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Migrantes banidos de escolas e creches finlandesas depois de vários casos de estupro em crianças

O município finlandês de Oulu anuncia que os migrantes não podem mais visitar escolas e creches.

A razão é que os pais se queixaram das chamadas visitas de integração e se preocupam com seus filhos depois da recente onda de estupro contra jovens garotas.

Segundo a polícia finlandesa, os alegados autores são migrantes do sexo masculino que vieram para o país nos últimos anos e a maioria das vítimas de violação são adolescentes com menos de 15 anos.

Um dos lugares que a mídia destacou em conexão com a onda de estupro é o município de Oulu, na Ostrobótnia do Norte. Em Oulu, a polícia está investigando pelo menos dez migrantes por crimes sexuais graves contra meninas de até dez anos.

Como resultado, os pais se queixaram e expressaram preocupação sobre como o município pode permitir que o projeto de integração ESIKOTO continue.

O ESIKOTO é um experimento de integração onde os migrantes visitam escolas e creches para aprender mais sobre a sociedade através de aulas e grupos de estudo. Também é suposto que visa promover o multiculturalismo.

No entanto, agora a liderança municipal escolhe atender o pedido dos pais e encerrar o projeto de integração.

Mika Penttilä, responsável pela educação e cultura no município, confirma que, juntamente com os organizadores do projeto, decidiram que não haverá mais visitas.

Recentemente, relatos da mídia sobre crimes sexuais também revelaram novas estatísticas criminais no município de Oulu. Arto Karnaranta, vice-chefe de polícia, explica que as ofensas sexuais em apenas um ano – entre 2017 e 2018 – aumentaram em 20%.

Imagem e Informações Voice of Europe

Novos casos de violação de crianças revelados na Finlândia – Presidente diz que os requerentes de asilo trouxeram o mal com eles

Vários casos de estupro e abuso de crianças, com perpetradores estrangeiros, foram revelados em Oulu, no norte da Finlândia, desde o último outono, informou  Fria Tider.

A polícia está investigando outros quatro casos com meninas menores de 15 anos, onde três perpetradores de origem estrangeira foram presos suspeitos de estupro e abuso sexual grave de crianças.

Em todos os casos, os suspeitos têm antecedentes como refugiados ou requerentes de asilo.
E agora a polícia em Helsinque prendeu vários migrantes suspeitos de estupro grave e abuso sexual grave de crianças. Os crimes foram cometidos nos últimos dois meses.

Nenhum link direto com os casos em Oulu é conhecido atualmente.

O primeiro-ministro da Finlândia, Juha Sipilä, escreveu no Twitter: “Como resultado dos eventos desumanos e repreensíveis em Oulu e Helsinque, o governo se reunirá na próxima semana nas negociações tanto na terça quanto na sexta-feira.

É insuportável que as pessoas que pediram e até receberam asilo trouxeram esse mal e causaram insegurança aqui“, disse o presidente do país, Sauli Niinistö, em um comunicado.

A polícia de Helsínquia salienta a importância de os pais informarem os seus filhos para serem cautelosos nas redes sociais, onde os violadores estrangeiros encontram as suas vítimas.

Com imagem e informações Voice of Europe

 

93% dos crimes sexuais com imigrantes na Finlândia são cometidos por imigrantes de países muçulmanos

Uma investigação sobre os dados policiais da Finlândia pela academia de polícia do país mostra que 131 cidadãos finlandeses se tornaram vítimas de crimes sexuais cometidos por requerentes de asilo no ano de 2016.

Um total de 1052 requerentes de asilo foram suspeitos de crimes em 2016 e praticamente todos eram homens, que juntos representavam 29 nações. Dois terços eram iraquianos e a idade dos suspeitos era distribuída uniformemente.

As mulheres finlandesas foram vítimas em 8 dos 10 casos cometidos por requerentes de asilo muçulmanos em grande parte: 108 dos 116 suspeitos de crimes sexuais vieram de países islâmicos como o Iraque (83), Afeganistão (14) ou Marrocos (6).

