânicas, devem nascer nas comunidades, com imãs locais, com dinheiro local, devem ser uma emanação do bairro/cidade, devem representar o islão europeu, o islão sueco, espanhol, francês ou alemão e não o islão de Riade [sic].

A comunidade muçulmana de Lisboa é livre e vive num país livre e, por isso, ninguém pode objectar à construção de uma mesquita, mas essa construção tem de partir da iniciativa e do dinheiro dos muçulmanos portugueses ou a viver em Portugal; essa mesquita tem que ser um projecto orgânico que nasce de baixo para cima, e não um favor do estado “multiculturalista”.

Os meus amigos protestantes constroem os seus templos em locais que não têm a dignidade imperial da grande mesquita de Lisboa. Às vezes, passamos pela rua e nem sequer percebemos que está ali uma igreja naquela loja ou subcave. Porque é que existe esta diferença de tratamento? Porque é que os muçulmanos têm de ter um templo aparatoso do ponto de vista arquitectónico numa cidade que despreza protestantes e que tem vergonha das igrejas católicas desde o pombalismo?

Leia o segundo artigo:

noticiasdesiao.wordpress.com/2015/11/26/camara-de-lisboa-pagara-construcao-de-mesquita-2/

https://noticiasdesiao.wordpress.com/2015/11/26/camara-de-lisboa-pagara-construcao-de-mesquita-1/

Relatório do Congresso americano: Irã gasta bilhões para fomentar Terror Global

O serviço de investigação do Congresso detalha o dinheiro gasto pelo Irã para apoio a organizações terroristas no Oriente Médio.

Respondendo a um pedido do senador Mark Kirk (R-IL), o Serviço de Pesquisa do Congresso elaborou um relatório detalhando o dinheiro gasto pelo Irã no apoio a organizações terroristas no Oriente Médio.

O relatório, obtido pelo Washington Free Beacon, delineou os gastos maciços por parte do regime iraniano ao Hezbollah no Líbano, as milícias xiitas da Síria e do Iraque, o governo Assad, os rebeldes Houthi no Iêmen e o Hamas na Faixa de Gaza, bem como o próprio programa militar iraniano.

Estas despesas só vão aumentar com o lançamento previsto de US $ 150 bilhões de alívio nas sanções devido ao acordo nuclear entre o Irã e as potências mundiais.

Gastos Militares Iranianos

Embora em Maio de 2015, o presidente dos EUA, Barack Obama tenha informado que o orçamento militar do Irã era ” de 15 bilhões comparado a US $ 150 bilhões para os Estados do Golfo,” a Press TV, um meio de comunicação iraniano, informou, em março o parlamento iraniano tinha aprovado um orçamento de 300 bilhões para os militares em 2015.

Os nomes relatam a Força Quds do Corpo de Guardas Revolucionários Iranianos ‘como o veículo principal que leva a cabo o terrorismo para o regime, citando um estudo que afirma que o financiamento real para a força é “muito maior” do que o montante atribuído a ele no orçamento oficial ” como os fundos do grupo são complementadas pelas suas próprias atividades econômicas”.

Governo Assad

O Irã fornece uma estimativa de 6 a 20 bilhões por ano em ajuda para o regime de Assad na Síria. Uma fonte estimou em 2013, que o Irã estava doando US $ 600-700 milhões por mês para a Síria, enquanto outra diz que a quantidade, desde então, duplicou. Os fundos das milícias, armas e treinamento militar, bem como a compra de petróleo são subsidiados do Irã e de outras commodities.

Apesar de o Irã afirmar que o dinheiro está bloqueado por causa das sanções internacionais, em julho passado, o Irã estendeu $ 1 bilhão em crédito financeiro adicional para o regime sírio.

Milícias xiitas na Síria

O Irã oferece treinamento para milícias xiitas iraquianas, que estão lutando para o regime de Assad na Síria. Estima-se que de 5.000 a 10.000 iraquianos xiitas estão nessas forças que combatem ao lado do Hezbollah e outras facções, fazem emboscadas, estabelecem postos de controle e fornecem suporte para a infantaria blindada síria. O Irã também recruta combatentes para o regime de Assad do Afeganistão e de dentro da própria Síria. O Irã paga a cada lutador cerca de US $ 500 a 1.000 por mês.