Quase metade das agressões sexuais foram cometidas contra meninas finlandesas com menos de 18 anos, das quais algumas estavam procurando homens para ter acesso a tabaco e drogas, diz o estudo.

Entre as agressões sexuais que os requerentes de asilo eram suspeitos de violação é o mais comum, com 32% dos relatos. Quase um em cada sete casos, ou 16%, foram sobre estupro coletivo e outros 16% dos relatos foram por assédio sexual.

Três de cinco agressões sexuais com requerentes de asilo como infratores suspeitos ocorreram em locais públicos, 1 em cada 5 em casas particulares, 1 em 10 nos centros de refugiados e 1 em 4 em locais desconhecidos.

A investigação da academia de polícia sobre o crime de imigrantes é a primeira desse tipo na Finlândia. Apenas crimes graves e não violações das regras de asilo da Finlândia foram incorporados ao estudo.

Com imagem e informações The Voice of Europe

Alemanha endurece política de asilo a refugiados

Governo alemão decide dificultar entrada de imigrantes da Argélia, Tunísia e Marrocos.

BERLIM — Alvo de críticas de conservadores por sua política de portas abertas, a Alemanha mudou de postura e decidiu endurecer seu sistema de asilo a refugiados, dificultando a entrada de imigrantes de alguns países africanos. Também num movimento para conter a crise migratória, a Finlândia se uniu à Suécia e anunciou planos para deportar dezenas de milhares de imigrantes do país.

O vice-chanceler alemão, Sigmar Gabriel, afirmou que a Alemanha iria colocar Argélia, Marrocos e Tunísia em uma lista de “países de origem segura” — o que significa que imigrantes provenientes desses lugares teriam pouca chance de ganhar asilo. Alguns imigrantes também seriam impedidos de trazer suas famílias para se juntarem a eles na Alemanha por dois anos, segundo Gabriel.

O endurecimento das regras vêm após a Alemanha, a economia mais forte da União Europeia (UE), receber cerca de 1,1 milhões de migrantes em 2015 — muitos deles refugiados que fogem do conflito na Síria.

A chanceler alemã, Angela Merkel, está sob forte pressão nos últimos meses para reverter sua política de ajuda a refugiados que fogem de guerra e perseguições, incluindo oposição de dentro de seu próprio partido.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/alemanha-endurece-politica-de-asilo-refugiados-18567072#ixzz3ydRYWAAr
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Ataques sexuais levam Finlândia a oferecer aulas a imigrantes sobre como tratar mulheres

Imigrantes que chegam à Finlândia estão recebendo aulas sobre valores morais finlandeses e sobre como se comportar em relação a mulheres.

“Na Finlândia você não pode comprar uma esposa”, diz a professora na aula de cultura local a imigrantes.

Preocupado com um aumento nos ataques sexuais, o governo quer garantir que pessoas oriundas de culturas mais conservadoras saibam o que esperar na nova casa.

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Johanna é uma dessas professoras animadas e cheias de energia que atraem até o aluno mais entediado. Ela usa as mãos para enfatizar suas mensagens e ameniza temas difíceis com sorrisos.

“Na Finlândia”, ela diz suavemente, “você não pode comprar uma esposa”. “Uma mulher só será sua se ela quiser – porque aqui as mulheres são iguais aos homens.”

No centro de recepção escondido em meio à neve em uma floresta, os alunos, todos recém-chegados em busca de asilo, acompanham atentos.

Alguns dos jovens iraquianos, alguns com bom inglês e finlandês aceitável, balançam a cabeça em acordo. Outros, sobretudo os mais velhos, trocam olhares ressabiados enquanto as palavras do Johanna são traduzidas para o árabe.

Image captionO centro de recepção de Raasepoori, em meio à floresta na Finlândia

Um homem, escondido em uma jaqueta preta de esqui, parece tomar notas, enquanto a única mulher na sala com véu esboça um sorriso.

“Você pode ir a uma discoteca com uma mulher aqui”, acrescenta Johanna. “Mas se lembre: mesmo se ela dançar bem perto e estiver com uma saia curta, não significa que ela quer fazer sexo com você.”

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Um adolescente somali puxa a blusa de lã sobre as orelhas e abaixa a cabeça entre as mãos, como se seu cérebro não pudesse lidar com as novas informações.

“Esse é um país muito liberal”, ele diz, incrédulo. “Temos muito a aprender. No meu país se você fizer sexo com uma mulher você é morto”, afirma, conferindo a reação do colega ao lado.

“Isso é impressionante”, diz um imigrante do Mali. “No meu país uma mulher não deve sair sem o marido ou irmão.”

Johanna passa a tratar sobre homossexualidade e os iraquianos na fila do fundo começam a dar risadinhas.

Pode parecer brincadeira, mas os centros de recepção a imigrantes na Finlândia levam essas aulas voluntárias de etiqueta e cultura muito a sério.

Image captionMais de 32 mil imigrantes chegaram à Finlândia em 2015

Se homens provenientes de culturas muito distintas e conservadoras não conhecerem logo os costumes e regras a serem respeitados no país, eles nunca irão se integrar, alerta Johanna.

Os homens podem resmungar quando ela diz que os finlandeses dividem as tarefas de casa com as mulheres, mas eles já não rejeitam táxis conduzidos por mulheres.

Desde o outono no hemisfério norte, quando Johanna começou a dar essas aulas, mulheres em busca de asilo a procuram para reclamar dos maridos, que não estariam seguindo o modo finlandês de tratar as mulheres.

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Esses homens também são informados sobre a legislação local, então sabem o que esperar caso toquem alguma mulher de forma inapropriada. E esse é o motivo pelo qual as sessões são bancadas pela polícia e pelo Ministério do Interior finlandês.

No último outono, três imigrantes foram condenados por estupro na Finlândia. Na noite de Ano Novo, houve uma série de ataques sexuais em Colônia, na Alemanha, e em Estocolmo, na Suécia.

As vítimas nesses casos declararam que os agressores tinham aparência árabe – suspeita que o chefe adjunto de polícia em Helsinque, Ilkka Koskimaki, decidiu tratar em público.

“É um assunto difícil”, ele reconhece. “Mas temos que dizer a verdade. Normalmente não revelamos a origem étnica de um suspeito, mas esses incidentes – em que grupos de jovens estrangeiros cercam uma mulher em público e a atacam – se tornaram um fenômeno.”

‘Não são todos’

Uma van de polícia estaciona em um centro de recepção no centro de Helsinque onde a equipe de policiamento preventivo de Koskimaki ministra aulas como as de Johanna. Um grupo de imigrantes de chinelos e fumando nos degraus cobertos de neve rapidamente entra no local, claramente alarmado pela presença policial.

Um iraquiano musculoso em roupas de ginástica se aproxima de forma cautelosa e pergunta à repórter da BBC se ela precisa de seguranças para visitar o centro.

“Por favor”, ele pede, “não pense que todos aqueles em busca de asilo são perigosos por causa de alguns poucos criminosos.”

A aula no centro de recepção da floresta está chegando ao fim e os imigrantes recebem uma lição de casa sobre as leis locais de igualdade de gênero. Ao deixar a sala, um iraquiano com uma jaqueta colorida aperta a mão da repórter da BBC.

“A Finlândia é ótima”, ele afirma, “mas quando me casar, minha mulher será uma dona de casa que irá cozinhar a comida que eu gosto – e ela certamente não irá a discotecas.”

Após alerta, polícia de Helsinque conseguiu evitar agressões sexuais

Assim como em cidades da Alemanha, a capital finlandesa também registrou um número anormal de abusos sexuais na noite de réveillon. A polícia disse ter sido alertada sobre o perigo e aumentado a segurança.