Milícias xiitas no Iraque

Um clérigo iraniano citado no relatório do Congresso estima que o Irã gastou mais de US $ 1 bilhão em ajuda militar ao Iraque desde que o Estado Islâmico varreu o país e capturou grandes porções do território no verão passado.

Os fundos das milícias iranianas no Iraque são esses que lutaram contra os Estados Unidos entre 2003 e 2011. Autoridades de inteligência iraquianas dizem que apenas uma dessas milícias, As’aib Ahl Al Haq (Liga dos Justos), recebe entre $ 1,5 e US $ 2 milhões por mês do Irã.

Um relatório publicado pela Amnnesty Internacional em 2014 intitulado absoluta impunidade:  Regra da Milícia no Iraque documentou sequestros e o terríveis homicídios de homens sunitas por estes grupos paramilitares xiitas.

Hezbollah

O mais recente relatório do Departamento de Estado do País sobre Terrorismo (2014) afirma que Irã abasteceu o Hezbollah com “treinamento, armas e explosivos, bem como ajuda política, diplomática, monetária e organizacional.” O Departamento de Defesa estima que Teerã dá ao Hezbollah entre US $ 100-200 milhões em ajuda por ano.

Hamas

Em 2006, estimou-se que o Irã estava fornecendo ao Hamas US $ 20-25 milhões por mês para cobrir seu orçamento de governo, bem como forneceu as armas ao grupo terrorista com base em Gaza,  além de assistência técnica e treinamento militar.

Nos anos seguintes, foi relatado que o auxílio tinha sido cortado, enquanto, ao mesmo tempo, o Irã começou a enviar mais assistência a um grupo terrorista alternativo, palestino Jihad Islâmica.

A maioria dos relatos recentes da mídia dizem que o Irã retomou o seu apoio ao Hamas, fornecendo “dezenas de milhões de dólares” para os esforços militares do Hamas, incluindo a reconstrução de túneis destruídos na guerra Israel-Gaza 2014, a reposição de foguetes e os salários dos lutadores.

Rebeldes Houthi

Ao longo dos últimos anos, o Irã vem aumentando suas atividades no Iêmen. A República Islâmica está atualmente apoiando os rebeldes Houthis, que estão lutando contra o governo iemenita apoiado pela Arábia Saudita, proporcionando-lhes “dezenas de milhões de dólares.”

A entrada de US $ 150 bilhões de dólares como alívio das sanções devido ao acordo nuclear atual com potências do mundo, além de verbas acumuladas através de vastas relações comerciais com o Ocidente, fornecerá ao Irã mais forragem pra seus fãs atearem seus fogos terroristas em todo o mundo.

http://www.clarionproject.org/analysis/congressional-report-iran-spends-billions-foment-global-terror

EUA e Arábia Saudita impõem sanções a fundo de caridade paquistanês por financiar terrorismo

Países acusam fundo de caridade de financiar terroristas.
Os grupos Al-Qaeda, Talibã e o Lashkar-e-Taiba seriam beneficiados.

O Departamento do Tesouro americano anunciou nesta terça-feira que imporá, juntamente com a Arábia Saudita, sanções a um fundo de caridade acusado de financiar grupos “terroristas”, inclusive a Al-Qaeda, Talibã e o Lashkar-e-Taiba.

As sanções visam a dificultar o financiamento e as operações da fundação Al-Furqan Welfare Trust, um grupo com sede em Peshawar, no Paquistão.

As sanções congelam todos os ativos da Al-Furqan que estão sob a jurisdição de qualquer um dos dois países e proíbe seus cidadãos de fazer negócios com o fundo.

Os Estados Unidos acusam a Al-Furqan de ser um importante canal de apoio financeiro e material a grupos terroristas que operam no Paquistão e no Afeganistão.

Publicado em 07.04.2015

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/04/eua-e-arabia-saudita-impoem-sancoes-fundo-do-paquistao.html