A polícia finlandesa informou nesta sexta-feira (08/01) que mulheres da capital, Helsinque, enfrentaram um grau incomum de assédio sexual na noite de Ano Novo. Após ter recebido um alerta de que requerentes de asilo estavam planejando abusos, a polícia disse ter ampliado o número de policiais nas ruas.

Segundo as autoridades, cerca de mil requerentes de asilo reuniram-se numa praça central próxima à estação central de Helsinque na noite do réveillon. No local, cerca de 20 mil pessoas festejavam a chegada do Ano Novo. Várias mulheres foram molestadas no meio da multidão. Nos dias seguintes, três boletins de ocorrência por abuso sexual foram registrados, informou o vice-chefe de polícia da capital finlandesa, Ilkka Koskimäki.

Três suspeitos chegaram a ser presos, mas já foram liberados. “Eles estavam festejando o Ano Novo. Tínhamos muitos policiais no local, para controlar a situação. A maioria estava tranquila e se comportou bem”, afirmou Koskimäki. Cerca de 15 baderneiros foram levados para a delegacia.

Polícia havia sido alertada

Koskimäki disse que a polícia estava preparada, porque havia recebido alertas – entre outros pelas autoridades de imigração – de que agressões poderiam estar planejadas. As medidas de segurança foram elevadas “a um nível excepcional”, disse o policial. “Tínhamos mais policiais nas ruas da cidade do que jamais tivemos.”

Na véspera de Ano Novo, a polícia manteve seis homens de uma residência para requerentes de asilo sob custódia, suspeitos de planejar ataques. Passada a virada do ano, porém, eles foram soltos.

Graças aos alertas, conseguimos evitar que as agressões sexuais tomassem as proporções que tomaram em Colônia (Alemanha), disse Koskimäki. Ele não vê conexão entre os dois incidentes. “Mas o fenômeno é muito semelhante.” Os acontecimentos ainda estão longe de serem totalmente esclarecidos. “Talvez nós nunca venhamos a descobrir o que realmente estava planejado”, disse o vice-chefe de polícia.

FF/dpa/afp

http://www.dw.com/pt/ap%C3%B3s-alerta-pol%C3%ADcia-de-helsinque-conseguiu-evitar-agress%C3%B5es-sexuais/a-18967565

Finlândia vai aumentar impostos dos mais ricos para receber refugiados sírios

O crescente número de refugiados sírios que chega à Europa está preocupando diversas nações e gerando confrontos em algumas fronteiras. Entretanto, diferente de seus vizinhos no Velho Continente, a Finlândia se organiza para receber os imigrantes da melhor forma possível e com uma medida incomum: aumentando os impostos dos mais ricos.

O governo anunciou a proposta, apelidade de “imposto de solidariedade” na semana passada. A medida deve durar dois anos e consiste no aumento das arredacações vindos da parcela mais rica da sociedade com o intuito de equilibrar as finanças do país.

Desta forma, quem ganhar mais de 72.300 euros (quase R$ 318 mil) irá contribuir com o imposto. Por outro lado, mesmo com o aumento da tributação, o governo vai reduzir a ajuda financeira destinada aos refugiados no país. Agora cada imigrante deixará de receber US$ 360 (R$ 1.400) para ganhar US$ 226 (R$ 800) por mês.

(Foto: AFP)(Foto: AFP)

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Juha Sipila, primeiro-ministro da Finlândia, quer que o país seja um exemplo para os outros envolvidos na crise migratória na Europa. Vendo os líderes das grandes potências preocupados com o fluxo de refugiados, Juha chegou a oferecer sua própria casa para abrigar pessoas carentes a partir de 2016.

“Todos nós devemos dar uma olhada no espelho e perguntar como nós podemos ajudar”, disse o político. “Peço a todos que pararem todo o discurso de ódio e se concentrem em cuidar de pessoas que fogem da zona de guerra, de modo que eles se sintam seguros e bem-vindos aqui na Finlândia”.

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